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A Lei Sarbanes-Oxley no Brasil, uma análise dos impactos de suas exigências

As limitações do acesso á poupança nacional pelas vias das bolsas de valores, e a própria disponibilidade dos recursos desejados, levaram muitas companhias brasileiras ao mercado internacional, captando recursos de investidores estrangeiros. O canal de acesso priorizado tem sido a New York Stock Exchange. Naquele mercado, em resposta aos escândalos e fraudes que abalaram a credibilidade de instituições, que até então predominantemente autorreguladas, o advento, em 2002, da lei sarbanes Oxley, (“Sarbox”) impôs novas regras rígidas de governança corporativa, estendidas pela Securitires Exchange Commission (SEC) às companhias estrangeiras com emissões negociadas nos Estados Unidos. A extraterritorialidade na aplicação dessa lei e das normas regulatórias conexas é uma as consequências da globalização dos mercados: passa haver inter-relações entre ordenamentos jurídicos distintos. Há, para tanto, procedimentos previstos no Direito Internacional Privado de reenvio e recepção para solucionar conflitos de normas no mesmo espaço. No caso brasileiro, por exemplo, isto se deu para permitir a adaptação das exigências de criação do Comitê de Auditoria, que conflitavam com os do Conselho Fiscal previsto na nossa legislação. Após manifestação da CVM a SEC, o Conselho Fiscal foi aceito como instituição que cumpria a finalidade desejada, desde que com adaptações: criou-se assim o chamado Conselho Fiscal “Turbinado”. Outros requisitos foram recepcionados, como a criação de Comitê de Divulgação, conciliando os preceitos da Sarbanes com as instruções da CVM, contendo passo a passo os procedimentos para a elaboração de relatórios anuais e demais divulgações ao mercado, segundo os princípios enumerados no título IV, Enhanced Financial Disclosures. Outra questão crítica foi sobre a competência para a escolha da Auditoria Independente, que na nossa lei é de competência exclusiva do Conselho de Administração, e que de acordo as regras da SARBOX são de competência do comitê de Auditoria. A solução adotada pelas companhias brasileiras foi atribuir ao Conselho Fiscal “turbinado” a indicação do auditor independente ao Conselho de Administração, que, caso concorde, o nomeará. Ademais, as companhias foram obrigadas a incluir em seus relatórios anuais declarações de natureza civil e penal, emitidas pelo Diretor-Presidente e pelo Diretor Financeiro, nos quais esses administradores atestam a veracidade e a precisão das informações prestadas naquele documento, particularmente as contábeis e financeiras. Isto levou as companhias brasileiras à avaliação rigorosa de seus controles internos – pela administração e pelos auditores externos – mapeando e elaborando planos de ação para correção das falhas. O cumprimento dessas exigências envolve elevados custos, os quais não estão sujeitas as companhias brasileiras que não acessaram o mercado dos Estados Unidos. E mais, além dessa assimetria, ao adquirir outras empresas, as companhias que acessaram a Nyse, se expõem aos riscos decorrentes de controles deficientes da empresa-alvo, incorrendo nos custos de remoção das falhas constatadas. Claramente, estas assimetrias impactam negativamente as condições competitivas das empresas sujeitas a SARBOX. Outra questão importante relacionada à aplicação dos dispositivos da Sarbox no Brasil diz respeito às diferenças nas estruturas de controle. Nos Estados Unidos, o capital é detido por um enorme universo de investidores, já as companhias brasileiras emissoras de ADRs tem um acionista controlador ou um grupo identificado de controle. (Embora isto comece a mudar recentemente). O eixo de poder é, portanto, diferente. Enquanto lá, na maior parte das companhias, são os executivos munidos de mandatos (proxies) que nomeiam os membros do Conselho de Administração, podendo assim ocorrem – como de fato ocorreram -fraudes, resultados forjados, e auto premiações ilegítimas para a administração, aqui os acionistas controladores que escolhem os administradores (conselheiros e executivos). Dada esta estrutura de poder, as atribuições da Diretoria Executivas são comparativamente mais limitadas. Tais características se refletem na doutrina brasileira, que ao tratar de temas como o affectio societatis, centra-se nas relações entre os sócios e na sua conduta enquanto acionistas. Aqui, o conflito de interesse tem como centro o acionista controlador, não a Diretoria Executiva. E é nesse campo que, no Brasil, se instalam os embates sobre os limites legais do exercício do poder nas sociedades anônimas. É interessante perceber que há paralelos entre as sociedades por ações e, em sentido amplo, as sociedades organizadas sob o regime democrático. Segundo Norberto Bobbio, a democracia pressupõe o controle. O poder dever ser controlado e o único meio de controla-lo é que haja participação que alcance todas as áreas aonde ele é exercido. A Sarbox e as normas decorrentes têm exatamente este propósito. Pedro Aguiar de Freitas – Consultor Geral Jurídico da Companhia Vale do Rio Doce Fonte: Governança Corporativa. Fundamentos, desenvolvimentos e tendências Autores: José Paschoal Rossetti e Adriana Andrade Editora Atlas – Sétima edição – atualizada e ampliada

A Governança Corporativa de acordo a CVM (Comissão de valores mobiliários)

