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Bradesco: Análise fundamentalista 2009 até 2016

Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos.Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração Prof. Alexandre Wander      

ITAU -UNIBANCO: ANALISE FUNDAMENTALISTA: 2009 ATÉ 1T2017

Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração.

Lojas Americanas: Analise fundamentalista 2009 até 1T2017

A Lojas Americanas é uma das mais tradicionais redes de varejo do país. Com 87 anos de história, a empresa opera mais de 1.060 lojas e tem presença em todo o território nacional. Além disso, conta com quatro centros de distribuição em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Uberlândia e com uma forte presença no comércio eletrônico, representado pela B2W. A rede comercializa mais de 60.000 objetos de 4.000 diferentes fornecedores, o que faz com que a empresa tenha grande participação no comércio brasileiro em importantes segmentos de consumo no Brasil. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração.          

Banco do Brasil: Análise fundamentalista 2009 até 1T2017

O Banco do Brasil é uma instituição financeira controlada pelo Governo Federal. Atualmente, o BB é o maior banco da América Latina em termos de ativos. A rede de atendimento dispõe de aproximadamente 5.430 agências e mais de 110 mil funcionários. No setor agrícola, o banco cumpre importante papel na concessão de crédito e atua diretamente na execução da política governamental para esse segmento. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração.    

Rentabilidade sobre o patrimônio dos quatro maiores bancos brasileiros tem queda pelo sétimo trimestre consecutivo.

Economatica calcula a mediana da rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) dos quatro maiores bancos de capital aberto brasileiros (Banco do Brasil, Bradesco, ItauUnibanco e Santander) desde o quarto trimestre de 2006. Esta data foi escolhida porque é a data em que o Santander tem os primeiros dados disponíveis nos demonstrativos financeiros entregues à CVM, usados para o cálculo do indicador. A mediana do ROE dos quatro bancos no primeiro trimestre de 2017 é de 13,25%, menor valor atingido pela amostra no período analisado. A mediana do ROE dos bancos no quarto trimestre de 2015 é de 20,62% e após esta data o indicador vem caindo por sete trimestres consecutivos. O lucro consolidado dos quatro bancos no primeiro trimestre de 2017 é de R$ 14,39 bilhões, que é o quarto melhor resultado trimestral do período do levantamento. Porém, o lucro consolidado no primeiro trimestre não minimiza o impacto da queda do ROE, já que para o cálculo é utilizado o lucro anualizado, isto é, é feita a soma do lucro dos quatro últimos trimestres. Veja abaixo a formula  do ROE, que é calculado com base nos valores apresentados nos demonstrativos financeiros disponibilizados pelos bancos na CVM. ROE = (Lucro acumulado 12 meses no trimestre n) / (((Patrimônio trimestre n) + (Patrimônio trimestre n-4))/2) Grandes bancos   Grandes bancos Vs Todos os bancos O gráfico abaixo mostra o comportamento do ROE dos quatro maiores bancos comparado com a mediana de todos os bancos de capital aberto brasileiros. A mediana do ROE dos quatro maiores bancos brasileiros é sempre superior à mediana da amostra completa. A mediana do ROE no primeiro trimestre de 2017 de todos os bancos de capital aberto é de 9,85% contra 13,25% dos maioresbancos. O melhor resultado dos quatro maiores bancos é registrado no primeiro trimestre de 2008 com 26,98% e a amostra completa tem seu melhor registro no segundo trimestre de 2008, com 21,03%. Maiores ROE´s no primeiro trimestre de 2017 A tabela abaixo apresenta os bancos com melhor ROE no primeiro trimestre de 2017 e a evolução dos últimos trimestres. acesse o site da Economatica www.economatica.com zero170516 Rentabilidade sobre o patrimônio dos quatro maiores bancos brasileiros tem queda pelo sétimo trimestre consecutivo

