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Os 10 princípios da AMBEV

Nosso sonho nos inspira a trabalhar juntos, unindo as pessoas por um mundo melhor Pessoas excelentes, com liberdade para crescer em velocidades compatíveis com seu talento e recompensadas adequadamente, são os ativos mais valiosos da nossa Companhia. Selecionamos, desenvolvemos e retemos pessoas que podem ser melhores que nós mesmos. Avaliamos nossos líderes pela qualidade das suas equipes. Nunca estamos completamente satisfeitos com nossos resultados, que são o combustível de nossa Companhia. Foco e tolerância zero garantem uma vantagem competitiva duradoura. O Consumidor é o Patrão. Nos conectamos com nossos consumidores oferecendo experiências que têm um impacto significativo em suas vidas, sempre de forma responsável. Somos uma companhia de donos. Donos assumem resultados pessoalmente. Acreditamos que o bom senso e a simplicidade orientam melhor do que sofisticação e complexidade desnecessários. Gerenciamos nossos custos rigorosamente, a fim de liberar mais recursos para suportar o nosso crescimento no mercado de maneira sustentável e rentável. Liderança pelo exemplo pessoal é o melhor guia para nossa cultura. Fazemos o que falamos. Nunca pegamos atalhos. Integridade, trabalho duro, consistência e responsabilidade são essenciais para construir nossa Companhia. Fonte: https://www.ambev.com.br/ Explore nosso site e encontre diversos temas acadêmicos que poderá te ajudar na tua formação profissional. Prof. Alexandre Wander Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito

DEFININDO A QUANTIDADE A SER VENDIDA PELA ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO

Os administradores, muitas vezes, querem saber qual o nível de produção com vendas subsequentes a serem realizadas para cobrir os custos e despesas fixas; visando assim analisar se a empresa possui capacidade produtiva suficiente para suprir tal desafio. Na avaliação em rentabilidade o controller pode utilizar-se desta valiosa ferramenta em suas diversas vertentes; pois a análise do ponto de equilíbrio determina o volume de produção e vendas de uma empresa no qual o lucro do negócio iguala-se a zero. A fórmula do ponto de equilíbrio correlaciona preço de venda, composição analítica dos custos variáveis visando a formação da margem de contribuição unitária; e esta por sua vez será o fator primordial para determinação da quantidade de produtos a serem produzidos e vendidos para cobrir os custos e despesas fixas. Mas antes de analisarmos o modelo do ponto de equilíbrio gostaríamos de levá-los a seguinte reflexão: Se uma empresa não consegue produzir e vender uma determinada quantidade de produtos para cobrir seus custos e despesas fixas; está empresa deverá: Analisar a potencialidade de consumo do mercado e o comportamento dos seus concorrentes; Rever o seu preço de venda; Analisar o custo de aquisição da sua matéria prima; Eliminar desperdícios no processo produtivo; Rever a sua estrutura fixa e administrativa. Assim o conceito do ponto de equilíbrio trabalha na decomposição dos custos entre variáveis e fixos, onde: Custo total = Custo variável + custo fixo Como sabemos os custos variáveis estão estritamente ligados a qualidade técnica do produto e qualquer alteração na sua composição ou substituição irá refletir diretamente na qualidade do produto e será facilmente percebida pelo comprador. Já o custo fixo guardada as devidas proporções são os custos de suporte ao processo produtivo, e neste ponto devemos intensificar na sua gestão quanto a real necessidade de sua utilização; pois este poderá sofrer alterações e dificilmente será percebida pelo mercado consumidor. Um outro fator é que os custos variáveis são facilmente administrados; pois em caso de desaquecimento do mercado consumidor; ou seja interrompendo a produção, os custos varáveis decrescem na mesma proporção das vendas; já os custos fixos permanecem ali, aguardando um lucro para que eles sejam cobertos por este motivo os administradores devem dar especial atenção no momento dos investimentos, principalmente nos custos fixos. Assim sendo a diferença entre o preço de venda e o custo variável por unidade é definida como margem de contribuição unitária. Se aumentarmos a produção e a venda em unidade os custos variáveis aumentariam na mesma proporção e o lucro variável refletirá este aumento. Este é o montante com que cada unidade produzida e vendida contribui para cobrir os custos fixos e obter lucro. Assim o Ponto de Equilíbrio mostra quantas unidades a empresa deve produzir e vender para atingir o lucro zero e de posse deste lucro zero os administradores terão conhecimento pleno do preço de venda praticado no mercado e o quanto a empresa consumo de recursos para obter lucro e em caso de “guerra” com a concorrência pode trazer uma contribuição significativa de: até onde podemos chegar nas reduções dos nossos preços. Um case para o nosso aprendizado: (Natura com valores e dados simbólicos) A Natura na sua linha de produção EKOS, produz os seus produtos principais e foi solicitado a você, recém-contratado da empresa para apresentar o Ponto de equilíbrio da empresa e também o lucro líquido conforme os dados apresentados no quadro 01 abaixo. Quadro 1 Em primeiro lugar vamos calcular a margem de contribuição unitária dos produtos; e como os custos fixos encontram-se individualizados por tipo de produto poderemos calcular a quantidade exata a ser produzidas e vendidas para suprir os custos e as despesa fixas departamentais por produto e de um modo muito simples: Primeiramente devemos identificar o preço de venda e os seus custos variáveis, ou seja aqueles custos que compõem o processo produtivo e que oscilam de acordo a unidade produzida a serem vendidas, conforme apresentamos no quadro 02, abaixo: Quadro 02 Agora de posse da margem de contribuição, poderemos calcular facilmente o ponto de equilíbrio dos produtos e de um modo simples, colocando no numerador os custos e despesas fixas e no denominador margem de contribuição unitária, e assim chegaremos a quantidade exata a ser produzida e vendida, conforme quadro 03 abaixo: Quadro 03 Um modelo de comprovar nossos cálculos será em elaborar a demonstração do resultado projetada e assim certificar que o lucro líquido zero, justamente no momento em que a quantidade a ser produzida apresentada no quadro 03 resulta num lucro líquido igual a zero, conforme apresentamos no quadro 04 abaixo: Quadro 04 Outra etapa: apresentação do resultado realizado do nosso case: Considerando as quantidades inicialmente projetadas no quadro 01, apresentamos abaixo o resultado da Natura e seus produtos, conforme quadro 05, abaixo: Quadro 05 Analisando o quadro acima poderemos chegar nas seguintes conclusões: A empresa obteve lucro além do seu ponto de equilíbrio em alguns produtos; mais precisamente nos produtos poupa desodorante e néctar hidratante; porém ficou abaixo do ponto de equilíbrio no shampoo buriti e observe que justamente no produto que apresenta a melhor margem de contribuição a empresa produziu e vendeu uma menor quantidade e nesta análise poderemos perceber a importância da interferência da controladoria com os outros departamentos da empresa (produção e vendas). Um segundo exemplo: CAPACIDADE PRODUTIVA e DIRECIONAMENTO DE PRODUÇÃO E VENDAS AOS PRODUTOS DE MELHORES MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO Agora vamos considerar que a empresa tenha uma capacidade produtiva de 1.300 toneladas ano disponível e podemos inverter as quantidades ao produto de maior margem sem alterar a capacidade produtiva disponível.   A empresa explorou em quantidade a ser produzida e vendida o produto de maior margem de contribuição e assim o lucro teve um incremento de 144% em relação ao resultado realizado no quadro 05. Bom teremos novos pontos de reflexão sobre o modelo no objetivo de solidificarmos nossos conhecimentos. Um bom estudo Professor Alexandre Wander CASE NATURA – PONTO DE EQUILÍBRIO – CORRIGIDA-1