Governança corporativa é o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia ao proteger todas as partes interessadas, tais como investidores, empregados e credores, facilitando o acesso ao capital. A análise das práticas de governança corporativa aplicada ao mercado de capitais envolve, principalmente: transparência, eqüidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Para os investidores, a análise das práticas de governança auxilia na decisão de investimento, pois a governança determina o nível e as formas de atuação que estes podem ter na companhia, possibilitando-lhes exercer influência no desempenho da mesma. O objetivo é o aumento do valor da companhia, pois boas práticas de governança corporativa repercutem na redução de seu custo de capital, o que aumenta a viabilidade do mercado de capitais como alternativa de capitalização. Quando investidores financiam companhias, eles sujeitam-se ao risco de apropriação indevida, por parte de acionistas controladores ou de administradores da companhia, de parcela do lucro do seu investimento. A adoção de boas práticas de governança corporativa constitui, também, um conjunto de mecanismos através dos quais investidores, incluindo controladores, se protegem contra desvios de ativos por indivíduos que têm poder de influenciar ou tomar decisões em nome da companhia. Companhias com um sistema de governança que proteja todos os seus investidores tendem a ser mais valorizadas, porque os investidores reconhecem que o retorno dos investimentos será usufruído igualmente por todos. CVM – Comissão de valores mobiliários abaixo cartilha da CVM para download. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander cartilhaCVM[1]

Negociar ou sofrer, eis a questão!

Visando construir Bases Sólidas para poder iniciar bem uma boa Negociação, o que mais importa é pré-saber: – Quem você é? | – Onde você está? | – Para onde você quer ir? | – O que você quer, de fato? (essas mesmas perguntas também se aplicam às pessoas-jurídicas). Procurarei dar, no decorrer deste Artigo, alguns subsídios e estímulos para que você possa chegar a obter respostas pertinentes às suas questões abertas e a abrir… REALMENTE É POSSÍVEL DEIXAR DE SOFRER SE EU NEGOCIAR TUDO, COM TODOS? Sim, parar de sofrer é possível a quem usar técnicas especificamente dirigidas, técnicas SIMPLES, para obter sucesso nas suas Negociações e/ou na fidelização de seus públicos, seja eles: cônjuges, pais, filhos, sogras, parentes, vizinhos, liderados, ‘chefes’, fornecedores, terceirizadores de serviços, entidades de classe, financeiras e outros. Saber negociar é o que todo e qualquer Ser Humano, profissional ou não, precisa saber para poder aplicar na sua vida pessoal e profissional, objetivando aumentar a eficácia e melhorar sua vida e a de quem interage com você. Por exemplo, a título de ‘degustação’: – Como você irá posicionar sua cadeira em uma situação de negociação?… Por quê? Nunca frontalmente para não criar uma situação de “competição para ganhar” (queda de braço, jogo de xadrez ou dama, etc.). – Com quais cores você deverá estar trajado?… Por quê? Combinar duas cores contrastantes (branco e preto, azul claro e azul escuro) para criar uma “dualidade visual”, harmônica com o plano bi polarizado em que vivemos (Yin e Yang, bem e mal, bom e ruim, etc.). Os estudiosos ou simples observadores atentos sabem que essas premissas se aplicam a todas as pessoas desta época, de acordo com suas características e com a ‘mentalidade social vigente’ (Mente Coletiva, segundo Carl Jung). Negociação é um Tema fundamental e imperativo a todos aqueles que quiserem alcançar o que desejam, assim como àqueles que querem obter e manter para sempre o tão almejado e o tão decantado Estado de Felicidade. As duas assertivas: “O que o homem mais BUSCA é a Felicidade” e “O que o homem mais QUER é o poder” são forças antagônicas, porque para obter e manter o poder ele cerca o ‘Feudo’ e o protege, negando assim a Felicidade a quem interage com ele. Então, como chegar a um estado de felicidade negando-o a quem conosco convive? Impossível, segundo entendo, porque Poder e Felicidade tem quem pode ver se iluminar de prazer os rostos das pessoas, só porque ele chegou e só pelo o que ele É. Isso independe do que ele tem ou do que ele poderia lhes dar. Estou levemente abordando temas que deverão ser úteis para o desenvolvimento de toda e qualquer função de liderança filosófica, em nível pessoal, profissional ou conjugal. Mas, futuramente, aprofundarei mais esses temas… Quanto a uma Introdução mais aprofundada no Tema ‘Negociação’, posso afirmar que: querendo ou não, você é um Negociador; a Negociação é uma necessidade de vida; você negociou sua vida inteira! As pessoas negociam até mesmo quando não sabem que estão negociando. Você, por exemplo, já negociou o uso de um brinquedo com seu irmão ou um castigo menor com sua mãe ou negociou com seu cônjuge sobre onde ir jantar ou negociou com seu filho sobre a hora de apagar as luzes ou o quanto ele deverá navegar na Web ou já negociou aumentos com seu empregador ou já tentou negociar uma trégua com um vizinho ou sogra… A Negociação é um meio básico de conseguir o que se quer de outrem! Negociar bem é conseguir ter ambos os lados satisfeitos. Num passado próximo, só se pensava em atender as próprias necessidades sem se preocupar com o outro lado envolvido na Negociação.  A mentalidade geral era “levar vantagem em TUDO” e não se ‘pré-ocupar’ em atender a outra parte… Ainda há quem manifesta essa conduta! Lembre-se de que só há uma maneira de você ser duradouramente Feliz: “propiciar e manter a felicidade de todos os que estão à sua volta e de todos com quem você negocia”. Só para mantê-los fiéis e felizes ou só por Ser Humano? Mantê-los fiéis é bom a curto, médio e longo prazo. Mantê-los sempre felizes também é muito bom, porque ser Feliz é ter com você / para você a felicidade de todos os seus pares, mas se sentir Humano é a garantia de sua felicidade! LEMBRE-SE DE QUE NEGOCIAR OU SOFRER É LIVRE ARBÍTRIO TEU! Também é de livre arbítrio teu “negociar com você mesmo”, deliberando bem, antes de decidir acionar qualquer coisa em sua vida. Negociar com o teu Eu Superior é Sinal de elevada Sabedoria, Prudência e Inteligência! Um Mercadólogo reconhecido pelo MEC em 1991, especialista em Marketing e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Moracy das Dores publicou três livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar”, “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”, Líder incomum se forma com Filosofia!

