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Como um Líder deve tratar as dificuldades da absorção de Conhecimentos?

O objetivo deste Artigo é tentar apresentar algumas das dificuldades que o Ser Humano tem em aprender e reter conhecimentos, bem como transformar informações em emoções para reter mais o conhecimento apreendido. Como só retemos aquilo que nos emociona, inicio dizendo que hoje em dia é raro encontrarmos professores que não ‘vomitem’ matéria na classe, embasados na absorção média dos alunos. O Mestre, diferentemente do professor, “trás os alunos à matéria”. O personagem de Robin Williams, no filme “Sociedade dos poetas mortos”, nos dá uma ideia do que é “trazer alunos”. Creio que isso seja coerente com a Assertiva em voga: “Ensinar é estimular a aprender”. William Glasser (1925-2013) nos ensinou: “A boa educação é aquela em que o professor pede para que seus alunos pensem e se dediquem a promover um diálogo para promover a compreensão e o crescimento dos estudantes”. Encontrar caminhos para estimular o interesse dos liderados em aprender e várias formas de emocioná-los, quando quisermos que eles retenham algum conhecimento, passou a ser algo vital. Mas, certamente, depende do grau de interesse de cada liderado para que possamos alcançar o objetivo de “Emocionar para passar Conhecimento”. Eu, particularmente, os separo em ‘Interessados’ e ‘interesseiros’. Aos primeiros dê TUDO, aos outros não dê NADA! Enorme percentual de empregados, formais ou não, só falam dos seus direitos e nada falam sobre seus deveres. Falar recorrentemente sobre esse ou sobre aquele assunto é mais uma forma de você poder reconhecer quem de fato é Interessado. O interesseiro nunca tem tempo para nada, o Interessado sempre tem tempo para fazer e aprender. Cinco itens básicos que deveriam constar em uma hipotética “Cartilha do Liderado”: 01- Ter um conhecimento mínimo integrado para ter a segurança de saber o que e como fazer, antes de fazer. 02- Desenvolver sua Audição para poder de fato ouvir o que é dito e de fato apreender o que lhe for passado. 03- Obter um “Estado de Concentração”, no início de cada jornada de trabalho, para poder cumprir bem suas tarefas. 04- Manter sua motivação ou procurar a ajuda do seu Líder direto sempre que não conseguir se auto motivar. 05- Ser um Profissional comprometido, manter uma conduta exemplar e ser amigável com todos da equipe. Considerando que o liderado se enquadre nesses itens básicos, pelo menos, classifique-o como “Terra fértil”, aquela que vale-a-pena semear o Conhecimento. A partir desse pressuposto, a evolução deles é sua responsabilidade. Um bom Líder estuda tudo sobre o comportamento humano para melhor poder entender o sistema de aprendizado do qual o homem foi dotado, visando aumentar a percepção da realidade e promover mudanças de atitude nas pessoas. Devo pontuar que, filosoficamente, é “pior ter conhecimento parcial do que não ter nenhum conhecimento”. A saída do líder que queira ensinar é ter coragem para recorrer a alguém que saiba o que ele que saber e disposição para trabalhar na busca de conhecimento. Para tal é necessário possuir idealismo e algo que o motive a labutar noite e dia para chegar lá. Creio que um Líder deva capacitar-SE para emocionar pessoas, antes de tentar passar conhecimentos que certamente não serão absorvidos. Virtuosos capacitam pessoas, ao invés de criticar e/ou cobrar resultados. A verdade é que toda e qualquer equipe é imagem e semelhança de quem a lidera, por isso você é tão bom ou tão ruim quanto a equipe que lidera. Para bem liderar é necessário ter um desejo insaciável em melhorar-se sempre. Aprender com os próprios erros é uma alternativa de aprendizado, apesar de levar a sofrimentos desnecessários. Claro que o erro sempre pode nos ensinar algo, até por que não queremos sofrer. Há, porém, esse Provérbio Chinês: “Os sábios aprendem com os erros dos outros, os tolos com os próprios erros e os idiotas não aprendem nunca”… Sei que dá trabalho aprender com os erros dos outros (observar, buscar, estudar, tentar, testar, etc.) e sei que é bom analisar isso sob um ponto de vista mais amplo, posto que só consigamos reter aquilo que nos emociona. Ou seja, a experiência do outro, tenha ela chegado a mim pela história ou pela observação, me tocou / me emocionou? Em Filosofia, Sábio é quem aplica o que aprendeu e sabido é quem não aplica o que aprendeu. Para um ser erudito que pretende ser reconhecido como Sábio, o autoconhecimento o torna responsável em relação às ações e atitudes necessárias para estimular seu próximo a aprender, porque ele sabe que um Ser Humano faz tudo pela humanidade. Creio que o Autoconhecimento (conhecer as próprias características, sentimentos, etc.) seja o melhor caminho para nos levar ao Conhecimento e ao entendimento do que e como deveremos mudar em nossa Persona. Autoconhecendo-se, reconhecem-se as próprias limitações e potencialidades intrínsecas que ainda estavam inconscientes. Somente um Ser mais consciente poderá acelerar o alcance de suas metas e objetivos,; a alternativa seria ‘ralar’ para chegar lá… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Dinamismo e eficiência – Elementos infalíveis para o sucesso: Por Wagner Hertzog

