Entrevista com o nosso consultor em gestão de pessoas: Como ingressar nas empresas e manter a empregabilidade

1) Como se encontra o mercado de trabalho nas empresas nos dias atuais e o qual o caminho a ser traçado por um jovem para conseguir um bom emprego? O mercado de trabalho sofre com crise a econômica, hoje o desemprego está próximo a 12% e não há tendência de queda no curto prazo. A melhora do nível de emprego só vira com a retomada da economia. As previsões não são boas para o curto prazo, falam em crescimento de 1% para o ano que vem. É muito pouco, considerando a queda ocorrida nos últimos anos. Portanto, crescer 1% sobre uma base baixa é nada. Esta crise afeta de forma mais cruel ainda a população jovem, especialmente os que querem ingressar no mercado de trabalho pela primeira vez. A concorrência com pessoas experientes é acirrada e prejudica muito os jovens e sem experiência. Portanto, os mais jovens devem se preparar bem para o mercado. Devem ter uma formação acadêmica ou técnica robusta. Independentemente se a escola de formação é uma escola de nome forte, o que importa é que o candidato se prepare bem e demonstre na hora da entrevista ou do teste de emprego, que não tem apenas um diploma, mas sim que tem conhecimento. Por outro, lado devem também buscar o apoio de pessoas experientes que possam aconselhar no momento da decisão pelo caminho a seguir e como se portar no busca do emprego e no momento da entrevista. E antes disso mesmo é preciso buscar em sua região as melhores fontes de oportunidades de emprego, por exemplo, sites da internet, agências de recolação e etc. Mas, sempre foi e continua sendo importante na busca de uma recolocação ou busca da primeira oportunidade a indicação pessoal. Ou seja, é necessário buscar que amigos, conhecidos, parentes ou qualquer pessoa de sua rede de relacionamento o indique para processos nas empresas em que trabalham. É uma fonte importante de busca de oportunidades e também, em princípio, uma boa fonte de referência, porque o candidato já tem uma indicação interna à empresa. Por isso, é importante que todas as pessoas do relacionamento do candidato a emprego saiba que ele está buscando uma recolocação ou uma primeira oportunidade no mercado. A propaganda é alma do negócio. E também é preciso que o Candido peça para ser indicado ou informado de oportunidades existentes. Não se deve ter vergonha de pedir este auxílio aos amigos e conhecidos. É absolutamente normal isso. E humildade não faz mal a ninguém. A rede trabalhará a seu favor. Arrogância sim. Achar que pode tudo sozinho torna as coisas muito mais difíceis. 2). Normalmente após o momento de crise temos a retomada do crescimento. Como aproveitarmos esta oportunidade? Devemos estar sempre preparados para o mercado de trabalho. Temos que estar na estação quando o trem passar, se não estivermos lá o trem passará e perderemos a viagem. Portanto, é preciso se preparar e estar atento às oportunidades que surgirão. Cada um na sua área e no seu interesse deve procurar estar melhorar preparado que os outros candidatos que estarão disputando a mesma oportunidade. Portanto, se se está procurando uma oportunidade administrativa, precisamos buscar competências adicionais à aquelas tradicionais. Por exemplo hoje é fundamental falar inglês, sem inglês o candidato nem participará dos processos seletivos. É apenas um exemplo, outros são importantes, como especialização em áreas de interesse, pós-graduação e etc. se a busca é por áreas técnicas, o inglês também é muito importante, devemos nos lembrar que os manuais de máquinas e equipamentos de ponto em geral são em inglês, além dos comandos de operação, e, também neste caso, a busca de conhecimentos técnicos adicionais aos tradicionalmente ensinados são muito importantes. 3) O que se entende por cultura organizacional e como um jovem promissor deve construir e manter a sua rede de relacionamento para fazer parte de um time promissor? São duas perguntas: A primeira o que é uma cultura organizacional? Esta é uma definição ainda em construção há muitas formas de se tentar explicar o que é uma cultura organizacional. O tema não é fácil e precisaria de uma aula para entendermos melhor isto. Mas podemos resumir cultura como o conjunto de valores orientadores do comportamento organizacional, definidos pela empresa. Estes valores são, via de regra, definidos pela direção da empresa. A partir destes valores os colaboradores, funcionários, que nela ingressarem devem pautar suas condutas relacionadas aos negócios na empresa. Como se adaptar a esta cultura, a partir dos valores individuais de cada um é outra questão complexa. A discussão é longa e rica em divergências. Eu particularmente acredito e penso que ajuda muito no sucesso profissional que o candidato adote o seguinte princípio: Cultua da empresa é aquilo que a diretoria diz que é. Portanto, deve pautar por isto sua atuação profissional. É mais seguro e confortável pautar-se pela cultura vigente. Podemos mudar a cultura? Lógico que podemos e devemos fazer isto sempre que esta se mostrar inadequada. Mas, primeiro é necessário utilizar os mecanismo internos à organização para introduzir elementos modificativos da cultura e só então pautar-se pelas novas definições. Portanto, atue de acordo com o definido e procure mudar o que está definido para, só então, modificar seu modo de atuação. A segunda pergunta: Com um jovem deve construir e manter sua rede de relacionamento. A rede de relacionamento começa a ser construída na escola, não deixe de manter contato com seus antigos amigos de escola, eles provavelmente se tornarão pessoas importantes que poderão ajudá-lo em seu futuro profissional. Participe das festas e reuniões que estes grupos organizam. Se não organizam, tome você a iniciativa de reunir estes grupos. Segundo, todos os seus amigos e conhecidos devem saber, de forma não acintosa, de suas qualidades pessoais e profissionais e de seus interesses pessoais. Nas conversas informais, sempre que possível introduza um tópico de discussão que seja interessante naquele momento e que possam demonstrar suas habilidades pessoais e profissionais e faça isto com naturalidade, sem demonstrar arrogância. As pessoas precisam saber de suas qualidades pessoais,
Administrador de valor: Dicas de gestão e entendendo um pouco

