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O risco no mercado financeiro

Conforme comentamos nos posts anteriores o grau de aversão ao RISCO, é inerente a cada tipo de investidor. Mas procurar entender as variantes que afetam o MERCADO FINANCEIRO, pode nos ajudar a entender um pouco do “terreno que estamos pisando”. Longe de qualquer negativismo, muitas pessoas já construíram fortunas nos investimentos de altos riscos; alias temos uma definição em finanças que: Quanto maior o RISCO; maior o RETORNO. O RETORNO realmente deve ser alto e num menor período de tempo, para que o CAPITAL INVESTIDO possa ser compensado o quanto antes. Mas que os mercados financeiros são mais arriscados nos dias de hoje e muito mais voláteis; disto não podemos fechar nossos olhos. Fique esperto (a)!!!! Isto devido a alta alavancagem que o próprio MERCADO permite as EMPRESAS em buscar recursos no mercado de capitais, justamente para suprir a lacuna do MERCADO de CRÉDITO BANCÁRIO, e agora além dos BANCOS em “ter o poder ” de criar moeda através do repasse dos RECURSOS do Investidor (aplicador da poupança, por exemplo) ao tomador dos empréstimos. Imagina se o tomador do RECURSO “falir” o Banco terá que arcar contigo no momento que você efetuar o resgate da aplicação. Agora temos outra variável que as EMPRESAS negociam suas ações (parte do seu capital) no mercado primários através dos IPO ( ofertas públicas de ações) para financiamento dos projetos de investimentos. A partir da negociação do mercado primário as ações, através das corretoras e outras instituições, são oferecidas no MERCADO secundário e dai abre-se uma porta imensa para a febre especulativa e muitas das vezes o VALOR intrínseco (real) do papel se descola do seu real VALOR; criando assim a figura do ágio, decorrente do desejo ao enriquecimento rápido dos investidores. Saber medir o ágio é primordial para os investidores que não desejam assumir o papel do “idiota da última vez” quando em momentos de CRISE, o papel (ações) retornam ao seu VALOR escritural. Vai investir? estude e conheça como funciona o MERCADO DE CAPITAIS e o FINANCEIRO, aproveita e estuda o MERCADO CAMBIAL também. Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do JOVEM UNIVERSITÁRIO. Inscreva-se e compartilhe. https://www.instagram.com/p/CL6Zx8vBz6R/?igshid=jmbcyzrxig8b

Investimentos financeiros e tolerância ao risco

O risco esta associado ao perfil do Investidor e o desejo de assumir riscos, considerando como apetite por riscos, que movimenta grande parte da economia e desenvolvimento do conhecimento, fazendo o ser humano a desenvolver-se. E podemos entender que a avaliação do risco é a identificação do “perfil” do Investidor quanto a busca pela realização dos objetivos. A partir desta avaliação do perfil passamos a entender como os riscos devem ser controlados. Assim, o grau de aversão do risco depende do perfil do Investidor em relação ao seu momento de VIDA. O investidor por ter um perfil mais agressivo e outro um perfil mais conservador a suportar as variações em seu PATRIMÔNIO. Se o investidor for JOVEM e já construiu um ganho salário almejado, normalmente passa a ter um perfil mais agressivo; mas se o investidor estiver desempregado ou na fase da aposentadoria a tendência é que ele procure investimentos de menor risco, mesmo que já tenha uma certa experiência no MERCADO. Embora, sempre temos os comportamentos que fogem a regra. E você? Já avaliou o teu momento e grau de aversão ao risco? Em relação as EMPRESAS, normalmente já nascem em momentos de incertezas e cabe aos administradores determinar até que ponto deve aceitar essa incerteza, afim de mitiga-las. Se você parar para pensar que a terra gira a uma velocidade de 1.656 km/h e para fins de comparação um Boeing voa a 958 km/h em velocidade de cruzeiro. Olha só o tamanho do risco!!!!! Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM UNIVERSITÁRIO. Inscreva-se e compartilhe. https://www.instagram.com/p/CL5j7TQF5yX/?igshid=1uvwo00ir9kz4

O cuidado ao investir em ações.

