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Financiamentos bancários: Variações monetárias cambiais

Os empréstimos a longo prazo, pagáveis em moeda estrangeira devem, como também determinado pela Lei das Sociedades por Ações, ser atualizados pela variação cambial apurada entre o saldo contábil do empréstimo contabilizado à taxa cambial anterior e o saldo do mesmo empréstimo em moeda estrangeira convertido para a moeda nacional à taxa cambial na data do Balanço. Assim o pronunciamento Técnico CPC 02 – efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis, aprovado e tornado obrigatório para as companhias abertas, pela deliberação CVM 534/08, e para os profissionais de contabilidade de empresas não reguladas por algum órgão regulador contábil específico pela resolução CFC 1.120/08, determina que: “as variações cambiais que surgem da liquidação de itens monetários ao converter itens monetários por taxas diferentes daquelas pelas quais foram inicialmente convertidas durante o período, ou em demonstrações contábeis anteriores, devem ser reconhecidas como receitas ou despesa do período em que surgirem, com exceção das variações cambiais tratadas no item 35”. Da mesna forma, os empréstimos pagáveis em moeda nacional, mas corrigidos monetariamente, devem ter o mesmo tratamento, Normalmente são empréstimos atualizáveis pela variação percentual do valor nominal de algum índice de variação de preço, tais como: TR (taxa referencial); IGPM (índice geral de preços do mercado); IPCA (índice de preços ao consumidor ampliado e outros. O valor dessas variações monetárias, deve ser contabilizado mensalmente, O registro das mesmas dever ser feito diretamente na subconta, do financiador, não sendo necessário segregar no passivo o valor original recebido de sua atualização monetária. Como as taxas de câmbio são flutuantes, pode ocorrer, por exemplo, de a atualização de um empréstimo ou de uma conta a receber reduzir o respectivo valor. Nesse caso, recomendamos que a natureza patrimonial do item objeto da atualização seja mantida, isto é, poder-se-ão ter despesas com saldo credor ou receitas com saldo devedor. Apenas para lembrar, o item 33 do CPC 02 trata das variações cambiais resultantes dos itens monetários que fazem parte do investimento no exterior; tais variações cambiais serão registradas em conta específica, do patrimônio líquido e ai mantidas até a baixa do respectivo investimento. Exemplos: Vejamos uma empresa que efetua a compra de uma determinada matéria prima ao custo de U$ 850,00 na data de hoje, sendo que a taxa de conversão do cambio em 01/06/2017 encontrava-se em 2,03. Na entrada das mercadoria da empresa, o produto deverá ter como respaldo o fechamento da INVOCE a taxa do cambio da data da entrada da mercadoria: $ 850,00 (x) 2,03 = R$ 1.725,50 D: Estoques de matéria prima R$ 1.725,50 C: Fornecedor estrangeiro a pagar: R$ 1.725,50 Vamos considera que o pagamento ao fornecedor irá acontecer somente no dia 30/08/2017 e que no dia 31/07/2017 a taxa de conversão foi de 2,50 D: Variação cambial a realizar R$ 399,50 C: Fornecedor estrangeiro a pagar: R$ 399,50 Assim o saldo no passivo na conta de fornecedor a pagar será de R$ 2.125,50 (R$ 1.725,50 + R$ 399,50) ou U$ 850,00 (x) 2,50. Considerando que a taxa do câmbio na data do pagamento em 30/08/2017 foi de 1,80; assim teremos um efeito de receita e como comentamos anteriormente poderemos efetuar o lançamento na própria conta de Variação cambial a realiza; tornando-se uma despesa com saldo credor. D: Fornecedor estrangeiro a pagar: R$ 595,50 C: Variação cambial a realizar: R$ 595,50 Assim o saldo no passivo de fornecedor a pagar será de R$ 1.530,00 ( R$ 2.125,50 – R$ 595,50) ou U$ 850,00 (x) 1,80. Num maior preciosismo do lançamento contábil poderíamos efetuar o lançamento credor numa conta de variação cambial ativa, como sendo um bem devido ao crédito da receita gerada no período devido o fortalecimento do real frente ao dólar. Recomendamos a leitura dos CPC, conforme abaixo: 62_CPC_02_R2_rev 09 281_CPC_20_R1_rev 08 406_CPC_38_rev 06