EVA na COLA COLA: Um modelo de Gestão baseada em valor

Qual é a maior criadora de riqueza da América? De acordo com um recente artigo da fortune, a vencedora é a Coca-Cola. Os investidores confiaram $ 10,8 bilhões aos administradores da Coke, os quais fizeram com os o investimento crescesse para $ 135,7 bilhões. A diferença entre o valor de mercado de $ 135,7 bilhões e os $ 10,8 bilhões que os investidores forneceram a Coke é chamado de Valor de Mercado adicionado (market value added), ou MVA. Assim, desde o inicio da empresa, os administradores da Coke adicionaram uma quantia estonteante de $124,9 bilhões a riqueza de seus acionistas. A General Eletric, a Microsoft Intel e a Merch são as seguintes na lista da Fortune como criadora de MVA. Existe alguma forma de selecionar uma empresa hoje, que no futuro, seja provável criadora de uma riqueza superior? A Fortune publicou que Steven Einhorn, responsável pela pesquisa Goldman Sachs, junto com outros analistas, usam a ferramenta chamada Valor Econômico, para avaliar as empresas, enquanto que as empresas usam o EVA para medir o desempenho e determinar bonificações para a administração. O que é o EVA exatamente? Desenvolvido pela empresa de consultoria Stern Stewart & Company, o EVA é designado para medir a verdadeira lucratividade da empresa para um dado ano e é calculado deduzindo-se, dos lucros operacionais após impostos, o custo anual de todo o capital que a empresa usa. A idéia do EVA é simples – as empresas são realmente lucrativas e criam valor somente se seus lucros excedem o custo de todo o capital que usam para financiar suas operações. A medida de desempenho convencional, o lucro líquido considera os custos da dívida que aparece nas demonstrações financeiras como despesa de juros, mas não reflete o custo do capital próprio. Portanto, uma empresa pode reportar um lucro líquido positivo, mas ainda não ser lucrativos no sentido econômico se seus lucros forem menores que o custo de capital próprio. O EVA corrige esta imperfeição ao reconhecer que para medir apropriadamente o desempenho de uma empresa é necessário considerar o custo do capital próprio. Os administradores criam EVA por meio do desenvolvimento, implementação e manutenção de projetos que geram retornos maiores que seus custos de capital. Em média, os projetos da Coke renderam 36% os quais ultrapassaram imensamente seus 9,7% de custo de capital. Como resultado, a Coke teve um EVA de $2,4 bilhões, o que é fantástico. Por outro lado, o projeto da RJR Nabisco lucrou, em média, um fraco retorno de 6,2%, muito menos que seu custo de capital, de 9,8%, de forma que seu EVA foi negativo em $1,2 bilhão. O EVA representa o valor adicionado durante um único ano. O MVA representa o valor criado desde o inicio da empresa. Assim, há uma correlação óbvia entre EVA e MVA. Portanto, devido ao EVA negativo da RJR, não é surpresa que o MVA de seu período de vida foi negativo em $ 12,0 bilhões. Observe, entretanto, que o EVA para um dado ano poderia ser negativo, mas a empresa poderia ainda assim ter um MVA positivo, devido ao bom desempenho nos anos anteriores. Fonte: TEITELBAUM, Richard. America’s greates wealth creators. Fortune, 265-276, 10 nov, 1997

