AMBEV divulga resultado do 3TRI2020 com aumento de 15% da Receita líquida

No call de resultado do 3TRI2020 a empresa destacou o momento desafiador do momento COVID; e se o 2TRI2020 foi marcado pela resiliência, o 3TRI2020 foi momento desafiador à medida em que inovação, flexibilidade e excelência operacional ganharam o seu momentum, graças a dedicação do “time AMBEV” como a força que move a companhia. Questionado sobre o atual valor das ações na BOVESPA o Sr Lucas Machado Lira Diretor Financeiro e de Relações com Investidores relatou que a preocupação atual é mais em gerar valor interno em suas ações pontuais. O foco da empresa será na atenção ao comportamento do consumidor durante o período da COVID e aumento do PORTFOLIO e a Brahma Duplo Malte tem sido um exemplo da estratégia de inovação. O impacto total da pandemia da COVID-19 em nossos resultados futuros permanece incerto, mas nossas ações serão orientadas no sentido de manter o momentum da nossa recuperação em formato de “V” dos volumes e da receita. O cenário continua desafiador, mas estamos confiantes de que estamos tomando as decisões certas no mercado e de que temos uma posição forte e a estratégia correta para enfrentar os desafios que teremos à frente. A Receita líquida cresceu 15% enquanto que o CPV teve um incremento de 16,4% a pressão inflacionárias na Argentina, às taxas de câmbio desfavoráveis e aos impactos do mix de embalagens. O EBITDA atingiu R$ 5.073,5 milhões, o que corresponde a um crescimento orgânico de 1,4% resultando num lucro líquido ajustado ajustado foi de R$ 2.495,9 milhões, 2,2% superior ao 3T19. Fluxo de caixa operacional e CAPEX: O fluxo de caixa das atividades operacionais foi de R$ 7.079,4 milhões (+99,3%) e os investimentos em CAPEX alcançaram R$ 1.144,8 milhões (-29,5%). No acumulado do ano (9M20), o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou R$ 10.462,2 milhões (19,6%) e os investimentos em CAPEX aumentaram em 7,6% para R$ 3.298,3 milhões. Abaixo áudio da Teleconferência do 3TRI202 da AMBEV Sucesso a AMBEV Prof. Alexandre Wander
Aula vídeo: 06 minutos sobre conceitos do Ponto de Equilíbrio

Uma síntese sobre conceitos do Ponto de Equilíbrio Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito. Mentoria em Gestão Empresarial
Você conhece custeio ABC? que tal uma lida neste paper….
A metodologia embora simples captura com efetividade os valores compostos nos chamados “gastos gerais de fabricação”; no desmembramento do conceito que os recursos são consumidos por atividades´, e as atividades relacionadas aos produtos através dos direcionadores de custos ou objetos de custos: Análise de critérios: apropriação dos custos por absorção e custeio por atividades Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários tem conteúdo é gratuito. Prof. Alexandre Wander
AULA VÍDEO: FATOR LIMITATIVO DE PRODUÇÃO

O modelo de decisão de margem de contribuição deve ter sua utilização complementada com o conceito de fatores limitativos ou restritivos. Uma série de variáveis internas ou externas , pode afetar o fluxo operacional de uma empresa, impondo restrições para a produção e venda dos produtos. Quando essas restrições afetam o volume de vendas a ser produzido ou vendido devem ser incorporadas a um modelo. A recomendação é avaliar a margem de contribuição de cada produto, não de forma isolada, mas sim em relação à restrição ou restrições encontradas. Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito
Quais são as característica da Contabilidade Gerencial?

A contabilidade gerencial é uma evolução da CONTABILIDADE FINANCEIRA; Enquanto a FINANCEIRA encontra-se voltada em preparar informações aos usuários externos (governo, sociedade, acionistas, entidades sindicais, fornecedores). A GERENCIAL tem como premissa em coletar informações elaborando relatórios internos para tomada de decisão. Vídeo aula – Característica da Contabilidade Gerencial
COMO MOTIVAR OS JOVENS APRENDIZES DA SUA EMPRESA?

