Entrevista com prof. Alexandre Wander na Band Vale: Dicas de como utilizar o 13 salário
Avaliação Relativa o que é? Damodaran explica
Se a Dell (DELL) está sendo negociada a 17 vezes o lucro por ação, a Apple (AAPL) tem índice P/L de 21 e a Microsoft (MSFT) está precificada a 11 vezes o lucro por ação, que ação oferece a melhor oportunidade? Será que a Dell está mais barata que a Apple? Será que a Microsoft é uma pechincha em comparação com a Apple e a Dell? Será que realmente estamos falando de empresas semelhantes? O QUE É UMA AVALIAÇÃO RELATIVA? A avaliação relativa consiste em comparar como os mercados precificam diferentes empresas, com a intenção de encontrar pechinchas. Na avaliação relativa, avaliamos um ativo com base em como ativos semelhantes são precificados no mercado. O pretenso comprador de uma casa decide o quanto oferecer por uma casa depois de examinar os preços pagos por imóveis semelhantes no mesmo bairro. Da mesma maneira, o pretenso investidor na oferta pública inicial (Inicial Public Offering – IPO) da GM, em 2010, poderia ter estimado o valor da ação com base nos preços de outras empresas automobilísticas. Na mesma linha, um potencial investidor em ação tenta estimar o seu valor examinando a precificação de mercado de ações similares. Os três passos essenciais na avaliação relativa são: Encontrar ativos comparáveis que são precificados pelo mercado Ampliar os preços de mercado até uma variável comum, para gerar a preços padronizados que sejam comparáveis entre os diferentes ativos Ao comparar os valores padronizados, fazer ajustes para compensar as diferenças entre os ativos. Uma casa mais nova, com características mais recentes, deve ter preço superior ao de uma casa mais antiga, com tamanho semelhante, que precise de reforma. Da mesma maneira, uma empresa em crescimento acelerado deve ser negociada a preço superior ao de outra empresa do mesmo setor que apresente crescimento mais lento. A avaliação relativa pode ser feita com menos informações e mais rapidez que a avaliação intrínseca, além de ser mais tendente a refletir o temperamento do mercado no momento. Não admira que a maioria das avaliações seja relativa. VALORES PADRONIZADOS E MÚTIPLOS A comparação de ativos que sejam exatamente semelhantes pode ser um desafio. Quando se comparam os preços de dois prédios de diferentes tamanhos, na mesma localidade, o prédio menor parecerá ser mais barato, a não ser que considere a diferença de tamanho, calculando o preço por metro quadrado. Quando se confrontam ações de diferentes empresas negociadas em bolsas de valores, o preço por ação de uma empresa é função tanto do valor do patrimônio liquido quanto do número de ações em circulação. Para comparar os preços de empresas “semelhantes” no mercado, o valor de mercado de ma empresa pode ser padronizado em relação ao lucro por ação, ao valor contábil, à geração de receita ou a um indicador especifico da empresa ou setor (número de clientes, quantidade de ações em circulação, etc.). Onipresença da Avaliação Relativa Apesar do foco na avaliação do fluxo de caixa descontado em salas de aula e na teoria, há três evidências de que os ativos são avaliados em bases relativas. De fato, consideramos o seguinte: A maioria dos relatórios de pesquisa de ações baseia-se em múltiplos: razões preço/lucro, razões valor da empresa/EBITDA e razões preço/vendas são apenas alguns exemplos. Em um estudo informal com 550 relatórios de pesquisa de ações em 2001, as avaliações relativas ultrapassaram as descontadas em uma proporção de 10 para 1. Embora muitas delas incluíssem as tabelas obrigatórias de fluxos de caixa, valores estimados e recomendações feitas analisando-se empresas comparáveis e utilizando-se múltiplos. Assim, quando analistas sustentam que uma ação está subestimada ou ao contrário, estão em geral fazendo ou julgando com base em uma avaliação relativa. As técnicas de fluxo de caixa são mais comuns em aquisições e finanças corporativas. Embora o empirismo causal sugira que quase toda aquisição é suportada por uma avaliação de fluxo de caixa descontado, o valor pago é freqüentemente determinado por um múltiplo. Na avaliação de aquisições, muitos modelos de fluxo de caixa descontados são, em essência, avaliações relativas disfarçadas, porque os valores terminais são calculados por múltiplos. A maioria das regras práticas dos investimentos baseia-se nos múltiplos. Por exemplo, muitos investimentos consideram baratas as empresas que negociam a menos do que o seu valor contábil, bem como as ações transacionadas a razões P/L menores que a