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Tudo custa e Qual a qualidade almejada pelo teu cliente????

É importante refletir sobre a real necessidade de investimento da chamada “era da tecnologia” tal como robótica e agora a da quarta geração denominada a Revolução da Indústria 4.0 que possui 06 princípios: 1) Produção em tempo real; 2) Virtualização; 3) Descentralização; 4) Orientação a serviços; 5) Modularidade; e 6) Interoperabilidade. Tudo isto é fundamental para acompanhar a evolução do mundo contemporâneo e faz parte do avanço tecnológico. Mas, fica a reflexão: Qual é a qualidade percebida pelo teu cliente: 1) O investimento irá trazer melhoria na qualidade do teu produto? 2) A melhoria a ser introduzida é a requerida pelo teu cliente? 3) Os investimentos de tecnologia trarão redução no custo do processo produtivo? 4) Os investimentos de tecnologia trarão incremento na linha de produção? 5) As unidades produzidas serão absorvidas pelo mercado consumidor? 6) O ganho financeiro da produção irá gerar caixa com rentabilidade acima do custo do investimento? No incremento do giro ou da margem. 7) O tempo de recuperação do investimento será inferior a introdução de uma nova tecnologia? Alguns pontos de reflexão, caso você tenha mais algum, deixe tua contribuição no comentário deste post. Estou pensando em fazer um vídeo sobre o que tive a oportunidade de presenciar em algumas empresas. Se for do teu interesse deixe teu like neste post. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do Empreendedor. Inscreva-se, comente e compartilhe.

Algumas dicas de uma boa Gestão Empresarial durante a crise

Administrar uma empresa, exige uma série de habilidades não somente ao proprietário, mas a todos os funcionários que almejam dias melhores, relacionamos algumas dicas para reflexão que poderá ajudar na GESTÃO EMPRESARIAL. 1) Efetuar vendas assertivas, cuidado com a inadimplência; 2) Avaliar os custos estritamente necessário a operação da tua Empresa, se possível repassar a INFLAÇÃO somente após o reajuste salarial da categoria, administre os investimentos, mantenha o preço e ganhe no giro; 3) Ser vendedor com mentalidade de consumidor, proteger o teu cliente; 4) Zelar pela qualidade do teu produto ou serviço, eliminar o custo do retrabalho; 5) Administrar pontualmente o capital de giro da tua Empresa; manter em estoque o realmente necessário, estoque parado custa dinheiro; 6) Evitar endividamento de investimento de crescimento através de juros bancários, a SELIC está em alta; 7) Ser criativo num mercado altamente competitivo, tenha foco na gestão do caixa. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do Empreendedor  

Mercado de capitais: O que é, como funciona

O mercado de capitais assume um papel dos mais importantes do processo do desenvolvimento econômico. Você sabia que as economias voltadas para o acionista tem melhor desempenho, devido a rapidez de interface entre o investidor e as empresas que necessitam de recursos financeiros para a implementação dos projetos de crescimento? No modelo tradicional as Empresas tem como intermediários os bancos e a eles pagam “juros” dos financiamentos e por incrível que pareça; o banco empresta o dinheiro do investidor de poupança ou títulos de renda fixa ou variável e “ganham” o spread entre o investidor ” de poupança” e tomador do recurso financeiro “das altas taxas de juros. No mercado de capitais o investidor compra ações das empresas, e estas por sua vez “pagam” dividendos aos detentores das ações e quanto maior o lucro maior o índice de distribuição ou pagamento dos dividendos. O risco existe é de não receber dividendos é se a empresa tiver um prejuízo. Mas calma, nem tudo esta perdido; pois você pode ganhar também na valorização do valor das ações. Complicado é se você perder nós dois lados. Mas vamos lá: você acha que uma AMBEV vai falir? Uma Petrobrás? Natura??? Então o risco não é tão grande assim, concorda? Estude finanças e aprenda a investir do tal do mercado de capitais e saber como ele funciona. Gostou? Aguarde nosso próximo post sobre: O que é e como funciona o mercado de capitais. Um post por vez e daqui algum tempo você terá uma boa base de conhecimento. Inscreva-se, comente e compartilhe aos teus amigos. Prof. Alexandre Wander

