Curso de Gestão Empresarial e Controladoria para Executivos e Empreendedores

Um curso voltado a executivos e empreendedores que buscam dominar as principais técnicas de gestão empresarial e compreender as responsabilidades do controller na área de controladoria. O programa combina teoria e prática para capacitar os participantes a aplicar os conceitos aprendidos em suas próprias empresas ou em organizações listadas na bolsa de valores. Metodologia do Curso O curso utiliza uma abordagem prática, proporcionando a possibilidade de aplicar os conceitos diretamente na empresa dos participantes ou em cases baseados em empresas públicas. Recursos aplicados: Apresentações em PowerPoint, templates em Excel e conteúdos escritos disponibilizados no site da Gecompany. Acompanhamento de cases práticos utilizando dados reais. Ferramentas como HP12C, Excel, e indicação de livros renomados para pesquisa complementar. Embasamento Teórico Os participantes terão acesso ao conhecimento dos principais livros e autores em Gestão Empresarial, tanto nacionais quanto internacionais, além de serem orientados sobre como consultar os principais órgãos regulamentadores da área. Isso garante que o aprendizado seja completo e atualizado. Conteúdo Programático Estrutura do Poder nas Organizações: Responsabilidades da diretoria frente aos órgãos regulamentadores, alinhadas aos fundamentos da Governança Corporativa. Análise das Demonstrações Financeiras: Estrutura e interpretação de Balanço Patrimonial, DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) e Fluxo de Caixa, com foco na aplicação de indicadores econômicos e financeiros. Gestão Estratégica de Custos: Compreensão do processo fabril e formação de custos, essencial para a gestão eficiente. Análise de Projetos de Investimentos: Ferramentas de avaliação como Valor Presente Líquido (VPL), Custo de Oportunidade do acionista e fontes de financiamento. Carga Horária Total: 30 horas. Docente Responsável Alexandre Wander Mestre em Controladoria pela PUC-SP. Experiência no programa de Doutorado da USP-SP (disciplina de Avaliação de Empresas). Pós-graduado em Análise Avançada de Demonstrações Financeiras pela FGV-SP. Professor e coordenador em cursos de Pós-Graduação na FAAP-SJC e SP e docente de Ciências Contábeis na UNIP-SJC. Experiência Profissional: Diretor da Gecompany, com ênfase em valorizar o capital investido por acionistas utilizando técnicas de Valuation. Atuou na Nestlé, Cervejarias Kaiser e LG Electronics em projetos ligados à controladoria. Conselheiro financeiro em empresas e instrutor de treinamentos executivos na gestão empresarial.
Lucro Presumido ou Lucro Real? Eis a questão….

Algumas empresas perdem muito dinheiro em optar como regime de tributação o lucro presumido, vamos refletir um pouco a respeito?
Caixa ou Lucro? Eis a questão.

É correto administrar uma empresa somente através da geração do Lucro????
Vai investir na BOVESPA? Análise Técnica (grafista).. Que tal conhecer um pouco.

Recuperação econômica do Brasil – participação do prof. Luiz Alberto Machado

Luiz Alberto Machado: Economista, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), é sócio-diretor da empresa SAM – Souza Aranha Machado Consultoria e Produções Artísticas; e parceiro escritor em economia da Gecompany. Foi presidente do Corecon-SP e do Cofecon.
Organize a tua empresa para avaliar tendências sobre o futuro

É fundamental que os líderes das organizações tenham a responsabilidade de saber para onde o mundo esta caminhando. Numa das frases Bill Gates destaca que o sucesso é um péssimo professor, e seduz pessoas a pensarem que são invencíveis. Precisa deixar claro aos líderes a importância do planejamento. Um dos modelos mais utilizados o OBZ (Orçamento Base Zero) é iniciar o planejamento com uma folha de papel ou planilha Excel em branco, sem influência de práticas do passado. Um verdadeiro líder de vendas projeta futuro e o resultado do presente é uma consequência do seu perfil visionário do comportamento e tendências do mercado. O líder de compras deve projetar os custos das matérias primas e comportamento da oferta de volume do mercado fornecedor. E por sua vez, a Controladoria deve ter noção do comportamento da economia e nível mundial e a sensibilidade de agrupar os dados e projetar o valor futuro da empresa. Os líderes devem estar cientes sobre a responsabilidade do que ocorrerá no futuro, independentemente da relação que isso tenha com os negócios atuais da empresa. Gostou da dica? Deixe teu like e compartilhe com os teu amigos. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do Empreendedor. siga-nos no Instagram: prof_alexandre_wander
Break Even Point: O indicador de lucro da tua Empresa

