Uma EMPRESA sem o planejamento orçamentário é como um BARCO a deriva em alta tempestade!!!

O destino ninguém conhece!!!!! O Plano Orçamentário, ou BUDGET, é a conversão dos objetivos estratégicos em metas departamentais. É um processo que envolve toda a empresa em sua correlação: 1) Fatores internos: Avaliação da estrutura de produção, definição do preço de venda dos produtos, fontes de financiamento, etc. 2) Fatores externos: Avaliação da economia que a empresa encontra-se inserida, ou o risco sistemático: Taxa de juros, crescimento do PIB, etc. Um orçamento bem estruturado é a razão do sucesso de muitas empresas. Precisa de ajuda???? Entre em contato com quem entende do assunto… Gecompany o canal amigo do Empreendedor.
Gerenciamento do risco corporativo – Um novo modelo de gestão empresarial

Olá pessoal, Decorrente dos escândalos corporativos de 2002 e 2008 que afetaram significativamente o mercado de capitais dos Estados Unidos da América; o governo Bush instituiu a lei sarbanes (sox) que tem como objetivo punir os diretores e conselheiros de administração das empresas listadas nas bolsas de valores. principalmente por fraude e má conduta que refletem na destruição dos valores investidos pelos acionistas minoritários e com consequente reflexo na economia mundial, como forma de amenizar os impactos nas organizações foi criado o COSO e na sua proposta de contribuição um modelo proposto para o Gerenciamento do Risco Corporativo, conforme extraímos os principais pontos a serem observados: Em 1992, o COSO “Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission” publicou o “Internal Control – Integrated Framework”, que estabelece uma estrutura de controles internos e fornece ferramentas de avaliação para uso de empresas e de outras entidades para avaliar seus sistemas de controle. A estrutura identifica e descreve cinco componentes inter-relacionados e necessários para um controle interno eficaz. O “Internal Control – Integrated Framework” define o controle interno como um processo conduzido pelo conselho de administração, pela administração e pelo corpo de empregados de uma organização, com a finalidade de possibilitar uma garantia razoável quanto à realização dos objetivos nas seguintes categorias: Eficácia e eficiência das operações; Confiabilidade das demonstrações financeiras; Conformidade com leis e regulamentos cabíveis. Filosofia de Gerenciamento de Riscos: A filosofia de gerenciamento de riscos de uma organização representa as convicções e as atitudes compartilhadas, o que caracteriza a maneira pela qual essa organização considera o risco em todas as suas atividades e reflete os valores da organização, influenciando sua cultura e estilo operacional tendo efeito sobre o modo pelo qual os componentes do gerenciamento de riscos corporativos são aplicados, inclusive como os eventos são identificados, os tipos de riscos aceitam e a forma como são administrados e que deve estar bem desenvolvida, entendida e apoiada pelo pessoal da organização, observando as declarações das políticas, comunicação escrita e oral, e no processo decisório e a atuação da administração será em reforçar a filosofia não apenas verbalmente, mas por meio de suas ações do dia-a-dia. Apetite a riscos: O apetite a riscos da organização reflete a sua filosofia de gerenciamento de riscos, influencia a cultura e o estilo operacional, sendo considerado no estabelecimento da estratégia, que deve estar alinhada ao apetite a riscos. Conselho de Administração: O conselho deve discutir, com a alta administração, a situação do gerenciamento de riscos da organização e fornecer a supervisão necessária. O conselho deve certificar-se que esteja ciente dos riscos mais significativos, em conjunto com as ações que a diretoria executiva esteja realizando, e da forma em que está assegurando um gerenciamento de riscos eficaz. O conselho deve considerar a possibilidade de obter a opinião de auditores internos e externos, bem como de outros. A diretoria é ativa e tem um grau adequado de conhecimentos de gestão, técnicos e outras especialidades, aliados à atitude necessária para executar suas responsabilidades de supervisão. Está preparada para questionar e apurar as atividades da gestão, apresentar opiniões alternativas e agir no caso de atos ilícitos. Constituído, ao menos, por maioria de conselheiros externos e independentes à organização. Fornece supervisão ao gerenciamento de riscos