Os principais valores da Lei Sarbanes-Oxley

As principais normas estabelecidas pela Lei Sarbanes-Oxley podem ser agrupados segundo esses valores: Compliance – conformidade legal Adoção pelas corporações de um código de ética para seus principais executivos, que deverá conter as formas de encaminhamento de questões relacionadas a conflitos de interesses, divulgação de informações e cumprimento das leis e regulamentos. As corporações que não adotarem a explicitação de condutas em um código de ética deverão explicar as razões da não adoção. Uma cópia do código de ética deverá ser entregue a Security Exchange Commission (SEC) e ter divulgação aberta. Accountability – prestação responsável de contas Os principais executivos e o diretor financeiro, respectivamente, CEO e CFO, na divulgação dos relatórios periódicos previstos em lei, devem certificar-se de que: Revisaram os relatórios e não existem falsas declarações ou omissões de fatos relevantes As demonstrações financeiras revelam adequadamente a posição financeira, os resultados das operações e os fluxos de caixa. Divulgaram aos auditores e ao comitê de auditoria todas as deficiências significativas que eventualmente existam nos controles internos, bem como quaisquer fraudes evidenciadas, ou mudanças significativas ocorridas após a sua avaliação. Têm responsabilidade pelo conhecimento de controles internos, pelos seus desenhos e processos e pela avaliação e monitoramento de sua eficácia Constituição de um comitê de auditoria, para acompanhar a atuação dos auditores e dos números da companhia, atendendo as seguintes diretrizes: Presença de pelos menos um especialista em finanças Composto exclusivamente por membros independentes do conselho de administração, não integrantes da direção executiva, que, além dos valores que já receberam pela participação do conselho, não receberão quaisquer outros a título de pagamentos pelo aconselhamento ou consultoria prestada ao comitê. Responsável pela aprovação prévia dos serviços de auditoria. Divulgação, por relatórios periódicos, dos resultados de seus trabalhos. Disclosures – mais transparência Detentores de informações privilegiadas deverão seguir as exigências da lei nos casos de mudanças em suas participações acionárias. Redução de prazos de insiders comuniquem à SEC, quaisquer renegociações envolvendo valores mobiliários da companhia Quaisquer informações complementares aos relatórios exigidos pela lei, relativas às condições financeiras e operacionais da companhia, deverão ser divulgadas com rapidez. Contingências não incluídas no balanço patrimonial devem ser divulgadas. A SEC poderá expedir regras, exigindo a divulgação em tempo real de quaisquer informações relevantes não contabilizadas off balance sheet que impactam os negócios e os resultados corporativos. Fairness – senso de justiça A remuneração do executivo principal deverá ser aprovada pelo conselho de administração Aprovação pelos acionistas de stock options Vedação de empréstimos pessoais a diretores executivos, Devolução de bônus e de lucros distribuídos no caso de a companhia retificar demonstrações financeiras em decorrência de descumprimento relevante das normas estabelecidas pelas SEC. Vedação de quaisquer formas de anistia aos empréstimos antes concedidos e não liquidados. Restrições sobre negociação durante períodos de troca de administradores de fundos de investimento. Definição de penas historicamente inusitadas por fraudes. As multas podem chegar a US$ 5 milhões e a prisão de 20 anos. Entendendo-se por fraudes corporativas a alteração, a destruição, a mutilação, a ocultação e a falsificação de informações ou documentos, com a intenção de impedir, obstruir ou influenciar o conhecimento e a análise do desempenho e da situação dos negócios e da gestão. Fonte Sox – Entendendo a Lei Sarbanes-Oxley Editora Cengage Learning – Vania Maria da Costo Borgerth
A Lei Sarbanes-Oxley no Brasil, uma análise dos impactos de suas exigências

As limitações do acesso á poupança nacional pelas vias das bolsas de valores, e a própria disponibilidade dos recursos desejados, levaram muitas companhias brasileiras ao mercado internacional, captando recursos de investidores estrangeiros. O canal de acesso priorizado tem sido a New York Stock Exchange. Naquele mercado, em resposta aos escândalos e fraudes que abalaram a credibilidade de instituições, que até então predominantemente autorreguladas, o advento, em 2002, da lei sarbanes Oxley, (“Sarbox”) impôs novas regras rígidas de governança corporativa, estendidas pela Securitires Exchange Commission (SEC) às companhias estrangeiras com emissões negociadas nos Estados Unidos. A extraterritorialidade na aplicação dessa lei e das normas regulatórias conexas é uma as consequências da globalização dos mercados: passa haver inter-relações entre ordenamentos jurídicos distintos. Há, para tanto, procedimentos previstos no Direito Internacional Privado de reenvio e recepção para solucionar conflitos de normas no mesmo espaço. No caso brasileiro, por exemplo, isto se deu para permitir a adaptação das exigências de criação do Comitê de Auditoria, que conflitavam com os do Conselho Fiscal previsto na nossa legislação. Após manifestação da CVM a SEC, o Conselho Fiscal foi aceito como instituição que cumpria a finalidade desejada, desde que com adaptações: criou-se assim o chamado Conselho Fiscal “Turbinado”. Outros requisitos foram recepcionados, como a criação de Comitê de Divulgação, conciliando