“O saber construir é uma verdadeira obra de arte, pois envolve raciocínio e envolvimento com aquilo que ainda não aconteceu, é tratar com o intangível e materializar no presente o futuro. O indicador do Break Even Point, ou ponto de equilíbrio é definir antecipadamente o volume de produtos ou serviços a serem produzidos e vendidos para que a tua empresa tenha lucro “zero” ou o “lucro almejado”. A fórmula é simples, e resulta em dividir os custos fixos e outras despesas estruturais pela margem de contribuição. Mas o que seria a margem de contribuição? Sendo que a margem de contribuição resulta em descontar do preço de venda unitário os custos variáveis unitários. Agora me explica este tal de custo variável? E os custos variáveis representa os consumos de matérias primas ou serviços que oscilam de acordo com o volume de produção ou dos serviços a serem prestados ao teu cliente, ou aquilo que realmente o teu cliente compra. E os custos fixos e as despesas operacionais? São os gastos que acontecem para dar suporte a produção ou ao teu serviço e que nem sempre é percebido pelo teu cliente e por este motivo deve ser muito bem administrado, principalmente nas épocas de crise. Gostou da dica? Administrando tua Empresa durante a época de crise. Prof. Alexandre Wander siga-nos no Instagram: prof_alexandre_wander Visite no nosso site em Contabilidade Gerencial e assista uma vídeo aula sobre: Ponto de Equilíbrio, conceitos e aplicabilidade. http://www.gecompany.com.br/…/ponto-de-equilibrio…/
Na gestão empresarial: Replique o que funciona…..

Uma das coisas mais difíceis é manter o foco no desenvolvimento das partes do negócio. A tendência, em geral, é não mexer naquilo que está funcionando… Correto isto mesmo…Na verdade o que deve ser feito é potencializar o que está dando certo. Um dos modelos mais importante da Gestão estratégica de custo…o modelo ABC ( activid based cost) ou custeio baseado em atividades tem como premissa justamente esta linha de pensamento em potencializar as ATIVIDADES QUE AGREGAM VALOR e eliminar as ATIVIDADES QUE NÃO AGREGAM VALOR. Isto vale para os produtos, clientes, fornecedores e funcionários. Elabore uma lista daquilo que agrega valor para você e tua Empresa vislumbrar um futuro melhor. O que agrega POTENCIALIZA, o que não agrega ELIMINA e viva mais leve… Gostou da dica? Deixa teu like, comente e compartilhe com os teus amigos. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do jovem universitário e Empreendedor. Siga-nos no Instagram: prof_alexandre_wander
Brasil e Argentina: “Eu sou você amanhã”. De novo? por: Luiz Alberto Machado