taxa de crescimento esperado. Considerando-se que a avaliação relativa é tão dominante na prática, seria um erro descartá-la como uma ferramenta rústica. Como podemos, neste momento, definir que a avaliação relativa desempenha papel à parte e diferente da avaliação do fluxo de caixa descontado. MOTIVOS DA POPULARIDADE E ARMADILHAS POTENCIAIS Por que o uso de avaliações relativas é tão difundido? Por que administradores e analistas relacionam-se melhor com um valor baseado em um múltiplo e em comparáveis do que com a avaliação de fluxo de caixa descontado? Na seqüência, vamos analisar alguns dos motivos da popularidade dos múltiplos O uso de múltiplos e comparáveis demanda menos tempo e recursos do que a avaliação de fluxo de caixa descontado. As avaliações de fluxos de caixa descontado requerem substancialmente mais informações do que a avaliação relativa. Para analistas que enfrentam restrições de tempo e limitação de acesso as informações, a avaliação relativa oferece uma alternativa mais rápida. Mais fácil de vender: Em muitos casos, analistas, principalmente, e vendedores utilizam as avaliações para vender a investidores e gestores carteiras. É muito mais fácil vender uma avaliação relativa do que outra de fluxo de caixa descontado. Afinal, as avaliações de fluxo de caixa descontado podem ser difíceis de explicar aos clientes, especialmente quando se trabalha com restrição de tempo – muitos argumentos de televendas são dirigidos a investidores que tem alguns minutos a dedicar. As avaliações relativas, por outro lado, adaptam-se perfeitamente a mensagens curtas de vendas. Usando terminologia política, é muito fácil discorrer sobre uma avaliação relativa do que sobre um fluxo de caixa descontado. È mais fácil defender: É comum analistas convocados a defender as premissas das suas avaliações perante superiores, colegas e clientes. As avaliações de fluxo
IOSCO publica trabalho de governança conduzido pela CVM

Estudo analisa papel do regulador e sugere medidas para implementação prática de princípios de governança corporativa A Organização Internacional das Comissões de Valores (IOSCO) publicou o Report on Corporate Governance, trabalho coordenado pela CVM no âmbito do Comitê de Mercados Emergentes. O material foi elaborado após a revisão dos Princípios de Governança Corporativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), endossados pelo G20 em 2015, o que reacendeu a importância dos reguladores de mercados de valores mobiliários se manifestarem sobre o assunto. O trabalho contou com a participação de entidades de mais de 30 países, que apresentaram exemplos práticos e suas perspectivas sobre possíveis medidas e abordagens regulatórias, com foco, essencialmente em três temas: (i) a composição dos conselhos de administração. (ii) a adequação das estruturas de remuneração e incentivos. (iii) a efetividade dos controles internos e políticas de gerenciamento de riscos. Como resultado, o estudo identifica tendências e apresenta sugestões em questões sensíveis, com o propósito de auxiliar os reguladores sobre como se posicionar a respeito, observadas as características próprias a cada jurisdição. Segundo o presidente da CVM, Leonardo Pereira, que esteve à frente da força-tarefa que gerou o Report, o trabalho reforça o debate quanto ao essencial papel dos reguladores sobre a implementação de melhores princípios e práticas de governança. “Há uma percepção comum de que avanços nesse campo poderiam ter resolvido ou mitigado, na origem, uma série de problemas encarados diariamente pelos reguladores e pelo mercado”, disse o presidente. Leonardo Pereira também reafirmou a expectativa de que o material, aprovado pelo Comitê de Mercados Emergentes (do qual fazem parte 80% das jurisdições filiadas à IOSCO), seja uma “oportunidade de reflexão sobre como efetivamente reforçar os arcabouços regulatórios em benefício de melhores padrões de conduta e estruturas de governança mais eficientes”. https://www.iosco.org/news/pdf/IOSCONEWS440.pdf IOSCOPD544
10 lições de Elon Musk sobre inovação e empreendedorismo
