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Case AMBEV: Questões sobre ativo operacional e suas fontes de financiamentos.

A Ambev (Companhia de Bebidas da América) é a quarta maior cervejaria do planeta, líder no mercado latino americano e atua também na produção de cervejas, refrigerantes e bebidas não carbonatadas. Além disso, a Ambev integra a maior plataforma de produção e comercialização de cervejas do mundo. A empresa tem aproximadamente 2 milhões de pontos de venda de seus produtos sendo que por volta de 50% dessa quantidade fica no Brasil. Conhecida por sua estratégia agressiva de remuneração de sua equipe e pela busca constante por cortes de custos a empresa é uma das companhias com maior valor de mercado no Brasil. Os dados abaixo foram extraídos das demonstrações financeiras da empresa, submetidas a CVM e os exercício com aplicabilidade estritamente acadêmica, no sentido de incentivar nossos alunos na aplicabilidade prática dos conceitos amplamente discutidos nas faculdades numa empresa de grande destaque nas bolsas de valores e que preserva os interesses dos seus investidores. Considere os dados da AMBEV no seu BALANÇO PATRIMONIAL e responda as questões abaixo: 1) Qual o valor do ATIVO OPERACIONAL da AMBEV nos períodos em avaliação? O ativo operacional corresponde aos valores investidos na empresa e que tem como sua composição o capital circulante líquido do curto e do longo prazo e também os investimentos no ativo fixo e na marca da empresa. estes ativos encontram-se investidos no objetivo de gerar o Lucro operacional para remunerar adequadamente seus provedores de capital. (*) os valores investidos no caixa e aplicações financeiras devem ter correlação com a atividade operacional da empresa e devem ser deduzidos os caixa em excessos para melhor refletir a composição do ATIVO OPERACIONAL da empresa. Podemos verificar que em contrapartida temos o PASSIVO OPERACIONAL que é composto pelas fontes de financiamentos da empresa que pela sua característica de longo prazo estão atreladas ao “risco” da operação e por este motivo chamamos de passivos onerosos e que cobram juros ou dividendos como retorno dos seu investimento. 2) Elabore a composição do seu Capital de Giro do Curto Prazo e do Longo prazo? Conforme apresenta o quadro acima o capital de giro próprio de curto prazo é a soma do ATIVO CIRCULANTE de uma empresa deduzido as fontes de financiamentos não onerosos (passivo circulante não atrelados a juros); embora os passivos não onerosos não requerem juros eles possuem uma característica de requisição de caixa, ou seja, no vencimento dos compromissos a empresa terá como obrigação de efetuar o pagamento sem que haja renegociação do prazo, pois estes passivos não tem como princípio em financiar o ATIVO OPERACIONAL e não requerem juros e sim o caixa (dinheiro) como quitação da sua obrigação principal. Diferente dos recursos provenientes dos Bancos que tem como atividade principal em promover empréstimos e financiamentos as empresas; e que não tem como objetivo o recebimento do valor principal, mas sim os juros como uma remuneração do empréstimo efetuado. Por esta característica, já entram como dedução do ATIVO CIRCULANTE, os passivos não onerosos que requerem o caixa da empresa e assim podemos visualizar o recurso líquido pertencente a empresa. 3) Efetue uma análise do desempenho do seu capital de giro durante o período acima. No ano de 2018 a empresa elevou o seu caixa e estoques e reduziu seus passivos não onerosos de curto prazo o que elevou seu capital de giro próprio próprio, indicando pagamento de dívidas no curto prazo que requerem caixa, procurando amenizar  o seu risco operacional. Conforme podemos visualizar a empresa administra muito bem seu ciclo operacional fazendo girar seus estoques e no recebimento dos seus clientes e tem como um fator positivo ao seu caixa os longos prazos de negociação em pagamento junto os seus fornecedores. 4) Considere ainda que o endividamento da AMBEV faz parte da sua estrutura das FONTES DE RECURSOS, qual seria a relação do capital de terceiros onerosos em relação ao seu Patrimônio líquido (o indicador em inglês denominado relação debit/equity. A relação do capital de terceiros ao seu capital próprio indica o quanto a empresa encontra-se endividada, ou o grau do endividamento dos passivos onerosos frente aos recursos dos acionistas. A AMBEV no período de análise, tem demonstrado uma forte estrutura dos recursos dos acionistas frente aos recursos dos bancos, o que demonstra ao mercado ser uma empresa sólida e com uma ótima estrutura de capital. ” As empresas captam recursos de investidores em ações como de aplicadores em recursos emprestados (bancos); quanto maior a parcela dos investidores indica que a empresa possui um menor risco financeiro e neste caso, o beta, que mede o risco geral de uma empresa tende ser igual ou abaixo de 1″; Empresas com altos índices de endividamento, carregam consigo, além do risco operacional também o risco financeiro e tendem a apresentar um beta superior a 1. A Ambev, pela sua estabilidade dos indicadores de rentabilidade (geração de lucro operacional correlacionada aos investimentos no seu ativo operacional). apresenta um beta inferior a 0,5 indicando ser mais estável do que a economia de mercado de onde ela encontra-se instalada (economia no Banco Central do Brasil); ou seja, enquanto a taxa SELIC oscila em relação a sua média histórica a AMBEV mantem uma rentabilidade (ROI); pouco oscilante em relação a sua média histórica, tendo um desvio padrão inferior ao risco sistemático (do mercado); por este motivo o seu beta é inferior a 1. O beta do mercado, por ser um indicador perfeito é sempre igual a 1. 5) Temos por princípio que o valor das ações no mercado (negociado na Bolsa de valores) representa os sentimentos dos acionistas em relação ao desempenho da empresa. O que pode ser um fator positivo se houver ágio e negativo se ou um fator negativo se houver deságio. Calcule o Valor da Empresa de acordo o valor do mercado, ou seja, o seu EV (ENTREPRISE VALUE) e compare com o valor dos ativos operacionais da empresa, chegando assim ao múltiplo do EV em relação ao seu ATIVO OPERACIONAL. O valor de mercado de uma empresa, pode ser medido por diversas maneiras, uma delas é

