Custeio variável e margem de contribuição: Perguntas e Respostas

Quais são as vantagens, como instrumento gerencial, da utilização do custeio variável? O custeio variável trabalha na segregação dos custos variáveis que oscilam de acordo com o volume produzido e permite apurar a margem de contribuição ou o lucro variável para suportar os custos os custos fixos, estabelecendo uma análise do custo versus volume e lucro, visando avaliar as seguintes questões: Os custos fixos estão superestimados? O preço de venda foi definido corretamente? O volume vendido suporta a estrutura fixa e operacional? O mercado suporta a estrutura operacional da empresa? 2) Por que o custeio variável não é aceito pela legislação do imposto de renda? Os críticos em relação ao custeio variável consiste em não aceitar que os esforços relacionado ao processo produtivo venha ser lançado como despesa e defendem o princípio da competência e da realização da receita em que somente venha ser reconhecido como despesa no momento da transferência da posse do produto a terceiro; não prejudicando a base de cálculo do imposto de renda de acordo ao regime de competência. 3) Os críticos da metodologia do custeio por absorção são de opinião que um dos problemas para a adoção desse critério é a necessidade de ratear os custos fixos aos produtos utilizando critérios inadequados de rateio. Comente essa problemática. A elevação dos custos fixos do processo produtivo tem como problemática a apropriação dos gastos fixos aos produtos de acordo critérios subjetivos das alocações contábeis em seus diversos modelos: tais como: volume de produção, horas máquinas, horas homens e que muitas das vezes provocam sérias distorções no custo do produto produzido; e pode comprometer na formação do preço de venda ou prejudicar as margens de lucro dos produtos. 4) Os críticos da metodologia do custeio variável argumentam que os custos fixos fazem parte do custo dos produtos e, portanto, nada justifica sua não inclusão nos custos de produção. Comente essa crítica, justificando suas opiniões. A argumentação se consiste baseada no regime de competência em que TODOS os esforços da produção independente da sua natureza deve fazer parte do produto produzido e que são necessários tanto quanto os variáveis e que as unidades dos produtos devem carregar consigo uma porção equitativa de todos os custos de manufatura em aderência ao princípio contábil da competência ou da confrontação da receita e despesa e que deve permanecer nos estoques até no momento da transferência da posse do produtos a terceiros. 5) Qual é a importância da correta identificação e separação dos custos e despesas variáveis, para fins de determinação da margem de contribuição? Permite a visualização dos custos que se alteram de acordo com o volume de produção os denominados variáveis e aqueles que compõem a estrutura fixa da organização e que permanecerão inalterados, mesmo que o volume de produção venha apresentar queda de acordo com retração do mercado. 6) Por que, na maioria das organizações e departamentos, os gerentes não podem ser responsabilizados pelos custos e despesas fixas? Os custos fixos normalmente fazem parte das decisões estratégicas das empresas decorrente dos novos investimentos em tecnologias e programas de crescimentos definidos e aprovados pela diretoria da empresa. 7) O que é margem de contribuição? Dê um exemplo numérico. Margem de contribuição é o excesso da receita em relação aos custos variáveis. O conceito da margem de contribuição é especialmente útil no planejamento empresarial porque fornece informações sobre o potencial de lucro da empresa para suportar os custos fixos. 8) Cite exemplos de informações úteis para o gerenciamento de uma empresa que podem ser obtidas com apuração e análise das margens de contribuições. Avaliação do comportamento dos custos variáveis; Avaliação do comportamento dos custos fixos; Avaliação do volume de vendas necessário para gerar o lucro desejado. 9) Qual é a utilidade da apuração da margem de contribuição para a análise de desempenho de um departamento? Avaliar se os produtos produzidos geram um lucro variável para suportar os custos departamentais. 10) Nas atividades nas quais a margem de contribuição dos produtos é pequena, tal como em supermercados, por exemplo, a empresa precisa vender muito para a obtenção de lucro. Comente essa afirmativa, dizendo se concorda ou não. Por quê? O lucro da empresa consiste em duas variáveis que são margem e volume. Quando a margem de contribuição é pequena normalmente em produtos de baixo valor agregado o lucro é obtido com um maior volume de vendas (supermercados); e quando o produto é de alto valor agregado e que demanda maior investimento em tecnologia o lucro é obtido através de altas margens (empresas aeronáuticas). TESTES Assinale a(s) alternativa(s) correta(s): a) Na metodologia do custeio por absorção, todos os custos e despesas de um período são considerados custo da produção dos produtos. b) O custeio variável não é aceito pela legislação do imposto de renda, já que diminui o lucro da empresa no período, em relação ao custeio por absorção. c) Na metodologia do custeio por absorção, nas empresas que produzem diversos produtos, os custos fixos são apropriados aos produtos com base em critérios de rateio. d) Na metodologia do custeio variável, nas empresas que produzem diversos produtos, os custos variáveis são apropriados aos produtos com base em critérios de rateio. 2) Assinale a(s) alternativa(s) incorreta(s): a) O custeio variável é o método derivado da aplicação dos princípios contábeis geralmente aceitos no Brasil. b) O custeio por absorção foi derivado do sistema desenvolvido na Alemanha no início do século 20, conhecido por RKW. c) No custeio variável, somente os custos variáveis são considerados custos de produção, sendo que os custos fixos são considerados despesas. d) No custeio variável, somente os custos fixos são considerados custos de produção, e os custos variáveis são considerados despesas. 3) Assinale a alternativa correta: a) O método de custeio variável agrega os custos fixos da produção ao custo dos produtos, utilizando diversos critérios de rateio. b) O método de custeio por absorção exige que a avaliação dos estoques seja efetuada pelo custo médio ponderado. c) Para efeito de apuração de resultados das empresas industriais, é indiferente qual o método adotado,