os preceitos da Sarbanes com as instruções da CVM, contendo passo a passo os procedimentos para a elaboração de relatórios anuais e demais divulgações ao mercado, segundo os princípios enumerados no título IV, Enhanced Financial Disclosures. Outra questão crítica foi sobre a competência para a escolha da Auditoria Independente, que na nossa lei é de competência exclusiva do Conselho de Administração, e que de acordo as regras da SARBOX são de competência do comitê de Auditoria. A solução adotada pelas companhias brasileiras foi atribuir ao Conselho Fiscal “turbinado” a indicação do auditor independente ao Conselho de Administração, que, caso concorde, o nomeará. Ademais, as companhias foram obrigadas a incluir em seus relatórios anuais declarações de natureza civil e penal, emitidas pelo Diretor-Presidente e pelo Diretor Financeiro, nos quais esses administradores atestam a veracidade e a precisão das informações prestadas naquele documento, particularmente as contábeis e financeiras. Isto levou as companhias brasileiras à avaliação rigorosa de seus controles internos – pela administração e pelos auditores externos – mapeando e elaborando planos de ação para correção das falhas. O cumprimento dessas exigências envolve elevados custos, os quais não estão sujeitas as companhias brasileiras que não acessaram o mercado dos Estados Unidos. E mais, além dessa assimetria, ao adquirir outras empresas, as companhias que acessaram a Nyse, se expõem aos riscos decorrentes de controles deficientes da empresa-alvo, incorrendo nos custos de remoção das falhas constatadas. Claramente, estas assimetrias impactam negativamente as condições competitivas das empresas sujeitas a SARBOX. Outra questão importante relacionada à aplicação dos dispositivos da Sarbox no Brasil diz respeito às diferenças nas estruturas de controle. Nos Estados Unidos, o capital é detido por um enorme universo de investidores, já as companhias brasileiras emissoras de ADRs tem um acionista controlador ou um grupo identificado de controle. (Embora isto comece a mudar recentemente). O eixo de poder é, portanto, diferente. Enquanto lá, na maior parte das companhias, são os executivos munidos de mandatos (proxies) que nomeiam os membros do Conselho de Administração, podendo assim ocorrem – como de fato ocorreram -fraudes, resultados forjados, e auto premiações ilegítimas para a administração, aqui os acionistas controladores que escolhem os administradores (conselheiros e executivos). Dada esta estrutura de poder, as atribuições da Diretoria Executivas são comparativamente mais limitadas. Tais características se refletem na doutrina brasileira, que ao tratar de temas como o affectio societatis, centra-se nas relações entre os sócios e na sua conduta enquanto acionistas. Aqui, o conflito de interesse tem como centro o acionista controlador, não a Diretoria Executiva. E é nesse campo que, no Brasil, se instalam os embates sobre os limites legais do exercício do poder nas sociedades anônimas. É interessante perceber que há paralelos entre as sociedades por ações e, em sentido amplo, as sociedades organizadas sob o regime democrático. Segundo Norberto Bobbio, a democracia pressupõe o controle. O poder dever ser controlado e o único meio de controla-lo é que haja participação que alcance todas as áreas aonde ele é exercido. A Sarbox e as normas decorrentes têm exatamente este propósito. Pedro Aguiar de Freitas – Consultor Geral Jurídico da Companhia Vale do Rio Doce Fonte: Governança Corporativa. Fundamentos, desenvolvimentos e tendências Autores: José Paschoal Rossetti e Adriana Andrade Editora Atlas – Sétima edição – atualizada e ampliada
A Governança Corporativa de acordo a CVM (Comissão de valores mobiliários)

Governança corporativa é o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia ao proteger todas as partes interessadas, tais como investidores, empregados e credores, facilitando o acesso ao capital. A análise das práticas de governança corporativa aplicada ao mercado de capitais envolve, principalmente: transparência, eqüidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Para os investidores, a análise das práticas de governança auxilia na decisão de investimento, pois a governança determina o nível e as formas de atuação que estes podem ter na companhia, possibilitando-lhes exercer influência no desempenho da mesma. O objetivo é o aumento do valor da companhia, pois boas práticas de governança corporativa repercutem na redução de seu custo de capital, o que aumenta a viabilidade do mercado de capitais como alternativa de capitalização. Quando investidores financiam companhias, eles sujeitam-se ao risco de apropriação indevida, por parte de acionistas controladores ou de administradores da companhia, de parcela do lucro do seu investimento. A adoção de boas práticas de governança corporativa constitui, também, um conjunto de mecanismos através dos quais investidores, incluindo controladores, se protegem contra desvios de ativos por indivíduos que têm poder de influenciar ou tomar decisões em nome da companhia. Companhias com um sistema de governança que proteja todos os seus investidores tendem a ser mais valorizadas, porque os investidores reconhecem que o retorno dos investimentos será usufruído igualmente por todos. CVM – Comissão de valores mobiliários abaixo cartilha da CVM para download. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander cartilhaCVM[1]
O que é uma vida bem sucedida?