Tornar-se um administrador de VALOR não é um processo misterioso aberto apenas a uns poucos profissionais. Mas exige, contudo, uma perspectiva diferente da adotada por muitos administradores. Exige concentração nos retornos de longo prazo em termos de fluxo de caixa, e não em mudanças trimestrais de ganhos por ação. Exige, ainda, disposição para se adotar uma visão das atividades corporativas desapaixonadas e voltadas para o VALOR das empresas, que enxergue os negócios como eles realmente são; e novos investimentos, como por exemplo: Investimentos em uma nova linha de produção podem ou não proporcionar retornos além da taxa mínima de atratividade definida pelo mercado. A perspectiva do administrador de VALOR é caracterizada pela capacidade de ver o negócio pelo lado de fora e pela disposição para tomar atitudes em relação a oportunidade de criar valor incremental. Finalmente e mais importante inclui a necessidade de desenvolver e institucionalizar em toda a organização uma filosofia de administração de VALOR. A concentração no VALOR para o acionista não é uma tarefa única a ser realizada somente quando houver pressão externa dos acionistas ou quando surgirem adquirentes em potencial, mas, sim, uma iniciativa constante. O processo de se tornar voltado para o VALOR tem dois aspectos distintos: Envolve uma reestruturação que libera o valor aprisionado na empresa. Os resultados imediatos de tais medidas podem ir do moderado ao espetacular; por exemplo: o preço por ação das empresas negociadas no mercado que dobram ou triplicam em questão de meses. Ao mesmo tempo, o preço a ser pago pelos resultados futuros podem ser elevados. Podem envolver desinvestimentos ou demissões nas empresas. A administração pode evitar a necessidade de mudanças cataclísmicas no futuro por meio de adoção do segundo aspecto do processo de administração com ênfase ao valor. O desenvolvimento de uma abordagem voltada para o VALOR através do planejamento escalonado e mensuração do desempenho com as métricas de VALOR e remuneração por inventivo que tendam a criar VALOR para os acionistas; e comunicação com os investidores no que se refere à criação de valor utilizando indicadores da gestão econômica em relação aos indicadores da gestão financeira. O meio para assegurar que a administração do valor se torne uma rotina na tomada de decisões e das operações, a administração pode manter estreita a lacuna entre o desempenho real e o potencial em criação de VALOR. Conseqüentemente, a necessidade de grandes reestruturações terá menor probabilidade de surgimento. Os bons administradores do VALOR podem conduzir suas empresas em uma série de passos menores para atingir os mais elevados níveis de desempenho, a quem nem mesmo as mais abrangentes reestruturações podem se equiparar. O objetivo central da questão é porque valorizar o VALOR; e a questão subjacente a isto esta na crença básica no fato de que os administradores que se concentram na construção de VALOR para os acionistas criarão empresas mais saudáveis do que os que não o fizerem. Também pensamos que as empresas mais saudáveis levem, por sua vez, as economias serem mais sólidas, padrões de vida mais elevados e maiores oportunidade de carreiras e de negócios para os indivíduos. Destacamos quatro principais fatores que desempenharam funções na ascensão do valor para o acionista: O surgimento de um mercado ativo pelo controle acionário nos anos 80, após a aparente incapacidade de muitas equipes de administração reagir de forma eficaz a grandes alterações em seus setores. A crescente importância de características baseadas em ações nos pacotes de remuneração da maioria dos altos executivos nos Estados Unidos e na Europa. A crescente penetração de participações acionaria como parte dos ativos domiciliares, após o forte desempenho dos mercados acionários dos Estados Unidos desde 1982. O crescente reconhecimento de que muitos sistemas de seguridade social, especialmente na Europa Continental e no Japão, estão na rota da insolvência. O fortalecimento do mercado de capitais e interesse na participação acionária das empresas. No Brasil o aumento do poder aquisitivo e procura a novas fontes de investimentos. A mudança do mundo globalizado e a intersecção da empresa ao mercado vêm refletindo significativamente no modo de gerenciamento das organizações; o administrador passou além exercer as atribuições internas nas empresas tais como: gerenciamento do custo do produto e a formação do preço de vendas; a preocupar-se também com as fontes de financiamento nas organizações e a remunerar os acionistas acima da sua taxa mínima de atratividade no objetivo de manter o valor da ação a um preço aceitável aos seus provedores de capital. Uma tarefa bem mais ampla e sofisticada, e a gestão financeira passou a ser vista como um pouco de ciência e de arte; e este conhecimento se conquista mediante estudo dos novos modelos de gerenciamento da gestão econômica. Dificuldades para implementar uma gestão baseada em valor: Cultura tradicional da empresa Resistência às mudanças Conflito entre lucro e valor Texto adaptado: Avaliação de Empresas – Valuation Calculando e Gerenciando o Valor das Empresas Tom Copeland
O que fazer para reter os nossos Talentos, quais?

Em casos como “compras de passe”, a perda de Colaboradores é algo normal e deve render méritos ao Líder direto de quem foi convidado. Mas, o que normalmente ocorre no dia-a-dia é ‘anormal’, porque o “grande vilão” costuma ser a falta de estímulos ao Colaborador ou o ambiente pouco propício e/ou uma má conduta do Líder (culpa de quem?). O alto turnover de funcionários precisa ser algo digno de uma profunda análise da empresa afetada, por atestar falta de capacidade de liderança (destrói carreiras), gerar custos com reposição, quebrar resultados e reduzir receitas. Muitos Gestores ainda acreditam que o problema do desligamento de funcionários está relacionado ao salário, mas eles ignoram uma importante realidade: “as pessoas não deixam seus empregos, elas deixam seus chefes”. Cabe, portanto, ao RH relatar cada viés a quem possa interagir drasticamente com os “líderes ofensores da retenção”. Um pressuposto básico fundamental é saber que o RH e o Endomarketing de uma empresa precisam ser reconhecidos como ÁREAS ESTRATÉGICAS, posto que seus profissionais sejam os responsáveis pela introdução e manutenção dos Talentos que existem e que devem ser retidos pelos líderes. Ou seja, é vital ter e manter um ou mais profissionais dedicados a diagnosticar os motivos de cada demissão para identificar, corrigir e punir os ofensores da retenção. Um dos cenários mais desafiadores para um CEO é ter um RH comprometido a dar informações precisas, em nível estratégico, íntegras e livres de interesses pessoais, que permitam sustentar um alto índice de retenção dos talentos internos e um grande poder de atração de talentos externos (Talentos na Bíblia: quem mais tem mais lhe será dado). Em Filosofia importa o que você faz não o que você sabe fazer e não faz. Ausência de Ação é ignorância manifestada. Ao interrogar os ignorantes, Sócrates verificava que eles não sabiam o que julgavam saber e, o que é mais grave, eles não sabiam que nada sabiam. O ignorante é arrogante e se enquadra no “o pouco que tem lhe será tirado”. COMO MANTER PESSOAS QUE REALMENTE INTERESSAM À NOSSA ORGANIZAÇÃO? Considere, inicialmente, que as pessoas são infiéis, imediatistas e cada vez estão mais conectadas, buscando novas oportunidades. Será apenas uma questão de tempo para que os melhores recebam “ofertas irrecusáveis”. Ooops, não quis dizer que seja difícil