Pesquisar

Embraer atinge metas com entrega de 108 jatos comerciais e 117 executivos em 2016

Conforme publicado no site da Embraer em 13/01/2017 a empresa comunica aos investidores a entrega de  32 jatos para o mercado de aviação comercial e 43 para o de aviação executiva, sendo 25 jatos leves e 18 jatos grandes, ao longo do quarto trimestre de 2016 (4T16). Assim, a Empresa encerrou o ano com 108 aeronaves entregues para o mercado de aviação comercial e 117 para o mercado de aviação executiva, sendo 73 jatos leves e 44 jatos grandes, cumprindo as estimativas informadas ao mercado ao longo do ano (de 105 a 110 jatos comerciais, de 70 a 80 jatos executivos leves e de 35 a 45 jatos executivos grandes). O total de 225 aeronaves para esses dois mercados representa o maior volume de entregas dos últimos seis anos. Em 31 de dezembro, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizava USD 19,6 bilhões. Acesse o arquivo em PDF publicado pela EMBRAER 001 entregas da embraer no 4t16-ins-vpf-p-17 vale este

Governo de São Paulo lança programa de crédito com juro zero para MEIs

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 13, por meio da Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista e o Sebrae-SP, a criação de um programa de crédito voltado ao crescimento e desenvolvimento dos microempreendedores individuais (MEI) paulistas. O Programa “Juro Zero Empreendedor” financiará o investimento na ampliação e modernização dos negócios de microempreendedores que realizam curso de capacitação no Super MEI, do Sebrae-SP. Os interessados já podem encaminhar seus projetos aos escritórios do Sebrae-SP para dar inicio ao processo. “Esse financiamento beneficia os microempreendedores, temos em São Paulo perto de um milhão e meio. E também aquele que não é ainda, mas quer trabalhar. Precisa se formalizar, fazer o curso do Sebrae, de graça, e depois solicitar o crédito”, explica Alckmin. “É crédito rápido, sem burocracia, com o aval do Estado. Uma bela parceria entre o Governo e o Sebrae”, disse. O programa vai financiar o capital de giro e a compra de máquinas e equipamentos, materiais de construção, veículos utilitários, software e hardware, ferramentas, entre outros itens. Para quem pagar as prestações em dia, a taxa de juros será ZERO, equalizada pelo Governo do Estado. Para quem atrasar, será cobrada a taxa contratual de 7,5% ao ano, mais os encargos moratórios. O prazo será de até 36 meses, incluindo seis meses de carência. As garantias serão a contratação do Fundo de Aval (FDA), administrado pela Desenvolve SP, e o aval do próprio beneficiário. Alckmin destacou a importância desta linha de crédito em um momento de crise econômica. “Passamos por um momento de altíssimo desemprego, de grande dificuldade de crédito. E, em São Paulo, estamos aqui anunciando uma medida inovadora, para estimular e apoiar o pequeno empreendedor”, disse. Para participar do programa, o microempreendedor individual deverá estar enquadrado na política de concessão de crédito da Desenvolve SP, criada especificamente para o “Juro Zero Empreendedor”; ter sido aprovado em curso de capacitação do Programa Super MEI, do Sebrae-SP; e apresentar um plano de negócios a ser disponibilizado e aprovado pelo Sebrae-SP. O valor do financiamento será entre R$ 1 mil e R$ 20 mil por beneficiário. O Sebrae-SP vai aportar R$ 10 milhões nesta fase inicial do programa. “Com a capacitação do Sebrae e as condições de financiamento especiais da Desenvolve SP, vamos incentivar o microempreendedor a investir no seu negócio de forma planejada e eficiente, criando um ambiente mais competitivo que permita a geração de renda e movimente a economia paulista”, disse Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. Sobre a Desenvolve SP  A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista é a instituição do Governo do Estado de São Paulo que financia, por meio de linhas de crédito sustentáveis, o crescimento planejado das pequenas e médias empresas e municípios paulistas. Em sete anos de atuação, a Agência ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em financiamentos para mais de 1.500 empresas e prefeituras em 260 cidades. Para saber mais sobre a instituição, acesse www.desenvolvesp.com.br. Fotos do evento disponíveis no link: http://www.saopaulo.sp.gov.br/sala-de-imprensa/release/alckmin-anuncia-programa-de-credito-com-juro-zero-microempreendedor/  

Perspectivas econômicas para 2017: recuperação ou depressão?

Paulo Galvão Júnior[1] Luiz Alberto Machado[2] Como será o início de ano no Brasil? Será o começo de um novo ciclo econômico? Ocorrerá uma nova contração da atividade econômica nas cinco regiões ou o começo da expansão de toda atividade econômica no País? Necessitamos da recuperação econômica! Precisamos urgentemente da recuperação econômica! Mas, a recessão econômica prolongada poderá se transformar numa depressão econômica na nona economia do mundo. Ocorrerá o declínio econômico ou a ascensão econômica do Brasil no ano de 2017? Ocorrerá uma grande onda de pessimismo ou de otimismo? A taxa de desemprego aumentará ou diminuirá nos três setores da economia brasileira? Muitas perguntas! Muitas reflexões! Muitas perspectivas econômicas para 2017. A retração econômica no biênio 2015-2016 foi muito forte. “A crise que o Brasil está atravessando é grave, é a maior da qual se tem registro; atualmente, o País tem 4.456.120 de empresas inadimplentes, 59.714.718 cidadãos com registros negativos no Serasa, 12,024 milhões de desempregados e milhares de fábricas, comércios e serviços fechados. As perspectivas são de um crescimento lento, inferior a 1% no próximo ano e o dobro desse valor nos seguintes. É pouco para um país com o potencial que ele tem“, segundo o economista Roberto Luis Troster (13/12/2016). É muito grave a situação da economia brasileira! O PIB do Brasil não cresce por 21 meses consecutivos, por sete trimestres seguidos, segundo dados do IBGE, do primeiro trimestre de 2015 (quando atingiu -0,9%) até o terceiro trimestre de 2016 (quando bateu em -0,8%). Durante os anos do governo Dilma Rousseff (2011-2016) são identificadas as principais causas da pior crise econômica brasileira. Já para os economistas da FGV, a recessão econômica no Brasil começou no segundo trimestre de 2014. Há esperança na recuperação da economia brasileira no ano de 2017! Há esperança de dias melhores para as famílias brasileiras! Há esperança de chegarmos à fase da prosperidade econômica no ano de 2020! A previsão econômica do Boletim Focus do BCB é da taxa de crescimento do PIB brasileiro em 0,5% no ano de 2017. A projeção do FMI é também de 0,5% em 2017. Já a projeção do Departamento Econômico do Banco Itaú Unibanco é de 0,3% para 2017. A projeção do Deutsche Bank é da taxa de crescimento econômico de 0,5% em 2017, enfatizando que o país mais rico da América do Sul deve seguir na lanterna dos países que mais crescem no planeta, liderado pela Índia (7%), atualmente, a sétima economia do mundo. Estamos na segunda semana de um ano complicado. Será que 2017 marcará o início da recuperação da economia brasileira? Será que já chegamos ao fundo do poço? A princípio, o Brasil precisa corrigir os rumos da sua política econômica. Foram dois anos consecutivos de crescimento negativo, provocando a pior recessão da história econômica do País. A grande pergunta que se faz no início de 2017 é: Quais são os sinais da recuperação da economia brasileira? No mínimo, oito indicadores macroeconômicos são importantes para avaliar a economia brasileira: taxa de crescimento do PIB, taxa de desemprego, taxa de inflação, taxa SELIC, dívida pública bruta, superávit primário, carga tributária bruta e salário mínimo. Apresentamos a seguir o Quadro 1, com os principais indicadores macroeconômicos do Brasil: O crescimento médio anual do PIB brasileiro foi 0,2% no período 2011-2016. Temos problemas graves no Brasil. É grande o número de trabalhadores brasileiros que vivem com um salário mínimo. Os trabalhadores com 15 anos ou mais de idade que ganham um salário mínimo por mês somam 46 milhões no País. Em 2016, o salário mínimo era de R$ 880,00. Em 2017, o salário mínimo passa a ser de R$ 937,00. Com o aumento de R$ 57,00, o prognóstico é de mais dificuldades para as famílias brasileiras. A regra número um é não gastar mais do que se ganha. O Brasil precisa reconquistar a confiança dos empresários e dos consumidores para se transformar, interrompendo a tendência de queda do PIB. A inflação atingiu em cheio o preço dos alimentos. O IPCA subiu de 5,84% em 2012 para 10,67% em 2015. A taxa de inflação foi de 6,29% no ano de 2016, abaixo do teto da meta (6,5%) perseguida pelo BCB. Os elevados gastos públicos são prejudiciais numa economia de mercado. A lei da oferta e da demanda deve reinar nas decisões dos agentes econômicos. O governo Dilma Rousseff interferiu seguidas vezes de forma inadequada nas políticas fiscal e monetária para controlar a inflação, acreditando ser esta uma inflação de demanda, mas, na verdade, era uma inflação de custos, que se agravou com os aumentos da gasolina, da energia elétrica, dos remédios, do gás de cozinha etc., os dois primeiros depois de prolongado congelamento no período que antecedeu as eleições de 2014. Como um país emergente pode prosperar com tanta ignorância, tanta pobreza intelectual? Como um país em desenvolvimento pode enriquecer sua população dependendo da produção e exportação essencialmente de commodities agrícolas, minerais e energéticas? Apesar de todas as dificuldades, sobrevivemos ao ano de 2016 que parecia não querer acabar! Sobreviveremos também ao velho e amargo remédio do ajuste fiscal, do aumento de impostos e ao corte nos gastos públicos? Os impactos da crise econômica são graves e não se esgotarão com o ajuste fiscal. Taxa de juros nominal mais baixa é importante para aumentar os investimentos privados. A taxa de juros real do Brasil é a maior do mundo, à frente da Rússia, a segunda colocada. A taxa SELIC deverá cair de forma gradual e consistente com a atual política monetária praticada pela equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles e pelo presidente do BCB Ilan Goldfajn. Nesta quarta-feira, o Copom do BCB decidiu, por unanimidade e sem viés, reduzir em 0,75 ponto percentual a taxa SELIC, a taxa básica de juros, de 13,75% para 13% ao ano, passando assim um sinal positivo para os agentes econômicos. Menos e menores tributos são fundamentais para elevar o consumo das famílias brasileiras. A título de exemplo, um notebook nacional, cujo preço é de R$ 1.278,68 cairia

Curso: Contabilidade Gerencial

Atualmente as informações geradas pela contabilidade gerencial é usada para atividades de tomada de decisão interna da empresa em termos de planejamento e controle e utilização dos recursos necessários a produção dos produtos e assim as informações que o sistema de contabilidade gerencial produzem atendem as necessidades estratégicas e operacionais da empresa. Neste curso, a GeCompany irá te capacitar através de casos práticos a função do controller gerencial e sua importância dentro das organizações. Conteúdo programático: A empresa como um sistema de atividades Conceitos e comportamento dos custos fixos Custeio por absorção e custeio variável Análise do ponto de equilíbrio contábil, econômico e financeiro Alavancagem operacional e financeira Formação do preço de vendas Decisões sobre preços e mix de produtos Custeio baseado em atividades (ABC) e sua importância na gestão empresarial Decisões sobre processo e atividades Orçamento de recursos para atingir os objetivos organizacionais Orçamento de capital Planejamento e controle. Quantidade mínima de alunos: 08 por turma Consulte também o curso modelo VIP (One-by-One) para atendimento individual a executivos e diretoria.

Comportamental: Psicóloga de Harvard diz que as pessoas julgam você em segundos por esses critérios (com vídeo)

As pessoas avaliam você em segundos, mas o que exatamente eles estão avaliando?   A professora de Harvard Business School, Amy Cuddy, vem estudando as primeiras impressões ao lado dos colegas psicólogos Susan Fiske e Peter Glick por mais de 15 anos, e descobriu padrões nessas interações. Em seu novo livro, “Presença”, Cuddy diz que as pessoas respondem rapidamente duas perguntas quando eles te encontram pela primeira vez: Posso confiar nesta pessoa? Eu posso respeitar esta pessoa? Os psicólogos referem-se a estas dimensões como cordialidade e competência, respectivamente, e, idealmente, você quer ser percebido tendo ambos. Curiosamente, Cuddy diz que a maioria das pessoas, especialmente em um contexto profissional, acreditam que a competência é o fator mais importante. Afinal, eles querem provar que eles são inteligentes e talentosos o suficiente para lidar com o seu negócio. Mas, na verdade a cordialidade, ou confiabilidade, é o fator mais importante na forma como as pessoas avaliam você. “De uma perspectiva evolucionária”, diz Cuddy, “é mais crucial para a nossa sobrevivência saber se uma pessoa merece a nossa confiança.” Faz sentido quando você considera que para os homens das cavernas era mais importante descobrir se seu companheiro estava lá para matá-lo e roubar todos os seus bens ou se ele era competente o suficiente para construir um bom fogo com você. Enquanto a competência é altamente valorizada, Cuddy diz que ela é avaliada apenas depois que a confiança é estabelecida. E, que se concentrar demais em exibir a sua força pode sair pela culatra. Cuddy diz que estagiários de MBA são muitas vezes tão preocupados com parecerem inteligentes e competentes que isso pode levá-los a ignorar eventos sociais, não pedir ajuda, e geralmente parecer inacessível. “UMA PESSOA CALOROSA, CONFIÁVEL QUE TAMBÉM É FORTE PROVOCA ADMIRAÇÃO, MAS SÓ DEPOIS QUE VOCÊ ESTABELECEU A CONFIANÇA É QUE SUA FORÇA SE TORNA UM DOM E NÃO UMA AMEAÇA.” Estes overachievers podem se frustrar ao não recebem a oferta de emprego porque ninguém os conheceu melhor para confiar neles como pessoas. “Se alguém que você está tentando influenciar não confia em você, você não vai chegar muito longe. Na verdade, você pode até provocar suspeitas porque você parecer apenas um grande manipulador”, diz Cuddy. ASSISTA A PALESTRA:  

Finanças: Introdução a análise de investimentos

As decisões de investimento envolvem a elaboração, avaliação e seleção de propostas de aplicações de capital efetuadas com o objetivo, normalmente de médio e longo prazo, de produzir determinado retorno aos proprietários de ativos. Várias decisões empresariais que se incorporam a um processo de investimento de capital, podendo- se citar, entre outras, as decisões de substituição de ativos, de ampliação da capacidade produtiva, de lançamento de novos produtos, etc. Todo o processo de tomada de decisões financeiras requer uma compreensão dos princípios de formação e utilização das taxas de juros do mercado e os critérios de decisão a serem seguidos pelos agentes econômicos. Em verdade as taxas de juros são um balizador da economia e de fundamental importância para analise da empresa, antes mesmo de iniciar seus projetos de investimentos. É importante ressaltar que uma decisão de investimento é tomada segundo um critério racional levando em consideração a aceitabilidade do produto no mercado; as necessidades de investimentos em imobilização e construção da sua carteira de clientes e estoques e também das origens de recursos para financiar os projetos e um dos mecanismos usuais em finanças consiste em mensurar corretamente  os fluxos de caixa incrementais associados com as propostas de investimentos e avaliar sua atratividade econômica pela comparação do custo do dinheiro e observar ao longo do tempo como este dinheiro investido estará retornando para a empresa para renumerar adequadamente suas fontes de capital (dos bancos ou dos acionistas). Basicamente, um processo de seleção de alternativa de investimento de capital envolve os seguintes aspectos básicos de estudo: a) dimensionamento dos fluxos de caixa de cada proposta de investimento gerada; b) avaliação econômica dos fluxos de caixa com base na aplicação de técnicas de análise de investimentos; c) definição da taxa de retorno exigida pelos proprietários de capital (credores e acionistas) e sua aplicação para o critério de aceitação de projeto de investimento; d) introdução do  risco no processo de avaliação de investimento. Assim para avaliar uma proposta de investimento é necessário conhecer o comportamento do mercado em relação as taxas de juros; o tempo que o investimento inicialmente efetuado será retornado para a empresa e a taxa interna de retorno deste projeto de investimento ao seu momento “zero” para conhecermos se este projeto estará proporcionando um “valor presente líquido” para remunerar adequadamente suas fontes de capital. “Nos dias atuais os conceitos de finanças é fator essencial nas corporações  e os acionistas dominam tais conceitos de finanças e os gestores não podem alegar ignorância”. Dentre as funções podemos destacar Construir o Valor Econômico da Empresa. O Planejamento É Necessário. A Empresa É a Reunião de Especialidades Humanas. Os Gestores São Responsáveis pela Geração do Lucro. Informação para a Gestão. Processo decisório: Gestores: motivação, empreendedores. Por maior que seja uma empresa podemos entender que ela é constituída por um conjunto de projetos ora dependente ou independentes que compete entre si e conhecer rentabilidade individual destes projetos é fundamental para uma boa gestão empresarial e destacamos abaixo as principais metodologias amplamente utilizadas em finanças para avaliação dos projetos de investimentos. Metodologias de escolha de Projetos excludentes: Valor presente líquido (VPL) Taxa Interna de retorno (TIR) Período de recuperação do Capital (payback) Índice de lucratividade (IL) Taxa interna de retorno modificada (TIRM) Valor Anual Equivalente (VAE) Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Abaixo material para download GECOMPANY – INTRODUÇÃO A ANÁLISE DE INVESTIMENTOS  

A Psicologia e a transformação de nós mesmos; técnicas e teorias para promover equilíbrio nas relações familiares

Em 27 de agosto de 1962, a Psicologia foi regulamentada como profissão no Brasil pela Lei n.º 4.119/62 e, desde então, nesta data comemora-se o aniversário da Psicologia. Entre as atribuições do trabalho de psicólogas e psicólogos citados naquela lei, algumas nos saltam aos olhos, como “solução de problemas de ajustamento” e “orientação e seleção profissional”. Isso nos mostra não apenas o quanto a profissão avançou mas também como a sociedade mudou. Em 2016, a demanda das pessoas se afasta da adequação às expectativas da sociedade, assim como as demandas das organizações não estão apenas relacionadas a encontrar o profissional para um cargo disponibilizado. Hoje, a busca é pela qualidade de vida, por experiências positivas, pela sustentabilidade, pela igualdade de oportunidades. A Psicologia, neste cenário, surge como uma disciplina e como uma profissão capaz de acolher essas demandas, problematizá-las e, em parceria, trabalhá-las. O trabalho de psicólogas e psicólogos como psicoterapeutas é amplamente conhecido e aceito. Podemos dizer que cada pessoa é um universo em si, com seus mistérios, seus desejos, seus segredos, seus sofrimentos. Quando uma pessoa passa a se conhecer e a se respeitar, todas suas relações são influenciadas: com amigos, no trabalho, na família. Apontamos também que cada pessoa tem algumas características que estão em potencial, que só passa a conhecer caso haja alguma mudança na vida: uma nova oportunidade de emprego ou uma doença podem nos fazer desenvolver aspectos pessoais inesperados e surpreendentes. Cada pessoa é um potencial transformador de si e do mundo. A Psicologia dispõe de técnicas e teorias para promover equilíbrio nas relações familiares: manejo parental, terapia de casal ou familiar são alguns exemplos. As pessoas querem promover valores singelos como o respeito aos mais velhos, passar mais tempo com os filhos, aproveitar o lazer com quem se ama. Por outro lado, a Psicologia oferece recursos para compreendermos e construirmos políticas contra a violência doméstica ou para sustentar o casamento livre de qualquer casal que se ame. Nos ambientes de trabalho, conhecemos os efeitos que uma liderança positiva na produção de uma empresa. Esses aspectos perpassam o desenvolvimento de inteligência emocional e controle do estresse. Entretanto ainda temos desafios, como criar ambientes que inibam o assédio moral e alcançar a igualdade de oportunidades e salários entre homens e mulheres. Neste aniversário da Psicologia, convidamos a uma reflexão sobre quais são os caminhos que queremos seguir, pessoal e profissionalmente, e também para a sociedade Se, contemporaneamente, temos a expectativa de aproveitar a vida plenamente, encontramos um limite entre o desfrutar da individualidade e as necessidades coletivas. Nem sempre reconhecemos nossa responsabilidade pelos nossos desejos e muitas vezes não temos dimensão do potencial transformador que possuímos. De maneira mais abrangente, podemos pensar no momento conturbado pelo qual passa nosso país. Muitas vezes reivindicamos os direitos que parecem ser tomados de nós a cada dia – segurança, educação, trabalho. Este país é deles ou é nosso? Para entendermos essa situação, recorremos a economistas ou a cientistas políticos, mas cabe uma provocação aos meios de comunicação, aos legisladores e juristas sobre a contribuição da Psicologia e sobre sua leitura do social. Ainda temos muitos aspectos subjetivos e sociais a compreender. Síndrome de vira lata? País do futuro? Neste aniversário da Psicologia, convidamos a uma reflexão sobre quais são os caminhos que queremos seguir, pessoal e profissionalmente, e também para a sociedade. Podemos e precisamos afirmar as múltiplas expressões da subjetividade e oportunizar a criatividade pessoal, política e corporativa. Sabedores de que somos potenciais transformadores de nós mesmos e da nossa sociedade, contamos com a Psicologia para enfrentarmos o desafio. Bruno Jardini Mäder é psicólogo e compõe a diretoria do CRP-PR como Conselheiro Tesoureiro. Fonte:( http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/a-psicologia-e-a-transformacao-de-nos-mesmos-54leqn9a8fi8o59mdp6l67aqg)

Em 2016 o dólar tem a quarta maior desvalorização desde o plano real.

Após cinco anos de valorização o dólar Ptax venda registra desvalorização em 2016. Em 2016 a moeda americana registra a quarta maior desvalorização desde 1995; a moeda norte americana tem queda de -16,54% em 2016. A maior desvalorização anual desde 1995 foi em 2009, quando registrou queda de -25,49%. A maior valorização anual da moeda americana foi em 2002 com 52,27%, seguida pela valorização em 1999 com 48,01%. O dólar Ptax venda fechou o ano de 2016 em R$ 3,26. O maior patamar em 2016 foi no dia 21 de janeiro com R$ 4,16 e a menor cotação no dia 25 de outubro com R$ 3,12. Nas principais economias de LATAM Economatica acompanha seis economias na América Latina e em 2016 a moeda americana registra a maior desvalorização no Brasil, com queda de -16,54%, seguida pelo Chile com queda de -5,66%. Somente dois países registram valorização em 2016: a Argentina e o México. A Argentina tem a maior valorização com 21,47% e o México tem a segunda maior valorização, com 19,54%.