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EMBRAER: EMPRESA DIVULGA O RESULTADO DO 4 TRIM 2016 – ACESSE O RELATÓRIO E COMENTÁRIOS DA EMPRESA

DESTAQUES – comentário da empresa No 4º trimestre de 2016 (4T16), a Embraer entregou 32 aeronaves comerciais e 43 executivas (25 jatos leves e 18 grandes). No ano, a Companhia entregou um total de 108 aeronaves comerciais e 117 aeronaves executivas (73 jatos leves e 44 grandes), alcançando sua estimativa de entregas para 2016; A Receita líquida atingiu R$ 6.702,2 milhões no 4T16 e R$ 21.435,7 milhões no ano, levemente superior às estimativas da Companhia para o ano;  As margens EBIT1 e EBITDA² atingiram 13,7% e 18,8%, respectivamente, no 4T16 e no ano ficaram em 3,3% e 8,7% respectivamente; Durante o 4T16, a Embraer apresentou alguns itens não recorrentes relacionados ao pedido de concordata da Republic Airways, ao programa de demissão voluntária (PDV) e ao encerramento da investigação do FCPA. Excluindo-se esses itens, no 4T16 as margens EBIT e EBITDA ajustadas foram de 12,2% e 17,2% e no ano foram de 7,9% e 13,3%, respectivamente. As margens EBIT e EBITDA ajustadas ficaram dentro das estimativas anuais da Companhia de 7,0% a 8,0% e de 12,7% a 13,5%, respectivamente; A Geração livre de caixa ajustado quanto aos impactos no caixa dos itens não recorrentes foi de R$ 962,8 milhões no 4T16 e encerrou o ano negativo em R$ 1.478,7 milhões, dentro das estimativas da Companhia; No 4T16, a Embraer apresentou Lucro líquido de R$ 648,3 milhões e Lucro por ação de R$ 0,8813 (R$ 694,2 milhões e R$ 0,9437, excluindo-se impostos diferidos e itens não recorrentes). No ano, o Lucro líquido total foi de R$ 585,4 milhões e o Lucro por ação ficou em R$ 0,7959 (R$ 969,4 milhões e R$ 1,3179 excluindo esses mesmos itens); Para 2017, a estimativa da Companhia é de atingir Receita líquida de US$ 5,7 a US$ 6,1 bilhões, impulsionada pelas entregas estimadas de 97 a 102 jatos na Aviação Comercial e de 105 a 125 jatos na Aviação Executiva. A estimativa é de que a margem EBIT consolidada fique entre 8,0 a 9,0% e que o Fluxo de caixa livre seja de um consumo máximo de US$ 150 milhões. Mais detalhes sobre as estimativas da Companhia para 2017 são apresentados no relatório de resultado trimestrais- vide página 10 Release de Resultados Trimestrais Release de Entregas e Backlog Apresentação de Resultados Trimestrais