ou impossível reter os melhores colaboradores, quis lembrar que essa empreitada é um grande desafio e só pode ser vencido através de um paciente e persistente trabalho de fidelização diária de talentos. Convém previamente entender que você só deve trabalhar para reter quem merece ser retido: quem é íntegro, trabalhador, quer desenvolver-se e quer contribuir para ter e manter um bom ambiente de trabalho. Expurgar bocas negras que só se queixam e conturbam a Equipe, indolentes e/ou de desonestos é certo e não ofende índices… QUER MODIFICAR ESSA INDESEJÁVEL REALIDADE? Sim, então construa Profissionais; forme futuros multiplicadores; transforme ‘perdedores’, ao invés de dispensá-los; elimine stress no ambiente de trabalho; humanize processos; trate seres humanos como tal (sinal de sabedoria). Sempre aja como um Líder forte, aquele que promove mudanças – eticamente – e faz todo o necessário para alcançar um objetivo Maior: liderar uma equipe satisfeita, estável, coesa, vencedora e repleta de futuros multiplicadores. Analise bem, antes de dispensar alguém que não alcança resultados, mas mereceria ser retido, se estará cometendo um ato justo e se de fato já investiu tudo o que podia nesse Ser Humano (seres humanos não são ‘descartáveis’!). Cabe fazer uma análise profunda, antes de dispensar um Talento: – Joguei junto dele dia-a-dia? / – Criei um ambiente que favorecesse seu desenvolvimento? / – Valorizei meus colaboradores? / Considerei a função estratégica do RH? Creio que haja inúmeras perguntas similares a essa, mas uma pesquisa da Global Workforce Study revelou que apenas 38% dos empregados brasileiros estavam altamente engajados no momento da pesquisa; 55% disseram que um bom Plano de Carreira atrai ou fideliza; 32% disseram que a ausência desse Plano repele ou não retém talentos. INTERESSA MANTER QUEM NÃO TÊM BOAS CHANCES NO MERCADO DE TRABALHO? Sim, se amam a empresa e se dedicam a compensar suas limitações. Não, se forem daqueles comodistas que vão ficando na área por falta de ambição ou de coragem para buscar novas oportunidades no mercado. Quando esses comodistas ocupam cargos de liderança pela condição de amizade ou antiguidade, a coisa complica, porque eles queimam profissionais de maior potencial, por representarem uma ‘ameaça’ ao cargo que pensam ter conquistado por mérito próprio (prorrogar a inevitável dispensa de “seres jurássicos” significará pagar um alto custo na demissão)… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.
PROJEÇÃO DA ECONOMIA PARA 2018

Finalmente estamos começando a enxergar o raio do sol começar a brilha na linha do horizonte; após um período de negritude na economia que em anos anteriores vinha crescendo a taxas significativas elevando o poder aquisitivo da nação brasileira elevando muitos a saírem da linha da pobreza; com o pleno emprego e o pais atingindo um crescimento no seu Produto Interno Bruto em 7,5% no ano de 2010 e um risco pais de 2,5% e a credibilidade do pais sendo reconhecida internacionalmente, fruto de uma política arrojada de crescimento e de exposição da nossa riqueza e força da nossa gente. Antes de projetarmos o que será em 2018 é importante avaliarmos o que aconteceu nos últimos anos: Temos que ter em mente o seguinte: Que a construção da riqueza somente é gerada pela parcela economizada de uma população, que denominamos “poupança”; o crescimento ou conquistas oriundas de outros modelos podemos definir como sendo um “endividamento”; que nos traz uma sensação falsa de enriquecimento ao crescimento e de conquistas, apenas aparente, em mostras aos outros que nos enriquecemos. Os políticos fazem isto muito bem, quando emprestam dinheiro do FMI (fundo monetário internacional) para controlar a inflação; mas isto é um refresco momentâneo e a retomada sempre vem num efeito mais forte e incontrolável. No período de 2010 a 2013 vivemos um período impar decorrente do crescimento das reservas cambiais, o BANCO CENTRAL com excesso de caixa e convivendo um sério e saudável problema em administrar o fortalecimento do real frente ao dólar quando atingiu R$ 1,76 em 2010 e R$ 1,67 em 2011 e a inflação de acordo ao INPC (índice nacional de preço ao consumidor) em 6,65% em 2010 reduzindo a 5,56% em 2013. O pensamento é simples: Quando um País indica crescimento do PIB, redução nas taxas de juros através da SELIC, queda da inflação no INPC, incremento nas exportações e redução nas importações visualizadas nas RESERVAS CAMBIAIS; é só alegria. Um bom sinal que tudo encontra-se no caminho certo e o crescimento de uma NAÇÃO é eminente. O crescimento acelerado, acima da normalidade, ocorre quando a renda economizada de outras nações (a poupança) de outros países passa a entrar num pais. Passamos a assim a ter dois processos de aceleração a economia a poupança doméstica e a poupança externa. Porém, a poupança proveniente do exterior é extremante sensível e qualquer sinal de irregularidade ela desaparece; pois o investidor tem aversão ao “risco” e procura segurança e um retorno atrativo ao capital investido. Por este motivo as empresas que operam na BOLSA DE VALORES devem ter como pré-requisito um forte modelo de GOVERNANÇA CORPORATIVA onde os CONSELHEIROS são diretamente responsáveis pelas suas ações; desde a atenção na gestão dos investimentos em taxas atrativas de retorno, quanto pelas fraudes causadas em desvio de recursos que não lhes pertences destinados ao enriquecimento próprio e ilícito de acordo com a LEI SARBANES promulgada no ano de 2002 nos ESTADOS UNIDOS. A Lei SARBANES é clara e pune os CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO das empresas que operam nas BOLSAS DE VALORES DOS ESTADOS UNIDOS, com apreensão dos bens e prisão; podemos assim concluir a seriedade para se operar numa BOLSA DE VALORES. Ocorrendo qualquer tipo de fraude; os atos ilícitos tornam-se público e arranha a credibilidade de uma NAÇÃO. O que por incrível que pareça esta lei foi instituída em 2002 decorrente da série crise que abalou as BOLSAS INTERNACIONAIS; principalmente nos ESTADOS UNIDOS, com as fraudes das EMPRESAS NORTE AMERICANAS tais como: O caso ENRON, PARMALAT, LEMON BROTHERS entre outros e a queda da BOLSAS DE VALORES ao pior cenário que somente foi visto na crise de 1929. Pelo visto a falta ao estudo e ingresso em faculdade por muitos políticos brasileiros fez falta em não ter o pleno conhecimento do que é cometer crime contra o MERCADO DE CAPITAIS e infelizmente o lidar com a fama é muito mais complicado do que a conquistas. O assédio e a busca ao enriquecimento próprio de um grupo particular de políticos levou o nosso Brasil retornar ao seu pesadelo em reviver empresas fechando as portas, elevação do custo do dinheiro pela elevação da SELIC, e a inflação sendo controlada não por uma força expressiva do BANCO CENTRAL; mas de um modo natural decorrente do aumento da taxa desemprego, em que uma população que foi induzida ao consumo em propagandas do GOVERNO em 2013 e 2014 na visão de