corporativos, está ciente e concorda com o apetite a riscos da organização. “O gerenciamento de riscos corporativos não é estático; mais precisamente é uma ação contínua e interativa que permeia toda a organização”, podendo ser definido como um processo. Integridade e Valores Éticos: Os padrões de comportamento da organização refletem integridade e valores éticos. sendo que os valores éticos não são apenas comunicados, mas também acompanhados por meio de orientação explícita sobre o que está certo ou errado e a integridade e os valores éticos são comunicados por intermédio de um código de conduta formal, existindo os canais ascendentes de comunicação pelos quais os empregados sentem-se confortáveis em trazer informações pertinentes, onde são aplicadas penalidades aos empregados que transgridam o código; determinados mecanismos, incentivando os empregados a denunciarem suspeitas de infração e medidas disciplinares são adotadas e contra os que deixam de relatá-las, buscando a integridade e os valores éticos são transmitidos pelas ações da alta administração e seus exemplos. Compromisso com a Competência: A competência dos empregados da organização reflete o conhecimento e as habilidades necessárias para a execução das tarefas designadas, sendo função da administração em alinhar as competência ao custo do funcionários dentro de sua estrutura organizacional, definindo as áreas fundamentais de responsabilidade em suas linhas de comunicação, sendo desenvolvido o modelo de acordo com o tamanho da organização e a natureza de suas atividades em que venha possibilitar um gerenciamento de riscos eficaz, na atribuição da autoridade e de responsabilidade hierárquica, deixando claro até que ponto pessoas ou equipes estão autorizadas, e são incentivadas, a fazer uso de sua iniciativa para tratar de questões e resolver problemas, e estabelece limites de autoridade, assim as atribuições estabelecem relacionamentos de comunicação e protocolos de autorização. As políticas descrevem as práticas comerciais apropriadas, o conhecimento e a experiência do pessoal-chave, bem como os recursos associados e cada indivíduo sabe como as suas ações inter-relacionam- se e contribuem para a realização dos objetivos. Normas de Recursos Humanos: As normas tratam de admissão, orientação, treinamento, avaliação, aconselhamento, promoção, compensação e medidas corretivas, conduzindo os níveis previstos de integridade, de comportamento ético e de competência e as medidas disciplinares transmitem a mensagem de que as infrações ao comportamento esperado não serão toleradas. “O gerenciamento de riscos é conduzido por pessoas, pois são elas que fazem e que dizem e assumem responsabilidades e estabelecem a missão, a estratégia e os objetivos da organização.” Fixação de Objetivos: Com base na missão ou visão estabelecida por uma organização, a administração estabelece os planos principais, seleciona as estratégias e determina o alinhamento dos objetivos nos níveis da organização. Essa estrutura de gerenciamento de riscos corporativos é orientada a fim de alcançar os objetivos de uma organização e são classificados em quatro categorias: “Essa classificação possibilita um enfoque nos aspectos distintos do gerenciamento de riscos de uma organização”. Apesar de essas categorias serem distintas, elas
Libere a criança que existe dentro de você – Luiz Alberto Machado

“A verdadeira maturidade é atingir a seriedade de uma criança brincando.” Soren Kierkegard Não raras vezes, em entrevistas concedidas ou palestras e cursos ministrados sobre criatividade e/ou solução criativa de problemas, perguntam-me o que fazer para desenvolver o potencial criativo. Há, evidentemente, um sem número de respostas a essa pergunta. Num artigo intitulado As “sete leis” da criatividade, o Prof. Victor Mirshawka Jr., inspirado no best-seller As sete leis espirituais do sucesso, de Deepak Chopra[1] (que tem por preocupação a análise da qualidade de vida no trabalho) faz sete recomendações para desenvolver o potencial criativo. São elas: Domine a autocrítica Seja um entusiasta da mudança Busque o diferente! Persista Aumente seu conhecimento “Distribua” sua criatividade Sonhe com o impossível No meu íntimo, porém, a resposta é mais simples e pode ser resumida em “libere a criança que existe dentro de você”. Por que essa convicção? Porque é na nossa mais tenra infância que, utilizando uma combinação de espontaneidade, ingenuidade e