Para o sucesso de qualquer empreendimento, existem elementos fundamentais dos quais nenhum gestor pode abrir mão. O dinamismo e a eficiência são duas qualidades essenciais para o êxito em qualquer negócio. Se forem constantemente aprimorados, o caminho para a excelência se tornará evidente, e os clientes eventualmente chegarão até você. Desta forma, sua obrigação é manter um elevado nível de qualidade, de todas as maneiras possíveis. Mas é viável consolidar uma reputação impecável? E o que é necessário para conquista-la? Dentre as muitas qualidades necessárias, existem duas que são indispensáveis para o bom funcionamento de qualquer organização: o dinamismo e a eficiência. Para que uma empresa funcione, a sinergia entre os empregados e os empregadores é de fundamental importância, da mesma maneira como esta também deve ser impecável entre o cliente e o prestador de serviços.Para isto, é necessário dinamismo, ou seja, a empresa deve estar plenamente atenta às necessidades do cliente, até mesmo antecipando aspectos fundamentais de suas eventuais demandas. No entanto, em qualquer reunião, o mais importante é saber escutar e ouvir o cliente, com atenção e interesse, para compreender com exatidão tudo aquilo que ele espera da empresa contratada. Depois deste primeiro estágio muito importante, o dinamismo da empresa deve se mostrar plenamente efetivo e funcional em todas as etapas de trabalho. Mas o que significa, exatamente, ser dinâmico? Ser dinâmico é o oposto de ser estático, mas não é apenas movimentar-se. É muito mais complexo do que isso. O dicionário define dinâmico como algo “que diz respeito à força, ao movimento. Que é cheio de energia, de iniciativa, de atividade”. Estas três palavras – energia, iniciativa e atividade –, são os componentes fundamentais do dinamismo. De fato, é a perfeita simbiose entre estas três características que fazem um indivíduo ou uma empresa serem impecavelmente dinâmicos. No entanto, muito mais do que realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, ser dinâmico é compreender exatamente o que elas representam, como deve ser o resultado final, e de que maneira este resultado será empregado quando for concluído. Acima de tudo, ser dinâmico é antecipar-se às necessidades mais fundamentais e prementes do cliente, atentar para possibilidades eficazes, antever a coesão dos princípios em questão e verificar sua compatibilidade com a coerência da proposta, e ser rápido e rasteiro nas tarefas em execução, com cautela e discrição, sem, no entanto, dispersar a atenção em tarefas secundárias. Em resumo, ser dinâmico requer diversas qualidades, que começam a ser colocadas em prática quando você se coloca no lugar do cliente, para compreender com profundidade o que ele realmente espera e o que ele realmente precisa de você. Logo em seguida, atrás do dinamismo, temos a eficiência. Por mais óbvio que possa parecer, esta qualidade em muito precisa ser enfatizada, pois ela é fundamental para o êxito de qualquer empreendimento. Sem eficiência, ninguém vai a lugar algum. Ela é a força motriz para a execução de tudo o que fazemos diariamente, até mesmo em pequenas atividades que, a princípio, nos parecem insignificantes. Mas o que é eficiência? O dicionário define eficiência como aquilo que apresenta “competência, ou reúne as condições e características para a consecução de algo”. Muito mais do que ir atrás de resultados, eficiência é conquistar estes resultados pelos métodos mais lógicos e pertinentes possíveis, antecipando o valor agregado que deverá estar presente no resultado final. A excelência deste resultado é mesurada pela sua capacidade de atender as expectativas do cliente. Quando estas duas qualidades – dinamismo e eficiência – começam a andar juntas, e se mantém unidas na trajetória de uma empresa, a excelência tende a acompanhar os resultados. Evidentemente, muitas outras qualidades devem ser combinadas para que tenhamos um componente eficaz de atendimento ao cliente e excelência em resultados. Mas o caminho para o sucesso também é meticuloso, e requer aprimoramento constante. Jamais seremos capazes de atingir os resultados desejados se pularmos etapas, e não cumprirmos corretamente cada um dos estágios fundamentais de um trabalho de qualidade. Atentar para as necessidades do cliente, e entregar a ele o que ele realmente solicitou, para suprir suas demandas corretamente – oferecendo sugestões que possam facilitar seus processos, e economizar seu tempo e recursos – é um princípio que deveria orientar todas as empresas, não importa o seu ramo de atuação. Inadvertidamente, são pouquíssimas as que de fato se preocupam com a excelência e a qualidade do seu trabalho, o que explica perfeitamente porque muitas delas são incapazes de se manter no mercado. Evidentemente, jamais alcançaremos a perfeição em qualquer um destes quesitos. Afinal, tanto o dinamismo quanto a eficiência requerem aperfeiçoamentos constantes. No entanto, genuíno esforço e dedicação podem efetivamente nos conduzir ao mais excelso dos princípios, nos colocando em um patamar de qualidade que não apenas agrega valor ao resultado final, mas acima de tudo, o faz de forma salutar ao cliente, mantendo nossa empresa entre as melhores e mais eficientes do mercado, e fazendo dela a temida concorrência que as demais companhias do segmento terão de competir, podendo se converter também em uma referência para estas. Toda a empresa deve – ou tecnicamente, deveria – definir quais são os princípios e as virtudes elementares que regem a sua política de trabalho. Infelizmente, poucas empresas fazem isso, o que é lamentável, pois facilitaria a absorção de talentos emergentes e compatíveis no mercado de trabalho, reforçaria os valores salutares para os funcionários com tempo de casa, e consolidaria a credibilidade da empresa diante da sua clientela. Ainda que muitos outros valores devam ser levados em consideração por uma empresa, o dinamismo e a eficiência são as portas de entrada para a consolidação de um padrão de qualidade mais abrangente que envolvem um diagrama de elementos versáteis e duradouros, que são fundamentais para a longevidade de qualquer empreendimento. No entanto, dinamismo e eficiência são excelentes pontos de partida, tanto quanto devem ser eficazes e cíclicos pontos de chegada. Autor: PorWagner Hertzog

Comportamental: Liderar pelas Virtudes?