Sinais confusos – comportamento da economia – por: Luiz Alberto Machado

Tom Jobim fez, anos atrás, uma afirmação que se tornou clássica: “O Brasil não é para principiantes”. Tenho me recordado dela ao acompanhar e tentar interpretar os indicadores econômicos divulgados regularmente pela mídia e pelos organismos especializados. Há uma alternância de bons e maus indicadores suficiente para deixar confusa qualquer pessoa que tente compreender o cenário atual e, principalmente, desenhar prováveis cenários. Se não, vejamos. A projeção de crescimento do PIB é positiva e as previsões não param de melhorar a partir da divulgação do resultado do primeiro trimestre, que foi superior ao esperado. No dia 28 de junho, o Boletim Focus do Banco Central aumentou a previsão de crescimento para 2021 de 5,00% para 5,05%. Mesmo considerando que a base de comparação é débil e que há um carrego estatístico (carry over) considerável para este ano, não deixa de ser uma projeção alvissareira. Seguindo pelo lado das boas notícias, temos acompanhado o bom desempenho da bolsa de valores, cujo principal índice, o Ibovespa, segue num patamar elevado, apesar das naturais oscilações decorrentes de acontecimentos pontuais no Brasil ou no exterior. Exemplo disso é que mesmo com queda de 1,74% na sexta-feira, dia 25 de junho, o índice fechou aos 127.255 pontos, número bastante expressivo segundo os experts. Paralelamente ao bom desempenho do mercado acionário, observa-se a redução do valor do dólar, que em junho passou a registrar cotação inferior a RS$ 5,00 depois de muito tempo. Em contrapartida, os dados referentes à inflação não são animadores, tendo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingido a taxa de 8,06% em 12 meses em maio último. Tomando por base a mesma referência utilizada para o crescimento do PIB, observa-se nas últimas semanas sucessivas altas nas projeções. No dia 28 de junho, o Boletim Focus do Banco Central aumentou pela 12ª semana consecutiva a previsão da inflação para 2021. A estimativa do mercado financeiro para o  IPCA deste ano subiu de 5,90% para 5,97%, superando o teto superior da meta de inflação que é de 5,25%. [1] [1] O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. As seguidas estimativas de alta da inflação tiveram como consequência imediata a elevação da taxa básica de juros (Selic) por parte do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). Depois de atingir o nível histórico mais baixo, 2,00%, em agosto de 2020, permanecendo nesse patamar até março de 2021, o Copom iniciou um ciclo de aumentos, elevando a Selic para 2,75% em março, 3,50% em maio e, finalmente, 4,25% na reunião do dia 17 de junho. Dos vários indicadores publicados recentemente, o que mais me preocupou foi o divulgado pela Comissão das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) em 21 de junho, segundo o qual o investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil registrou uma queda de 62% em 2020, recuando para US$ 25 bilhões, o menor em duas décadas. Com isso, o Brasil caiu cinco posições entre os países que mais atraem investimentos estrangeiros, indo da 6ª para a 11ª posição e sendo superado, na América Latina, pelo México. A pandemia do novo coronavírus provocou uma retração de 35% em 2020 nos investimentos estrangeiros em todo o mundo, que caíram de US$ 1,5 trilhão para US$ 1,0 trilhão, igualando praticamente o valor de 2005 e ficando 20% menor em comparação a 2009, ano imediatamente posterior à crise financeira global. . Essa retração, no entanto, não foi linear, sendo o Brasil o país que teve a maior queda na região da América Latina e Caribe, que, por sua vez, foi aquela que teve a maior queda entre as regiões emergentes do mundo, que incluem também o continente africano e parte dos países da Ásia. Minha preocupação está relacionada a uma perspectiva de longo prazo. Ao contrário de indicadores conjunturais como são os casos do crescimento do PIB, da taxa de câmbio ou da variação do nível de preços, a taxa de investimento tem efeito duradouro e, nesse aspecto, a taxa de investimento no Brasil, que tem oscilado em torno de 15% nos últimos anos (gráfico 1), é, historicamente, muito baixa, comparativamente à de outros países emergentes, principalmente os asiáticos. E, considerando que o brasileiro – ou por não ter condições ou por uma questão cultural – não cultiva o hábito da poupança, que é pré-requisito indispensável para o investimento, a atração de capitais provenientes do exterior tem sido fundamental para a preservação da nossa insuficiente taxa de investimento. Mesmo reconhecendo que o nível dos investimentos estrangeiros se encontra em recuperação no mundo em 2021, graças à retomada do nível de atividade e ao avanço da vacinação contra a Covid-19, e que no Brasil o investimento estrangeiro registra um crescimento anual de 30% de janeiro a maio, é essencial que o objetivo de expandir a taxa de investimento permaneça ocupando lugar prioritário na cabeça de nossas autoridades. Concluo meu artigo reverenciando o economista Calos Geraldo Langoni, ex-presidente do Banco Central (de 18 de janeiro de 1980 a 5 de setembro de 1983), falecido no último dia 13 de junho. Aluno, na Universidade de Chicago, de Theodore Schultz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1979, Langoni pensava no desenvolvimento do País a longo prazo e, nesse sentido, enfatizava a importância maior do investimento em capital humano do que em capital físico. Infelizmente, não conseguiu influenciar suficientemente gerações e gerações de responsáveis pela condução de nossa economia, razão pela qual continuam prevalecendo no Brasil a visão curto prazista e o descaso com a educação, dois dos maiores obstáculos para superarmos a armadilha da renda média. Luiz Alberto Machado Economista, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), é sócio-diretor da empresa SAM – Souza Aranha Machado Consultoria e Produções Artísticas e diretor adjunto do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Foi presidente do Corecon-SP e do Cofecon.