curiosidade, descobrimos e aprendemos muitas coisas, algumas das quais nos acompanharão por toda a vida, ajudando-nos a resolver problemas e superar desafios. Lamentavelmente, esse trio – espontaneidade, ingenuidade e curiosidade – vai perdendo força à medida que vamos crescendo e passamos a receber uma série de limites e restrições que nos são impostos, primeiro, em casa e na escola, e, mais tarde, nos demais ambientes que costumamos frequentar. Bob Pike, um dos mais fantásticos especialistas em aprendizagem acelerada que tive oportunidade de conhecer em eventos promovidos pela International Alliance for Learning, costuma abrir suas apresentações com as “leis de Pike”[1]. Delas (cinco no total), duas aplicam-se como uma luva ao tema deste artigo. A primeira é que “adultos são crianças com corpos grandes”, o que significa que o cérebro do adulto está sujeito, em grande parte, aos mesmos estímulos dos cérebros das crianças. Por que então não deixar que esses cérebros “viajem”, exatamente como “viajam” os cérebros das crianças? A segunda lei de Pike diz que “a aprendizagem é diretamente proporcional à quantidade de alegria e divertimento que você sente”. Se o jardim de infância foi o último momento de que você se recorda de ter ido satisfeito e entusiasmado para a escola, alguma coisa deve estar errada no sistema formal de ensino, uma vez que a maior parte das pessoas vai à escola emburrada e chateada, encarando-a como uma obrigação e um pesado fardo a carregar, num clima completamente diferente daquele clima de magia do jardim de infância, marcado pelas brincadeiras, pelos jogos, pelas salas coloridas e cheias de desenhos, e também pelo esforço das professoras em estimular a criatividade, a curiosidade e a sociabilidade. Pois bem. As restrições e limites a que me referi aparecem muitas vezes traduzidos na palavra “não”, que, de acordo com estudos bastante respeitáveis, é a palavra que ouvimos com mais frequência numa determinada fase de nossa vida. Essa sucessão de “nãos” é indicada por Floriano Serra, um executivo do setor farmacêutico que foi pioneiro, entre nós brasileiros, a enveredar pelos caminhos da criatividade, como um dos motivos pelos quais a maior parte das pessoas tem enorme dificuldade para explorar seu potencial criativo. Em seu livro E por que não?[2], ele afirma que existem seis “pês” bloqueadores, responsáveis pelo aparecimento de nossos valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções, que, por sua vez, funcionam como verdadeiros filtros (ou lentes), a partir dos quais enxergamos o mundo. A palavra que ele utiliza para se referir ao efeito bloqueador dos frequentes “nãos” é proibições e os outros cinco “pês” bloqueadores são pais, professores, patrões, preguiça e perfeição, entendida esta última como a busca obsessiva da perfeição, que se transforma em obstáculo para inúmeras pessoas que não fazem quase nada por acharem que sempre falta alguma coisa. Trata-se do famoso “em busca do ótimo, não se faz o bom”. Seguramente você é capaz de adicionar outros “pês” bloqueadores a essa lista, não é mesmo? Os filtros apontados por Floriano Serra fazem com que pensemos sempre da mesma forma, naquilo que Frank Prince[3] denomina de “pensar dentro da caixa”, ou seja, de forma sempre igual, numa rotina que não contribui em nada para a criatividade, o empreendedorismo e a inovação. Há uma pergunta, que costumo fazer aos participantes de meus cursos e seminários que os deixa, quase que invariavelmente, numa situação constrangedora, dada a dificuldade que encontram para respondê-la. É a seguinte: “Quando foi a última vez que você fez uma coisa pela primeira vez?” Resgatar a criança interior será fundamental para romper com esse círculo vicioso que caracteriza o dia-a-dia de muitos de nós, ajudando-nos a “pensar fora da caixa” e, em consequência, a termos mais estímulos para criarmos, empreendermos e inovarmos. Como fazê-lo? Que tal começar por fazer um inventário de coisas que fazíamos com enorme alegria e entusiasmo em nossa infância e que deixamos de fazer por conta dos nossos “pês” bloqueadores e de tantos outros bloqueios que fomos adquirindo – pelas mais diferentes razões – ao longo de nossas vidas? Está feito o convite! Luiz Alberto Machado: Economista, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), é sócio-diretor da empresa SAM – Souza Aranha Machado Consultoria e Produções Artísticas. Foi presidente do Corecon-SP e do Cofecon.