Contabilidade Gerencial: Perguntas e respostas

Quais são as principais diferenças entre a contabilidade gerencial e a contabilidade financeira? Segundo Sérgio Iudicibus, a Contabilidade Gerencial pode ser caracterizada, superficialmente, como um enfoque especial conferido á várias técnicas e procedimentos contábeis já conhecidos e tratados na contabilidade financeira, na contabilidade de custos, na análise financeira e de balanços e que são colocados numa perspectiva diferente, num grau de detalhe mais analítico ou numa forma de apresentação e classificação diferenciada, de maneira a auxiliar os gerentes em processo decisório. Warren, Reeve e Fess, aborda que as informações da contabilidade financeira são relatadas em demonstrativos financeiros úteis para pessoas ou instituições de “fora” ou externas à empresa. Exemplos de tais usuários incluem acionistas, credores, instituições governamentais e públicos em geral. Mas na medida em que a administração usa esses demonstrativos financeiros para dirigir operações atuais e planejar operações futuras, as duas áreas contábeis sobrepõem-se. Por exemplo, no planejamento de operações futuras, a administração frequentemente começa por avaliar os resultados já ocorridos e que fazem parte das demonstrações financeiras para visualizar o estágio atual e projetar o resultado futuro. A contabilidade financeira, registra os eventos econômicos da empresa ao seu regime de competência de acordo com os princípios fundamentais da contabilidade em atendimento a legislação societária. Consolida as informações nos demonstrativos financeiros, atendendo, principalmente os usuários externos da empresa, tais como: Acionistas, Bancos, Fornecedores e sindicatos. Por um outro lado, a contabilidade gerencial deve fornecer informações econômicas visando atender os clientes internos: Operações e funcionários, gerentes intermediários e executivos seniores. As empresas são muito reservadas na elaboração de seus sistemas de contabilidade gerencial. Os administradores devem usar essa discrição para desenhar sistemas que forneçam informações que ajudem os funcionários a tomar boas decisões, não apenas sobre seus recursos operacionais (financeiros, físicos e humanos), mas, também, sobre seus produtos, serviços, processos, fornecedores e clientes. Assim a contabilidade financeira é estruturada para atender a demanda do público externo e a contabilidade gerencial para atender a demanda do público interno na gestão empresarial. 2) Qual é o papel do contador gerencial em uma organização? Na maioria das grandes empresas existem os departamentos responsáveis por executar atividades em suas funções específicas e os departamentos assessorias ou aconselhamentos que se define como um departamento linear envolvido diretamente aos objetivos da empresa. Na parte financeira temos o Diretor Financeiro que em suas responsabilidades destaca-se a captação de recursos e remunerar adequadamente os provedores de capitais. O contador gerencial reporta-se diretamente ao Diretor financeiro com uma função de assessoria na função de elaborar relatórios gerenciais tendo como base as informações da contabilidade financeira na projeção de resultados futuros e análise orçamentária na utilização racional dos recursos investido na empresa. 3) Qual a melhor definição para a contabilidade financeira, a contabilidade de custos e a contabilidade gerencial e como elas se interligam entre si. A contabilidade financeira lida com a elaboração e a comunicação de informações econômicas de uma empresa dirigidas a públicos externos: acionistas, credores (bancos, financeiras e fornecedores), entidades reguladoras e autoridades governamentais tributárias. A informação contábil financeira comunica aos agentes externos as consequências das decisões e das melhorias dos processos executadas por administradores e demais funcionários. O processo da elaboração das informações encontra-se limitado as definições dos órgãos regulamentadores e tem força de lei, sendo elaboradores de acordo com as normas internacionais de contabilidade do IASB (International Accounting Standards Board – IASB) que publica os IFRS (International Financial Reporting Standards) no Brasil a regulamentação contábil é definida pelo CPC (comitê de pronunciamento contábil) que emite as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). Nos Estados Unidos tem a SEC (Securities and Exchange Comisison) e no Brasil a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) como regulamentadores do mercado de capitais. A contabilidade de custos, conforme Eliseu Martins foi a de resolver os problemas da mensuração monetária dos estoques e do resultado. Em apurar analiticamente o valor do custo do produto produzido no processo industrial, tendo como premissas os princípios contáveis da contabilidade financeira em seu conservadorismo em permitir consistência das informações contábeis desde a apuração do custo de produção mensal dos produtos