Embraer entrega terceiro avião cargueiro KC 390 às Forças Armadas

Gavião Peixoto, 29 de junho de 2020 – A Embraer entregou à Força Aérea Brasileira (FAB) o terceiro avião de transporte multimissão C-390 Millennium de série. A aeronave será operada pelo Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT). Da mesma forma que as duas unidades entregues em 2019 e as demais 25 aeronaves a serem entregues à FAB, essa terceira unidade é preparada para realizar missões de reabastecimento aéreo, com a designação KC-390 Millennium.
Qualicorp: Análise Fundamentalista 2016 até 1 TRI 2020

A Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros S.A. atua como comerciante de benefícios de saúde, administrador e prestador de serviços de gerenciamento de saúde no Brasil. A empresa fornece suporte, gerenciamento, estipulação, corretagem e / ou intermediação de benefícios de associação coletiva com foco em organizações profissionais, como sindicatos, associações, conselhos regionais, etc. Ela também se dedica à mediação e intermediação de benefícios corporativos coletivos; Prestação de serviços de consultoria especializados; e gerenciamento de benefícios contratados por seus clientes. Além disso, a empresa oferece medicina preventiva, gerenciamento de pacientes e autorização e regulamentação prévia de eventos médicos, além de gerenciamento da rede de prestadores de serviços médicos e processamento de informações médicas. Além disso, fornece consultoria e gerenciamento de planos de saúde, odontológicos e seguros pessoais para empresas nacionais e multinacionais, pequenas, médias e grandes. A empresa era conhecida anteriormente como Qualicorp S.A. e mudou seu nome para Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros S.A. em junho de 2018. A Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros S.A. foi fundada em 1997 e está sediada em São Paulo, Brasil. Prof. Alexandre Wander
CSN: Analise Fundamentalista 2016 a 1 TRI 2020

A Companhia Siderúrgica Nacional atua como produtora integrada de aço no Brasil e na América Latina. A empresa atua em cinco segmentos: Aço, Mineração, Cimento, Logística e Energia. Oferece produtos planos de aço, como lajes; produtos laminados a quente, incluindo bobinas e folhas laminadas a quente pesadas e leves; produtos laminados a frio compreendendo bobinas e folhas laminadas a frio; produtos galvanizados; produtos para fábricas de estanho que consistem em bobinas ou chapas laminadas planas de aço de baixo carbono; e perfis, canais, seções UPE e dormentes de aço para as indústrias de distribuição, embalagem, automotiva, eletrodomésticos e construção. A empresa explora principalmente reservas de minério de ferro nas minas Casa de Pedra e Engenho, localizadas na cidade de Congonhas; e calcário e dolomita na mina de Bocaina, localizada na cidade de Arcos, no estado de Minas Gerais, Brasil, além de produzir estanho. Além disso, opera instalações ferroviárias e portuárias; produz e vende cimento para lojas de material de construção, home centers, produtores de concreto, empresas de construção, indústrias de argamassa e produtores de artefatos de cimento; e gera energia elétrica a partir de suas usinas termelétricas de cogeração e hidrelétricas. A empresa também exporta seus produtos. A Companhia Siderúrgica Nacional foi fundada em 1941 e está sediada em São Paulo, Brasil. Prof. Alexandre Wander
EDP ENERGIA DO BRASIL: Análise Fundamentalista de 2016 até 1 TRI 2020