9 hábitos para progredir na carreira e nos negócios em 2019

Em um ano que sinaliza otimismo e oportunidades, é hora de acreditar, planejar e pôr a mão na massa. Conheça 9 hábitos que empreendedores e milionários bem-sucedidos praticam no seu dia a dia e que você também pode utilizar 2019 será um ano de oportunidades! Um novo governo federal, novos governos estaduais, diversas reformas a serem votadas, retomada do crescimento econômico, aumento de vagas no mercado trabalho e outras boas notícias parecem trazer previsões otimistas para o cenário econômico e social brasileiro. Continuaremos a viver em um mundo VUCA, isto é, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo, onde diversas competências são exigidas de profissionais, gestores e organizações para sobreviver, como escrevemos no artigo “Como Prosperar no Mundo VUCA em 2018”. Neste cenário, milhares de empreendedores, profissionais e milionários tem sido bem-sucedidos, e tem compartilhado alguns hábito em comum, que aqui apresentamos para inspirar aqueles que desejam progredir em sua carreira ou negócios no ano novo. A lista que elaboramos, a partir de nossa experiência profissional, inclui o resultado de pesquisa feita por vários livros e autores, entre eles: “O poder da alta performance: os hábitos que tornam as pessoas extraordinárias”, de Brendon Burchard, “Change your Habits, Change Your Life”, de Tom Corley, e “Success Habits” de Napoleon Hill, que pesquisaram centenas de pessoas bem-sucedidas. 1. Acorde mais cedo Um hábito das pessoas bem-sucedidas é que elas acordam 2 ou 3 horas antes do horário que seu dia de trabalho começa. Richard Branson, Tim Cook e Richard Branson são conhecidos madrugadores. Com 1 ou 2 horas a mais durante o dia você poderá fazer muitas coisas como, por exemplo, exercitar-se. Exercícios físicos O exercício diário ou duas, três vezes por semana, como uma caminhada, corrida ou outra atividade física, é recomendado pelos profissionais da saúde para que tenhamos melhor qualidade de vida e possamos ser mais produtivos no nosso dia a dia. O bilionário Richard Branson, dono da Virgin, disse que acordar as 5 horas para jogar tênis ou andar de bicicleta dobrou sua produtividade. Leitura Outra coisa que podemos fazer ao acordar mais cedo é ler um bom livro, seja um romance, não ficção ou mesmo um livro relativo ao nosso trabalho e profissão, o que vai permitir que nos atualizemos mais em nossa área de atuação. Ler, por si só já é um hábito próprio que nos torna bem-sucedido, pois enriquece nosso vocabulário, melhora nosso raciocínio e nosso poder de argumentação. Além de  nos dar receitas e técnicas que podem ajudar a conquistar nossos objetivos. A maioria das pessoas bem-sucedidas, como Warren Buffet e Bill Gates, leem muito, muito durante um ano. Autodesenvolvimento Também podemos assistir um webinar ou fazer um curso à distância. No mundo VUCA, devemos buscar a educação continuada de maneira permanente. Projetos Pessoais Muitos milionários e executivos utilizam esse tempo para dedicar-se a projetos pessoais. Também podemos incluir nesse tempo um espaço de 15 minutos a meia hora para meditação, que por sua importância, destacamos como um hábito à parte. 2. Faça meditação  Não é a toa que a prática da meditação é um hábito que o homem pratica há séculos. Segundo diversos estudos científicos, inclusive da neurociência, a prática da meditação diária diminui o estresse, aumenta a felicidade, diminui a irritação e, também ajuda as pessoas a estarem mais conscientes de seus pensamentos e lidar melhor com situações difíceis. De acordo com a psicologia positiva, a meditação matinal redefine sua mente e corpo e por isso se torna uma ótima maneira de começar o dia. No ambiente complexo, agitado e sob pressão que vivemos atualmente, a meditação funciona como um antídoto para lidar com o mundo VUCA e prepara a pessoa para ter um dia em equilíbrio. 3. Cuide do seu sono Trate o seu sono como um ritual para o sucesso. Lembre-se que uma noite bem dormida é fundamental para recarregar a energia. O sono reparador é aquele que não sofre interrupções e é suficiente para recompor as energias: de 6 a 8 horas (Dizem que Albert Einstein preferia 10 horas de sono). Para cuidar do seu sono, eis algumas dicas: antes de deitar, evite acessar as redes sociais, pois a luz da tela do celular agita o cérebro e excita a mente. Fica mais demorado pegar no sono. O ideal é ouvir uma música suave, um audiobook ou ler algo para “chamar” o sono. Muitos tomam chá ou leite morno para dormir. A mentalização e a meditação também ajudam. Para Ariana Huffington, autora de “A Terceira Medida do Sucesso” dormir é crítico para o sucesso. O sono afeta a memória e o pensamento criativo e ter uma boa noite de sono ajuda no melhor desempenho profissional. 4. Ouse! Desafie-se fazendo algo diferente Ouse fazer algo desafiador, que o faça quebrar a rotina, sair da sua zona de conforto. O seu cérebro quer evitar situações desconfortáveis e que o assustem. Nós estamos acostumados com a estabilidade, com a certeza, com a lei do menor esforço. Mas o mundo VUCA nos desafia o tempo todo para lidar com a incerteza, a volatilidade, a ambiguidade, a velocidade…Por isso temos que nos treinar para situações inesperadas e estar preparados para lidar com as crises. Se nós vivermos somente na nossa zona de conforto não iremos nos desenvolver e evoluir. Ficaremos estagnados. Nunca iremos atingir nosso pleno potencial. Não tenha medo do fracasso ou da rejeição e comece a sair da sua zona de conforto. Ouse, desafie-se, arrisque, faça diferente! Você pode começar com pequenas ações, como fazer um caminho diferente para o trabalho, estagiar em uma outra área, adotar um hobby novo, aprender uma nova língua, um novo esporte… Todos os grandes realizadores aprenderam a ousar, assumir riscos, aceitar a incerteza, abraçar a mudança, sair de suas zonas de conforto e fazer alguma coisa (mesmo quando a situação parecia desesperada). Muitas vezes, você pode ouvir de outras pessoas que suas metas são impossíveis. Lembre-se, você é o seu melhor motivador e não deve deixar que os outros interfiram na sua visão. Impossível é apenas uma limitação que você estabeleceu para si mesmo – você pode facilmente removê-lo e ser imparável. Mude seus hábitos, sendo ousado e assumindo riscos com frequência. Pessoas que fazem isso crescem, aprendem e se adaptam mais rapidamente a