No estudo mais longo da história sobre felicidade, os pesquisadores de Harvard revelam o que é ter um vida feliz. A resposta é uma das habilidades que todo líder extraordinário e executivo eficaz deve ter.
Negociar ou sofrer, eis a questão!

Visando construir Bases Sólidas para poder iniciar bem uma boa Negociação, o que mais importa é pré-saber: – Quem você é? | – Onde você está? | – Para onde você quer ir? | – O que você quer, de fato? (essas mesmas perguntas também se aplicam às pessoas-jurídicas). Procurarei dar, no decorrer deste Artigo, alguns subsídios e estímulos para que você possa chegar a obter respostas pertinentes às suas questões abertas e a abrir… REALMENTE É POSSÍVEL DEIXAR DE SOFRER SE EU NEGOCIAR TUDO, COM TODOS? Sim, parar de sofrer é possível a quem usar técnicas especificamente dirigidas, técnicas SIMPLES, para obter sucesso nas suas Negociações e/ou na fidelização de seus públicos, seja eles: cônjuges, pais, filhos, sogras, parentes, vizinhos, liderados, ‘chefes’, fornecedores, terceirizadores de serviços, entidades de classe, financeiras e outros. Saber negociar é o que todo e qualquer Ser Humano, profissional ou não, precisa saber para poder aplicar na sua vida pessoal e profissional, objetivando aumentar a eficácia e melhorar sua vida e a de quem interage com você. Por exemplo, a título de ‘degustação’: – Como você irá posicionar sua cadeira em uma situação de negociação?… Por quê? Nunca frontalmente para não criar uma situação de “competição para ganhar” (queda de braço, jogo de xadrez ou dama, etc.). – Com quais cores você deverá estar trajado?… Por quê? Combinar duas cores contrastantes (branco e preto, azul claro e azul escuro) para criar uma “dualidade visual”, harmônica com o plano bi polarizado em que vivemos (Yin e Yang, bem e mal, bom e ruim, etc.). Os estudiosos ou simples observadores atentos sabem que essas premissas se aplicam a todas as pessoas desta época, de acordo com suas características e com a ‘mentalidade social vigente’ (Mente Coletiva, segundo Carl Jung). Negociação é um Tema fundamental e imperativo a todos aqueles que quiserem alcançar o que desejam, assim como àqueles que querem obter e manter para sempre o tão almejado e o tão decantado Estado de Felicidade. As duas assertivas: “O que o homem mais BUSCA é a Felicidade” e “O que o homem mais QUER é o poder” são forças antagônicas, porque para obter e manter o poder ele cerca o ‘Feudo’ e o protege, negando assim a Felicidade a quem interage com ele. Então, como chegar a um estado de felicidade negando-o a quem conosco convive? Impossível, segundo entendo, porque Poder e Felicidade tem quem pode ver se iluminar de prazer os rostos das pessoas, só porque ele chegou e só pelo o que ele É. Isso independe do que ele tem ou do que ele poderia lhes dar. Estou levemente abordando temas que deverão ser úteis para o desenvolvimento de toda e qualquer função de liderança filosófica, em nível pessoal, profissional ou conjugal. Mas, futuramente, aprofundarei mais esses temas… Quanto a uma Introdução mais aprofundada no Tema ‘Negociação’, posso afirmar que: querendo ou não, você é um Negociador; a Negociação é uma necessidade de vida; você negociou sua vida inteira! As pessoas negociam até mesmo quando não sabem que estão negociando. Você, por exemplo, já negociou o uso de um brinquedo com seu irmão ou um castigo menor com sua mãe ou negociou com seu cônjuge sobre onde ir jantar ou negociou com seu filho sobre a hora de apagar as luzes ou o quanto ele deverá navegar na Web ou já negociou aumentos com seu empregador ou já tentou negociar uma trégua com um vizinho ou sogra… A Negociação é um meio básico de conseguir o que se quer de outrem! Negociar bem é conseguir ter ambos os lados satisfeitos. Num passado próximo, só se pensava em atender as próprias necessidades sem se preocupar com o outro lado envolvido na Negociação. A mentalidade geral era “levar vantagem em TUDO” e não se ‘pré-ocupar’ em atender a outra parte… Ainda há quem manifesta essa conduta! Lembre-se de que só há uma maneira de você ser duradouramente Feliz: “propiciar e manter a felicidade de todos os que estão à sua volta e de todos com quem você negocia”. Só para mantê-los fiéis e felizes ou só por Ser Humano? Mantê-los fiéis é bom a curto, médio e longo prazo. Mantê-los sempre felizes também é muito bom, porque ser Feliz é ter com você / para você a felicidade de todos os seus pares, mas se sentir Humano é a garantia de sua felicidade! LEMBRE-SE DE QUE NEGOCIAR OU SOFRER É LIVRE ARBÍTRIO TEU! Também é de livre arbítrio teu “negociar com você mesmo”, deliberando bem, antes de decidir acionar qualquer coisa em sua vida. Negociar com o teu Eu Superior é Sinal de elevada Sabedoria, Prudência e Inteligência! Um Mercadólogo reconhecido pelo MEC em 1991, especialista em Marketing e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Moracy das Dores publicou três livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar”, “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”, Líder incomum se forma com Filosofia!
