A importância de assumir riscos

O economista Luiz Alberto Machado escreve sobre os desafios a serem enfrentados quando se toma uma decisão Luiz Alberto Machado, economista e colaborador do Espaço Democrático “Coragem não é a ausência de medo, mas agir apesar dele.“ Cristiana Pinciroli (Esporte: um palco para a vida SP: Primavera, 2021, p. 256) Poucos assuntos mereceram tanto espaço na mídia especializada nos meses de fevereiro e março como a pré-candidatura de três possíveis presidentes da República cogitados pelo PSD. Incontáveis matérias foram publicadas sobre o fato em si, além de inúmeras entrevistas concedidas pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, e pelos três governadores cujos nomes eram indicados pelo partido: Ratinho Junior, do Paraná, Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado, de Goiás. Em termos de visibilidade, a estratégia do partido mostrou-se imbatível, embora nem sempre o tom das matérias vindas a público fossem favoráveis. Muitas apontavam razoável grau de dúvida do partido para tomar a decisão. Outras criticavam a demora na definição do nome, alegando que nesse tempo outros nomes com a candidatura já posta levavam vantagem. Quando, finalmente, o partido se definiu pelo nome de Ronaldo Caiado no dia 30 de março, outra enxurrada de matérias, muitas delas contendo dois tipos de críticas: enquanto algumas eram dirigidas ao nome escolhido, outras reforçavam a demora da tomada de decisão, argumentando que o fator tempo − normalmente importante − assume caráter ainda mais relevante num ano eleitoral com a existência de uma Copa do Mundo de Futebol no meio do caminho, que deverá concentrar a atenção de parcela considerável da população. Enquanto acompanhava a marcha dos acontecimentos e dos comentários que eram veiculados, refleti sobre a dificuldade da tomada de uma decisão de tal magnitude, bem como dos riscos inerentes a tal decisão. Inevitavelmente, lembrei-me de meus tempos de atleta e dos estudos sobre criatividade, áreas em que o surgimento de soluções criativas, muitas das quais novas, inesperadas e desconhecidas, despertavam elevado grau de resistência, requerendo de seus proponentes muita coragem para agir, promovendo as mudanças necessárias. Mudar não é fácil para ninguém. Essa afirmação serve para qualquer dimensão de mudança. Se já não é fácil abandonar antigos hábitos em ações e atividades caracterizadas pela simplicidade, em situações de maior complexidade é ainda mais difícil. Isso porque toda mudança implica em deixar de lado práticas há muito utilizadas, cujas consequências são sobejamente conhecidas, para substituí-las por novas práticas, sem que se conheçam os impactos e as consequências delas advindas. Em outras palavras, há um risco inerente a essa mudança e a maior parte das pessoas não está preparada para assumir riscos. Floriano Serra, destacado executivo do setor farmacêutico, foi um pioneiro entre os brasileiros que se aventuraram no estudo da criatividade. No livro Por que não? (SP: Editora Gente, 1992), ele afirma que para desenvolver o potencial criativo é preciso aprender a desaprender, que consiste em rever, questionar, atualizar ou descobrir novos valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções. Esses valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções funcionam como uma espécie de lentes por meio das quais cada um de nós enxerga o mundo. O problema é que às vezes essas lentes são tão potentes que ao invés de nos permitirem enxergar a realidade como é, elas deturpam a realidade toda vez que essa realidade conflita com os valores, as crenças, os preconceitos, os paradigmas e as percepções embutidos nessas lentes. E por que essas lentes são, às vezes, tão potentes? Porque foram formadas e sedimentadas ao longo de toda a vida, sendo-nos transmitidas muitas vezes por pessoas ou instituições pelas quais temos grande apreço. Sendo assim, essas lentes atuam como bloqueadoras do nosso potencial criativo. Floriano Serra identifica seis fontes por trás dessas lentes, por ele chamadas de “pês” bloqueadores: pais, professores, patrões, proibições, preguiça e perfeição (busca obsessiva). Pessoas ou instituições que não tiverem coragem de rever, questionar, atualizar, descobrir ou ressignificar novos valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções, muitos dos quais transmitidos por nossos pais, parentes, pela antiga e admirada professora do jardim de infância – a “tia” – dificilmente conseguirão sair da caixa, permanecendo a vida toda fazendo as coisas como sempre foram feitas. Com essas reflexões em mente, passei a valorizar ainda mais a coragem do PSD, por ter assumido o risco de mudar, inovando no método de escolha de seu candidato à presidência da República, numa tentativa de oferecer ao eleitorado uma alternativa à polarização que tem dominado o cenário político brasileiro nos últimos anos. Encerro este artigo com um texto cuja autoria desconheço, mas que considero de uma força extraordinária para explicar a importância de nos preparamos para assumir riscos. Rir é arriscar-se a parecer louco.Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.Expor seus sentimentos é arriscar-se a não ser amado.Expor suas ideias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.Viver é arriscar-se a morrer.Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.Tentar é arriscar-se a falhar.Mas é preciso correr riscos.Porque o maior azar da vida é não arriscar nada.Pessoas que não arriscam, que nada fazem,nada são.Elas podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.Mas assim não podem aprender, sentir, crescer,mudar, amar, viver.Acorrentadas às suas atitudes, são escravas.Elas abriram mão de sua liberdade.Só a pessoa que se arrisca é livre.Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.Não se arriscar é perder a vida.
Curso de Criatividade e Inovação para Empresários

Programa de formação profissional – Ministrado por Humberto Massareto Da Ideia à Implementação Apresentação do Curso O curso Criatividade e Inovação para Empresários foi desenvolvido para líderes que desejam transformar suas empresas por meio de soluções inovadoras, práticas e orientadas a resultados. Em formato de mentoria coletiva exclusiva, o programa proporciona um ambiente estratégico, seguro e confidencial, onde cada participante trabalha diretamente nos desafios reais do seu negócio. Com turmas reduzidas de até 8 empresários, o curso garante alto nível de troca, personalização e aplicabilidade imediata. Formato e Metodologia Inclui: Objetivos Mindset Criativo Desenvolver o mindset criativo do empresário-líder Ferramentas de Inovação Ensinar ferramentas e processos de inovação aplicáveis em pequenas e médias empresas Projetos Inovadores Estruturar projetos inovadores reais Cultura de Inovação Formar multiplicadores de cultura de inovação em cada empresa Para quem é esse curso Empresários, sócios, fundadores e executivos que desejam: Grade Curricular Módulo 1: Diagnóstico Criativo e Oportunidades Mapear forças, barreiras e oportunidades de inovação na empresa Atividades: Saída: Documento de diagnóstico com 2 a 3 áreas prioritárias de inovação por empresa Módulo 2: Geração e Seleção de Ideias Transformar oportunidades em ideias inovadoras viáveis Atividades: Saída: Ideias selecionadas e justificadas + definição do projeto principal Módulo 3: Prototipagem e Validação Estruturar protótipos e testes rápidos Atividades: Saída: Protótipo inicial definido + plano de validação Módulo 4: Plano de Implementação e Cultura de Inovação Consolidar o projeto e preparar sua execução Atividades: Saída: Projeto final completo + cronograma de implementação pronto Materiais e Recursos Inclusos Investimento Valor do Investimento R$ 800,00 Início: 18 e 19 de Junho de 2026 Local: Gecompany Escola de Negócios Centro Empresarial Aquarius – São José dos Campos Obs.: Pode incluir plano de acompanhamento trimestral como produto extra, a ser precificado separadamente, dependendo do formato, se individual ou grupo. Principais Benefícios Resultado Esperado Ao final do curso, cada participante terá um projeto estruturado, validado e pronto para execução, além de adquirir competências para liderar a inovação dentro da sua empresa de forma contínua. Sobre o Professor Humberto Emílio Massareto Serial Thinker & Problems Killer • Neuro Hacker • Personal de Criatividade PF & PJ Formação acadêmica com Mestrado em Gestão e Desenvolvimento da Educação Profissional Tecnológica, Centro Paula Souza Mestrado Internacional em Criatividade & Inovação UFP – Universidade Fernando Pessoa, Porto/Portugal Professor em cursos de Graduação, Pós-Graduação, MBA e Mestrado desde 1982 Consultor, Palestrante e Facilitador com ênfase em Criatividade, Inovação, Design Thinking e Inteligência Artificial (Engenharia de Prompts) Autor de 14 livros e 2 DVDs
Nossos sinceros agradecimentos

Aos amigos, clientes e parceiros que caminharam conosco neste ano, o nosso mais profundo agradecimentos. Vivemos desafios que nos fizeram crescer, celebramos conquistas que encheram o coração de orgulho e aprendemos com cada experiência que nos tornou mais fortes e preparados. Foram dias de esforço, noites de dedicação e muitos momentos de superação… mas também de alegria, união e esperança. E é com esse sentimento de gratidão e confiança que encerramos mais um capítulo — certos de que o próximo será ainda mais grandioso. Que o novo ano traga saúde, prosperidade, novas oportunidades e muitos motivos para sorrir.Seguimos juntos, construindo histórias e transformando sonhos em realidade. ✨ Boas festas e um Ano Novo iluminado! 💫
São Paulo reconhecida como cidade criativa

