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Fibria divulga o resultado do 3TRI2017 – EBITDA ajustado trimestral de R$ 1.256 milhões, 17% e 66% superior ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente.

Destaques do 3T17 Produção de celulose de 1.449 mil t, 9% e 11% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Nos UDM, a produção atingiu 5.203 mil t. Vendas de celulose, incluindo a celulose proveniente da Klabin, totalizaram 1.475 mil t, 4% inferior ao 2T17 e 2% superior ao 3T16. As vendas nos UDM ficaram em 5.900 mil t.  Receita líquida de R$ 2.844 milhões (2T17: R$ 2.775 milhões | 3T16: R$ 2.300 milhões). Nos UDM, a receita líquida foi de R$ 10.226 milhões (incluindo a receita de venda da celulose da Klabin). Preço médio líquido ME em R$ 1.950/t e MI em R$ 1.613/t. Custo caixa ficou em R$ 610/t, 8% e 4% inferior em relação ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente. EBITDA ajustado trimestral de R$ 1.256 milhões, 17% e 66% superior ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente. O EBITDA ajustado dos UDM totalizou R$ 3.775 milhões. Margem EBITDA no 3T17 foi de 49%, excluindo as vendas de celulose proveniente do contrato com a Klabin.  EBITDA/t no trimestre, sem considerar os volumes de Klabin, de R$ 947/t (US$ 299/t), 18% e 59% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Fluxo de caixa livre no trimestre antes do capex de expansão, projeto logístico e dividendos alcançou R$ 549 milhões, 112% e 37% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Nos UDM, o FCL totalizou R$ 1.576 milhões. Free cash flow yield de 6,7% em R$ e 6,6% em US$. Lucro líquido de R$ 743 milhões (2T17: R$ (259) milhões | 3T16: R$ 32 milhões). O lucro líquido nos 9M17 ficou em R$ 813 milhões. Dívida bruta em dólar foi de US$ 6.013 milhões, 6% e 38% superior ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente. Dívida líquida em dólar foi de US$ 3.863, 1% e 18% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Posição de caixa de R$ 6.813 milhões ou US$ 2.151 milhões, incluindo valor justo dos instrumentos de derivativos. Relação Dívida Líquida/EBITDA em dólar em 3,28x (Jun/17: 3,75x | Set/16: 2,64x) e 3,24x em reais (Jun/17: 3,85x | Set/16: 2,33x), já abaixo do limite da política financeira. Custo total da dívida medido em dólar, considerando swap integral da dívida em BRL, em 3,5% a.a. (2T17: 3,7% a.a. | 3T16: 3,3% a.a.). Prazo médio da dívida em 54 meses (2T17: 55 meses | 3T16: 49 meses). Início das operações da nova linha de produção de celulose Horizonte 2, em 23 de agosto, com produção de 124 mil t no 3T17. Fibria foi selecionada para compor a carteira 2017/2018 do índice de sustentabilidade DJSI Emerging Markets da NYSE. Conclusão da captação de recursos lastreada em notas de crédito à exportação emitidas pela Companhia, por meio da distribuição pública de certificados de recebíveis do agronegócio (CRA) no valor total de R$ 941 milhões. Abaixo relatórios da empresa Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Apresentao Call 3T17_portugus_vFinal 583314 69223

Comitê mantém previsão de juros de 7,0% para o final do ano

Na última reunião do Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA, realizada em 20 de outubro de 2017, os economistas mantiveram a projeção de juros em 7,0%, a mesma apurada em setembro.  Mesmo com a inflação ficando abaixo do piso da meta este ano, o Comitê avalia que o Banco Central deverá reduzir gradualmente os juros até 6,75% na reunião de fevereiro de 2018, voltando a subir para 7,0% no último encontro de 2018.  Segundo o Comitê, a relativa cautela da Autoridade Monetária teria como objetivo esperar os efeitos defasados da política monetária na atividade econômica, diante de um PIB que deverá crescer mais pelo consumo do que pelo investimento. Visualize abaixo o relatório completo Relatorio-Macro-201710