na utilização total dos recursos e o custo unitário da produção; em sua imobilização dos estoques até o momento da transferência da propriedade dos bem produzido a terceiros, devidamente comprovado pela transferência de posse e da realização da receita em sua dedutibilidade do ganho na apuração do lucro bruto, através da baixa do custo do produto vendido e da apuração final do lucro bruto ao seu regime de competência. A contabilidade gerencial, conforme exposto anteriormente é de utilização interna da empresa visando o gerenciamento dos departamentos e utilizando-se dos dados disponíveis da contabilidade financeira e da contabilidade de custos elabora relatórios gerenciais para tomada de decisão dos gerentes envolvidos no processo fabril. As disciplinas (financeira, custos e gerencial) interligam-se entre si; as duas primeiras na estruturação das informações e a última na preparação de dados gerenciais tendo como base de informações os da financeira e custos para o processo de identificação, mensuração, acumulação, análise, preparação, interpretação e comunicação de informações financeiras utilizadas pela administração. (Associação Nacional dos Contadores dos Estados Unidos). 4) Se a contabilidade financeira é útil para o registro dos eventos que alteram a estrutura patrimonial de uma empresa; quais os 03 demonstrativos financeiros amplamente utilizados pela contabilidade, descreva a função de cada um deles; Dentre os principais demonstrativos financeiros amplamente utilizados, destacam-se o Balanço Patrimonial, a demonstração do resultado dos exercícios e a demonstração do fluxo de caixa pelo método indireto. a) O Balanço patrimonial apresenta a atual situação financeira da empresa e o domínio sobre a sua composição permite efetuar diversas análises sobre a atual situação econômica da empresa; e surgiram uma imensidão de indicadores em finanças no objetivo de entender “o que está acontecendo com a empresa” Assim Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que tem por finalidade apresentar a situação patrimonial da empresa em dado momento, dentro de determinados critérios de avaliação. b) A demonstração do resultado: apresenta de forma sintética a receita gerada num determinado período através da venda
Semana inicia com a tensão nos mercados mundiais devido a COVID
A bolsa brasileira recua nesta segunda-feira, 21, seguindo o cenário externo negativo, com o aumento do número de casos de coronavírus na Europa e notícias sobre transações suspeitas envolvendo bancos globais. Às 10h39, o Ibovespa, principal índice da B3, caía 2,03% para 96.298 pontos. A mínima intradiária, de 96.204,31 pontos foi a menor pontuação desde 2 de julho. México: O IPC do México perdeu 114 pontos ou 0,3% para 36.017 na sexta-feira, com as ações de tecnologia dos EUA caindo e o S&P 500 e o Nasdaq registraram sua terceira perda semanal. Do lado macro, os dados do INEGI mostraram que os salários reais no setor manufatureiro subiram 0,9% em julho em relação ao ano anterior, à medida que a criação de empregos se acelerou. Enquanto isso, o MXN desvalorizou na sessão após registrar uma alta de 6 meses, com um salto semanal de 10% nos preços do petróleo WTI. Do lado da pandemia, os casos de coronavírus aumentaram em 3,2 mil na quinta-feira, o menor desde o final de junho. Espanha: O IBEX 35 caiu 156 pontos, ou 2,2%, para terminar em 6.930 na sexta-feira, seu nível mais baixo em uma base de fechamento desde 31 de julho, pressionado pelo turismo e ações de bancos em meio a preocupações com a possibilidade de novos bloqueios, já que os casos de coronavírus estão aumentando mais rápido. A Organização Mundial da Saúde alertou que as infecções semanais de COVID-19 na Europa são agora maiores do que o primeiro pico de coronavírus da região em março, conclamando os governos a apertar as medidas restritivas. O governo regional de Madri anunciou novas restrições com o objetivo de conter o aumento do número de casos de coronavírus na região a entrar em vigor a partir de segunda-feira. As pessoas terão permissão para entrar e sair para atividades essenciais, como ir à escola ou ao trabalho, ou para cuidar de dependentes; as reuniões sociais são reduzidas a seis pessoas e os parques públicos permanecem fechados. França: O CAC 40 recuou 1,1% para 4.978 durante a última semana, revertendo de um ganho de 1,4% no período anterior, com os investidores se preocupando com o aumento das infecções por coronavírus em todo o continente. As infecções semanais de COVID-19 na Europa são agora maiores do que o primeiro pico de coronavírus no continente em março, alertou a Organização Mundial de Saúde. Na França, o número de infecções atingiu um recorde de 10.593 na quinta-feira. No front corporativo, Unibail Rodamco foi um dos piores desempenhos depois de anunciar uma questão certa. A LVMH pediu, sem sucesso, ao Ministro da Economia e Finanças da França que a ajudasse a encontrar uma maneira de sair de seu plano de fusão com a Tiffany, relatou o Wall Street Journal. Somente para sexta-feira, o CAC 40 caiu 1,2%, após queda de 0,7% na quinta-feira. fonte: https://tradingeconomics.com/stocks
Relatório de Mercado – Focus de 18/09/2020 – BC mantém SELIC a 2%