Sim, baseado em Platão (427 AC): “A Conduta Virtuosa é a manifestação dos bons princípios de uma Alma evoluída” / “A Virtude não é apenas uma característica, é uma predisposição ao Bem, uma verdadeira inclinação de acioná-lo”. Aristóteles (384 AC), porém, 43 anos depois de Platão, fez outra abordagem do tema: “As virtudes humanas não são natas, são elementos que se constroem e complementam a personalidade das pessoas ao longo da vida”. Considerando que somente houve diferentes abordagens e não contraposições entre os dois filósofos, entendo que devo caminhar pelas minhas Virtudes e pelas Virtudes de quem comigo interage, assim como sei que devo manter uma conduta exemplar, ser um exemplo vivo a ser seguido, estar sempre presente e pronto a ajudar o próximo. QUAIS SÃO AS VIRTUDES QUE DEVO DESENVOLVER? Platão e outros filósofos gregos resumiram todas as virtudes humanas em quatro tipos distintos: prudência, justiça, fortaleza e temperança. Creio que por aí poderá entendimentos parciais, dada à interpretação relativa de cada um… Apesar do meu entendimento relativo ainda, creio que assim posso definir essas 04 virtudes: 1- Prudência é agir de forma justa, ponderada e cuidadosa. 2- Justiça é a constante e firme vontade de tudo fazer de acordo com o direito, a razão, a equidade e a deliberação equilibrada. 3- Fortaleza é qualidade ou caráter da força moral, serenidade e firmeza dos fortes. 4- Temperança é compostura e leveza de espírito, qualidade de quem é moderado, comedido. O A, B, C, D, E DA CONDUTA VIRTUOSA A– Integrar, em si, as 04 Virtudes que os filósofos gregos nos legaram e só praticar atos justos. B– Recordar fatos, ao final de cada dia, para verificar se teve alguma conduta não virtuosa, mas sem sofrimentos, porque a ideia é evoluir sem esforço. C– Adotar a Ética Humanista e dispensar formas autoritárias de liderar. D– Manter humanizado seu ambiente de trabalho. E– Desenvolver as virtudes de cada colaborador, dentro de uma visão conceitual do ‘todo’. Sabemos que um Homem Sábio sempre procura caminhar pelas Virtudes dele e de quem com ele interage, por ser “melhor intensificar a Luz do que criar trevas” (aspectos positivos X aspectos negativos de cada persona). Só que muitas vezes acontece o fato de líderes se perderem em algum ponto de sua liderança, normalmente no ponto da confusão sobre o que é melhor para a empresa e sobre o que é melhor para ele mesmo (trevas). Mudar, tão logo decidir fazê-lo, também é uma Virtude (Luz), mas só será um ato virtuoso se e quando você acionar a mudança. Sei que mudar é muito difícil para quem foi programado a vida toda para ter medo de mudanças. Sei que mudar a si mesmo é mais difícil ainda, porque o ser humano tem a tendência de adiar as coisas e deixá-las para depois. O problema é que isto se torna um hábito não virtuoso que nos faz adiar coisas inadiáveis e enlameia nossas Virtudes. POR QUE O HOMEM INSISTE EM CRIAR HÁBITOS NEFASTOS QUE SE CONTRAPÕE ÀS SUAS VIRTUDES? Duro reconhecer que boa parte da humanidade esteja nessa triste realidade, ao invés de iluminar suas Virtudes para poder ofuscar suas não virtudes e, ao mesmo tempo, acabar de vez com as trevas de sua medíocre existência. O medo de errar aborta a coragem de acionar e enfrentar cada situação com escolhas mais assertivas. Um líder virtuoso deve ser corajoso a ponto de reconhecer os medos que têm e deve fazer da humildade uma “Rotina de Gestão”. Os fracassos e erros acontecem mesmo, aí cabe a você desculpar-se e corrigir as situações que criou. Conceitos virtuosos devem ser aplicados como um “Facilitador de Comunicação”, pessoa-a-pessoa, até que o Grupo inteiro perceba o fato de que seu Líder se interessa por todos. Essa é uma forma sutil de ensinar e mobilizar pessoas. Integrar conceitos humanos e éticos ajuda a liderar e desenvolver pessoas para atingir um objetivo. Não é fácil, mas é um grande desafio e devemos praticar todas essas Virtudes em cada oportunidade, no ponto da necessidade. Sinceridade é traço de caráter e é a manifestação comum de uma persona gentil e leal. Um Líder Virtuoso, mesmo querendo preservar os sentimentos alheios, por ser sincero não usa “mentiras piedosas”, porque sabe que a palavra dele precisa ter peso e credo para ser recebida como algo sólido, inquebrantável e mais do que um contrato escrito. POR QUE NÃO ADOTAR O HÁBITO DE FAZER COM QUE SUAS VIRTUDES SEJAM UM HÁBITO? Boa ideia, podemos voltar ao que Aristóteles disse: “A Virtude está no hábito”. Mas, para rapidamente alcançar isso, é preciso abrir-se à possibilidade de que nem sempre 2+2 será igual a 04, porque muitas vezes é melhor dizer ‘não’ do que ‘sim’ e vice-e-versa, desde que seja uma manifestação consciente e virtuosa. Fazer horas extras no trabalho, rotineiramente, poderá ser péssimo porque demonstra que você não sabe gerenciar o próprio tempo ou você… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Comportamental: Cuidado com a ambição

Querer alcançar resultados a qualquer custo pode ser prejudicial para as empresas e para os profissionais. Quando era criança, eu ouvia muitas histórias. Algumas tinham lobos, outras bruxas, fantasmas. Entretanto nada me assustava mais do que uma galinha, presenteada a um garoto pobre por um ato de bondade de uma fada disfarçada. Embora essa galinha fosse como todas as outras, colocando apenas um ovo por dia, esse ovo era diferente, era de ouro! E com isso o menino pobre foi ajudando sua família e prosperando porque, a cada dia, recebia de presente um ovo de ouro. Tudo ia bem, até que ele pensa em acelerar o processo e, ao invés de esperar um ovo por dia, decide matar a galinha e pegar logo todos os ovos dentro dela. No entanto, ao abri-la descobriu que ela era igual às outras e ele perde seu maior tesouro, deixando de receber um ovo de ouro por dia. Ao final da história eu ficava transtornado com tamanha burrice. E pensava: “que garoto ganancioso! Já não era bom ter um ovo de ouro por dia? Pra quê querer tudo de uma só vez?” Bem, essa resposta demorou, mas chegou. Depois de quase 30 anos de formado e com algumas especializações (tanto na medicina quanto em business) percebo que esse garoto é mais comum do que eu podia imaginar. Ele está presente no executivo que tenta vencer seus pares em uma reunião diante do chefe. Naquele que mostra sua superioridade sobre o seu “oponente”, que na verdade é apenas um colega de trabalho com os mesmos desafios de sobrevivência e dores que ele. O garoto ambicioso está presente também no funcionário que acredita que o trabalho é um barco de náufragos no qual cada um deve fazer o que puder para sobreviver e, por isso, entende como aceitável reter informações para que outro colega não avance em um trabalho. No colaborador que deixa vazar um comentário ácido que vai ferir a imagem de outra pessoa ou apenas lança um olhar para o chefe como alguém que não merecia estar naquela posição (“quem sabe se me derem uma chance…”). Está ainda no pensamento corporativo, na verdade, num grupo de pessoas, mas se esconde sob o manto de “voz do corporativo” para tomar decisões que reduzem recursos e esperam, ainda assim, aumentar a produtividade. Todos esses modelos de pensamento mostram o foco no curto prazo sustentado por uma justificativa aparentemente racional, que é a demanda dos acionistas. Um dos principais desafios para um novo pensamento de gestão não é encontrar a competência correta que vai fazer o colaborador produzir melhor, mas sim, escapar a tentação do curto prazo. O pensamento de “vencer o quarter” ou bater a meta do mês tira o foco do negócio e desloca para o medo (o principal prêmio é sobreviver aos cortes). Tenho sido chamado para apoiar processos de mudança organizacional em diferentes setores, e o que me chama a atenção é que as empresas esperam mudar tudo sem mudar nada, ou seja, esperam que haja um novo mindset dos colaboradores, porém as premissas que sustentam os comportamentos não são questionadas. Assim, como diz o autor Chris Argyris,  tratam os sintomas, mas não atuam sobre os problemas reais, as causas que sustentam os comportamentos. E uma delas é o “menino da galinha dos ovos de ouro” que mora dentro de nós. Algumas indústrias mais antenadas já estão mudando essas premissas saindo de metas de quarter para metas anuais e outras iniciativas como o Balanço Social (Sustentabilidade) e os estudos sobre engajamento nas organizações. Esses movimentos apontam para uma nova forma de pensar o que, realmente, é crescer e ter sucesso. * Professor internacional da Fundação Dom Cabral e especialista em gestão estratégica de pessoas Por Roberto Aylmer* Revista você s/a