Para o professor de Harvard Clayton Christensen, considerado um dos maiores teóricos sobre inovação, precisamos cada vez mais de rupturas em tecnologia, educação e nos negócios. Necessitamos de pessoas ou empresas capazes de criar um divisor de águas com algum produto, serviço ou tecnologia. Se existe alguém que entende do processo de inovação disruptiva é Elon Musk, afinal, ele construiu e vendeu o Paypal e hoje comanda a Tesla e a Spacex. Precisando inovar no seu trabalho? Confira 10 citações de Elon Musk que poderão inspirar você agora mesmo: 1. “Grandes empresas são construídas com grandes produtos.” 2. “Criar uma empresa é como fazer um bolo. Você tem que ter todos os ingredientes na medida certa.” 3. “O fracasso é uma opção aqui. Se as coisas não estão falhando, você não está inovando o suficiente.” 4. “Começar e crescer com um negócio é muito mais sobre inovação, unidade e determinação das pessoas por trás dele do que o produto que vendem.” 5. “Acho que este é o melhor conselho: pensar constantemente sobre como você poderia fazer as coisas melhor, e questionar a si mesmo.” 6. “A persistência é muito importante. Você não deve desistir a menos que você seja forçado a desistir.” 7. “Você tem que ser muito focado em fazer acontecer. Caso contrário, você se tornará miserável.” 8. “O primeiro passo é estabelecer que algo é possível, em seguida, a probabilidade irá ocorrer.” 9. “Se algo é importante o suficiente, mesmo que as probabilidades estejam contra você, faça-o.” 10. “Tudo bem em ter seus ovos em apenas uma cesta, desde que você controle o que acontece com essa cesta.”
Renner: Analise fundamentalista até setembro 2016

A Lojas Renner é a segunda maior rede de lojas de departamentos de vestuário no Brasil. A cultura da companhia é voltada para a proximidade do cliente, com a gestão sendo baseada em indicadores de satisfação com suas lojas e produtos. A Lojas Renner adota há 10 anos conceitos inovadores de identificação de tendências a partir dos estilos de vida de seus clientes, técnica que otimiza o tempo de compra e torna a empresa referência no setor. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Estudo em elaboração. Prof. Alexandre Wander
Cemig: Análise Fundamentalista 2009 até 1 TRI 2020

A CEMIG atua em toda a cadeia de energia elétrica, tendo operações nas áreas de geração, transmissão e distribuição. O Grupo CEMIG é composto por 162 empresas e 17 consórcios, tendo atuação em vinte e dois estados brasileiros e também no Chile. O controle da Cemig é do Governo de Minas, mas a empresa tem ações listadas na Bovespa, em Nova Iorque e em Madri. Atualmente, a companhia atende mais de 17 milhões de pessoas, gere a maior rede de distribuição de energia elétrica da América do Sul e tem um parque gerador de energia composto por 70 usinas hidrelétricas, térmicas e eólicas. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander ANÁLISE FUNDAMENTALISTA – INVESTINDO NA BOLSA COM SEGURANÇA – 100% ON LINE
MAGALU: Quando a Evolução do negócio supera a expectativa da própria diretoria
Vide notícias abaixo: Quando a evolução do negócio supera as expectativas da própria diretoria. Imagina quem comprou ação da MAGALU em 2016 e segurou até agora. MAGAZINE LUIZA S.A. (“Companhia”), em observância ao artigo 157, parágrafo 4.º, da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, à Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) n.º 358, de 3 de janeiro de 2002, conforme alterada, e ao artigo 6.6.1 do Regulamento do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, vem a público, por meio deste comunicado ao mercado (“Comunicado ao Mercado”), informar aos seus acionistas e ao mercado o quanto segue. Tendo em vista as oscilações atípicas verificadas nas cotações de ações ordinárias de emissão da Companhia, e baseado no entendimento de que tais negociações decorrem de movimentos especulativos que não guardam qualquer relação com os fundamentos econômicos e à evolução dos resultados da Companhia, a Companhia decidiu antecipar: (i) a divulgação de suas Informações Financeiras Trimestrais –ITR, referentes ao período de nove meses findo em 30 de setembro de 2016 (“3º ITR”), para o dia 31 de outubro de 2016, antes da abertura do pregão; (ii) a realização de teleconferência para discussão do 3º ITR para 31 de outubro de 2016 às 11:00 (horário de Brasília); e (iii) a divulgação da versão em inglês do 3º ITR para 9 de novembro de 2016, após o fechamento do mercado. A Companhia informa, ainda, que se encontra disponível para consulta o calendário atualizado de eventos corporativos, já refletindo a mudança acima. A referida atualização pode ser acessada por meio dos websites da Comissão de Valores Mobiliários – CVM (www.cvm.gov.br), da BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (www.bmfbovespa.com.br) e da própria Companhia (www.magazineluiza.com.br/ri). São Paulo, 26 de outubro de 2016 Roberto Bellissimo Rodrigues Diretor Financeiro e de Relações com Investidores MGLU3_EsclarecimentoOfício_3179_2016
Lucro das empresas da Bovespa: Setores de Siderurgia, Papel, Transportes e Bancos.
