Natura divulga o resultado do 4 tri de 2016 – acesse o relatório com comentários da empresa
No quarto trimestre de 2016 nossa receita bruta consolidada foi de R$ 3.198,7 milhões (estável vs. 2015). No Brasil a receita bruta cresceu 1,6% sobre o 4T15, demonstrando uma reversão sobre o resultado do 3T16. O EBITDA consolidado foi de R$ 462,1 milhões (+2,0% vs. 4T15), o lucro líquido de R$ 201,8 milhões (+38,8% vs. 4T15) e a geração de caixa livre de R$ 402,9 milhões. No acumulado do ano a receita bruta consolidada foi de R$ 10,993,1 milhões (+1,7% vs. 2015), enquanto a receita líquida foi de R$ 7.912,7 milhões (+0,2% vs. 2015). O EBITDA foi de R$ 1.343,6 milhões (- 10% vs. 2015), o lucro líquido de R$ 296,7 milhões (-42,2% vs. 2015) e a geração de caixa livre de R$ 469,9 milhões. Uma série de evoluções realizadas em 2016 sustentam nossa convicção em sermos bem-sucedidos na recuperação de performance da operação no Brasil. Isso será feito prioritariamente pela estratégia de revitalização da venda direta, nosso foco para 2017. Estamos lançando uma nova proposta de valor para nossas consultoras, que permitirá seu desenvolvimento profissional, a modernização de sua atuação e a progressão de seus ganhos. Nossas consumidoras receberão um atendimento mais próximo, que fortalecerá a experiência com nossos produtos, e nossas consultoras passarão a perceber a Natura como uma oportunidade de crescimento e prosperidade, a partir de novas formas de relacionamento com a empresa. A tecnologia é um poderoso habilitador para impulsionar os negócios de nossas consultoras, fornecendo meios e informações para que a relação com as consumidoras seja mais intensa. Ultrapassamos o estágio de utilizar recursos tecnológicos apenas como facilitadores transacionais e buscamos ser uma empresa orientada por dados, o que impacta positivamente a tomada de decisão, a produtividade e a qualidade da relação entre Natura, consultoras e consumidoras finais. O Rede Natura (unidade de negócios online) dobrou as vendas com relação a 2015, fechando o ano com R$ 106,7 milhões (R$ 50,1 milhões em 2015), registrando 93 mil Consultoras Natura Digitais e 1,5 milhão de consumidoras cadastradas. Avançamos na estratégia do varejo com a inauguração de cinco lojas exclusivas em shopping centers de São Paulo e todas apresentaram desempenho acima do esperado. Também passamos a distribuir a linha Sou em grandes redes de drogarias do país. Tivemos relançamentos importantes ao longo do ano, como os das marcas Ekos, Tododia, Chronos, Una e Humor, além do lançamento do perfume feminino Ekos Flor do Luar. Na América Latina o crescimento da receita bruta foi de 30,9% em moeda local no ano, com ganhos de produtividade e expansão da nossa rede de consultoras. Somos a marca preferida das consumidoras na Argentina, Chile e Peru. A Aesop, da qual passamos a deter 100% do capital, apresentou um crescimento de 33,5% em moeda local no ano, com a inauguração de 41 lojas exclusivas, chegando a um total de 176 unidades em 20 países. Acesse o relatório da empresa CD_4T16_VF Áudio conferência do resultado de 2016
Banco Itau divulga o gerenciamento de risco e capital de 2016

Objetivo O presente documento apresenta as informações do Itaú Unibanco Holding S.A. (Itaú Unibanco) requeridas pelo Banco Central do Brasil (BACEN) através da Circular 3.678 e alterações posteriores, que dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, à apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA, do inglês risk weighted assets) e à apuração do Patrimônio de Referência (PR), alinhados às regras de capital e em conformidade com os normativos institucionais do Itaú Unibanco. Principais Indicadores O foco do gerenciamento de riscos e capital do Itaú Unibanco é manter o perfil de risco da instituição dentro da estratégia de risco e das diretrizes do Conselho de Administração. Abaixo estão os principais indicadores do relatório, apurados com base no Conglomerado Prudencial, na data-base de 31 de dezembro de 2016. Acesse a integra do relatório publicado pelo Banco Itau. Gerenciamento_Riscos_Pilar3_4T16_port
7 TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS PARA STARTUPS EM 2017