Grendene: Análise fundamentalista de 2007 até 2016

Sobre a Empresa: A Grendene, produtora de calçados, é detentora das marcas Melissa, Grendha, Zaxy, Rider, Cartago, Ipanema, Pega Forte, Grendene Kids e Zizou. A companhia possui tecnologia proprietária exclusiva na produção de calçados para os públicos feminino, masculino e infantil e atualmente tem capacidade instalada de 250 milhões de pares ao ano em suas seis unidades industriais. A sua estrutura inclui 11 fábricas de calçados, matrizaria e fábrica de PVC para consumo próprio e a sua logística de distribuição atinge distribuidores e varejistas em todo o território nacional e exterior. Os produtos são negociados por meio de representantes comerciais, distribuidores, exportação direta e subsidiárias no exterior, possuindo 60 mil pontos de venda fora do País e 65 mil no mercado brasileiro.   Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Prof. Alexandre Wander        

E-commerce impulsiona as exportações das pequenas e médias empresas brasileiras

O e-commerce e as novas tecnologias digitais estão mudando a forma de consumo e impulsionando as vendas das pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras, de acordo com um estudo global encomendado pela FedEx Express, subsidiária da FedEx Corp. (NYSE: FDX) e maior empresa de transporte expresso do mundo. A pesquisa mostra que 89% dos pequenos e médios empresários brasileiros (PMEs) que exportam seus produtos, vendem ao exterior pela Internet. Estas transações correspondem, em média, por R$ 3,5 milhões (US$ 1,11 milhão) no faturamento entre setembro de 2015 e 2016. Este valor representa 33% do faturamento das PMEs em 2015 – a média nacional de receita total foi de R$ 10,4 milhões – e está acima da média global encontrada na pesquisa (26%). Outro dado aponta que, das companhias que utilizam o e-commerce como ferramenta de vendas, 81% também estão no m-commerce – canais de vendas por celular ou dispositivos móveis, seja com um site responsivo ou um aplicativo próprio – e 86% delas usam as redes sociais como plataforma comercial. Do faturamento médio de R$ 3,5 milhões gerados por exportações via e-commerce, o m-commerce e as plataformas de vendas em redes sociais foram responsáveis por 29% e 30%, respectivamente. “No Brasil, as PMEs estão mais atentas às novas tecnologias do que a média global de 80%, com uma adesão de 89%”, diz Denise Thomazotti, gerente de Marketing da FedEx no Brasil. “Estes dados mostram que os pequenos e médios empresários brasileiros se preocupam em atender às novas expectativas dos consumidores e o faturamento gerado nos últimos doze meses reflete o sucesso da aposta no e-commerce, m-commerce e transações nas redes sociais – já representando um terço dos resultados”. “Entrar no mercado global ajuda as PMEs a estabilizar suas operações. Quando uma companhia depende totalmente do mercado interno, ela está sujeita a todas as oscilações do cenário local, enquanto uma estratégia que atinja o público estrangeiro diversifica as fontes de renda das empresas”, comenta Denise. O estudo também mostra as principais áreas de atuação das PMEs brasileiras exportadoras. Segundo o levantamento, Produtos Manufaturados lideram a lista (13%), seguidos por Tecnologia de Informação e Telecomunicações (12%) e Bens de Consumo (11%). Outro ponto de destaque da pesquisa é a identificação dos principais mercados externos para o pequeno e médio empresário do Brasil. O país tem uma tendência de exportar dentro da própria América Latina, já que 68% dos entrevistados disseram ter negócios na região. O destino principal no continente é a Argentina (54%), seguido por Chile (37%) e Uruguai (36%). Fora da região Latina, os Estados Unidos recebem produtos de 34% das