O fim do dinheiro vivo no mundo se aproxima

Mantidas as atuais condições de temperatura e pressão, o dinheiro vivo deve desaparecer até o final deste ano, pelo menos na Dinamarca. O Banco Central de lá já não fabrica notas nem moedas desde 2013 e vem investindo pesado em sistemas eletrônicos. Mais: os dinamarqueses proibiram o uso de dinheiro em espécie em lojas de roupa, postos de combustível e restaurantes. O interessante é que, do outro lado da Ponte de Öresund, a Suécia segue o mesmo caminho: daqui a cinco anos, o BC local quer que a coroa (criada em 1873) esteja restrita às telas de smartphones, tablets e computadores. Como de costume, o cronograma dos suecos está em dia. Mas não fique com inveja, caso você não seja escandinavo. A revolução vai atingir o restante do globo rapidamente. E é lógico que aconteça, porque todos ganham com isso. O mundo já está mudando em diversos aspectos – da maneira com que ouvimos música e assistimos a conteúdos multimídias (on demand na tela do tablet) até o jeito como pegamos táxis (aplicativo no smartphone integrado ao GPS). E tudo pago via carteira digital, muitas vezes com um único clique. Produtos como esses fazem (e farão) cada vez mais sentido no cotidiano. De acordo com levantamento da norte-americana IEEE, a maior entidade profissional do mundo, o dinheiro e os cartões de crédito e débito devem ser substituídos pelos pagamentos por meio de dispositivos móveis até, no máximo, 2030. Em um mundo em que 2,5 bilhões de pessoas não fazem parte do sistema bancário formal – mas podem ter acesso fácil a um aparelho celular -, o prognóstico faz bastante sentido. Único senão? Muita gente ainda não se sente tão segura usando o chamado dinheiro digital. Para 46% dos entrevistados pela IEEE, a maior preocupação com pagamentos em plataformas móveis, por exemplo, é ver suas informações “voando” pela nuvem à disposição de piratas cibernéticos; e outros 33% estão preocupados com o processamento de pagamentos não autorizados. Além disso (e este talvez seja o índice mais desafiador), 72% consideram que os serviços bancários online são os que têm maiores chances de sofrer ataques de hackers. Uma outra pesquisa, esta da Ipsos a respeito de e-commerce e feita sob encomenda do PayPal, revela que a principal preocupação dos consumidores (mais de 51% deles) ao comprarem online é a segurança. Até por causa disso, vem se tornando imprescindível para as empresas do setor criar meios que protejam tanto vendedor quanto comprador no mundo virtual. E o mercado está, sim, atento a essa emergência. Estudo anunciado no começo do ano pelo PayPal e pela BigData Corp. demonstra uma inversão de mentalidade por parte do empresariado quando o assunto é segurança online: em 2015, apenas 20,68% dos e-commerces brasileiros usavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer) para proporcionar uma navegação sem sobressaltos aos clientes; agora, já são 73,85%. A preocupação ganha ainda mais apelo quando descobrimos que, no País, o telefone celular e o smartphone ultrapassaram o desktop como meio de acesso à internet. É o que garante estudo da Pnad, recentemente divulgado pelo IBGE. Os dispositivos móveis já são usados em 80,4% das casas com acesso à web; o computador representa 76,6%. É a revolução a todo vapor. Três motivos. Mas, por que acabar com o dinheiro vivo, que é um meio de pagamento que dá certo há quase três milênios? Se eu fosse listar as muitas razões elencadas por especialistas do mundo inteiro, este artigo talvez se transformasse em uma tese de mestrado. Entretanto, três motivos em especial me parecem especialmente bons. Primeiro, o dinheiro vivo leva à evasão fiscal. É um fato. O governo norte-americano, por exemplo, perde US$ 100 milhões em impostos anualmente só com pagamentos em dinheiro não declarados. Em segundo lugar, o dinheiro eletrônico é mais ecológico. Além do custo ambiental da produção de notas e moedas propriamente ditas, o transporte é um fator a mais de poluição. Sem falar em toda a documentação legal que cada lote de dinheiro gera, exigida pela burocracia, e na manutenção de milhares de ATMs. Por fim, o dinheiro vivo é pouco higiênico. Pesquisadores britânicos do Instituto BioCote chegaram à conclusão, recentemente, de que sacar notas em um caixa eletrônico deixa uma pessoa tão exposta a bactérias quanto usar “o pior dos banheiros públicos”. Convenhamos, só por esta terceira razão já seria o caso de aposentarmos as maltratadas notinhas. Ou não? * Mario Mello é diretor do PayPal para a América Latina Fonte:(http://www.oeconomista.com.br/o-fim-dinheiro-vivo-se-aproxima/)

Você seria capaz de se aposentar? O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO

Você seria capaz de se aposentar? Sua reação a essa pergunta seria, provavelmente, “As primeiras coisas em primeiro lugar! Estou preocupado em obter um trabalho, não em me aposentar!”. Mas a consciência da situação da aposentadoria poderia ajudá-lo a conseguir um emprego, pois (1) é um assunto muito importante hoje em dia, (2) os empregadores preferem contratar as pessoas que conhecem o assunto (3) os professores geralmente testam os estudantes a respeito do valor do dinheiro no tempo com problemas relacionados a poupar para algum propósito no futuro, incluindo a aposentadoria e apresentam aquelas fórmulas de PV, FV, i, n e assim por diante. Um artigo nos EUA da revista Fortune começou com alguns fatores interessantes: (1) a taxa de poupança dos EUA é a mais baixa das nações industrializadas; (2) o índice dos trabalhadores norte-americanos em relação aos aposentados, que era de 17 para 1 em 1950, caiu para 3,2 para 1 em 1980 e parar menos de 2 para 1 após o ano 2000; (3) com tão poucas pessoas pagando o Sistema Previdenciário Social; o sistema caminha em direção a sérios problemas. O artigo concluiu que mesmo as pessoas que ganharam $ 85.000 por ano terão dificuldades em manter um padrão razoável de vida após sua aposentadoria, e muitos dos estudantes universitários atuais terão que ajudar a sustentar seus pais. Algo muito semelhante que estamos vivenciando do Brasil, principalmente com as reformas previdenciárias proposta pelo atual governo. Imagina o seguinte uma pessoa que tem um salário de R$ 85.000,00 que aposentar-se na data de hoje, esperando viver outros 20 anos após a aposentadoria, e precisar de 80% de suas receita atual, ela precisará de ganhar ao ano após sua aposentadoria um valor de R$ 68.000,00 ano, ou um valor mensal de R$ 5.666,67 Entretanto, caso a inflação anual seja de 5% (observe o relatório focus, divulgado semanalmente pelo BACEN), sua necessidade de renda aumentaria para R$ 110,765 em 10 ano e para R$ 180.424 em 20 anos. Caso a inflação fosse de 7%, sua necessidade, no ano 20 subiria para R$ 263.139! Quanto de riqueza esta pessoa necessitaria ao tempo da aposentadoria para manter seu padrão de vida, e quanto ela deve poupar durante cada ano de trabalho para acumular essa riqueza? A resposta depende de um número de fatores, incluindo a taxa que ela poderia ganhar sobre a poupança, a taxa de inflação e quando seu programa de poupança deveria iniciar. Além disso, a resposta dependeria de quanto ela obterá da Previdência Social e de seu plano de aposentadoria, caso ela tenha um plano particular de aposentadoria (pois ela não deve contar muito com a Previdência Social). Verifique também que seus planos poderiam mudar caso a inflação aumentasse, caso os retornos em sua poupança mudassem, ou caso ela viesse viver além dos 20 anos estimados após sua aposentadoria. Diversas organizações tem feitos estudos relacionados ao assunto de aposentadoria utilizando ferramentas que já se encontram praticamente formatado, basta apenas entendermos sua aplicabilidade através do domínio dos conceitos; e acredito que tenha de convencido sobre a importância do estudo da Matemática Financeira. UTILIDADE DA MATEMÁTICA FINANCEIRA NAS EMPRESAS Entre outras utilidades além dos cálculos em aposentadoria na aplicabilidade dos conceitos da Matemática Financeira, temos visto que a função de Finanças é a de maximizar o valor da ação de uma empresa. Também temos em mente que o valor das ações na BOVESPA, dependem, em parte, do tempo de ocorrência da geração dos  FLUXOS DE CAIXA que os investidores esperam em receber de um investimento – dai o modelo de GORDON – DDM resgata de um modo simples o valor da ação de uma empresa, condicionando o valor do DIVIDENDO DISTRIBUÍDO; seu risco (taxa) e seu fator de crescimento, atrelado ao tempo. Pois um dólar ou real que se espera receber mais cedo vale mais do que um dólar ou real que se espera a receber num futuro distante. Portanto, é essencial para os gestores financeiros tem um entendimento claro sobre o “valor do dinheiro no tempo” e seu impacto sobre o valor da empresa. Um pensamento lógico é que o tempo de geração dos FLUXOS DE CAIXA afeta o valor dos ativos (ações) e as taxa de retornos (taxa de oportunidade dos acionistas). Este parágrafo é de vital importância o seu pleno entendimento; pois as disciplinas de ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA E FINANCEIRA DE PROJETOS E INVESTIMENTOS e AVALIAÇÃO DE EMPRESAS utilizam o conceitos de taxas e valor do dinheiro no tempo com bastante propriedade. Os princípios da análise de valor do dinheiro no tempo têm muitas aplicações, que vão desde a montagem de cronogramas de pagamento dos empréstimos até a decisão de adquirir ou não um novo equipamento em decorrência dos FLUXOS DE CAIXA esperados na linha do tempo que o projeto irá gerar. De fato o modelo do FCO (fluxo de caixa operacional) em sua linha do tempo, descontado a taxa de oportunidade dos provedores de capital (banco e acionistas) é de vital importância o seu pleno entendimento, mesmo que conceitual, antes de evoluirmos na aplicabilidade das fórmulas matemáticas que tanto nos ajuda. Assim os período em análise poderão ser em anos, outros intervalos em meses, bimestres, dias e assim por diante.  O importante é que as bases sejam idênticas em períodos de tempo. Taxas mensais com período mensal e taxas bimestrais com período bimestrais. Algumas terminologias são importantes neste aprendizado: tais como: o sistema de capitalização (simples ou linear); Valor Presente (PV) e Valor Futuro (FV); tempo e conceitos de formação das taxas. Texto adaptado do livro de ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA autor: EUGENE F BRIGHAM Editora Atlas Bem vindo a Matemática financeira (Finanças) Um bom estudo: Prof. Alexandre Wander Como sugestão continue seu estudo lendo o material no link abaixo: MATEMÁTICA FINANCEIRA – CONCEITOS E APLICABILIDADE – EXERCÍCIOS RESOLVIDOS S/ JUROS SIMPLES acesse: http://www.gecompany.com.br/portal/matematica-financeira-conceitos-e-aplicabilidade/

Os modelos do Fluxo de caixa: Resumo na aula ministrada pelo prof. Alexandre Wander em 21/01/2017

Muito se fala sobre os modelos de fluxo de caixa e como utilizá-los na gestão empresarial, primeiramente devemos deixar claro a existência de dois modelos: 1) O modelo de fluxo de caixa direto; onde analisamos as movimentações dos pagamentos e recebimentos numa conta exclusiva a do caixa e todas as entradas e saídas que nela ocorreram. 2) O modelo de fluxo de caixa indireto; onde correlacionamos as movimentações que ocorreram nos principais demonstrativos financeiros: a) A demonstração do resultado do exercício; b) O Balanço Patrimonial e como estes demonstrativos financeiros constroem um terceiro demonstrativo e talvez um dos mais importante que chamamos de Fluxo de caixa.  Este por sua vez, é dividido em 03 seções: O Fluxo e caixa operacional (FCO); o Fluxo de caixa da empresa (FCFF) e o fluxo de caixa do patrimônio líquido (FCFE) e entender sua composição é fundamental para o gestor financeiro; pois através deste demonstrativo o FLUXO DE CAIXA que os investidores promovem análise das movimentações que ocorrem nas empresas e assim eles “os investidores” utilizando-se da ANALISE FUNDAMENTALISTA procuram entender como os gestores estão aplicando os recursos empresariais e o que ocorrerá com o valor das ações no mercado de capitais. Este instrumento é fundamental quando estamos implementando um novo projeto das empresas na análise da viabilidade econômica e financeira e na decisão se APROVA ou REPROVA o projeto na utilização de indicadores tais como: o tempo de recuperação deste projeto; o valor presente líquido e sua taxa interna de retorno. Quando entendemos a geração do fluxo de caixa condicionada a TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE (TMA), dos seus provedores de capital, poderemos ter um pouco de segurança na clara definição nas análises dos PROJETOS EMPRESARIAIS. O material abaixo apresenta um resumo dos principais temas que abordamos na aula ministrada no curso de MBA neste final de semana. Um bom estudo Professor Alexandre Wander MODELOS DE FLUXO DE CAIXA.ppt

Análise técnica versus Análise fundamentalista

Analisar empresas que operam na bolsa de valores exige critério e cuidado pois estamos tratando diretamente com as nossas economias visando vislumbrar um aumento do nosso capital. Entre os modelos usuais temos a análise técnica (ou grafista) e a análise fundamentalista. 1) ANÁLISE TÉCNICA O primeiro modelo em suas virtudes podemos intitular como sendo o mais prático e de fácil interpretação; e reflete de imediato o sentimento do investidor em relação ao desempenho empresarial; capturando o “sentimento” do investidor em relação a um determinado ativo, as “ações” comercializadas no mercado de capital, na BOLSA DE VALORES nos seus movimentos de subidas e descidas. Na sua linha de pensamento procurar-se identificar o “suporte” e a “resistência” das movimentações das ações no momento atual em relação ao momento passado; que pode ser de: De um dia; Uma semana; Um mês; Uma ano e assim sucessivamente; E a quantidade que os investidores estão comprando ou vendendo suas ações na data de hoje. Vamos na prática: Tome como exemplo, o gráfico abaixo da PETR3 considerando suas movimentações até a data de 24/11/2017, , tendo como data inicial o ano de 2013. Verificamos graficamente o ativo a “PETR3” Valor inicial do ativo em DEZ/2013 era de R$ 18,39 Valor máximo do ativo ocorreu em AGO/2014 em R$ 22,29 Valor mínimo do ativo ocorreu em JAN/2016 em R$ 6,25 Os olhos da análise grafista o ponto mínimo já foi deixado para traz e feliz os investidores que compraram ações no ponto mínimo no valor de R$ 6,25, porém a ação ainda não atingiu o seu valor máximo de R$ 22,29; e que ao seu valor atual de R$ 16,55 a ação encontra-se em movimento de subida em busca do seu valor máximo de R$ 22,29; construindo assim novos períodos de valores “mínimos” e  “máximos”; ou de suporte e resistência. Entre alguns parâmetros da análise técnica, acompanhar as noticias do mercado investidor ou comprador em relação ao ATIVO é essencial; pois num único dia o valor da ação pode, por exemplo ter uma valorização ou desvalorização significativa e os “imediatistas” ou “iniciantes”; compram ações no momento que seriam de “venda” ou vendem ações no momento que seria de “compra” e abandonam o pensamento de investir na bolsa de valores. Resumindo: em relação a análise técnica ou grafista não temos muito a escrever e outros pormenores resume-se em acompanhar intensamente os movimentos de subida ou descida do valor de um determinado ativo entre os seus valores máximos ou valores mínimos (suporte ou resistência) em relação ao movimento do mercado. Dentre os modelos de gestão ou análise temos duas linhas de pensamento: A teoria do mercado; A teoria do planejamento. A teoria do mercado consiste em avaliar como o mercado comporta-se em relação a um determinado ATIVO na utilização plena dos indicadores do mercado desenvolvidos por estudiosos do mercado; 2) ANÁLISE FUNDAMENTALISTA A teoria do planejamento consiste em entender os fundamentos de como a empresa vem construindo ou destruindo o seu valor de mercado na utilização plena de indicadores financeiros desenvolvidos por estudiosos acadêmicos. Nas faculdades de ensino somente é aceita a teoria do planejamento; pois nas monografias de conclusão de cursos de graduação; nas dissertações de mestrado e nas teses de doutorados o que prevalece é o pleno entendimento da teoria do planejamento na aplicabilidade dos conceitos amplamente estudados nas instituições de ensino No Brasil podemos mencionar a USP-SP; a PUC-SP entre outra universidades de renome e nos Estados Unidos a HAVARD UNIVERSITY ou NEW YORK UNIVERSITY. Um dos principais estudiosos no assunto o professor Tom Copeland menciona em seu livro de “AVALIAÇÃO DE EMPRESAS” que além de tentar entender  o sobe e desce do valor das ações nas BOLSAS de VALORES; primeiramente precisamos entender como os administradores estão construindo ou destruindo o valor de uma empresa em seus fundamentos. Já outro autor de renome internacional Aswath Damodaranem suas pesquisas estuda os fundamentos comportamentais dos “ATIVOS” também na utilização plena de indicadores financeiros visando projetar o valor deste ativo no mercado de capitias “bolsa de valores” e identificar se o ativo encontra-se sub ou sobre avaliado nos seus movimentos de “subidas” ou “descidas”. Ao nosso ponto de vista podemos comentar que a análise grafista é muito simples de ser estudada ou compreendida e como fator positivo procura avaliar o “sentimento” os acionistas na valorização ou desvalorização da ação (ativo). Já na análise fundamentalista tem como fator positivo a aplicabilidade dos conceitos acadêmicos em entender “como” os administradores estão construindo valor para os acionistas, e para atingir este objetivo de leitura do mercado é indispensável o árduo estudo em conhecer os indicadores financeiros e como eles se interligam entre si no propósito de capturar o “DNA” da empresa, antes de comprar ou vender uma determinada ação. Em finanças temos os indicadores financeiros e os indicadores da gestão econômica: a) Os indicadores financeiros: procura estudar a empresa em si e os reflexos das decisões estratégicas na estrutura patrimonial e dai destacam-se os amplamente conhecidos tais como: Indicadores de estrutura de capital; indicadores de liquidez, indicadores de rentabilidade; indicadores do ciclo operacional b) Os indicadores econômicos: correlaciona a empresa com a economia e tem como premissas o desempenha da empresa em relação ao mercado e destacam-se os seguintes indicadores: EVA (economic value adeed); MVA (Market value added); CASHFLOW; taxas de crescimento, taxas de reinvestimento, taxas de perpetuidade, beta, período de crescimento estável e perpetuidade. Na análise fundamentalista, também temos duas linhas de estudo a análise por meios de múltiplos que podemos chamar de estáticos e uma outra linha de estudo que seria na aplicabilidade dos indicadores financeiros e econômicos na intenção de projetar o valor futuro de uma ação, este último volátil; pois procura capturar os movimentos futuros de um determinado ativo. Logicamente entre “tapas e beijos” ou entre as “críticas ou virtudes” investidores convivem com valorização ou desvalorização de um determinado “ativo” mas buscar compreender quais são as origens que refletiram nestes movimentos de subidas ou descidas pode decisivo se vale a pena comprar ou vender um determinado ativo “ação”; e

4 dicas do fundador do WAZE para começar um bom negócio

O Uri Levine é a fera genial que ajudou a criar o Waze. Bom, se você já usou, sabe o quanto o negócio é sensacional para evitar o trânsito e ajudar você a ir onde quiser; se ainda não usou… Ahn, como assim não usou o Waze? O app é bom demais! Você sabia que o Waze tem ajudado o trânsito em vários lugares do mundo, mais do que departamentos inteiros do governo? Legal, mas o mais interessante é que em entrevista para o meu livro “A Revolução das Startups” (clique para detalhes), ele deu 4 dicas relevantes para criar um negócio tão bacana como o dele. Acompanhe: Dica 1: Apaixone-se pelo problema que você quer solucionar (não pela solução) Essa é uma daquelas clássicas lições que precisamos ter sempre em conta, pois as pessoas continuam esquecendo disso e pensando mais na solução que no problema. Não comece um negócio pensando “Eu tenho algo legal aqui, o que posso resolver com isso”? Esse tipo de pergunta não atinge nenhum problema específico e, portanto, sempre perderá para as soluções que vieram para um problema real. Essa foi a justificativa do Uri para criar o Waze. Empreendedorismo é a resposta para um determinado problema. Você quer solucionar algo e resolveu criar o seu jeito, então por onde começar? Apaixonando-se por aquilo que quer resolver, não necessariamente pela solução. Até porque, para pensar nas melhores alternativas e estar sempre inovando, a paixão pelo problema vai ser mais relevante.   Dica 2: Foco não é o que você está fazendo, mas aquilo que não está – essas são as decisões difíceis Você certamente vai encontrar muitas alternativas para resolver o problema e milhões de incrementos, porém isso requer tempo, dinheiro e energia que você acaba dividindo. O grande segredo é saber o que você não deve fazer, pois para começar é mais importante estar atento sobre que caminho não seguir. Saber o que não quer é também uma ótima forma de começar a trabalhar a solução que você quer desenvolver, evitando assim caminhos que a competição já emplacou, além de agir e tomar decisões de acordo com as suas crenças. Leitura recomendada: Empreendedorismo de verdade: a inovação é o combustível! Dica 3: Cometa seus erros rápido, para consertar rápido A essência do Lean Startup, ou seja, um dos conceitos mais aplicados pelas startups, é esse: erre rápido para saber o que funciona e o que não funciona, e ser capaz de corrigir rapidamente também. Não fique indagando e imaginando, vá descobrir fazendo e consertando. A questão apontada por Uri é que agir de maneira a errar e consertar aumenta a velocidade em que esses erros e ajustes são cometidos e corrigidos; quanto menor são os períodos, mais rápido você será capaz de evoluir e chegar a uma boa solução. Dica 4: Como você pode fazer o mundo melhor não só para você, mas para todo mundo? Aqui temos duas questões muito importantes que o Uri quis destacar. A primeira é de realmente estar fazendo algo significativo, que desperte em você orgulho por estar envolvido e doando sua energia. Dentro desse ponto, o de estar ajudando, vem a segunda questão: o que quer que seja que você esteja criando e oferecendo, isso não deve ser apenas para você ou para um grupo muito pequeno de amigos, mas para um grupo muito grande pessoas. Se você quer criar algo de sucesso, que venha a fazer a diferença no mundo, esse algo deve ajudar muita gente, se não será apenas uma “invençãozinha” sua para você mesmo (não que isso seja um problema, mas não é o empreendedorismo de alto impacto ou aquele legado que você pode deixar para a humanidade). Por: Bruno Perin Empreendedor, consultor, palestrante e escritor. Graduado em administração de empresas pela UFSM, especialista em Marketing Experience, pesquisador em Neuromarketing e Startups. Integrante do grupo dos 200 maiores talentos brasileiros pelo Virtvs Group, é referência marcante da nova geração no marketing, sendo responsável por várias campanhas impactantes nas redes sociais em 2011/12. Com experiências em palestras nacionais e internacionais, é considerado fomentador do empreendedorismo e da disseminação do conceito de startup no país. Conectado com os mentores desse tipo de programa no mundo, estuda o implemento e o funcionamento das startups, sendo apontado como evangelista da Geração Y/Z. É o grande nome do Neuroempreendedorismo no Brasil e um dos maiores incentivadores atualmente. Atualmente também escreve para 13 blogs e sites cujos conteúdos atingiram em 2014 cerca de 5,6 milhões de pessoas, tornando-o um dos articulistas de maior presença digital no país. http://dinheirama.com/blog/author/brunoperin/

Um desafio: ANÁLISE DE CENÁRIOS EM AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

 Lockeed Corporation, uma das maiores empresas na área de defesa nos Estados Unidos, relatou EBITDA de $ 3200 milhões em 2013 antes das despesas com juros de $ 615 milhões e um ônus de depreciação de $ 400 milhões. As despesas brutas de capital em 2013 somaram $ 1.400 milhões e o capital de giro totalizou um ingresso de $ 382 milhões. A empresa tinha dívidas pendentes de $ 3.2 bilhões e gerando uma taxa de juros anterior aos impostos de 19,22%. Havia 82 milhões de ações em circulação, com um valor de $ 64 por ação e o beta de 1,40. A alíquota do Imposto de renda é de 40% e a taxa do tesouro de 7% e o prêmio de mercado em 8% Apure a taxa de crescimento da empresa espera em FCO ao ano de 2014 a 2018 e a taxa de reinvestimento seja correlacionada a taxa de crescimento do período, considere que após este período a taxa de crescimento deve reduzir a 4% e o ROI ao seu custo médio ponderado de capital (WACC) que será de 9,32%  também a empresas espera que o seu nível de endividamento seja de 50% no período de crescimento estável o que reduzirá a taxa de juros anterior aos impostos para 7,5%. Estime o valor da Empresa Estime o valor do patrimônio da empresa e o valor da ação Considerando que a empresa irá distribuir 60% do FCFF, apure os dividendos a ser distribuídos anualmente Calcule o valor da empresa pelo modelo DDM ao período da estabilidade Utilizando todos os dados anteriores elabore um segundo cenário, onde a empresa estará optando em quitar integralmente o endividamento com ingresso de recursos mediante aporte de capital, mantendo assim a mesma estrutura dos ativos e que pela ausência do endividamento o ROI será igual ao ROE e que na estabilidade o Ke, devido a nova estrutura de capital seria igual a 9,32% e por conta do IPO a quantidade de ações em circulação estará dobrando de quantidade Considerando que situação da entrada de novos concorrentes o que provocará uma queda gradual no crescimento EBTIDA em 3% ao ano do período de alto crescimento (2014 a 2018) e que o ROI também reduzirá 1% anualmente, calcule as novas taxas em termos de: crescimento, reinvestimento e payout, bem como o FCFF da empresa no período; Considere também que redução do reinvestimento provocará na perpetuidade que o FCFF terá uma queda de 80% e o WACC se elevará a 25%. Calcule o valor previsto da empresa e de suas ações Considere agora o seguinte cenário: Para que a empresa possa fazer frente a nova concorrência a Diretoria da empresa irá reinvestir 80% do seu EBITDA em novos projetos, apure o FCFE para distribuição de dividendos, considere que a empresa necessita de efetuar pagamentos anuais de juros de $ 369 milhões e amortização do principal em $ 1.000,00 Considerando que a empresa está reinvestindo 100% do seu NOPAT, quando deveria ser no mínimo a taxa de crescimento a ser atribuída como meta aos períodos subseqüentes? Quanto de novos empréstimos a empresa terá que buscas no mercado para que o FCFE seja igual ao FCFF do primeiro cenário projetado e possa manter o dividendo proposto Sabendo que a empresa mantém todo o seu caixa no operacional, com pouquíssimas reservas em caixa, qual será o EV (enterprice value) da empresa e o seu múltiplo do EBITDA Analisando os cenários de valuation nos modelos propostos, a ação da empresa no mercado encontra-se subavaliada? Como especialista em avaliação de empresas, qual o melhor cenário e quais as suas recomendações para incrementar o valor da Lockeed Corporation Resolva o case acima e encaminhe para nossa apreciação Prof. Alexandre Wander awander@gecompany.com.br  

BOVESPA: investir na BOLSA requer cuidados (algumas dicas).

A Bolsa de valores de São Paulo é o maior centro de negociações com ações da América Latina. Fundada em 23 de agosto de 1890, a Bovespa nasceu numa época em que a bolsa de valores era uma instituição pouco conhecida público. A Bovespa, atenta ao desenvolvimento tecnológico, é responsável por inúmeras iniciativas visando á qualidade dos serviços  prestados aos investidores  e companhias abertas que a equipara as bolsas dos grandes centros financeiros mundiais. Para os gestores de empresas, principalmente os administradores é importante conhecer as regras do mercados de capitais e como preparar uma empresa para “entrar” na bolsa e principalmente o pensamento que existe na cabeça dos investidores no sentido de proteger o valor da empresa. O que existe de mais moderno na profissão do profissional de controladoria é entender as métricas do processo de avaliação de empresas; as regulamentações das bolsas de valores; conhecer os conceitos da governança corporativa e os principais indicadores financeiros eleitos pelos investidores e como eles avaliam se vale a pena ou não comprar ações de uma determinada empresa e para ajudá-los a entender um pouco deste processo selecionamos alguns materiais Investir na BOLSA requer cuidados, alguns investidores construíram FORTUNAS aproveitando a onda do crescimentos devido das crises na economia e variações do “risco sistemático”; tais como: queda da produção mundial; escândalos corporativos ou governamentais; guerras e competições entre as grande potências. Mas como nada dura para sempre a desvalorização de um ATIVO tem um limite e gradualmente na medida que a “tempestade” vai passando a recuperação dos ATIVOS ou ações buscam o seu valor de origem; neste momento quem acerta em visualizar o limite máximo da desvalorização ganha muito dinheiro na retomada do crescimento. Um dos grandes desafios é visualizar o limite da desvalorização ou queda; e também ter um temperamento controlado e adequado se ainda o limite ainda não foi atingido. Investidores que realizaram grande fortunas na BOLSA, sempre possuem um valor a ser apostado ou gordura dos ganhos anteriores. Mas, os novatos entram num mundo que está rodando a 1.000; e com o seu dinheiro economizado, sentem maiores impactos principalmente quando o valor dos 100% do seu capital passa a valer 90%, 80% decorrente as perdas da entrada na BOLSA. O que sempre me incomoda; é que os investidores da análise técnica que realizaram grandes ganhos dificilmente conseguem transmitir a “receita do sucesso” e na minha conclusão vivem de “apostas” tentando decifrar gráficos e incentivam exaustivamente em bons momentos, e transmitem pessimismo exagerado em épocas de crise anunciando tal como: o FIM DO BRASIL. Primeiramente precisamento entender, que o principio básico e fundamental da BOVESPA é facilitar o ingresso de capital nas empresas para o FINANCIAMENTO dos seus projetos de CRESCIMENTO e não enriquecer ao limite do infinito investidores oportunistas em suas apostas de investimentos. Outra questão, é que as crises são passageiras e as economias constantes; a não ser que o FIM de TUDO esteja aos nossos olhos. Economias que possuem um forte desenvolvimento do mercado de  capitais se levantam rapidamente as crises e também o recurso financeiro circula diretamente entre os investidores e as organizações, deixando de existir a figura do banco e também os “Juros” pelos recursos que entram nas empresas para financiar os projetos de crescimento. O investidor NATO das BOLSAS de valores investem em projetos de desenvolvimento e crescimento da EMPRESAS almejando os ganhos em ‘DIVIDENDOS” e não somente visualizando o “sobe e “desce” dos valores as ações no mercado de capitais. Logicamente, que conforme umas das frases mais famosas em finanças de citada na  passagem na obra de Adam Smith, ela acabou se tornando símbolo das virtudes do livre-mercado referente a mão invisível que movimenta-se num mercado organizado. *Auto-organização: É a capacidade apresentada por alguns sistemas físicos de criar naturalmente padrões coordenados nas ações de seus elementos. Uma empresa organizada apresentam projetos de crescimentos, em todos os sentidos e são administrados a luz da ética e remuneram adequadamente seus acionistas livres de gerar caixa através da corrupção e com metas plausíveis de crescimentos em benefício a sociedade na qual encontra-se instalada. As metodologias de avaliações de maior ênfase para medir o desempenho das empresas subdividem-se em duas: Análise fundamentalista: O que comprar o que vender. Análise técnica: Quando comprar e quando vender. Visualize material da palestra ministrada na FAAP – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS pelo profissional Paulo Furuzawia, ao nosso curso de Pós Graduação em Controladoria Financeira. http://www.gecompany.com.br/palestras/o-profissional-paulo-furuzawia-ministra-palestra-sobre-analise-tecnica-na-faap-em-sao-jose-dos-campos/ Possuir o conhecimento das duas linhas de pensamento; contribuir em formar uma visão ampla do mercado de ações. Mas deixamos claro que somente os conceitos da ANÁLISE FUNDAMENTALISTA são aceitos no mundo acadêmicos em defesas de monografias; dissertações e teses. O que comprar, o que vender da ESCOLA FUNDAMENTALISTA requer experiencia e tempo de estudo; assim como o corretor lhe dá as dicas sobre investimentos imobiliários e os construtores em relação a qualidade técnica de um edifício; e os engenheiros da potencialidade do motor de um carro e a segurança de um automóvel de fórmula 1. Requer entender profundamente o objeto avaliado e dificilmente um profissional ocupa o lugar do outro e para emitir opiniões requer  CONHECIMENTO e debruçar tempos e noites de estudo em pesquisa. A análise técnica reflete a visão do mercado em relação a uma empresa; se de um lado o bem é muito bem administrado é importante entender como esta sempre esta sendo visualizada pelo mercado investidor (mercado de ações); lá reside a visão do espelho em procurar entender como a empresa está sendo vista pelo mercado comprador dos seus projetos de crescimentos, procurando responder as seguintes indagações: O mercado acredita nos atuais administradores da empresa? A empresa atua em linha ou acima da linha do mercado? Os projetos ou seus produtos transmitem continuidade em relação ao futuro? A empresa além de promover investimentos em máquinas e equipamentos, também promovem distribuição de dividendos constantes, ou sejam pensam nos acionistas? E assim muitas indagações podemos relacionar para “testar” a viabilidade de crescimentos de uma empresa, antes de comprar com segurança ações de uma empresa. No mercado