Empatia e paciência são as palavras-chave para ter jovens aprendizes mais envolvidos com a empresa Aprendizes sempre trazem novos ares para qualquer empresa. Não é segredo que oferecer oportunidades para que adolescentes e jovens deem seus primeiros passos no mundo do trabalho pode ser benéfico para todos os envolvidos. Porém, oferecer uma oportunidade não descarta a necessidade de motivá-los continuamente para que se envolvam com suas atividades e com a empresa. Este é um passo muito importante se você deseja não apenas contribuir com a evolução profissional e pessoal dos jovens, mas também inseri-los de forma integral e até mesmo a longo prazo. Veja abaixo algumas dicas para motivar e inspirar os jovens aprendizes no dia a dia: Exercite a empatia Para ter esse ambiente positivo, é preciso desenvolver a empatia com quem está começando. Se colocar no lugar do outro e lembrar como foi quando você começou, as barreiras que você teve que enfrentar e os erros que cometeu, é o primeiro passo para ter uma relação harmoniosa com os aprendizes. Deixe claro que errar faz parte O medo de errar pode ser um grande obstáculo e um dos principais motivos para que jovens não atinjam todo o seu potencial. Por isso, é importante criar um ambiente no qual o erro seja corrigido, mas aceito. Errar deve ser algo a ser evitado, mas não deve ser motivo para repreensões, e sim oportunidades de aprendizagem. Dê voz a eles Se eles estão lá, devem ter a oportunidade de agregar não é mesmo? Por isso, é fundamental que eles tenham voz nas decisões e reuniões do time. Normalmente, a inexperiência é compensada por visões de mundo diferentes nestes casos, mostrando soluções e caminhos que ninguém mais estava vendo. Defina metas realistas Metas são importantes para a motivação de qualquer trabalhador, mesmo para os que estão tendo sua primeira experiência profissional. Por isso, é importante buscar um equilíbrio e estabelecer metas realistas. Isso motiva e dá objetivo para quem está querendo aprender. Seja paciente Por fim, uma dica que vale para qualquer relação de trabalho. A paciência é o melhor caminho para lembrar que, quando se trata de jovens aprendizes, os resultados são uma meta secundária, uma vez que o principal objetivo é a aprendizagem. Fonte: https://www.cieepr.org.br/como-motivar-os-jovens-aprendizes-da-sua-empresa/
AULA VÍDEO: GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL, FINANCEIRA E TOTAL

A alavancagem operacional possui estreita relação com os conceitos da margem de contribuição dos produtos em relação a potencialização dos custos e despesas fixas. Os gerentes podem usar a alavancagem operacional para medir o impacto das variações das vendas sobre o lucro operacional. A alavancagem operacional alta indica que um pequeno aumento no volume da vendas ocorrerá um aumento significativo no lucro operacional. Entretanto uma empresa com baixa alavancagem será necessário um aumento significativo para um aumento no lucro operacional. Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito.
Banco Internacional do Desenvolvimento empresta R$1 bi ao Brasil para crédito a PMEs. Veja como vai funcionar

(BNDES) O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, e o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, assinaram nesta sexta-feira, dia 19, em Washington (EUA), contrato de financiamento de US$ 1 bilhão para investimentos na expansão e modernização de micro, pequenas e médias empresas do setor produtivo brasileiro. Trata-se da segunda etapa da Linha de Crédito Condicional (CCLIP) aprovada em 2004, no valor de US$ 3 bilhões, destinada ao financiamento do Programa BNDES de Crédito Multissetorial de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas. Essa linha de crédito permite ao BNDES usar os recursos em três operações sucessivas de até US$ 1 bilhão cada uma, em um prazo total de até nove anos. Os fundos locais de contrapartida totalizam US$ 3 bilhões. Os recursos poderão ser desembolsados pelo BID em reais e o BNDES poderá optar pela amortização total ou parcial do empréstimo em reais. A concessão de empréstimo em moeda local do Brasil (real) constitui uma inovação em termos de desembolso de financiamentos do BID e permite melhores condições de planejamento financeiro diante de possíveis variações cambiais. O empréstimo, garantido pela União, permitirá o financiamento de médio e longo prazos de projetos de investimento que contribuirão para ampliar a competitividade das empresas brasileiras. O prazo de amortização é de 20 anos, com período de carência de até quatro anos, e acompanha a estratégia do BID, acordada com as autoridades brasileiras no âmbito do Plano Econômico 2004-2007, de contribuir para o crescimento sustentável da economia com inclusão social. “O BNDES é o nosso maior e mais importante cliente e estamos muito entusiasmados com o trabalho que temos realizado juntos. O apoio às micro, pequenas e médias empresas é crítico para o BID”, disse Moreno. A primeira operação, de US$ 1 bilhão, contratada em setembro de 2005 e desembolsada em 2005 e 2006, juntamente com a contrapartida local, permitiu a realização de 31.755 financiamentos, no valor médio de US$ 54 mil, sendo 78% desses financiamentos destinados a micro e pequenas empresas. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, informou, durante a cerimônia de assinatura, que pretende realizar o próximo contrato de US$ 1 bilhão até o final de 2008 e, para isso, já iniciou os procedimentos necessários para a aprovação da terceira parcela da CCLIP. Segundo Coutinho, o BNDES pretende utilizar esses recursos para melhorar o acesso ao crédito de micro, pequenas e médias empresas de regiões menos desenvolvidas do Brasil, particularmente do Nordeste. “Temos certeza de que os recursos serão desembolsados com qualidade e velocidade”, afirmou. O BNDES realiza grande parcela de suas operações sob a modalidade indireta, através de agentes financeiros nacionais. Desde 1995, o BID vem apoiando, com êxito, cinco programas multissetoriais de crédito com o BNDES, desembolsando total de US$ 4,5 bilhões, que, em conjunto com os recursos de contrapartida do BNDES, financiaram mais de 150 mil empresas do setor produtivo nacional. acesse o link do BNDES https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/imprensa/noticias/conteudo/20071019_not243_07 Estamos a disposição para ajudá-lo a administrar a tua empresa, entre em contato com a Gecompany. Contato
Pandemia e desemprego: 608 mil alunos desistiram ou tracaram cursos superiores em 2020