Recessão técnica? PIB previsto recua para 0,81%.

Nas últimas projeções de 2019 do Banco Central: Num cenário nada animador o Banco Central projetou o PIB em a 0,81%; a taxa SELIC em 5,0% e a taxa de câmbio de R$/US$ 3,75. O índice da inflação IPCA em 3,76%. Nossos comentários: O Bacen está reduzindo a taxa básica de juros para incentivar o mercado; mesmo com o PIB em queda. Atenção empresários: Momento de conter a ansiedade do crescimento (investimentos de risco em novas fábricas devem ter uma atenção especial); principalmente se o recurso vier do financiamento bancário; Elabore sempre um estudo de ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA e FINANCEIRA dos seus projetos de investimentos; Envolva tua equipe na gestão empresarial; Avalie as despesas e seus CUSTOS FIXOS e somente mantenham aquelas que tenham ligação com o seu negócio e tragam resultados plausíveis a gestão; Programe sua empresa para o futuro: Faça um valuation dela e correlacione seu negócio com a linha de mercado; O resultado de hoje é o resultado de ontem, pense e administre seu negócio com visão futurista; Controle seu capital de giro (estoque e contas a receber) e busque financiamento de passivo não oneroso para “bancar” o capital de giro; Não “brinque” com o mercado; pois ele é preciso e perfeito. Acesse o relatório completo do BACEN de 09/08/2019 com projeções até o ano de 2022. R20190809

Petrobras registra um lucro líquido de R$ 18,9 bilhões no 2tri2019, 4,6 superior ao trimestre anterior.