ESTRUTURA CONCEITUAL PARA RELATÓRIO FINANCEIRO – CPC 00

Olá pessoal, neste paper estaremos apresentando os principais conceitos do CPC 00 que trata da estrutura conceitual para os relatórios financeiros, e para iniciar é importante conhecermos um pouco sobre o OBJETIVO dos RELATÓRIOS FINANCEIROS no atendimentos aos anseios dos usuários e como podem auxiliá-los na tomada de decisões; e vocês terão informações sobre as RESTRIÇÕES do RELATÓRIOS FINANCEIROS nos cuidados sobre as informações dos eventos econômicos em seus aspectos qualitativos e como as informações financeiras devem ser úteis, elas devem ser relevantes e representar fidedignamente aquilo que pretendem representar…. Vamos lá, na leitura dos principais pontos do CPC 00 que trata da ESTRUTURA CONCEITUAL PARA RELATÓRIOS FINANCEIROS???….. Olá, entender a estrutura conceitual dos relatórios financeiros é fundamental para o profissional que tenha interesse na gestão empresarial e, em como avaliar o desempenho de uma empresa. Como sabemos, a estrutura dos demonstrativos contábeis segue as normas do IFRS (Internacional Accounting Standards Board) e no Brasil o órgão escolhido pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) foi o CPC (Comitê de pronunciamentos contábeis) O CPC foi criado pela Resolução CFC nº 1.055/05, e tem como objetivo “o estudo, o preparo e a emissão de documentos técnicos sobre procedimentos de Contabilidade e a divulgação de informações dessa natureza, para permitir a emissão de normas pela entidade reguladora brasileira, visando à centralização e uniformização do seu processo de produção, levando sempre em conta a convergência da Contabilidade Brasileira aos padrões internacionais”. O primeiro pronunciamento técnico emitido pelo CPC foi o pronunciamento técnico CPC 00 (R02) que trata da ESTUTURA CONCEITUAL PARA RELATÓRIO FINANCEIRO, sendo este o objeto da explanação no nosso paper. Vamos lá, bem simples o entendimento: O objetivo do relatório financeiro para fins gerais é fornecer informações financeiras sobre a entidade que reporta que sejam úteis para investidores, credores por empréstimos e outros credores, existentes e potenciais, na tomada de decisões referente à oferta de recursos à entidade. Essas decisões envolvem decisões sobre: (a) comprar, vender ou manter instrumento de patrimônio e de dívida; (b) conceder ou liquidar empréstimos ou outras formas de crédito; ou (c) exercer direitos de votar ou de outro modo influenciar os atos da administração que afetam o uso dos recursos econômicos da entidade. As decisões descritas acima dependem dos retornos que os existentes e potenciais investidores, credores por empréstimos e outros credores esperam, por exemplo, dividendos, pagamentos de principal e juros ou aumentos no preço de mercado. As expectativas dos investidores, credores por empréstimos e outros credores quanto aos retornos dependem de sua avaliação do valor, da época e da incerteza (perspectivas) de futuros fluxos de entrada de caixa líquidos para a entidade e de sua avaliação da gestão de recursos da administração sobre os recursos econômicos da entidade. Investidores, credores por empréstimos e outros credores, existentes e potenciais, precisam de informações para ajudá-los a fazer essas avaliações. Assim os relatórios financeiros fornecem informações sobre a posição financeira da entidade que reporta, as quais consistem em informações sobre os recursos econômicos da entidade e as reivindicações contra a entidade que reporta. Os relatórios financeiros fornecem ainda informações sobre os efeitos de transações e outros eventos que alteram os recursos econômicos e reivindicações da entidade que reporta. Ambos os tipos de informações fornecem dados úteis para decisões referentes à oferta de recursos à entidade. Evento econômico pode ser definido como uma operação que promove alterações na estrutura patrimonial de uma empresa, através de ingresso ou consumo de recursos financeiros. Informações sobre a natureza e os valores dos recursos econômicos e reivindicações da entidade que reporta podem auxiliar os usuários a identificar os pontos fortes e fracos financeiros da entidade que reporta. Essas informações podem auxiliar os usuários a avaliar a liquidez e solvência da entidade que reporta, suas necessidades de financiamento adicional e a sua probabilidade de êxito na obtenção desse financiamento. Essas informações também podem auxiliar os usuários a avaliar a gestão de recursos da administração sobre os recursos econômicos da entidade. Informações sobre prioridades e exigências de pagamento de reivindicações existentes auxiliam os usuários a prever como futuros fluxos de caixa serão distribuídos entre aqueles que tiverem reivindicações contra a entidade que reporta. Diferentes tipos de recursos econômicos afetam diferentemente a avaliação, por usuário, das perspectivas de fluxos de caixa futuros da entidade que reporta. Alguns fluxos de caixa futuros resultam diretamente de recursos econômicos existentes, tais como contas a receber. Outros fluxos de caixa resultam da utilização de vários recursos em conjunto para produzir e comercializar produtos ou serviços a clientes. Embora