Juros em queda estimulam investimentos em fundos

Por ANBIMA 11/10/2017 17h18 Produto é uma alternativa para quem busca retorno maior que o da poupança, que perdeu atratividade com a redução da Selic Mais de oito milhões de brasileiros aplicam dinheiro em fundos de investimento. Até agosto deste ano, os clientes dos segmentos de varejo e de private banking das instituições financeiras detinham R$ 1,28 trilhão investido nesse tipo de produto. O valor representa um terço do total aplicado em fundos: o patrimônio líquido supera R$ 4 trilhões, de acordo com levantamento da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). A trajetória de queda dos juros pode ser um estímulo para o brasileiro olhar com mais atenção para os próprios investimentos. Quem aplicava em produtos financeiros mais conservadores, com rentabilidades atreladas à Selic, percebeu que precisa se mexer para continuar ganhando no atual cenário macroeconômico. Os números da indústria refletem bem esse movimento”, afirma Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA. Entre os fundos disponíveis no mercado, há opções que se adaptam aos mais variados perfis de investidores, dos conservadores aos mais arrojados. Eles são também uma alternativa democrática para quem quer fazer a transição da caderneta de poupança para produtos mais sofisticados. A poupança é ainda a primeira opção de quase 90% dos clientes de varejo das instituições financeiras brasileiras. Com a queda dos juros, o produto perde atratividade: a poupança tem um gatilho, acionado sempre que a taxa de juros bate em 8,5% ao ano, como acontece agora (está em 8,25%). Na prática, o ganho da poupança, que era de 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR), passou a ser de 70% da taxa básica de juros mais a TR. Isso tem motivado a migração para os fundos de investimento. Os mais procurados são os de perfil conservador: os de renda fixa. Eles respondem por 48% de todo o dinheiro aplicado em fundos, mas os produtos de perfil mais arrojado começam a ganhar espaço. De 2016 para cá, os fundos multimercados (que investem em ativos diversificados, como renda fixa, ações, câmbio etc.) vêm crescendo: eles concentram hoje 20% de todo dinheiro aplicado em fundos, comparado a 19% no mesmo período do ano passado. O crescimento dos multimercados é um reflexo da busca dos investidores por produtos mais sofisticados. Nesse caminho, é importante dar um passo de cada vez: alongando prazos e optando gradativamente por ativos mais arrojados, sempre dentro da tolerância de risco de cada um”,afirma Ana. Este conteúdo é de autoria da ANBIMA .

Norma ética determina que profissionais da contabilidade deverão reportar irregularidades

Os profissionais da contabilidade são grandes aliados dos governos no combate a irregularidades e, a partir de julho de 2017, essa responsabilidade irá aumentar, pois está prevista a entrada em vigor da norma sobre Descumprimento de Leis e Regulamentos (Noclar, na sigla em inglês – Non-compliance with Laws and Regulations). A norma foi elaborada pelo International Ethics Standards Board for Accountants (Iesba – Comitê Internacional de Normas Éticas para Contadores) e, no Brasil, o processo de tradução, interpretação e avaliação está sendo feito pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e pelo Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes (Ibracon). Segundo o presidente da Diretoria Nacional do Ibracon, Idésio Coelho, a norma “busca permitir, orientar e dar garantias para que o profissional da contabilidade possa comunicar não conformidades com leis e regulamentos”. “A responsabilidade do profissional da contabilidade aumenta”, afirma o presidente do CRCSP, Gildo Freire de Araújo. Para ele, o profissional deverá estar atento para que seus serviços não sejam utilizados para atividades ilícitas e ilegais. De acordo com a norma, o profissional da contabilidade que atua como contador de uma empresa e os auditores independentes deverão comunicar às autoridades competentes qualquer desvio de leis e regulamentos como práticas de corrupção, lavagem de dinheiro e determinação deliberada de não pagamento de impostos. Ao constatar alguma irregularidade, o profissional deverá comunicar os responsáveis pela governança corporativa da entidade sobre o fato. “Caso nada seja feito a respeito, aí sim o profissional deve avaliar se deve fazer a comunicação e a que autoridade comunicar”, informa o presidente do Ibracon. Para Gildo, o profissional deverá tomar o devido cuidado e informar as autoridades competentes sobre irregularidades. Essa é uma forma de ele se resguardar e não acabar envolvido eventualmente em um processo de corrupção do qual ele não tem qualquer participação. A Noclar passará a integrar o Código de Ética Profissional do Contador (CEPC) e os profissionais que a descumprirem estarão sujeitos a penalidades éticas. Além disso, Idésio lembra que há a possibilidade de mais sanções em função de outras legislações já existentes. Em tempos de combate à corrupção e a crimes de lavagem de dinheiro, essa norma entra em vigor em um momento propício. Ela deve ser aplicada simultaneamente em mais de cem países e está alinhada com diversos tratados internacionais para a redução da corrupção e visando constituir instituições mais sólidas, justas e éticas. Download da revista CRC-SP CRC – edicao-08  