empresas consultadas, enquanto Portugal e Alemanha também são grandes mercados consumidores, alvos de 31% e 26% das PMEs, respectivamente. Desempenho das PMEs Entre setembro de 2015 e 2016, 27% dos entrevistados perceberam um aumento médio de 33% em suas exportações, enquanto 51% apresentaram estabilidade nessas operações e os demais 22%  encontraram uma queda média de 27% neste mesmo período. Os principais motivos para o crescimento destas  companhias foram: novos produtos no mercado (51%), o câmbio favorável à empresa (41%) e expansão em novos países/mercados (36%). Já as principais razões para a diminuição foram: aumento dos custos de produção (49%), aumento nos custos de transporte (43%) e câmbio desfavorável à empresa (36%). Confiança nas transportadoras O provedor logístico tem um papel significativo em diferentes momentos de uma pequena e média empresa. Das companhias consultadas, 91% reconhecem a importância das transportadoras para exportar seus produtos e 85% disseram que o operador logístico é importante para o desenvolvimento de uma startup. Mais da metade dos entrevistados (52%) disseram que se tornaram mais confiantes em suas transportadoras nos últimos anos. As principais razões para esse aumento são: operações em mais mercados (40%), consumidores demandando entregas mais rápidas (39%) e a necessidade de mais flexibilidade em logística (38%). Outros 33% disseram manter o mesmo nível de confiança em seus operadores logísticos nos últimos anos, enquanto 16% estão menos confiantes. Consultados sobre se os provedores logísticos estão ajudando a vencer os novos desafios de mercado, 62% concordaram com essa afirmação, enquanto apenas 9% discordaram e os outros 29% disseram que  as transportadoras não ajudam e nem atrapalham seus negócios a superar novas barreiras. Outros resultados • Os brasileiros são mais otimistas em relação as inovações tecnológicas do que a média mundial. 75% dos entrevistados disseram que soluções como internet das coisas, impressões 3D e realidade virtual facilitarão o começo ou o aumento das exportações nos próximos anos, enquanto a média global é de 53%. • Algumas empresas brasileiras, inclusive, já utilizam algumas destas novidades. 36% dos empresários disseram que tem equipamentos interconectados em seus locais de trabalho, como crachás que dão acesso a estacionamento ou salas específicas. A pesquisa também mostra que 19% deles usam Wearables* em seus escritórios. • Quando o assunto é desafios de negócios, o aumento no custo de produção é a principal barreira para os empresários brasileiros (48%). A segunda maior preocupação é a burocracia (40%), seguida pela falta de incentivo do governo (35%)**. Para vencer estes desafios, as PMEs puderam listar suas principais estratégias. Investimento em novas tecnologias foi a principal resposta com 54%, seguido por aplicação de mais esforços em marketing e propaganda, 43%, e treinamentos para os funcionários, 38%. * Wearables, ou tecnologias vestíveis, são dispositivos tecnológicos, como pulseiras e relógios, que podem ser utilizados pelos usuários como peças do vestuário. ** Os entrevistados poderiam escolher mais de uma resposta para esta pergunta. Sobre a pesquisa O estudo independente intitulado “Mercado Global na Economia Digital: Oportunidades para Pequenos Negócios” foi conduzido pela Harris Interactive e encomendado pela FedEx para gerar informações sobre os desafios e as oportunidades globais de exportação para as PMEs. A Harris Interactive fez 9 mil entrevistas por telefone e e-mail com executivos seniores de PMEs em 17 mercados em quatro regiões globais entre agosto e setembro de 2016. No Brasil, foram realizadas 600 entrevistas. Fonte: FedEx Abaixo download da revista CRA RAP_369_WEB