esses fluxos de caixa não possam ser identificados com recursos econômicos (ou reivindicações) individuais, os usuários de relatórios financeiros precisam conhecer a natureza e o valor dos recursos disponíveis para uso nas operações da entidade que reporta. RESTRIÇÕES SOBRE OS RELATÓRIO FINANCEIROS Relatórios financeiros fornecem informações sobre os recursos econômicos da entidade que reporta, reivindicações contra a entidade que reporta e os efeitos de transações e outros eventos e condições que alteram esses recursos e reivindicações. (Essas informações são referidas nesta Estrutura Conceitual como informações sobre os fenômenos econômicos.) Alguns relatórios financeiros incluem também material explicativo sobre as expectativas e estratégias da administração para a entidade que reporta e outros tipos de informações prospectivas. As características qualitativas de informações financeiras úteis se aplicam a informações financeiras fornecidas nas demonstrações contábeis, bem como a informações financeiras fornecidas de outras formas. O custo, que é uma restrição generalizada sobre a capacidade da entidade que reporta de fornecer informações financeiras úteis, se aplica de forma similar. Contudo, as considerações, ao se aplicarem as características qualitativas e a restrição de custo, podem ser diferentes para tipos diferentes de informações. Por exemplo, aplicá-las a informações prospectivas pode ser diferente de aplicá-las a informações sobre recursos econômicos e reivindicações existentes e a alterações nesses recursos e reivindicações. Características qualitativas de informações financeiras úteis Se informações financeiras devem ser úteis, elas devem ser relevantes e representar fidedignamente aquilo que pretendem representar. A utilidade das informações financeiras é aumentada se forem comparáveis, verificáveis, tempestivas e compreensíveis. Características qualitativas fundamentais As características qualitativas fundamentais são
Agronegócio, indústria e mudança de mindset – por: Luiz Alberto Machado

“Quando adotamos um mindset, ingressamos num novo mundo. Num dos mundos – o das características fixas –, o sucesso consiste em provar que você é inteligente ou talentoso. Afirmar-se. No outro mundo – o das qualidades mutáveis –, a questão é abrir-se para aprender algo novo. Desenvolver-se.” – Carol Dweck Examinando não apenas os resultados, mas também – e sobretudo – as declarações recentes de representantes brasileiros do agronegócio e da indústria, foi inevitável a associação com o livro de Carol Dweck, pesquisadora da Universidade de Stanford, intitulado Mindset[1], que pode ser traduzido por mentalidade. No referido livro, a autora aborda a distinção entre “mindset fixo” e “mindset de crescimento”. Pessoas com mindset fixo acreditam que as habilidades não mudam e não se alteram ao longo do tempo, razão pela qual estão menos propensas a ser bem-sucedidas do que as que possuem mindset de crescimento, que acreditam que as habilidades podem ser desenvolvidas por meio de muito trabalho, boas estratégias e, acima de tudo, criatividade e inovação. Agora mesmo, diante das dificuldades decorrentes da crise hídrica e dos problemas climáticos que poderão significar uma pequena queda na expectativa de crescimento da produção neste ano, o discurso das lideranças do agronegócio enfatiza as possibilidades de imediata recuperação e, para tanto, aposta desde já suas fichas na agenda tecnológica em curso, que inclui digitalização, big data e inteligência artificial e que se somará aos pilares tradicionais do crescimento agrícola: bons recursos naturais, gente disposta e treinada, muito investimento em pesquisa e constante desenvolvimento tecnológico, que permitem sucessivos ganhos de produtividade e crescente inserção nas cadeias globais de suprimento. Não é por outra razão que o Brasil é referência no mundo todo, ocupando os primeiros lugares no ranking de produção e exportação de diversos produtos. Simultaneamente, ficamos sabendo que nos últimos 15 anos a indústria brasileira foi da 9ª posição entre as maiores do mundo para a 14ª. No mesmo período, a participação do País na manufatura global caiu quase pela metade, de 2,2% para 1,3%, de acordo com o IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial). Em vez de focalizar o futuro e as perspectivas de recuperação, as lideranças do setor preferem identificar os culpados por essa situação, apontando problemas de ordem interna e outros decorrentes de crises e oscilações da economia internacional. Diante disso, mesmo reconhecendo que não é fácil ser produtor no Brasil em razão do péssimo ambiente de negócios, está mais do que na hora de uma mudança de mindset das nossas lideranças industriais, abandonando as lamúrias típicas de quem possui mindset fixo e adotando atitudes arrojadas que caracterizam os possuidores de mindset de crescimento. Luiz Alberto Machado: Economista, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), é sócio-diretor da empresa SAM – Souza Aranha Machado Consultoria e Produções Artísticas. Foi presidente do Corecon-SP e do Cofecon.
Inflação versus PIB – Estagflação? O que representa isto???