Destaques do resultado do 2T19: EBITDA ajustado de R$ 32,7 bilhões, 19% maior que no 1T19, refletindo o aumento do Brent e câmbio, que resultaram em maiores preços do petróleo. A Companhia apresentou lucro líquido de R$ 18,9 bilhões, 4,6 vezes o lucro líquido do trimestre anterior, principalmente devido à conclusão da venda da TAG. Desconsiderando-se os efeitos dos itens não recorrentes o lucro líquido da Companhia foi de R$ 5,2 bilhões e o EBITDA ajustado R$ 33,4 bilhões. Com a expectativa da melhora do lucro líquido para o exercício de 2019, o Conselho de Administração aprovou a antecipação de distribuição de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor de R$ 2,6 bilhões, equivalente a R$ 0,20 por ação ordinária e preferencial por circulação, superando os R$ 0,10 por ação do trimestre anterior. O fluxo de caixa livre foi positivo pelo décimo-sétimo trimestre consecutivo, totalizando R$ 11,3 bilhões. Este resultado foi obtido através da melhora da geração operacional, pelos mesmos motivos que impactaram positivamente o EBITDA, e pela redução dos investimentos em relação ao 1T19. No 2T19, a dívida líquida continuou sua trajetória decrescente, fechando em US$ 83,7 bilhões, uma redução US$ 11,9 bilhões em relação ao 1T19. No trimestre, houve amortização de US$ 2,2 bilhões, com novas captações de apenas US$ 488 milhões. No 2T19, o índice dívida líquida/LTM EBITDA ajustado caiu para 2,52x em relação ao de 2,89x registrado no 1T19, aplicando os efeitos do IFRS 16 em todo período do LTM EBITDA ajustado de 2018. Uma vez expurgados tais efeitos, o índice teria sido 2,02x no 2T19. Visando a mitigar os riscos de contingências judiciais, reconhecemos despesas no montante de R$ 1,2 bilhão para encerramento de disputas tributárias e ambientais que totalizavam uma exposição potencial de R$ 6,4 bilhões. As despesas com processos judiciais estão relacionadas à adesão ao programa de anistias de ICMS nos estados da Bahia e Ceará (despesa de R$ 367 milhões para uma exposição de R$ 1,8 bilhão) e as ambientais referem-se ao cumprimento de condicionantes para o licenciamento ambiental do Comperj (despesa de R$ 814 milhões para uma exposição de R$ 4,6 bilhões). Tendo em vista a oferta de ações da BR Distribuidora, estamos apresentando neste relatório as operações da BR Distribuidora como operações descontinuadas. Para o 3T19, estimamos um ganho de capital antes dos impostos de R$ 14,2 bilhões (incluindo o ganho na remensuração de R$ 7,4 bilhões).   Relatório completo da Petro para download 9512_703242.    