9 hábitos para progredir na carreira e nos negócios em 2019

Em um ano que sinaliza otimismo e oportunidades, é hora de acreditar, planejar e pôr a mão na massa. Conheça 9 hábitos que empreendedores e milionários bem-sucedidos praticam no seu dia a dia e que você também pode utilizar 2019 será um ano de oportunidades! Um novo governo federal, novos governos estaduais, diversas reformas a serem votadas, retomada do crescimento econômico, aumento de vagas no mercado trabalho e outras boas notícias parecem trazer previsões otimistas para o cenário econômico e social brasileiro. Continuaremos a viver em um mundo VUCA, isto é, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo, onde diversas competências são exigidas de profissionais, gestores e organizações para sobreviver, como escrevemos no artigo “Como Prosperar no Mundo VUCA em 2018”. Neste cenário, milhares de empreendedores, profissionais e milionários tem sido bem-sucedidos, e tem compartilhado alguns hábito em comum, que aqui apresentamos para inspirar aqueles que desejam progredir em sua carreira ou negócios no ano novo. A lista que elaboramos, a partir de nossa experiência profissional, inclui o resultado de pesquisa feita por vários livros e autores, entre eles: “O poder da alta performance: os hábitos que tornam as pessoas extraordinárias”, de Brendon Burchard, “Change your Habits, Change Your Life”, de Tom Corley, e “Success Habits” de Napoleon Hill, que pesquisaram centenas de pessoas bem-sucedidas. 1. Acorde mais cedo Um hábito das pessoas bem-sucedidas é que elas acordam 2 ou 3 horas antes do horário que seu dia de trabalho começa. Richard Branson, Tim Cook e Richard Branson são conhecidos madrugadores. Com 1 ou 2 horas a mais durante o dia você poderá fazer muitas coisas como, por exemplo, exercitar-se. Exercícios físicos O exercício diário ou duas, três vezes por semana, como uma caminhada, corrida ou outra atividade física, é recomendado pelos profissionais da saúde para que tenhamos melhor qualidade de vida e possamos ser mais produtivos no nosso dia a dia. O bilionário Richard Branson, dono da Virgin, disse que acordar as 5 horas para jogar tênis ou andar de bicicleta dobrou sua produtividade. Leitura Outra coisa que podemos fazer ao acordar mais cedo é ler um bom livro, seja um romance, não ficção ou mesmo um livro relativo ao nosso trabalho e profissão, o que vai permitir que nos atualizemos mais em nossa área de atuação. Ler, por si só já é um hábito próprio que nos torna bem-sucedido, pois enriquece nosso vocabulário, melhora nosso raciocínio e nosso poder de argumentação. Além de nos dar receitas e técnicas que podem ajudar a conquistar nossos objetivos. A maioria das pessoas bem-sucedidas, como Warren Buffet e Bill Gates, leem muito, muito durante um ano. Autodesenvolvimento Também podemos assistir um webinar ou fazer um curso à distância. No mundo VUCA, devemos buscar a educação continuada de maneira permanente. Projetos Pessoais Muitos milionários e executivos utilizam esse tempo para dedicar-se a projetos pessoais. Também podemos incluir nesse tempo um espaço de 15 minutos a meia hora para meditação, que por sua importância, destacamos como um hábito à parte. 2. Faça meditação Não é a toa que a prática da meditação é um hábito que o homem pratica há séculos. Segundo diversos estudos científicos, inclusive da neurociência, a prática da meditação diária diminui o estresse, aumenta a felicidade, diminui a irritação e, também ajuda as pessoas a estarem mais conscientes de seus pensamentos e lidar melhor com situações difíceis. De acordo com a psicologia positiva, a meditação matinal redefine sua mente e corpo e por isso se torna uma ótima maneira de começar o dia. No ambiente complexo, agitado e sob pressão que vivemos atualmente, a meditação funciona como um antídoto para lidar com o mundo VUCA e prepara a pessoa para ter um dia em equilíbrio. 3. Cuide do seu sono Trate o seu sono como um ritual para o sucesso. Lembre-se que uma noite bem dormida é fundamental para recarregar a energia. O sono reparador é aquele que não sofre interrupções e é suficiente para recompor as energias: de 6 a 8 horas (Dizem que Albert Einstein preferia 10 horas de sono). Para cuidar do seu sono, eis algumas dicas: antes de deitar, evite acessar as redes sociais, pois a luz da tela do celular agita o cérebro e excita a mente. Fica mais demorado pegar no sono. O ideal é ouvir uma música suave, um audiobook ou ler algo para “chamar” o sono. Muitos tomam chá ou leite morno para dormir. A mentalização e a meditação também ajudam. Para Ariana Huffington, autora de “A Terceira Medida do Sucesso” dormir é crítico para o sucesso. O sono afeta a memória e o pensamento criativo e ter uma boa noite de sono ajuda no melhor desempenho profissional. 