EMBRAER: EMPRESA DIVULGA O RESULTADO DO 4 TRIM 2016 – ACESSE O RELATÓRIO E COMENTÁRIOS DA EMPRESA

DESTAQUES No 4º trimestre de 2016 (4T16), a Embraer entregou 32 aeronaves comerciais e 43 executivas (25 jatos leves e 18 grandes). No ano, a Companhia entregou um total de 108 aeronaves comerciais e 117 aeronaves executivas (73 jatos leves e 44 grandes), alcançando sua estimativa de entregas para 2016; A Receita líquida atingiu R$ 6.702,2 milhões no 4T16 e R$ 21.435,7 milhões no ano, levemente superior às estimativas da Companhia para o ano;  As margens EBIT1 e EBITDA² atingiram 13,7% e 18,8%, respectivamente, no 4T16 e no ano ficaram em 3,3% e 8,7% respectivamente; Durante o 4T16, a Embraer apresentou alguns itens não recorrentes relacionados ao pedido de concordata da Republic Airways, ao programa de demissão voluntária (PDV) e ao encerramento da investigação do FCPA. Excluindo-se esses itens, no 4T16 as margens EBIT e EBITDA ajustadas foram de 12,2% e 17,2% e no ano foram de 7,9% e 13,3%, respectivamente. As margens EBIT e EBITDA ajustadas ficaram dentro das estimativas anuais da Companhia de 7,0% a 8,0% e de 12,7% a 13,5%, respectivamente; A Geração livre de caixa ajustado quanto aos impactos no caixa dos itens não recorrentes foi de R$ 962,8 milhões no 4T16 e encerrou o ano negativo em R$ 1.478,7 milhões, dentro das estimativas da Companhia; No 4T16, a Embraer apresentou Lucro líquido de R$ 648,3 milhões e Lucro por ação de R$ 0,8813 (R$ 694,2 milhões e R$ 0,9437, excluindo-se impostos diferidos e itens não recorrentes). No ano, o Lucro líquido total foi de R$ 585,4 milhões e o Lucro por ação ficou em R$ 0,7959 (R$ 969,4 milhões e R$ 1,3179 excluindo esses mesmos itens); Para 2017, a estimativa da Companhia é de atingir Receita líquida de US$ 5,7 a US$ 6,1 bilhões, impulsionada pelas entregas estimadas de 97 a 102 jatos na Aviação Comercial e de 105 a 125 jatos na Aviação Executiva. A estimativa é de que a margem EBIT consolidada fique entre 8,0 a 9,0% e que o Fluxo de caixa livre seja de um consumo máximo de US$ 150 milhões. Mais detalhes sobre as estimativas da Companhia para 2017 são apresentados no relatório de resultado trimestrais- vide página 10 Release de Resultados Trimestrais Release de Entregas e Backlog Apresentação de Resultados Trimestrais

Fique por dentro: Como a Petrobras está lidando com o atual problema de caixa

Com as premissas de redução da dívida da companhia e geração de valor para nossos acionistas, reduzimos recentemente em 25% a previsão de investimentos para 2017 a 2021, em relação ao período anterior, mantendo a prioridade em projetos de exploração e produção de petróleo, com ênfase no pré-sal. Em outra frente, iniciamos a adoção de medidas para reduzir os gastos operacionais gerenciáveis (custos e despesas totais, excluindo-se a aquisição de matéria-prima) e reforçar o ganho de produtividade. Além disso, estamos racionalizando as estruturas organizacionais e reorganizando os negócios. Por fim, mas não menos importante, conquistamos na Justiça o ressarcimento dos danos financeiros causados por atos irregulares cometidos contra a empresa. Até o momento (dez/2016), foram devolvidos R$ 661 milhões para nosso caixa, repatriados por ação do Ministério Público Federal. Abaixo o planejamento estratégico da Petrobras plano-de-negocios-e-gestao-2015-2019-apresentacao-a-imprensa-150706143429-lva1-app6891 Webcast-Plano-Estratégico-2030-e-PNG-2014-18-Portugues

