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Estatística e Risco

Apresentar os conhecimentos básicos de análise de riscos aplicados ao mercado financeiro no processo de tomada de decisão. Curso recomendado para investidores da Bolsa de Valor e operadores de investimentos em bancos. Risco é definido como a possibilidade de que algum acontecimento desfavorável venha a ocorrer. Mais especificamente, é a possibilidade de perda financeira. Risco é uma das principais variáveis que afetam as decisões e os resultados dos investimentos. O Risco é, na maioria das vezes, representado por medidas estatísticas determinadas e consistentes, carregadas de significados específicos. Ao avaliar alternativas de investimentos, a questão mais adequada não é “qual a taxa de Retorno?”, mas sim, “essa taxa de retorno é suficiente para compensar o Risco?”. Essa ideia implica na relação básica entre risco e retorno: quanto maior o retorno esperado, maior o risco e vice-versa. Neste curso, a Gecompany relembra os principais tópicos estatísticos ligados ao tema Riscos e explora as devidas técnicas de gestão de Riscos em Ativos, além de detalhar os tipos de Riscos e os seus desdobramentos. Conteúdo Programático: . A Estatística e o Risco. . Amostras. . Medidas de tendência central e medidas de dispersão. . Covariância e correlação. . Regressão linear simples e múltipla. . Esperança matemática e valor esperado. . Retornos esperados. . Aleatoriedade. . Natureza dos Ativos. . Riscos sistemáticos e não sistemáticos. . Teoria da preferência. . Curva de indiferença. . Tipos de investidores. . Teoria do Portfólio. . Grau de satisfação do investidor em relação ao Risco/Retorno. . Diversificação de investimentos. . Estudo de Carteiras de Ativos. . Riscos diversificáveis. . Seleção de Ativos. . Markowitz e a fronteira eficiente. Carga Horária: 30 horas Pré-requisito: Formação em Ciências Contábeis, Administração de Empresas ou Economia. Alunos de outros cursos deverão participar de aulas 12 horas aulas preparatória para enquadramento do conhecimento aos demais alunos que possuem formação específica. Quantidade mínima de alunos: 08 por turma Consulte também o curso modelo VIP (One-by-One) para atendimento individual a executivos e diretoria. Professor: Carlos Vital Giordano Pós-doutorando pelo PEPG Ciências Contábeis, Controladoria e Finanças da PUC-SP, Doutor em Ciências Sociais, mestre e graduado em administração, pela PUC-SP; Professor da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (Pós-graduação e MBA) e professor do Centro Paula Souza (Mestrado, MBA e Graduação); Professor no mestrado profissional, ligado à Área de Concentração Educação e Trabalho. Consultor em empresas públicas e privadas, desenvolvendo projetos relacionados à Inteligência Artificial, Ciência dos Dados, Análises de Dados Corporativos, Gestão e Avaliação Educacional e Práticas Educacionais. Bibliografia básica: ASSAF NETO, Alexandre: Finanças Corporativas e Valor. São Paulo: Atlas, 2009.  FOCO, Eduardo e outros: Gestão de risco e derivativos. São Paulo: Atlas, 2006.

O cuidado ao investir em ações.