Comportamental: Acredite em sua Inteligência emocional

Início afirmando que minha intenção, o “meu Real Sentido de Vida”, é estimular pessoas a acreditar que todos podem ter e/ou ser TUDO o que de fato quiserem ter / ser, mas quem quiser ter, antes terá de ser o algo (Ser para ter). Tipo “quero ser um Vencedor, então pense como eles pensam! ” / Quero ter dinheiro, então pense como um rico pensa! Daniel Goleman (Harvard) comprovou, há 30 anos, através da Teoria da Inteligência Emocional, que tudo é possível a todos. Se essa é uma Verdade comprovada, por que muitos ainda não acreditam que podem realizar seus sonhos? – O que é Inteligência Emocional? Inteligência Emocional é a capacidade que todo e qualquer ser humano tem de perceber e gerenciar emoções, no dia-a-dia e sempre, em cada interação pessoal. Ou seja, todo e qualquer ser humano poderá materializar seus sonhos (se assim não fosse o Criador seria ‘injusto’), mas somente o conseguirá quem acreditar que pode e persiste até cumprir cada meta que idealizou. Creio que a IE comprova a origem Divina e o enorme poder que cada Ser Humano tem! Após descobrir a IE, Daniel examinou mais de 500 empresas, em vários países, para comprovar que os profissionais mais bem-sucedidos não são os de maior Quociente de Inteligência (QI) / maior conhecimento acadêmico, ao concluir que boa parte de quem tem QI alto e/ou elevado conhecimento trabalha para quem ainda não possui nada disso. – Como MANIFESTAR A Inteligência Emocional? Não basta ser simpático, calmo e gentil, segundo Goleman é preciso desenvolver o autoconhecimento, ter capacidade de dar feedbacks difíceis, facilidade para mediar conflitos e otimismo para enfrentar adversidades, entre muitas outras características, como: Consciência de si mesmo para reconhecer suas emoções e limitações. Gestão de si para poder se adaptar / se reorientar e manter o otimismo. Consciência social para desenvolver a aptidão de ler seu estado emocional e de quem interage contigo. Gestão de relacionamentos para poder induzir boas atitudes nos liderados. TUDO É POSSÍVEL A TODOS OS QUE ACREDITAREM EM SI E PERSEVERAREM! Sim, bastam esses 03 pressupostos básicos fundamentais: 1- Oportunidade (o start). 2- Ambiente propício (vital para quem quiser desenvolver-se). 3- Tempo necessário (Fundamental ter e conceder tempo a quem é interessado). Se você for um liderado que teve a oportunidade de trabalhar em um ambiente propício, mantenha-o sempre assim; se você for o Líder, nunca mantenha quem desarmoniza locais ou pessoas e só conceda tempo a quem mereçer. Perseverar é preciso, porque muitos negócios, empregos e relacionamentos de qualquer tipo esbarraram no famoso “morreu na praia” ou no “Se eu tivesse tido só mais um pouquinho de tempo, meu negócio não teria morrido”. Claro que tempo é dinheiro, mas devemos monitorar a evolução de quem de fato quer evoluir. Ou seja, “só fica na empresa quem merece”. O inverso também é verdadeiro, posto que ninguém deva se auto violentar fazendo o que não gosta ou convivendo com pessoas que não gosta ou se sujeitando a trabalhar em ambientes hostis, diariamente. Qual a importância prática da Inteligência Emocional? Interessante notar que a esmagadora maioria dos que se queixam, o tempo todo, de que não tiveram “sorte na vida”, não tiveram um “bom berço” ou uma “boa família”, nada fazem para criar oportunidades à “pessoa mais importante de suas vidas: eles próprios”. Aí é que se dividem os ‘fracos’ e os ‘fortes’, porque o forte insiste e persiste para melhorar, até consegue criar e recriar a realidade à sua volta (a física quântica já comprovou que assim é). O Conceito de inteligência emocional também descreve a competência e a capacidade das pessoas que precisam lidar e se adaptar às extraordinárias mudanças que ocorrem hoje e que certamente ocorrerão nas próximas décadas. Como cada um de nós é o único responsável pela própria existência, devo lembrar que a cada momento presente sou Eu que construo o meu futuro, assim como a cada momento passado fui eu que construí o meu atual presente. Sabe-se hoje que o êxito no desenvolvimento e evolução de um Ser Humano é fruto de sua Inteligência Emocional. Os empregadores já sabem disto, há mais de 20 anos, mas poucas empresas a aplicam bem no seu cotidiano. O pior é que as pessoas ainda acreditam no “cada um que faça sua obrigação” ou no “eu só faço a minha parte” e nada fazem para colocar sua contribuição no todo, por menor ou maior que seja. Uma contribuição que melhoraria os ambientes mais importantes das vidas delas: o Lar e o Trabalho, locais onde passam a maior parte de suas vidas. Teste de Inteligência Emocional – Gratuito e/ou Certificado http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/inteligencia-emocional-faca-o-teste/78312 Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Amy Morin: Força mental é uma “abordagem tripla” de como controlar seus pensamentos, comportamentos e emoções