Avaliação da semana: Projeção da retração do PIB continua em queda da produção de – 5,05%; IPCA (indicador da inflação) em 2,01% demonstra baixo reajuste dos preços ao consumidor; e a taxa do dólar em alta a 5,25 o que inibi importação e entrada novas de tecnologia no Brasil); e as taxas de juros em 2% contribuiu ao controle do endividamento e indica pouco retorno sobre os investimentos devido a queda do crescimento da economia. O relatório FOCUS de 18/09/2020: As incertezas da recuperação da econômica devido o impacto da COVID no âmbito mundial e nacional tem afetado diversos setores, principalmente aqueles que ainda requer o isolamento social. No cenário externo o comportamento desigual entre os setores indica ainda a retração do consumo o que também vem ocorrendo no Brasil. Assim o poder da moeda frente aos produtos tem tido como reflexo a redução das taxas de juros e a SELIC atingiu a mínima histórica de 2% ao ano e o Banco Central não descarta novos cortes. Um breve resumo deste cenário a nossa linguagem mais comum: O dinheiro mais forte do que a mercadoria indica deflação, e com isto a mercadoria sente o impacto de ficar mais fraca do que a moeda provocando redução no custo da produção para baixo. Com efeito nos preços das matérias primas e do salário; o que não é bom pois tem reflexo direto nas atuais conquistas da sociedade. Reduz o consumo e inibe o crescimento da economia. Continuando a nossa linguagem prática: Retração do PIB indica queda da produção; redução do IPCA (indicador da inflação) indica que os preços ainda apresentam tendência de queda; e a taxa do dólar a 5,25 indica o real ainda fraco em relação ao dólar (inibe importação e entrada novas de tecnologia no Brasil) e as taxas de juros em 2% indicando pouco retorno sobre os investimentos devido a queda do crescimento da economia. Nossas recomendações: Empresários: As empresas deve controlar os estoques e trabalhar próximo ao minimo de segurança possível, fortalecendo o capital de giro líquido; Investidores: os investidores da Bovespa ficar esperto com ações das empresas em que o valor do mercado se descola dos fundamentos (ágio); Sociedade: Nas compras a prazo cuidado com os juros embutidos no parcelamento. Relatório da semana anterior de 11/09/2020 FUNDAMENTAÇÃO DOS NOSSOS COMENTÁRIOS: Verifique no quadro abaixo no relatório FOCUS de 11/09/2020, apresenta uma leve melhora na projeção do PIB em relação a semana passada. O BACEN vem mantendo o IPCA em 1,94 e o PIB com uma retração de – 5,11%. A taxa do cambio manteve-se em (R$/US$) 5,22 e a taxa SELIC em 2%. Comentários do Comitê de Política Monetária (Copom) em sua 233 reunião que decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 2,00% a.a. No cenário externo, a retomada da atividade nas principais economias, ainda que desigual entre setores, em conjunção com a moderação na volatilidade dos ativos financeiros, tem resultado em um ambiente relativamente mais favorável para economias emergentes. Contudo, há bastante incerteza sobre a evolução desse cenário, frente a uma possível redução dos estímulos governamentais e à própria evolução da pandemia da Covid-19; Em relação à atividade econômica brasileira, indicadores recentes sugerem uma recuperação parcial, similar à que ocorre em outras economias. Os setores mais diretamente afetados pelo distanciamento social permanecem deprimidos, apesar da recomposição da renda gerada pelos programas de governo. Prospectivamente, a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais; O Comitê avalia que a inflação deve se elevar no curto prazo. Contribuem para esse movimento a alta temporária nos preços dos alimentos e a normalização parcial do preço de alguns serviços em um contexto de recuperação dos índices de mobilidade e do nível de atividade; As diversas medidas de inflação subjacente permanecem abaixo dos níveis compatíveis com o cumprimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a política monetária; As expectativas de inflação para 2020, 2021 e 2022 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 1,9%, 3,0% e 3,5%, respectivamente; No cenário híbrido, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio constante a R$5,30/US$*, as projeções de inflação do Copom situam-se em torno de 2,1% para 2020, 2,9% para 2021 e 3,3% para 2022. Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2020 em 2,00% a.a. e se eleva até 2,50% a.a. em 2021 e 4,50% a.a. em 2022; e No cenário com taxa de juros constante a 2,00% a.a. e taxa de câmbio constante a R$5,30/US$*, as projeções de inflação situam-se em torno de 2,1% para 2020, 3,0% para 2021 e 3,8% para 2022. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Divulgue nosso site aos teus amigos; tem conteúdo é gratuito. Informações direcionadas ao público universitário e médios empresários. Fonte primária das informações: Banco Central de 17/11/2020 https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/17188/nota O relatório FOCUS de 20/07/2020, apresenta uma leve melhora na projeção do PIB em relação a semana passada. O BACEN vem mantendo o IPCA em 1,72 e o PIB com uma retração de – 5,95% e de acordo com a projeção desta semana teve uma melhora de 0,15% em relação ao relatório de 10/07/2020. A taxa do cambio manteve-se em (R$/US$) 5,20 e a taxa SELIC em 2%. Nossos comentários desta semana: Permanece praticamente o mesmo; apenas uma redução na queda do PIB; os demais indicadores financeiros permanecem inalterados; na nossa concepção é saudável uma inflação perto de 4% ao ano; protege o valor dos bens de consumo e avanço da tecnologia; abaixo disto e com tendência a zero indica a recessão. Quanto a Pandemia: A vacina da Universidade de Oxford em parceria com a biofarmacêutica anglo-sueca AstraZeneca teve bons resultados contra o novo coronavírus, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (20) na revista científica The Lancet. O estudo foi do tipo randômico, com grupo de controle (que recebeu uma vacina de meningite) e cego (no qual os voluntários não sabem qual medicamento foi administrado), e
CVC apresentou prejuízo líquido de R$1,9 milhões em 2019 comparado a um lucro líquido de R$123,4 milhões em 2018.