fazer o dinheiro “girar” para manter a econômica doméstica aquecida. Mas conforme mencionamos anteriormente a riqueza somente existe pela parcela economizada de um salário; de um lucro empresarial no caso das empresas. O efeito foi nocivo e inconsequente; pois a economia momentaneamente permaneceu estável; mas sem sustentação; pois uma sensação falsa de crescimento que ocorreu através do endividamento no sentido de os GOVERNANTES tentarem manter o crescimento decorrente do endividamento da população (pessoas físicas e empresas as jurídicas). Um pensamento imaturo; pois a partir do momento em que a operação LAVA JATO colocou à tona do mundo os desvios do dinheiro público para fins particulares de um grupo de políticos irresponsáveis, os investimentos provenientes do exterior entraram em queda; pois a credibilidade do BRASIL foi arranhada e projetar a negritude que estaria por vir não seria necessário ter uma formação nas melhores faculdades de ECONOMIA ou ADMINISTRAÇÃO do mundo; pois o efeito é um reflexo em dominó. Assim em 2015 o “TSUMANI” atingiu a sua maior força varrendo e destruindo o sonho dos empresários e do povo brasileiro, que com sonhos ao crescimento e o sabor da elevação do poder aquisitivo, induzido ao endividamento pelo GOVERNO na tentativa de manter a economia ao seu pleno aquecimento, deparou-se com o seu primeiro sintoma: A fuga do capital externo (a poupança economizada) de outros países, pois os investidores internacionais tem aversão ao risco e procuram lugares seguros para colocar o seu dinheiro. O restante foi consequência: Paralização dos projetos de crescimentos (principalmente na PETROBRAS); que afetou de frente os seus prestadores de serviços que na maioria sendo microempresários
Comportamental: Resiliência – O segredo dos campeões

Resiliência é e sempre será uma das competências que as empresas mais buscam em profissionais, líderes ou não, mas é vital entender e compreender (incorporar) a importância dessa competência e colocá-la em prática, JÁ! Resiliência, uma palavra originada do Latim resilio, significa voltar ao estado natural, um termo utilizado inicialmente na Física que expressa a capacidade de voltar ao estado inicial, após sofrer qualquer pressão externa. O Bob Esponja é um dos símbolos da resiliência, porque – mesmo quando esmagado – ele sempre volta à sua forma original. Carlos Drummond de Andrade assim reverenciou a resiliência, uma das maiores capacidades do Ser Humano: “a dor é inevitável, o sofrimento é opcional”. Resilir é uma capacidade que algumas pessoas têm para lidar com problemas e com suas fraquezas. Elas são mais resilientes, porque só pensam em se fortalecer para alcançar suas metas. Nas Paraolimpíadas, por exemplo, há desempenhos incríveis daqueles que foram rotulados como incapacitados. Disse Paulo Y. Sabbag (FGV) “Considero a resiliência como a competência mais importante desta 1ª metade do século 21” / “Ser mentalmente flexível é necessário para lidar com novos problemas ou ações pouco estruturadas”. RESILIENTE PRÁ VALER É QUEM PROCURA SER ELE MESMO, O TEMPO TODO! Só consegue ser resiliente quem cultiva o autoconhecimento para ser ele mesmo. O hábito de refletir sobre cada fato observado, também leva à resiliência. Comece a praticar, se não lhe for um hábito natural, porque muitas mudanças acontecem e muitos obstáculos precisam ser enfrentados constantemente. Quem não é resiliente, não sabe mudar de rumo, perde o foco e a serenidade em qualquer situação que fuja a sua rotina, fica perdido e não encontra saída. O Autoconhecimento nos mostra quando e como mudar nossa forma de pensar e, principalmente, traz à Luz de nossa Consciência as limitações e potencialidades intrínsecas que ainda estavam inconscientes em nossa mente. Ou o leva a conhecer suas emoções e cada ponto a ser melhorado para poder conseguir colocar tudo sob o seu domínio. Um bom começo é se livrar da “síndrome de Gabriela”: “eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim”. Ou seja, ir à contramão da resiliência é sinal de comodismo e estupidez de quem não a tem! Uma boa continuidade é acreditar no movimento EU SOU O QUE SOU!, do Conde de Sant Germain (meados dos anos 1600), porque – se Eu sou -, eu sei que Eu posso tudo. O Conde nos legou assertivas assim: “Eu Sou senhor do meu mundo e Eu Sou a vitoriosa inteligência que o governa. / Eu Sou a única Presença que age no meu mundo”… Claro que é possível desenvolver características resilientes em pessoas, uma premissa da Inteligência Emocional. Técnicas de Coaching ajudam muito, mas cultivar o autoconhecimento e a coragem para sair o quanto antes das Zonas de Conforto que ocasionalmente nos colocarmos é premissa fundamental de quem quer ser ele mesmo. COMO O MUNDO CORPORATIVO RECONHECE A RESILIÊNCIA? Os profissionais de RH já estão bem à frente dos executivos de outras áreas, em nível de estudo e aplicação prática da mesma. Em outras áreas do mundo corporativo, há poucos anos, resiliência era aplicada só em engenharia. Os psicólogos, conceitualmente, anteciparam muito esse estudo, com o Conceito: “resiliência é a capacidade de insurgir de grandes traumas ou perdas”. Eles analisaram pessoas que naturalmente demonstravam ser resilientes em momentos de crises, porque elas mantinham a calma enquanto buscavam saídas. Um dos fatores que compõe a resiliência é aquela tolerância contínua e equilíbrio natural que diferencia os seres resilientes dos não resilientes. O mundo empresarial, de acordo com o início desse Artigo, já acordou para a resiliência. Uns somente com a intenção de lucrar a qualquer custo (curto prazo?), outros com a intenção de harmonizar ambientes de trabalho estressantes (médio e longo prazo!) para poder humanizar processos. Considerar seres humanos como tal e assim tratá-los é sinal de elevada sabedoria, posto que abra portas que permitem mudar, inovar e antecipar soluções humanizadas. Líderes resilientes promovem mudanças e fazem tudo o que for necessário, eticamente, para alcançar o seu objetivo, o que normalmente redunda em uma equipe de talento, coesa, vencedora e repleta de futuros multiplicadores. Agir prudentemente, em cada meio de atuação, é uma característica comumente encontrada em quem quer ser parte da solução e não do problema. Ser resiliente não é apenas manter a calma ou a forma, é conseguir ter a convicta certeza de ser capaz de obter tudo o que quiser ter; é a predisposição de estar para poder Ser um Humano-Irmão! Estar para ajudar o próximo é uma Virtude altruísta, típica de quem é Bom e tem uma mentalidade avançada, porque já entende que seres humanos não são ‘descartáveis’. Ser Bom não é ser bonzinho (trouxa), posto que o Bom recicle tudo o que for reciclável ou logo descarta o que não for (colaboradores desonestos, bocas negras e indolentes). Teste – Você é uma pessoa resiliente? https://noticias.uol.com.br/saude/quiz/2012/09/05/voce-e-uma-pessoa-resiliente.htm Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.