O autoconhecimento leva ao crescimento profissional?

Sim, além de renovar nosso entusiasmo para decidir e acionar o que de fato deve ser decidido e acionado! Pesquisas mostram que 90% das empresas europeias e americanas utilizam Coaching; 95% das empresas listadas na Fortune 500 utilizam a Metodologia Coaching para aumentar a eficácia do seu pessoal. Uma das alternativas em tempos de crise seria ‘ralar’ muito para evitar o desânimo geral, por não saber o que fazer para melhorar a situação. Cultivar o Autoconhecimento (conhecer suas características, sentimentos, inclinações, capacidades, habilidades, etc.) levará à Autorrealização (o ato ou efeito de realizar a si próprio), algo vital a quem quiser manter-se entusiasmado. Em Psicologia, autorrealização é a tendência de um indivíduo, ou de qualquer organismo vivo, desenvolver todas as suas possibilidades de crescimento. Seres humanos, porém, só alcançarão esse estado pelo autoconhecimento. Buda Gautama nos legou: “O objetivo principal é a autorrealização íntima do ser, que não deve ser negligenciada pelos objetivos secundários. O melhor serviço que pode ser feito aos outros é a libertação de si mesmo”… O Autoconhecimento nos mostra quando e como mudar nossa forma de pensar e, principalmente, traz à Luz de nossa Consciência as limitações e potencialidades intrínsecas que ainda estavam inconscientes em nossa mente. Está claro, pelo menos para mim, que um ser mais consciente acelera o alcance de suas metas e objetivos. A busca do Autoconhecimento poderá ser facilitada com métodos e técnicas do Coach de Alta Performance. HÁ ALTERNATIVAS PARA A METODOLOGIA DO COACHING? Sim, a Meditação, porque a prática da meditação, também chamada de Mindfulness pelos profissionais do meio, pode aumentar seu foco, relaxar corpo e mente, além de melhorar sua capacidade de decidir e interagir no meio. Cada vez que nos conectamos com o nosso Eu Superior vivemos o presente (um Presente), ao invés de ficarmos vagando entre pensamentos passados e futuros. É aí que as coisas acontecem, em cada momentum de nossas vidas! Viver o ontem e o amanhã, se esquecendo do hoje, dá espaço à procrastinação e ao conformismo. Mas, no aqui e no agora, uma mente em meditação vai acessando naturalmente o centro da criatividade e vai sempre inovando. Lembre-se de que passamos a maior parte do tempo nos estressando, por termos hábitos mentais inconscientes e comportamentos reativos. Ou seja, ignoramos o que poderia nos tornar mais atentos e conscientes. Pior, nós ainda nem sabemos como nos relacionar com o mundo interior e exterior, se for tudo-junto e ao-mesmo-tempo… O ideal é aumentar nosso grau de consciência para ir eliminando hábitos mecânicos e inconscientes. O ideal também é mudar de comportamento, de reativo para ativo. O reativo é impulso inconsciente ou condicionamento mental, regido pelos problemas psicológicos de cada um, o que desgasta a todos e induz ao erro frequente. O ativo é bom, por ser pensado, planejado e elaborado, o que nos conduz a fazer escolhas conscientes, claras, simples e objetivas. MEDITAR É PECADO? Há religiosos que condenam o “esvaziar a mente”, assim como há os que indicam. Se você entende que é certo e justo meditar, MEDITE!… Se for meditar, há ‘N’ métodos na Web para facilitar o “entrar no Estado Meditativo”. Meditação é uma prática milenar, adotada pelos Grandes Seres de nossa história. São Seres de Luz capacitados a fazer ‘upgrades’ da nossa forma de ser e de estar aqui na Terra (Buda, Moisés, Jesus Cristo, Maomé, Gandhi, outros). Se os Iluminados meditam, por que nós não meditaríamos? Entendo que ‘pecado’ nada tenha a ver com o fato de alguém procurar melhorar sua capacidade, seu corpo e sua mente. Creio que o bom e o bem se equilibram nos pensamentos e emoções mais saudáveis, flexíveis e racionais. Você não precisa ser espiritualizado para meditar e buscar o Autoconhecimento e a Autorrealização. Você não precisa orar para atingir essa condição. Mas, se a oração te ajudar: ORE! MEDITAR É BOM MESMO? Sim, segundo a Forbes até grandes companhias, como a Apple e o Google, notaram os benefícios da meditação e encorajam seus funcionários a praticá-la. Eu descobri que a meditação me ajuda a decidir mais assertivamente, porque nos pensamentos e ideias que se apresentam, não por acaso, eu encontro “soluções inspiradas”. O maior defensor do autoconhecimento foi Sócrates, e ele afirmou que nenhum indivíduo era capaz de praticar o mal conscientemente e propositadamente, mas que o mal era um resultado da ignorância e falta de autoconhecimento. Encerro esse Artigo valorizando o Autoconhecimento – ou o “Conheça-te a ti mesmo” -, condutor à Autorrealização. Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