Receita Líquida de Vendas A receita líquida de vendas da companhia atingiu R$1,71 bilhão em 2019, um crescimento de 11,6%. Tal evolução deve-se principalmente à aquisição dos ativos na Argentina (ao final de 2018) bem como da Esferatur no Brasil (em abril de 2019). Lucro Bruto O custo de serviços prestados atingiu R$140 milhões em 2019, apresentando um crescimento de 11,8% em comparação a 2018 e, portanto, em linha com o crescimento da receita líquida, que resultou na manutenção da margem bruta da companhia em 91,8% em 2019, comparada a 91,9% em 2018. O lucro bruto totalizou R$1,57 bilhão em 2019, um crescimento de 11,6% em comparação a 2018. Despesas Operacionais Despesas de vendas: as despesas com vendas atingiram R$291,6 milhões, um crescimento de 24,1% em comparação a 2018, em função de maiores gastos com marketing. Perda Estimada por valor recuperável: as despesas com perdas estimadas atingiram R$47,8 milhões, um aumento de 27,2% em comparação a 2018, em função do aumento da carteira própria de financiamento e de uma política de provisionamento para perdas mais conservadora. Despesas Gerais e Administrativas: as despesas gerais e administrativas cresceram 16,5% em 2019 em comparação a 2018, totalizando R$673,9 milhões, devido a maior estrutura administrativa advinda das aquisições feitas no período e aumento do custo de mão de obra pelos ajustes salariais no período. Depreciação e Amortização: as despesas com depreciação e amortização aumentaram 33,5% em 2019 em comparação a 2018, totalizando R$151,9 milhões, em função do aumento da base de ativos pelas aquisições realizadas no período e pelo maior volume de investimentos feitos, principalmente na digitalização da Companhia. Outras despesas operacionais, líquidas: outras despesas operacionais totalizaram R$128,2 milhões em 2019 em comparação a um ganho de R$4,5 milhões em 2018, em função dos gastos e perdas relacionados à Avianca que ocorreram em 2019, bem como aumento com gastos para provisão de contingências no período devido o aumento de processos cíveis; efeitos estes parcialmente mitigados pela reversão de passivo contingente da empresa adquirida anteriormente – a Trend. Resultado Financeiro O resultado financeiro líquido totalizou uma despesa de R$214,9 milhões em 2019 em comparação a R$194,4 milhões em 2018, devido principalmente ao aumento do endividamento líquido médio da Companhia no período. Imposto de Renda e Contribuição Social O imposto de renda e contribuição social líquido em 2019 totalizou uma despesa de R$63,4 milhões, em comparação a R$129,2 milhões em 2018. Lucro Líquido do Exercício Consequentemente, a Companhia apresentou prejuízo líquido de R$1,9 milhões em 2019 comparado a um lucro líquido de R$123,4 milhões em 2018. vide dados da análise fundamentalista da CVC ANÁLISE FUNDAMENTALISTA – INVESTINDO NA BOLSA COM SEGURANÇA – 100% ON LINE
Conceitos sobre custeio por absorção, variável e margem de contribuição

Lista para resolução Exericicio sobre margem de contribuição Exercicio 02 – Comportamento dos custos Um bom estudo prof. Alexandre Wander
Revista CRA: A era da humanização do trabalho

Há tempos falamos sobre inovações tecnológicas, desenvolvimento digital e automação de processos. Discussões absolutamente urgentes, afinal, saber gerir tudo isso é imprescindível para empresas e profissionais se manterem vivos no mercado de trabalho. No entanto, muitas vezes esses debates giram em torno apenas da máquina, da inteligência artificial, da capacidade de fazer mais em menos tempo e do retorno financeiro que isso pode gerar. Como ficam, então, as pessoas por trás disso tudo? Que tipo de necessidades elas precisam ter atendidas para que consigam desenvolver seus projetos com sucesso, sejam eles tecnológicos ou não? Como as relações humanas devem ser direcionadas dentro das organizações para que todos possam prosperar? Essas questões pretendem derrubar um muro que já vinha sendo quebrado, mas que, com a pandemia do novo coronavírus, caiu de vez levando CEOs, líderes e colaboradores a um cenário praticamente desconhecido. Este é, portanto, o momento ideal para falarmos sobre uma questão mundial: qual o nível de humanização das organizações e porque isso é tão importante para os negócios e, principalmente, para a vida em sociedade. O mundo é outro Em janeiro deste ano, na conferência do Fórum Econômico Mundial, em Davos, executivos de diversas empresas enfatizaram a importância e o compromisso com o capitalismo de stakeholders, sistema no qual o interesse das organizações é voltado para qualquer um que dependa, direta ou indiretamente, do sucesso da companhia. Isso inclui acionistas, parceiros, colaboradores, fornecedores, comunidade local e a sociedade como um todo e vai contra o modelo amplamente divulgado e seguido por inúmeras corporações nos anos 90: aquele que pretende, no menor tempo possível, produzir lucro e benefícios apenas para investidores e acionistas. Um discurso muito defendido no evento de Davos, mas que, diante da pandemia, foi colocado à prova. Klaus Schwab, fundador e diretor executivo do Fórum, chegou a afirmar em um artigo que “a crise da Covid-19 é um teste decisivo que mostra quem tem ‘andado nu’ apoiando o capitalismo de stakeholders”. Neste mesmo texto, Schwab diz que as organizações que trabalham voltadas a todos os seus públicos