USIMINAS: ANÁLISE FUNDAMENTALISTA de 2007 até DEZEMBRO 2016

A Usiminas iniciou suas operações em 1962 e desde essa época é um dos maiores grupos siderúrgicos do Brasil, atuando de forma verticalizada ao longo da cadeia com aço, com atividades nas áreas de mineração, logística, bens de capital e centros de serviços. A companhia foi a primeira empresa a ser privatizada dentro do programa de desestatização no começo dos anos 90. Atualmente, a empresa tem ações negociadas na BM&FBovespa, nos EUA (Mercado de Balcão – Over the Counter) e também em Madri na Espanha. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração. Prof. Alexandre Wander  

Matemática Financeira – exercícios resolvidos sobre capitalização composta

Após ler este paper, acesse nosso site e você terá diversos temas relacionados ao público universitário. No ícone EDUCACIONAL você encontrará, por disciplinas, aulas ou temas relacionadas aos cursos de: CONTABILIDADE, ADMINISTRAÇÃO e FINANÇAS e se você tiver dificuldade em alguma disciplina do teu curso de graduação relacionada a GESTÃO EMPRESARIAL; nos encaminhe um e-mail para: awander@gecompany.com.br e estaremos elaborando um paper para te ajudar e publicando no nosso site. Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito. Prof. Alexandre Wander Assista abaixo uma vídeo aula sobre o regime de capitalização composta e também visualize a lista de exercícios resolvidos sobre o tema. acesse: http://www.gecompany.com.br/categoria/educacional/matematica-financeira/ CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Primeira lista sobre capitalização composta 1) Qual é a taxa diária de juros equivalente a taxa de juros capitalizados 7% ao mês 2) Qual é a taxa de juros para 32 dias, equivalente à taxa de juros capitalizados a 9% ao mês   3) Calcule o valor de resgate, após 10 meses, da quantia de R$ 200.000 aplicada a taxa de juros compostos 5% ao mês. 4) Calcule o valor de resgate da quantia de R$ 600.000, aplicada por seis meses, à taxa de juros compostos de 3% ao mês. 5) Aplicaram-se R$ 80.000,00 à taxa de juros capitalizados 7,50% ao mês, por 34 dias. Determine o valor dos juros devidos. 6) Aplicaram-se R$ 500.000,00 à taxa de juros capitalizados 5% ao mês, por 32 dias, determine a quantia de juros recebida. 7) A que taxa mensal de juros compostos devo aplicar, por 96 dias, R$ 60.000,00 para resgatar R$ 95.883,00. 8) A que taxa mensal de juros compostos devo aplicar, por 63 dias, R$ 40.000,00 para resgatar R$ 52.917,00. 9) A que taxa anual de juros compostos devo aplicar R$ 80.000,00 para daqui a 135 dias resgatar R$ 125.636,00 10) A que taxa anual de juros compostos devo aplicar R$ 50.000,00 para daqui a 153 dias resgatar R$ 84.478,00 11) Que quantia devo aplicar, à taxa de juros compostos 8% ao mês, para ter, daqui a 36 dias, o montante de R$ 90.000,00 (PV = Capital e FV = montante) 12) Que quantia devo aplicar, à taxa de juros compostos 8,60% ao mês, para ter, daqui a 42 dias, o montante de R$ 80.000,00 (PV = Capital e FV = montante) Segunda lista sobre capitalização composta: 1). Uma aplicação de R$ 22.000,00 efetuada em certa data produz, à taxa composta de juros de 2,4% ao mês, um montante de R$ 26.596,40 em certa data futura, calcular o prazo da operação. 