O PENSAMENTO ESTRATÉGICO

O pensamento estratégico é a arte de criar estratégias com efetividade. Pensar estrategicamente e agir operacionalmente significam dominar o presente e conquistar o futuro. Visam superar os adversários, sabendo que eles estão tentando fazer a mesma coisa que a organização ou seus gestores se propõem. O raciocínio estratégico inteligente em diferentes contextos continua sendo uma arte. O pensamento estratégico está fundamentalmente nas premissas da estratégica e na ciência da administração. Está relacionado com intenções empreendedoras e criativas sobre uma organização e seu ambiente, por meio de atitudes de pensar nas atuações futuras das organizações (MINTZBERG, AHLSTRAND:LAMPEL, 2000). A ciência do pensamento estratégico chama-se “teoria dos jogos”. Os jogos nesta teoria são desde jogar xadrez até criar filhos, de jogar tênis à transferência de controle acionário de uma organização, de controlar as informações privilegiadas de uma empresa; de escalar uma equipe de futebol a selecionar gestores departamentais. Todos os gestores precisam pensar estrategicamente tanto no trabalho como em casa. Gestores de organizações precisam usar boas estratégias de competição administrar seus departamentos, alinhados ao pensamento central definido pelo conselho de administração. Os conselheiros ativos devem pensar estrategicamente e assumir o comando de uma organização e assumir responsabilidades sobre o futuro de uma empresa e compartilhar suas linhas de pensamento de um modo sistemático para que todos sigam em busca da perenidade empresarial. Assim como os técnicos de um time de futebol, não entram em campo e nem tocam na bola, eles tem o poder de escalar os melhores jogadores e que terão condições de definir em questões de minutos entre empatar, vender ou perder um título de campeonato. “Quem não se lembra da atitude no mestre “Zagalo” na copa de 1994, quando os jogadores já exaustos após a prorrogação tiverem de enfrentar os pênaltis contra a famosa seleção da Itália, e o nosso auxiliar técnico dirigiu-se aos jogadores e estimulou individualmente os escalados a baterem o pênalti e o resultado foi implacável, e saímos vencedores”. Nenhum planejamento estratégico ou administração estratégica terá sustentação se os lideres responsáveis pela macro-decisão da organização não assumirem a responsabilidade do pensamento estratégico. Quando os gestores estiverem pensando estrategicamente, será necessário que tenham raciocínio sistêmico amplo, do máximo ao mínimo e vice-versa. O raciocínio estratégico pressupõe todo um “sexto sentido”, para se diferenciar os gestores e identificar se os mesmos possuem um senso de pensamento incomum dos demais. (OLIVEIRA, 1999). É comum ouvir dizer que a necessidade de pensar estrategicamente é das grandes organizações, porque as pequenas deveriam buscar outras rotas de crescimento. Isto prática reflete uma acomodação a mudança e falta de vontade de assumir um pensamento crítico e analítico; primeiro porque assumir responsabilidades incomoda pelo medo do fracasso e pensar estrategicamente simplesmente “dói”, sendo mais comum e cômodo manter-se na inércia e viver procurando culpados por decisões não planejadas na facilidade de assumir a teoria do mercado ao invés a teoria do planejamento. As pequenas e médias empresas precisam valer-se do ambiente competitivo e por isso precisam atuar de maneira clara, com objetivos bem definidos e balizadas em posições que possam der defendidas. Isto é estratégia. Pensar estrategicamente implica em analisar, primeiro, o próprio negócio (PORTER, 1990). Como a prática de jogar xadrez, a estratégia é constituída por aspectos posicionais de comportamentais (psicológicos, sociológicos e antropológicos). Muitos enxadristas denominam o estilo do jogo onde predominam as estratégicas como “jogo posicional”. Há uma orientação para se pensar estrategicamente enquanto se aguarda o lance do adversário e se pensar tática e operacionalmente quando chegar a vez de fazer o lance (MOURA, 1998) Fonte: Planejamento estratégico público ou privado – guia para projeto em organizações de governo ou de negócios. Autor: Denis Alcides Rezende – Editora Altas. Com adaptações por Alexandre Wander

