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Banco Itau divulga o gerenciamento de risco e capital de 2016

Objetivo O presente documento apresenta as informações do Itaú Unibanco Holding S.A. (Itaú Unibanco) requeridas pelo Banco Central do Brasil (BACEN) através da Circular 3.678 e alterações posteriores, que dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, à apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA, do inglês risk weighted assets) e à apuração do Patrimônio de Referência (PR), alinhados às regras de capital e em conformidade com os normativos institucionais do Itaú Unibanco. Principais Indicadores O foco do gerenciamento de riscos e capital do Itaú Unibanco é manter o perfil de risco da instituição dentro da estratégia de risco e das diretrizes do Conselho de Administração. Abaixo estão os principais indicadores do relatório, apurados com base no Conglomerado Prudencial, na data-base de 31 de dezembro de 2016. Acesse a integra do relatório publicado pelo Banco Itau. Gerenciamento_Riscos_Pilar3_4T16_port  

7 TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS PARA STARTUPS EM 2017

Confira os segmentos mais quentes em inovação e tecnologia – eles terão destaque na Feira do Empreendedor deste ano. Em 2017, as startups brasileiras vão assumir um papel importante. As empresas inovadoras têm o potencial de afetar diretamente os modelos de negócio tradicionais, aproximando ideias arrojadas de setores populares que têm sofrido com a crise. “Neste ano, a tendência é que as startups influenciem positivamente campos que estão passando por dificuldades, modelos que cada vez mais carecem de inovação”, afirma o consultor do Sebrae-SP José Carlos Aronchi. De olho neste movimento, a Feira do Empreendedor, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, expandiu na edição deste ano o espaço Startup World. Presente pela quinta vez na feira, a área exclusiva para startups terá a temática “negócios para o mundo”. O objetivo é incentivar a criação de empreendimentos que atuem em escala mundial. Segundo o consultor, a internacionalização das startups é uma das principais tendências para o setor. Em países como Israel e Coreia do Sul, por exemplo, onde os mercados internos são muito modestos, desenvolver o negócio com um olhar para o mundo é questão de sobrevivência. “É isto que queremos trazer para os empreendedores brasileiros: ideias que se validem em diferentes mercados”, diz Aronchi. Com capacidade para receber 400 pessoas, o espaço contará com três arquibancadas e um palco, onde vão ocorrer diferentes palestras. As atividades terão como tema parcerias estratégicas, modelos de negócios vencedores, oportunidades em mercados emergentes e tendências tecnológicas. Ao final de cada painel, os empreendedores também terão a oportunidade de apresentar um pitch sobre a sua startup. A avaliação fica por parte dos participantes dos painéis e o ciclo termina com mentorias e networking. “Os visitantes não vão apenas assistir a palestras. Eles poderão participar de atividades e ter a oportunidade de apresentar sua startup para todo o ecossistema”, afirma o consultor do Sebrae-SP. A expectativa é receber 7 mil pessoas durante os quatro dias de evento. Além disso, no decorrer da Feira do Empreendedor, o Sebrae-SP realizará o lançamento oficial dos programas Startup SP e Incubadora SP. O primeiro, com duração de quatro meses, tem o objetivo de auxiliar o empreendedor no processo de validação e definição do seu modelo de negócio. “Só depois desse passo a startup deve pensar em realizar um protótipo”, afirma Aronchi. Já a Incubadora SP chega com a proposta de otimizar o desenvolvimento de empresas incubadas por meio de mentorias, capacitações e ações de acesso a mercados. Confira a seguir as principais tendências de negócios para as startups em 2017. A análise é do consultor José Carlos Aronchi. 1. Cidades inteligentes Segundo o especialista, as cidades inteligentes seguem como tendência para 2017. Na feira, o espaço contará com projetos que mostram como interação e conectividade podem ajudar no dia a dia urbano, por meio de ações inovadoras, como serviços colaborativos, estacionamentos inteligentes e armazenamento de objetos. 2. Realidade virtual Para o consultor do Sebrae-SP, a realidade virtual desponta como uma das principais apostas para 2017. Por oferecer inovações para diversos setores, como engenharia, arquitetura e games, suas funcionalidades continuarão valorizadas pelo mercado. 3. Acessibilidade e inclusão Esses temas estão ganhando força entre as startups. Em 2017, alguns dos mercados mais aquecidos são os serviços de turismo para o público LGBTTTIS (Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros, intersexuais e simpatizantes) e as soluções de acessibilidade visual e auditiva, mobilidade urbana e atendimento a idosos. 4. Nanotecnologia e biotecnologia Outras apostas são as inovações que podem afetar diretamente setores tradicionais, como as indústrias de alimentação, vestuário e química. Segundo o consultor, a nanotecnologia – a construção de estruturas e materiais a partir dos átomos – e a biotecnologia devem se destacar neste ano. A proposta é gerar soluções para problemas de conservação de materiais e alimentos, além de criar produtos de higiene, estética e beleza e indústria têxtil. 5. Fintechs e soluções bancárias Um dos nichos que mais ganharam força em 2016 também deve se sair bem em 2017. Para o consultor do Sebrae-SP, as startups que atuam no segmento de finanças estão encontrando uma aceitação positiva entre os consumidores, o que deve gerar ainda mais procura neste ano. “Por oferecerem operações mais baratas aos clientes, as fintechs se mostram uma forte alternativa para o mercado brasileiro”, afirma Aronchi. 6. Internet das coisas As ferramentas que agregam a internet ao dia a dia dos consumidores, como a integração de eletrodomésticos com eletroeletrônicos, também estão em destaque. Neste ano, as soluções eletrônicas de segurança devem ganhar força. “Esses negócios estão em busca do fim da barreira físicas das chaves e fechos”, diz Aronchi. 7. Serviços em nuvem Um dos maiores problemas para empresas que trabalham com e-commerce ou grandes acúmulos de dados é o armazenamento. Pensando nisso, empresas inovadoras têm trabalhado para baratear o custo dessas operações com os serviços de armazenamento em nuvem. Para o consultor, a busca por essa facilidade deve permanecer em alta. “Com a crise, as empresas estão buscando economizar onde podem em suas operações. E é aí onde entram os serviços de armazenamento em nuvem.” Fonte: http://revistapegn.globo.com/Feira-do-Empreendedor-SP/noticia/2017/01/7-tendencias-de-negocios-para-startups-em-2017.html

CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS

O que vem a ser um centro de serviços compartilhados? Um modelo de organização de processos em que uma unidade de negócio presta serviços para outras unidades ou departamento da organização de maneira a otimizar recursos e integrar processos, sistemas e pessoas. Palestra ministrada pelos funcionários da Heineken e Femsa Marcio Ferreira e Aílton de Moraes. Presentation CSC v.final  

Bradesco apresenta um lucro líquido ajustado em 2016 de R$ 17.121 bilhões

1. O Lucro Líquido Ajustado(1) do exercício 2016 foi de R$ 17,121 bilhões (redução de 4,2% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 17,873 bilhões do exercício de 2015), correspondendo a R$ 3,09 por ação e rentabilidade de 17,6%(2) sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado(2). 2. Quanto à origem, o Lucro Líquido Ajustado é composto por R$ 11,570 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 67,6% do total, e por R$ 5,551 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 32,4% do total. 3. Em dezembro de 2016, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 160,813 bilhões(3), apresentando evolução de 60,7% em relação a dezembro de 2015. 4. Os Ativos Totais, em dezembro de 2016, registraram saldo de R$ 1,294 trilhão, crescimento de 19,8% em relação ao saldo de dezembro de 2015. O retorno sobre os Ativos Totais Médios foi de 1,5%. 5. A Carteira de Crédito Expandida(4),em dezembro de 2016, atingiu R$ 514,990 bilhões, com aumento de 8,6% em relação ao saldo de dezembro de 2015. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 172,045 bilhões (crescimento de 16,4% em relação a dezembro de 2015), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 342,945 bilhões (aumento de 5,1% em relação a dezembro de 2015). 6. Os Recursos Captados e Administrados somaram R$ 1,905 trilhão, um crescimento de 26,1% em relação a dezembro de 2015. 7. O Patrimônio Líquido, em dezembro de 2016, somou R$ 100,442 bilhões, 13,0% superior a dezembro de 2015. O Índice de Basileia III, apurado com base no Conglomerado Prudencial, registrou 15,4%, em dezembro de 2016, sendo 12,0% de Capital Nível I. 8. Aos acionistas foram pagos e provisionados, a título de Juros sobre o Capital Próprio, R$ 6,976 bilhões relativos ao lucro gerado no exercício de 2016, sendo R$ 2,168 bilhões pagos na forma de mensais e intermediários, e R$ 4,808 bilhões provisionados, na forma de extraordinários e complementares, a serem pagos em 8 de março de 2017.   636216081704914290-book-port