 Força mental muitas vezes não é refletida no que você faz. É geralmente vista no que você NÃO faz. Em seu livro “13 coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem”, Amy Morin escreve que desenvolver força mental é uma “abordagem tripla” de como controlar seus pensamentos, comportamentos e emoções. A seguir estão as 13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem: 1. Eles não perdem tempo sentindo pena de si mesmas Em vez disso, eles expressam gratidão. “Sentir pena de si mesmo é auto-destrutivo”, escreve Morin. “Entregar-se a auto-piedade dificulta se viver uma vida plena.” É perda de tempo, cria emoções negativas, e prejudica seus relacionamentos. A chave é “apreciar o que você tem”, ela escreve. O objetivo é trocar auto-piedade por gratidão. 2. Eles não cedem seu poder para os outros As pessoas cedem seu poder quando não há limites físicos e emocionais claros, Morin escreve. Você precisa lutar por si mesmo e traçar a linha divisória quando necessário. Se outras pessoas controlam suas ações, eles também definem o seu sucesso e auto-estima.É importante que você mantenha o controle de seus objetivos pessoais e trabalhe para atingi-los. Morin usa Oprah Winfrey como um exemplo de alguém com um forte apego ao seu poder. Winfrey cresceu lidando com a pobreza e com o abuso sexual, mas “ela escolheu por definir quem ia ser na vida, sem abrir mão seu poder.” 3. Eles não se intimidam com as mudanças Em vez disso, eles se aceitam e abraçam o inevitável. Há cinco estágios de mudança, Morin escreve: pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção. Seguir cada um dos cinco passos é crucial. Mudar pode ser assustador, mas evitar a mudança impede o crescimento. “Quanto mais você espera, mais difícil fica”, diz ela. “Outras pessoas vão superar você.” 4. Eles não se concentram em coisas que não podem controlar “Ter tudo sob controle é seguro, mas pensar que temos o poder de sempre puxar as cordas pode se tornar um problema“, escreve Morin. Tentar manter o controle de tudo é provávelmente uma resposta à ansiedade. “Ao invés de focar no gerenciamento da sua ansiedade, você tenta controlar seu ambiente”, diz ela. Deslocar seu foco para as coisas que você pode controlar pode criar uma mais felicidade, menos estresse, melhores relacionamentos, novas oportunidades e mais sucesso. 5. Eles não querem agradar a todos Muitas vezes julgamos a nós mesmos a partir do que os outros pensam sobre nós, o que é o oposto de resistência mental. Morin lista quatro fatos sobre tentar constantemente ser uma pessoa que agrada os outros: É uma perda de tempo; Você acaba sendo facilmente manipulado; Está tudo bem para os outros se você se sente desapontado ou nervoso; Você não pode agradar a todos. Aposentar de vez essa mentalidade de agradar a todos irá torná-lo mais forte e mais auto-confiante. 6. Eles não temem correr riscos calculados As pessoas geralmente têm medo de assumir riscos, seja financeiro, físico, emocional, social ou relacionado com os negócios, diz Morin. Mas é uma questão de falta de conhecimento. “A falta de conhecimento sobre a como calcular o risco leva ao aumento do medo”, Morin escreve. Para melhor analisar um risco, pergunte a si mesmo as seguintes perguntas: Quais são os benefícios potenciais? Quais são os custos potenciais? Como isso vai me ajudar a alcançar meu objetivo? Quais são as alternativas? Quão bom será se o melhor cenário se tornar realidade? Qual é a pior coisa que pode acontecer, e como eu posso reduzir a perda caso ocorra? Quão ruim será se o pior cenário se tornar realidade? Quanto essa decisão vai importar em cinco anos? 7. Eles não remoem o passado O passado é passado. Não há nenhuma maneira de mudar o que aconteceu, e “remoê-lo pode ser auto-destrutivo, impedindo-nos de desfrutar o presente e planejar o futuro”, Morin escreve. Não resolve nada, e pode levar à depressão, ela escreve. No entanto, pode haver um benefício em pensar no passado. Refletir sobre as lições aprendidas, considerando os fatos e não as emoções, e olhando para a situação a partir de uma nova perspectiva pode ser útil, diz ela. 8. Eles não cometem os mesmos erros repetidamente Refletir pode garantir que você não repita seus erros. É importante estudar o que deu errado, o que você poderia ter feito melhor, e como fazê-lo de forma diferente da próxima vez, Morin escreve. Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade pelo erro e criam um plano para evitar cometer os mesmos erros no futuro. 9. Eles não se ressentem com o sucesso de outras pessoas O ressentimento é como a raiva que permanece escondida e armazenada, diz Morin. Focar no sucesso de outra pessoa não vai pavimentar o caminho para o seu próprio sucesso, uma vez que distrai você do seu caminho. Mesmo se você se tornar bem sucedido, você nunca poderá ficar contente se você está sempre com o foco nos outros. Você também pode desvalorizar seus talentos e abandonar seus valores e relacionamentos. 10. Eles não desistem após o primeiro fracasso O sucesso não é imediato, e o fracasso é quase sempre um obstáculo que você terá que superar. “Tomemos, por exemplo, Theodor Geisel – também conhecido como Dr. Seuss – cujo primeiro livro foi rejeitado por mais de 20 editores”, diz Morin. Dr. Seuss é agora um autor popular nos EUA. Pensar que o fracasso é inaceitável ou que significa que você não é bom o suficiente não reflete força mental. Na verdade, “reerguer-se após um fracasso irá torná-lo mais forte”, Morin escreve. 11. Eles não tem medo de passar um tempo sozinhos “Criar um tempo para ficar a sós com seus pensamentos pode ser uma experiência poderosa para ajudá-lo a alcançar seus objetivos”, escreve Morin. Tornar-se mentalmente forte necessita que você precise ter tempo fora do cotidiano para se concentrar no seu crescimento. Aqui estão alguns dos benefícios de se ficar a sós, segundo Morin: Ficar só no escritório pode aumentar a produtividade Ficar só podem aumentar a sua empatia Tempo sozinho pode aumentar a criatividade Saber ficar só é bom para a saúde mental Ficar só é restaurador 12. Eles não sentem o mundo lhes deve nada É fácil ficar zangado com o mundo por suas falhas ou falta de sucesso, mas a verdade é que ninguém tem direito a qualquer coisa. Ela deve ser conquistada. “A vida não foi feita para ser justa”, diz Morin. Se algumas pessoas experimentam mais

Como melhorar sua resiliência

Thomas Edison, o inventor da lâmpada, realizou mais de mil experiências e enfrentou vários fracassos antes de realizar seu intento. Perguntado sobre como nunca desistira ou se desanimara entre as centenas de tentativas fracassadas, ele respondeu: “Eu nunca fracassei. Eu apenas descobri 10.000 maneiras que não funcionavam”. Quantos de nós temos essa qualidade de não desistir de tentar alcançar nossos objetivos? Quantos de nós não se deixam abater pelos obstáculos da vida e pelas crises do momento? Como destacamos em nosso último artigo, a resiliência é uma das 7 dicas eficazes para se vencer em 2017. Aqui vamos explicar como você pode desenvolvê-la. A resiliência separa os vencedores de todos os demais. Pessoas resilientes possuem um espírito heroico: são pessoas determinadas e motivadas que não desistem facilmente, nem cansam de tentar alcançar seus objetivos e propósito. A frase de Churchill ilustra a resiliência, que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa. Pessoas resilientes não se vitimizam – sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo, sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a crise! A resiliência é a capacidade de se recuperar de situações adversas ou de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa.A frase de Churchill ilustra a resiliência, que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa. Pessoas resilientes não se vitimizam – sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo, sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a crise! Resiliência: uma armadura psicológica A resiliência pode ser desenvolvida em qualquer idade. Ela fornece uma “armadura psicológica” composta por cinco elementos ou fatores. De acordo com George S. Everly Jr., Douglas A. Strouse e Dennis K. McCormack, autores do livro “Stronger: develop the resilience you need to succeed”, existem cinco atributos que caracterizam uma pessoa resiliente: Otimismo ativo Quando você se encontra ativamente otimista, você se torna um agente orientador da mudança. O seu otimismo é um instrumento poderoso, uma força interior capaz de impulsionar você corajosamente adiante, mesmo quando os demais estão fugindo da luta. Uma atitude otimista é uma afirmação psicológica que resulta em uma mudança fisiológica benéfica. Quando você se torna resiliente, o seu corpo é “sobrealimentado com um aumento moderado de hormônios como adrenalina, noradrenalina, ácido gama-aminobutírico, neuropeptídeo Y e cortisol”. Este surto de hormônios fortalece a memória e permite maior tolerância à dor, reações mais rápidas e maior consciência e força. O pensamento otimista torna as pessoas mais felizes e mais bem-sucedidas. Os “otimistas passivos” esperam algo melhor; porém os “otimistas ativos” tomam medidas para moldar o futuro. Por exemplo, para militares de elite, o sucesso ou o fracasso pode representar a vida ou a morte. Portanto uma atitude negativa pode significar a derrota. Em sua filosofia, o resiliente acredita que sucesso “acontece porque você faz tudo para que ele aconteça”. Uma dica aqui é: procure interpretar os acontecimentos na sua vida a fim de promover resultados eficazes e um ótimo desempenho. O seu mindset, isto é, a sua perspectiva mental sobre o evento, é fator determinante para o sucesso. Como dizia Henry Ford: “Se você acredita que você pode ou que você não pode, você está correto”. Estudos científicos comprovam que quanto mais sucessos você obtém, mais fácil é compreender o que é preciso para ser bem-sucedido, ou seja, aquilo que pode gerar maiores triunfos; o cérebro humano, então, vai acabar também vivendo na expectativa de alcançar novas conquistas. É a profecia que se autorealiza. Albert Bandura, da Universidade de Stanford, afirma que as pessoas podem desenvolver a autoeficácia, uma manifestação do otimismo ativo, através dos passos a seguir: Realizações pessoais – O sucesso gera sucesso. Comece com pequenos sucessos para aumentar a sua confiança. Observação – Observe as pessoas que conseguem alcançar os seus objetivos. Se elas podem chegar lá, você também pode. Incentivo e apoio – Quanto mais apoio você tiver, mais fácil vai ser desenvolver a autoconfiança e o otimismo. As pessoas vão apoiar você, caso você as apoie. Autocontrole – Mantenha a calma, procure além da gratificação instantânea, controle seus impulsos e se mantenha saudável. O otimismo ativo é mais do que uma esperança ou uma crença. É uma prescrição para que você se recupere, seja bem-sucedido e deixe de viver como vítima. Ação decisiva Para se recuperar de um revés temporário, as pessoas resilientes estão preparadas para agir com coragem. Uma pessoa que se sinta fortalecida e determinada é capaz de tomar decisões difíceis sob pressão e agir com proatividade, escolhendo entre várias opções e avançando. Este nível de determinação ajuda você a enfrentar os problemas de frente e aproveitar as adversidades para crescer e desenvolver resiliência. Mas para que isso aconteça, você precisa agir. As pessoas respeitam quem age com firmeza. Esse respeito constrói um efeito halo, isto é, as pessoas veem com bons olhos e admiram os mais determinados. Para elas, uma atitude orientada à ação é louvável e possui um potencial impulsionador de carreiras. Por isso, a dica é: aja com determinação e aprenda a superar os comumente obstáculos existentes tais como: Medo paralisante do fracasso Medo do ridículo Procrastinação Falhar ao comunicar os detalhes relevantes a respeito das suas ações Tentar agradar a todos Sentir-se intimidado pela extensão do desafio Perder a visão dos objetivos de longo prazo

Comportamental: Psicóloga de Harvard diz que as pessoas julgam você em segundos por esses critérios (com vídeo)