Conheça o modelo de Governança Corporativa da PETROBRAS

Buscamos aprimorar constantemente as nossas práticas e instrumentos de governança. Conheça as instâncias que integram essa estrutura. Por sermos uma companhia de capital aberto, seguimos as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da BM&FBovespa, no Brasil. No exterior, cumprimos as normas da Securities and Exchange Commission (SEC) e da Nyse, nos Estados Unidos; do Latibex da Bolsa y Mercados Españoles, na Espanha; e da Comisión Nacional de Valores (CNV) e da Bolsa de Comércio de Buenos Aires, na Argentina. Seguimos procedimentos de governança compatíveis com as normas dos mercados em que atuamos, de modo a garantir a adoção de padrões internacionais de transparência. Dessa forma, buscamos reforçar nossa credibilidade no mercado e aprimorar o relacionamento com nossos públicos de interesse: acionistas, investidores, clientes, fornecedores, empregados e sociedade, entre outros. Nosso modelo de governança e gestão tem como objetivos aumentar a transparência de nossas atividades, adequar a filosofia de gestão à visão do nosso plano estratégico, aperfeiçoar o mecanismo de responsabilização dos nossos gestores, reforçar nosso compromisso com a conformidade e intensificar a geração de valor para os nossos acionistas. Dentre as ações de fortalecimento da nossa governança corporativa, destacamos a revisão do nosso processo decisório, com o estabelecimento de competências individuais para os diretores executivos e a definição do processo sucessório para os membros da alta administração, a partir do estabelecimento de uma política de indicação dos membros do Conselho Fiscal, do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva da Petrobras. De modo a viabilizar esses e outros avanços, realizamos ajustes em nossos principais instrumentos de governança, como o Estatuto Social, os regimentos internos do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e dos comitês de assessoramento a estes órgãos. Nosso Modelo A estrutura de governança corporativa da Petrobras é composta pela Assembleia Geral de Acionistas, Conselho Fiscal, Conselho de Administração e seus comitês, Auditorias, Ouvidoria-Geral, Diretoria Executiva e seus comitês.   Missão: O Conselho de Administração visa promover a prosperidade de longo prazo do negócio, por meio de uma postura ativa e independente, considerando sempre o interesse de todos os acionistas. Este objetivo deve ser alcançado através da supervisão dos atos de gestão da Diretoria Executiva e fixação das diretrizes estratégicas da Companhia. Princípios: Além das atribuições exigidas por Lei, descritas no Estatuto Social e no Regimento Interno, o Conselho tem como princípios: • tratar igualmente todos os acionistas em decisões que podem afetar de forma diferenciada grupos distintos de acionistas; • levar em conta as necessidades de todos os públicos de interesse da Companhia na tomada de decisões; • monitorar e gerenciar potenciais conflitos de interesse entre acionistas e membros da alta administração da Companhia; • garantir o cumprimento das práticas de governança corporativa, realizando modificações e aprimoramentos nos instrumentos de governança da Companhia, quando necessário; • promover o cumprimento das regras ambientais e éticas da Companhia; • avaliar o desempenho e definir a compensação dos membros da alta administração da Companhia. Composição do Conselho O Conselho é composto por, no mínimo, 7 (sete) e, no máximo, 10 (dez) membros. A União Federal, na qualidade de acionista controladora, sempre terá direito de eleger a maioria dos membros do Conselho. Os acionistas minoritários têm direito de eleger ao menos um dos Conselheiros, se maior número não lhes couber pelo processo de voto múltiplo. Os preferencialistas podem eleger um membro do Conselho, desde que representem em conjunto, no mínimo, 10% (dez por cento) do capital social, excluído o acionista controlador. É assegurado aos empregados o direito de indicar um membro do Conselho de Administração em votação em separado, pelo voto direto de seus pares, conforme procedimentos estabelecidos no Regulamento Eleitoral aprovado pelo Conselho de Administração. Visando atender às necessidades da Companhia, recomenda-se que o Conselho avalie, periodicamente, o seu número de membros, propondo eventuais ajustes aos acionistas. 1.3.2 Presidente do Conselho O Presidente do Conselho é eleito pela Assembleia Geral. Os papéis de Presidente do Conselho e Presidente da Companhia não devem ser ocupados pela mesma pessoa, de forma a promover a independência do Conselho de Administração. 1.3.3 Mudança da Ocupação Principal do Conselheiro Caso o Conselheiro mude de ocupação principal após a sua eleição, recomenda-se que o mesmo dê conhecimento de tal alteração ao Conselho e reavalie, à luz de sua nova ocupação, os requisitos, impedimentos e eventuais conflitos, observando a legislação vigente. 1.3.4 Qualificações e Experiências Os candidatos a Conselheiro da Petrobras devem atender aos seguintes requisitos: • integridade pessoal; • ausência de conflitos de interesses; • alinhamento com os valores da Companhia; • conhecimento das melhores práticas de governança corporativa; • disponibilidade de tempo; • motivação. O Conselho de Administração deve procurar alcançar diversidade na sua composição, buscando, entre seus membros, as seguintes experiências ou conhecimentos: • experiência como executivo principal (CEO); • conhecimentos de finanças e contabilidade; • conhecimentos específicos do setor de energia; • conhecimentos gerais do mercado nacional e internacional; • visão estratégica. 1.3.5 Prazo de Mandato O prazo de gestão dos Conselheiros é de 2 (dois) anos, admitida até 3 (três) reeleições consecutivas. 1.3.6 Limite de Participações em Outros Conselhos O Conselho deve recomendar que seus membros não participem simultaneamente em Conselhos de outras sociedades, em uma quantidade que seja incompatível com o exercício de suas atribuições, visando garantir que os mesmos tenham disponibilidade de tempo suficiente e necessária à preparação para as reuniões e participação efetiva no Conselho de Administração da Petrobras. Estruturação e Composição dos Comitês O Conselho de Administração contará com 5 (cinco) Comitês de assessoramento, com atribuições específicas de análise e recomendação sobre determinadas matérias, vinculados diretamente ao Conselho: • Comitê Estratégico • Comitê Financeiro • Comitê de Auditoria Estatutário • Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão • Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde Os Comitês são compostos por membros designados pelo Conselho de Administração, de acordo com critérios definidos nos seus Regimentos Internos. No caso do Comitê de Auditoria, a designação de seus membros deve observar as disposições legais pertinentes. 1.4.2 Atribuições e Regras de Funcionamento dos Comitês As atribuições e regras de funcionamento dos

Cielo divulga o resultado de 2016 – acesse o relatório com comentários da empresa

DESTAQUES CIELO CONSOLIDADA 4T16  Volume financeiro de transações na Cielo Brasil totalizou R$159,3 bilhões, aumento de 3,1% em relação ao 4T15 e crescimento de 11,0% em relação ao 3T16;  Receita operacional líquida totalizou R$3,1 bilhões, aumento de 2,1% em relação ao 4T15 e expansão de 1,9% em relação ao 3T16;  EBITDA de R$1,4 bilhão, 5,0% superior em relação ao 4T15 e 1,0% maior que em relação ao 3T16;  Lucro líquido Cielo totalizou R$1.011,6 milhões, aumento de 18,6% em relação ao 4T15 e crescimento de 0,2% em relação ao 3T16;  Lucro líquido ajustado Cielo totalizou R$1.079,1 milhões, aumento de 17,3% em relação ao 4T15 e crescimento de 0,2% em relação ao 3T16;  Campeã (Serviços Financeiros) no prêmio As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar (Você S/A);  Vencedora do 20º prêmio ANEFAC-Fepecafi-Serasa Experian entre as empresas com Receita Líquida acima de R$ 5 bilhões, tendo sido reconhecida com o Troféu Transparência;  10ª Marca mais Valiosa do Brasil, segundo ranking da consultoria global Interbrand;  Cielo integrou, pela quarta vez consecutiva, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE); DESTAQUES CIELO CONSOLIDADA 2016  Volume financeiro de transações na Cielo Brasil totalizou R$584,9 bilhões, crescimento de 6,7% no ano;  EBITDA de R$5,5 bilhões, aumento anual de 5,8%;  Lucro líquido Cielo totalizou R$ 4.005,5 milhões, aumento de 14,1% em relação ao ano de 2015;  Lucro líquido ajustado Cielo totalizou R$4.275,4 milhões, aumento de 14,4% em relação a 2015; Abaixo relatório da empresa 20170130_Cielo_ER_4T16_vf    

Hora de prudência na política econômica

As condições atuais e as expectativas sobre o comportamento de nossa economia para os próximos anos inviabilizam uma meta de 3% ao ano para 2019 A redução observada nas taxas de inflação ao longo dos últimos meses deve ser comemorada. A inflação que tendia a superar os 10% ao ano agora converge para o centro da meta de 4,5%. Um conjunto de fatores explica este resultado. O principal, sem dúvida, foi o abandono das políticas populistas e a retomada de uma política monetária comprometida com a estabilidade. O regime de metas de inflação demonstrou mais uma vez que, quando tratado com seriedade, é capaz de conter as pressões inflacionárias. Hoje podemos dizer que a perigosa armadilha estagflacionista (a combinação de recessão com alta inflação) ficou para trás. A convergência da inflação para o centro da meta e a afirmação do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, segundo o qual “o Brasil poderá ter, no longo prazo, uma meta de inflação de 3%” animaram um debate sobre a pertinência de reduzir as metas de inflação. Vale lembrar que a reunião do CMN de junho definirá a meta para 2019. A fala do presidente Goldfajn não significa uma defesa de uma meta de 3% ao ano já em 2019. Longo prazo, para os economistas, tem um significado bastante particular; grosso modo, é o tempo lógico necessário para que os ajustes econômicos sejam processados e a economia alcance sua posição de equilíbrio. “A melhor coisa que o Banco Central e o CMN podem fazer é evitar saídas mágicas” As condições atuais e as expectativas sobre o comportamento de nossa economia para os próximos anos inviabilizam uma meta de 3% ao ano para 2019. Atravessamos hoje a pior recessão da história e as expectativas mais otimistas – se as condições políticas permitirem – para os próximos anos são de uma recuperação lenta e gradual da atividade econômica e do emprego. A definição de uma meta muito apertada para 2019 poderia implicar na adoção de políticas monetárias restritivas com alto custo social. A convergência da inflação para um patamar de 3% ao ano no longo prazo, assim como a queda substancial da taxa de juros real, depende essencialmente da melhoria na gestão das finanças públicas. A resolução do grave problema fiscal brasileiro é condição necessária, ainda que não suficiente, para promover a convergência das variáveis inflação e juros reais para os patamares verificados nos países mais desenvolvidos. Vale lembrar que, dado o tamanho do desajuste, as expectativas atuais dão conta de uma elevação da dívida pública até 2019 para algo entre 85% e 100% do PIB. A melhor coisa que o Banco Central e o CMN podem fazer é evitar saídas mágicas ou ter arroubos para apressar o processo de ajuste econômico em curso. Como dito, saímos da armadilha estagnacionista ao deixar de lado o experimentalismo populista. A queda da inflação permitirá a redução na taxa de juro e a recuperação gradual do nível de atividade e emprego. O retorno de experimentalismos sem base nas evidências da teoria econômica ou o desejo de apressar certos processos, ainda que possam fazer parte do cálculo político-eleitoral que mira 2018, seriam fatais para o processo de ajuste em curso. O mais provável (e saudável) para a economia é que o CMN, em sua reunião de junho, promova um pequeno ajuste na meta de inflação. A definição de uma meta mais baixa (entre 4% e 4,25%), assim como uma redução na banda de variação, pode reforçar o compromisso com a estabilidade. Neste momento devemos ter muita prudência na condução da política econômica. Marcelo Curado é professor do Departamento de Economia da UFPR. Fonte: (http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/hora-de-prudencia-na-politica-economica-1qlvlvtcps1z799g0t2i8vmfa)

Vale divulga o resultado de 2016 – acesse o relatório com comentários da empresa

A Vale divulgou nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, seu resultado financeiro referente ao quarto trimestre de 2016 e o consolidado do ano. Entre os destaques do período está a expressiva geração de caixa, medida pelo EBITDA. A empresa fechou o trimestre com o EBITDA ajustado de US$ 4,8 bilhões, o maior desde o 4T13, quando preço da tonelada de minério de ferro era de US$ 134,6, em oposição aos US$ 70 atuais. “Com uma produção forte e recuperação de preços, previa-se que a Vale fecharia o ano com chave de ouro. De fato, isso aconteceu”, afirmou o diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores, Luciano Siani Pires, no vídeo ao lado sobre o desempenho da empresa. No desempenho anual, a Vale encerrou 2016 com uma geração de caixa de US$ 12,2 bilhões, 70% maior que a alcançada em 2015. A marca é ainda mais desafiadora se levarmos em consideração que o preço da tonelada de minério de ferro teve uma valorização de apenas 5% durante o período. Também tivemos uma expressiva reversão do prejuízo visto em 2015 e encerramos o ano com lucro líquido de US$ 3,9 bilhões. “São resultados excepcionais gerados em todos os negócios da companhia”, comemora Siani. Em metais básicos, os resultados também foram muito expressivos. Tivemos um EBITDA ajustado de US$ 1,8 bilhão, apesar da queda dos preços. No comparativo com 2013, tivemos um aumento de 14% na geração de caixa no negócio em oposição à depreciação de 36% e 34% no preço do níquel e cobre, respectivamente. A boa performance se deu graças ao aumento de volumes, com recordes de produção em minério de ferro, níquel e cobre, e à redução de custos. O bom volume de produção fez com que a Vale fechasse o ano com a maior geração de caixa no negócio de minério de ferro de toda a indústria.   Acesse os relatórios da empresa 2016 4Q Vale IFRS USD_p 2016 4Q Production Report_p

Natura divulga o resultado do 4 tri de 2016 – acesse o relatório com comentários da empresa

No quarto trimestre de 2016 nossa receita bruta consolidada foi de R$ 3.198,7 milhões (estável vs. 2015). No Brasil a receita bruta cresceu 1,6% sobre o 4T15, demonstrando uma reversão sobre o resultado do 3T16. O EBITDA consolidado foi de R$ 462,1 milhões (+2,0% vs. 4T15), o lucro líquido de R$ 201,8 milhões (+38,8% vs. 4T15) e a geração de caixa livre de R$ 402,9 milhões. No acumulado do ano a receita bruta consolidada foi de R$ 10,993,1 milhões (+1,7% vs. 2015), enquanto a receita líquida foi de R$ 7.912,7 milhões (+0,2% vs. 2015). O EBITDA foi de R$ 1.343,6 milhões (- 10% vs. 2015), o lucro líquido de R$ 296,7 milhões (-42,2% vs. 2015) e a geração de caixa livre de R$ 469,9 milhões. Uma série de evoluções realizadas em 2016 sustentam nossa convicção em sermos bem-sucedidos na recuperação de performance da operação no Brasil. Isso será feito prioritariamente pela estratégia de revitalização da venda direta, nosso foco para 2017. Estamos lançando uma nova proposta de valor para nossas consultoras, que permitirá seu desenvolvimento profissional, a modernização de sua atuação e a progressão de seus ganhos. Nossas consumidoras receberão um atendimento mais próximo, que fortalecerá a experiência com nossos produtos, e nossas consultoras passarão a perceber a Natura como uma oportunidade de crescimento e prosperidade, a partir de novas formas de relacionamento com a empresa. A tecnologia é um poderoso habilitador para impulsionar os negócios de nossas consultoras, fornecendo meios e informações para que a relação com as consumidoras seja mais intensa. Ultrapassamos o estágio de utilizar recursos tecnológicos apenas como facilitadores transacionais e buscamos ser uma empresa orientada por dados, o que impacta positivamente a tomada de decisão, a produtividade e a qualidade da relação entre Natura, consultoras e consumidoras finais. O Rede Natura (unidade de negócios online) dobrou as vendas com relação a 2015, fechando o ano com R$ 106,7 milhões (R$ 50,1 milhões em 2015), registrando 93 mil Consultoras Natura Digitais e 1,5 milhão de consumidoras cadastradas. Avançamos na estratégia do varejo com a inauguração de cinco lojas exclusivas em shopping centers de São Paulo e todas apresentaram desempenho acima do esperado. Também passamos a distribuir a linha Sou em grandes redes de drogarias do país. Tivemos relançamentos importantes ao longo do ano, como os das marcas Ekos, Tododia, Chronos, Una e Humor, além do lançamento do perfume feminino Ekos Flor do Luar. Na América Latina o crescimento da receita bruta foi de 30,9% em moeda local no ano, com ganhos de produtividade e expansão da nossa rede de consultoras. Somos a marca preferida das consumidoras na Argentina, Chile e Peru. A Aesop, da qual passamos a deter 100% do capital, apresentou um crescimento de 33,5% em moeda local no ano, com a inauguração de 41 lojas exclusivas, chegando a um total de 176 unidades em 20 países. Acesse o relatório da empresa CD_4T16_VF Áudio conferência do resultado de 2016