Parabéns AMBEV – mais um resultado expressivo em 2018

A empresa vem mantendo sua força no mercado, mesmo com um queda em volume de 2,5% (2018 versus 2017) a receita líquida teve um incremento de 4,9% gerando um total de R$ 50.231,3 milhões e uma margem bruta de 61,6%. A margem operacional de fazer inveja de 33,82% resultando num lucro líquido de R$ 11.377,4 milhões a uma margem liquida de 22,65% – um aumento de 44,9% em relação ao lucro líquido de 2017 que foi de R$ 7.850,9 milhões. O baixo índice de endividamento com a forte participação do Capital próprio traz a AMBEV uma segurança financeira significativa resultando num índice debt/equity de apenas 0,04. e um dos indicadores financeiro mais apreciado pelos acionistas (ROE) fechou em 2018 em 19,77% resultado de uma margem líquida de 22,65%; um giro de 0,53 e uma alavancagem de 1,64. Uma empresa ágil em que o estoque gira 3,37 ao ano em relação ao Custo dos produtos vendidos; e com isto a alavancagem faz parte do modelo de gestão financeiro da empresa em controlar fortemente seus estoques com um prazo médio de 101 dias e totalmente financiado pelos seus fornecedores que resultou (de acordo nossos cálculos acadêmicos) num prazo de 185 dias e o prazo concedidos aos clientes de 35 dias, resultado num ciclo financeiro (negativo) de 49 dias, o que fortalece a empresa em utilizar o caixa gerado no período em distribuição de dividendos, controle das dívidas e financiar seus novos projetos de crescimento. Tomando como base as oscilações do balanço patrimonial e o resultado apresentado na DRE chegamos num fluxo de caixa da empresa no valor de R$ 6.995 milhões, o suficiente para pagamentos dos juros e ainda sobre um fluxo de caixa do acionista no valor de R$ 3.053 milhões. Uma gestão financeira consciente de uma empresa Brasileira que vem conquistando o mundo. Nossos comentários e análise; e abaixo o relatório completo da empresa. prof. Alexandre Wander Anexo relatório da empresa de 2018 Ambev_2018_Release_v2_Port_ Os 10 princípios da AMBEV Nosso sonho nos inspira a trabalhar juntos, unindo as pessoas por um mundo melhor Pessoas excelentes, com liberdade para crescer em velocidades compatíveis com seu talento e recompensadas adequadamente, são os ativos mais valiosos da nossa Companhia. Selecionamos, desenvolvemos e retemos pessoas que podem ser melhores que nós mesmos. Avaliamos nossos líderes pela qualidade das suas equipes. Nunca estamos completamente satisfeitos com nossos resultados, que são o combustível de nossa Companhia. Foco e tolerância zero garantem uma vantagem competitiva duradoura. O Consumidor é o Patrão. Nos conectamos com nossos consumidores oferecendo experiências que têm um impacto significativo em suas vidas, sempre de forma responsável. Somos uma companhia de donos. Donos assumem resultados pessoalmente. Acreditamos que o bom senso e a simplicidade orientam melhor do que sofisticação e complexidade desnecessários. Gerenciamos nossos custos rigorosamente, a fim de liberar mais recursos para suportar o nosso crescimento no mercado de maneira sustentável e rentável. Liderança pelo exemplo pessoal é o melhor guia para nossa cultura. Fazemos o que falamos. Nunca pegamos atalhos. Integridade, trabalho duro, consistência e responsabilidade são essenciais para construir nossa Companhia. Curso de Finanças Corporativas: 100% Online    