EMPREENDEDORISMO E VISÃO DE NEGÓCIOS: CASE HABBIS

O crescimento da rede Habib´s se confunde com a história do seu fundador, Antonio Alberto Saraiva. Alberto Saraiva, medico por formação, mas empreendedor por vocação acreditou em uma idéia e construiu um império a partir de poucos recursos. O negocio parecia impossível: fast-food brasileiro, servindo comida árabe e controlado por um português sem qualquer vinculo com o mundo oriental. Apesar dos descendentes de árabes só comporem 7% da população do Brasil, o restaurante experimenta o reconhecido sucesso junto aos consumidores. O grande segredo da rede foi saber adaptar a culinária árabe ao paladar brasileiro. A partir de uma lanchonete, em 20 anos, ele firmou seu empreendimento como a segunda rede de fast-food no país. Quando criança Alberto Saraiva dividia com os pais, portugueses como ele, o sonho de ser médico. Esse fato fez com que no começo da década de 70 a família Saraiva se mudasse para São Paulo capita, a fim de dar oportunidade ao filho ingressar no curso de medicina. Como meio de sustento da família, iniciaram a operação com uma padaria no bairro comercial do Brás, zona leste da cidade. Mas logo no primeiro ano de curso, a violência da cidade grande mudou o destino de Alberto: em um assalto ao estabelecimento comercial, seu pai foi morto. Sendo o filho mais velho, se viu obrigado a abandonar a faculdade para se dedicar ao negocio da família. Mal sabia ele que, ironicamente, ali começava sua historia de sucesso. Inexperiente, passou por muitas dificuldades gerindo a padaria e percebeu que era preciso conhecer o trabalho realizado na empresa para não depender de seus funcionários. O negócio prosperou e, em1976, obteve seu primeiro lucro comercial com a venda da padaria, o qual investiu em uma lanchonete. Essa foi à primeira negociação de muitas que ainda viriam. O valor do esforço de Alberto é maior na medida em que conseguiu prosperar nos negócios ao mesmo tempo em que concluiu o curso de medicina. Administrando a lanchonete, conhecer um dos melhores cozinheiros árabes de São Paulo, Paulo Abud. Muito cedo, conversando, os dois perceberam que os restaurantes especializados nesse tipo de comida eram raros e com preços altos. Paulo Abud foi o responsável pelo conhecimento de comida árabe de que Alberto precisava para consolidar seu restaurante. Em 1988 o Habib´s inaugurou sua primeira loja na Rua Cerro Corá em São Paulo. De modo a garantir a variedade do cardápio e de não apostar somente em produtos específicos, aproveitou a sua experiência profissional e incluiu outros produtos mais comuns ao público brasileiro: pizza, chop e pastel. Além disso, ajustou as receitas árabes ao gosto nacional. Assim, o pão sírio ganhou uma versão mais macia e dourada, charutos e abobrinhas recheadas receberam um molho de tomate especial, a esfiha uma massa mais leve, a carne bovina foi instituída em substituição a carne de carneiro e temperos como alho, hortelã e gergelim foram usados com moderação. Saraiva percebeu uma oportunidade observando o público de baixo poder aquisitivo e esse foi o seu diferencial. Ele democratizou o consumo de seus produtos com preços que são acessíveis ao orçamento dos brasileiros, fazendo com que as pessoas pudessem freqüentar um restaurante, comer bem e gastar pouco. A partir do sucesso do empreendimento, alguns sócios se uniram a meta de abrir novas lojas. Em 1992, foi adotado o sistema de franchising, inaugurando a primeira loja da rede em Santo Andre, São Paulo. Ao completar 10 anos de atuação no mercado, o Habib´s já ultrapassou a marca de 100 lojas. A expansão e solidez da cadeia se assentaram no tripé: preços baixos, variedade e alta performance em qualidade. Em 1999 deu inicio a campanha – nosso preço começa com zero, destacando três produtos que custam menos de R$1,00 (pastel, kibe e esfiha). O primeiro mês de campanha conseguiu elevar a venda do pastel em 220% e da esfiha e do kibe em 30%. Visando a padronização e o sucesso das franquias, foi criado um manual de fast-food do Brasil: o manual de operações da rede Habib´s. Além disso, foi desenvolvida a idéia de criar a UTIH – Unidade de Terapia Intensiva do Habib´s para diagnosticar e solucionar os problemas das lojas. Não contrair financiamentos foi outra chave de sucesso. Desta forma, uma das políticas da rede Habib´s é: o investimento para se abrir uma franquia deve provir do patrimônio do investidor. Por essa razão, permite-se que haja diversos sócios, mas jamais empréstimos e financiamentos. Folha de pagamento enxuta é outro ponto a se destacar quando se trata de despesas. Seguindo a filosofia: Não basta atender o cliente com eficiência e sim surpreende-lo sempre, a empresa adotou uma serie de iniciativas que só contribuíram para o desenvolvimento da marca. A certeza da própria qualidade levou a rede a lançar o Habib´s 28 minutos. O programa revolucionou os sistemas de entrega de fast-food: se no espaço de 28 minutos, contados a partir do momento em que o pedido é anotado, o cliente não receber a encomenda, não precisa pagar. Alem desse diferencial, mantém no ar seu serviço de relacionamento com o cliente, batizado Alo Tia Edna. Seu poder de fogo ainda é pequeno se comparado ao da sua principal concorrente: Mc Donalds. Mas isso não impede o comandante do Habib´s de cutucar o gigante do fast-food. Para competir com a rede americana, Alberto Saraiva teve que ser visionário e inovador em um país como o Brasil, marcado pelas crises econômicas, onde mais de 70% das empresas fecham as portas nos dois primeiros anos de vida. Alberto acredita que o segredo do seu sucesso foi persistir não aumentar o preço por longos períodos e manter a mesma qualidade do seu produto. O Habib´s atrai multidões de consumidores e lucra na quantidade de produtos vendidos, mesmo com uma baixa margem de lucro. Tudo isso só foi possível graças à personalidade de seu fundador: visionário, determinado e sonhador. Hoje, Alberto Saraiva, é dono de doze empresas que fornecem a matéria prima e serviços para uma serie de processos e serviços da rede. A empresa,
CRITÉRIOS PARA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDAS
A questão da formação do preço de vendas é simples e por meios de critérios amplamente difundidos podemos chegar a este tão importante resultado, que pode ser a diferença entre o sucesso e insucesso de muitas empresas, pois vender um produto muito acima do mercado; por maior qualidade que ele tenha pode prejudicar o crescimento da empresa e vender um produto abaixo dos custos pode levar a empresa ao prejuízo e insolvência financeira. É importante dominarmos os critérios para a formação do preço de vendas, e a partir do custo total deste produto ou serviço e dai agregarmos a margem de lucro desejada, os impostos indiretos e finalmente chegarmos ao preço de venda. Porém a definição do preço de vendas pode ser o diferencial entre o sucesso e o insucesso de muitas empresas e alguns critérios de apropriação dos custos resultará em “erros” na projeção do preço e permitir que os concorrentes coloquem produtos similares a preço mais baixo, resultando em perda de participação no mercado. Para montar corretamente o preço de vendas é importante o domínio dos critérios da definição do CUSTO DO PRODUTO ou SERVIÇO; pois a partir dele chegaremos ao preço que irá cobrir as demais despesas operacionais e o lucro almejado pelos acionistas. Primeiro passo: O modelo racional para definição do lucro almejado pelo proprietário da empresa; e deve levar em consideração o volume de investimento que a empresa necessita para atender as necessidades do mercado consumidor. Definição de investimentos: Compreende tudo que a empresa investe para garantir sua operação e atendimento ao cliente e compreende nas seguintes rubrica: Caixa: Dinheiro que a empresa mantém para garantir seu capital de giro Clientes a receber: Volume de vendas efetuadas a prazo mantidas como financiamento ao cliente; Estoque: Volume de matérias primas; produtos em elaboração; estoque de produtos abacados para atender os pedidos dos clientes; Imobilizado: Investimento em máquinas; terrenos e benfeitorias. O local onde os produtos serão produzidos e armazenados. Assim um ponto de partida para definirmos o lucro almejado é a quantidade de recursos monetários que a empresa necessita para garantir a sua operação em atendimento ao cliente; e no total deste investimento incide a taxa de oportunidade do acionista, resultando assim o lucro operacional almejado sobre este volume de investimento; que agregado a alíquota do imposto de renda chegamos assim ao lucro bruto antes do imposto que na expectativa de quantas vezes este faturamento irá “girar” sobre o volume de investimento chegamos ao faturamento normativo que dividindo o lucro antes do imposto resultando assim na margem de lucro desejada; conforme apresentamos abaixo: Podemos chegar a uma simples conclusão: Empresas que investem acima da sua necessidade em estoques; prazo aos clientes e ativo imobilizado terão que atingir uma maior margem de lucro para suprir os anseios dos acionistas. Assim produzir de um modo modesto, ou com menor de recurso investido, principalmente no ATIVO IMOBILIZADO pode ser um fator diferencial na formação do preço de vendas e podemos começar a entender o porque da Nike terceirizar a produção dos seus produtos a países emergentes e o Bradesco ter vendido seus prédios e ter optado em pagar aluguel dos imóveis. (assunto em construção com prazo de conclusão até na próxima segunda-feira – visite posteriormente) atc Prof. Alexandre Wander
ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS: Prof. Alexandre Wander

O presente material visa apresentar de um modo prático os principais conceitos básicos em contabilidade no sentido de auxiliá-los no entendimento complementar das aulas, e como um inicio a fonte de pesquisas para àqueles que futuramente desejam intensificar seus conhecimentos em ENTENDER OS DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS e sua utilidade da gestão empresarial. Procuramos utilizar uma linguagem prática e descontraída, como se estivéssemos em sala de aula, visando transferir o conhecimento com exemplos usuais. Em nosso site você também encontrará os CPC contábeis com avaliação e linguagem técnica. Que tal assistir este vídeo antes da leitura do paper? não esqueça de deixar o teu like e inscrever-se no canal YouTube. Bom vamos lá, aos nossos estudos e apresentar os principais demonstrativos: O Balanço Patrimonial; A demonstração do resultado do exercício; e A demonstração do fluxo de caixa. O BALANÇO PATRIMONIAL O Balanço patrimonial apresenta a atual situação financeira da empresa num determinado momento, sendo fundamental ao profissional não só da contabilidade mas também os de outras áreas do conhecimento compreender sua utilidade, pois o domínio deste demonstrativo permite efetuar diversas análises sobre a atual situação econômica da empresa; e a partir dele surgiu uma imensidão de indicadores em finanças no objetivo de entender “o que está acontecendo com a empresa” Assim, o Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que tem por finalidade apresentar a situação patrimonial da empresa em dado momento, dentro de determinados critérios de avaliação. Deriva-se do balanço patrimonial outros dois demonstrativos importantes: Demonstração do resultado. Fluxo de caixa (método indireto) A interligação destes demonstrativos permite analisar ainda mais a empresa. A importância destes demonstrativos é alta relevância, servindo de base para os órgão regulamentadores do mercado, tal como a Comissão de valores mobiliários a CVM. Os dois grandes grupos do Balanço Patrimonial: O Balanço patrimonial é composto por dois grandes grupos: do lado esquerdo encontra-se o ATIVO (bens e direitos) ou os valores que foram investidos na EMPRESA; e do lado direito o PASSIVO (as obrigações), as origens dos valores que foram investidos na empresa. Normalmente o pessoal confunde muito as tratativas de débito e crédito no seguinte pensamento: Se a contabilidade diz que é um bem ou direito, porque débito? e se diz ser uma obrigação porque crédito? E continuam: Se é um bem ou direito deveria ser um crédito; e se é uma obrigação deveria ser chamada de débito. E dai os alunos