Líderes desqualificados e líderes desatualizados

Muitos profissionais ascendem à liderança “até por falta de alguém melhor” ou só por que foi necessário preencher um cargo que ficou vago. Outros ascenderam por estarem aptos a liderar, mas quem não se estagnou e/ou se desatualizou? Boa parte desses líderes sequer foi qualificada para exercer a função que assumiu, apenas recebeu as instruções básicas de rotina. O pior é constatar, nos dois casos acima citados, que eles nem costumam ser alvo de reciclagens. Todo e qualquer processo de declínio acontece de forma gradual e quase que imperceptível, como se fosse “uma doença silenciosa” (diabetes, anemia, etc.). Mas, quando se manifesta, o caos se apresenta (AVC, infarto, câncer ou…?). UM CEO PRECISA CONCILIAR SEU PREPARO COM O DESPREPARO DOS SEUS LÍDERES? Sim, porque quando uma cadeia de eventos negativos pode deflagrar uma crise não esperada, quem realmente sofre nessa hora é o CEO, posto que o mesmo esteja ocupado tentando cumprir as inúmeras atividades políticas e corporativas que precisam ser cumpridas. Ou seja, ele não deve sofrer gols quando sai para marcar gols no ataque! INVESTIGAR CULPAS E CULPADOS OU APAGAR O INCÊNDIO? Como só cabe aos bombeiros apagar incêndios e como só cabe ao investigador investigar, ao CEO só caberia exercer as funções do seu cargo (planejar, formular, implantar e fiscalizar a macro política para poder dirigir a corporação). Notem que usei o verbo no condicional (só caberia), mas – na prática – “ele sempre precisa apagar incêndios”. Supondo que a empresa sobreviveu à crise (infarto ou AVC ou _____), supondo que se passou a entender que um bom CEO sempre precisa delegar responsabilidades ao escalão sênior, apesar de ser o responsável por tudo o que sucede, o escalão ‘sênior’ deverá prioritariamente ser reformulado, em nível de qualificação e atualização! Cada escalão de liderança precisa fazer o mesmo ao escalão imediatamente inferior, porque o melhor diagnóstico de que isso é necessário passa pelo reconhecimento da existência de uma crise que o leve a acionar as mudanças já! Claro que a hierarquia, assim como os níveis hierárquicos, deveria ser um bem necessário. Deveria funcionar como uma orquestra bem afinada, porque lá há um responsável pela percussão, outro pelas cordas, outro pelos metais… A hierarquia deveria ser exercida por pessoas afinadas, generosas e predispostas a melhorar o ambiente de trabalho até a superação dos resultados. Mas, reconhecer líderes assim dotados, é um desafio enorme na prática do dia-a-dia. FAZER-O-QUÊ, ENTÃO? Sair da Zona de Conforto já é um bom começo, porque cada líder precisa trabalhar para definir a si próprio o que entende como ‘superação’. Após checar suas conclusões com o CEO e/ou seu líder imediato, basta criar diferentes discursos motivacionais calcados em depoimentos inspiradores e ministrá-los, periodicamente, aos seus liderados. Líderes eficazes constantemente necessitam trabalhar para identificar o nível de entendimento dos profissionais que estão sob sua responsabilidade, com o foco de sanar suas dúvidas e nortear o dia-a-dia dos Colaboradores. Importante saber qual é a essência das pessoas que estão se destacando em sua equipe ou em sua empresa e promover eventos que possam transformá-las em referenciais do ‘como’ e do ‘que’ fazer para poder chegar mais longe. Extrair a essência ou o que motivou que viessem à tona as habilidades e competências de “quem já chegou lá”, é passar a fazer história utilizando histórias pessoais reais, palpáveis e já existentes na própria empresa. Muitos CEOs que chegaram ao topo e se tornaram referência em seus setores, se posicionaram de forma a serem admirados pela equipe, pela empresa e estão muito além do que se lê sobre eles nas notícias ou livros… QUAL O MELHOR CAMINHO? Entender que passou a ser vital ter uma compreensão clara de onde se quer chegar; ser um visionário que acredita no próprio potencial e no potencial existente em cada indivíduo de sua equipe; manter a humildade que adquiriu nas árduas batalhas que enfrentou para “chegar lá”, ao invés de se endurecer pelas pedras encontradas nesse caminho. Fazer com que todas as áreas de empresa se comprometam a dar informações precisas, em nível estratégico, íntegras e livres de interesses pessoais, que permitam criar e sustentar um plano de curto, médio e longo prazo que, além de aliviar a realidade presente, seja um norte para um futuro que garanta uma estabilidade duradoura. Seguir o caminho, já accessível, que citei no Prefácio desse livro: caminhar pelo ‘simples’ e por caminhos outrora trilhados por Grandes Mestres da Filosofia Ancestral. Quem aceitar testar esses caminhos no seu dia-a-dia poderá comprovar a eficácia da aplicação desses ensinamentos herdados. E, provavelmente, em curto espaço de tempo, deverá transcender da condição de homem comum à condição de Ser Humano Incomum… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Natura: resultado do 3TRI2018: Crescimento de dois dígitos da receita e EBITDA ajustado; lucro líquido mais que dobra em relação ao 3TRI2017