Estagflação é a combinação entre estagnação do crescimento econômico, desemprego e inflação alta. O cenário atual é ruim, mas ainda distante dos anos 70 ou dos anos 80 que foi considerada a década perdida. A boa notícia é que o PIB encontra-se projetado em crescer 5,04% em 2021 após a queda de 4,1% em 2020 devido o forte impacto que afetou o “mundo” e não somente o Brasil. Porém a inflação esta em alta e na casa dos 8,51% podendo chegar a 10%. Como alguns setores ou empresas terão dificuldade em repassar o reajuste da perda do poder aquisitivo da moeda (inflação) aos produtos que vendem terão que assumir o reajuste dos salários que irá ocorrer em decorrência do reajuste salarial da categoria ou o tal famoso: dissídio coletivo e com isto, as empresas, terão que reduzir os custos e o mais provável que seja o corte na própria folha de pagamento e neste caso o tiro sairá pela culatra, provocando o desemprego. Dentre os grupos que mais subiram em 12 meses quem predomina são os combustíveis em 41%, e vale destacar que a Petrobrás no seu contrato junto aos acionistas, faz parte que o reajuste dos preços dos combustíveis, inclusive os preços praticados aqui no Brasil, tem como parâmetro: a oscilação do dólar frente o real e também com a variação dos preços do barril a nível internacional. Fica a pergunta: O que a sociedade tem haver com a oscilação do dólar frente o real, já que a moeda corrente do Brasil que mede a inflação através do IPCA que reajusta os preços é o REAL??? e também com a oscilação do preço do barril do petróleo a nível internacional, porém a elevação do preço do combustível elava os preços dos produtos da cesta básica, provocando a inflação e o desemprego. Resultado de um péssimo acordo da época fechado pelo então presidente FHC e hoje pagamos a conta destas duas variáveis incontroláveis; reajuste com a variação do câmbio e reajuste do preço do barril a nível Internacional. O combustível elevado (decorrente de um contrato de privatização mal elaborado) pressiona os produtos derivados e também demais cadeia produtiva elevando o preço dos produtos, gerando a inflação num período de estagnação, que irá refletir no aumento do custo de produção e com reflexo no desemprego. Combustível 41%, Óleos e gorduras 38%, Carnes 28%, Energia Elétrica residencial 25%, Aves e Ovos 24%, IPCA do período 10%. Daí, façam aí a reflexão quem irá pagar a conta. Um forte abraço Prof. Alexandre Wander https://www.instagram.com/prof_Alexandre_wander
A importância da Análise das Demonstrações Financeiras

“A análise financeira, ou de balanço, como é conhecida, é um dos principais instrumentos de análise de investimentos, para compreender o desempenho econômico-financeiro de uma EMPRESA e sua situação patrimonial”. Ela inter-relaciona dados do balanço patrimonial com a demonstração do resultado do exercício (DRE) e o fluxo de caixa (método indireto), permitindo análise financeira e econômica. Na análise financeira os indicadores são apurados em relação ao desempenho interno da Empresa. Na análise economia os indicadores são apurados em relação ao desempenho interno da Empresa, porém correlacionados com o desempenho do mercado. Fundamental que o profissional de Controladoria, domine tais conceitos para o pleno exercício da sua profissão. Acredite em você e invista no teu conhecimento. Gostou? Deixe teu like, comente e compartilhe com os teus amigos. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do jovem universitário.
10 frases de Peter Drucker que pode te ajudar a mudar a percepção de mundo

Olá pessoal bom dia!!! Olha o que preparamos para você. As 10 frases de Drucker e abaixo de cada uma delas um sucinto comentário nosso. Vamos lá iniciar uma nova semana!!!! Peter Drucker não é apenas o pai da administração moderna, mas um provocador da cultura empreendedora. Aqui as 10 frases de Drucker que vão fazer você pensar. 1) Fazer as coisas certas é mais importantes do que fazer as coisas direto Convocação, seriedade, honestidade. 2) Se você quer algo novo, você precisa de fazer algo velho. Sentir o que já está pronto e como foi construído. 3) Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito. Valorize teu tempo e de importância a ele. 4) O que pode ser medido, pode ser melhorado O valor do tangível que cria o intangível, ou seja a tua marca ou da tua Empresa. 5) Os resultados são obtidos através da exploração de oportunidades, não pela solução de problemas. Seja criativo, inove, desprenda-se do passado problemático. 6) Muito que chamamos de gerenciamento consiste em fazer com que seja difícil para as pessoas trabalharem. Tenha uma linguagem simples, estabeleça padrões. 7) As pessoas que não correm riscos geralmente cometem cerca de 2 erros por ano. Pessoas que assumem riscos geralmente cometem cerca de 2 erros por ano. Avalie teu apetite ao risco e acredite no teu potencial. 8) As reuniões são, por definição, uma concessão a uma organização deficiente. Ou se trabalha ou faz reuniões. Não dá para fazer duas coisas ao mesmo tempo. 9) Planejamento de longo prazo não lida com decisões futuras, mas com o futuro de decisões presentes. Planejamento faz a diferença, implemente o teu ou da tua Empresa. 10) Administração é fazer as coisas direito. Liderança e fazer as coisas certas. Assuma o teu paper de líder, não delegue tua vida a terceiros; aprendizado e humildade de aprender é fundamental, mas no final a decisão da tua VIDA sempre estará nas tuas mãos. Te prepara para ser o protagonista da tua própria História. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do jovem universitário. Inscreva-se, comente e compartilhe com os teus amigos.
Menos Marx, mais Mises – por: Luiz Alberto Machado

“Apesar de ainda ser muito pouco conhecido entre os jovens brasileiros em comparação com Karl Marx, o nome do economista austríaco Ludwig von Mises se tornou um dos símbolos da nova direita, que, ao longo de mais de uma década, passou a congregar de anarcocapitalistas a monarquistas ultramontanos.” Camila Rocha Em 2015, por ocasião das gigantescas manifestações que precederam o impeachment da presidente Dilma Rousseff, escrevi um artigo[1] com o objetivo de esclarecer o significado de um cartaz com os dizeres deste título, exibido por manifestantes na Avenida Paulista, que foi focalizado repetidas vezes pelas câmeras das emissoras de televisão que cobriram o evento. Volto ao tema agora para comentar o recém-lançado Menos Marx, mais Mises, de autoria da cientista política Camila Rocha (Editora Todavia, 2021). No livro, que tem por subtítulo O liberalismo e a nova direita no Brasil, a autora faz uma radiografia do liberalismo brasileiro, tomando por base o papel desempenhado, primeiramente, pelos think tanks e personagens que foram protagonistas nas décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 e, num segundo momento, pelas redes sociais e movimentos da sociedade civil nas primeiras décadas do século XXI. Camila Rocha, que faz questão de declarar-se de esquerda, consegue tratar a questão sem se deixar levar pela preferência ideológica, muito comum em obras dessa natureza. O livro teve origem na tese de doutorado em ciência política pela Universidade de São Paulo, laureada com os prêmios de melhor tese de doutorado da Associação Brasileira de Ciência Política e de Tese de Destaque USP na área de ciências humanas. Na pesquisa que fundamentou sua tese, Camila entrevistou entre 2015 e 2018 dezenas de nomes representativos das diversas tendências do pensamento e das instituições liberais, chegando mesmo a morar por alguns meses no Rio de Janeiro, com o objetivo de fazer pesquisas na sede do Instituto Liberal do Rio de Janeiro. No capítulo inicial, Camila explora aspectos semânticos relacionados à expressão direita, por reconhecer que “é muito comum entre analistas políticos o uso de expressões como ‘direita radical’ ou ‘extrema direita’ para se referir ao fenômeno da nova direita brasileira”. Nessa exploração, a autora recorre ao cientista político britânico Michael Freeden para esclarecer o significado de ideologias políticas. Para Freeden, “as ideologias políticas seriam um conjunto de ideias, crenças, opiniões e valores que: 1) possui um padrão recorrente; 2) é sustentado por grupos relevantes; 3) é utilizado nas disputas em torno da adoção de planos para políticas públicas; e 4) procura justificar, contestar ou mudar arranjos sociais e econômicos”. Desse modo, conclui, “as ideologias políticas possuiriam uma relação estreita com a prática política, permeando conflitos que se dão na esfera pública em torno do desenho de amplos programas que dizem respeito a políticas sociais e econômicas”. Na parte final deste capítulo, Camila enfatiza a importância dos think tanks para a disseminação da defesa do livre mercado, mencionando alguns exemplos que obtiveram notoriedade tanto no Brasil como no exterior, entre os quais o Institute of Economic Affairs, na Inglaterra, a Foundation for Economic Education, nos Estados Unidos, e o Instituto Liberal, no Brasil. O tema será retomado e aprofundado no segundo capítulo, em que a autora mergulha na ação dos principais think tanks brasileiros nas quatro últimas décadas do século XX, procurando mostrar a influência das ideias do economista austríaco Friedrich Hayek, principal idealizador, em 1947, da Sociedade Mont Pèlerin, que até hoje reúne, sistematicamente, representantes das diversas tendências do pensamento liberal do mundo inteiro. Entre os think tanks citados por Camila, destaque para: o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES), fundado em 1961 em São Paulo; a Sociedade Brasileira de Cultura – Convívio, também de São Paulo; a Câmara de Estudos e Debates Econômicos e Sociais (Cedes), que reunia relevantes empresários brasileiros; o Instituto Liberal, fundado em 1983 no Rio de Janeiro pelo empresário Donald Stewart Jr., mas que teve filiais em nove estados do Brasil; o Instituto de Estudos Empresarias, fundado no Rio Grande do Sul pelos irmãos William e Winston Ling; e o Instituto Atlântico, fundado em 1992 no Rio de Janeiro por antigos membros de Cedes liderados pelo economista Paulo Rabello de Castro, que se uniram ao empresário carioca Thomaz Magalhães. Em diferentes momentos, os referidos think tanks conseguiram exercer – em maior ou menor grau – o papel a que se propunham na defesa do livre mercado até entrarem em decadência com a chegada ao poder do Partido dos Trabalhadores e o progressivo afastamento dos principais financiadores dessas instituições. Se a preocupação central dos think tanks focalizados no segundo capítulo era o combate ao comunismo, a dos think tanks e dos movimentos da sociedade civil surgidos a partir do início do século XXI e identificados à nova direita passou a ser o combate à hegemonia cultural esquerdista, principal aspecto examinado por Camila no terceiro capítulo, no qual cinco fatores, em minha opinião, merecem destaque especial. O primeiro diz respeito à importância de Ludwig von Mises, também da Escola Austríaca de Pensamento Econômico, apontado por Camila como principal referência teórica da nova direita. Autor, entre outras obras, do clássico Ação humana[1], Mises dá nome ao principal think tank liberal surgido neste século no País, ao lado do Instituto Millenium. O segundo fator que merece destaque é a unificação dos diversos grupos da chamada nova direita em torno do combate à hegemonia cultural esquerdista que passou a vigorar desde a redemocratização e que é representada pelo pacto democrático de 1988, cujo símbolo maior é a Constituição Cidadã, responsável, de acordo com a visão da nova direita, pelo maior grau de intervenção do Estado na economia e pela proliferação exagerada dos direitos sociais. O terceiro fator reside na relevância do filósofo Olavo de Carvalho em especial no referido combate à hegemonia cultural esquerdista. Embora sofra diversas restrições por sua postura e seus pronunciamentos não democráticos, Olavo de Carvalho conseguiu incutir na cabeça de Jair Bolsonaro e seus três filhos a ideia da necessidade de combater violentamente a influência da esquerda nos meios culturais e educacionais, bom como nos meios
“A VIDA não é somente FINANÇAS”

Muitas das vezes como professor de finanças, fico frustrado pela constante indução que visualizo nas redes, na construção de uma carreira profissional pensando apenas no retorno financeiro e ao rápido enriquecimento. “Cuidado pois isto pode transformar-se em decepção pessoal e profissional”. A construção de uma VIDA não deve ser construída apenas com o viés financeiro, pois seria como iniciar uma construção sem sólidos alicerces. Uma dica: Insista primeiro em você, pois o restante será consequência do modo que mesmo traçou tuas metas em como chegar lá; e isto demanda tempo e objetivos claramente definidos, a luz da tua real capacidade do teu momento. Primeiro uma Graduação na profissão que você se identifica e leve junto aperfeiçoamento em informática, depois uma pós graduação e um curso básico de inglês, aproxime-se de pessoas tecnicamente melhor do que você e procure aprender com elas: seja humilde em ouvi-las e aprenda a trabalhar sobre pressão; seja resiliente. Aos poucos, daí sim com o teu conhecimento adquirido, pode estar certo que com a tua valorização e capacitação no Mercado, sempre você terá uma renda economizada para os investimentos pessoais e de segurança financeira. Seja coerente com os teus objetivos pessoais, profissionais e familiares e VIVA A VIDA. Prof. Alexandre Wander Recomendo a compra e leitura do livro da foto. Gecompany o canal amigo do jovem universitário. Inscreva-se, comente e compartilhe com os teus amigos https://www.instagram.com/p/CT4ODXurW4x/?utm_medium=share_sheet