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Nossos sinceros agradecimentos

Aos amigos, clientes e parceiros que caminharam conosco neste ano, o nosso mais profundo agradecimentos. Vivemos desafios que nos fizeram crescer, celebramos conquistas que encheram o coração de orgulho e aprendemos com cada experiência que nos tornou mais fortes e preparados. Foram dias de esforço, noites de dedicação e muitos momentos de superação… mas também de alegria, união e esperança. E é com esse sentimento de gratidão e confiança que encerramos mais um capítulo — certos de que o próximo será ainda mais grandioso. Que o novo ano traga saúde, prosperidade, novas oportunidades e muitos motivos para sorrir.Seguimos juntos, construindo histórias e transformando sonhos em realidade. ✨ Boas festas e um Ano Novo iluminado! 💫

São Paulo reconhecida como cidade criativa

Capital paulista foi inserida na rede na área de cinema; para Luiz Alberto Machado, escolha consagra um conjunto robusto de políticas públicas e investimentos no setor cinematográfico e do audiovisual Luiz Alberto Machado, economista e colaborador do Espaço Democrático e da Gecompany. No dia 31 de outubro, internacionalmente reconhecido como Dia Mundial das Cidades, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) oficializou a admissão de 58 novas cidades em sua Rede de Cidades Criativas, entre as quais a cidade de São Paulo, que passa a ser a décima quinta cidade brasileira a fazer parte da referida rede. Criada em 2004, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO tem como objetivo promover a cooperação internacional entre cidades que identificam a cultura e a criatividade como estratégias centrais para o desenvolvimento urbano sustentável. A rede abrange sete áreas criativas: artesanato e artes folclóricas, design, cinema, gastronomia, literatura, artes midiáticas e música. A admissão de São Paulo se deu na área de cinema, consagrando o dinâmico ecossistema audiovisual paulistano, resultado de políticas públicas consistentes da Prefeitura de São Paulo e de uma rede que envolve produtores, criadores, exibidores, festivais e instituições de ensino. Nessa mesma área, o Brasil (que conta com pelo menos uma integrante em cada área), já possuía duas cidades integrando a Rede da UNESCO: Santos (SP) e Penedo (AL). A inclusão da cidade ocorreu depois da candidatura da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa (SMC), Spcine (Empresa de Cinema e Audiovisual da Cidade de São Paulo) e Secretaria Municipal de Relações Internacionais (SMRI), que realizaram a inscrição do município no projeto. A indicação da cidade foi aprovada pelo Comitê Nacional da UNESCO em fevereiro deste ano e seguiu para a avaliação internacional por outras cidades membro, que agora confirma a vitória. A candidatura de São Paulo foi embasada por um conjunto robusto de políticas públicas e investimentos, no setor cinematográfico e do audiovisual. A existência da SPcine, que atua no desenvolvimento, financiamento e implementação de políticas para cinema, TV, games e novas mídias, demonstra o compromisso da Prefeitura de São Paulo com o setor. Além disso, o apoio aos realizadores locais se dá em diversas iniciativas, como o Circuito SPcine, que leva cinema a bairros periféricos, enquanto projetos como Cinema em Bibliotecas e sessões dentro da programação da Virada Cultural garantem acesso gratuito e democrático à população. O setor também se beneficia de editais e fomento direto, como o programa “Aceleração Amplifica Cine”, e investimentos massivos, que chegam aos R$ 80 milhões em 2025. A prefeitura também realiza oficinas de capacitação para orientar artistas e produtores sobre como acessar editais, apoia eventos e patrocina a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Das 23 cidades brasileiras que apresentaram candidatura em fevereiro, apenas São Paulo e Manaus foram indicadas para a aprovação final pela UNESCO. Porém, na relação recém-divulgada, apenas a cidade de São Paulo foi incluída na área de cinema. Manaus, que pleiteou a chancela na área de gastronomia, segue aguardando o reconhecimento. As novas 58 cidades anunciadas em 31 de outubro vêm se somar às 350 anteriormente selecionadas, compondo agora o total de 408 integrantes da Rede de Cidades Criativas da UNESCO, que recomenda que além de se destacar na área específica, a cidade dialogue com pelo menos outras três áreas − se possível com todas as outras. Entre as novas 58 cidades integrantes da Rede encontram-se Quito (Equador) e Lusail (Qatar) na categoria arquitetura, Zaragoza (Espanha) na gastronomia, e Nova Orleans (EUA) e Kiev (Ucrânia) na música. Dois depoimentos, a meu juízo, merecem ser ressaltados. O primeiro, de Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO: “As Cidades Criativas da UNESCO demonstram que a cultura e as indústrias criativas podem ser motores concretos do desenvolvimento. Ao receber 58 novas cidades, estamos fortalecendo uma Rede em que a criatividade apoia iniciativas locais, atrai investimentos e promove a coesão social”. O segundo, de Lyara Oliveira, presidente da Spcine, uma das entidades responsáveis pela candidatura de São Paulo: “Esse reconhecimento destaca a relevância estratégica do audiovisual na capital paulista, que se sobressai ao abrigar um setor robusto e dinâmico, formado por profissionais altamente qualificados, empresas inovadoras e uma infraestrutura de excelência”.