PETROBRAS: A MENSAGEM DO PRESIDENTE – RESULTADOS DE 2018

A celebração dos acordos com a US Securities and Exchange Commission (SEC) e o US Department of Justice (DoJ) e a venda em 30 de janeiro de 2019 da refinaria de Pasadena – cuja aquisição havia se transformado em símbolo da corrupção no Brasil – marcam o fim de um ciclo doloroso para a Petrobras, seus acionistas, colaboradores e a sociedade brasileira, em que a companhia foi vítima de prolongado saque perpetrado por uma organização criminosa. A performance da Petrobras no ano que passou foi indiscutivelmente a melhor em muitos anos, o que inclui a obtenção de alguns recordes históricos, envolvendo fluxo de caixa livre e EBITDA ajustado, e da interrupção de quatro anos seguidos de prejuízos. Um processo eficaz de gestão de passivos estendeu a maturidade média da dívida de 7,14 anos em 2015 para 9,14 anos em 2018, o que contribui para mitigar riscos de refinanciamento. Em fevereiro de 2019 nossa capitalização de mercado voltou a superar os US$ 100 bilhões, o que nos coloca de volta na posição de maior companhia da América Latina. Celebramos os bons resultados de 2018, mas não podemos nos limitar à visão interna, à comparação conosco mesmo em anos anteriores. Ampliando nosso horizonte para a indústria de petróleo global reconhecemos humildemente que estamos muito aquém do desejável. Não podemos nos conformar com a situação atual, havendo muito a fazer e muitos desafios a superar. O inconformismo nos obriga à forte concentração em cinco pilares estratégicos. Temos que melhorar substancialmente a alocação do capital através do foco nos ativos em que somos o dono natural promover a saudável competição por capital entre nossos projetos de investimento. Uma empresa opera com prejuízo até que consiga remunerar o capital empregado em suas operações, o que não conseguimos fazer ainda. Nossas reservas provadas de óleo e gás atingiram 9,6 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), de acordo com os critérios da SEC. Isto implica reposição de 125% do volume produzido em 2018 (excluindo o efeito do desinvestimento de campos de petróleo) e numa relação reservas provadas/produção de 11,1 anos. O importante a destacar é que boa parte dessas reservas se origina de ativos de classe mundial, como o pré-sal, a fronteira da exploração de petróleo do mundo onde a Petrobras é líder inconteste e dona natural. O foco nesses ativos, de custos baixos, alta qualidade e produtividade e longa vida, representa enorme potencial de criação de valor ao longo do tempo. Na indústria a exploração de ativos de classe mundial é uma das chaves para o sucesso de uma empresa. A geração de lucro econômico exige maior agilidade no processo decisório, o que está sendo perseguido em 2019 com o indispensável cuidado em resguardar os elevados padrões de governança corporativa e as rigorosas normas de conformidade implementadas na Petrobras nos últimos anos. Neste contexto, vale mencionar que, por exemplo, atrasos na execução de projetos se constituem em geral na maior fonte de redução de suas taxas de retorno. Com o auxilio de inovações estamos desenvolvendo iniciativas para encurtar o intervalo de tempo entre o início da atividade exploratória e o primeiro óleo e também a duração da fase de ramp-up dos projetos de E&P, o que concorrerá para a elevação de suas taxas de retorno. Devemos buscar incessantemente o investment grade rating e a redução do custo do capital via desalavancagem financeira e relacionamento transparente com os mercados financeiros globais. A exposição do fluxo de caixa à volatilidade cíclica dos preços do petróleo requer de seus produtores baixa alavancagem. Nosso endividamento bruto diminuiu significativamente, de US$ 126,3 bilhões em 2015 para US$ 84,4 bilhões no final de 2018, mas ainda é elevado em relação à capacidade atual de geração de caixa: dívida bruta/fluxo de caixa operacional de 3,2x e dívida bruta/EBITDA ajustado de 2,7x. Vamos atuar simultaneamente sobre o numerador e o denominador dessas frações: reduzir a dívida e trabalhar para o crescimento do fluxo de caixa via aumento de produção e corte de custos. Da mesma forma devemos buscar permanentemente ter custos baixos, condição básica em qualquer empresa para a geração de valor independentemente do ciclo econômico e mais importante ainda na indústria do petróleo, tipicamente com alta exposição aos ciclos da atividade econômica global. A transformação digital, com emprego maciço da digitalização, data analytics e inteligência artificial é essencial para a geração de ganhos de eficiência e de custos menores. O respeito às pessoas e ao meio ambiente e a preservação da segurança de nossas operações devem ser uma regra de ouro. A atividade de exploração e produção de petróleo e gás está exposta à ampla gama de riscos, entre eles riscos operacionais que, uma vez materializados, possuem enorme potencial de destruição de valor e de, até mesmo, ameaçar a sobrevivência de uma companhia. Trabalhamos incansavelmente para minimizá-los e, ao mesmo tempo para fortalecer nossa capacidade de resposta diante da ocorrência de qualquer evento negativo. A taxa de acidentes registráveis alcançou 1,01 acidentes/ milhão de homens-hora, com decréscimo de 6,5% em relação a 2017, porém ligeiramente superior ao limite de alerta para 2018, de 1,0. A despeito do progresso nesse indicador, a ocorrência de seis fatalidades nos entristece e envergonha. A perda de vidas humanas, seja qual for sua explicação, é inaceitável. Nossa meta permanente é zero fatalidade. O objetivo de maximização de valor para os acionistas não pode sob nenhuma hipótese prescindir da atenção à segurança das pessoas e operações e à preservação do meio ambiente, nem resultar em subestimação de riscos para que metas sejam atingidas. Acreditamos que nossa agenda de mudança transformacional seja capaz de criar considerável valor para os acionistas e para o Brasil no futuro. Podemos dizer, então, que os melhores dias da Petrobras estão ainda à nossa frente. Roberto da Cunha Castello Branco

Natura: resultado do 3TRI2018: Crescimento de dois dígitos da receita e EBITDA ajustado; lucro líquido mais que dobra em relação ao 3TRI2017