Tudo bem afinal de contas o dinheiro é teu. Mas investir em ações requer técnica e cuidado e se me permite; alguns compram através do impulso, ou indo um pouco mais além: através da “compra sega” com alguém segurando e guiando o que fazer. A promessa do enriquecimento rápido deve ser melhor analisada, pois temos diversas variáveis que refletem no VALOR das ações da BOLSA DE VALOR. Atualmente, temos 2 tipos de pensamentos, mas que não se entrelaçam entre si: A análise fundamentalista e a análise técnica. A ANÁLISE FUNDAMENTALISTA avalia: O que comprar e o que vender. A ANÁLISE TÉCNICA avalia: Quando comprar e quando vender. A ANÁLISE FUNDAMENTALISTA tem como técnicas os conceitos acadêmicos na análise do que comprar ou vender, e indicadores amplamente avaliados no MUNDO acadêmico são colocados a teste no processo da avaliação de uma ação. A ANÁLISE TÉCNICA tem como técnicas conceituais de análise gráfica na análise do que comprar ou vender, e indicadores avaliados no MUNDO do MERCADO são colocados a teste no processo da avaliação de uma ação. Os conceitos da ANÁLISE FUNDAMENTALISTA em seus indicadores FINANCEIROS e ECONÔMICOS são amplamente aceitos no MUNDO acadêmicos nas defesas das monografias, dissertações e teses de doutorado. Já os conceitos da ANÁLISE TÉCNICA ou GRAFISTA enfrentam algumas restrições quanto a aceitação nas UNIVERSIDADES. No meu parecer a ANÁLISE FUNDAMENTALISTA está mais ligada em avaliar “como os administradores constroem VALOR aos acionistas” e a ANÁLISE TECNICA representa uma visão imediata de como os administradores estão enxergando os administradores das EMPRESAS. A FUNDAMENTALISTA é de longo prazo e mais consistente ; a TÉCNICA mais imediatista. Fique ligado nas nossas redes, pois continuaremos a postar conceitos das análises FUNDAMENTALISTA e TÉCNICA. Por escrever isto; você já viu nossos posts das análises FUNDAMENTALISTA de algumas empresas da BOVESPA: Petrobrás, Ambev e Klabin? Durante estes dias estaremos colocando a ANÁLISE FUNDAMENTALISTA de alguns BANCOS. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do JOVEM UNIVERSITÁRIO. Inscreva-se e compartilhe. https://www.instagram.com/p/CL2gjv0heIo/?igshid=14ho0iujb3fzk

A importância da Análise Fundamentalista

Você sabe o VALOR da ação da Natura ou da Petrobrás? E qual o VALOR do teu apartamento ou carro que você acabou de comprar? Pois então, é importante você saber precificar o VALOR das coisas, concorda? Ao comprar uma ação você não esta comprando uma obra de arte, que tem um VALOR sentimental atrás do bem. Ao investir em ações os ACIONISTAS aguardam DIVIDENDOS, e em relação ao MERCADO DE CAPITAIS ele não é nem um pouco SENTIMENTAL. O VALOR das ações despenca da NOITE para o DIA, ou sobe também. Como dizem os teóricos em FINANÇAS sobre a mão invisível de Adam Smith, mencionada em seu livro: A riqueza das Nações que atua nos mercados simplesmente desconta tudo: A incompetência dos administradores que por um momento enganam os investidores; a corrupção na queda abrupta do valor das ações até que o MERCADO se organize e até mesmo a falta de conhecimento de investidores mal informados ao comprarem ações de empresa sobreavaliadas. O ESTUDO dos fundamentos das EMPRESAS, é algo simples para quem pretende investir em ações para “garantir sua aposentadoria” e viver de dividendos ou da valorização das ações. Sou crítico a dizer que MUITOS analistas de MERCADO construíram seu PATRIMÔNIO num momento em que a BOVESPA estava lá nos seus 40 mil pontos ou 40 mil pontos nos preciosos período dos anos de 2.002 e 2.008 decorrente das fortes crises que acabaram o MERCADO de CAPITAIS. Complemento ainda que alguns conhecem o preço de TUDO; mas o valor de NADA. Nos dias de hoje tais analistas vende um sonho de um enriquecimento rápido com a BOVESPA nos 120 mil pontos, indicando que irá a caminho de fortes valorização. Mas a pergunta que sempre reflito: Qual o FUNDAMENTO para tal afirmação? Assim como ao comprar teu apartamento o corretor tem que te apresentar um motivo do VALOR da negociação com expectativa de VALORIZAÇÃO futura; acredito ser assim o processo do convencimento na compra de ações. Uma boa reflexão…. Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do JOVEM UNIVERSITÁRIO. Inscreva-se e compartilhe. https://www.instagram.com/p/CL0U-hdFb8Z/?igshid=18j2x3sccumr0

Eu optei em ser Controller e não me arrependi.

