O Controller e o Mercado Eficiente

Apresentamos neste vídeo abordagem para reflexão da responsabilidade do Controller em relação ao Mercado Eficiente, de acordo com as exigências da Lei SARBANES – SOX. O aumento da competitividade global impulsionou a importância do mercado de capitais, pois na medida que a economia se expande as empresas necessitam cada vez mais de recursos para financiar seus projetos de crescimento de longo prazo; a oscilação nas taxas de juros bancários e muitas das vezes a dificuldade ao acesso rápidos do recurso financeiro, não só bancário mas também dos acionistas; na crença básica de que se os administradores se concentrarem na construção de valor para os seus provedores de capital resultarão em empresas mais sólidas com reflexo direto na economia, através de padrões de vida mais elevados aos indivíduos na oportunidade de efetuarem diretamente as apostas em empresas saudáveis com grandes propostas de crescimento e que estarão assumindo o compromisso de remunerá-los acima da linha de segurança do mercado a SML (security Market line). Assim o sucesso dos investimentos produtivos está cada vez mais dependente da participação dos acionistas, através da distribuição dos valores mobiliários e cujo interesse de participação encontra-se correlacionados na participação dos resultados das empresas que impulsionam o crescimento através da distribuição dos dividendos medidos pelo índice payout, que é a porcentagem do lucro líquido do exercício que será distribuído aos acionistas. Os Estados Unidos sempre deram maior importância de que os acionistas são os “donos” da companhia e que os administradores os representam; sendo eleito por eles com o objetivo de maximizar o capital investido e criar valor para o acionista. Poderíamos evoluir imensamente nosso pensamento sobre as teorias e práticas de “como criar valor para o acionista”; mas o foco principal deste paper é no envolvimento do Controller e sua responsabilidade legal em garantir a exatidão as informações por ele elaborada com o elevado grau de transparência e exatidão dos demonstrativos financeiros (balanço patrimonial, demonstração do resultado do exercício e fluxo de caixa indireto), visando contribuir para a EFICIENCIA DOS MERCADOS. Um mercado eficiente é aquele em que o preço de mercado é uma estimativa não tendenciosa do valor real do investimento e que ao contrário do que muitos pensam, a eficiência do mercado não exige que o valor intrínseco de um ativo seja idêntico ao valor real do mercado. O que se esperar é que as oscilações não sejam tendenciosas e que os preços das ações venham oscilar para mais ou para menos desde que a variação seja aleatória ao status presente de uma determinada empresa. Num mercado eficiente, por exemplo, ações de empresa com um baixo índice P/L não deveriam ter a probabilidade de estarem subvalorizadas; já que o P (preço das ações do mercado) encontra-se muito próximo ao lucro por ação distribuído aos seus acionistas; não caracterizando nenhuma expectativa de ágio futuro. A proposta da Eficiência dos Mercados foi proposta pelo professor da Universidade de Chicago, Eugene Fama (1970), como uma explicação para a ausência de correlação temporal (ou desvios aleatórios) entre as variações dos preços no mercado de capitais. Ou seja, o preço de uma ação deve refletir o estágio atual de uma empresa decorrente de suas conquistas na gestão dos recursos investidos pelos acionistas e a remuneração esperada de acordo com suas expectativas; empresas que promovem maior valor para os acionistas, naturalmente terão um maior valor no mercado; sendo assim o “motor impulsionador” que leva os acionistas a direcionar os seus recursos no financiamento dos projetos de crescimento das empresas. Dentre as hipóteses de mercados eficientes, possui três vertentes: Hipótese fraca: segundo esta vertente, os preços correntes do mercado já incorporam informações passadas. Desse modo, fatos passados (já conhecidos) não geram novas flutuações dos preços das ações; Hipótese semiforte: O preço das ações reflete não somente as informações contidas nos preços históricos, mas, também, todas as informações públicas (incluindo os demonstrativos financeiros e notícias da imprensa) e nenhuma abordagem em utilizar e tratar informações seriam uteis para encontrar ações com valor abaixo da realidade, pois todas as informações fariam jus ao preço praticado na atualidade pelo mercado. Hipótese forte: Os preços atuais refletem todas as informações publicadas, quanto aquelas que estão por vir, ou jamais virão a público. Assim, os preços das ações refletem não apenas as informações publicamente disponíveis, mas também aquelas de caráter privilegiadas (privadas). Dentre as vertentes das hipóteses é importante deixar claro que: Os preços das ações não possam desviar do seu valor real. A exigência é que os desvios não sejam aleatórios (tendenciosos); Nenhum investidor tenha desempenho melhor do que o mercado em qualquer tempo. Nenhum grupo de investidor tenha desempenho melhor que o mercado a longo prazo. Considerando-se o número de investidores em mercados financeiros, as leis da probabilidade iriam sugerir que um número razoavelmente grande teria melhor desempenho do que o mercado, não pelas suas estratégias de investimentos, mas sim devido a sorte. Das três vertentes, a mais usual e aplicada é a hipótese fraca, onde através das informações passadas e que não de obrigatoriedade das empresas encaminhar para os órgãos regulamentadores tal como a CVM (comissão de valores mobiliários) no Brasil e a SEC (Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos) tem maior propriedade de uso; as demais devido os conceitos da governança corporativa as empresas procuram disponibilizar nos sites em relacionamento com os investidores as decisões estratégicas de maiores impactos; mas sempre observando o sigilo frente aos concorrentes e assim o mercado procura acompanhar as decisões dos administradores, o problema é que nem sempre as decisões finais são aquelas absorvidas pelo mercado. Assim, as informações financeiras elaboradas pelo controller, embora sofra críticas consideráveis por leigos na totalidade dos assuntos, constitui a maior base dos registros dos eventos econômicos que provocaram mutações na estrutura patrimonial, sendo uma base inquestionável para auditoria dos processos; que através da simplicidade do modelo débito e crédito, registra as origens dos investimentos e como eles foram alocados; e mesmo no caso de erros intencionais que venham a provocar desvios aleatórios (tendenciosos) no Mercado Eficiente, podem um dia vir
Ford, polarização e “capitalismo sem riscos” por: Prof. Luiz Alberto Machado