Quatro principais fatores desempenharam funções na Ascensão do valor para o acionista:

1) O surgimento de um mercado ativo pelo controle acionário, devido a incapacidade de muitas equipes e profissionais do desempenho de suas funções, que repercutiram no conflito de agência; 2) Inserção do stock option que é a prática de remunerar executivos com um pacote de opções de compra de ações, que foram introduzidas nos Estados Unidos e parte da Europa, criando o status do funcionário acionista e proprietário; 3) Crescente participação dos investidores minoritários desde 1982, nos Estados Unidos e parte da Europa; 4) Insolvência dos planos de seguridade social governamental, principalmente na Europa Continental e no Japão, devido o aumento da expectativa de vida da população. Gostou? Deixe teu like, comente e compartilhe nossa página com os teus amigos. Acredite em você, invista no teu potencial. O estudo é o melhor caminho para chegar lá. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do jovem universitário.

Comprar a vista no preço a prazo: o desafio será administrar a fatura do cartão de crédito

A taxa de juros do cartão de crédito rotativo para o chamado cliente regular, que paga o mínimo de 15% da fatura dentro do prazo regular, variou de 295% ao ano em fevereiro para 306% ao ano em março. Finanças também é vida, saiba pensar e economizar para ajudar a quem precisa. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do jovem universitário e do empreendedor. https://www.instagram.com/p/CQ-1cp-Fth6/?utm_medium=share_sheet

Avaliação do comportamento da taxa SELIC frente ao: PIB,CAMBIO e IPCA

Entender o inter-relacionamento dos principais indicadores da ECONOMIA divulgados pelo BANCO CENTRAL, é fundamental para as projeções futuras tanto na elaboração do orçamento empresarial, quanto no comportamento das ações na BOVESPA. Não é só criticar, temos que entender como funciona o: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL, numa economia em desenvolvimento como a do BRASIL.

REFORMA TRIBUTÁRIA: Principais propostas e o impacto para Empresários e Investidores Financeiros.