Tudo bem afinal de contas o dinheiro é teu. Mas investir em ações requer técnica e cuidado e se me permite; alguns compram através do impulso, ou indo um pouco mais além: através da “compra sega” com alguém segurando e guiando o que fazer. A promessa do enriquecimento rápido deve ser melhor analisada, pois temos diversas variáveis que refletem no VALOR das ações da BOLSA DE VALOR. Atualmente, temos 2 tipos de pensamentos, mas que não se entrelaçam entre si: A análise fundamentalista e a análise técnica. A ANÁLISE FUNDAMENTALISTA avalia: O que comprar e o que vender. A ANÁLISE TÉCNICA avalia: Quando comprar e quando vender. A ANÁLISE FUNDAMENTALISTA tem como técnicas os conceitos acadêmicos na análise do que comprar ou vender, e indicadores amplamente avaliados no MUNDO acadêmico são colocados a teste no processo da avaliação de uma ação. A ANÁLISE TÉCNICA tem como técnicas conceituais de análise gráfica na análise do que comprar ou vender, e indicadores avaliados no MUNDO do MERCADO são colocados a teste no processo da avaliação de uma ação. Os conceitos da ANÁLISE FUNDAMENTALISTA em seus indicadores FINANCEIROS e ECONÔMICOS são amplamente aceitos no MUNDO acadêmicos nas defesas das monografias, dissertações e teses de doutorado. Já os conceitos da ANÁLISE TÉCNICA ou GRAFISTA enfrentam algumas restrições quanto a aceitação nas UNIVERSIDADES. No meu parecer a ANÁLISE FUNDAMENTALISTA está mais ligada em avaliar “como os administradores constroem VALOR aos acionistas” e a ANÁLISE TECNICA representa uma visão imediata de como os administradores estão enxergando os administradores das EMPRESAS. A FUNDAMENTALISTA é de longo prazo e mais consistente ; a TÉCNICA mais imediatista. Fique ligado nas nossas redes, pois continuaremos a postar conceitos das análises FUNDAMENTALISTA e TÉCNICA. Por escrever isto; você já viu nossos posts das análises FUNDAMENTALISTA de algumas empresas da BOVESPA: Petrobrás, Ambev e Klabin? Durante estes dias estaremos colocando a ANÁLISE FUNDAMENTALISTA de alguns BANCOS. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do JOVEM UNIVERSITÁRIO. Inscreva-se e compartilhe. https://www.instagram.com/p/CL2gjv0heIo/?igshid=14ho0iujb3fzk

A importância da Análise Fundamentalista

Você sabe o VALOR da ação da Natura ou da Petrobrás? E qual o VALOR do teu apartamento ou carro que você acabou de comprar? Pois então, é importante você saber precificar o VALOR das coisas, concorda? Ao comprar uma ação você não esta comprando uma obra de arte, que tem um VALOR sentimental atrás do bem. Ao investir em ações os ACIONISTAS aguardam DIVIDENDOS, e em relação ao MERCADO DE CAPITAIS ele não é nem um pouco SENTIMENTAL. O VALOR das ações despenca da NOITE para o DIA, ou sobe também. Como dizem os teóricos em FINANÇAS sobre a mão invisível de Adam Smith, mencionada em seu livro: A riqueza das Nações que atua nos mercados simplesmente desconta tudo: A incompetência dos administradores que por um momento enganam os investidores; a corrupção na queda abrupta do valor das ações até que o MERCADO se organize e até mesmo a falta de conhecimento de investidores mal informados ao comprarem ações de empresa sobreavaliadas. O ESTUDO dos fundamentos das EMPRESAS, é algo simples para quem pretende investir em ações para “garantir sua aposentadoria” e viver de dividendos ou da valorização das ações. Sou crítico a dizer que MUITOS analistas de MERCADO construíram seu PATRIMÔNIO num momento em que a BOVESPA estava lá nos seus 40 mil pontos ou 40 mil pontos nos preciosos período dos anos de 2.002 e 2.008 decorrente das fortes crises que acabaram o MERCADO de CAPITAIS. Complemento ainda que alguns conhecem o preço de TUDO; mas o valor de NADA. Nos dias de hoje tais analistas vende um sonho de um enriquecimento rápido com a BOVESPA nos 120 mil pontos, indicando que irá a caminho de fortes valorização. Mas a pergunta que sempre reflito: Qual o FUNDAMENTO para tal afirmação? Assim como ao comprar teu apartamento o corretor tem que te apresentar um motivo do VALOR da negociação com expectativa de VALORIZAÇÃO futura; acredito ser assim o processo do convencimento na compra de ações. Uma boa reflexão…. Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do JOVEM UNIVERSITÁRIO. Inscreva-se e compartilhe. https://www.instagram.com/p/CL0U-hdFb8Z/?igshid=18j2x3sccumr0