Financiamento bancários a curto prazo: Tratativas sobre desconto de duplicatas

Nesta conta, são registrados os empréstimos e financiamentos obtidos de instituições financeiras cujo prazo para pagamento seja inferior a um ano, entes eles, destacam-se: descontos de duplicatas, desconto de notas promissórias, empréstimos garantidos por caução de duplicatas a receber ou estoques e outros. Nas operações de descontos de notas promissórias ou outros títulos, registradas nessa conta, o valor de títulos já inclui, por regra geral, todos os encargos financeiros (juros, correção monetária, prefixadas e outras despesas). Assim a diferença entre o valor efetivamente recebido pela empresa e o valor do título negociado representa os encargos financeiros que deveriam ser deduzidos do valor do passivo e somente acrescido a medida que o tempo fosse transcorrendo. O que normalmente, deve ser feito é registrar o valor total do título como passivo e as despesas de juros e bancárias e a correção monetária prefixada numa conta denominadas Encargos Financeiros a Transcorrer, que será apropriada durante o período do empréstimo, pela taxa de juros efetiva. Essa conta deverá ter sua melhor classificação como redutora do passivo, motivo pelo qual assim consta no modelo do plano de contas. Ressalta-se que, anteriormente, quando a empresa efetuava um desconto de duplicatas em um estabelecimento bancário, as Duplicatas Descontadas eram registradas como redutoras do ativo Duplicatas a Receber, sendo que as despesas bancárias e os juros a transcorrer entra a data do desconto e a data do vencimento das duplicatas que o banco “descontava” no ato da transação eram consideradas Despesas Antecipadas, classificadas no Ativo Circulante. Agora, a empresa deverá registrar as Duplicatas Descontadas, no Passivo Circulante, sendo que os encargos financeiros cobrados pelo Banco como redutora do passivo correspondente, na conta Encargos Financeiros a Transcorrer. Claro está que esta modificação leva em conta a essência da transação, pois, considerando-se que a empresa realiza tal operação, incorrendo em encargos financeiros, para financiar seu capital de giro, a transação configura-se numa operação de financiamento, onde as duplicatas acabam funcionando, de fato como garantia, devendo, pois isso, ser classificada como tal, no passivo. Adicionalmente, visto que as condições dessa operação definem a responsabilidade das empresa que descontou suas duplicatas pelo respectivo pagamento, caso seu cliente não o faça, ela, a empresa, tem coobrigação na transação efetuada. Para melhor visualização, vejamos os registros contábeis necessários a uma operação de desconto de duplicatas. Suponha a existência de duplicatas a receber pelo valor de R$ 1.000,00, descontadas em banco 60 dias antes de seu vencimento, pelas quais foram recebidos R$ 900,00, sendo retidos R$ 30,00 de despesas bancárias e R$ 70,00 de juros. Os registros contábeis seriam os seguintes: a) quando do desconto de duplicatas e recebimento do valor líquido D: Bancos R$ 900,00 D: Encargos financeiros R$ 100,00 C: Duplicatas descontadas R$ 1.000,00 b) Quando da apropriação dos encargos financeiros 30 dias após o desconto, pela taxa efetiva D: Despesas financeiras R$ 48,68 D: Encargos financeiros a transcorrer R$ 48,68 c) quando da apropriação dos encargos financeiros referentes ao prazo remanescente e da liquidação do título pelo cliente Apropriação dos encargos financeiros D: Despesas financeira R$ 51,32 C: Encargos financeiros a transcorrer: R$ 51,32 Pagamento pelo cliente D: Duplicatas descontadas: R$ 1.000,00 C: Clientes R$ 1.000,00 (*) Caso o cliente não efetue o pagamento, o banco irá cobrar a dívida da própria empresa que então registrará a baixa do título do passivo. Duplicatas descontadas, contra a conta de Bancos. Fonte: Manual de Contabilidade por ações – FIPECAFI Capitulo 19: Empréstimos e Financiamentos, Debentures e Outros Títulos de Dívida. Pagina: 376 Editora Atlas Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Aula ministrada na UNIP curso de Ciências Contábeis no dia 05/09/2017 Recomendo a compra do livro. Questões para reflexão: 1) Em financiamento bancário são registrados empréstimos obtidos de instituições financeiras cujo prazo seja inferior a um ano, entre eles, quais as rubricas que devem compor este grupo? 2) A empresa que procede desconto de duplicatas deve reconhecer os lançamentos contábeis em quais contas e grupos do balanço patrimonial? Ocorrendo o desconto o banco cobra juros do período incorrido, demonstre o lançamento contábil? Qual o tratamento contábil que deve ser observado de acordo ao regime de competência, considerando que o vencimento da duplicata ocorre 60 dias após o encerramento do balanço.