confundem. Mas pensa o seguinte e vamos lá bem devagar: O dinheiro que encontra-se registrado no ATIVO (no caixa, por exemplo) e que consideramos como bens e direitos, teve uma origem, concorda? e o dono deste investimento encontra-se registrado no PASSIVO, os acionistas ou Bancos. Concorda que o dinheiro que encontra-se registrado no ATIVO pertence aos acionistas e eles são os CREDORES destes bens e direitos. Então, a figura do ATIVO tem uma natureza devedora frente ao PASSIVO. O PASSIVO, por sua vez, é o credor do recurso investido na empresa; assim todas as movimentações registradas no BALANÇO PATRIMONIAL, tem duas naturezas uma DEVEDORA e outra CREDORA. “Os valores registrados no grupo do ATIVO são devedoras frente a natureza credora que são registradas no grupo do PASSIVO”. Assim quando olhamos do lado esquerdo do Balanço Patrimonial (no ATIVO) visualizamos todos os investimentos que foram efetuados na empresa, e do lado direito do Balanço Patrimonial (no PASSIVO) as origens destes investimentos, ou seja, quem colocou o dinheiro dentro da empresa. Para entendermos ainda mais a questão do débito e crédito vamos substituir a palavra ATIVO por “INVESTIMENTOS” e a palavra PASSIVO por “ORIGENS de RECURSOS”; e para ficar ainda melhor entenda INVESTIMENTOS como EMPRESA; ou seja os INVESTIMENTOS são os CREDORES da EMPRESA Bom, já por este quadro, podemos perceber a importância deste demonstrativo contábil, pois apresenta os valores investido na empresa no seu lado esquerdo o ATIVO e a origens destes valores ao seu lado direto o PASSIVO. Você concorda, que a Receita Federal consegue visualizar tudo o que foi investido na EMPRESA e a origem destes valores e concluir com as seguintes indagações: A quem pertence estes valores que fora investidos na EMPRESA ou quem são os donos? Quais são as pessoas físicas que estão constituindo esta empresa? Onde eles conseguiram “tamanho” recursos para a constituição da empresa? O valor investido é compatível a renda ou o salário dos investidores que constituíram a empresa? Por um outro lado, o acionistas que são os “donos” de todo investimento da empresa consegue visualizar no balanço patrimonial e concluir com as seguintes indagações: Qual o motivo de tanto investimento os estoques? A empresa precisa realmente de todo este valor em máquinas e equipamentos? Os saldos dos clientes estão aumentando, qual o motivo de tantas vendas a prazo? Por que os saldos dos empréstimos e financiamentos estão maiores do que o valor investido pelos acionistas? ESTUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL A estrutura do Balanço patrimonial é por liquidez; o registro de maior liquidez ocupa a primeira posição da lista da estrutura e vai decaindo até apresentar o item de menor liquidez. Do lado esquerdo no ATIVO, temos 02 grande grupos: Ativo circulante e Ativo não circulante, e do lado direito temos 03 grandes grupos: Passivo Circulante, Exigível a longo Prazo e Patrimônio líquido Assim a importância do Balanço dentre outras funções apresenta: Resume e apresenta os dados de forma adequada; Apresenta os grandes grupos por ordem de liquidez; Dá a visão das aplicações e origens de recursos da empresa; Possibilita uma série de análises (endividamento, liquidez etc.) Podemos entender através do registro dos eventos econômicos avaliar a saúde financeira e econômica de uma empresa em períodos específicos. Eventos econômicos que provocam alterações na estrutura do BALANÇO PATRIMONIAL Se a função básica da contabilidade é a de registrar todos os eventos que provocaram alteração da estrutura financeira e patrimonial ao seu regime de competência, podemos entender que o registro contábil é efetuado no momento em que ele acontece e vamos ilustrar alguns “eventos econômicos” que provocam alterações no Balanço Patrimonial. Primeira movimentação: Considere o seguinte: A primeira pessoa que coloca o dinheiro
10 Características de Uma Equipe de Alta Performance: A maioria dos membros de equipes de alta performance…

A maioria dos membros de equipes de alta performance relatam que é divertido e gratificante trabalhar em equipes colaborativas, porque eles são convidados a contribuir em seu nível mais alto de potencial e eles aprendem e se desenvolvem consideravelmente ao longo do caminho. De acordo com os especialistas Ron Ricci e Carl Wiese, autores de “The Collaboration Imperative: Executive Strategies for Unlocking Your Organization’s True Potential”, uma equipe de alta performance tem as seguintes características: As pessoas têm sólida e profunda confiança uns nos outros e no propósito da equipe – eles se sentem livres para expressar seus sentimentos e idéias. Todo mundo está trabalhando para os mesmos objetivos. Os membros da equipe tem clareza sobre a forma de como interagir e trabalhar em conjunto para realizar as tarefas. Todo mundo entende quais são as metas individuais e da equipe bem como o grau de desempenho que é esperado. Os membros da equipe dissipam ativamente a tensão e o atrito em um ambiente descontraído e informal. A equipe se envolve em ampla discussão, e todos têm a oportunidade de contribuir – até mesmo os mais introvertidos. O desacordo é visto como uma coisa boa e conflitos são geridos de maneira natural. A crítica é construtiva e é orientada para a resolução de problemas e eliminação de obstáculos. A equipe toma decisões conjuntamente por meio de acordo natural – nos casos em que o acordo é difícil, uma decisão é tomada pelo líder da equipe, após a qual não há discordância. Cada membro da equipe carrega sua bagagem de conhecimentos e expertise e respeita os processos da equipe e dos outros membros. A liderança da equipe muda de tempos em tempos, conforme apropriado, para gerar resultados mais eficazes. Nenhum membro individual é mais importante do que a equipe como um time. E você: sua equipe é um time de alta performance? Reveja as características acima e avalie onde sua equipe deve melhorar ainda mais. Marco Aurelio Morsch
A Controladoria Financeira em suas funções, origens e aplicabilidade