A EDP – Energias do Brasil S.A. atua no setor de energia no Brasil. Ela se dedica a gerar, distribuir, comercializar, transmitir e oferecer serviços de energia. Opera usinas hidrelétricas, pequenas hidrelétricas e termelétricas, com capacidade instalada de 2,8 GW em sete estados brasileiros. A empresa também fornece serviços técnicos e comerciais, incluindo sistemas de transmissão, distribuição e manutenção para clientes corporativos, projetos de eficiência energética e geração distribuída fotovoltaica. A EDP – Energias do Brasil S.A. foi fundada em 1996 e está sediada em São Paulo, Brasil. Prof. Alexandre Wander
Petrobrás: Uma nova gestão com novos resultados e transparência.
Embora o resultado líquido do 1 TRI’20 tenha sido negativo em R$ 49 milhões, isto decorrente da baixa do impairment no valor de R$ 65 milhões, o EBITDA ajustado foi positivo em R$ 37 milhões. Conforme palavras da presidência da PETRO: “Entretanto, o resultado contábil do 1T20 foi consideravelmente afetado pela baixa de ativos no valor de US$ 13,4 bilhões derivada da realização de teste de impairment, implicando em prejuízo contábil não recorrente de US$9,7 bilhões, sem quaisquer efeitos sobre o fluxo de caixa da Petrobras. Consideramos que nosso forte compromisso com a transparência deva prevalecer sempre, e decidimos aplicar o teste o mais rapidamente possível contemplando um novo cenário de preços e taxas de câmbio. Os ativos que tiveram seus valores corrigidos são majoritariamente campos de petróleo em águas rasas e águas profundas, cuja decisão de investimento foi tomada no passado e baseada em expectativas mais otimistas de preços no longo prazo, não nos surpreendendo sua desvalorização num ambiente mais desafiador. O prejuízo contábil em nada afeta a saúde e sustentabilidade da Petrobras. Trata-se de situação bastante distinta da vivenciada em 2014-2015 quando a companhia enfrentava duas crises, uma financeira e outra moral, e a baixa de ativos refletia a vulnerabilidade da companhia”. Nossos comentários: Um dos principais indicadores econômicos amplamente utilizados; o EBITDA foi negativo em R$ 29 milhões, mas desconsiderando as baixas do impairment no valor de R$ 65 milhões, resulta num EBITDA AJUSTADO de R$ 37 milhões, isto no 1 TRI de 2020, um aumento de 36,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 2,7% em relação ao 4 TRI 2019. O EBITDA, termo técnico em inglês (Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, em tradução refere-se ao lucro operacional da empresa, adicionando as contabilizações “não caixa “que são os gastos com depreciação e amortização. A sigla impairment, também um termo técnico em inglês (imparidade). Em tradução refere-se a perda de um valor recuperável de um ativo. (*) é permitido de acordo com o PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01 – Redução ao Valor recuperável dos Ativos, aprovado pela CVM. Explicando o EBITDA negativo contábil e o EBITDA AJUSTADO DIVULGADO pela PETRO: Como a projeção futura de venda do preço de venda do barril de petróleo reduziu de U$ 65 para $ 50, a PETRO procedeu uma baixa no valor dos seus ATIVOS recuperáveis em termos da projeção do FLUXO DE CAIXA FUTURO da EMPRESA; como a baixa de valor é do FUTURO não tem nada haver com o resultado operacional ATUAL da companhia; mas tem haver com os valores investidos no seu ATIVO OPERACIONAL na expectativa de gerar fluxo de caixa FUTURO. A desvalorização do impairment contabilizada no resultado atual é apenas uma indicação de que os ATIVOS atuais da PETRO não irão gerar no futuro a RECEITA PROJETADA no seu PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2020-2024, devido atuais noticias do comportamento do mercado decorrente da COVID.19 A baixa do impairment, também justifica o motivo da reorganização interna que a empresa vem adotando na redução dos seus custos fixos e despesas administrativas. Parabéns a diretoria da Petrobras Quer conhecer uma pouco mais sobre o desempenho econômico da PETRO e a evolução da GESTÃO da empresa, te convido a participar conosco da LIVE na próxima sexta-feira as 10 horas da manhã. Uma avaliação imparcial e direta com professor Alexandre Wander
Vídeo (primeira parte): Comportamento e tendência de mercado