Os principais mitos sobre investimentos na crise

A turbulência que o Brasil vem enfrentando na economia e na política estimula muitas especulações sobre o que pode acontecer com o País e os investimentos. A incerteza afeta o comportamento da população  e influencia as decisões de quem quer investir. Mas, apesar do cenário desfavorável e de muitas indefinições, parte do que se fala sobre investimentos no período de crise é “mito”.   Segundo Múcio Zacharias, professor de Economia da IBE-FGV e diretor do Economies Consultoria Empresarial, muitos dizem que abrir um novo negócio em plena crise é loucura. De acordo com ele, no entanto, quem investe em períodos de crise pode ter vantagens. “Quem investe na crise ganha vantagem de, pelo menos, dois anos. Poucos investem em épocas assim. Quem investe nessa fase que o Brasil está passando vai ter uma chance mais favorável daqui para a frente. O dólar alto favorece o mercado nacional (pois dificulta as importações, que se tornam mais caras). Com a barreira do câmbio (às importações), esse pode ser um dos melhores momentos para investir”, afirmou ele. Uma das consequências da crise é a redução do consumo, pois as pessoas ficam mais cautelosas na hora de gastar. Mas, segundo o professor, o consumo menor acaba reforçando a crise. “Achar que ficar dentro de casa vai resolver a crise é um mito, isso só a prolongará. Achar que ela se solucionará sozinha é um mito. Ela só vai passar quando houver consumo, pois sem ele, a crise se intensifica”, disse ele. Outro fator que não contribui para que a crise seja solucionada são as demissões. Nas ondas de cortes de vagas, muitos funcionários ótimos e com amplo conhecimento também acabam sendo demitidos. Substituí-los futuramente pode ser complicado. Segundo Múcio, as empresas podem ter custos maiores quando precisarem contratar novamente. O medo de perder o emprego é apenas um entre os vários enfrentados pelos brasileiros em meio ao cenário de incertezas. Será que o Brasil pode dar calote? A poupança pode ser confiscada? De acordo com Múcio, o Brasil corre, sim, risco de dar calote, principalmente se a crise se prolongar muito – mas este cenário ainda está longe e é improvável no curto prazo. “Em algum momento, o Brasil pode não conseguir pagar os títulos. Se a crise permanecer por mais dois anos, isso pode acontecer. Quem investe em título público deve aplicar naqueles de curto prazo. Com a diminuição da receita, pode haver calote, sim”, avalia ele. Porém, segundo o professor, no caso de quem investe no Tesouro Direto, tomar atitudes desesperadas agora não é o ideal. “Quem já fez aplicações em títulos de prazo mais longo deve aguardar as definições no cenário político”, afirmou. Afinal, quem vender agora um papel com um vencimento mais longo pode acabar sofrendo com a volatilidade dos preços e sair perdendo. Já os boatos sobre a poupança são um mito. De acordo com Múcio, independente do que acontecer na economia ou na política, a poupança não pode ser confiscada. Os investimentos financeiros mais arriscados neste período de crise são os de renda variável, que tendem a ser procurados por investidores que já possuem alguma experiência e que têm um perfil mais agressivo em relação à tomada de riscos. “O Ibovespa (principal índice de ações da Bovespa) está bastante arriscado. Mas quem tiver estômago para encarar esses movimentos voláteis, pode ter lucro com valorizações (de preços de ações) espetaculares em um único dia. Por outro lado, qualquer notícia negativa pode fazer o valor da ação virar pó”, afirmou. Ou seja: investir agora em Bolsa é só para quem já tem experiência. O risco de perder todo o dinheiro está ainda maior no momento. Segundo ele, todos aqueles que investem precisam ter um planejamento e reconhecer que podem ser afetados pelo desemprego, por exemplo. “Não se deve agir de forma precipitada. Com planejamento, há mais capacidade de reagir em época de crise”, disse. Fonte: Uol

Marcopolo: ANÁLISE FUNDAMENTALISTA 2008 ATÉ 2TRI2017

Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração. Prof. Alexandre Wander      

Industria Romi: Análise fundamentalista de 2007 até 2T2017

A Indústrias Romi S.A. fabrica e vende máquinas-ferramentas, máquinas de processamento de plástico e peças de ferro fundido bruto e usinado no Brasil, Ásia, Europa, América Latina e América do Norte. Atua em três segmentos: Máquinas Romi, Burkhardt + Weber Machinery e Cast and Usined Products. Suas máquinas-ferramentas incluem centros de torneamento, centros de torneamento verticais, tornos CNC, tornos CNC verticais, tornos de motores, máquinas de perfuração CNC e centros de usinagem. As máquinas de processamento de plástico da empresa compreendem máquinas de moldagem por injeção e máquinas de moldagem por sopro. Também está envolvida na fabricação e venda de equipamentos industriais e acessórios, ferramentas e peças, e peças fundidas cinza e nodular; E fornecimento de análise de sistemas e desenvolvimento de software de processamento de dados relacionados à produção, venda e uso de máquinas-ferramentas e injetores de plástico. Além disso, a empresa envolve atividades de exportação e importação; Investe em outras empresas; E gerencia ativos de terceiros. Seus produtos e serviços são usados ​​por várias indústrias, como fabricação de componentes automotivos, bens de consumo, máquinas e implementos agrícolas, educação e maquinaria e equipamentos industriais. A empresa era anteriormente conhecida como Máquinas Agrícolas Romi Ltda. E mudou seu nome para Indústrias Romi S.A. em 1962. Indústrias Romi S.A. foi fundada em 1930 e tem sede em Santa Bárbara de Oeste, no Brasil. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Estudo em elaboração. Prof. Alexandre Wander