Muito tem se falado sobre a reforma tributária; opiniões divergentes sobre este assunto. Quando se fala em tributo já vem a velha frase “o Brasil é o maior pagador de impostos do mundo”, realmente ele é, além de ser um sistema tributário muito complexo. Atualmente, existem três propostas em discussão no Brasil: A PEC 45/2019 de autoria da Câmara dos Deputados; A PEC (110/2019) do Senado Federal e a PL 3887/2020 do Governo Federal. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal pretendem unificar as PEC 45 e 110 de 2019. A última reforma tributária ocorreu em 1.965, portanto, precisamos remodelar esse sistema tributário de forma que incentive o empreendedorismo no país, gerando emprego e renda, consequentemente aquecendo o mercado econômico. É importante ressaltar que os Princípios que o Governo aborda para esta Reforma são: Simplificação e menos custos; Segurança Jurídica e Transparência; Redução de distorções e fim de privilégios; Manutenção de carga tributária global; Combate à sonegação; Neutralidade nas decisões econômicas; Mais investimento e emprego. Os três setores que sofrerão mudanças são as Pessoas Físicas, Pessoas Jurídicas e Investidores Financeiros. 1) O que muda para Pessoa Física: A isenção de IRPF atual é para quem ganha até R$ 1.903,98 por mês, que representa 10,7 milhões da população brasileira. A nova proposta de faixa de isenção é de até R$ 2.500,00 por mês, isso beneficiará cerca de 16,3 milhões de cidadãos. Lembrando que desde 2015 esta faixa não era corrigida. Na declaração o desconto simplificado de 20% fica restrito apenas para quem recebe até R$ 40mil por ano. Um benefício que deve ser aproveitado pelos cidadãos é a atualização do valor dos imóveis, pagando muito menos imposto na hora de vender. Atualmente, na declaração, os imóveis são mantidos pelo valor original de compra. Ao vender o bem, o cidadão precisa pagar entre 15% e 22,5% de imposto sobre o ganho de capital. Será permitido atualizar os valores patrimoniais, com incidência de APENAS 5% de imposto sobre a diferença. Estas mudanças deveriam ter acontecido ao longo dos anos para não haver um impacto tão grande na economia, ou até mesmo uma possível inflação. Mas claro, o governo terá que morder em outros lugares para tapar o buraco que causará nos cofres públicos. Mediante aos benefícios propostos para pessoa física, para equilibrar a economia entre a população a medida tributará os Lucros e Dividendos Distribuídos que atualmente, são isentos. Será tributado em 20% na fonte, com isenção para até R$ 20mil por mês para microempresas e empresas de pequeno porte. No ponto de vista de alguns gestores, a tributação sobre lucros e dividendos é inconstitucional, caracterizando uma bitributação, pois todas as empresas pagam seus impostos sobre o lucro, o que sobrou que é distribuído ou reinvestido na empresa. Lembramos que até o ano de 1.995 isso ocorria, e os empresários questionavam sobre essa tributação, alegando ser uma cobrança duplicada do mesmo recurso. A Lei N° 9.249/1995, que alterou a legislação do IRPJ e da CSLL, a tributação de dividendos foi extinta. “Art. 10. Os lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados a partir do mês de janeiro de 1996, pagos ou creditados pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado, não ficarão sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte, nem integrarão a base de cálculo do imposto de renda do beneficiário, pessoa física ou jurídica, domiciliado no País ou no exterior.” Segundo o governo este aperfeiçoamento das regras combaterá à distribuição disfarçada de lucros e deixará o sistema mais justo, estimulando o reinvestimento dos lucros da empresa. Mas de acordo com alguns especialistas, esta proposta levantará novamente o questionamento entre os empresários, que estão sendo injustiçados ao serem cobrados  duas vezes sobre o mesmo recurso. Portanto, esta decisão tem um grande peso na sociedade, podendo desestimular os investidores, consequentemente refletindo na geração de emprego. 2) O que muda para Pessoa Jurídica: A alíquota geral terá queda em duas etapas: atualmente é de 15% para: 12,5% no ano de 2022 e 10% a partir de 2023. Adicional de 10% para lucros acima de R$ 20 mil por mês permanece. O pagamento de gratificações e participação nos resultados aos sócios e dirigentes feitos com ações da empresa não poderá ser deduzidos como despesas operacionais. A empresa não deve ter o beneficio por remunerar seus executivos com bônus em ações. Porém, o pagamento a empregados segue dedutível. Vedação à possibilidade de deduzir juros sobre o capital próprio. Esta medida foi criada quando era difícil ter acesso a crédito e as empresas precisavam se autofinanciar com recursos dos sócios. Como o mercado de crédito evoluiu e os juros estão menores, não é mais preciso beneficiar o empresário para que o mesmo invista seu dinheiro em sua própria empresa. A apuração do IRPJ e CSLL deverão ocorrer trimestralmente. Será permitido compensar 100% do prejuízo de um trimestre nos três seguintes. Simplificar as obrigações tributárias como a aproximação das bases de cálculo do IRPJ e CSLL. Atualmente, uma empresa precisa ter dois registros muito diferentes para apurar tributos similares. Isso é custo para o empreendedor. Esta medida tem a finalidade de incentivar o aumento dos postos de trabalho; aumentar a competitividade e o investimento; Tributar de forma justa e eliminar brechas para o não pagamento de impostos. 3) O que muda para os Investidores Financeiros: Segundo o Governo a medida vem para facilitar a vida do investidor; Harmonizar o tratamento de grandes e pequenos investidores; e cortar privilégios dos grandes. Mas, alguns especialistas na área não estão muito contentes com a medida proposta. Segue as mudanças: A apuração mensal passará para trimestral; Atualmente as alíquotas de 15% em mercados à vista, a termo, de opções e de futuros; 20% Day Trade e cotas de Fundos de investimento imobiliário (FII). Será de 15% para todos os mercados. Atualmente a compensação de resultados negativos é limitada entre operações de mesma alíquota. Na proposta poderá ocorrer entre todas as operações, inclusive day-trade e cotas de fundos negociadas em bolsa. Ativos de Renda Fixa