Grazi entrevista Irineu Diniz, especialista de RH

Irineu Máximo Diniz, advogado formado pela USP-SP, com passagem pela Nestle como gerente de Recursos Humanos e ex-diretor na Faber Castell, atualmente sócio da Máximo Diniz em São Carlos parceiro mentor da Gecompany… Experiencia de Vida que inspira.

A Evolução da Contabilidade: Da História às Regras Atuais

A Contabilidade é uma ciência antiga, cuja origem remonta a milhares de anos. Alguns historiadores indicam que os primeiros sinais objetivos de registros contábeis surgiram cerca de 2.000 anos antes de Cristo, enquanto as formas mais rudimentares de contagem de bens podem ter iniciado por volta do quarto milênio antes de Cristo, durante o período das civilizações Suméria, Babilônia, Egito e China. Mesmo antes disso, o homem primitivo, ao contar seus rebanhos, instrumentos de caça e pesca ou ânforas de bebidas, já praticava uma forma rudimentar de inventário, que podemos considerar como uma manifestação inicial de Contabilidade. Contudo, nessa fase, a contagem era apenas física e não utilizava avaliação monetária. A evolução da Contabilidade foi relativamente lenta até o surgimento da moeda, momento em que negociantes passaram a registrar obrigações, direitos e bens perante terceiros, resultando em sistemas mais organizados e efetivos. Na era das trocas, apenas inventários físicos de mercadorias eram realizados, mas, com a introdução de moedas, a Contabilidade se sofisticou significativamente. A Contabilidade Moderna Atualmente, a Contabilidade é regida pela Lei das S.A. (Lei 6.404/76) e segue padrões estabelecidos por órgãos reguladores. Destaque para o Manual de Contabilidade por Ações, editado pela FIPECAFI a convite da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Este manual incorpora todas as inovações em termos de normas contábeis e reflete o papel essencial da Contabilidade nos países que promovem o mercado de capitais como forma de financiar os projetos de investimento das empresas. O contador, no cenário atual, desempenha uma função indispensável para o registro correto de todas as movimentações patrimoniais e para a aplicação adequada das normas e procedimentos. Ele é o guardião das informações financeiras, assegurando transparência e viabilidade para as organizações. Livros de Referência Os conceitos apresentados neste artigo têm como base os seguintes textos importantes na área contábil: Eliseu MartinsEditora Gen/Atlas – 3ª edição

O sistema Empresa

As organizações se interagem com a sociedade de maneira completa. A empresa é um sistema em que há recursos introduzidos, que são processados, e há a saída de produtos ou serviços. Uma empresa é considerada como um sistema aberto em razão da sua interação com a sociedade. Essa interação provoca influencia nas pessoas, aumento do padrão de vida e o desenvolvimento da sociedade. “os sistemas abertos envolvem a ideia de que determinados inputs são introduzidos no sistema e processados, geram outputs. Com efeito, a empresa vale-se de recursos naturais, humanos e tecnológicos, de cujo processamento resultam bens ou serviços a serrem fornecidos ao mercado”. Toda empresa tem uma missão em relação a sociedade e a missão das empresas corresponde aos seus objetivos permanentes, que consistem em otimizar a satisfação das necessidades humanas. Padoveze, Clóvis LUís Controladoria Estratégia e Operacional Cengage, Learnig – 3 edição

Pequeno sim, sem planejamento nunca!