4. Ouse! Desafie-se fazendo algo diferente Ouse fazer algo desafiador, que o faça quebrar a rotina, sair da sua zona de conforto. O seu cérebro quer evitar situações desconfortáveis e que o assustem. Nós estamos acostumados com a estabilidade, com a certeza, com a lei do menor esforço. Mas o mundo VUCA nos desafia o tempo todo para lidar com a incerteza, a volatilidade, a ambiguidade, a velocidade…Por isso temos que nos treinar para situações inesperadas e estar preparados para lidar com as crises. Se nós vivermos somente na nossa zona de conforto não iremos nos desenvolver e evoluir. Ficaremos estagnados. Nunca iremos atingir nosso pleno potencial. Não tenha medo do fracasso ou da rejeição e comece a sair da sua zona de conforto. Ouse, desafie-se, arrisque, faça diferente! Você pode começar com pequenas ações, como fazer um caminho diferente para o trabalho, estagiar em uma outra área, adotar um hobby novo, aprender uma nova língua, um novo esporte… Todos os grandes realizadores aprenderam a ousar, assumir riscos, aceitar a incerteza, abraçar a mudança, sair de suas zonas de conforto e fazer alguma coisa (mesmo quando a situação parecia desesperada). Muitas vezes, você pode ouvir de outras pessoas que suas metas são impossíveis. Lembre-se, você é o seu melhor motivador e não deve deixar que os outros interfiram na sua visão. Impossível é apenas uma limitação que você estabeleceu para si mesmo – você pode facilmente removê-lo e ser imparável. Mude seus hábitos, sendo ousado e assumindo riscos com frequência. Pessoas que fazem isso crescem, aprendem e se adaptam mais rapidamente a
O autoconhecimento leva ao crescimento profissional?

Sim, além de renovar nosso entusiasmo para decidir e acionar o que de fato deve ser decidido e acionado! Pesquisas mostram que 90% das empresas europeias e americanas utilizam Coaching; 95% das empresas listadas na Fortune 500 utilizam a Metodologia Coaching para aumentar a eficácia do seu pessoal. Uma das alternativas em tempos de crise seria ‘ralar’ muito para evitar o desânimo geral, por não saber o que fazer para melhorar a situação. Cultivar o Autoconhecimento (conhecer suas características, sentimentos, inclinações, capacidades, habilidades, etc.) levará à Autorrealização (o ato ou efeito de realizar a si próprio), algo vital a quem quiser manter-se entusiasmado. Em Psicologia, autorrealização é a tendência de um indivíduo, ou de qualquer organismo vivo, desenvolver todas as suas possibilidades de crescimento. Seres humanos, porém, só alcançarão esse estado pelo autoconhecimento. Buda Gautama nos legou: “O objetivo principal é a autorrealização íntima do ser, que não deve ser negligenciada pelos objetivos secundários. O melhor serviço que pode ser feito aos outros é a libertação de si mesmo”… O Autoconhecimento nos mostra quando e como mudar nossa forma de pensar e, principalmente, traz à Luz de nossa Consciência as limitações e potencialidades intrínsecas que ainda estavam inconscientes em nossa mente. Está claro, pelo menos para mim, que um ser mais consciente acelera o alcance de suas metas e objetivos. A busca do Autoconhecimento poderá ser facilitada com métodos e técnicas do Coach de Alta Performance. HÁ ALTERNATIVAS PARA A METODOLOGIA DO COACHING? Sim, a Meditação, porque a prática da meditação, também chamada de Mindfulness pelos profissionais do meio, pode aumentar seu foco, relaxar corpo e mente, além de melhorar sua capacidade de decidir e interagir no meio. Cada vez que nos conectamos com o nosso Eu Superior vivemos o presente (um Presente), ao invés de ficarmos vagando entre pensamentos passados e futuros. É aí que as coisas acontecem, em cada momentum de nossas vidas! Viver o ontem e o amanhã, se esquecendo do hoje, dá espaço à procrastinação e ao conformismo. Mas, no aqui e no agora, uma mente em meditação vai acessando naturalmente o centro da criatividade e vai sempre inovando. Lembre-se de que passamos a maior parte do tempo nos estressando, por termos hábitos mentais inconscientes e comportamentos reativos. Ou seja, ignoramos o que poderia nos tornar mais atentos e conscientes. Pior, nós ainda nem sabemos como nos relacionar com o mundo interior e exterior, se for tudo-junto e ao-mesmo-tempo… O ideal é aumentar nosso grau de consciência para ir eliminando hábitos mecânicos e inconscientes. O ideal também é mudar de comportamento, de reativo para ativo. O reativo é impulso inconsciente ou condicionamento mental, regido pelos problemas psicológicos de cada um, o que desgasta a todos e induz ao erro frequente. O ativo é bom, por ser pensado, planejado e elaborado, o que nos conduz a fazer escolhas conscientes, claras, simples e objetivas. MEDITAR É PECADO? Há religiosos que condenam o “esvaziar a mente”, assim como há os que indicam. Se você entende que é certo e justo meditar, MEDITE!