Metodologia: – Os números utilizados são os publicados pelas empresas no plano padrão de contas entregue à CVM. – Foram consideradas as empresas com dados disponíveis no terceiro trimestre de 2016 e 2015. – Empresas holdings não foram consideradas. A Metalurgica Gerdau, por exemplo, não está na amostra por ser controladora da Gerdau. – Todos os dados são nominais, sem ajuste pela inflação. – O estudo com as 313 empresas não considera as empresas Vale, Petrobras e Eletrobras. Os resultados destas empresas no ano de 2016 acabam distorcendo o resultado geral devido ao elevado valor de crescimento ou queda do lucro. Paralelamente a Economatica apresenta o resultado incluindo estas empresas. O lucro da Bovespa sem Petrobras, Vale e Eletrobras. O lucro de 313 empresas de capital aberto no terceiro trimestre de 2015 é de R$ 21,7 bilhões contra R$ 24,9 bilhões do terceiro trimestre de 2016, crescimento de R$ 3,2 bilhões ou 14,19% no período. O setor de Siderurgia e Metalurgia é o setor com maior crescimento nominal de lucro entre os anos de 2015 e 2016. As 20 empresas do setor diminuíram o prejuízo entre 2015 e 2016. No terceiro trimestre de 2015 registraram prejuízo de R$ -3,6 bilhões contra prejuízo de R$ -315,1 milhões no terceiro trimestre de 2016, o que representa um crescimento de R$ 3,33 bilhões entre 2015 e 2016. O setor de Transportes e Serviços é o segundo setor com melhor desempenho, com crescimento de R$ 3,31 bilhões. As 12 empresas do setor saíram de prejuízo de R$ -2,04 bilhões no terceiro trimestre de 2015 contra lucro de R$ 1,26 bilhões no terceiro trimestre de 2016. O destaque no setor é a Gol, que saiu de prejuízo de R$ -2,178 bilhões em 2015 contra R$ -885,0 mil de prejuízo em 2016, crescimento de R$ 2,177 bilhões. Papel e Celulose é o terceiro setor com maior recuperação entre os anos de 2015 e 2016. As cinco empresas do setor apresentam crescimento de R$ 3,0 bilhões entre o terceiro trimestre de 2015 e 2016. O prejuízo consolidado no ano de 2015 foi de R$ -2,94 bilhões contra lucro R$ 108,64 milhões no terceiro trimestre de 2016. O setor mais afetado no ano de 2016 é o bancário. O setor com 24 instituições apresenta queda de R$ -3,69 bilhões entre 2015 e 2016. No terceiro trimestre de 2015 o setor acumulou lucro de R$ 17,14 bilhões contra R$ 13,44 bilhões no terceiro trimestre de 2016. O setor de Alimentos e bebidas com treze empresas é o segundo setor com maior queda de lucro entre 2015 e 2016. O lucro do setor no terceiro trimestre de 2015 foi de R$ 7,18 bilhões contra R$ 4,52 bilhões no ano de 2016, queda de R$ -2,65 bilhões. Dos 25 setores monitorados, quatorze setores têm crescimento de lucratividade no terceiro trimestre de 2015 contra o terceiro trimestre de 2016. O setor que concentra o maior volume de lucros é o bancário, que com as suas 24 instituições tem lucro de R$ 13,44 bilhões no terceiro trimestre de 2016. O segundo setor mais lucrativo é o de Alimentos e Bebidas com R$ 4,52 bilhões. Dos 25 setores avaliados somente seis registram prejuízo consolidado no terceiro trimestre de 2016. O setor com maior prejuízo é o de Construção, com R$ 2,08 bilhões. Lembramos que esta avaliação não considera as empresas Petrobras, Vale e Eletrobras. O lucro da Bovespa COM Petrobras, Vale e Eletrobras. O lucro das 316 empresas da Bovespa no terceiro trimestre de 2016 é de R$ 11,18 bilhões contra R$ 7,27 bilhões no terceiro trimestre de 2015. Crescimento de R$ 3,90 bilhões ou 53,7%. O resultado consolidado das 316 empresas