possuem um negócio muito mais robusto, com capacidade de ajudar durante a crise e alianças mais fortes nas esferas pública e privada. Para ele, são essas companhias que devemos apoiar. “Elas representam o modelo econômico que nos fará sobreviver hoje, mas prosperarão novamente amanhã”, defendeu em seu artigo. A orientação para os stakeholders não é uma preocupação essencialmente nova. Ela é, por exemplo, apenas um dos quatro pilares do movimento Conscious Capitalism, que também defende o propósito maior, a cultura consciente e a liderança consciente. Nascida em 2010, nos Estados Unidos, a corrente teve como ponto de partida a realização de uma pesquisa conduzida por Raj Sisodia, David Wolfe e Jag Sheth, que identificou 72 empresas consideradas humanizadas e com diversas semelhanças: tinham um propósito de existência além do aspecto financeiro, alinhavam os interesses de todos os seus públicos, possuíam menor diferença salarial entre cargos e funções, remuneravam melhor seus colaboradores e investiam em treinamentos para eles, tinham menor rotatividade de pessoal, consideravam sua cultura organizacional o seu maior patrimônio, se adaptavam melhor a cenários adversos e eram mais resistentes às pressões. A pesquisa, que também resultou no livro Firms Of Endearment (publicado no Brasil) como Empresas Humanizadas) marcou o início de um novo mindset dentro do capitalismo: era possível lucro e consciência caminharem juntos e, ainda, produzirem melhores resultados. Isso porque o estudo também revelava que as empresas humanizadas se mostravam extremamente lucrativas no longo prazo, mais inclusive do que companhias listadas em rankings como o Índice S&P 500 (que aponta as 500 melhores empresas para investidores no mercado de ações). Por Katia Carmo – revista CRA Abaixo download da revista CRA ADM PRO 395 – Julho e Agosto – WEB-2
Liderança, 7 passos para ter uma equipe melhor

Liderança – 7 passos para ter uma equipe melhor Nestes tempos turbulentos, a principal dificuldade que um líder enfrenta é inspirar sua equipe a quebrar barreiras, convencendo-os a ir aonde nunca foram antes. Embora as inovações tecnológicas da era digital tenham permitido a muitas empresas realizar coisas inimagináveis até poucos anos atrás, o sucesso de uma empresa a longo prazo ainda depende menos da tecnologia do que da habilidade de liderança, criando uma cultura corporativa em que as pessoas possam agir motivadas, com criatividade e inovação. Carne, sangue e corações serão sempre o principal diferencial, não importa o quão avançada seja sua home page na internet ou a rede de computadores usada internamente. Mas muitos líderes têm falhado em adotar uma visão realmente centrada nas pessoas, mesmo que a missão da empresa (pendurada na parede), diga de forma muito bonita exatamente o contrário. Esses líderes esqueceram que neste mundo da hiperinformação idéias são a moeda do sucesso, e somente os líderes que nutrirem o potencial da sua equipe serão recompensados com os resultados que apenas a criatividade e a inovação podem criar. Como disse Walt Disney: “Você pode sonhar, criar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo, mas você ainda precisa de pessoas para transformar esse sonho em realidade”. Para liderar uma equipe melhor, você deve transformar-se em um líder melhor. Aqui estão sete lições de liderança, cortesia de Robin Sharma, autor de Megaliving! e diretor da Sharma Leadership International, para ajudá-lo a motivar sua equipe e elevá-la a níveis cada vez mais altos de sucesso: Relacione cheques com propósitos – Ao contrário do que se diz por aí, o dinheiro não é o principal motivador. A fonte mais profunda de motivação vem de ter, do fundo do coração, uma dedicação verdadeira focada em atingir um objetivo que valha a pena. As pessoas vão muito além do que se espera delas quando realizam tarefas que julgam importantes. Por exemplo: se você pode mostrar a uma equipe qualquer como seu trabalho afeta a comunidade e ajudá-los a alinhar seus valores pessoais com a missão da sua empresa, você terá dado um passo gigantesco para construir uma equipe imbatível. Pratique a liderança heterodoxa –Seja aquele líder que escolhe o caminho menos viajado na hora de motivar as pessoas. Uma empresa em Cingapura fecha nas sextas-feiras à tarde, para que seus funcionários possam ler e discutir os últimos livros de negócios lançados. Outro cliente de Sharma começa todas suas reuniões de vendas “celebrando seus heróis”, reconhecendo quem vendeu melhor naquele período e pedindo que compartilhem suas táticas de sucesso para que a equipe inteira se beneficie. Esse ritual corporativo não só inspira os “heróis” a trabalharem cada vez melhor como também estabelece o princípio poderoso de que toda excelência será reconhecida. Crie símbolos de vitória – Para fazer com que todos compartilhem sua visão, crie uma série de pequenos símbolos do que o sucesso significa. Um alto gerente da Xerox participava de todas as reuniões com sua equipe usando um boné do hotel cinco estrelas em que a equipe passaria as férias se atingisse suas metas. Além disso, trabalhe duro para criar um ambiente de trabalho que estimule a criatividade, energize as pessoas e faça-as agirem e pensarem de forma positiva. Uma das empresas que Sharma visitou designou uma das paredes da empresa como o “muro da vitória”, com frases motivacionais, testemunhais de clientes satisfeitos e objetivos estratégicos para determinado período. Esse simples ato serve como energizador permanente para todos na empresa – lembre-se: a paixão é contagiosa. Descubra o código secreto dos seus funcionários – Descubra o que os faz levantar pela manhã e o que é necessário para inspirá-los a conquistas extraordinárias. Faça com que as pessoas que trabalham para você sintam-se importantes e trate-as como você gostaria de ser tratado. Ouça suas sugestões. Entenda suas necessidades. Deixe-as decidir também. Ajude-as a conquistar seus sonhos. “Se você honrá-los e servi-los, eles o honrarão e o servirão também”, disse Mary Kay Ash. Premie regularmente, reconheça freqüentemente –Elogios sinceros por um trabalho bem-feito são a melhor forma de desenvolver um time com sucessos consistentes. Em um estudo realizado nos EUA, envolvendo mais de 1,5 mil pessoas, o reconhecimento imediato e pessoal foi o item mais motivador citado pela maioria das pessoas, mas somente 42% delas o recebiam. As premiações favoritas de Sharma são aquelas que também ajudam as pessoas a crescer, incluindo livros, fitas e assinaturas de revistas. Premie as atividades que você quer que sejam repetidas e elogie as pessoas. Sharma ensina aos gerentes nos seus treinamentos: “Trate seus funcionários da forma que você quer que eles tratem seus melhores clientes”. Mantenha suas promessas e seja um modelo – A verdadeira liderança depende menos da posição do que da ação. Líderes dinâmicos fazem sempre o que dizem que farão. Cumprem promessas, são éticos e lideram pelo exemplo. Cumprir as mesmas exigências que você impõe à equipe ajuda a construir a cooperação e a lealdade. A motivação de uma equipe é determinada pela dedicação do líder. Procure a renovação constante – Confúcio disse: “Boas pessoas fortalecem-se incessantemente”. Da mesma forma, as melhores equipes estão constantemente aprendendo, crescendo e renovando-se. Faça com que as vitórias sejam celebradas e aproveite as grandes conquistas. Dedique-se a conhecer de verdade as pessoas que trabalham com você. Crie oportunidades de aprendizado para os membros da equipe, de forma que eles continuem a crescer, tanto profissional quanto pessoalmente. As pessoas ficam felizes quando sentem que estão avançando, expandindo seus talentos e habilidades. E não esqueça de separar um tempo para você mesmo refletir e se renovar. Freqüentemente, vemos líderes destruindo sua própria criatividade, energia e entusiasmo por tentar abraçar o mundo, negligenciando seu próprio bem-estar em função dos resultados na empresa. Dizer que você está ocupado demais para fazer exercícios ou tirar férias é como dizer que você está ocupado demais dirigindo e que não pode parar para colocar gasolina. Em algum momento, você sabe que terá problemas. Lembre-se: para ser o líder eficaz de uma equipe, primeiro você deve liderar a si eficazmente. Sabemos que
O mercado de Capitais: Níveis Diferenciados de Governança

A criação, em 2020, do Novo Mercado e dos níveis diferenciados de Governança Corporativa pela Bolsa de Valores de São Paulo, inseriu-se entre as iniciativas que tem respondido, nos últimos anos, à demanda por melhores padrões de governança das empresas no Brasil. A sinalização dessa iniciativa não difere da emitida pela CVM quando da sua edição de sua “cartilha” de melhores práticas; os institutos da sociedade por ações e o propósito modelo institucional do mercado acionário tem vícios difíceis de ser removidos pela reforma da lei. O modelo adotado no Brasil desde o início dos anos 70 para as sociedades por ações e para o mercado acionário alinhou-se às concepções então dominantes de conceder forte proteção às empresas e aos seus controladores e de atrelar o seu desenvolvimento à criação de incentivos oficiais. As leis da década de 70 que disciplinaram o mercado de capitais diferiram os princípios de funcionamento das sociedades não tiveram por objetivo definir condições sólidas para a governança, e por esta via criar um mercado de ações alavancador do desenvolvimento empresarial e estimulador de melhores práticas de gestão. As questões centrais entre outras. Em síntese: Atender à necessidade de financiamento dos investimentos das empresas via emissão de ações, mas sem o risco de perda de controle, mantido preponderantemente por grupos familiares ou pelo Estado-empresário. Criar um mercado comprador de ações, que por incentivos fiscais, quer por via compulsória Manter o órgão regulador do mercado sob controle do Estado, pela ausência de autonomia financeira e pela ingerência direta do Poder Executivo na nomeação e destituição dos diretores. Para atender a estes três propósitos, as iniciativas oficiais foram, respectivamente: Elevação do limite de emissão de ações preferenciais sem direito a voto (preferenciais) a 66%. Instituição do Fundo 157, constituído por “ações incentivadas” (cuja aquisição era abatível do imposto de renda dos adquirentes) e obrigatoriedade de os fundos de pensão manterem ações em suas carteiras de investimentos. Limitação da autonomia da CVM, quer por não ter dotação orçamentária própria, que pelo fato de seus diretores, nomeados e exonerados pelo Presidente da República, não terem mando administrativo. Visando estabelecer estágio de evolução das