Sou suspeito em dizer mas atuar como CONTROLLER é algo que realmente vale a pena; tanto profissional quanto pessoal. Acompanhe nossos posts e vamos nos contagiando por esta tão nobre profissão. Na foto ao lado do “memorável ” professor Clóvis Luís Padoveze que mesmo não estando presente entre nós, deixou para as futuras gerações um valor imensurável de CONHECIMENTO em seus diversos livros de CONTROLADORIA, CONTABILIDADE GERENCIAL, CONTABILIDADE DE CUSTOS publicados pelas maiores editoras do Brasil. O estudo enobrece e cabe no cérebro; e não no braço forte e une pessoas que buscam o mesmo objetivo: O CONHECIMENTO. Vem junto, em nossos cursos e seja um CONTROLLER. Temos cursos pontuais para pequenos grupos de alunos e no próximo semestre estaremos lançando novamente o CURSO de PÓS GRADUAÇÃO em CONTROLADORIA FINANCEIRA, na FAAP em São Jose dos Campos. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do JOVEM UNIVERSITÁRIO. https://www.instagram.com/p/CLsiY2ED1F6/?igshid=dg5z451dutbk

Aprendendo com as grandes marcas: A Missão da Starbucks

Nesta versão, Howard Schultz celebra o espírito humano baseada na filosofia Central do negócio na experiência do cliente. ” Queríamos que a nossa MISSÃO Starbucks respeitasse o nosso passado e focalizasse em como vivemos a Missão todos os dias através do nosso café, associados ( funcionários), clientes, lojas, vizinhança e acionistas. Nós também queríamos capturar não somente os aspectos duradouros dos nossos Princípios Orientadores, mas também articular o que nós enxergamos como mais importante para o nosso futuro “. Uma boa reflexão se você já fez a MISSÃO da tua EMPRESA, ou se ainda NÃO fez. Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM EXECUTIVO. Inscreva-se, Inspira-se e Compartilhe!!!!! https://www.instagram.com/p/CLuO04YjC-v/?igshid=ux1429f8bx90

Estruturando tua empresa para o futuro.

Definir os alicerces de uma EMPRESA é fundamental para o sucesso contínuo e isto deve ser feito independente do tamanho da EMPRESA. Vou mais longe; até mesmo a PESSOA FÍSICA tem os seus valores; sua MISSÃO e visão em relação a VIDA e quando nos identificamos com estas premissas, nos tornamos mais humanos, menos egoísta e deixamos de trabalhar pelo dinheiro e sim pela nossa existência em cumprir a nossa MISSÃO. De volta ao mundo EMPRESARIAL: Para surtir efeito a MISSÃO precisa ser definida pela principal pessoa da EMPRESA; O fundador, o sócio majoritário, o principal executivo; pois foi a pessoa que se doando idealizou o NEGÓCIO . Após definida a MISSÃO, para surtir efeito, ela precisa ser vivida pela organização; pois é a crença principal da companhia e precisa ser conhecida e energizado por todos os funcionários, sem exceção. Somente a partir dai, se elabora a VISÃO, onde quer chegar e também os OBJETIVOS ou METAS a serem atingidas pelas GERENTES DEPARTAMENTAIS. Dai sim, formatado o PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO e convertido ao PLANEJAMENTO OPERACIONAL, finalmente a EMPRESA terá um bom roteiro a SEGUIR. Nota: É função do CONTROLLER a transformação do PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ao PLANEJAMENTO OPERACIONAL. Então vamos lá, meu amigo de PROFISSÃO. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM EXECUTIVO. Inscreva-se e compartilhe!!!! https://www.instagram.com/p/CLuJ_5iDy9G/?igshid=1shpgmvncgthy

Você conhece quais são os alicerces estruturais que definem uma empresa?