Confira os segmentos mais quentes em inovação e tecnologia – eles terão destaque na Feira do Empreendedor deste ano. Em 2017, as startups brasileiras vão assumir um papel importante. As empresas inovadoras têm o potencial de afetar diretamente os modelos de negócio tradicionais, aproximando ideias arrojadas de setores populares que têm sofrido com a crise. “Neste ano, a tendência é que as startups influenciem positivamente campos que estão passando por dificuldades, modelos que cada vez mais carecem de inovação”, afirma o consultor do Sebrae-SP José Carlos Aronchi. De olho neste movimento, a Feira do Empreendedor, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, expandiu na edição deste ano o espaço Startup World. Presente pela quinta vez na feira, a área exclusiva para startups terá a temática “negócios para o mundo”. O objetivo é incentivar a criação de empreendimentos que atuem em escala mundial. Segundo o consultor, a internacionalização das startups é uma das principais tendências para o setor. Em países como Israel e Coreia do Sul, por exemplo, onde os mercados internos são muito modestos, desenvolver o negócio com um olhar para o mundo é questão de sobrevivência. “É isto que queremos trazer para os empreendedores brasileiros: ideias que se validem em diferentes mercados”, diz Aronchi. Com capacidade para receber 400 pessoas, o espaço contará com três arquibancadas e um palco, onde vão ocorrer diferentes palestras. As atividades terão como tema parcerias estratégicas, modelos de negócios vencedores, oportunidades em mercados emergentes e tendências tecnológicas. Ao final de cada painel, os empreendedores também terão a oportunidade de apresentar um pitch sobre a sua startup. A avaliação fica por parte dos participantes dos painéis e o ciclo termina com mentorias e networking. “Os visitantes não vão apenas assistir a palestras. Eles poderão participar de atividades e ter a oportunidade de apresentar sua startup para todo o ecossistema”, afirma o consultor do Sebrae-SP. A expectativa é receber 7 mil pessoas durante os quatro dias de evento. Além disso, no decorrer da Feira do Empreendedor, o Sebrae-SP realizará o lançamento oficial dos programas Startup SP e Incubadora SP. O primeiro, com duração de quatro meses, tem o objetivo de auxiliar o empreendedor no processo de validação e definição do seu modelo de negócio. “Só depois desse passo a startup deve pensar em realizar um protótipo”, afirma Aronchi. Já a Incubadora SP chega com a proposta de otimizar o desenvolvimento de empresas incubadas por meio de mentorias, capacitações e ações de acesso a mercados. Confira a seguir as principais tendências de negócios para as startups em 2017. A análise é do consultor José Carlos Aronchi. 1. Cidades inteligentes Segundo o especialista, as cidades inteligentes seguem como tendência para 2017. Na feira, o espaço contará com projetos que mostram como interação e conectividade podem ajudar no dia a dia urbano, por meio de ações inovadoras, como serviços colaborativos, estacionamentos inteligentes e armazenamento de objetos. 2. Realidade virtual Para o consultor do Sebrae-SP, a realidade virtual desponta como uma das principais apostas para 2017. Por oferecer inovações para diversos setores, como engenharia, arquitetura e games, suas funcionalidades continuarão valorizadas pelo mercado. 3. Acessibilidade e inclusão Esses temas estão ganhando força entre as startups. Em 2017, alguns dos mercados mais aquecidos são os serviços de turismo para o público LGBTTTIS (Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros, intersexuais e simpatizantes) e as soluções de acessibilidade visual e auditiva, mobilidade urbana e atendimento a idosos. 4. Nanotecnologia e biotecnologia Outras apostas são as inovações que podem afetar diretamente setores tradicionais, como as indústrias de alimentação, vestuário e química. Segundo o consultor, a nanotecnologia – a construção de estruturas e materiais a partir dos átomos – e a biotecnologia devem se destacar neste ano. A proposta é gerar soluções para problemas de conservação de materiais e alimentos, além de criar produtos de higiene, estética e beleza e indústria têxtil. 5. Fintechs e soluções bancárias Um dos nichos que mais ganharam força em 2016 também deve se sair bem em 2017. Para o consultor do Sebrae-SP, as startups que atuam no segmento de finanças estão encontrando uma aceitação positiva entre os consumidores, o que deve gerar ainda mais procura neste ano. “Por oferecerem operações mais baratas aos clientes, as fintechs se mostram uma forte alternativa para o mercado brasileiro”, afirma Aronchi. 6. Internet das coisas As ferramentas que agregam a internet ao dia a dia dos consumidores, como a integração de eletrodomésticos com eletroeletrônicos, também estão em destaque. Neste ano, as soluções eletrônicas de segurança devem ganhar força. “Esses negócios estão em busca do fim da barreira físicas das chaves e fechos”, diz Aronchi. 7. Serviços em nuvem Um dos maiores problemas para empresas que trabalham com e-commerce ou grandes acúmulos de dados é o armazenamento. Pensando nisso, empresas inovadoras têm trabalhado para baratear o custo dessas operações com os serviços de armazenamento em nuvem. Para o consultor, a busca por essa facilidade deve permanecer em alta. “Com a crise, as empresas estão buscando economizar onde podem em suas operações. E é aí onde entram os serviços de armazenamento em nuvem.” Fonte: http://revistapegn.globo.com/Feira-do-Empreendedor-SP/noticia/2017/01/7-tendencias-de-negocios-para-startups-em-2017.html
Especialista Porf. Alexandre Wander fala sobre cortes para 2017
Confira entrevista dada pelo Especialista Porf. Alexandre Wander fala sobre cortes para 2017, para Band Cidade, no dia 14 de janeiro de 2017. Acompanhe nosso portal de vídeos e fique por dentro de todas as novidades do mercado.
CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS

O que vem a ser um centro de serviços compartilhados? Um modelo de organização de processos em que uma unidade de negócio presta serviços para outras unidades ou departamento da organização de maneira a otimizar recursos e integrar processos, sistemas e pessoas. Palestra ministrada pelos funcionários da Heineken e Femsa Marcio Ferreira e Aílton de Moraes. Presentation CSC v.final
Normas Contábeis – O Impacto das Normas Contábeis na Internacionalização das Empresas e o CPC
A Grande Aposta (The Big Short, 2015) – Trailer Legendado – O que podemos aprender com a crise americana de 2008

https://www.youtube.com/watch?v=R0aKPegDWHY
Bradesco apresenta um lucro líquido ajustado em 2016 de R$ 17.121 bilhões

1. O Lucro Líquido Ajustado(1) do exercício 2016 foi de R$ 17,121 bilhões (redução de 4,2% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 17,873 bilhões do exercício de 2015), correspondendo a R$ 3,09 por ação e rentabilidade de 17,6%(2) sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado(2). 2. Quanto à origem, o Lucro Líquido Ajustado é composto por R$ 11,570 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 67,6% do total, e por R$ 5,551 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 32,4% do total. 3. Em dezembro de 2016, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 160,813 bilhões(3), apresentando evolução de 60,7% em relação a dezembro de 2015. 4. Os Ativos Totais, em dezembro de 2016, registraram saldo de R$ 1,294 trilhão, crescimento de 19,8% em relação ao saldo de dezembro de 2015. O retorno sobre os Ativos Totais Médios foi de 1,5%. 5. A Carteira de Crédito Expandida(4),em dezembro de 2016, atingiu R$ 514,990 bilhões, com aumento de 8,6% em relação ao saldo de dezembro de 2015. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 172,045 bilhões (crescimento de 16,4% em relação a dezembro de 2015), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 342,945 bilhões (aumento de 5,1% em relação a dezembro de 2015). 6. Os Recursos Captados e Administrados somaram R$ 1,905 trilhão, um crescimento de 26,1% em relação a dezembro de 2015. 7. O Patrimônio Líquido, em dezembro de 2016, somou R$ 100,442 bilhões, 13,0% superior a dezembro de 2015. O Índice de Basileia III, apurado com base no Conglomerado Prudencial, registrou 15,4%, em dezembro de 2016, sendo 12,0% de Capital Nível I. 8. Aos acionistas foram pagos e provisionados, a título de Juros sobre o Capital Próprio, R$ 6,976 bilhões relativos ao lucro gerado no exercício de 2016, sendo R$ 2,168 bilhões pagos na forma de mensais e intermediários, e R$ 4,808 bilhões provisionados, na forma de extraordinários e complementares, a serem pagos em 8 de março de 2017. 636216081704914290-book-port
Lei Sarbanes-Oxley

A lei Sarbanes-Oxley de 2002 reescreveu, literalmente, as regras para a governança corporativa, relativas à divulgação e à emissão de relatórios financeiros e torna Diretores Executivos e Diretores Financeiros explicitamente responsáveis por estabelecer, avaliar e monitorar a eficácia dos controles internos sobre relatórios financeiros e divulgações. O pleno conhecimento da lei e as responsabilidades é um fator de destaque na sua formação profissional. Vide no anexo o material elaborado pela Deloitte Desejo a você uma boa leitura. Prof. Alexandre Wander Invista na sua formação profissional; o conhecimento é o caminho mais curto e seguro para o sucesso profissional. Deloitt Sarbanes Oxley[1]
Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada (COSO)

Em decorrência dos escândalos e quebras e negócios de grande repercussão no EUA ocorrida na década passada o material anexo apresenta diretrizes de controles internos elaborado pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO) que publicou a obra Internal Control – Integrated Framework para ajudar empresas e outras organizações a avaliar e aperfeiçoar seus sistemas de controle interno. Desde então, a referida estrutura foi incorporada em políticas, normas e regulamentos adotados por milhares de organizações para controlar melhor suas atividades visando o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Uma boa leitura Prof. Alexandre Wander COSO_ERM_ExecutiveSummary_Portuguese