Comportamental: Liderar pelas Virtudes?

Sim, baseado em Platão (427 AC): “A Conduta Virtuosa é a manifestação dos bons princípios de uma Alma evoluída” / “A Virtude não é apenas uma característica, é uma predisposição ao Bem, uma verdadeira inclinação de acioná-lo”. Aristóteles (384 AC), porém, 43 anos depois de Platão, fez outra abordagem do tema: “As virtudes humanas não são natas, são elementos que se constroem e complementam a personalidade das pessoas ao longo da vida”. Considerando que somente houve diferentes abordagens e não contraposições entre os dois filósofos, entendo que devo caminhar pelas minhas Virtudes e pelas Virtudes de quem comigo interage, assim como sei que devo manter uma conduta exemplar, ser um exemplo vivo a ser seguido, estar sempre presente e pronto a ajudar o próximo. QUAIS SÃO AS VIRTUDES QUE DEVO DESENVOLVER? Platão e outros filósofos gregos resumiram todas as virtudes humanas em quatro tipos distintos: prudência, justiça, fortaleza e temperança. Creio que por aí poderá entendimentos parciais, dada à interpretação relativa de cada um… Apesar do meu entendimento relativo ainda, creio que assim posso definir essas 04 virtudes: 1- Prudência é agir de forma justa, ponderada e cuidadosa. 2- Justiça é a constante e firme vontade de tudo fazer de acordo com o direito, a razão, a equidade e a deliberação equilibrada. 3- Fortaleza é qualidade ou caráter da força moral, serenidade e firmeza dos fortes. 4- Temperança é compostura e leveza de espírito, qualidade de quem é moderado, comedido. O A, B, C, D, E DA CONDUTA VIRTUOSA A– Integrar, em si, as 04 Virtudes que os filósofos gregos nos legaram e só praticar atos justos. B– Recordar fatos, ao final de cada dia, para verificar se teve alguma conduta não virtuosa, mas sem sofrimentos, porque a ideia é evoluir sem esforço. C– Adotar a Ética Humanista e dispensar formas autoritárias de liderar. D– Manter humanizado seu ambiente de trabalho. E– Desenvolver as virtudes de cada colaborador, dentro de uma visão conceitual do ‘todo’. Sabemos que um Homem Sábio sempre procura caminhar pelas Virtudes dele e de quem com ele interage, por ser “melhor intensificar a Luz do que criar trevas” (aspectos positivos X aspectos negativos de cada persona). Só que muitas vezes acontece o fato de líderes se perderem em algum ponto de sua liderança, normalmente no ponto da confusão sobre o que é melhor para a empresa e sobre o que é melhor para ele mesmo (trevas). Mudar, tão logo decidir fazê-lo, também é uma Virtude (Luz), mas só será um ato virtuoso se e quando você acionar a mudança. Sei que mudar é muito difícil para quem foi programado a vida toda para ter medo de mudanças. Sei que mudar a si mesmo é mais difícil ainda, porque o ser humano tem a tendência de adiar as coisas e deixá-las para depois. O problema é que isto se torna um hábito não virtuoso que nos faz adiar coisas inadiáveis e enlameia nossas Virtudes. POR QUE O HOMEM INSISTE EM CRIAR HÁBITOS NEFASTOS QUE SE CONTRAPÕE ÀS SUAS VIRTUDES? Duro reconhecer que boa parte da humanidade esteja nessa triste realidade, ao invés de iluminar suas Virtudes para poder ofuscar suas não virtudes e, ao mesmo tempo, acabar de vez com as trevas de sua medíocre existência. O medo de errar aborta a coragem de acionar e enfrentar cada situação com escolhas mais assertivas. Um líder virtuoso deve ser corajoso a ponto de reconhecer os medos que têm e deve fazer da humildade uma “Rotina de Gestão”. Os fracassos e erros acontecem mesmo, aí cabe a você desculpar-se e corrigir as situações que criou. Conceitos virtuosos devem ser aplicados como um “Facilitador de Comunicação”, pessoa-a-pessoa, até que o Grupo inteiro perceba o fato de que seu Líder se interessa por todos. Essa é uma forma sutil de ensinar e mobilizar pessoas. Integrar conceitos humanos e éticos ajuda a liderar e desenvolver pessoas para atingir um objetivo. Não é fácil, mas é um grande desafio e devemos praticar todas essas Virtudes em cada oportunidade, no ponto da necessidade. Sinceridade é traço de caráter e é a manifestação comum de uma persona gentil e leal. Um Líder Virtuoso, mesmo querendo preservar os sentimentos alheios, por ser sincero não usa “mentiras piedosas”, porque sabe que a palavra dele precisa ter peso e credo para ser recebida como algo sólido, inquebrantável e mais do que um contrato escrito. POR QUE NÃO ADOTAR O HÁBITO DE FAZER COM QUE SUAS VIRTUDES SEJAM UM HÁBITO? Boa ideia, podemos voltar ao que Aristóteles disse: “A Virtude está no hábito”. Mas, para rapidamente alcançar isso, é preciso abrir-se à possibilidade de que nem sempre 2+2 será igual a 04, porque muitas vezes é melhor dizer ‘não’ do que ‘sim’ e vice-e-versa, desde que seja uma manifestação consciente e virtuosa. Fazer horas extras no trabalho, rotineiramente, poderá ser péssimo porque demonstra que você não sabe gerenciar o próprio tempo ou você… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Comportamental: Cuidado com a ambição

Querer alcançar resultados a qualquer custo pode ser prejudicial para as empresas e para os profissionais. Quando era criança, eu ouvia muitas histórias. Algumas tinham lobos, outras bruxas, fantasmas. Entretanto nada me assustava mais do que uma galinha, presenteada a um garoto pobre por um ato de bondade de uma fada disfarçada. Embora essa galinha fosse como todas as outras, colocando apenas um ovo por dia, esse ovo era diferente, era de ouro! E com isso o menino pobre foi ajudando sua família e prosperando porque, a cada dia, recebia de presente um ovo de ouro. Tudo ia bem, até que ele pensa em acelerar o processo e, ao invés de esperar um ovo por dia, decide matar a galinha e pegar logo todos os ovos dentro dela. No entanto, ao abri-la descobriu que ela era igual às outras e ele perde seu maior tesouro, deixando de receber um ovo de ouro por dia. Ao final da história eu ficava transtornado com tamanha burrice. E pensava: “que garoto ganancioso! Já não era bom ter um ovo de ouro por dia? Pra quê querer tudo de uma só vez?” Bem, essa resposta demorou, mas chegou. Depois de quase 30 anos de formado e com algumas especializações (tanto na medicina quanto em business) percebo que esse garoto é mais comum do que eu podia imaginar. Ele está presente no executivo que tenta vencer seus pares em uma reunião diante do chefe. Naquele que mostra sua superioridade sobre o seu “oponente”, que na verdade é apenas um colega de trabalho com os mesmos desafios de sobrevivência e dores que ele. O garoto ambicioso está presente também no funcionário que acredita que o trabalho é um barco de náufragos no qual cada um deve fazer o que puder para sobreviver e, por isso, entende como aceitável reter informações para que outro colega não avance em um trabalho. No colaborador que deixa vazar um comentário ácido que vai ferir a imagem de outra pessoa ou apenas lança um olhar para o chefe como alguém que não merecia estar naquela posição (“quem sabe se me derem uma chance…”). Está ainda no pensamento corporativo, na verdade, num grupo de pessoas, mas se esconde sob o manto de “voz do corporativo” para tomar decisões que reduzem recursos e esperam, ainda assim, aumentar a produtividade. Todos esses modelos de pensamento mostram o foco no curto prazo sustentado por uma justificativa aparentemente racional, que é a demanda dos acionistas. Um dos principais desafios para um novo pensamento de gestão não é encontrar a competência correta que vai fazer o colaborador produzir melhor, mas sim, escapar a tentação do curto prazo. O pensamento de “vencer o quarter” ou bater a meta do mês tira o foco do negócio e desloca para o medo (o principal prêmio é sobreviver aos cortes). Tenho sido chamado para apoiar processos de mudança organizacional em diferentes setores, e o que me chama a atenção é que as empresas esperam mudar tudo sem mudar nada, ou seja, esperam que haja um novo mindset dos colaboradores, porém as premissas que sustentam os comportamentos não são questionadas. Assim, como diz o autor Chris Argyris,  tratam os sintomas, mas não atuam sobre os problemas reais, as causas que sustentam os comportamentos. E uma delas é o “menino da galinha dos ovos de ouro” que mora dentro de nós. Algumas indústrias mais antenadas já estão mudando essas premissas saindo de metas de quarter para metas anuais e outras iniciativas como o Balanço Social (Sustentabilidade) e os estudos sobre engajamento nas organizações. Esses movimentos apontam para uma nova forma de pensar o que, realmente, é crescer e ter sucesso. * Professor internacional da Fundação Dom Cabral e especialista em gestão estratégica de pessoas Por Roberto Aylmer* Revista você s/a

Entendendo um pouco sobre a Controladoria: Palestra Ministrada pelo professor Padoveze

Na foto acima: O professor Alexandre Wander (coordenador nos cursos de Pós Graduação da FAAP), o professor Clóvis Luiz Padoveze (professor doutor da USP-SP) e convidado especial Vicente Barros de Oliveira. A controladoria no processo de Gestão Empresarial A controladoria é a unidade administrativa dentro da empresa, que, por meio da ciência contábil e do sistema de informações da controladoria, é responsável pela coordenação da gestão econômica do sistema empresa. Conforme Catelli, um dos maiores pesquisadores em Controladoria da USP-SP, a missão da controladoria é assegurar a eficácia da empresa por meio da otimização de resultados. A visão da controladoria, segundo Heckert & Willson, é que não compete a controladoria o comando do navio, pois está é função do primeiro executivo, representa, entretanto, o navegador que cuida dos mapas de navegação. É sua finalidade manter informado o comandante quanto a distância percorrida, ao local em que se encontra e aos desvios da rota, aos recifes perigosos e  aos caminhos traçados no mapa, para que o navio chegue ao destino. Assim podemos entender que a melhor ferramenta em gestão financeira que desempenha este papel e deve ser utilizada pelo Controller é o Planejamento Operacional (Budget) de suma importância para acompanhar todos os enunciados descritos no parágrafo anterior sobre a empresa. Então podemos concluir que para ser controller tem que entender de PLANEJAMENTO OPERACIONAL. Dessa forma, podemos explicitar a missão da controladoria: dar suporte à gestão de negócios da empresa, de modo que assegure que esta atinja seus objetivos, cumprindo assim a sua missão. (Peleias, pg 65) Ao mesmo tempo, é a visão do controle e do alerta permanente. Controlar, informar, influenciar, para assegurar a eficácia empresarial, nunca é uma posição passiva, mas ativa, sabendo da responsabilidade que tem a controladoria de fazer acontecer o planejado. Honrgren e outros entendem que as funções do controller incluem: planejamento e controle; relatórios internos; avaliação e consultoria; relatórios externos; proteção dos ativos; avaliação econômica. Assim podemos entender que a Controladoria é a responsável pela coordenação de esforços com vista à otimização a gestão de negócio das empresas e pela criação, implantação, operação e manutenção do sistema de informação que deem suporte ao processo de planejamento e controle. Consiste em corpo de doutrinas e conhecimentos relativos à gestão econômica das empresas, com o fim orientá-las para a eficácia. Na utilização plena da ciência contábil e outras disciplinas que tem como objetivo o controle do patrimônio empresarial através da otimização dos resultados planejados.   Palestra ministrada pelo professor Clóvis Luis Padoveze na FAAP-SJC a convite do professor Alexandre Wander. Anexo material utilizado pelo professor Clóvis Uma boa leitura Prof. Alexandre Wander Indicamos o livro publicado pelo professor Clóvis Luis Padoveze com o título de CONTROLADORIA ESTRATÉGIA E OPERACIONAL da editora Cengage Learning. PalestraFAAP SJC 13 09 11[1]  