Vídeo (segunda parte): Comportamento e tendência de mercado

Comportamento do mercado semana de 22 a 27 de junho: No Brasil e no Mundo

O índice Bovespa recuou 2,5% em relação a semana passada e perdeu 2.149 pontos, pois as notícias ao redor do mundo com surgimento de novos casos do COVID principalmente EUA nos Texas e na Flórida afetou a Wall Street e fechou profundamente no vermelho liderado pelos fortes declínios nas empresas de companhias aéreas e de cruzeiros, devido ao aumento das hospitalizações em vários estados dos EUA, O Dow Jones caiu 730 pontos, ou 2,8%, para 25.016. O S&P 500 caiu 75 pontos, ou 2,4%, para 3009. O Nasdaq caiu 260 pontos, ou 2,6%, para 9757. Durante a semana, o Dow Jones perdeu 3,3%, o S&P 500 caiu 2,9% e o Nasdaq caiu 1,9%.No Canadá, em decorrência da queda de consumo previsto do petróleo afetou a credibilidade das ações de energia e o índice S &P Composite perdeu 275 pontos, ou 1,7%. Colocando os investidores em preocupação e reduz a expectativa da retomada da economia no curto prazo o que levou o preço do ouro a subir 0,6% e chegou a ser negociado a U$ 1.780, sendo que havia tido duas quedas seguidas e por este motivo indicava a leve retomada da credibilidade dos investidores e por conta do pessimismo o preço do petróleo bruto dos EUA caiu 0,6%, sendo negociado a U$ 38,49 por barril na sexta-feira, abaixo de um ganho de 1,9% na semana anterior, pois o argumento dos aumentos nas infecções do coronavirus no Texas levou o governado Greg Abbott a impor as restrições de bloqueio. Por fim, o Ibovespa do Brasil perdeu 2.149 pontos, ou 2,2%, para 93.835 na sexta-feira, com o surgimento de casos COVID no Texas e na Flórida, provocando temores de contratempos na recuperação econômica dos EUA. No lado doméstico, São Paulo anunciou um plano para reabrir bares, restaurantes, barbearias e salões de beleza em 6 de julho. Enquanto isso, o Ministério da Economia anunciou que os pedidos de seguro desemprego aumentaram em 351.315, ou 35% nas duas primeiras semanas de junho, a pandemia pesava bastante no mercado de trabalho. Durante a semana, o Ibovespa recuou 2,8%. O relatório FOCUS do BACEN indica uma retração do PIB em 6,51% em 2020 com a taxa SELIC 2,25% e o IPCA 1,61% e a taxa de câmbio em U$ 5,20. Resumo do relatório FOCUS: queda da produção, com fortalecimento do real frente a mercadoria (baixo IPCA); porém com perda em relação ao dólar devido a fuga de capitais para a moeda norte Americana. (um verdadeiro fenômeno). Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Abaixo relatório focus para downloaud. R20200619
Avaliação Fundamentalista: Impacto da COVID-19 na carteira teórica das Ações (BOVESPA)