As micro e pequenas empresas (MPEs) são as maiores responsáveis pela geração de renda e pelo impulsionamento da economia no Brasil. Segundo um levantamento feito pelo Sebrae, as MPEs representam 99% de todas as empresas no país, geram 55% dos empregos com carteira assinada e respondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.Apesar do desempenho positivo dos pequenos negócios, outro estudo do Sebrae aponta um dado preocupante: quase 60% das MPEs encerram suas atividades após os cinco primeiros anos. Ainda de acordo com a pesquisa, 17% desses empreendedores não fizeram nenhum planejamento, enquanto 59% disseram que a gestão foi realizada apenas nos seis primeiros meses. “A falta de um bom plano financeiro, a ausência de gestão e o fato de não conhecer o mercado estão entre os motivos que levam ao fechamento do negócio”, comenta Paulo Marcelo Ribeiro, dirigente institucional da Faculdade Sebrae. O planejamento estratégico (PE), assim como nas grandes organizações, também é essencial para a sobrevivência e o crescimento estruturado das MPEs. É uma maneira eficaz de orientar os empreendedores na tomada de decisão, diminuir os riscos e evitar erros que possam comprometer o sucesso do negócio. “As empresas que estabelecem objetivos claros, experimentam uma maior eficiência operacional, crescimento e melhor margem de lucro, contribuindo para a sua sustentabilidade a longo prazo”, afirma o Adm. Fernando Lage, sócio da KPMG Brasil e coordenador do Grupo de Governança, Riscos e Compliance do CRA-SP.  Embora muitos gestores tenham ciência de que o planejamento pode melhorar seus processos, boa parte deles ainda falha no momento de colocá-lo em prática, por não saberem como levantar informações relevantes para criar o negócio. Por mais que pareça complexo, Lage explica que um planejamento estratégico eficiente deve ser estruturado de maneira simples, com foco nas áreas mais críticas, e ter objetivos de curto, médio e longo prazo estabelecidos de forma clara, mensurável e alcançável.  Etapas do planejamento estratégico           Paulo Marcelo Ribeiro Um bom planejamento estratégico começa com uma séria análise de mercado e cenários do negócio, antes mesmo da abertura da empresa. Nesse primeiro passo, explica Ribeiro, o empreendedor precisa conhecer a concorrência, buscar informações sobre o setor e avaliar se vale a pena investir nesse ramo de atividade. Em seguida, vem a definição de metas e objetivos. Nessa etapa, o empreendedor identifica onde ele está, para onde quer ir e como chegar lá. Define, também, a missão e os valores, seus diferenciais e o futuro da organização. No terceiro passo é hora de o plano de negócio ser desenvolvido. Ele carece de mais dedicação do empreendedor, porque é nessa fase que as estratégias para alcançar os objetivos começam a ser traçadas. O empreendedor decide, por exemplo, se vai trabalhar com parcerias, se vai ter representantes comerciais ou vender só pela internet. Definidos esses detalhes, é hora de montar um bom plano de trabalho e pôr em prática as ações que vão levá-lo ao seu objetivo. “Atendi um empreendedor que montou um e-commerce de produtos da Rua 25 de Março (maior centro popular de compras de São Paulo). Ao invés de investir em um estoque, ele abriu um escritório nessa rua e, quando vendia um produto, descia, comprava e despachava no correio. Isso facilitou a logística e, por não ter estoque, ele não corria o risco de ficar com o dinheiro empatado em mercadorias que não foram vendidas. Então, há uma série de estratégias que podem ser implementadas para otimizar o negócio”, conta Ribeiro. Por fim, é recomendável aplicar um ciclo de avaliação e monitoramento do planejamento. “Sempre indicamos fazer um plano pensando em um horizonte maior, como por exemplo onde você quer que a empresa esteja daqui cinco anos. No entanto, é importante revisitar todo o plano, pelo menos, uma vez ao ano, para ver se atingiu os resultados e corrigir as rotas, se necessário”, sugere o dirigente da Faculdade Sebrae. Ferramentas de planejamento estratégico Em cada etapa do planejamento, o empreendedor tem acesso a uma série de informações a serem avaliadas. Segundo Lage, a tomada de decisão no negócio deve acontecer com base nos dados e análises, e não apenas na intuição. “Isso aumenta as chances de sucesso das iniciativas e investimentos”, afirma. De acordo com o professor do curso de Administração da ESPM, Jaércio Barbosa, há três tipos de dados que precisam ser analisados: os da empresa, como custo, vendas, público-alvo, capacidade de produção, orçamento e receitas; os da concorrência, ou seja, se o concorrente cresceu, diminuiu e se tem o mesmo público; e os dados macroambientes, que analisam fatores externos mais amplos, como o social, econômico, tecnológico e político. “O gestor vai transformar esses dados em informação e estruturá-los para, a partir daí, conseguir entender o que é importante para sua empresa”, diz o docente. Além das ferramentas típicas da Administração (veja box abaixo), o professor da ESPM sugere o uso da inteligência artificial para maximizar o processo de planejamento. E, para quem precisa de opções mais baratas, as versões gratuitas do Trello e da Assana, assim como os aplicativos do Sebrae e da prefeitura de São Paulo, por exemplo, podem auxiliar na organização do negócio.  Como o ideal é simplificar ao máximo esse processo, o docente recomenda também a técnica de Metas SMART, fundamentada em cinco pilares básicos (específica, mensurável, atribuível, realista e temporal), que colaboram para a correta aplicação de metas e auxiliam no acompanhamento dos resultados; além da matriz Ansoff, uma ferramenta que permite às empresas analisarem diferentes opções de crescimento e optarem pela estratégia mais adequada aos objetivos organizacionais. Desafios de gestão das PMES Falta de apoio, sobrecarga de trabalho, acúmulo de funções e conhecimento limitado são alguns desafios que o pequeno e médio empresário enfrenta em sua empresa, conforme aponta a pesquisa “Cabeça de Dono”, realizada pelo Instituto Locomotiva para o Itaú Empresas, que ouviu 1001 empreendedores. De  acordo com o estudo, dos 98% dos entrevistados que participam diretamente de decisões estratégicas do negócio, 37% deles assumem sozinhos todas as decisões e direcionamentos estratégicos de ao menos uma área. Já entre os 96% que também executam tarefas