Petrobras divulga o resultado do 1TRI2017 – Lucro líquido:4.449 bi – Produção: 2.182 mil bbl/dia

Principais destaques do resultado  Lucro líquido de R$ 4.449 milhões no 1T-2017, ante um prejuízo de R$ 1.246 milhões no 1T-2016, determinado por:  menores gastos com importações de petróleo e gás natural, pela maior participação do óleo nacional na carga processada e maior oferta de gás nacional;  aumento de 72% nas exportações, que atingiram 782 mil barris/dia, com preços médios de petróleo mais elevados;  redução de 27% nas despesas com vendas, gerais e administrativas;  redução de 11% nas despesas financeiras líquidas; e  menores despesas com baixa de poços secos e/ou subcomerciais e com ociosidade de equipamentos.  Aumento de 19% no EBITDA Ajustado*, para R$ 25.254 milhões, em função das menores despesas operacionais e dos menores gastos com importações. A Margem do EBITDA Ajustado* foi de 37% no 1T-2017.  Fluxo de caixa livre* positivo pelo oitavo trimestre consecutivo, atingindo R$ 13.368 milhões, 5,6 vezes o registrado no 1T-2016. Esse resultado reflete a combinação entre a melhora expressiva da geração operacional da empresa e a redução de investimentos.  Em relação a 31.12.2016, houve diminuição do endividamento bruto em 5%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 364.758 milhões e do Endividamento líquido* em 4%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 300.975 milhões.  Em dólares, o decréscimo foi de 1% no Endividamento líquido* (US$ 1.388 milhões), que passou de US$ 96.381 milhões em 31.12.2016, para US$ 94.993 milhões em 31.03.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 7,61 anos, em 31.03.2017.  Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54, em 31.12.2016, para 3,24 em 31.03.2017. Neste mesmo período, a alavancagem reduziu de 55% para 54%.  O efetivo de pessoal da Companhia em 31.03.2017 foi de 65.220 empregados, uma redução de 17% em comparação a 31.03.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV). Principais destaques operacionais  A produção média de petróleo da companhia no Brasil, no 1T-2017, foi de 2.182 mil barris por dia (bpd), 10% acima do registrado no 1T-2016. Já a produção total de petróleo da Petrobras, no 1T-2017, foi de 2.248 mil bpd, representando um aumento de 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.  No 1T-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 8%quando comparado ao 1T-2016, totalizando 1.811 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.951 mil bpd, uma queda de 5%.  A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 72%e da redução das importações em 40%, em comparação com o 1T-2016. ITR-1T17-R$_Portugues (2)

SABESP: Análise fundamentalista 2008 até 1T2017

Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP presta serviços de saneamento básico e ambiental e fornece serviços de tratamento de água e esgoto em atacado a clientes residenciais, comerciais, industriais e governamentais no estado de São Paulo. Fornece serviços de abastecimento de água, esgoto sanitário, gestão de águas pluviais urbanas e drenagem, limpeza urbana e serviços de gestão de resíduos sólidos, bem como atividades relacionadas, incluindo o planejamento, operação, manutenção e comercialização de energia. Em 31 de dezembro de 2016, a empresa forneceu serviços de água através de 8,7 milhões de conexões de água para aproximadamente 24,7 milhões de pessoas; E serviços de esgoto através de 7,1 milhões de conexões de esgoto para aproximadamente 21,2 milhões de pessoas, além de operar 73,015 quilômetros de canos de água e linhas de transmissão de água e 50,097 quilômetros de linhas de esgoto. Também oferece serviços de água e / ou esgoto a outros municípios através de empresas de propósito especial. A empresa foi fundada em 1954 e está sediada em São Paulo, Brasil. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos.Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração Prof. Alexandre Wander http://www.sabesp.com.br

Portobello: Análise fundamentalista 2008 até 1T2017

Portobello SA atua na produção, distribuição e venda de telhas cerâmicas. Fabrica e comercializa produtos de cerâmica e porcelana em geral, como pisos, telhas de pisos de porcelana esmaltadas e não esmaltadas, peças decoradas e especiais, mosaicos, produtos utilizados para cobrir paredes e fachadas internas. A empresa foi fundada em 22 de dezembro de 1979 e tem sede em Tijucas, Brasil. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos.Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração Prof. Alexandre Wander      

Santander: Análise fundamentalista 2009 até 1T2017

Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos.Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração Prof. Alexandre Wander