Podemos entender a controladoria como um corpo de doutrina que tem como objetivo principal garantir a eficácia da gestão empresarial. Tendo como origem os conhecimentos das disciplinas da contabilidade, administração, economia, psicologia e da estatística; sintetizando-a como sendo uma área do conhecimento humano com fundamentos, conceitos e princípios oriundos de outras ciências. Em relação ao parágrafo anterior, é importante observar que a controladoria atua na gestão econômica; e ao termo eficácia representa o grau de assertividade de um determinado resultado. Na gestão empresarial podemos correlacionar a terminologia eficácia os indicadores de rentabilidade; pois relaciona o lucro gerado com o volume de investimento que foi necessário para construir este lucro. Num passado recente, ouvíamos muito o termo eficiente, representando o modo que se constrói um determinado resultado, na alocação racional de recursos. Na gestão financeira podemos correlacionar a terminologia eficiência aos indicadores de lucratividade, pois relaciona o lucro gerado ao seu indicador principal originário deste lucro: a receita bruta; verifique que apenas medimos o lucro em relação ao seu fator principal, que são as vendas sem correlacionar o resultado ao volume de investimentos necessários para atingir este resultado. Por exemplo: Quando avaliamos que tivemos uma margem de 30%; podemos entender que a cada R$ 100,00 reais de vendas, tivemos um total entre custo e despesa de R$ 70,00 gerando um resultado de R$ 30,00. Isto é lucratividade. Mas quando relacionamos o lucro gerado R$ 30,00 ao volume de capital investido (Giro e Imobilizado) temos o conceito de Rentabilidade. Por exemplo: Vamos supor que para atingir o lucro de R$ 30,00 foi necessário um investimento total de R$ 3.000,00. Resulta numa rentabilidade de apenas 1%. Isto é rentabilidade. Na rentabilidade podemos avaliar um determinado evento em 03 dimensões: a margem; o giro e a alavancagem. A margem, o modo como os gestores formam os seus preços de vendas e controlam os custos e despesas empresariais (a lucratividade); O giro, a potencialidade dos ativos gerar receita; A alavancagem, a mesclagem do patrimônio líquido em relação as suas fontes de financiamentos. De acordo com o resultado dos estudiosos tais como o professor Armando Catelli, da USP-SP, a controladoria tem como definição um departamento autônomo, que tem como objetivo identificar, mensurar, comunicar e atuar nas decisões dos eventos econômicos que afetam o resultado de uma empresa tendo como responsabilidade o lucro e a eficácia empresarial. Também observamos que enquanto a contabilidade conduz os seus esforços na estruturação dos demonstrativos financeiros de acordo com as leis pertinentes em submeter seus trabalhos a auditoria e divulgar os demonstrativos financeiros as partes interessadas (bancos, governos, investidores, etc); a controladoria tem como objetivo em atuar na gestão empresarial e nas decisões dos eventos econômicos. Podemos definir como sendo um evento econômico todas as ações que causam mudanças nos ativos (bens e direitos) e nos passivos (obrigações) de uma empresa. Fundamentando nossa linha de pensamento, de acordo com (Escola americana, A.A.A.. 1996, Glautier, p.2, a contabilidade identifica, mensura e comunica a informação econômica para permitir formação de julgamentos e decisões pelos usuários da informação; já a Contabilidade gerencial é um processo de identificação, mensuração, acumulação, análise, preparação, interpretação e comunicação de informações financeiras utilizadas pela administração. (Associação Nacional dos Contadores dos Estados Unidos). A nossa indagação neste estágio será a seguinte: E a gestão econômica ficou por conta de quem? A partir dos anos 80 os efeitos da Globalização, Governança Corporativa e Evolução do mercado de capitais; sentiu-se a necessidade de acelerar ou modificar o antigo modelo de atuação do contador de um modelo mais voltado para atender a legislação fiscal e tributária na apuração dos impostos, tendo como base a utilização dos registros contábeis para um profissional que atuasse em prol dos acionistas que investem seus recursos nas empresas e aguardam um retorno atrativo em relação aos seus investimentos. Daí o fortalecimento dos conceitos da eficácia e dos indicadores da gestão econômica que compara o desempenho operacional de uma empresa com o mercado de sua atuação, introduzindo na análise do desempenho empresarial indicadores da economia em conceitos de remunerar adequadamente os recursos investido pelos provedores de capital. Podemos entender a empresa como sendo o seu valor de mercado em decorrência de como ela estruturou-se no passado visando alcançar resultados atrativos no futuro. O papel da controladoria tornou-se evidente; em analisar o desempenho histórico de uma empresa e em atuar/controlar suas atuais decisões tomadas no presente para gerar um resultado programado e medido em relação ao futuro. Assim a Controladoria é um departamento responsável pelo projeto, elaboração, implementação, e manutenção do sistema integrado de informações operacionais, financeiras e contábeis de determinada entidade”. Assim podemos questionar: A controladoria é uma ciência? Para satisfazer nosso questionamento podemos definir como ciência um conhecimento ou prática sistemática em sentido restrito que possui um objeto próprio de estudo que se encontra em constante evolução e relaciona com outros ramos do conhecimento. Tem objeto próprio de estudo: As mutações patrimoniais; Utiliza métodos racionais: Os elementos patrimoniais e suas relações entre si Apresenta-se em constante evolução e tem caráter preditivo em projetar o futuro de uma empresa mediante a utilização plena do planejamento orçamentário com informações provenientes do planejamento estratégico Relaciona-se com outros ramos do conhecimento. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Fontes de estudo: Controladoria Estratégia e Operacional do professor Clóvis Luiz Padoveze; Gecon: Gestão econômica do professor Armando Catelli Gostou? faça um curso de Controladoria; mais informações acesse o link abaixo e conheça a grade de nossos cursos: Controladoria Estratégia e Operacional