O grupo Natura vem dando certo e as marcas  Natura, The Body Shop e Aesop apresentou um forte desempenho no acumulado de 2018. Crescimento de dois dígitos na receita líquida do 3T18: R$3.241,9 milhões, alta de 37,1% em bases reportadas1. Na análise pró-forma2 em BRL, o crescimento consolidado foi de 16,6%3 (9,1% em moeda constante). Nos 9M18, a receita líquida reportada cresceu 48,1%, atingindo R$9.062,0 milhões, enquanto o crescimento pró-forma foi de 13,7%³ em BRL (8,2% em moeda constante): Sólido aumento do EBITDA consolidado. EBITDA reportado¹ de R$478,8 milhões no 3T18, alta de 7,2%. Excluindo os efeitos da hiperinflação na Argentina e outros efeitos no Brasil, além dos custos de transformação da The Body Shop, o EBITDA ajustado5 e pró-forma no 3T18 foi de R$496,6 milhões, uma forte alta de 33,7% vs. 3T17. Nos 9M18, o EBITDA reportado foi de R$1.132,1 milhões, +1,7%, enquanto o EBITDA ajustado pró-forma totalizou R$1.187,5 milhões, aumento de 29,1%: Lucro líquido consolidado mais que dobrou. O lucro líquido reportado no trimestre foi de R$132,8 milhões, comparado a R$ 61,0 milhões no 3T17, +118%, impulsionado pelo crescimento de EBITDA e menores despesas financeiras. Este forte resultado foi alcançado mesmo diante dos efeitos hiperinflacionários na Argentina e custos de transformação da The Body Shop. O lucro operacional ajustado (vide página 7) cresceu 10,2% em bases pró-forma no 3T18, somando R$326,6 milhões, e foi 30,4% maior nos 9M18, atingindo R$754,1 milhões. Liquidez: A empresa fechou o acumulado de 2018 com um índice de liquidez corrente de 1,59 a liquidez seca de 1,17 e a imediata de 0,46 e a rentabilidade do patrimônio líquido de 7,55% decorrente de um giro de 0,61 uma lucratividade de 2,09% e uma alavancagem de 5,92. Um bom estudo prof. Alexandre Wander abaixo relatório da empresa 649992  

Petrobras: A duas principais métricas do Planejamento Estratégico 2018-2022

Métricas Nosso Plano de Negócios e Gestão 2018-2022 mantém como base as duas métricas de topo principais, uma de segurança e outra financeira, conforme já definidas no PNG 2017-2021 e que continuam orientando as ações estratégicas da empresa. A métrica de segurança foi antecipada em dois anos: o limite da Taxa de Acidentados Registráveis por milhão de homens-hora (TAR) foi reduzido de 1,4 para 1,0 em 2018 e a meta de alavancagem financeira foi mantida: dívida líquida/EBITDA ajustado de 2,5 em 2018. Duas métricas principais, uma de segurança e outra financeira, orientam a estratégia da empresa: Visão Cinco princípios fundamentais definem o que queremos ser e compõem a nossa visão: Uma empresa integrada de energia com foco em oleo e gás que evolui com a sociedade, gera alto valor e tem capacidade técnica única. Possuímos um processo de Monitoramento Estratégico, baseado no Plano Estratégico divulgado em setembro de 2016, que consiste na avaliação permanente do ambiente de negócios e da implementação do plano, permitindo que ajustes no direcionamento sejam realizados de forma mais ágil e eficaz. Esse monitoramento tomou como base a visão e promoveu ajustes no conjunto de estratégias. Foram incorporados três novos temas: a transição para uma economia de baixo carbono; a preparação da companhia para capturar oportunidades criadas pela transformação digital e otimização da gestão financeira e de riscos da companhia, resultando em um total de 20 estratégias: Pilares Quatro pilares norteiam nosso caminho para recuperarmos nossa saúde financeira: Parcerias e Desinvestimentos: vantagens como compartilhamento de riscos, desoneração de investimentos, intercâmbio tecnológico e fortalecimento da governança Preços competitivos: maximizar receitas acompanhado o mercado internacional Eficiência de Capex: disciplina de capital nos investimentos Eficiência de Opex: redução de custos operacionais Download plano de negócio da Petrobras apresentacaopng2018-2022-forcadetrabalhofinalrev2-171221163124 visite o site da empresa http://www.petrobras.com.br  

Livraria Saraiva: Ações estratégicas iniciam a recuperação financeira da empresa.