Aprendendo com as grandes marcas: A Missão da Starbucks

Nesta versão, Howard Schultz celebra o espírito humano baseada na filosofia Central do negócio na experiência do cliente. ” Queríamos que a nossa MISSÃO Starbucks respeitasse o nosso passado e focalizasse em como vivemos a Missão todos os dias através do nosso café, associados ( funcionários), clientes, lojas, vizinhança e acionistas. Nós também queríamos capturar não somente os aspectos duradouros dos nossos Princípios Orientadores, mas também articular o que nós enxergamos como mais importante para o nosso futuro “. Uma boa reflexão se você já fez a MISSÃO da tua EMPRESA, ou se ainda NÃO fez. Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM EXECUTIVO. Inscreva-se, Inspira-se e Compartilhe!!!!! https://www.instagram.com/p/CLuO04YjC-v/?igshid=ux1429f8bx90

Estruturando tua empresa para o futuro.

Definir os alicerces de uma EMPRESA é fundamental para o sucesso contínuo e isto deve ser feito independente do tamanho da EMPRESA. Vou mais longe; até mesmo a PESSOA FÍSICA tem os seus valores; sua MISSÃO e visão em relação a VIDA e quando nos identificamos com estas premissas, nos tornamos mais humanos, menos egoísta e deixamos de trabalhar pelo dinheiro e sim pela nossa existência em cumprir a nossa MISSÃO. De volta ao mundo EMPRESARIAL: Para surtir efeito a MISSÃO precisa ser definida pela principal pessoa da EMPRESA; O fundador, o sócio majoritário, o principal executivo; pois foi a pessoa que se doando idealizou o NEGÓCIO . Após definida a MISSÃO, para surtir efeito, ela precisa ser vivida pela organização; pois é a crença principal da companhia e precisa ser conhecida e energizado por todos os funcionários, sem exceção. Somente a partir dai, se elabora a VISÃO, onde quer chegar e também os OBJETIVOS ou METAS a serem atingidas pelas GERENTES DEPARTAMENTAIS. Dai sim, formatado o PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO e convertido ao PLANEJAMENTO OPERACIONAL, finalmente a EMPRESA terá um bom roteiro a SEGUIR. Nota: É função do CONTROLLER a transformação do PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ao PLANEJAMENTO OPERACIONAL. Então vamos lá, meu amigo de PROFISSÃO. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM EXECUTIVO. Inscreva-se e compartilhe!!!! https://www.instagram.com/p/CLuJ_5iDy9G/?igshid=1shpgmvncgthy

Você conhece quais são os alicerces estruturais que definem uma empresa?

Muitos executivos iniciam ou exercem suas funções sem antes conhecer os alicerces estruturais que definem uma EMPRESA, e acabam por encontrar dificuldades no desempenho das suas atividades. Mesmo que implicitamente toda EMPRESA possui 03 marcos que qualificam a sua existência; e para tratarmos as metas ou nos posicionarmos melhor nas reuniões e apresentação as nossas intervenções é fundamental ficarmos ” por dentro “. Estamos nos referindo: Missão, Visão, e Valores. Missão é a determinação do motivo Central de uma EMPRESA. Visão determina onde a EMPRESA pretende chegar, o que gostaria de se tornar e como gostaria de ser reconhecida pelo MERCADO. Valores norteiam as normas e os padrões de comportamento da EMPRESA. Conhecer com propriedade o entrelaçamento destas bases, com certeza irá te ajudar do desempenho das tuas funções. Dica aos EMPRESÁRIO: Formalize os alicerces estruturais da tua EMPRESA, e deixe claro aos teus colaboradores. Controller você precisa identificar os alicerces da EMPRESA antes de elaborar o Planejamento Estratégico e Operacional. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do JOVEM EXECUTIVO. Inscreva-se e compartilhe!!!!  

A importância da análise financeira, ou de balanço.