fica comprometido devido aos resultados da Petrobras, Vale e Eletrobras, que juntas somam prejuízo de R$ – 14,4 bilhões no terceiro trimestre de 2015 contra prejuízo de R$ -13,75 bilhões no terceiro trimestre de 2016. As mais lucrativas no terceiro trimestre de 2016 Entre os 10 maiores lucros no terceiro trimestre de 2016 temos 6 empresas do setor de finanças sendo quatro bancos, uma seguradora e uma empresa ligada a cartões de crédito. O ItauUnibanco detém o maior lucro do trimestre com R$ 5,39 bilhões, seguido pelo Bradesco com R$ 3,23 bilhões. Os maiores prejuízos no terceiro trimestre de 2016 Petrobras é quem tem o maior prejuízo no terceiro trimestre de 2016 com R$ – 16,45 bilhões, seguida pela PDG Realt com R$ – 1,71 bilhões. Veja abaixo a lista dos 10 maiores prejuízos.
Valor de mercado da Bovespa ultrapassa os R$ 2,5 trilhões e está perto de atingir máxima histórica.
Economatica consolida o valor de mercado das empresas de capital aberto brasileiras de dezembro de 2002 até o dia 31 de outubro de 2016. Metodologia : Foram consideradas todas as empresas presentes em cada data da amostra diária (de 30 de dezembro de 2002 até 31 de outubro de 2016), portanto a amostra é variável em número de empresas, já que no período do levantamento tivemos empresas que entraram no mercado e empresas que fecharam capital. O valor de mercado da empresa é calculado considerando o preço de cada tipo de ação vezes a quantidade de ações outstanding (exceto tesouraria). Valores nominais, sem nenhum ajuste por inflação. Evolução do valor de mercado O gráfico abaixo apresenta a evolução do valor de mercado da Bovespa e verificamos que o maior valor atingido pela bolsa brasileira aconteceu no dia 3 de setembro de 2014, quando as empresas listadas na Bovespa naquela época somavam R$ 2,61 trilhões. Do maior valor atingido pela Bovespa em setembro de 2014 verificamos uma acentuada queda, culminando no dia 26 de janeiro de 2016 com R$ 1,64 trilhões, queda de R$ 975 bilhões. No ano de 2008 também verificamos uma queda muito expressiva, no dia 20 de maio de 2005 a Bovespa atingiu seu maior valor desde o início da amostra com R$ 2,37 trilhões e seu menor valor no mesmo ano, no dia 27 de outubro, foi de R$ 1,08 trilhões, queda de 1,29 trilhões. No dia 31 de outubro de 2016 a Bovespa fechou com R$ 2,54 trilhões, que é o nono maior valor de mercado já atingido pelas empresas da Bovespa. O valor de mercado do dia 31 de outubro de 2016 está a R$ 68,9 bilhões do maior valor de mercado atingido pela Bovespa. Os maiores crescimentos de valor de mercado em 2016 até 31 de outubro A tabela abaixo apresenta as 10 empresas brasileiras com maior crescimento de valor de mercado no ano de 2016 até o dia 31 de outubro. A Petrobras, com crescimento de R$ 136,5 bilhões de valor de mercado, é a empresa que apresenta o maior crescimento do mercado. No mês de outubro a Petrobras ultrapassou o ItauUnibanco e voltou a ser a segunda maior empresa do Brasil por valor de mercado. Entre as 10 empresas com maior crescimento de valor de mercado temos quatro bancos e outras duas instituições ligadas ao setor financeiro (BB Seguridade e BmfBovespa). As maiores quedas de valor de mercado em 2016 até 31 de outubro Entre as 10 empresas com maior queda de valor de mercado em 2016 temos três empresas do setor de papel e celulose e a Fibria é a empresa que apresenta a maior queda com R$ 14,5 bilhões. O setor de abatedouros tem duas empresas na lista de maiores quedas de valor de mercado.