O grupo Natura vem dando certo e as marcas  Natura, The Body Shop e Aesop apresentou um forte desempenho no acumulado de 2018. Crescimento de dois dígitos na receita líquida do 3T18: R$3.241,9 milhões, alta de 37,1% em bases reportadas1. Na análise pró-forma2 em BRL, o crescimento consolidado foi de 16,6%3 (9,1% em moeda constante). Nos 9M18, a receita líquida reportada cresceu 48,1%, atingindo R$9.062,0 milhões, enquanto o crescimento pró-forma foi de 13,7%³ em BRL (8,2% em moeda constante): Sólido aumento do EBITDA consolidado. EBITDA reportado¹ de R$478,8 milhões no 3T18, alta de 7,2%. Excluindo os efeitos da hiperinflação na Argentina e outros efeitos no Brasil, além dos custos de transformação da The Body Shop, o EBITDA ajustado5 e pró-forma no 3T18 foi de R$496,6 milhões, uma forte alta de 33,7% vs. 3T17. Nos 9M18, o EBITDA reportado foi de R$1.132,1 milhões, +1,7%, enquanto o EBITDA ajustado pró-forma totalizou R$1.187,5 milhões, aumento de 29,1%: Lucro líquido consolidado mais que dobrou. O lucro líquido reportado no trimestre foi de R$132,8 milhões, comparado a R$ 61,0 milhões no 3T17, +118%, impulsionado pelo crescimento de EBITDA e menores despesas financeiras. Este forte resultado foi alcançado mesmo diante dos efeitos hiperinflacionários na Argentina e custos de transformação da The Body Shop. O lucro operacional ajustado (vide página 7) cresceu 10,2% em bases pró-forma no 3T18, somando R$326,6 milhões, e foi 30,4% maior nos 9M18, atingindo R$754,1 milhões. Liquidez: A empresa fechou o acumulado de 2018 com um índice de liquidez corrente de 1,59 a liquidez seca de 1,17 e a imediata de 0,46 e a rentabilidade do patrimônio líquido de 7,55% decorrente de um giro de 0,61 uma lucratividade de 2,09% e uma alavancagem de 5,92. Um bom estudo prof. Alexandre Wander abaixo relatório da empresa 649992  

Última aula de Avaliação de Empresas na UNIP-SJC – curso de Ciências Contábeis

Finalizamos ontem nosso compromisso presencial com os alunos (as) da UNIP em São José dos Campos, lecionando a disciplina de Avaliação de Empresas no curso de CIÊNCIAS CONTÁBEIS no ano de 2019. Excelentes alunos, um grupo jovem e comprometido com o futuro, entre os alunos tive a oportunidade de lecionar para minha filha Jaqueline. (ao centro da turma) Um brinde de vida. Sucesso a todos e que Deus vos abençoe.

Ativo Qualificável: Exercícios para estudo sobre custo do empréstimos e Ativo Qualificável