Muitos executivos iniciam ou exercem suas funções sem antes conhecer os alicerces estruturais que definem uma EMPRESA, e acabam por encontrar dificuldades no desempenho das suas atividades. Mesmo que implicitamente toda EMPRESA possui 03 marcos que qualificam a sua existência; e para tratarmos as metas ou nos posicionarmos melhor nas reuniões e apresentação as nossas intervenções é fundamental ficarmos ” por dentro “. Estamos nos referindo: Missão, Visão, e Valores. Missão é a determinação do motivo Central de uma EMPRESA. Visão determina onde a EMPRESA pretende chegar, o que gostaria de se tornar e como gostaria de ser reconhecida pelo MERCADO. Valores norteiam as normas e os padrões de comportamento da EMPRESA. Conhecer com propriedade o entrelaçamento destas bases, com certeza irá te ajudar do desempenho das tuas funções. Dica aos EMPRESÁRIO: Formalize os alicerces estruturais da tua EMPRESA, e deixe claro aos teus colaboradores. Controller você precisa identificar os alicerces da EMPRESA antes de elaborar o Planejamento Estratégico e Operacional. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do JOVEM EXECUTIVO. Inscreva-se e compartilhe!!!!  

A importância da análise financeira, ou de balanço.

A análise financeira ou do Balanço Patrimonial, como é mais conhecida, é um dos principais instrumentos de análise de investimentos; importante para o CONTROLLER compreender o desempenho econômico-financeiro de uma EMPRESA e sua situação patrimonial. Podemos definir a análise do BALANÇO PATRIMONIAL como a aplicação do raciocinio analítico dedutível decorrente do entrelaçamento das ORIGENS e APLICAÇÕES dos RECURSOS das suas FONTES DE FINANCIAMENTO (Capital próprio ou de terceiros); que decorrente dos EVENTOS ECONÔMICOS provocam mutações nos elementos patrimoniais. O BALANÇO PATRIMONIAL é por excelência a mais importante peça contábil e através dele avaliamos a ESTRUTURA PATRIMONIAL de uma EMPRESA, classificada em seus BENS e DIREITOS e suas OBRIGAÇÕES. O Controller deve dominar tais conceitos e análise para desempenho da sua profissão. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM EXECUTIVO Visualize também o paper no link abaixo: http://www.gecompany.com.br/educacional/contabilidade/entendenda-os-demonstrativos-financeiros/