Em 2016 valor de mercado das empresas estatais cresce R$ 198 bilhões – Rentabilidade das ações batem recordes.
O valor de mercado das empresas estatais de capital aberto (Petrobras, Eletrobrás e Banco do Brasil) cresce em 2016 R$ 198,0 bilhões até o dia 20 de outubro. A Eletrobrás é a empresa que tem o maior crescimento no período; de dezembro de 2015 até o dia 20 de outubro a valorização da empresa foi de 240,6% ou R$ 21,73 bilhões. No final de 2015 a empresa tinha valor de mercado de 9,0 bilhões contra R$ 30,77 bilhões no dia 20 de outubro de 2016. Veja abaixo a tabela com a variação do valor de mercado das estatais em 2016. Evolução do valor de mercado consolidando as 3 empresas No gráfico abaixo podemos ver a evolução do valor de mercado das três empresas estatais desde janeiro de 2003. O maior valor atingido pelas empresas aconteceu no dia 22 de maio de 2005, quando atingiram R$ 614 bilhões. Atualmente as empresas têm R$ 349,5 bilhões de valor de mercado, valor próximo ao registrado dois anos atrás, quando no dia 15 de outubro de 2014 o valor de mercado era de R$ 354,0 bilhões. Veja no gráfico abaixo a evolução do valor de mercado consolidado das três empresas estatais. Rentabilidade nominal As ações das empresas estatais têm valorização de mais de 100% no ano de 2016. A única ação que não atingiu esse patamar é a ação do Banco do Brasil, que no período valorizou 98,11% nominalmente e 87,77 % descontada a inflação. A rentabilidade descontada a inflação medida pelo IPCA no ano de 2016 até o dia 20 de outubro é de 150,96%, segundo melhor desempenho em valores reais descontada a inflação desde o plano Real (consideramos o ano de 1995 para o início da amostra). O maior ganho que a ação propiciou, descontada a inflação, foi no ano de 1999 quando registrou 218,19% acima do IPCA. Veja a evolução anual da ação descontada a inflação medida pelo IPCA. A rentabilidade descontada a inflação medida pelo IPCA no ano de 2016 até o dia 20 de outubro é de 109,69%, terceiro melhor desempenho em valores reais descontada a inflação desde o plano Real (consideramos o ano de 1995 para o início da amostra). O maior ganho que a ação forneceu, descontada a inflação, foi no ano de 1999 quando registrou 411,52% acima do IPCA. Veja a evolução anual da ação descontada a inflação medida pelo IPCA. A rentabilidade descontada a inflação medida pelo IPCA no ano de 2016 até o dia 20 de outubro é de 134,41%, melhor desempenho em valores reais descontada a inflação desde o plano Real (consideramos o ano de 1995 para o início da amostra). O segundo maior ganho que a ação concedeu, descontada a inflação, foi no ano de 2003 quando marcou 96,02% acima do IPCA. Veja a evolução anual da ação descontada a inflação medida pelo IPCA. A rentabilidade descontada a inflação medida pelo IPCA no ano de 2016 até o dia 20 de outubro é de 262,01%, melhor desempenho em valores reais descontada a inflação desde o plano Real (consideramos o ano de 1995 para o início da amostra). O segundo maior ganho que a ação proporcionou descontada a inflação foi no ano de 2003, quando marcou 92,72% acima do IPCA. Veja a evolução anual da ação descontada a inflação medida pelo IPCA. rentabilidade descontada a inflação medida pelo IPCA no ano de 2016 até o dia 20 de outubro é de 87,77%, terceiro melhor desempenho em valores reais descontada a inflação desde o plano Real (consideramos o ano de 1995 para o início da amostra). O maior ganho que a ação propiciou descontada a inflação foi no ano de 2003, quando registrou 139,85% acima do IPCA. Veja a evolução anual da ação descontada a inflação medida pelo IPCA. Fonte: