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Um desafio: ANÁLISE DE CENÁRIOS EM AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

 Lockeed Corporation, uma das maiores empresas na área de defesa nos Estados Unidos, relatou EBITDA de $ 3200 milhões em 2013 antes das despesas com juros de $ 615 milhões e um ônus de depreciação de $ 400 milhões. As despesas brutas de capital em 2013 somaram $ 1.400 milhões e o capital de giro totalizou um ingresso de $ 382 milhões. A empresa tinha dívidas pendentes de $ 3.2 bilhões e gerando uma taxa de juros anterior aos impostos de 19,22%. Havia 82 milhões de ações em circulação, com um valor de $ 64 por ação e o beta de 1,40. A alíquota do Imposto de renda é de 40% e a taxa do tesouro de 7% e o prêmio de mercado em 8% Apure a taxa de crescimento da empresa espera em FCO ao ano de 2014 a 2018 e a taxa de reinvestimento seja correlacionada a taxa de crescimento do período, considere que após este período a taxa de crescimento deve reduzir a 4% e o ROI ao seu custo médio ponderado de capital (WACC) que será de 9,32%  também a empresas espera que o seu nível de endividamento seja de 50% no período de crescimento estável o que reduzirá a taxa de juros anterior aos impostos para 7,5%. Estime o valor da Empresa Estime o valor do patrimônio da empresa e o valor da ação Considerando que a empresa irá distribuir 60% do FCFF, apure os dividendos a ser distribuídos anualmente Calcule o valor da empresa pelo modelo DDM ao período da estabilidade Utilizando todos os dados anteriores elabore um segundo cenário, onde a empresa estará optando em quitar integralmente o endividamento com ingresso de recursos mediante aporte de capital, mantendo assim a mesma estrutura dos ativos e que pela ausência do endividamento o ROI será igual ao ROE e que na estabilidade o Ke, devido a nova estrutura de capital seria igual a 9,32% e por conta do IPO a quantidade de ações em circulação estará dobrando de quantidade Considerando que situação da entrada de novos concorrentes o que provocará uma queda gradual no crescimento EBTIDA em 3% ao ano do período de alto crescimento (2014 a 2018) e que o ROI também reduzirá 1% anualmente, calcule as novas taxas em termos de: crescimento, reinvestimento e payout, bem como o FCFF da empresa no período; Considere também que redução do reinvestimento provocará na perpetuidade que o FCFF terá uma queda de 80% e o WACC se elevará a 25%. Calcule o valor previsto da empresa e de suas ações Considere agora o seguinte cenário: Para que a empresa possa fazer frente a nova concorrência a Diretoria da empresa irá reinvestir 80% do seu EBITDA em novos projetos, apure o FCFE para distribuição de dividendos, considere que a empresa necessita de efetuar pagamentos anuais de juros de $ 369 milhões e amortização do principal em $ 1.000,00 Considerando que a empresa está reinvestindo 100% do seu NOPAT, quando deveria ser no mínimo a taxa de crescimento a ser atribuída como meta aos períodos subseqüentes? Quanto de novos empréstimos a empresa terá que buscas no mercado para que o FCFE seja igual ao FCFF do primeiro cenário projetado e possa manter o dividendo proposto Sabendo que a empresa mantém todo o seu caixa no operacional, com pouquíssimas reservas em caixa, qual será o EV (enterprice value) da empresa e o seu múltiplo do EBITDA Analisando os cenários de valuation nos modelos propostos, a ação da empresa no mercado encontra-se subavaliada? Como especialista em avaliação de empresas, qual o melhor cenário e quais as suas recomendações para incrementar o valor da Lockeed Corporation Resolva o case acima e encaminhe para nossa apreciação Prof. Alexandre Wander awander@gecompany.com.br  

BOVESPA: investir na BOLSA requer cuidados (algumas dicas).

A Bolsa de valores de São Paulo é o maior centro de negociações com ações da América Latina. Fundada em 23 de agosto de 1890, a Bovespa nasceu numa época em que a bolsa de valores era uma instituição pouco conhecida público. A Bovespa, atenta ao desenvolvimento tecnológico, é responsável por inúmeras iniciativas visando á qualidade dos serviços  prestados aos investidores  e companhias abertas que a equipara as bolsas dos grandes centros financeiros mundiais. Para os gestores de empresas, principalmente os administradores é importante conhecer as regras do mercados de capitais e como preparar uma empresa para “entrar” na bolsa e principalmente o pensamento que existe na cabeça dos investidores no sentido de proteger o valor da empresa. O que existe de mais moderno na profissão do profissional de controladoria é entender as métricas do processo de avaliação de empresas; as regulamentações das bolsas de valores; conhecer os conceitos da governança corporativa e os principais indicadores financeiros eleitos pelos investidores e como eles avaliam se vale a pena ou não comprar ações de uma determinada empresa e para ajudá-los a entender um pouco deste processo selecionamos alguns materiais Investir na BOLSA requer cuidados, alguns investidores construíram FORTUNAS aproveitando a onda do crescimentos devido das crises na economia e variações do “risco sistemático”; tais como: queda da produção mundial; escândalos corporativos ou governamentais; guerras e competições entre as grande potências. Mas como nada dura para sempre a desvalorização de um ATIVO tem um limite e gradualmente na medida que a “tempestade” vai passando a recuperação dos ATIVOS ou ações buscam o seu valor de origem; neste momento quem acerta em visualizar o limite máximo da desvalorização ganha muito dinheiro na retomada do crescimento. Um dos grandes desafios é visualizar o limite da desvalorização ou queda; e também ter um temperamento controlado e adequado se ainda o limite ainda não foi atingido. Investidores que realizaram grande fortunas na BOLSA, sempre possuem um valor a ser apostado ou gordura dos ganhos anteriores. Mas, os novatos entram num mundo que está rodando a 1.000; e com o seu dinheiro economizado, sentem maiores impactos principalmente quando o valor dos 100% do seu capital passa a valer 90%, 80% decorrente as perdas da entrada na BOLSA. O que sempre me incomoda; é que os investidores da análise técnica que realizaram grandes ganhos dificilmente conseguem transmitir a “receita do sucesso” e na minha conclusão vivem de “apostas” tentando decifrar gráficos e incentivam exaustivamente em bons momentos, e transmitem pessimismo exagerado em épocas de crise anunciando tal como: o FIM DO BRASIL. Primeiramente precisamento entender, que o principio básico e fundamental da BOVESPA é facilitar o ingresso de capital nas empresas para o FINANCIAMENTO dos seus projetos de CRESCIMENTO e não enriquecer ao limite do infinito investidores oportunistas em suas apostas de investimentos. Outra questão, é que as crises são passageiras e as economias constantes; a não ser que o FIM de TUDO esteja aos nossos olhos. Economias que possuem um forte desenvolvimento do mercado de  capitais se levantam rapidamente as crises e também o recurso financeiro circula diretamente entre os investidores e as organizações, deixando de existir a figura do banco e também os “Juros” pelos recursos que entram nas empresas para financiar os projetos de crescimento. O investidor NATO das BOLSAS de valores investem em projetos de desenvolvimento e crescimento da EMPRESAS almejando os ganhos em ‘DIVIDENDOS” e não somente visualizando o “sobe e “desce” dos valores as ações no mercado de capitais. Logicamente, que conforme umas das frases mais famosas em finanças de citada na  passagem na obra de Adam Smith, ela acabou se tornando símbolo das virtudes do livre-mercado referente a mão invisível que movimenta-se num mercado organizado. *Auto-organização: É a capacidade apresentada por alguns sistemas físicos de criar naturalmente padrões coordenados nas ações de seus elementos. Uma empresa organizada apresentam projetos de crescimentos, em todos os sentidos e são administrados a luz da ética e remuneram adequadamente seus acionistas livres de gerar caixa através da corrupção e com metas plausíveis de crescimentos em benefício a sociedade na qual encontra-se instalada. As metodologias de avaliações de maior ênfase para medir o desempenho das empresas subdividem-se em duas: Análise fundamentalista: O que comprar o que vender. Análise técnica: Quando comprar e quando vender. Visualize material da palestra ministrada na FAAP – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS pelo profissional Paulo Furuzawia, ao nosso curso de Pós Graduação em Controladoria Financeira. http://www.gecompany.com.br/palestras/o-profissional-paulo-furuzawia-ministra-palestra-sobre-analise-tecnica-na-faap-em-sao-jose-dos-campos/ Possuir o conhecimento das duas linhas de pensamento; contribuir em formar uma visão ampla do mercado de ações. Mas deixamos claro que somente os conceitos da ANÁLISE FUNDAMENTALISTA são aceitos no mundo acadêmicos em defesas de monografias; dissertações e teses. O que comprar, o que vender da ESCOLA FUNDAMENTALISTA requer experiencia e tempo de estudo; assim como o corretor lhe dá as dicas sobre investimentos imobiliários e os construtores em relação a qualidade técnica de um edifício; e os engenheiros da potencialidade do motor de um carro e a segurança de um automóvel de fórmula 1. Requer entender profundamente o objeto avaliado e dificilmente um profissional ocupa o lugar do outro e para emitir opiniões requer  CONHECIMENTO e debruçar tempos e noites de estudo em pesquisa. A análise técnica reflete a visão do mercado em relação a uma empresa; se de um lado o bem é muito bem administrado é importante entender como esta sempre esta sendo visualizada pelo mercado investidor (mercado de ações); lá reside a visão do espelho em procurar entender como a empresa está sendo vista pelo mercado comprador dos seus projetos de crescimentos, procurando responder as seguintes indagações: O mercado acredita nos atuais administradores da empresa? A empresa atua em linha ou acima da linha do mercado? Os projetos ou seus produtos transmitem continuidade em relação ao futuro? A empresa além de promover investimentos em máquinas e equipamentos, também promovem distribuição de dividendos constantes, ou sejam pensam nos acionistas? E assim muitas indagações podemos relacionar para “testar” a viabilidade de crescimentos de uma empresa, antes de comprar com segurança ações de uma empresa. No mercado

GESTÃO DE PESSOAS E SEU CONTEXTO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

Este artigo irá apresentar contexto contemporâneo da gestão de pessoas e sua importância para o alcance de resultados das empresas. As modificações na forma de liderar e valorizar o indivíduo tendo-o como responsável pelo desenvolvimento econômico da empresa bem como sua posição no mercado. A comunicação organizacional integrada ao relacionamento interpessoal como resultado próspero e promissor em um ambiente laboral. A importância do ser humano para a sociedade, comprovada através de pesquisa, mostrará que a capacitação voltada para as relações humanas faz a diferença no mundo dos negócios, considerando o fato de que todos os recursos são dependentes essencialmente do recurso humano na empresa. Imperativa e urgente a instituição de uma modalidade de gestão com as pessoas dentro da organização, com vistas a um processo de interação e de desenvolvimento dos valores humanos a partir do relacionamento interpessoal, indispensável no ambiente organizacional. INTRODUÇÃO No final do século XIX e nas duas primeiras décadas do XX houve um enorme desenvolvimento econômico nas nações industrializadas do Hemisfério Norte, juntamente com o da tecnologia produtiva, onde iniciou o surgimento da máquina a vapor atrelada em diversos tipos de manufatura e siderurgia à tecelagem, o que aumentou a sofisticação do trabalho e exigiu habilidades variáveis dos trabalhadores. Havia filas em frente da fábrica até que o capataz escolhesse, visual e subjetivamente, quem iria contratar para aquele dia. A seleção desse pessoal acontecia de forma improvisada e personalista. (TONELLI, et al 2002). O trabalho era mecanizado, a seleção oportunista e subjetiva. A sofisticação industrial passou então a elevar o custo da rotatividade pessoal e o recrutamento passou a ser mais seletivo. Começou a preocupação em reter os trabalhadores que cuidadosamente se selecionava e treinava. Tratar bem o colaborador passou a ser um fator de necessidade e eficiência. (TONELLI, et al 2002). Na década de 1920, o foco da gestão de recursos humanos nas empresas era tipicamente realizar a prática burocrática da contratação. Nesse ponto a gestão era centrada no DP – “Departamento de Pessoal” sem nenhuma estruturação. Frederick Taylor, conhecido como “pai” da administração prescrevia a pessoa certa no lugar certo, com esforços repetitivos para obtenção de produtividade. Porém, com os experimentos de Hawthorne liderados pelo psicólogo Elton Mayo na cidade de Chicago no inicio dos anos 30, o modelo de recursos humanos se ampliou e passou a tratar de questões mais complexas que envolviam as chamadas “relações humanas” como: desenvolvimento de grupos, liderança, motivação, atitude, comunicação, entre outros aspectos que passaram a ser consideradas na análise da produtividade e da satisfação das pessoas no trabalho. (SCHUTZ E SCHUTZ, 1994 in TONELLI, et al 2002). O que era controlado, conservado e restrito passou a ser proposto, garantido e dignificado, definindo uma nova linha de pensamento da função dos Recursos Humanos. (RIBEIRO, 2005). Atualmente a então Gestão de Pessoas tem por objetivo governar os comportamentos internos e potencializar o capital humano, no intuito de inserir ou manter uma mão de obra qualificada no mercado. Devido aos avanços tecnológicos e as mudanças rápidas na sociedade, a utilização dessa ferramenta passou a ser indispensável na busca de talentos para as organizações. (MIRANDA; MIRANDA 2009). As pessoas passaram de simples empregados à colaboradores de voz ativa e se tornaram os grandes responsáveis pelo sucesso da empresa. Junto a essa transformação vieram à valorização, os incentivos e treinamentos para reterem talentos que progredissem em conjunto ao objetivo da empresa. (CHIAVENATO, 2011). A comunicação organizacional foi priorizada para conquistar ou manter o sucesso da empresa, bem como sustentar um ambiente prospero que contribua a implementar novas ações e desafios. Não é fácil manter uma comunicação eficiente e eficaz devido às divergências de cada sujeito que possui como seu modo de ser, pensar e agir. Neste sentido, o gestor deve estar atento às mudanças da sociedade. (LIMA, 2003). Em paralelo a essa ferramenta existe as relações humanas, através do relacionamento interpessoal, que conquistam as metas e objetivos desejados, que permite as organizações criar ações audaciosas em busca do sucesso. Os relacionamentos entre as pessoas galgam desejos e anseios pessoais e profissionais com o intuito de crescimento e desenvolvimento capaz de demonstrar o potencial humano como uma maquina pensante de geração de renda, isso desde que estejam comprometidas as qualificações necessárias. Para tanto, pretende-se neste artigo, expor a importância da Gestão de Pessoas na sociedade, apresentando suas contribuições para as praticas laborais. Ao final apresentará uma pesquisa que comprovam a importância dessa ferramenta.   GESTÃO DE PESSOAS O mundo esta mudando com uma rapidez incrível, transformando, até mesmo, a área de Recursos Humanos, sendo nomeados como: Gestão de Pessoas, Gestão com Pessoas, Administração do Capital Intelectual, Gestão de Talento Humano, Gestão de Competência, entre outros para manterem configurados na área e representados em um novo espaço. (CHIAVENATO, 2011). De acordo com Ribeiro (2005, p. 16), o velho papel de Recursos humanos era: • Controlar rigidamente a carreira dos funcionários; • Manter as escalas salariais em segredo, de tal forma que nem os gerentes saibam como tal escala funciona; • Manter a avaliação de potencial como uma tarefa exclusiva da função de Recursos Humanos; • Entender que a manutenção de um clima organizacional adequado é tarefa exclusiva de Recursos Humanos; • Manter tudo o que diga respeito a Recursos Humanos em um clima cheio de mistérios e segredos; • Conservar a imagem de Recursos Humanos com um departamento fechado e à parte da organização; • Valorizar excessivamente a área, em detrimento dos objetivos estratégicos da emprea; • Pressupor que as atividades operacionais e de linha de frente não tem a menor chance de funcionar sem a presença de Recursos Humanos; • Oferecer treinamento para todos, de maneira indiscriminada; • Fazer com que os custos de pessoal não digam respeito à área de Recursos Humanos, e sim a cada setor, respectivamente. Com estas mudanças, a demanda do mercado também cresceu de forma rápida e com ela as exigências para contratação de talentos. A Gestão de Pessoas passou a ser um agente transformador na sociedade, tendo a qualificação indispensável para atender os diversos nichos de

Ser companhia aberta é poder contar com o mercado de capitais para crescer

Muitas das mais conhecidas empresas brasileiras têm ações negociadas na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA). Essas empresas utilizam a Bolsa para captar recursos e financiar seus projetos de expansão. Você, como empreendedor, também pode se juntar a este grupo, tendo em vista a importância de investimentos contínuos em modernização, atualização e pesquisa/desenvolvimento de novos produtos e processos. O QUE É ABERTURA DE CAPITAL? Para ser listada na Bolsa, a empresa precisa abrir o capital. Somente desta forma pode ter suas ações negociadas publicamente. A partir daí, qualquer pessoa pode se tornar acionista da sua empresa, bastando comprar ações por meio de uma corretora da Bolsa. No entanto, a abertura de capital pode ocorrer com ou sem oferta de ações no mercado. Na chamada distribuição primária, a empresa emite e vende novas ações ao mercado. Nesse caso, o vendedor é a própria companhia. Portanto, os recursos obtidos são destinados ao caixa da empresa. Já na distribuição secundária, quem vende as ações é o empreendedor e/ou algum de seus atuais sócios. Trata-se de ações já emitidas no passado, e os valores originados da venda vão para o proprietário delas. VALE A PENA ABRIR O CAPITAL? Independentemente de a distribuição ser primária ou secundária, ao fazê-la a companhia amplia seu quadro de sócios. Os investidores passam a ser parceiros e proprietários de uma parte da empresa. O financiamento por meio da emissão de ações, ou seja, por meio de aumento do capital próprio e admissão de novos sócios, é uma fonte de recursos que não possui limitação. Enquanto a empresa tiver projetos viáveis e rentáveis, haverá investidores interessados em financiá-los. A abertura de capital representa redução de risco de crédito para a empresa. Os recursos dos sócios investidores, da mesma forma que o dinheiro que o empresário colocou no empreendimento, não têm prazo de amortização ou resgate. Também, diferentemente de empréstimos, não exigem rendimento definido: o retorno dos investidores depende do desempenho da empresa. Risco mais baixo tem outro efeito benéfico: a redução do custo de capital, que pode induzir a companhia a um ciclo virtuoso. Nas empresas que têm certo grau de endividamento, a abertura de capital confere equilíbrio à estrutura de capital, balanceando o uso do crédito e do capital próprio. A abertura de capital também representa liquidez patrimonial, isso pela possibilidade de empreendedores e/ou seus sócios transformarem, a qualquer tempo, parte das ações que possuírem na empresa em dinheiro. Outro benefício se dá no processo sucessório e de partilha da herança. Os fundadores têm o sonho de viver o dia a dia da empresa, mas nem sempre o mesmo ocorre com os herdeiros. Adicione-se a esse fato a impossibilidade de todos os herdeiros permanecerem no comando. A empresa ganha visibilidade ao ser regularmente mencionada na mídia e acompanhada pela comunidade financeira. A cotação de suas ações no mercado acionário é um indicativo de valor, pois reflete a percepção de muitos investidores sobre as perspectivas futuras da companhia. Passa a ter mais projeção e reconhecimento dos públicos com os quais se relaciona, melhorando as condições de negociação com fornecedores e instituições financeiras, contando com maior exposição de suas marcas, ganhando competitividade e elevando o comprometimento de seus funcionários. PRINCIPAIS DESPESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL. Normalmente, são despesas com contratação de auditoria externa, preparação de documentação, publicações legais, confecção de prospecto, comissão da instituição financeira e processo de marketing da distribuição, além do tempo do pessoal interno envolvido na operação. É possível contratar uma empresa de consultoria, que auxiliará na definição do plano de abertura de capital, na organização interna e na avaliação preliminar da companhia. Adicionalmente, pode ser necessária consultoria jurídica para orientar a respeito dos procedimentos legais. O montante de despesas vai depender da complexidade da empresa e do seu grau atual de organização. Por exemplo, pode ter um gasto menor que outras, caso a documentação e as informações a ser prestadas já estejam organizadas e adaptadas; ou caso disponha de um departamento jurídico próprio. O QUE O INVESTIDOR CONSIDERA NA ESCOLHA DAS AÇÕES? O investidor poderá ganhar com as ações de uma empresa por meio da valorização dessas ações e/ou do recebimento de dividendos, que são uma parcela dos lucros. Por correr os riscos do negócio, os investidores de ações preocupam-se em acompanhar, fiscalizar e participar das decisões da empresa, para garantir que ela seja rentável no curto e longo prazo. Assim, a decisão de adquirir ou não ações da empresa que está abrindo o capital será baseada na análise de fatores que influenciem na sua evolução. GOVERNANÇA CORPORATIVA, FATOR DE DECISÃO. Alguém que esteja pensando em se tornar sócio investidor analisará também as práticas de governança adotadas pela empresa, isto é, se está estruturada de forma que a administração conduza os negócios com o máximo de transparência, sem distinção entre acionista controlador e acionista investidor. Novo Mercado O Novo Mercado é o segmento especial de listagem da BM&FBOVESPA para companhias que voluntariamente se comprometem com práticas de governança corporativa, adicionais em relação ao exigido pela regulamentação brasileira. O capital social das companhias listadas no Novo Mercado é composto apenas por ações ordinárias. Bovespa Mais O Bovespa Mais é o segmento de listagem da BM&FBOVESPA inspirado no Novo Mercado, porém adaptado às empresas com estratégia de acesso gradual ao mercado, que pretendam realizar distribuições em volumes menores, quando comparados aos do Novo Mercado, aumentando gradativamente suas ações em circulação. O Bovespa Mais possibilita ainda a listagem sem oferta. COMO PREPARAR A ABERTURA DE CAPITAL DA EMPRESA? Antes de tudo, é preciso analisar se a empresa possui perfil e cultura adequados para se tornar companhia aberta. Em seguida, comparar benefícios X custos e escolher uma instituição financeira, para orientar sobre todo o processo de distribuição pública de ações. Será necessário também levantar a documentação exigida e iniciar uma reforma estatutária. SER COMPANHIA ABERTA É PODER CONTAR COM O MERCADO DE CAPITAIS PARA CRESCER Como-e-porque-tornar-se-uma-companhia-aberta Guia-abertura-de-capital-–-BMFBOVESPA-e -PricewaterhouseCoopersGuia-como-crescer

ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS: POR QUE AVALIAR EMPRESAS? Um case lojas RENNER

Um estudo de caso com aplicabilidade: Lojas Renner Fernanda Lopes Vieira Ferreira1 Alexandre Wander de Oliveira2 Márcia Tiveron3 RESUMO Este artigo visa valorizar a importância da avalição de investimentos para todos os participantes do mercado, entre investidores, empresários e funcionários das empresas de forma a promover a gestão baseada em valor, bem como sintetizar as principais estratégias para o processo da avaliação. Dado o volume de metodologias e parâmetros utilizados no processo de Valuation é importante que o avaliador entenda os modelos e premissas para utilização além de conhecer o investimento que será analisado. O documento analisa as Lojas Renner S.A. como estudo de caso e avalia o seu valor através da metodologia de fluxo de caixa descontado. De uma forma geral o artigo promove o conhecimento sobre o tema avaliação de empresas para orientar os tomadores de decisão nos processos de investimento e estimular a economia Brasileira, visto que como o retorno de um determinado investimento está diretamente associado ao risco é necessário primeiramente conhece-lo a fim de mitigá-lo ou minimizá-lo. Palavras-chave: Avaliação de empresas. Valuation. Finalidade da avaliação. Fluxo de caixa descontado. INTRODUÇÃO  O processo de avaliação empresas e de investimentos tornou-se um tema importante para os gestores e investidores após a visão da gestão das empresas ter se voltado para a geração de valor. Segundo (ASSAF; 2012, p.159) a gestão das empresas tem sofrido alterações passando da busca pelo lucro e rentabilidade para uma visão de geração de valor para os acionistas. Este processo começou com a dificuldade das empresas em aumentar suas margens de contribuição e participação no mercado, devido à competitividade do mercado e ao volume de investimento que deve ser feito para melhorar o Market Share. Para haver a criação de valor aos acionistas as empresas começaram a desenvolver estratégias financeiras além da gestão interna dos seus produtos e serviços. Neste processo o custo de oportunidade do capital investido do acionista passou a ser comparado com o retorno proporcionado pelas empresas. Através da criação do conceito de Economic Added Value EVA® ou Valor Econômico Agregado (EHRBAR; 2000, p.2) desenvolveu e empregou o conceito de gestão baseada em valor na gestão empresarial de forma a promover aos acionistas investidores um retorno pelo seu custo de oportunidade, ou seja, uma rentabilidade igual a uma taxa de juro livre de risco associada a um prêmio de risco mínimo. Com o objetivo das empresas voltado para maximizar o capital dos acionistas, (ASSAF; 2012, p.160) identifica que as prioridades da gestão se tornaram as variáveis direcionadoras de valor, como giro de investimentos, margem de lucro e rentabilidade, satisfação dos clientes, intangíveis, entre outras. Alguns fatores motivaram essa evolução do comportamento das empresas e investidores, como por exemplo a abertura de mercado para agente externos à empresa, a globalização, o mercado competitivo e o desenvolvimento profissional dos empresários de um modo geral, contribuem para o aumento de riqueza econômica dos acionistas. Além desses aspectos, a governança corporativa, composta por processos, políticas, leis e regulamentos que regem a direção da empresa, teve que ser mais implantada e avaliada, os gerentes, os quais antigamente exerciam cargos mais administrativos se transformam em líderes e passam a ter que trazer aumentos de riqueza para os acionistas. Devido à importância e atenção dada à avalição de empresas no cenário atual é válido entender e verificar como os grandes executivos dividem os seus esforços para agregar valor e como as agências e investidores enxergam esse valor para promoverem seu benefício. Na avaliação dos investimentos devem-se observar as características relevantes dos negócios em questão, as variáveis que promovem o retorno para e empresa e qual a base de comparação com outros negócios do setor. De acordo com (DAMODARAN; 2014, p.9) como a avaliação, que pode ser feita para a gestão de carteiras, análise de aquisições e avaliação nas finanças corporativas, não é objetiva, os vieses introduzidos pelo avaliador podem influenciar no valor. O objetivo deste trabalho é avaliar as principais metodologias utilizadas para avaliação de investimentos e promover a importância da avaliação tanto para os investidores e acionistas quanto para os tomadores de decisão das empresas como peças essenciais para cadeia de geração de valor. Como metodologia do trabalho será feito um estudo de caso com a empresa Lojas Renner S.A. de forma a inferir seu valor econômico a partir da projeção de fluxos de caixa futuros e analisar como a empresa está avaliada frente ao mercado de ações brasileiro. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A fim de examinar as principais metodologias de valuation e a motivação para avaliação de empresas são expostos desde o processo de gestão baseada em valor, passando por métodos de análises de investimentos, estudo de bases para a avaliação como risco, custo de capital e crescimento, até chegar nos métodos de avaliação de investimentos, suas aplicações e restrições. Gestão baseada em valor e medidas de criação de valor. De acordo com (COPELAND, KOLLER E MURRIN; 2000; p.3) as empresas nas quais os gestores tem o objetivo de promover valor para os acionistas serão mais saudáveis do que nas quais esta forma de gestão não ocorre. De uma forma geral, empresas deste tipo fortalecem a economia, melhoram os padrões de vida e geram mais oportunidades de negócios e carreiras para a sociedade em que estão inseridas. Para (ASSAF;2012,p.159) a geração de valor para os acionistas têm demandado estratégias financeiras e alteração na forma de gerir as empresas e investimentos. Nesse processo, o objetivo dos empresários se tornou não apenas garantir o lucro da empresa, mas maximizar a riqueza dos acionistas através da gestão baseada em valor, onde o valor deve compreender a geração operacional de caixa presente e futuro, o custo dos credores, e o custo e risco associado para os acionistas. Dentro do negócio, a criação de valor ocorre em vários níveis: estratégico, gestão de desempenho e avaliação de desempenho. A fim de medir a criação de valor existem alguns indicadores comumente utilizados para o acompanhamento por parte dos acionistas e grandes executivos do retorno da empresa frente ao capital empregado. O EVA® (EHRBAR; 2000,

Starbucks – Gosto pelo crescimento

Às vezes, tem-se a impressão de que há uma Starbucks em cada esquina – e agora também em supermercados e hospitais. A empresa que revolucionou a maneira como os norte-americanos pensam em café tem agora mais de 13 mil pontos de atendimento em todo o mundo. A expansão no mercado internacional é um elemento central da meta de longo prazo da empresa, de atingir 40 mil pontos de venda (sendo 20 mil nos Estados Unidos e 20 mil no exterior). No começo de 2007, a Starbucks já atuava em 39 países e planejava a inauguração das primeiras lojas na Rússia e na China. O sucesso da rede está ligado a estratégia empresariais um tanto incomuns. Sua declaração de missão enfatiza em primeiro lugar de um ambiente de trabalho melhor para os funcionários (ela foi uma das primeiras empresas a oferecer plano de saúde a empregados de tempo parcial). Somente depois vêm as metas dos clientes e de promoção de cidadania corporativa nas comunidades locais. Os lucros encontram-se entre os últimos princípios norteadores da empresa. A ligação da Starbucks com seus funcionários e clientes tem se traduzido em vendas e lucros tão fortes quanto seu café. O crescimento médio anual composto das vendas no quinquênio 2002-2006 foi superior a 24% e o crescimento do lucro superou os 25% ao ano.  Uma ação da Starbucks comprada no começo de 1997 valorizou 25,7% ao ano nos dez anos seguintes, ultrapassando com facilidade o retorno médio anual de 6,7% do índice Standard & Poor’s 500. Atingir esses objetivos empresariais e, ao mesmo tempo, aumentar o valor do acionista exige uma administração financeira sólida – captar recursos para abrir lojas e construir mais unidades de torrefação, decidir quando e onde alocá-las, gerenciar cobranças, reduzir os custos, capital de giro, índices de rentabilidade e ciclo operacional, além das margens e ponto de equilíbrio com forte gestão ao FLUXO DE CAIXA EMPRESARIAL; lidando com as flutuações cambiais e outros riscos relacionados à compra de café em grão e á sua expensão internacional. Assim como a Starbucks, toda empresa deve lidar com diversas questões para que a sua situação financeira permaneça sólida. Assim o termo finanças pode ser definido como ” a arte e a ciência de administrar o dinheiro” e os recursos alocados numa empresa. Muitos empresários administram suas empresas pelas vendas; crescimento da sua participação no mercado; outros olham o tamanho do seu ativo; crescimento da carteira de clientes; ou finalmente o tamanho dos seus estoques; pouco ou quase nada se importando em correlacionar estes investimentos a uma taxa minima de atratividade (TMA) que venha incidir sobre todos os valores investidos na EMPRESA; que no mínimo seja equivalente a linha de segurança do mercado (SML); para assim com bases sólidas de gestão possa traçar metas plausíveis de curto e longo prazo. Finalmente: todo bom produto ou ideia deve ser monitorada com indicadores que reflitam o caminho que os gestores estão seguindo visando a efetividade empresarial. Texto adaptado com variações: Prof. Alexandre Wander Fonte de pesquisa: Princípios de Administração financeira Lawrence J. Gitman  

AUDITORIA DA CONTROLADORIA ESTRATÉGICA – A INTEGRAÇÃO DA AUDITORIA CONTÁBIL / FINANCEIRA COM A AUDITORIA OPERACIONAL E DA GESTÃO –

(A CONVERGÊNCIA DA “VARIAÇÃO PATRIMONIAL” E A “TOMADA DE DECISÃO”) (“ÊNFASE À PREVISIBILIDADE PATRIMONIAL”) Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil QUESTÃO. • “A SINTONIA DA AUDITORIA CONTÁBIL / FINANCEIRA COM A AUDITORIA OPERACIONAL E DA GESTÃO DEVE PRODUZIR RELATÓRIO DE AUDITORIA COM NOTAS EXPLICATIVAS VALIDANDO E AVALIANDO A UTILIDADE DOS RELATÓRIOS CONTÁBEIS – FINANCEIROS NA PERSPECTIVA DAS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS” —- É A PRIORIDADE PARA A AUDITORIA DA CONTROLADORIA ESTRATÉGICA? INTRODUÇÃO A Governança Corporativa e o Disclosure na Controladoria Estratégica impõem transparência e responsabilidade organizacional para com os stakeholders. A auditoria de negócios, na perspectiva da emissão de relatório de auditoria único, com a sintonia e integração das recomendações da auditoria contábil / financeira com aquelas da auditoria operacional e da gestão trazem a governança e o disclosure a novos patamares lógicos e de conhecimento da real possibilidade de continuidade operacional das organizações privadas ou governamentais.   O MAXIMIZAR A UTILIDADE DA CONTROLADORIA ESTRATÉGICA NO FOCO. A auditoria de Accountability (prestação de contas) com foco na sintonia da Logística com a Controladoria para a “governança da qualidade da sustentabilidade” implica novos patamares de conhecimento técnico – operacional a stakeholders —- particularmente, investidores, executivos, gestores e profissionais especializados integrantes das entidades públicas ou privadas —- os quais devem atuar em equipes multidisciplinares com conhecimento mútuo das práticas de integração “auditoria operacional e da gestão” com “auditoria contábil / financeira”. O verificar a variação das métricas monetárias associada à variação das métricas não monetárias e com o subsequente aplicar do modelo de tomada de decisão do negócio implica maior utilidade a controladoria estratégica como área do conhecimento necessária ao sucesso das estratégias organizacionais. Trabalhar a vertente “problema; risco; estratégia; projetos; solução; resultados” exige esforço na análise das métricas monetárias (visão controladoria) e não monetárias (visão logística) para captar conhecimentos externos e internos ao negócio —- “inteligência competitiva” associada ao “capital estrutural” em ação.   A “auditoria da controladoria estratégica” compreende o validar e avaliar o momento “estratégia” do modelo de gestão organizacional e seus subsequentes reflexos nos demais momentos da gestão via a utilidade, na tomada de decisão, de: 1 – demonstrações contábeis. 2 – relatórios orçamentários. 3 – relatórios de custos. 4 – relatórios / mapas de investimentos. 5 – demais relatórios contábeis / financeiros.   2 – A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO. As decisões / ações de melhoria do desempenho e contenção de falhas necessitam utilidade segundo o enfoque de precisão no objetivo (visão da efetividade), correção de rumo (visão do risco) e força / impacto no resultado (visão da eficácia) e para tal informação e conhecimento adequado são imprescindíveis para enfrentar a mudança de posicionamento técnico – operacional da concorrência. A auditoria detém, de forma subsidiária aos processos decisórios, desperdícios funcionais e incorreções, quanto ao uso do conhecimento integrado da controladoria com o da logística, suportando decisões mais abrangentes e adequadas ao contexto do problema a solucionar considerando a cultura organizacional. O comportamento profissional / funcional de especialistas de controladoria e da logística convergentes é o objetivo do relatório integrado de auditoria contábil / financeiro e técnico / operacional. A Controladoria utiliza as demonstrações e relatórios contábeis com a visão da “variação patrimonial”: 1 — no horizonte “passado / presente” para demonstrar a força / intensidade / reflexos patrimoniais das decisões concretizadas. 2 – no horizonte “presente / futuro”, com a gestão de risco inclusa, para demonstrar as apostas do impacto patrimonial das decisões a ocorrer —- a “previsibilidade patrimonial” em ação.   Os profissionais especializados da área de Controladoria (contadores; economistas; administradores; engenheiros) necessitam foco na abordagem “variação patrimonial” viabilizada pela Ciência Contábil para as análises dos resultados advindos / obtidos com os projetos de mudança elaborados ou a elaborar e sintonizados como decorrência das estratégias organizacionais vigentes. Palestras, seminários, treinamento e pesquisas devem ser acionados para a perfeita compreensão do fazer e do usar a tecnologia da auditoria da controladoria estratégica, inclusive com foco na “previsibilidade patrimonial”.   A CIÊNCIA DA GESTÃO É A CIÊNCIA DA DECISÃO. A CIÊNCIA CONTÁBIL É A CIÊNCIA DO PATRIMÔNIO. A AUDITORIA DA SINTONIA DOS MOMENTOS (1) “VARIAÇÃO OU PREVISIBILIDADE PATRIMONIAL” E (2) “TOMADA DE DECISÃO” COMPREENDE VERIFICAR A CONVERGÊNCIA DA CIÊNCIA CONTÁBIL COM A CIÊNCIA DA GESTÃO. O objetivo da auditoria da controladoria estratégica é verificar, de forma integrada, o “processo / produto” empresarial, financeiro e estratégico, com ênfase ao melhor usar os resultados da controladoria para planejar, exercer e controlar as estratégias organizacionais —- o agregar valor ao empreendimento é o foco da auditoria estratégica do negócio —- a “governança da qualidade da sustentabilidade” das organizações em ação.   3 – CONCLUSÃO. A auditoria da controladoria estratégica visa dar maior vigor á utilidade dos relatórios contábeis – financeiros na perspectiva das estratégias organizacionais. Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização ou aos alunos de seus cursos de pós-graduação —- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini artigo. A utilidade da “Auditoria da Controladoria Estratégica” está associada ao fundamento “previsibilidade patrimonial” —- “motor da qualidade dos processos decisórios do século XXI”. Incorporar novas práticas e tecnologias contábil-financeiras a “metodologias para gestão ou auditoria da gestão do negócio privado ou governamental”, com objetivo de “decisões estratégicas” e de “projetos táticos” precisos / certeiros, é momento atual das organizações vencedoras neste século XXI. A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado —- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas —- na atividade “Auditoria da Controladoria Estratégica” deve ser analisada e revisada. Tratar a “expectativa patrimonial” é mandatório quando do exercício da auditoria dos processos decisórios. Fonte:(http://crcgo.org.br/novo/wp-content/uploads/2016/03/Mini-artigo.pdf)  

Oi: ANÁLISE FUNDAMENTALISTA 2009 ATÉ 3TRI2017

A Oi é uma companhia do setor de telecomunicações de presença nacional (todos os estados, exceto São Paulo). A concessionária atua ainda no setor de telefonia móvel, transmissão de dados e provedor de internet, serviços de rede de transporte, TV por assinatura e backbone internacional. A base de clientes da empresa beira os 70 milhões e contempla residências, empresas e usuários de telefones públicos. Atualmente, a companhia está em recuperação judicial.  Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração. Elaborado por: Everton Rodrigo –  Revisado por: Prof. Alexandre Wander Um bom estudo Prof. Alexandre Wander