empresas listadas na BOVESPA, foram criados níveis de aderência em suas respectivas exigências, entre os quais se destacam: Nível 1 de Governança Corporativa; Nível 2 de Governança Corporativa; Novo Mercado. Nível 1 de Governança Corporativa: São as seguintes condições exigidas das empresas do nível 1 Free-float: Manutenção em circulação de parcela minima de ações, representando 25% do capital Informações adicionais: Além de informações trimestrais e anuais obrigatórias por lei, abrir para o mercado demonstrações consolidadas, revisão especial emitida por auditor independente; fluxos de caixa da companhia e do consolidado; quantidade e características dos valores mobiliários de emissão da companhia detidos pelos grupos controladores, por conselheiros e por diretores executivos, indicando a sua evolução nos últimos doze meses; quantidade de ações em circulação, por tipo e classe Dispersão: Mecanismo de ofertas públicas de ações que favoreçam a maior dispersão de capital; Partes beneficiárias: Proibição de emissão de partes beneficiárias e inexistência desse títulos em circulação; Disclousure: Cumprimento as regras de disclousure em operações envolvendo ativos da companhia, por parte de seus acionistas, controladores ou administradores; Subsídios para análise: Nos prospectos de oferta pública de ações, abrir informações sobre descrição dos negócios, processos produtivos e mercados, fatores de risco dos negócios da empresa, avaliação da administração e outros elementos que subsidiem o processo de precificação. Demonstrações financeiras anuais: Em padrão internacional, IFRS Posições Acionárias: Abertura da posição acionária de qualquer acionista que detiver mais de 5% do capital votante Acordos dos acionistas: Divulgação dos acordos de acionistas para boa compreensão da regras que regem o relacionamento entre os controladores. Stock Options: Divulgação dos programas de opções de aquisição de ações destinadas aos administradores. Negócios com ações: Obrigatoriedade de divulgação mensal dos negócios com ações da empresa por parte dos controladores, administradores e conselheiros fiscais Reunião pública: Realização de pelo menos uma reunião pública anual com anistas de mercado para apresentar a situação econômico-financeira da empresa, seus projetos e perspectivas; Calendário anual: Disposição para o mercado do calendário anual dos principais eventos corporativos, como assembleias e reuniões de divulgação de resultados; Sanções: Divulgação dos nomes das companhias às quais forem aplicadas penalidades pela BM&FBovespa; Arbitragem: Obrigatória a adoção da Câmara de Arbitragem do mercado Nível 2 de Governança Corporativa: Além dos compromissos assumidos para a listagem no mercado nível 1, são acrescido os seguintes requisitos para a listagem ao nível 2 Tag along: Em caso de venda co controle acionário, extensão da oferta de compra para todos os acionistas detentores de ações ordinárias, com pagamentos do mesmo valor das ações do grupo de controle. Aos detentores de ações preferenciais, pagamentos de no minimo 80% do valor das ordinárias. Direto de voto: Concessão de direito de voto aos detentores de ações preferenciais, para matérias de alta relevância corporativa: a) transformação, incorporação, fusão ou cisão da companhia; b) aprovação de contratos entre a companhia e o seu controlador ou outros que possa haver conflitos de interesses: c) avaliação de bens que concorram para o aumento de capital; e d) escolha de empresa especializada para determinação do valor econômico da companhia, na hipótese de fechamento de capital; Fechamento de capital: Oferta pública de aquisição das ações e circulação, tomando por base o valor econômico da companhia determinado por empresa especializada, selecionada, pela Assembléia, de uma lista tríplice indicada pelo Conselho de Administração. A escolha será por maioria absoluta dos votos das ações em circulação, independentemente de sua espécie ou classe. Controle difuso: Nas companhias em que o controle não é exercido por um acionista controlador formalmente caracterizado, a Bovespa conduzirá o processo de oferta pública de aquisição de ações para a saída desse segmento de mercado. Conselho de Administração: Constituição por, no minimo, cinco membros, com mandato de dois anos. A proporção de conselheiros independente deverá, ser no mínimo, de 20%. O Novo Mercado da BOVESPA Lançado no ano 2000, o Novo Mercado estabeleceu desde sua criação um padrão de governança corporativa
Os Objetivos Organizacionais e o Controller Gerencial

O controller gerencial deve entender o escopo dos objetivos organizacionais. Crescer sem objetivo é viver num barco a deriva. A origem dos objetivos organizacionais encontram-se no Planejamento Estratégico de uma empresa. A responsabilidade da concepção do Planejamento Estratégico pertence ao Conselho da Administração; entretanto o controller gerencial deve ter entendimento claro da sua natureza e escopo; pois somente assim poderá, após análise do desempenho histórico de uma empresa e da sua ansiedade em relação ao futuro traçar objetivos claros. Em conjunto com os demais gerentes compor as estratégias para atingi-los. Um sistema gerencial não pode ser construído sem considerar o contexto organizacional de como uma empresa chegou até aqui, e onde ela pretende ir. prof. Alexandre Wander