As pessoas avaliam você em segundos, mas o que exatamente eles estão avaliando?   A professora de Harvard Business School, Amy Cuddy, vem estudando as primeiras impressões ao lado dos colegas psicólogos Susan Fiske e Peter Glick por mais de 15 anos, e descobriu padrões nessas interações. Em seu novo livro, “Presença”, Cuddy diz que as pessoas respondem rapidamente duas perguntas quando eles te encontram pela primeira vez: Posso confiar nesta pessoa? Eu posso respeitar esta pessoa? Os psicólogos referem-se a estas dimensões como cordialidade e competência, respectivamente, e, idealmente, você quer ser percebido tendo ambos. Curiosamente, Cuddy diz que a maioria das pessoas, especialmente em um contexto profissional, acreditam que a competência é o fator mais importante. Afinal, eles querem provar que eles são inteligentes e talentosos o suficiente para lidar com o seu negócio. Mas, na verdade a cordialidade, ou confiabilidade, é o fator mais importante na forma como as pessoas avaliam você. “De uma perspectiva evolucionária”, diz Cuddy, “é mais crucial para a nossa sobrevivência saber se uma pessoa merece a nossa confiança.” Faz sentido quando você considera que para os homens das cavernas era mais importante descobrir se seu companheiro estava lá para matá-lo e roubar todos os seus bens ou se ele era competente o suficiente para construir um bom fogo com você. Enquanto a competência é altamente valorizada, Cuddy diz que ela é avaliada apenas depois que a confiança é estabelecida. E, que se concentrar demais em exibir a sua força pode sair pela culatra. Cuddy diz que estagiários de MBA são muitas vezes tão preocupados com parecerem inteligentes e competentes que isso pode levá-los a ignorar eventos sociais, não pedir ajuda, e geralmente parecer inacessível. “UMA PESSOA CALOROSA, CONFIÁVEL QUE TAMBÉM É FORTE PROVOCA ADMIRAÇÃO, MAS SÓ DEPOIS QUE VOCÊ ESTABELECEU A CONFIANÇA É QUE SUA FORÇA SE TORNA UM DOM E NÃO UMA AMEAÇA.” Estes overachievers podem se frustrar ao não recebem a oferta de emprego porque ninguém os conheceu melhor para confiar neles como pessoas. “Se alguém que você está tentando influenciar não confia em você, você não vai chegar muito longe. Na verdade, você pode até provocar suspeitas porque você parecer apenas um grande manipulador”, diz Cuddy. ASSISTA A PALESTRA:  

A Psicologia e a transformação de nós mesmos; técnicas e teorias para promover equilíbrio nas relações familiares

Em 27 de agosto de 1962, a Psicologia foi regulamentada como profissão no Brasil pela Lei n.º 4.119/62 e, desde então, nesta data comemora-se o aniversário da Psicologia. Entre as atribuições do trabalho de psicólogas e psicólogos citados naquela lei, algumas nos saltam aos olhos, como “solução de problemas de ajustamento” e “orientação e seleção profissional”. Isso nos mostra não apenas o quanto a profissão avançou mas também como a sociedade mudou. Em 2016, a demanda das pessoas se afasta da adequação às expectativas da sociedade, assim como as demandas das organizações não estão apenas relacionadas a encontrar o profissional para um cargo disponibilizado. Hoje, a busca é pela qualidade de vida, por experiências positivas, pela sustentabilidade, pela igualdade de oportunidades. A Psicologia, neste cenário, surge como uma disciplina e como uma profissão capaz de acolher essas demandas, problematizá-las e, em parceria, trabalhá-las. O trabalho de psicólogas e psicólogos como psicoterapeutas é amplamente conhecido e aceito. Podemos dizer que cada pessoa é um universo em si, com seus mistérios, seus desejos, seus segredos, seus sofrimentos. Quando uma pessoa passa a se conhecer e a se respeitar, todas suas relações são influenciadas: com amigos, no trabalho, na família. Apontamos também que cada pessoa tem algumas características que estão em potencial, que só passa a conhecer caso haja alguma mudança na vida: uma nova oportunidade de emprego ou uma doença podem nos fazer desenvolver aspectos pessoais inesperados e surpreendentes. Cada pessoa é um potencial transformador de si e do mundo. A Psicologia dispõe de técnicas e teorias para promover equilíbrio nas relações familiares: manejo parental, terapia de casal ou familiar são alguns exemplos. As pessoas querem promover valores singelos como o respeito aos mais velhos, passar mais tempo com os filhos, aproveitar o lazer com quem se ama. Por outro lado, a Psicologia oferece recursos para compreendermos e construirmos políticas contra a violência doméstica ou para sustentar o casamento livre de qualquer casal que se ame. Nos ambientes de trabalho, conhecemos os efeitos que uma liderança positiva na produção de uma empresa. Esses aspectos perpassam o desenvolvimento de inteligência emocional e controle do estresse. Entretanto ainda temos desafios, como criar ambientes que inibam o assédio moral e alcançar a igualdade de oportunidades e salários entre homens e mulheres. Neste aniversário da Psicologia, convidamos a uma reflexão sobre quais são os caminhos que queremos seguir, pessoal e profissionalmente, e também para a sociedade Se, contemporaneamente, temos a expectativa de aproveitar a vida plenamente, encontramos um limite entre o desfrutar da individualidade e as necessidades coletivas. Nem sempre reconhecemos nossa responsabilidade pelos nossos desejos e muitas vezes não temos dimensão do potencial transformador que possuímos. De maneira mais abrangente, podemos pensar no momento conturbado pelo qual passa nosso país. Muitas vezes reivindicamos os direitos que parecem ser tomados de nós a cada dia – segurança, educação, trabalho. Este país é deles ou é nosso? Para entendermos essa situação, recorremos a economistas ou a cientistas políticos, mas cabe uma provocação aos meios de comunicação, aos legisladores e juristas sobre a contribuição da Psicologia e sobre sua leitura do social. Ainda temos muitos aspectos subjetivos e sociais a compreender. Síndrome de vira lata? País do futuro? Neste aniversário da Psicologia, convidamos a uma reflexão sobre quais são os caminhos que queremos seguir, pessoal e profissionalmente, e também para a sociedade. Podemos e precisamos afirmar as múltiplas expressões da subjetividade e oportunizar a criatividade pessoal, política e corporativa. Sabedores de que somos potenciais transformadores de nós mesmos e da nossa sociedade, contamos com a Psicologia para enfrentarmos o desafio. Bruno Jardini Mäder é psicólogo e compõe a diretoria do CRP-PR como Conselheiro Tesoureiro. Fonte:( http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/a-psicologia-e-a-transformacao-de-nos-mesmos-54leqn9a8fi8o59mdp6l67aqg)