2). Determinar a taxa mensal composta de juros de uma aplicação de R$ 40.000,00 que produz um montante de R$ 43.894,63 ao final de um quadrimestre. 3). Quanto será pago por um empréstimo de R$ 20.000,00 vencível de hoje a 14 meses ao se antecipar por 5 meses a data de seu pagamento? Sabe-se que o credor está disposto a atualizar sua dívida a taxa de 2,5% ao mês. 4). Admita um empréstimo que envolve os seguintes pagamentos: R$ 15.000,00 de hoje a 2 meses; R$ 40.000,00 de hoje a 5 meses; R$ 50.000,00 de hoje a 6 meses e R$ 70.000,00 de hoje a 8 meses. O devedor deseja apurar o valor presente (na data zero) destes fluxos de pagamentos, pois será negociado com o banco a liquidação imediata de toda a sua dívida. A taxa de juros considerada nesta antecipação é de 3% ao mês.     5). Um capital no valor de R$ 100.000,00 está aplicado, no regime de capitalização composta, a taxa mensal de 1,66% (taxa efetiva composta) ao mês por um período de 02 anos; porém surgiu uma proposta para que este capital seja aplicado a taxa de 10,382603% capitalizadas semestralmente ao mesmo período de tempo. Qual das duas propostas você entender ser a de mais vantagem? 5). Se você erroneamente transportasse a taxa de 1,66% ao mês para a taxa de regime simples (denominada taxa nominal linear), aplicado no sistema de capitalização composta, de quanto seria a diferença do montante?   6). Apresente o cálculo da conversão da taxa mensal de 1,66% equivalente a taxa semestral no regime de capitalização composta.   7). Um certo banco divulga que a rentabilidade de um investimento é de 12% ao semestre ou 2% ao mês; entretanto a aplicação foi enquadrada no regime de capitalização composta. A divulgação do banco está correta, justifique seu pensamento. Na capitalização composta não vale o pensamento linear em dividir pelo número de períodos a taxa desejada e sim calcular o fator exponencial; pois a taxa é cumulativa ao decorrer do tempo. 8). Explicar a melhor opção: aplicar durante 1 ano um capital de R$ 60.000,00 à taxa de juros compostos de 9,9% ao semestre ou à taxa de 20,78% ao ano?   9). Um título vence daqui a 4 meses apresentando um valor nominal (de resgate) de R$ 407.164,90. Existe a proposta de troca deste título por outro de valor nominal de R$ 480.000,00 vencível daqui a 8 meses. Sendo de 5% ao mês a rentabilidade exigida pelo aplicador, pede-se avaliar se a troca é vantajosa.   O mercado pratica a taxa de 5% ao mês; porém quando calculamos a taxa entre o período de 04 meses que o título será renegociado pelo valor proposto de R$ 480.000,00 a taxa efetiva da operação é de 4,20%; assim o banco está levando vantagem em oferecer uma taxa inferior a praticada pelo mercado de 5%. A proposta não deverá ser aceita. 10). Considerando o exercício anterior, qual foi o capital inicialmente aplicado. 11). Uma pessoa aplicou um capital pelo prazo de 2 anos e 5 meses à taxa de 18% ao ano. Determinar o valor da aplicação, sabendo-se que ao final do período atinge R$ 24.800,00. Divulgue nosso site aos teus amigos; tem conteúdo é gratuito. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander

RENNER DIVULGA O RESULTADO 4T2016 – ACESSE O RELATÓRIO COM COMENTÁRIOS DA EMPRESA

MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO Superando desafios. É o que melhor define o ano de 2016 para a Lojas Renner. Diante da economia em recessão e de uma grave crise política em âmbito nacional, reforçamos a nossa crença de que marcas fortes, com diferenciais competitivos claros e proposição de valor consistente são capazes de, mesmo em cenários adversos, dar continuidade a uma trajetória de crescimento com rentabilidade. Isto é reflexo da nossa proximidade com os clientes, do conhecimento sobre moda e do conjunto de práticas diárias em constante aprimoramento, com foco na simplicidade dos processos e voltadas à eficiência operacional. A combinação desses esforços permitiu neutralizar as pressões inflacionárias e despesas adicionais, como a reoneração da folha de pagamentos e novos projetos. Além disto, continuamos aperfeiçoando nossas operações, no processo logístico, na proximidade com as lojas, no âmbito de qualidade dos produtos e na oferta de uma melhor experiência de compra para nossos clientes. Com isso, tivemos expansão de margens operacionais e geração de caixa crescente, mantendo os níveis de rentabilidade próximos aos apresentados em 2015. A Receita Líquida de Mercadorias foi de R$ 5,7 bilhões, a Margem Bruta da Operação de Varejo chegou a 55,7%, a Margem EBITDA Total Ajustada atingiu a marca de 23,4% e o Lucro Líquido apresentou crescimento de 8,0%. As iniciativas que adotamos ao longo dos últimos anos nos processos de concessão e manutenção de limites de crédito e estratégia de cobrança contribuíram para o resultado de produtos financeiros, que apresentou crescimento de 20,6%, com redução na inadimplência do Cartão Renner. Outra conquista importante em 2016 foi a autorização para que a Lojas Renner constitua uma instituição financeira. Os trâmites nesse sentido estão em curso e a expectativa é de que, ainda em 2017, a Companhia conte com sua própria Financeira, a “Realize Crédito, Financiamento e Investimento S/A”. A partir de sua entrada em operação, que apoiará exclusivamente o negócio principal de varejo, teremos maior flexibilidade, agilidade e transparência na gestão de produtos financeiros. Um marco neste ano, foi a revisão do plano de aberturas de lojas no Brasil estabelecido em 2011, com a ampliação da meta de 408 para 450 unidades da Renner até 2021. Também anunciamos as primeiras operações fora do Brasil, no Uruguai, com aberturas previstas a partir do segundo semestre de 2017. Para a Camicado, mantivemos a meta de 125 lojas e, na Youcom, continuamos prevendo o potencial de 300 unidades, até 2021. O plano de investimento anual da Companhia foi executado conforme planejado, totalizando R$ 512,6 milhões, que incluem a abertura de 64 lojas, entre Renner, Camicado e Youcom e a reforma de 14 unidades. A ampliação de nossa sede administrativa, cuja construção de 32,7 mil m² segue as melhores práticas em sustentabilidade, permitirá uma crescente otimização de processos, pois as equipes de criação, compras e planejamento passaram a trabalhar fisicamente juntas, contribuindo para a agilidade no processo de desenvolvimento e construção de coleções. Continuamos atentos aos potenciais impactos de novas tecnologias em nossos negócios, mantendo investimentos em projetos estruturais transformadores, que garantirão a competitividade do negócio. Em logística, concluímos o período de três anos de investimentos, com o aporte total superior a R$ 200 milhões direcionados à automação de dois centros de distribuição (Rio de Janeiro e Santa Catarina) e aquisição de equipamentos. Preparamos a estrutura para operar pelo sistema de abastecimento conhecido por push pull, e que agora começa a ter maior escala, o que permitirá ganharmos mais eficiência na distribuição de produtos, com redução de rupturas (stock-outs) e remarcações (markdowns). Em agosto, a Renner concluiu, sem impacto relevante na operação, a atualização dos ERPs – todos sistemas de gestão comercial e de back office. Com a nova plataforma tecnológica – mais robusta, avançada e ágil –, elevamos de patamar a gestão comercial e de lojas. Este foi um passo fundamental para a estratégia de crescimento, pois o novo sistema permitirá, entre outras coisas, ter maior quantidade de lojas, operar no exterior e oferecer novos serviços, com maior flexibilidade para o e-commerce, além de nos habilitar para o uso de novas tecnologias. O desempenho da Lojas Renner também é resultado dos investimentos focados na capacitação de fornecedores, por meio do Projeto Reatividade, do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores e da introdução do conceito de Lean Manufacturing junto aos principais parceiros da Companhia. Estas iniciativas têm propiciado o aumento da eficiência produtiva, com responsabilidade socioambiental, fortalecendo uma relação de confiança e parceria de longo prazo. Destaque para a nova estratégia de visual merchandising da Camicado e a seleção de produtos com maior valor agregado, que contribuíram para os resultados da rede, que já está presente em 20 estados do país. Da mesma forma, a Youcom, nosso negócio especializado em moda jovem, continuou investindo em melhorias no desenvolvimento das coleções, consolidando sua marca nacionalmente e capturando oportunidades em shopping centers com melhores negociações. Neste ano, intensificamos as vendas no e-commerce e lançamos uma marca própria de plus size, disponível apenas em nossa loja virtual. A Ashua Plus & Curve Size foi nossa primeira iniciativa desenvolvida integralmente para o universo on-line, permitindo assim explorarmos, de uma forma diferente e inovadora, um mercado cada vez mais importante no Brasil. Na Camicado e na Youcom, também agregamos novos serviços para os ambientes virtuais, trazendo melhorias importantes para a experiência de compra de nossos clientes. Pelo terceiro ano consecutivo, fomos selecionados para compor a carteira do ISE, o Índice de Sustentabilidade Empresarial da BMF&BOVESPA. A inclusão neste índice decorre do comprometimento com os resultados financeiros, o desenvolvimento social e a redução dos impactos ambientais, sempre atuando através das melhores práticas de governança corporativa. Em 2016, a Lojas Renner também foi reconhecida pelo Dow Jones Sustainability Indices (DJSI/RobecoSAM), que avaliou a gestão da sustentabilidade da Companhia como a 14ª no varejo mundial e, ainda, obtivemos classificação “Liderança” no Carbon Disclosure Project (CDP). Nesse ano, pela primeira vez, neutralizamos 100% das emissões divulgadas de gases de efeito estufa (GEEs). Em 2016, o percentual de engajamento dos colaboradores da Renner foi de 87%, bem acima dos índices registrados