… Se for meditar, há ‘N’ métodos na Web para facilitar o “entrar no Estado Meditativo”. Meditação é uma prática milenar, adotada pelos Grandes Seres de nossa história. São Seres de Luz capacitados a fazer ‘upgrades’ da nossa forma de ser e de estar aqui na Terra (Buda, Moisés, Jesus Cristo, Maomé, Gandhi, outros). Se os Iluminados meditam, por que nós não meditaríamos? Entendo que ‘pecado’ nada tenha a ver com o fato de alguém procurar melhorar sua capacidade, seu corpo e sua mente. Creio que o bom e o bem se equilibram nos pensamentos e emoções mais saudáveis, flexíveis e racionais. Você não precisa ser espiritualizado para meditar e buscar o Autoconhecimento e a Autorrealização. Você não precisa orar para atingir essa condição. Mas, se a oração te ajudar: ORE! MEDITAR É BOM MESMO? Sim, segundo a Forbes até grandes companhias, como a Apple e o Google, notaram os benefícios da meditação e encorajam seus funcionários a praticá-la. Eu descobri que a meditação me ajuda a decidir mais assertivamente, porque nos pensamentos e ideias que se apresentam, não por acaso, eu encontro “soluções inspiradas”. O maior defensor do autoconhecimento foi Sócrates, e ele afirmou que nenhum indivíduo era capaz de praticar o mal conscientemente e propositadamente, mas que o mal era um resultado da ignorância e falta de autoconhecimento. Encerro esse Artigo valorizando o Autoconhecimento – ou o “Conheça-te a ti mesmo” -, condutor à Autorrealização. Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.
Curso de Controladoria Estratégia e Operacional

O objetivo do curso é apresentar uma visão completa da controladoria, como um órgão administrativo da gestão econômica; propiciar aos alunos oportunidades de analisar e refletir sobre os aspectos do desempenho empresarial, procurando identificar os aspectos positivos da gestão empresarial e as atribuições do Controller na empresa. O curso será desenvolvido com a efetiva participação dos alunos. Para tanto, as aulas serão mistas. A primeira parte da aula será desenvolvida pelo professor que introduzirá os aspectos gerais sobre o assunto. A segunda parte da aula será destinada a estudo de casos, e reflexão dos modelos acadêmicos, com debates a serem desenvolvidos em sala de aula. O curso se desenvolverá com base em três livros fundamentais, contidos na bibliográfica básica e com complementos bibliográficos selecionados pelos grupos apresentadores ou pelo professor. No cronograma de aulas estão identificados os tópicos que deverão ser apresentados em cada aula, recomendamos que a leitura prévia do assunto contribuirá no desenvolvimento do aprendizado. Conteúdo Programático: Matemática Financeira: Conceitos do valor do dinheiro no tempo, taxas de juros e sistema de capitalização com avaliação das taxas de juros (24 horas) Análise das demonstrações financeiras: Avaliação do desempenho empresarial com aplicabilidade dos principais indicadores financeiros de lucratividade e de rentabilidade (24 horas). Gestão estratégica de custos: Avaliação do custo fabril e técnicas de de formação de preço de vendas com direcionamento a rentabilidade (24 horas) Orçamento empresarial: Métricas de elaboração do orçamento empresarial departamental, definindo metas departamentais na utilização dos recursos empresariais na projeção do desempenho futuro da empresa. (24 horas) Viabilidade econômica e financeira de investimentos em projetos: Avaliação financeira dos projetos empresariais com aplicabilidade de metodologias financeira de taxa interna de retorno dos projetos, valor presente liquido e metodologias da gestão empresarial dos projetos. (24 horas) Avaliação de empresas: Aplicabilidade de indicadores da gestão empresarial com direcionamento a perpetuidade da empresa com indicadores voltados ao acionista, conceitos de EVA (economic value added) e definição do valor de mercado da empresa e de construção de valor ao acionista (24 horas) Docente: Alexandre Wander Mestre em Controladoria pela PUC-SP, participou do Programa de Doutorado na USP-SP na disciplina de Avaliação de Empresas; pós-graduado em Análise Avançada das Demonstrações Financeiras pela FGV-SP. BIBLIOGRAFICA BÁSICA Padovese, Clóvis Luis – Controladoria Estratégica e Operacional, Thomsom, 2013. Assaf, Neto Alexandre – Finanças Corporativas e Valor, Terceira Edição 2014. Martins Elizeu – Avaliação de Empresas: Da mensuração Contábil à Econômica, Atlas, 2001. BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR Peres, José Hernandes Jr – Controladoria Estratégica – Atlas, 2004. Martins Elizeu, Contabilidade de Custos – Atlas, 2003 Steawt, Stern – Valor Econômico Agregado, EVA – Qualitymark, 2001 Damondaran, A – Avaliação de Investimentos – Qualitymark, 2004 Welsch, Glenn Albert –Orçamento Empresarial – Atlas.