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Empreendedorismos

Luiz Alberto Machado fala sobre a importância do empreendedor na promoção do crescimento econômico e do desenvolvimento

“Inteligência Artificial Neuro-Simbólica: Integração entre Lógica Simbólica e Redes Neurais”

Humberto Emílio Massareto Inteligência Artificial Neuro-Simbólica: O Futuro das IAs Conexão de Lógica e Aprendizado Profundo Como a Integração de Métodos Simbólicos e Estatísticos Está Redefinindo o Mercado, Transformando Hábitos e Incentivando a Criatividade na Era da Inteligência Artificial Uma análise do artigo escrito por Jonathan Feldstein, Paulius Dilkas, Vaishak Belle e Efthymia Tsamoura, que aborda o campo emergente da Inteligência Artificial Neuro-Simbólica (Neuro-Symbolic AI), buscando explorar a integração de técnicas simbólicas, como o raciocínio lógico, com métodos estatísticos baseados em redes neurais profundas. Essa integração, que já vem sendo buscada há muito tempo na pesquisa em inteligência artificial, visa unir as forças dos métodos simbólicos e conexionistas para desenvolver sistemas mais eficientes e que superem as limitações de cada abordagem individual. O foco da IA Neuro-Simbólica é fornecer um meio de aprimorar a capacidade dos modelos de IA em lidar com tarefas complexas que exigem tanto aprendizado automático quanto raciocínio explícito, promovendo uma flexibilidade superior e aproximando-se mais do comportamento humano. Esta análise representa uma síntese dos principais pontos do artigo, proporcionando uma visão abrangente dos conceitos e das contribuições da IA neuro-simbólica para o desenvolvimento de sistemas híbridos de inteligência artificial. Incluí minhas percepções sobre os eventuais impactos que poderão afetar diretamente o mercado, os hábitos das pessoas e a criatividade na era da inteligência artificial. 1. Motivação e Contextualização No artigo, a proposta de unir abordagens simbólicas e conexionistas é discutida, destacando sua relevância especial devido aos avanços recentes em aprendizado profundo, que demonstram sua eficácia em tarefas de reconhecimento de padrões (por exemplo, visão computacional e processamento de linguagem natural). Entretanto, são discutidas as limitações inerentes dessas redes, o que justifica a necessidade de integração com métodos simbólicos para ampliar suas capacidades e gerar soluções mais próximas das exigências do mundo real e do mercado. Entre essas limitações, destacam-se as seguintes: Em contrapartida, os modelos lógicos oferecem vantagens evidentes em termos de raciocínio estruturado e representações simbólicas, sendo particularmente eficazes em capturar relações, causalidade e proporcionar explicações lógicas. Contudo, também enfrentam limitações, especialmente em termos de escalabilidade, já que a complexidade computacional cresce exponencialmente com o aumento do conjunto de proposições. 2. Conceitos-Chave e Contribuições do Documento No artigo, é feita uma revisão dos principais conceitos e frameworks que combinam técnicas simbólicas e redes neurais profundas, categorizando-os em arquiteturas compostas e monolíticas. Essa distinção estrutural é crucial para compreender como diferentes abordagens lidam com as fraquezas dos métodos puramente simbólicos ou conexionistas, tirando proveito do melhor de cada um. O mapeamento apresentado no artigo divide o campo da IA neuro-simbólica com base nos mecanismos de supervisão, nos métodos de inferência, e nos tipos de integração simbólica. Isso serve de guia para engenheiros que desejam integrar