(Clarice Cardoso, do UOL, em São Paulo) Impulsionadas pelo aumento no número de desempregados, pela redução da renda dos trabalhadores e pelas incertezas sobre o retorno das aulas presenciais em meio à pandemia do novo coronavírus, as taxas de evasão e inadimplência dos alunos no ensino superior privado cresceram, respectivamente, 10,1% e 11%. Os dados são de um estudo do Semesp, entidade que reúne mantenedoras de ensino superior no Brasil, sobre o qual escreve hoje a repórter do UOL Ana Carla Bermúdez. No primeiro semestre de 2020, 608 mil alunos desistiram ou trancaram matrícula em instituições privadas de ensino superior, 83 mil a mais que no mesmo período de 2019. Outros 565 mil alunos ficaram inadimplente, 109 mil a mais que no mesmo período do ano passado. Os dados foram obtidos por meio de uma pesquisa realizada com 53 instituições particulares de ensino superior. A maior parte das unidades de ensino que participaram do levantamento (67,4%) atende até 7 mil alunos —porte considerado como pequeno ou médio pelo Semesp. A entidade estima que, devido aos trancamentos, desistências, não rematrículas e também a uma queda no ingresso de alunos no segundo semestre deste ano, o setor perdeu ao menos 423 mil alunos. A pesquisa mostra ainda que houve queda no número de alunos novos nas instituições de ensino, no segundo semestre deste ano, em comparação com a quantidade de ingressantes no segundo semestre de 2019. No Brasil, segundo o levantamento, o percentual de queda foi de 19,8%. Essa taxa, no entanto, foi ainda maior se analisados apenas os cursos presenciais: queda de 38,2%. https://educacao.uol.com.br/noticias/2020/10/19/na-pandemia-inadimplencia-e-evasao-crescem-no-ensino-superior-privado.htm
Fique por dentro: BC divulga o Relatório de Estabilidade Financeira – 1 sem 2020

O Banco Central (BC) divulgou nesta quinta-feira (15/10) o Relatório de Estabilidade Financeira (REF) referente ao primeiro semestre de 2020. O REF é uma publicação semestral destinada a apresentar o panorama da evolução recente e as perspectivas para a estabilidade financeira no Brasil. A pandemia da Covid-19 continua provocando a maior retração econômica global desde a Grande Depressão. No ambiente doméstico, a pandemia interrompeu a tendência de recuperação gradual da economia, com um recuo significativo do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre e um declínio sem precedentes no segundo trimestre de 2020. Nesse contexto, o mercado de capitais reduziu sua atuação e o crédito bancário ganhou protagonismo no financiamento às grandes empresas. O crédito às Micro, Pequenas e Médias Empresas, por sua vez, avançou a dois dígitos, fato que não ocorria desde 2013. Diferentemente do comportamento do crédito às empresas, a pandemia provocou arrefecimento do ritmo de crescimento do crédito às famílias. A Covid-19 afetou negativamente a ocupação e a confiança do consumidor, e o comprometimento de renda das famílias elevou-se ainda mais e se aproximou do nível máximo observado em 2015. A rentabilidade dos bancos apresentou forte redução, notadamente em razão do aumento das despesas com provisões. Importante ressaltar que a pandemia eclodiu em um momento em que a rentabilidade bancária já havia se recuperado dos efeitos da recessão de 2015-16, o que permitiu a absorção de despesas com provisão em nível semelhante ao observado durante aquela recessão, sem transtornos para o sistema. As medidas do Conselho Monetário Nacional e do BC foram importantes para preservar a solvência e a resiliência do sistema bancário no enfrentamento dos efeitos adversos da Covid-19 e para permitir que o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atravessasse o período agudo de estresse, sempre com baixo risco de liquidez. O nível de provisões para fazer face a perdas esperadas com Ativos Problemáticos é um dos mais elevados desde o final de 2014. A atualização do teste de estresse para estimar os efeitos do choque da Covid-19 nos agentes da economia real demonstra impacto expressivo, porém menor que o publicado no REF anterior. O fator que mais contribui para essa melhora foi a recuperação dos fluxos de recebimento de vários setores da economia até agosto de 2020, após a queda acentuada em abril e maio. Esses resultados corroboram a capacidade do SFN para absorver os choques provenientes dos efeitos da pandemia, mesmo sob hipóteses severas. Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito Abaixo relatório do BACEN para download RELESTAB202010-refPub