“A desindustrialização brasileira é resultado das intervenções equivocadas que fizemos. E o pior é que o setor empresarial, as lideranças do setor privado, apoiaram isso. A culpa não é só do Estado.” Marcos Lisboa[1] No final do ano passado gravei um comentário para o Podcast do Espaço Democrático com o título de Guerra de narrativas[2]. Nele, focalizei o clima de polarização reinante no Brasil, em decorrência do qual pontos de vista sobre praticamente qualquer tema eram tratados de forma dogmática. Ora, um dogma é, por definição, algo que não admite contestação. Nesse sentido, o debate de ideias, salutar e próprio de regimes democráticos, fica seriamente comprometido. O ano de 2020 ficou para trás. Um novo ano se iniciou, mas o clima de polarização continua o mesmo, coisa que, diga-se de passagem, não se restringe só ao nosso país. No excelente livro Boa economia para tempos difíceis[3], Abhijit Banerjee e Esther Duflo, ganhadores do Prêmio Nobel de Economia em 2019, destacam esse mesmo aspecto reinante nos Estados Unidos afirmando: Americanos de diferentes matizes políticos passaram a odiar intensamente uns aos outros. Em 1960, cerca de 5% dos republicanos e dos democratas diziam que se “sentiriam ‘contrariados’ se um filho ou filha se casasse com alguém do partido político rival”. Em 2010, quase 50% dos republicanos e 30% dos democratas diziam que se “sentiriam um tanto ou muito infelizes com a perspectiva de um casamento familiar interpartidário”. Em 1967, 33% dos democratas e dos republicanos achavam que um membro típico de seu próprio partido era inteligente, em comparação com 27% que tinham a mesma percepção sobre alguém do outro lado. Em 2008, esses números eram 62% e 14%! Exemplos dessa polarização no Brasil não faltam. A recém-anunciada desativação das fábricas da Ford em Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE) sinalizando para a saída da montadora do Brasil foi alvo de manifestações acaloradas de todo tipo, o que é uma das características da realidade atual, fortemente influenciada pelas redes sociais[4] e pelos palpiteiros de ocasião. O ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, antecipou-se ao episódio, afirmando tratar-se da continuidade do desmantelo iniciado no governo de Dilma Rousseff, não interrompido pelos governos posteriores. Outros, mais radicais, chegaram a propor que o Brasil deveria encampar todas as fábricas da Ford no País, transformando-as em cooperativas administradas pelos próprios funcionários, inspirado, de certa forma, no que fez Evo Morales com as refinarias brasileiras na Bolívia e com a mudança nas “regras do jogo” da distribuição da energia produzida em Itaipu promovida pelo governo do Paraguai. O presidente Bolsonaro, por sua vez, acusou a Ford de estar interessada apenas em manter subsídios históricos, decidindo pela saída do Brasil por não ter seu interesse atendido. O que me espanta nessa discussão – afora a superficialidade dos argumentos, seu tom acalorado e a inconsequência das propostas – é a falta de perspectiva histórica das análises externadas. Caso existisse um mínimo de perspectiva histórica, ficaria evidente que houve no caso da Ford – e de outras empresas de diversos segmentos da indústria – uma reação à sequência de vícios típicos de um país que optou por uma espécie de “capitalismo