Pensando em aposentar-se? Atue no conselho de administração das empresas

No universo do mercado de trabalho, existe uma equação que frequentemente é colocada e nem sempre solucionada: qual é a vida útil de um executivo? A pergunta não tem uma resposta simples, mas é inegável que a experiência, adquirida com a idade e os anos de profissão, é determinante para qualquer organização. O Brasil tem hoje, aproximadamente, 15 milhões de pessoas com 65 anos ou mais. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 30% da população brasileira, até 2050, será composta por indivíduos com mais de 60 anos. Os números evidenciam a importância cada vez mais essa faixa etária terá cada vez mais cargos diretivos das empresas. Ou seja, a vida útil tende a aumentar no mercado de trabalho. De acordo com a administradora Vera Vasconcellos consultora de carreira sênior da Consultoria Productive, é preciso separar a idade cronológica da profissional de fato. O que significa compreender a experiência adquirida e não somente o acumulo de anos na certidão de nascimento. De uma maneira geral, ter pessoas mais experientes traz um equilíbrio para as decisões. Contrabalança com gente mais impulsiva. O mais velho olha as coisas com um pouco mais de amplitude. Isso é positivo e as empresas já estão vendo dessa forma. Há uma bagagem que só o tempo pode construir e isso deve ser levado em conta”, afirma. Segundo Alexandre Wander consultor financeiro da Gecompany, consultoria e treinamentos de executivos em gestão financeira; o que não pode envelhecer nas empresas é o seu modelo de gestão e não as pessoas; profissionais experientes atualizados pode ser um modelo mais assertivo de gerenciamento. Entretanto o profissional precisa manter-se atualizado e não ter paradigmas de que o modelo do velho gerenciamento poder ser aplicado num mundo sem fronteiras e altamente competitivo. Mara Turolla, diretora de Coaching da Consultoria Career Center, concorda com a colega. “Mais do que falar de idade, é interessante falar de maturidade, é nesses momentos complexos que estamos vivendo nesse cenário econômico global e nacional, além de lidar com esses momentos dentro das empresas.  Muitas vezes o emocional sobrepõe o racional, com todo mundo mais tenso e o fato de ter executivos muito jovens que não passaram por essas experiências pode ser um complicador ao enfrentar situações como as atuais”, opina. Um estudo realizado pela consultoria de Recursos Humanos Hays mostrou, inclusive, a preferência de algumas companhias na contratação desse perfil de profissional. Ao todo, 20% das empresas têm escolhido chamar de volta ao trabalho quem já se aposentou ou manter quem tem idade para se aposentar. Desse total, as funções mais procuradas são de cargos técnicos, de diretoria e para a gerência. Outro fator importante é que as empresas já entendem que a faixa etária acima dos 60 anos é responsável por um índice elevado de consumo. Portanto, é importante ter em seus quadros gestores desse mesmo perfil, que entendam o público. Atualmente, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o Brasil já passou do 24 milhões de consumidores acima de 60 anos. Conselho de Administração Um caminho talvez menos conhecido, mas não menos importante, que gestores muito experientes podem seguir é o dos Conselhos de Administração das empresas. Embora não tenha papel executivo, eles são a “visão de longo prazo” das corporações. “Talvez seja o último passo da trajetória corporativa. Para um CEO global de uma grande empresa, o passo seguinte é ir para o Conselho de Administração. É uma alternativa que tem sido frequente”, diz Vera. No entanto, a especialista alerta que ir para o Conselho não significa menos trabalho ou energia. “Eu não gosto da ideia de que o profissional vai ser Conselheiro porque quer calma, perdeu a energia. O Conselheiro pode trabalhar menos horas mas precisa de energia. Muda o contexto, mas precisa estar igualmente motivado”, completa. O administrador Manoel Horácio Francisco da Silva presidiu a Divisão de Papel e Celulose da Cia. Vale do Rio Doce, Vale do Rio Doce Energia, Vale do Rio Doce Navegação (Docenave), Sharp Equipamentos Eletrônicos, Ficap e Matec – Matel Tecnologia de Telecomunicações (Grupo Ericsson). Depois do vasto currículo executivo, encaminhou-se para a etapa dos Conselhos de Administração. Atualmente, é presidente do Conselho de Administração da TIM. “No Conselho se olha mais a função estratégica, de longo prazo. O executivo, por sua vez, está mais preocupado com resultado puro. Por isso, a experiência é importante no Conselho. Alguém que passou a vida toda resolvendo problemas operacionais está mais preparado para entender onde está a empresa e olhar para a frente. Mas a motivação de ajudar a empresa tem que estar sempre presente”, afirma. Whitaker, que participou, entre outros, do Conselho de Administração do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), concorda com os colegas. “Os Conselhos são fundamentais. Embora não tenha o poder de execução, os membros únicos que podem apontar direções ao CEO. Ele existe justamente para ser esse equilíbrio entre os desejos da organização e de seus comandantes. Portanto, é um caminho não só recompensador do ponto de vista profissional, mas também necessário para o bom funcionamento de uma empresa. Por isso, o profissional pode se sentir privilegiado ao ingressar em um desses quadros”, explica. Para quem deseja trilhar esse caminho, é preciso ter em vista que, assim como qualquer cargo dentro de uma organização, este também exige preparação e dedicação. Engana-se quem acredita que ser integrante de um conselho exige menor comprometimento, como lembra Manoel Horácio Silva. ““Antes o Conselho de Administração era o amigo do dono. Agora é muito mais profissional. Os Conselhos são independentes do interesse do controlador. É importante ter variedade de talentos, fazer uma mescla. Ter alguém lá dentro que viveu o mercado e queira acrescentar”, afirma. “O mundo corporativo começa a aposentar os executivos em uma faixa entre os 55 e 60 anos, em média. Essas pessoas têm muitos anos úteis e podem contribuir de outras formas, como se preparando em governança para participar de Conselhos. Fazer parte de um Conselho é um caminho que pode ser seguido. Para isso é necessário se preparar