O PENSAMENTO ESTRATÉGICO

O pensamento estratégico é a arte de criar estratégias com efetividade. Pensar estrategicamente e agir operacionalmente significam dominar o presente e conquistar o futuro. Visam superar os adversários, sabendo que eles estão tentando fazer a mesma coisa que a organização ou seus gestores se propõem. O raciocínio estratégico inteligente em diferentes contextos continua sendo uma arte. O pensamento estratégico está fundamentalmente nas premissas da estratégica e na ciência da administração. Está relacionado com intenções empreendedoras e criativas sobre uma organização e seu ambiente, por meio de atitudes de pensar nas atuações futuras das organizações (MINTZBERG, AHLSTRAND:LAMPEL, 2000). A ciência do pensamento estratégico chama-se “teoria dos jogos”. Os jogos nesta teoria são desde jogar xadrez até criar filhos, de jogar tênis à transferência de controle acionário de uma organização, de controlar as informações privilegiadas de uma empresa; de escalar uma equipe de futebol a selecionar gestores departamentais. Todos os gestores precisam pensar estrategicamente tanto no trabalho como em casa. Gestores de organizações precisam usar boas estratégias de competição administrar seus departamentos, alinhados ao pensamento central definido pelo conselho de administração. Os conselheiros ativos devem pensar estrategicamente e assumir o comando de uma organização e assumir responsabilidades sobre o futuro de uma empresa e compartilhar suas linhas de pensamento de um modo sistemático para que todos sigam em busca da perenidade empresarial. Assim como os técnicos de um time de futebol, não entram em campo e nem tocam na bola, eles tem o poder de escalar os melhores jogadores e que terão condições de definir em questões de minutos entre empatar, vender ou perder um título de campeonato. “Quem não se lembra da atitude no mestre “Zagalo” na copa de 1994, quando os jogadores já exaustos após a prorrogação tiverem de enfrentar os pênaltis contra a famosa seleção da Itália, e o nosso auxiliar técnico dirigiu-se aos jogadores e estimulou individualmente os escalados a baterem o pênalti e o resultado foi implacável, e saímos vencedores”. Nenhum planejamento estratégico ou administração estratégica terá sustentação se os lideres responsáveis pela macro-decisão da organização não assumirem a responsabilidade do pensamento estratégico. Quando os gestores estiverem pensando estrategicamente, será necessário que tenham raciocínio sistêmico amplo, do máximo ao mínimo e vice-versa. O raciocínio estratégico pressupõe todo um “sexto sentido”, para se diferenciar os gestores e identificar se os mesmos possuem um senso de pensamento incomum dos demais. (OLIVEIRA, 1999). É comum ouvir dizer que a necessidade de pensar estrategicamente é das grandes organizações, porque as pequenas deveriam buscar outras rotas de crescimento. Isto prática reflete uma acomodação a mudança e falta de vontade de assumir um pensamento crítico e analítico; primeiro porque assumir responsabilidades incomoda pelo medo do fracasso e pensar estrategicamente simplesmente “dói”, sendo mais comum e cômodo manter-se na inércia e viver procurando culpados por decisões não planejadas na facilidade de assumir a teoria do mercado ao invés a teoria do planejamento. As pequenas e médias empresas precisam valer-se do ambiente competitivo e por isso precisam atuar de maneira clara, com objetivos bem definidos e balizadas em posições que possam der defendidas. Isto é estratégia. Pensar estrategicamente implica em analisar, primeiro, o próprio negócio (PORTER, 1990). Como a prática de jogar xadrez, a estratégia é constituída por aspectos posicionais de comportamentais (psicológicos, sociológicos e antropológicos). Muitos enxadristas denominam o estilo do jogo onde predominam as estratégicas como “jogo posicional”. Há uma orientação para se pensar estrategicamente enquanto se aguarda o lance do adversário e se pensar tática e operacionalmente quando chegar a vez de fazer o lance (MOURA, 1998) Fonte: Planejamento estratégico público ou privado – guia para projeto em organizações de governo ou de negócios. Autor: Denis Alcides Rezende – Editora Altas. Com adaptações por Alexandre Wander
Líderes desqualificados e líderes desatualizados