Lei Sarbanes-Oxley

A lei Sarbanes-Oxley de 2002 reescreveu, literalmente, as regras para a governança corporativa, relativas à divulgação e à emissão de relatórios financeiros e torna Diretores Executivos e Diretores Financeiros explicitamente responsáveis por estabelecer, avaliar e monitorar a eficácia dos controles internos sobre relatórios financeiros e divulgações. O pleno conhecimento da lei e as responsabilidades é um fator de destaque na sua formação profissional. Vide no anexo o material elaborado pela Deloitte Desejo a você uma boa leitura. Prof. Alexandre Wander Invista na sua formação profissional; o conhecimento é o caminho mais curto e seguro para o sucesso profissional. Deloitt Sarbanes Oxley[1]

Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada (COSO)

Em decorrência dos escândalos e quebras e negócios de grande repercussão no EUA ocorrida na década passada o material anexo apresenta diretrizes de controles internos elaborado pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO) que publicou a obra Internal Control – Integrated Framework para ajudar empresas e outras organizações a avaliar e aperfeiçoar seus sistemas de controle interno. Desde então, a referida estrutura foi incorporada em políticas, normas e regulamentos adotados por milhares de organizações para controlar melhor suas atividades visando o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Uma boa leitura Prof. Alexandre Wander   COSO_ERM_ExecutiveSummary_Portuguese  

Amy Morin: Força mental é uma “abordagem tripla” de como controlar seus pensamentos, comportamentos e emoções