Rumo à autonomia do Banco Central, por: Luiz Alberto Machado

A Câmara dos Deputados aprovou, no dia 10 de fevereiro, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 19/2019, que confere autonomia ao Banco Central. Como o projeto já teve a aprovação do senado e os deputados não alteraram o texto dos senadores, a proposta segue para sanção presidencial. Sendo de interesse do governo, foi a primeira votação relevante sob a presidência do deputado Artur Lira, que teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro na eleição para a presidência da Câmara realizada no início de fevereiro. A aprovação ocorreu por ampla margem, com 339 votos a favor e 114 contrários, fato que foi interpretado por muitos analistas como um indicador de que o governo terá mais facilidade de aprovar projetos de seu interesse do que tinha sob a presidência de Rodrigo Maia. Examinando por outro ângulo, pode-se dizer que essa ampla margem chega a surpreender, uma vez que a autonomia operacional do Banco Central é um tema bastante polêmico e que costuma provocar acentuada divisão de opiniões. Conhecido popularmente como “guardião da moeda”, o Banco Central do Brasil (Bacen ou BCB) foi criado em 31 de dezembro de 1964, como parte das medidas adotadas pelo governo de Castelo Branco para pôr ordem na economia e modernizar o sistema financeiro. Suas funções básicas são[1]: Monopólio de emissão; Banco dos bancos; Banqueiro do governo; Supervisor do sistema financeiro; Executor da política monetária; Executor da política cambial; Assessor econômico do governo. Se o projeto que confere autonomia ao Banco Central for sancionado pelo presidente da República, o Banco Central estará, como observa Celso Ming, “protegido da ação predatória dos políticos, que só pensam em gastar”.[2] Um dos motivos dessa blindagem reside na maior segurança dos diretores do Bacen, que passam a ter mandato fixo não coincidente com o dos principais cargos da República, além de não poderem ser demitidos  a não ser por grave deslize. Como já mencionei, a autonomia operacional do Banco Central está longe de se constituir em ponto de consenso entre os economistas. Entre os que são favoráveis à autonomia, encontram-se economistas de orientação mais ortodoxa[3] que, via de regra, defendem reduzida intervenção governamental na economia, rigorosa estabilidade monetária e equilíbrio orçamentário. Para tanto, o Banco Central tem papel fundamental na condução das políticas monetária e cambial, cabendo muitas vezes a ele neutralizar eventual flexibilidade na condução da política fiscal, que pode ter perigoso impacto inflacionário. Já entre os opositores da autonomia estão muitos economistas alinhados a posições mais heterodoxas[4], defensores de um maior protagonismo do Estado na gestão econômica e que admitem a necessidade de déficits orçamentários e até de alguma inflação na busca por maiores taxas de crescimento econômico. Há também alguns mais radicais que se opõem à sua própria existência, como é o caso dos adeptos da Escola Libertária, também conhecidos como anarco-capitalistas. Posição muito próxima é a de Friedrich Hayek, um dos grandes expoentes da Escola Austríaca e ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1974, que defende o fim do monopólio de emissão, tendo inclusive um livro voltado a essa ideia, no qual se lê: Temo que – desde que a propaganda “keynesiana” se infiltrou nas massas, tornando a inflação digna de respeito e fornecendo aos agitadores argumentos que os políticos profissionais são incapazes de refutar – a única maneira de impedir que uma inflação contínua acabe por nos levar a uma economia controlada e dirigida – e, portanto, em última instância, a única maneira de salvar a civilização – seja privar os governos de seu poder sobre a oferta de moeda.[5] Aos que argumentam que essa decisão seria dispensável, uma vez que o Banco Central já atua com razoável grau de autonomia, eu gostaria de lembrar que isso só ocorre quando há entrosamento entre o governo e a área econômica e, no limite, entre os diferentes integrantes da área econômica. Tivemos, no passado recente, alguns exemplos no Brasil, em que a falta de autonomia do Banco Central deixou sequelas graves. Uma delas se deu quando o governo determinou, com absoluto grau de voluntarismo, a redução da taxa básica de juros. Observava-se, nesse período, no governo de Dilma Rousseff, um racha na equipe econômica liderada por Joaquim Levy. Na ocasião, muitas ações do presidente do Banco Central Alexandre Tombini eram publicamente criticadas por integrantes de outros departamentos da área econômica, provocando forte desorientação do mercado e perda de confiança dos agentes econômicos, combinação perfeita para afugentar investimentos internos e externos. Cabe destacar, por fim, que a autonomia operacional do Banco Central, que já existe – há mais ou menos tempo – em muitos dos países não é garantia de 100% de blindagem nem de boa condução da política econômica. A Argentina é prova disso. Lá, a autonomia do Banco Central foi aprovada em 1995, porém, as constantes ingerências do Poder Executivo, que continuam a existir, resultaram na perda de confiança do mercado e falta de credibilidade da instituição para definir a política monetária, o que explica em grande parte o descontrole da inflação. Por: Luiz Alberto Machado Economista, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), é sócio-diretor da empresa SAM – Souza Aranha Machado Consultoria e Produções Artísticas e diretor adjunto do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Foi presidente do Corecon-SP e do Cofecon. [1] 7 funções do Banco Central. Disponível em https://financeone.com.br/7-funcoes-do-banco-central-do-brasil/. [2] MING, Celso. A blindagem do Banco Central. O Estado de S. Paulo, 12 de fevereiro de 2021, p. B2. [3] MACHADO, Luiz Alberto. Ortodoxia X Heterodoxia. Disponível em https://espacodemocratico.org.br/artigos/ortodoxia-x-heterodoxia/. [4] KAHN, Tulio; MACHADO, Luiz Alberto (organizadores). Interpretações do Brasil – Tradicionais e novas abordagens históricas, econômicas e diplomáticas. São Paulo: Scriptum Editorial, 2018. [5] HAYEK, Friedrich. Desestatização do dinheiro. Tradução de Heloísa Gonçalves Barbosa. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1986. Gecompany o canal amigo do jovem universitário – Inscreva-se e compartilhe.