modelos lógicos em redes neurais e para pesquisadores que buscam entender as diferenças entre as várias abordagens existentes. Diagramas e Estrutura de Frameworks O artigo inclui diagramas que ajudam a visualizar a classificação das abordagens neuro-simbólicas, destacando como os componentes simbólicos e neurais se conectam e quais são suas propriedades lógicas e inferenciais. A Figura 1 proporciona uma visão clara das relações entre diferentes frameworks, facilitando a escolha da abordagem mais adequada para cada problema ou aplicação. Essa visão contribui para a criatividade na construção de novas soluções, incentivando o pensamento inovador sobre a combinação de métodos para abordar desafios específicos de forma eficaz. 3. Conceitos Detalhados de Modelos e Técnicas O documento mergulha em frameworks de integração que visam proporcionar uma ponte eficiente entre os paradigmas simbólico e conexionista, promovendo a adoção prática de técnicas híbridas. Entre os modelos discutidos, destacam-se: Aprendizado Relacional Estatístico (SRL) O SRL visa combinar modelos probabilísticos e lógicos para integrar raciocínio simbólico e a capacidade de lidar com incertezas. Exemplos incluem: Contagem Ponderada de Modelos (Weighted Model Counting – WMC) O WMC é discutido como uma extensão da contagem de modelos para calcular probabilidades associadas às proposições lógicas. São introduzidas variantes, como: Programação Lógica Probabilística (PLP) A PLP combina lógica e probabilidade, permitindo inferir a probabilidade de um fato ser verdadeiro dado um conjunto de regras e fatos observados. Esta técnica é particularmente útil em diagnósticos médicos e apoio à decisão em cenários com incertezas. O uso da PLP pode ser estendido para uma ampla gama de aplicações, incluindo sistemas de apoio à tomada de decisão em grandes organizações, onde a complexidade dos dados exige abordagens inovadoras e explicáveis. 4. Contribuições Principais e Discussões O artigo foca em cinco contribuições principais: 5. Perspectivas Futuras e Problemas em Aberto Embora promissora, a integração simbólico-neural enfrenta desafios como complexidade computacional e baixa adoção por praticantes de Machine Learning devido à necessidade de conhecimento especializado. Também são necessários métodos padronizados de interpretação que garantam a clareza dos resultados para os usuários finais. Superar esses desafios terá um impacto direto em como as soluções de IA serão aceitas e integradas aos hábitos diários das pessoas, facilitando o uso da IA em diversas áreas da vida cotidiana. Conclusão O artigo “A Handbook on Augmenting Deep Learning Through Symbolic Reasoning” representa uma tentativa ambiciosa de organizar e mapear o campo da IA neuro-simbólica. A integração simbólica-estatística é vista como uma abordagem promissora para superar limitações dos métodos de IA existentes, especialmente em termos de explicabilidade, eficiência de dados e robustez em situações de pouca informação. O trabalho fornece uma base sólida para que novos pesquisadores avancem na criação de arquiteturas capazes de integrar raciocínio lógico e aprendizado profundo, levando a uma próxima geração de sistemas de IA mais inteligentes, criativos e confiáveis, capazes de transformar mercados, moldar hábitos e criar novas oportunidades de inovação e criatividade. REFERÊNCIA:FELDSTEIN, Jonathan; DILKAS, Paulius; BELLE, Vaishak; TSAMOURA, Efthymia. A Handbook on Augmenting Deep Learning Through Symbolic Reasoning. Disponível em: https://arxiv.org/pdf/2410.22077. Acesso em: 02 out. 2024.