Um privilégio entrar nas Livrarias da Saraiva e desfrutar do imenso acervo a disposição dos leitores; mas a empresa vem sofrendo impactos da concorrência web e os resultados não tem sido os melhores nos últimos anos; A empresa apresentou no encerramento de 2017 os seguintes destaques operacionais e financeiros: Novas conquistas de market share1 em duas das principais categorias de atuação: Livros (+1,3 p.p.) e Games (+1,8 p.p.). Aceleração do crescimento no canal de E-commerce, com incremento de 25,2% nas vendas brutas do 4T17 e 15,3% nas vendas totais de 2017. Com esse desempenho o varejo eletrônico alcançou 37,6% do total de vendas da Companhia em 2017, contra 32,5% em 2016. Importante redução de 7,4% nas despesas operacionais recorrentes do 4T17 em relação ao 4T16, fruto do plano de ação para melhoria do resultado implementado no 3T17. No acumulado de 2017, as despesas recorrentes apresentaram redução de 5,4% versus 2016. EBITDA no 4T17 de R$ 22,3 milhões, crescimento de mais de 116% em relação ao 4T16. Excluindo os impactos não recorrentes no período o EBITDA ajustado no 4T17 foi de R$ 24,4 milhões, crescimento de mais de 136% em relação ao 4T16. A Margem EBITDA ajustada no período foi de 5,1% (+3,0 p.p. versus 4T16). Em termos anuais, o EBITDA ajustado foi de R$42,8 milhões, representando margem de 2,5% em 2017 (+0,7 p.p. versus 2016). Novos ganhos na gestão do capital de giro empregado, com melhora de 2 dias no ciclo operacional. Avanços importantes para consolidação do posicionamento estratégico omnichannel: Novo crescimento do serviço Click & Collect, em que o cliente compra no E-commerce para retirar em uma de nossas lojas. Cerca de 20% dos pedidos do site já são realizados nesta modalidade e, dos clientes que optam pelo serviço, 40% realizam uma compra adicional no momento da retirada do produto na loja física; Implementação da fase 2 do projeto Saraiva Entrega, no qual o cliente, por meio do acesso ao nosso estoque do E-commerce, pode comprar qualquer produto que não esteja disponível na loja para receber onde for mais conveniente, aperfeiçoando a experiência de compra. As vendas por meio dessa ferramenta cresceram 13,4% no 4T17 em relação ao 3T17. Reformulação do programa de fidelidade Saraiva Plus, que agora conta com regras ainda mais simples, atraentes e interativas. Após o relançamento do programa, em jun/17, houve incremento de 16,2% na taxa de reativação de clientes, encerrando 2017 com 15,4 milhões de clientes cadastrados (+1,9 milhão clientes nos últimos 12 meses) e cerca de 82,5% de nosso faturamento identificado. Expansão das parcerias no âmbito do marketplace para venda de produtos em sites de parceiros estratégicos. Atualmente, 70% das compras de nossos produtos por meio do Mercado Livre, por exemplo, foram feitas por consumidores que não eram nossos clientes. Continuação da estratégia de transformação do canal lojas físicas ao longo de 2017: Inauguração de 4 unidades alinhadas aos novos conceitos de loja ideal; Encerramento de lojas com baixa perspectiva de geração de valor (representando 5,1% do total de área de vendas); Otimização do custo operacional e rentabilização das unidades existentes por meio da readequação de área de 3 importantes unidades da rede ao longo de 2017. Vencedor da 1ª edição do “Prêmio Black Friday de Verdade” na categoria “Livros, Filmes e Games”. O prêmio tem como objetivo reconhecer, por meio de votação popular, as melhores empresas e as melhores práticas na Black Friday no Brasil. Acesse relatório completo da empresa SLED4_ER_4T17_PT E também: Análise fundamentalista desde 2009 Livraria Saráiva: Análise Fundamentalista 2009 ATÉ 2017