sem riscos”, expressão consagrada pelo jornalista José Nêumanne. Aliás, é bom salientar que essa expressão, em muitos momentos, soa muito bem em ouvidos interesseiros de governantes, empresários e trabalhadores, ávidos por reservas de mercado, isenções fiscais, quotas, subsídios e outros favores que nada têm a ver com a lógica da concorrência. Como bem observou Eduardo José Monteiro da Costa, professor da UFPA[5]: A pandemia, com sua repercussão econômica, apenas agravou ainda mais a situação delicada da empresa, que já operava com elevada ociosidade em suas plantas industriais. Some-se a isto a atual imposição mercadológica de uma ampla reformulação tecnológica que as empresas automobilísticas estão fazendo nos últimos anos, a um custo elevado. Isto tem obrigado não somente a Ford, mas as empresas automobilísticas de uma forma geral a reavaliarem as suas estratégias globais de produção. Capitalismo é isso. É o império da concorrência. Quem também enveredou por essa linha de análise foi José Márcio Camargo[6], professor da PUC-RJ, que destacou o desvirtuamento provocado pela extensão indefinida dos benefícios que tiveram origem na política de substituição de importações: A Ford cresceu no Brasil a partir das políticas de substituição de importações adotadas pelo governo brasileiro na década de 50 do século passado. Essas políticas foram baseadas numa forte proteção do mercado interno por meio de proibições de importações e elevados níveis de tarifas e subsídios. A ideia era que, como o mercado era pequeno, se comparado ao de países desenvolvidos, e a tecnologia apresentava elevados retornos de escala, ou seja, os custos unitários caíam rapidamente com o aumento da produção, para competir era fundamental reservar o mercado interno e subsidiar as empresas instaladas no País. Em teoria, seria uma proteção transitória, até que as empresas conseguissem adquirir um tamanho suficiente para se tornarem competitivas. […] Entretanto, junto com o crescimento do setor veio o poder político, e com ele a proteção e os subsídios nunca acabaram. Com a proteção e os subsídios, a competição não veio, e, sem competição, o incentivo para investimentos em inovações tecnológicas e aumento da competitividade não aconteceu, tornando o setor tecnologicamente obsoleto. Os sucessivos adiamentos no encaminhamento de reformas estruturais contribuem também para que o País mantenha um péssimo ambiente de negócios, este sim um fator preponderante não só para decisões como a da Ford, mas também para que o nível de investimento no Brasil seja muito inferior ao observado em países que competem conosco na economia mundial. Como bem observa José Márcio Camargo: “A saída da Ford é um aviso de que é fundamental fazer as reformas e criar marcos regulatórios capazes de atrair investimentos privados, se quisermos efetivamente preservar nosso sistema produtivo. Sem elas, caminhamos para o retrocesso econômico”. Por: Luiz Alberto Machado – Diretor adjunto na Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial [1] LISBOA, Marcos. Lições da saída da Ford do Brasil. Entrevista a Geraldo Samor e Pedro Arbex. Disponível em https://braziljournal.com/marcos-lisboa-licoes-da-saida-da-ford-do-brasil.
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O Controller e a Lei Sarbanes: Responsabilidades