O benefício tributário na captação dos Financiamentos Bancários

Mesclar a estrutura de capital de uma empresa pode trazer vantagens significativas não somente em liberar recursos aos acionistas, mas também em economia de impostos a serem pagos ao fisco. Um dos fatores que nos leva a esta conclusão é que as despesas financeiras são dedutíveis para efeito do cálculo do imposto de renda; e assim uma empresa que possui uma estrutura de capital de terceiros no financiamento dos seus ATIVOS paga menos imposto de renda ao FISCO.  (*) nas empresa que adotam o regime do LUCRO REAL. Porém, um dos cuidados a serem analisados é a questão da RENTABILIDADE dos ATIVOS OPERACIONAIS em relação ao CUSTO DO ENDIVIDAMENTO; pois quando este último é maior a empresa entra num ciclo de alavancagem negativa e se não for muito bem administrada poderá causar problemas de liquidez no CAIXA e redução constante da RENTABILIDADE NATURAL DA EMPRESA que chamamos de ROI. Exemplificando a questão do ganho tributário; imagine uma empresa conversadora que possui um INVESTIMENTO TOTAL no seu ATIVO OPERACIONAL no valor de R$ 10.000,00 e que o seu LUCRO OPERACIONAL (EBIT) seja de R$ 1.000,00  assim numa estrutura de capital integralmente financiada pelo CAPITAL PRÓPRIO, não existirá a figura do CAPITAL DE TERCEIROS (FINANCIAMENTO BANCÁRIO) e portanto, o LUCRO OPERACIONAL será a base de cálculo para o imposto de renda e assim, numa alíquota marginal de 34% o imposto a ser pago será de R$ 340,00 e o lucro líquido será de R$ 660,00. Já numa empresa que mescla a sua estrutura de capital com financiamento bancário numa proporção de 50% teremos um PASSIVO OPERACIONAL composto por R$ 5.000,00  de capital de terceiros e R$ 5.000,00 de CAPITAL PRÓPRIO (patrimônio líquido). A primeira vantagem que visualizamos neste modelo é que estamos liberando recursos ao ACIONISTA em relação ao exemplo anterior no valor de R$ 5.000,00 e utilizando RECURSOS do BANCO para financiar o crescimento da empresa. Neste exemplo, da empresa arrojada teremos o mesmo LUCRO OPERACIONAL de R$ 1.000,00; porém teremos a figura dos juros provenientes do FINANCIAMENTO BANCÁRIO, e considerando que a taxa anual seja de 10% o CAPITAL DE TERCEIROS irá gerar uma despesa financeira de R$ 500,00; logo o lucro antes do IMPOSTO DE RENDA será de R$ 500,00 (lucro operacional menos a despesa financeira) e numa alíquota de 34% o imposto a ser pago ao fisco será de r$ 170,00 e o lucro líquido depois do imposto de renda de R$ 330,00. Embora o lucro líquido seja menor na empresa arrojada, temos alguns ponto a refletir: 1) Liberamos da ESTRUTURA DE CAPITAL uma valor de R$ 5.000,00 aos acionistas; pois na empresa conservadora o acionista sozinho bancava todo o ATIVO OPERACIONAL e na empresa arrojada o BANCO divide esta estrutura de investimento. 2) Na empresa conservadora o IMPOSTO DE RENDA a ser pago ao FISCO é de R$ 340,00 e na empresa arrojada o imposto a ser pago ao fisco reduz para R$ 170,00. 3) Embora o lucro da empresa ARROJADA seja menor do que a empresa CONSERVADORA; ao final do FINANCIAMENTO BANCÁRIO teremos um efeito positivo ao ACIONISTA; pois utilizamos DINHEIRO do BANCO para financiar a construir os seus PROJETOS de CRESCIMENTO; já que ocorrendo a quitação da dívida através do lucro gerado e retido durante o período de crescimento ao final de um tempo não teremos mais dívida e todo o ATIVO OPERACIONAL será integralmente dos acionistas. 4) A rentabilidade do acionista não se alterou em nenhum dos modelos; já que na empresa CONSERVADORA o ROE (Lucro líquido gerado em relação ao capital investido pelo acionista) é de 6,6% resultado do lucro de R$ 660,00 divido por R$ 10.000,00 do CAPITAL PRÓPRIO; na EMPRESA ARROJADA o lucro líquido diminui para R$ 330,00 porém o CAPITAL PRÓPRIO também reduz para R$ 5.000,00 e a RENTABILIDADE não se altera resultando em 6,6%. Logicamente alguns conceitos de CUSTO DO CAPITAL de TERCEIROS deve ser levado ao cuidado desta análise; para que a alavancagem não venha causar um efeito inverso no benefício tributário, mas fica comprovado neste estudo as vantagens das empresas que utilizam capital de terceiros (financiamento bancário) em relação ao benefício tributário. Um bom estudo prof. Alexandre Wander

Gestão Estratégica de Custos: Principais conceitos do método de custeio variável

O conceito de análise comportamental de custos, separando-os em custos fixos e variáveis, possibilita uma expansão das possibilidades de análise dos gastos e das receitas da empresa, em relação aos volumes produzidos ou vendidos, determinando pontos importantes para fundamentar futuras decisões de aumento ou de diminuição dos volumes de produção, corte ou manutenção de produtos existentes, mudança de mix de produção, incorporação de novos produtos ou de quantidades adicionais, etc. Esse ferramental de análise econômica normalmente é denominado análise de custo/volume/lucro e conduz a três importantes conceitos: margem de contribuição, ponto de equilíbrio e alavancagem operacional. Esses conceitos podem ser agrupados em um único modelo decisório, que estamos denominando modelo de decisão da margem de contribuição. Margem de contribuição Representa o lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário do produto ou serviço e os custos e despesas variáveis por unidades de produto ou serviço, Significa que, em cada unidade vendida, a empresa lucrará determinado valor. Multiplicado pelo valor total vendido, teremos a margem de contribuição total do produto para a empresa. Ponto de Equilíbrio Evidencia, em termos quantitativos, o volume que a empresa precisa produzir ou vender para que consiga pagar todos os custos e despesas fixas além dos custos e despesas variáveis em que necessariamente  ela tem de incorrer para fabricar e vender o produto. No ponto de equilíbrio, não há lucro ou prejuízo. A partir de volumes adicionais de produção ou de venda, a empresa passa a ter lucros. A informação do ponto de equilíbrio da empresa, tanto do total global, como por produto individual, é importante, porque identifica o nível mínimo de atividade em que a empresa ou cada divisão deve operar. Alavancagem Operacional Significa a possibilidade de acréscimo do lucro total, pelo aumento da quantidade produzida e vendida, buscando a maximização do uso dos custos e das despesas fixas. É dependente da margem de contribuição, ou seja, do impacto dos custos e das despesas variáveis sobre o preço de venda unitário e dos valores dos custos e das despesas fixas. Alguns produtos têm alavancagem mais que outros, em virtude dessas variáveis. Fonte: Gerencial de custos Editora Thomson – 2012 Autor: Clóvis Luis Padoveze

Comportamental: Acredite em sua Inteligência emocional

Início afirmando que minha intenção, o “meu Real Sentido de Vida”, é estimular pessoas a acreditar que todos podem ter e/ou ser TUDO o que de fato quiserem ter / ser, mas quem quiser ter, antes terá de ser o algo (Ser para ter). Tipo “quero ser um Vencedor, então pense como eles pensam! ” / Quero ter dinheiro, então pense como um rico pensa! Daniel Goleman (Harvard) comprovou, há 30 anos, através da Teoria da Inteligência Emocional, que tudo é possível a todos. Se essa é uma Verdade comprovada, por que muitos ainda não acreditam que podem realizar seus sonhos? – O que é Inteligência Emocional? Inteligência Emocional é a capacidade que todo e qualquer ser humano tem de perceber e gerenciar emoções, no dia-a-dia e sempre, em cada interação pessoal. Ou seja, todo e qualquer ser humano poderá materializar seus sonhos (se assim não fosse o Criador seria ‘injusto’), mas somente o conseguirá quem acreditar que pode e persiste até cumprir cada meta que idealizou. Creio que a IE comprova a origem Divina e o enorme poder que cada Ser Humano tem! Após descobrir a IE, Daniel examinou mais de 500 empresas, em vários países, para comprovar que os profissionais mais bem-sucedidos não são os de maior Quociente de Inteligência (QI) / maior conhecimento acadêmico, ao concluir que boa parte de quem tem QI alto e/ou elevado conhecimento trabalha para quem ainda não possui nada disso. – Como MANIFESTAR A Inteligência Emocional? Não basta ser simpático, calmo e gentil, segundo Goleman é preciso desenvolver o autoconhecimento, ter capacidade de dar feedbacks difíceis, facilidade para mediar conflitos e otimismo para enfrentar adversidades, entre muitas outras características, como: Consciência de si mesmo para reconhecer suas emoções e limitações. Gestão de si para poder se adaptar / se reorientar e manter o otimismo. Consciência social para desenvolver a aptidão de ler seu estado emocional e de quem interage contigo. Gestão de relacionamentos para poder induzir boas atitudes nos liderados. TUDO É POSSÍVEL A TODOS OS QUE ACREDITAREM EM SI E PERSEVERAREM! Sim, bastam esses 03 pressupostos básicos fundamentais: 1- Oportunidade (o start). 2- Ambiente propício (vital para quem quiser desenvolver-se). 3- Tempo necessário (Fundamental ter e conceder tempo a quem é interessado). Se você for um liderado que teve a oportunidade de trabalhar em um ambiente propício, mantenha-o sempre assim; se você for o Líder, nunca mantenha quem desarmoniza locais ou pessoas e só conceda tempo a quem mereçer. Perseverar é preciso, porque muitos negócios, empregos e relacionamentos de qualquer tipo esbarraram no famoso “morreu na praia” ou no “Se eu tivesse tido só mais um pouquinho de tempo, meu negócio não teria morrido”. Claro que tempo é dinheiro, mas devemos monitorar a evolução de quem de fato quer evoluir. Ou seja, “só fica na empresa quem merece”. O inverso também é verdadeiro, posto que ninguém deva se auto violentar fazendo o que não gosta ou convivendo com pessoas que não gosta ou se sujeitando a trabalhar em ambientes hostis, diariamente. Qual a importância prática da Inteligência Emocional? Interessante notar que a esmagadora maioria dos que se queixam, o tempo todo, de que não tiveram “sorte na vida”, não tiveram um “bom berço” ou uma “boa família”, nada fazem para criar oportunidades à “pessoa mais importante de suas vidas: eles próprios”. Aí é que se dividem os ‘fracos’ e os ‘fortes’, porque o forte insiste e persiste para melhorar, até consegue criar e recriar a realidade à sua volta (a física quântica já comprovou que assim é). O Conceito de inteligência emocional também descreve a competência e a capacidade das pessoas que precisam lidar e se adaptar às extraordinárias mudanças que ocorrem hoje e que certamente ocorrerão nas próximas décadas. Como cada um de nós é o único responsável pela própria existência, devo lembrar que a cada momento presente sou Eu que construo o meu futuro, assim como a cada momento passado fui eu que construí o meu atual presente. Sabe-se hoje que o êxito no desenvolvimento e evolução de um Ser Humano é fruto de sua Inteligência Emocional. Os empregadores já sabem disto, há mais de 20 anos, mas poucas empresas a aplicam bem no seu cotidiano. O pior é que as pessoas ainda acreditam no “cada um que faça sua obrigação” ou no “eu só faço a minha parte” e nada fazem para colocar sua contribuição no todo, por menor ou maior que seja. Uma contribuição que melhoraria os ambientes mais importantes das vidas delas: o Lar e o Trabalho, locais onde passam a maior parte de suas vidas. Teste de Inteligência Emocional – Gratuito e/ou Certificado http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/inteligencia-emocional-faca-o-teste/78312 Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.