A Heineken contratou os seguintes empréstimos vislumbrando investi-lo num ativo qualificável. Case para avaliação: Admita um empréstimo que envolve os seguintes fluxos de pagamentos futuros: R$ 15.000,00 de hoje a 2 meses; R$ 40.000,00 de hoje a 5 meses; R$ 50.000,00 de hoje a 6 meses e R$ 70.000,00 de hoje a 8 meses. A contabilidade necessita apurar o valor presente (na data de hoje) destes fluxos de pagamentos, pois será negociado com o banco a taxa de juros compostos considerando a taxa 3% ao mês. De acordo ao CPC 20: Qual a definição de custos de empréstimos e quais itens da sua composição? Custos de empréstimos são juros e outros custos que a entidade incorre em conexão com o empréstimo de recursos. 2) É correto considerar a variação cambial como custo de empréstimos? Sim as variações cambiais decorrentes de empréstimos em moeda estrangeira, na extensão em que elas sejam consideradas como ajuste, para mais ou para menos, do custo dos juros. 3) E qual a correlação destes custos com os ativos qualificáveis, cite alguns exemplos de ativos qualificáveis de acordo com o CPC 20. A entidade deve capitalizar os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de ativo qualificável como parte do custo do ativo. tais como:(a) estoques; (b) plantas industriais para manufatura; (c) usinas de geração de energia; (d) ativos intangíveis; (e) propriedades para investimentos; (f) plantas portadoras 4) É correto afirmar que os custo de empréstimos são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de ativo qualificável devem ser capitalizados como parte do custo do ativo quando for provável que eles irão resultar em benefícios econômicos futuros para a entidade e que tais custos possam ser mensurados com confiabilidade. (Justifique). Sim os custos de empréstimos destinados a construção de um bem que irá gerar benefício futuro deverá fazer parte do seu ativo original; e a sua comprovação é que estes custos de empréstimos seriam evitados se os gastos com os ativos qualificável não tivessem sido feitos. 5) Vamos considerar que o ATIVO QUALIFICADO que deu origem a operação de empréstimo exceder o seu valor líquido de realização no mercado. Qual o procedimento a ser adotado de acordo os pronunciamentos dos CPC’S. Quando o valor contábil ou o custo final esperado do ativo qualificável exceder seu montante recuperável ou valor líquido de realização, o valor contábil deve ser baixado de acordo com os requerimentos de outros Pronunciamentos do CPC. 6) De acordo com o CPC 20, a empresa somente pode reconhecer o custo dos empréstimos como partir do ATIVO QUALIFICÁVEL a partir do momento em que ocorrer operações com gastos com o ATIVO QUALIFICÁVEL; tais como: pagamento em caixa, transferência de ativos ou assunção de passivos onerosos. Exemplifique contabilmente estas operações. Caracterizando um ATIVO QUALIFICÁVEL o lançamento do JUROS DOS EMPRÉSTIMO deverá compor a conta contábil do bem principal que originou a sua despesa de juros. Debito: ATIVO (não transita no resultado na conta de despesa) Crédito: Juros a Pagar (passivo) A Cervejarias Heineken Brasil importa suas principais matérias primas de países diferenciados, o lúpulo por exemplo vem de Portugal, o malte dos Estados Unidos e o Gritz da China.   CASE 02: Em agosto a Heineken comprou 8.000 toneladas de lúpulo proveniente de Portugal, 12.000,00 toneladas de malte dos Estados Unidos e 15.000,00 toneladas de Gritz da China; considerando que nas datas das entradas das mercadorias na empresa a taxa de cambio estavam conforme: Lúpulo: data da entrada 02 de agosto – taxa do câmbio: 3,60 Malte: data da entrada: 10 de agosto taxa de câmbio: 2,40 Gritz:  data da entrada: 14 de agosto – taxa de câmbio: 4,10 Sabendo que o lúpulo foi pago duas semanas após a chegada e que a taxa de cambio, encontra-se em 3,80; o malte será pago em 15/09/2017 e a taxa de cambio encontrava-se em 3,50 e o Gritz terá o seu vencimento em 30/09/207 e a taxa de cambio encerrou-se em 3,20. Pede-se que você reconheça os lançamentos contábeis nas contas de resultado e suas movimentações nas contas patrimoniais da empresa. De acordo com o CPC 02 o estorno da variação cambial (devido a uma variação credora) pode ser feito na mesma conta de origem que teve o lançamento original decorrente de uma variação cambial devedora. Em questões teóricas: De acordo com o CPC 02: 2.1) O que se entende por variação cambial Variação cambial é a diferença resultante da conversão de um número específico de unidades em uma moeda para outra moeda, a diferentes taxas cambiais. E qual o conceito de moeda funcional? Moeda funcional é a moeda do ambiente econômico principal no qual a entidade opera. 2.2) Quais os fatores que podem evidenciar a moeda funcional? (a) a moeda: (i)  que mais influencia os preços de venda de bens e serviços (geralmente é a moeda na qual os preços de venda para seus bens e serviços estão expressos e são liquidados); e (ii)  do país cujas forças competitivas e regulações mais influenciam na determinação dos preços de venda para seus bens e serviços; (b) a moeda que mais influência fatores como mão de obra, matéria-prima e outros custos para o fornecimento de bens ou serviços (geralmente é a moeda na qual tais custos estão expressos e são liquidados). 2.3) Em relação a questão acima, quais os fatores adicionais que nos servem de conceptualização (de acordo ao CPC 02); quanto a definição da moeda funcional. Os seguintes fatores adicionais devem ser considerados na determinação da moeda funcional de entidade no exterior, e também devem sê-los para avaliar se a moeda funcional dessa entidade no exterior é a mesma daquela utilizada pela entidade que reporta a informação (no caso em tela, a entidade que reporta a informação é aquela que possui uma entidade no exterior por meio de controlada, filial, sucursal, agência, coligada ou empreendimento controlado em conjunto):  a) se as atividades da entidade no exterior são executadas como extensão da entidade que reporta a informação e, não, nos moldes em que lhe