Capital paulista foi inserida na rede na área de cinema; para Luiz Alberto Machado, escolha consagra um conjunto robusto de políticas públicas e investimentos no setor cinematográfico e do audiovisual Luiz Alberto Machado, economista e colaborador do Espaço Democrático e da Gecompany. No dia 31 de outubro, internacionalmente reconhecido como Dia Mundial das Cidades, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) oficializou a admissão de 58 novas cidades em sua Rede de Cidades Criativas, entre as quais a cidade de São Paulo, que passa a ser a décima quinta cidade brasileira a fazer parte da referida rede. Criada em 2004, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO tem como objetivo promover a cooperação internacional entre cidades que identificam a cultura e a criatividade como estratégias centrais para o desenvolvimento urbano sustentável. A rede abrange sete áreas criativas: artesanato e artes folclóricas, design, cinema, gastronomia, literatura, artes midiáticas e música. A admissão de São Paulo se deu na área de cinema, consagrando o dinâmico ecossistema audiovisual paulistano, resultado de políticas públicas consistentes da Prefeitura de São Paulo e de uma rede que envolve produtores, criadores, exibidores, festivais e instituições de ensino. Nessa mesma área, o Brasil (que conta com pelo menos uma integrante em cada área), já possuía duas cidades integrando a Rede da UNESCO: Santos (SP) e Penedo (AL). A inclusão da cidade ocorreu depois da candidatura da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa (SMC), Spcine (Empresa de Cinema e Audiovisual da Cidade de São Paulo) e Secretaria Municipal de Relações Internacionais (SMRI), que realizaram a inscrição do município no projeto. A indicação da cidade foi aprovada pelo Comitê Nacional da UNESCO em fevereiro deste ano e seguiu para a avaliação internacional por outras cidades membro, que agora confirma a vitória. A candidatura de São Paulo foi embasada por um conjunto robusto de políticas públicas e investimentos, no setor cinematográfico e do audiovisual. A existência da SPcine, que atua no desenvolvimento, financiamento e implementação de políticas para cinema, TV, games e novas mídias, demonstra o compromisso da Prefeitura de São Paulo com o setor. Além disso, o apoio aos realizadores locais se dá em diversas iniciativas, como o Circuito SPcine, que leva cinema a bairros periféricos, enquanto projetos como Cinema em Bibliotecas e sessões dentro da programação da Virada Cultural garantem acesso gratuito e democrático à população. O setor também se beneficia de editais e fomento direto, como o programa “Aceleração Amplifica Cine”, e investimentos massivos, que chegam aos R$ 80 milhões em 2025. A prefeitura também realiza oficinas de capacitação para orientar artistas e produtores sobre como acessar editais, apoia eventos e patrocina a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Das 23 cidades brasileiras que apresentaram candidatura em fevereiro, apenas São Paulo e Manaus foram indicadas para a aprovação final pela UNESCO. Porém, na relação recém-divulgada, apenas a cidade de São Paulo foi incluída na área de cinema. Manaus, que pleiteou a chancela na área de gastronomia, segue aguardando o reconhecimento. As novas 58 cidades anunciadas em 31 de outubro vêm se somar às 350 anteriormente selecionadas, compondo agora o total de 408 integrantes da Rede de Cidades Criativas da UNESCO, que recomenda que além de se destacar na área específica, a cidade dialogue com pelo menos outras três áreas − se possível com todas as outras. Entre as novas 58 cidades integrantes da Rede encontram-se Quito (Equador) e Lusail (Qatar) na categoria arquitetura, Zaragoza (Espanha) na gastronomia, e Nova Orleans (EUA) e Kiev (Ucrânia) na música. Dois depoimentos, a meu juízo, merecem ser ressaltados. O primeiro, de Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO: “As Cidades Criativas da UNESCO demonstram que a cultura e as indústrias criativas podem ser motores concretos do desenvolvimento. Ao receber 58 novas cidades, estamos fortalecendo uma Rede em que a criatividade apoia iniciativas locais, atrai investimentos e promove a coesão social”. O segundo, de Lyara Oliveira, presidente da Spcine, uma das entidades responsáveis pela candidatura de São Paulo: “Esse reconhecimento destaca a relevância estratégica do audiovisual na capital paulista, que se sobressai ao abrigar um setor robusto e dinâmico, formado por profissionais altamente qualificados, empresas inovadoras e uma infraestrutura de excelência”.
Grazi entrevista o prof. Humberto Massareto

Prof. Humberto Massareto comenta sobre sua VIDA CRIATIVA e como chegou lá… Uma entrevista que vale a pena assistir sobre GESTÃO DE CRIATIVIDADE aplicada as empresas.
Grazi entrevista Irineu Diniz, especialista de RH

Irineu Máximo Diniz, advogado formado pela USP-SP, com passagem pela Nestle como gerente de Recursos Humanos e ex-diretor na Faber Castell, atualmente sócio da Máximo Diniz em São Carlos parceiro mentor da Gecompany… Experiencia de Vida que inspira.
Olá Empresário você conhece sobre GOVERNANÇA CORPORATIVA?