 Força mental muitas vezes não é refletida no que você faz. É geralmente vista no que você NÃO faz. Em seu livro “13 coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem”, Amy Morin escreve que desenvolver força mental é uma “abordagem tripla” de como controlar seus pensamentos, comportamentos e emoções. A seguir estão as 13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem: 1. Eles não perdem tempo sentindo pena de si mesmas Em vez disso, eles expressam gratidão. “Sentir pena de si mesmo é auto-destrutivo”, escreve Morin. “Entregar-se a auto-piedade dificulta se viver uma vida plena.” É perda de tempo, cria emoções negativas, e prejudica seus relacionamentos. A chave é “apreciar o que você tem”, ela escreve. O objetivo é trocar auto-piedade por gratidão. 2. Eles não cedem seu poder para os outros As pessoas cedem seu poder quando não há limites físicos e emocionais claros, Morin escreve. Você precisa lutar por si mesmo e traçar a linha divisória quando necessário. Se outras pessoas controlam suas ações, eles também definem o seu sucesso e auto-estima.É importante que você mantenha o controle de seus objetivos pessoais e trabalhe para atingi-los. Morin usa Oprah Winfrey como um exemplo de alguém com um forte apego ao seu poder. Winfrey cresceu lidando com a pobreza e com o abuso sexual, mas “ela escolheu por definir quem ia ser na vida, sem abrir mão seu poder.” 3. Eles não se intimidam com as mudanças Em vez disso, eles se aceitam e abraçam o inevitável. Há cinco estágios de mudança, Morin escreve: pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção. Seguir cada um dos cinco passos é crucial. Mudar pode ser assustador, mas evitar a mudança impede o crescimento. “Quanto mais você espera, mais difícil fica”, diz ela. “Outras pessoas vão superar você.” 4. Eles não se concentram em coisas que não podem controlar “Ter tudo sob controle é seguro, mas pensar que temos o poder de sempre puxar as cordas pode se tornar um problema“, escreve Morin. Tentar manter o controle de tudo é provávelmente uma resposta à ansiedade. “Ao invés de focar no gerenciamento da sua ansiedade, você tenta controlar seu ambiente”, diz ela. Deslocar seu foco para as coisas que você pode controlar pode criar uma mais felicidade, menos estresse, melhores relacionamentos, novas oportunidades e mais sucesso. 5. Eles não querem agradar a todos Muitas vezes julgamos a nós mesmos a partir do que os outros pensam sobre nós, o que é o oposto de resistência mental. Morin lista quatro fatos sobre tentar constantemente ser uma pessoa que agrada os outros: É uma perda de tempo; Você acaba sendo facilmente manipulado; Está tudo bem para os outros se você se sente desapontado ou nervoso; Você não pode agradar a todos. Aposentar de vez essa mentalidade de agradar a todos irá torná-lo mais forte e mais auto-confiante. 6. Eles não temem correr riscos calculados As pessoas geralmente têm medo de assumir riscos, seja financeiro, físico, emocional, social ou relacionado com os negócios, diz Morin. Mas é uma questão de falta de conhecimento. “A falta de conhecimento sobre a como calcular o risco leva ao aumento do medo”, Morin escreve. Para melhor analisar um risco, pergunte a si mesmo as seguintes perguntas: Quais são os benefícios potenciais? Quais são os custos potenciais? Como isso vai me ajudar a alcançar meu objetivo? Quais são as alternativas? Quão bom será se o melhor cenário se tornar realidade? Qual é a pior coisa que pode acontecer, e como eu posso reduzir a perda caso ocorra? Quão ruim será se o pior cenário se tornar realidade? Quanto essa decisão vai importar em cinco anos? 7. Eles não remoem o passado O passado é passado. Não há nenhuma maneira de mudar o que aconteceu, e “remoê-lo pode ser auto-destrutivo, impedindo-nos de desfrutar o presente e planejar o futuro”, Morin escreve. Não resolve nada, e pode levar à depressão, ela escreve. No entanto, pode haver um benefício em pensar no passado. Refletir sobre as lições aprendidas, considerando os fatos e não as emoções, e olhando para a situação a partir de uma nova perspectiva pode ser útil, diz ela. 8. Eles não cometem os mesmos erros repetidamente Refletir pode garantir que você não repita seus erros. É importante estudar o que deu errado, o que você poderia ter feito melhor, e como fazê-lo de forma diferente da próxima vez, Morin escreve. Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade pelo erro e criam um plano para evitar cometer os mesmos erros no futuro. 9. Eles não se ressentem com o sucesso de outras pessoas O ressentimento é como a raiva que permanece escondida e armazenada, diz Morin. Focar no sucesso de outra pessoa não vai pavimentar o caminho para o seu próprio sucesso, uma vez que distrai você do seu caminho. Mesmo se você se tornar bem sucedido, você nunca poderá ficar contente se você está sempre com o foco nos outros. Você também pode desvalorizar seus talentos e abandonar seus valores e relacionamentos. 10. Eles não desistem após o primeiro fracasso O sucesso não é imediato, e o fracasso é quase sempre um obstáculo que você terá que superar. “Tomemos, por exemplo, Theodor Geisel – também conhecido como Dr. Seuss – cujo primeiro livro foi rejeitado por mais de 20 editores”, diz Morin. Dr. Seuss é agora um autor popular nos EUA. Pensar que o fracasso é inaceitável ou que significa que você não é bom o suficiente não reflete força mental. Na verdade, “reerguer-se após um fracasso irá torná-lo mais forte”, Morin escreve. 11. Eles não tem medo de passar um tempo sozinhos “Criar um tempo para ficar a sós com seus pensamentos pode ser uma experiência poderosa para ajudá-lo a alcançar seus objetivos”, escreve Morin. Tornar-se mentalmente forte necessita que você precise ter tempo fora do cotidiano para se concentrar no seu crescimento. Aqui estão alguns dos benefícios de se ficar a sós, segundo Morin: Ficar só no escritório pode aumentar a produtividade Ficar só podem aumentar a sua empatia Tempo sozinho pode aumentar a criatividade Saber ficar só é bom para a saúde mental Ficar só é restaurador 12. Eles não sentem o mundo lhes deve nada É fácil ficar zangado com o mundo por suas falhas ou falta de sucesso, mas a verdade é que ninguém tem direito a qualquer coisa. Ela deve ser conquistada. “A vida não foi feita para ser justa”, diz Morin. Se algumas pessoas experimentam mais