Muitos profissionais ascendem à liderança “até por falta de alguém melhor” ou só por que foi necessário preencher um cargo que ficou vago. Outros ascenderam por estarem aptos a liderar, mas quem não se estagnou e/ou se desatualizou? Boa parte desses líderes sequer foi qualificada para exercer a função que assumiu, apenas recebeu as instruções básicas de rotina. O pior é constatar, nos dois casos acima citados, que eles nem costumam ser alvo de reciclagens. Todo e qualquer processo de declínio acontece de forma gradual e quase que imperceptível, como se fosse “uma doença silenciosa” (diabetes, anemia, etc.). Mas, quando se manifesta, o caos se apresenta (AVC, infarto, câncer ou…?). UM CEO PRECISA CONCILIAR SEU PREPARO COM O DESPREPARO DOS SEUS LÍDERES? Sim, porque quando uma cadeia de eventos negativos pode deflagrar uma crise não esperada, quem realmente sofre nessa hora é o CEO, posto que o mesmo esteja ocupado tentando cumprir as inúmeras atividades políticas e corporativas que precisam ser cumpridas. Ou seja, ele não deve sofrer gols quando sai para marcar gols no ataque! INVESTIGAR CULPAS E CULPADOS OU APAGAR O INCÊNDIO? Como só cabe aos bombeiros apagar incêndios e como só cabe ao investigador investigar, ao CEO só caberia exercer as funções do seu cargo (planejar, formular, implantar e fiscalizar a macro política para poder dirigir a corporação). Notem que usei o verbo no condicional (só caberia), mas – na prática – “ele sempre precisa apagar incêndios”. Supondo que a empresa sobreviveu à crise (infarto ou AVC ou _____), supondo que se passou a entender que um bom CEO sempre precisa delegar responsabilidades ao escalão sênior, apesar de ser o responsável por tudo o que sucede, o escalão ‘sênior’ deverá prioritariamente ser reformulado, em nível de qualificação e atualização! Cada escalão de liderança precisa fazer o mesmo ao escalão imediatamente inferior, porque o melhor diagnóstico de que isso é necessário passa pelo reconhecimento da existência de uma crise que o leve a acionar as mudanças já! Claro que a hierarquia, assim como os níveis hierárquicos, deveria ser um bem necessário. Deveria funcionar como uma orquestra bem afinada, porque lá há um responsável pela percussão, outro pelas cordas, outro pelos metais… A hierarquia deveria ser exercida por pessoas afinadas, generosas e predispostas a melhorar o ambiente de trabalho até a superação dos resultados. Mas, reconhecer líderes assim dotados, é um desafio enorme na prática do dia-a-dia. FAZER-O-QUÊ, ENTÃO? Sair da Zona de Conforto já é um bom começo, porque cada líder precisa trabalhar para definir a si próprio o que entende como ‘superação’. Após checar suas conclusões com o CEO e/ou seu líder imediato, basta criar diferentes discursos motivacionais calcados em depoimentos inspiradores e ministrá-los, periodicamente, aos seus liderados. Líderes eficazes constantemente necessitam trabalhar para identificar o nível de entendimento dos profissionais que estão sob sua responsabilidade, com o foco de sanar suas dúvidas e nortear o dia-a-dia dos Colaboradores. Importante saber qual é a essência das pessoas que estão se destacando em sua equipe ou em sua empresa e promover eventos que possam transformá-las em referenciais do ‘como’ e do ‘que’ fazer para poder chegar mais longe. Extrair a essência ou o que motivou que viessem à tona as habilidades e competências de “quem já chegou lá”, é passar a fazer história utilizando histórias pessoais reais, palpáveis e já existentes na própria empresa. Muitos CEOs que chegaram ao topo e se tornaram referência em seus setores, se posicionaram de forma a serem admirados pela equipe, pela empresa e estão muito além do que se lê sobre eles nas notícias ou livros… QUAL O MELHOR CAMINHO? Entender que passou a ser vital ter uma compreensão clara de onde se quer chegar; ser um visionário que acredita no próprio potencial e no potencial existente em cada indivíduo de sua equipe; manter a humildade que adquiriu nas árduas batalhas que enfrentou para “chegar lá”, ao invés de se endurecer pelas pedras encontradas nesse caminho. Fazer com que todas as áreas de empresa se comprometam a dar informações precisas, em nível estratégico, íntegras e livres de interesses pessoais, que permitam criar e sustentar um plano de curto, médio e longo prazo que, além de aliviar a realidade presente, seja um norte para um futuro que garanta uma estabilidade duradoura. Seguir o caminho, já accessível, que citei no Prefácio desse livro: caminhar pelo ‘simples’ e por caminhos outrora trilhados por Grandes Mestres da Filosofia Ancestral. Quem aceitar testar esses caminhos no seu dia-a-dia poderá comprovar a eficácia da aplicação desses ensinamentos herdados. E, provavelmente, em curto espaço de tempo, deverá transcender da condição de homem comum à condição de Ser Humano Incomum… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.