Houve um período relativamente longo, na década de 1980, em que as economias do Brasil e da Argentina se alternavam em situações críticas, ora com uma em situação mais difícil, ora com outra nessa indesejável posição. Numa analogia com um memorável comercial de uma marca de vodca, costumava-se utilizar a expressão “eu sou você amanhã”, para se referir a essa triste alternância. Nesse período, as equipes econômicas, tanto no Brasil como na Argentina, fizeram diversas tentativas, lançando mão de planos para conter a inflação que assolava os dois países. Na Argentina, o Plano Austral, de junho de 1985, optou pelo congelamento de preços, tarifas e salários. O congelamento acabou por distorcer os preços relativos da economia e afetar o abastecimento de produtos básicos, entre os quais a carne, produto essencial na dieta dos argentinos. Alguns ajustes ao plano foram feitos em fevereiro de 1986, mas já em agosto do mesmo ano estava claro que o congelamento de preços não funcionara. Em 1987, houve o agravamento da crise econômica, com a inflação se acelerando rapidamente, o que levou o governo argentino a enfrentar grandes dificuldades fiscais. Em agosto de 1988, foi lançado o Plano Primavera, última tentativa do governo de Raúl Alfonsín de controlar a inflação, mas também sem sucesso. Quase ao mesmo tempo, o Brasil seguia uma trajetória muito parecida com a dos hermanos. No final de fevereiro de 1986, foi anunciado o Plano Cruzado, que também congelava preços e salários. Assim como na Argentina, a desordem provocada nos preços relativos gerou graves distorções e desabastecimento. Ajustes ao Plano Cruzado foram feitos em novembro de 1986 (Plano Cruzado 2) e, depois da troca da equipe econômica, um novo plano foi adotado em junho de 1987 (Plano Bresser), repetindo a estratégia do controle de preços, igualmente sem resultado. A crise econômica se agravou em 1987 e o governo brasileiro, com dificuldades para pagar a dívida externa, recorreu a uma moratória. Depois de nova troca da equipe econômica, em janeiro de 1989, foi anunciado o Plano Verão, última tentativa do governo de José Sarney para controlar a inflação pela via do controle de preços, novamente sem sucesso[2]. Como o Brasil demorou mais do que outros países sul-americanos para conseguir reduzir a inflação[3], os planos heterodoxos adentraram a década de 1990 com o Plano Brasil Novo (mais conhecido como Plano Collor), anunciado logo a posse do presidente Fernando Collor em março de 1990, e o Plano Collor 2, de janeiro de 1991. A sequência de insucessos compartilhados pelos dois países ficou conhecido como efeito Orloff: “Eu sou você amanhã”. Ou seja, para saber o que iria acontecer no Brasil, bastava ver o que tinha acontecido na Argentina ou vice-versa. Em realidade, no comercial o alerta “eu sou você amanhã” vinha seguido da recomendação “pense em você amanhã, exija Orloff hoje”. A mensagem da propaganda de vodca vinculada na década de 1980 era evitar a ressaca do dia seguinte. A partir do êxito obtido com o Plano Real, que, ao contrário dos planos heterodoxos anteriormente tentados, conseguiu estabilizar consistentemente a nossa moeda, a diferença com a situação econômica da Argentina foi se tornando cada vez mais nítida. Embora o Brasil também tenha testemunhado oscilações em sua economia nas duas últimas décadas e o crescimento médio esteja muito abaixo do observado entre 1870 e 1986[4], a inflação foi mantida sob controle em níveis considerados baixos para nossos padrões. Enquanto isso, a economia argentina passou a maior parte desse tempo envolvida em grave crise, com a perversa combinação de baixo crescimento, elevada inflação, alto desemprego e forte endividamento, tanto interno quanto externo, fazendo com que o país fosse obrigado a recorrer mais de uma vez ao Fundo Monetário Internacional. Para favorecer uma comparação mais ampla entre o Brasil e a Argentina, vou me estender no exame da longa deterioração do país vizinho. Nasci em 1955 e, graças ao basquete, a partir dos 13 anos de idade tive oportunidade de realizar uma série de viagens ao exterior, numa época em que tal prática não era tão comum como é nos dias de hoje. Mesmo tendo conhecido diversos outros países antes de conhecer a Argentina, o que aconteceu apenas em 1977, ouvi diversas referências ao elevado nível de desenvolvimento do país que, em meados do século passado, ostentava indicadores socioeconômicos superiores inclusive aos de diversos países da Europa. Quando estive na Argentina pela primeira vez, o quadro já não era o mesmo e o processo de deterioração já se encontrava em curso. De lá para cá, tive a chance de retornar ao país mais de uma dezena de vezes e, a cada nova visita, constatava o agravamento da situação. Embora, a exemplo do que ocorreu também no Brasil, tenham se observado algumas oscilações, a tendência declinante foi uma característica marcante da economia argentina nos últimos 60 anos. Marcos Aguinis, brilhante sociólogo argentino, descreve de forma contundente essa trajetória declinante num livro intitulado ¡Pobre patria mía!:[5] Fomos ricos, cultos, educados e decentes. Em poucas décadas nos convertemos em pobres, mal educados e corruptos. Geniais! A indignação me tritura o cérebro, a ansiedade me arde nas entranhas e enrijece todo o sistema nervoso. Adoto hoje [neste livro] o subgênero do panfleto – elétrico, insolente, visceral – para dizer o que sinto sem ter que por notas de rodapé ou assinalar as citações. O que quero transmitir é tão forte e claro que devo esculpir. Ao leitor que já me conhece só peço, como sucedia com os panfletos do século XIX, que considere minha voz como a voz dos que não têm voz. Ou que, se a tem, não sabem como nem onde transmiti-la. Não se trata de arrogância, mas sim de pedir permissão.[6] Mais adiante, numa clara manifestação de inconformismo pela pouca importância que a comunidade internacional atribui atualmente a um país que já foi considerado o mais desenvolvido da América do Sul, Aguinis assinala: Cada vez que regresso de uma viagem ao estrangeiro, alguém me pergunta: “Que opinam a nosso respeito?” Existe ansiedade por obter a aprovação alheia,
05 Dicas para te ajudar no crescimento profissional!!!

Empregabilidade é algo a ser construído e depende somente de você. Algumas dicas: 1.Avalie as oportunidades do mercado e selecione a que mais você se identifica. 2. Potencialize tuas habilidades. 3. Comece pequeno e sonhe grande em relação aos teus objetivos. 4. Trabalhe em busca do conhecimento, o salário será uma consequencia. 5. Construa teu Network, você não precisa trabalhar com os teus melhores amigos; mas teus parceiros de trabalho avaliam a tua lealdade, pontualidade e comprometimento com a empresa. Gostou? Deixe teu like, comentários e compartilhe com os teus amigos. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do jovem universitário.