Iniciamos um trabalho para avaliarmos a resistência das ações que compõe carteira teórica da BOVESPA versus o impacto da crise COVID-19. A exemplo do trabalho que está sendo desenvolvido por Aswath Damoradan, professor da Stern School of Business, na Universidade de New York, porém numa amplitude muito maior do que a nossa, pois lá o nosso “guru” compara o comportamento de um mercado maturado e sua relação com o mundo acionário. Na verdade, ao nosso limite o que pretendemos é acompanhar o desempenho da BOVESPA e das empresas que compõe a “carteira teórica” das ações da BOVESPA em avaliar a resistência das empresas brasileiras frente daquela que está sendo intitulada com a maior crise dos últimos 100 anos. Ao que percebemos, Damodaran estará avaliando o comportamento das empresas “velhas” em relação as empresas de alto crescimento as “jovens empresas”, na linha de pensamento de que, assim como a pandemia ataca com maior força as pessoas de maior idade em relação as mais jovens. Ou seja, aquelas empresas que pararam no tempo e não investiram em novas tecnologias sofrerão um forte impacto da crise financeira atual. Porém, no Brasil com tudo é muito novo; o brasileiro ainda é imaturo para possuir um pleno conhecimento do comportamento do mercado de ações, também faço parte desta turma; pois investir na BOLSA DE VALORES para nós é tudo muito novo, e nossa cultura ainda não está ao nível de competir com os grandes investidores do mercado. Temos uma terrível desvantagem que além do conhecimento , é a questão do fuso horário, pois enquanto estamos “dormindo” já é dia na Asia e parte dos EUA. Ou seja, para fazermos frente ao pessoal de lá nos investimentos de curto prazo, temos que pensar um dia antes deles. Bom se lá, o Damodaran estará avaliando as empresas Velhas e Jovens e isto se justifica pelo tempo que os “caras” de lá já estão experientes neste negócio de Bolsa de Valor; nós de cá estaremos aviando o comportamento das empresas: Alavancadas e não alavancadas. Ou seja, o quanto as empresas que optaram em promover um crescimento rápido e anteciparam seu futuro ao presente contraindo “dívidas” para bancar projetos de crescimento e que tais empresas teriam recursos financeiros para “bancar” este crescimento somente daqui a 5, 10 ou 15 anos e recorreram a FINANCIAMENTO BANCÁRIOS, muitas delas em dólar, para efetuar investimento em construções, máquinas e equipamentos, justamente num período, decorrente da crise o BANCO CENTRAL publica que o PIB (produto interno bruto) para o ano de 2020 terá uma retração de 6% e as taxas de juros (SELIC) a 2,5%. Na verdade, alguns jovens investidores ganharam muito dinheiro investido suas economias na BOLSA e entraram num momento oportuno, onde a BOVESPA estava com seus 10.000 pontos e não precisou de muito esforço para acumular riqueza, visto que atualmente a BOVESPA encontra-se em 90.000 mil pontos. Mas quando ouvimos as recomendações destes jovens investidores, sinceramente sinto “paura”; pois hora eles dizem categoricamente que a BOLSA irá para seus 200.000 mil ou 300.000 mil pontos; e quando inicia uma crise mundial aparecem novamente dizendo que o Brasil está na rota de um grande colisão, pregando o FIM DO BRASIL, e por incrível que pareça em menos de um mês após soltarem a horrenda notícia, surgem novamente dizendo possuir uma recomendação de última instância e que vai enriquecer a muitos. Ai que medo, sinceramente ouvindo tudo isto, fico cada vez mais fã da análise fundamentalista. E você, leitor deste paper, qual o teu parecer, devo investir ou não? Bom, após anos de estudo sobre tendência e mercado e análise fundamentalista, resolvemos acompanhar mais de perto a relação dos FUNDAMENTOS das EMPRESAS com o sobe e desce dos valores das ações na BOLSA DE VALOR. Na verdade como comenta Damoradan no seu estudo da COVID-19 nos EUA e olhando ao mundo; é que o medo e a ganância são forçar de duelo em marcadores financeiros e especialmente em períodos de incerteza eles se movem em direção opostas, causando oscilações selvagens no mercado financeiro e neste momento de tamanha incerteza é complicado a previsão de quanto tempo iremos conviver com os reflexos da COVID-19, se meses e até mesmo anos. Nos EUA, surgiu, após a abertura gradual na tentativa da retomada a vida pré-crise, um otimismo e desejo que tudo tenha ficado para traz e as bolsas de lá subiram numa média de 5% e por sua vez a BOVESPA em 10% (vide quadro abaixo), e foi o suficiente para os recomendadores de “apostas” tirar o disco do pessimismo e colocar o disco da “valsa romântica”. Porém quando avaliamos, o que fez a BOVESPA subir tanto 10% numa semana, fomos olhar o conteúdo desta evolução percentual e nos departamos com o seguinte cenário: A CVC viagens teve uma valorização de 36%, as empresas aéreas valorização de 51% a Gol e Azul em 49%, a Embraer em 22%, a Via Varejo 41% e dai com os meus botões me pergunto: Parece que tem algo errado nisto dai. Os EUA cresce 5% na média e a BOVESPA 10,12% movida, principalmente por empresas de viagens, num momento de restrição e do dizer “não saia de casa”. Parece que tem uma especulação para que o “aprendiz” brasileiro retome com tudo na BOLSA e depois “page” novamente o preço da má informação e orientação. Fica esperto, tudo que se ganha fácil, também se perde fácil, o importante é ter conteúdo e pensar, como dizia minha professora: pensar dói e requer sair da zona de conforto. Te convido, avalie o quadro abaixo e tendo um tempo, estaremos realizando e te convido a participar das nossas “lives” e vamos discutir o comportamento FUNDAMENTALISTA das principais empresas da BOVESPA e valor relacionar com o mercado mundial e as projeções do BANCO CENTRAL. Tendo interesse, acesse o link e inscreva-se no nosso canal do youtube, no nosso site você também terá as noticias de comportamento das principais empresas da BOLSA e data das realizações das “lives”. Venha conosco e compartilhe com seus amigos
Marfrig: Análise Fundamentalista 2016 até 1TRI 2020

A Marfrig Global Foods S.A. atua nos setores de alimentos e serviços de alimentação no Brasil e internacionalmente. A empresa está envolvida na produção, processamento, distribuição e venda de proteínas de origem animal, como carne bovina, cordeiro e peixe, bem como proteínas de origem vegetal; e vários outros produtos alimentares, incluindo vegetais congelados, molhos e sobremesas. Também atua no comércio de energia e negócios de serviços associados. A empresa vende e exporta seus produtos para redes de restaurantes, supermercados e residências em aproximadamente 100 países. A empresa era conhecida anteriormente como Marfrig Alimentos S.A. e mudou seu nome para Marfrig Global Foods S.A. em janeiro de 2014. A Marfrig Global Foods S.A. foi fundada em 1986 e está sediada em São Paulo, Brasil. Prof. Alexandre Wander