Neste vídeo estaremos apresentando a necessidade da implementação da Lei Sarbanes, devido os principais escândalos mundiais envolvendo a profissão contábil. Nos vídeos posteriores estaremos apresentando, em 03 vídeos sequenciais: A eficiência do mercado; Os principais aspectos da Lei Sarbanes; O principais produto gerado a partir da Lei Sarbanes. Inscreva-se no nosso canal e compartilhe aos teus amigos universitários.
Economia e Mercado; um bate papo imparcial na data de 18/01/2021

Um site do jovem universitário, avaliação imparcial sobre o comportamento e tendência do mercado.
Teaser da entrevista com o Pós Doutorando em Inteligência Artificial: Carlos Giordano.

Minha Faculdade, Minha Profissão: Dicas motivacionais ao jovem universitário em: Minha faculdade e minha profissão, entrevista completa irá no ar no próximo dia 26/01/2021 no canal do You Tube e no site da Gecompany. Compartilhe!!!! https://www.youtube.com/watch?v=2xo-XChFDt0
As principais atribuições do CONTROLLER nas empresas

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Teaser da entrevista com o Matemático Doutor: James Teixeira, em minha faculdade minha profissão

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OS ECONOMISTAS MAIS INFLUENTES DA ATUALIDADE

Por: Luiz Alberto Machado – Diretor adjunto na Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial Os economistas mais influentes da atualidade “O que são as pessoas de carne e osso? Para os mais notórios economistas, números. Para os mais poderosos banqueiros, devedores. Para os mais influentes tecnocratas, incômodos. E para os mais exitosos políticos, votos.” Eduardo Galeano Considerações preliminares Acaba de ser divulgada pela Academic Influence[1] a relação dos 25 economistas que tiveram maior influência acadêmica na última década (2011-2020), com base numa série de critérios, entre os quais o volume de citações e presença na web em publicações de reconhecido prestígio. Evidentemente, como ocorre com qualquer tentativa de elaborar uma lista dessa natureza, será impossível agradar a todos. Eu mesmo recebi inúmeras críticas e sugestões por incluir alguns nomes e omitir outros no livro Viagem pela economia, publicado em 2019. Como estava preparado para isso, aceitei de bom grado as críticas e sugestões, que poderão, eventualmente, ser consideradas numa futura edição. Por essa razão, qualquer leitor pode questionar a presença – ou ausência – de algum nome na lista. Meu objetivo, ao sistematizar numa tabela informações básicas a respeito dos 25 economistas mais influentes da atualidade[2], não é de obter a plena concordância dos leitores. Afinal, não nos esqueçamos do ensinamento de Nelson Rodrigues de que “toda unanimidade é burra”. Meu interesse é de provocar algumas reflexões a respeito do(s) motivo(s) que levam alguns(as) economistas a terem – ou não – influência acentuada num determinado período. Com suas descobertas inovadoras de estruturas teóricas ou novas metodologias, eles(as) não só contribuíram para o avanço do estudo ou da pesquisa econômica, mas também abriram janelas a serem seguidas por seus contemporâneos e futuros colegas. Além dos 25 economistas incluídos na tabela, outros cinco mereceram menção honrosa: William Esterly – Universidade de Nova York Nancy Folbre – Universidade de Massachusetts, Amherst Timor Kuran – Duke University Julie Nelson – Universidade de Massachusetts, Boston Nouriel Roubini – Universidade de Nova York Algumas observações Além dos nomes dos 25 economistas, fiz questão de mencionar na tabela a universidade a que cada um deles está vinculado, bem como suas principais áreas de pesquisa ou de atuação. Afinal, por se tratar de um ranking de influência acadêmica, ganha relevo especial a instituição acadêmica à qual cada economista está vinculado. Nesse sentido, vale registrar que quatro estão vinculados ao MIT (EUA) ou Chicago (EUA); três a Princeton (EUA) ou Harvard (EUA); dois a Columbia (EUA) ou UCLA, Berkeley (EUA) ou University College of London (Inglaterra); com um economista vinculado aparecem École de Hautes Études en Sciences Sociales (França), Cambridge (Inglaterra), Siena (Itália) e Maryland (EUA). Entre os 25 economistas, 12 foram laureados com o Prêmio Nobel: Paul Krugman (2008), Joseph Stiglitz (2001), Esther Duflo (2019), Abhijit Banerjee (2019), Robert Solow (1987), George Akerlof (2001), Amartya Sen (1998), Daniel Kahneman (2002), Richard Thaler (2017), James Heckman (2000), Michael Kremer (2019) e Angus Deaton (2015). Já a Medalha John Bates Clark foi concedida a seis dos 25: Joseph Stiglitz (1979), James Heckman (1983), Paul Krugman (1991), Daron Acemoglu (2005), Emmanuel Saez (2009) e Esther Duflo (2010). Instituída em 1947, quando o laureado foi Paul Samuelson, a Medalha John Bates Clark é concedida pela American Economic Association para “aquele economista estadunidense[3] com idade inferior a 40 anos que fez uma contribuição significativa ao pensamento e conhecimento econômico[4]”. Gostaria de observar, ainda, que alguns dos economistas, além de sua contribuição acadêmica, tiveram destaque ao colaborar com organismos multilaterais, entre os quais Joseph Stiglitz (Banco Mundial), Amartya Sen (Pnud) e Jeffrey Sachs (Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU). Por fim, mas não menos importante, vale registrar que alguns dos maiores influenciadores devem essa condição ao extraordinário impacto de seus livros, como ocorreu, no passado, com os livros de John Kenneth Galbraith, um dos quais transformado em série de TV pela BBC com estrondoso sucesso. É o caso, especialmente, de Thomas Piketty Seu livro O capital no século XXI tornou-se best seller em diversos países. Joseph Stiglitz (Globalization and its discontents e El precio de la desigualdad), Abhijit Banerjee e Esther Duflo (Boa economia para tempos difíceis), Jeffrey Sachs (O fim da pobreza), Daniel Kahneman (Rápido e devagar), Amartya Sen (Desenvolvimento como liberdade) e Daron Acemoglu e James Robinson (Por que as nações fracassam) também podem ser mencionados por essa característica. Merece um destaque especial, neste particular, o enorme impacto exercido por Gregory Mankiw em razão do sucesso de seus livros-texto Introdução à economia, Princípios de microeconomia e Princípios de macroeconomia. Um número incalculável de jovens economistas recorreu aos livros de Mankiw em seus cursos de graduação em ciências econômicas, reproduzindo um fenômeno ocorrido em meu tempo de estudante com o livro Introdução à análise econômica, de Paul Samuelson e, de certa forma, no Brasil, com os livros Introdução à economia, de José Paschoal Rossetti e Princípios de economia monetária, de Eugênio Gudin. Referências ACEMOGLU, Daron; ROBINSON, James. Por que as nações fracassam: as origens do poder, da prosperidade e da pobreza. Tradução de Cristiana Serra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. AUSTIN, Sara L., EdD. Economistas mais influentes da atualidade. Disponível em https://academicinfluence.com/articles/people/most-influential-economists-today. BANERJEE, Abhijit V.; DUFLO, Esther. Boa economia para tempos difíceis. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra; revisão técnica de Norberto Montani Martins. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. GALBRAITH, John K. A era da incerteza. Tradução de F. R. Nickelsen Pellegrini. São Paulo: Pioneira, 1984. GUDIN, Eugênio. Princípios de economia monetária (2 volumes). 9 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1974. KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Tradução de Cássio de Arantes Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012. MACHADO, Luiz Alberto. Viagem pela economia. São Paulo: Scriptum Editorial, 2019. MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. Tradução de Allan Vidigal Hastings, Elisete Paes e Lima, Ez2 Translate; revisão técnica de Manuel José Nunes Pinto. São Paulo: Cengage Learning, 2013. Princípios de microeconomia. Tradução de Allan Vidigal Hastings e Elisete Paes e Lima; revisão técnica de Carlos Roberto Martins Passos e Manuel José Nunes Pinto. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Princípios de macroeconomia. Tradução de Allan Vidigal Hastings e Elisete Paes e Lima; revisão técnica de Carlos Roberto Martins Passos e Manuel José Nunes Pinto. São Paulo: Cengage Learning, 2009. PIKETTY, Thomas. O capital no século XXI. Tradução
Memorável entrevista com o eterno prof. Clóvis Luís Padoveze sobre o profissional da Controladoria.

Dicas ao jovem universitário: Minha Faculdade, Minha Profissão. Toda terça-feira as 09h estaremos entrevistando profissionais TOP do mercado e professores Mestres e Doutores em: Minha Faculdade, Minha Profissão. As dificuldades e benefícios até chegar lá. Inscreva-se no nosso canal da gecompany no You Tube; e compartilhe aos teus filhos, sobrinhos, amigos e jovens universitários.