A análise financeira ou do Balanço Patrimonial, como é mais conhecida, é um dos principais instrumentos de análise de investimentos; importante para o CONTROLLER compreender o desempenho econômico-financeiro de uma EMPRESA e sua situação patrimonial. Podemos definir a análise do BALANÇO PATRIMONIAL como a aplicação do raciocinio analítico dedutível decorrente do entrelaçamento das ORIGENS e APLICAÇÕES dos RECURSOS das suas FONTES DE FINANCIAMENTO (Capital próprio ou de terceiros); que decorrente dos EVENTOS ECONÔMICOS provocam mutações nos elementos patrimoniais. O BALANÇO PATRIMONIAL é por excelência a mais importante peça contábil e através dele avaliamos a ESTRUTURA PATRIMONIAL de uma EMPRESA, classificada em seus BENS e DIREITOS e suas OBRIGAÇÕES. O Controller deve dominar tais conceitos e análise para desempenho da sua profissão. Prof. Alexandre Wander Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM EXECUTIVO Visualize também o paper no link abaixo: http://www.gecompany.com.br/educacional/contabilidade/entendenda-os-demonstrativos-financeiros/

Rumo à autonomia do Banco Central, por: Luiz Alberto Machado

A Câmara dos Deputados aprovou, no dia 10 de fevereiro, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 19/2019, que confere autonomia ao Banco Central. Como o projeto já teve a aprovação do senado e os deputados não alteraram o texto dos senadores, a proposta segue para sanção presidencial. Sendo de interesse do governo, foi a primeira votação relevante sob a presidência do deputado Artur Lira, que teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro na eleição para a presidência da Câmara realizada no início de fevereiro. A aprovação ocorreu por ampla margem, com 339 votos a favor e 114 contrários, fato que foi interpretado por muitos analistas como um indicador de que o governo terá mais facilidade de aprovar projetos de seu interesse do que tinha sob a presidência de Rodrigo Maia. Examinando por outro ângulo, pode-se dizer que essa ampla margem chega a surpreender, uma vez que a autonomia operacional do Banco Central é um tema bastante polêmico e que costuma provocar acentuada divisão de opiniões. Conhecido popularmente como “guardião da moeda”, o Banco Central do Brasil (Bacen ou BCB) foi criado em 31 de dezembro de 1964, como parte das medidas adotadas pelo governo de Castelo Branco para pôr ordem na economia e modernizar o sistema financeiro. Suas funções básicas são[1]: Monopólio de emissão; Banco dos bancos; Banqueiro do governo; Supervisor do sistema financeiro; Executor da política monetária; Executor da política cambial; Assessor econômico do governo. Se o projeto que confere autonomia ao Banco Central for sancionado pelo presidente da República, o Banco Central estará, como observa Celso Ming, “protegido da ação predatória dos políticos, que só pensam em gastar”.[2] Um dos motivos dessa blindagem reside na maior segurança dos diretores do Bacen, que passam a ter mandato fixo não coincidente com o dos principais cargos da República, além de não poderem ser demitidos  a não ser por grave deslize. Como já mencionei, a autonomia operacional do Banco Central está longe de se constituir em ponto de consenso entre os economistas. Entre os que são favoráveis à autonomia, encontram-se economistas de orientação mais ortodoxa[3] que, via de regra, defendem reduzida intervenção governamental na economia, rigorosa estabilidade monetária e equilíbrio orçamentário. Para tanto, o Banco Central tem papel fundamental na condução das políticas monetária e cambial, cabendo muitas vezes a ele neutralizar eventual flexibilidade na condução da política fiscal, que pode ter perigoso impacto inflacionário. Já entre os opositores da autonomia estão muitos economistas alinhados a posições mais heterodoxas[4], defensores de um maior protagonismo do Estado na gestão econômica e que admitem a necessidade de déficits orçamentários e até de alguma inflação na busca por maiores taxas de crescimento econômico. Há também alguns mais radicais que se opõem à sua própria existência, como é o caso dos adeptos da Escola Libertária, também conhecidos como anarco-capitalistas. Posição muito próxima é a de Friedrich Hayek, um dos grandes expoentes da Escola Austríaca e ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1974, que defende o fim do monopólio de emissão, tendo inclusive um livro voltado a essa ideia, no qual se lê: Temo que – desde que a propaganda “keynesiana” se infiltrou nas massas, tornando a inflação digna de respeito e fornecendo aos agitadores argumentos que os políticos profissionais são incapazes de refutar – a única maneira de impedir que uma inflação contínua acabe por nos levar a uma economia controlada e dirigida – e, portanto, em última instância, a única maneira de salvar a civilização – seja privar os governos de seu poder sobre a oferta de moeda.[5] Aos que argumentam que essa decisão seria dispensável, uma vez que o Banco Central já atua com razoável grau de autonomia, eu gostaria de lembrar que isso só ocorre quando há entrosamento entre o governo e a área econômica e, no limite, entre os diferentes integrantes da área econômica. Tivemos, no passado recente, alguns exemplos no Brasil, em que a falta de autonomia do Banco Central deixou sequelas graves. Uma delas se deu quando o governo determinou, com absoluto grau de voluntarismo, a redução da taxa básica de juros. Observava-se, nesse período, no governo de Dilma Rousseff, um racha na equipe econômica liderada por Joaquim Levy. Na ocasião, muitas ações do presidente do Banco Central Alexandre Tombini eram publicamente criticadas por integrantes de outros departamentos da área econômica, provocando forte desorientação do mercado e perda de confiança dos agentes econômicos, combinação perfeita para afugentar investimentos internos e externos. Cabe destacar, por fim, que a autonomia operacional do Banco Central, que já existe – há mais ou menos tempo – em muitos dos países não é garantia de 100% de blindagem nem de boa condução da política econômica. A Argentina é prova disso. Lá, a autonomia do Banco Central foi aprovada em 1995, porém, as constantes ingerências do Poder Executivo, que continuam a existir, resultaram na perda de confiança do mercado e falta de credibilidade da instituição para definir a política monetária, o que explica em grande parte o descontrole da inflação. Por: Luiz Alberto Machado Economista, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, mestre em Criatividade e Inovação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), é sócio-diretor da empresa SAM – Souza Aranha Machado Consultoria e Produções Artísticas e diretor adjunto do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Foi presidente do Corecon-SP e do Cofecon. [1] 7 funções do Banco Central. Disponível em https://financeone.com.br/7-funcoes-do-banco-central-do-brasil/. [2] MING, Celso. A blindagem do Banco Central. O Estado de S. Paulo, 12 de fevereiro de 2021, p. B2. [3] MACHADO, Luiz Alberto. Ortodoxia X Heterodoxia. Disponível em https://espacodemocratico.org.br/artigos/ortodoxia-x-heterodoxia/. [4] KAHN, Tulio; MACHADO, Luiz Alberto (organizadores). Interpretações do Brasil – Tradicionais e novas abordagens históricas, econômicas e diplomáticas. São Paulo: Scriptum Editorial, 2018. [5] HAYEK, Friedrich. Desestatização do dinheiro. Tradução de Heloísa Gonçalves Barbosa. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1986. Gecompany o canal amigo do jovem universitário – Inscreva-se e compartilhe.

Atribuições do Contador e do Controller

A falta de posicionamento entre as principais atribuições do Contador e do Controller pode prejudicar o desempenho destes dois grandes profissionais nas empresas; o objetivo em destacarmos as principais funções; é de contribuir na formatação das suas atividades. O Contador elabora os relatórios para o público externo; enquanto que o Controller especificamente para o público interno; O Balanço Patrimonial, a demonstração do resultado e a demonstração do fluxo de caixa realizadas são os principais relatórios do Contador; enquanto que as projetadas do Controller; O Contador elabora os relatórios financeiros com frequência mensal e acumulada anual; o Controller quando solicitada pela administração; O Contador apura os custos do produto produzido com a vertente histórica; O Controller com a vertente histórica e esperados (previsto a custo de reposição do mercado); O Contador utiliza a base de valorização para quantificar os dados segue a premissa da moeda local; O Controller utiliza a moeda corrente e a moeda requerida pelo país controlador; O Contador elabora as informações financeiras de acordo com os princípios contábeis geralmente aceitos (IASB); O Controller nenhuma restrição específica a não ser a imposta pela administração; O Contador utiliza as informações objetivas (sem viés); O Controller utiliza as informações relevantes ao tempo, podendo ser subjetiva, mas consistente; O Contador elabora os relatórios financeiros com orientação histórica; enquanto que o Controller elabora os relatórios com visão futurista, para facilitar o planejamento, controle e avaliação do desempenho antes do fato e comprar o realizado com o previsto, apontando e justificando as distorções plausíveis; O Contador utiliza-se dos relatórios financeiros para exercer sua função; o Controller utiliza-se do Orçamento Empresarial ( BUDGET) para exercer sua função; O Contador precisa entender da legislação societária e o Controller além da legislação societária precisa entender da lei do MERCADO; O chefe do Contador é o Fisco; o chefe do CONTROLLER o acionista. Espero que tenha gostado das reflexões. Gostou? deixe teu like e compartilhe. Prof. Alexandre Wander. Gecompany o canal amigo do JOVEM EXECUTIVO.