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INSTRUMENTOS FINANCEIROS – CPC 38 E 39 – CONCEITOS E APLICABILIDADE

Apresenta o referido CPC 39 emitido pelo COMITÊ DE PRONUNCIAMENTO CONTÁBEIS que o objetivo do pronunciamento é estabelecer princípios para a apresentação de instrumentos financeiros como passivo ou patrimônio líquido e para compensação de ativos financeiros e passivos financeiros. Aplica-se à classificação de instrumentos financeiros, na perspectiva do emitente, em ativos financeiros, passivos financeiros e instrumentos patrimoniais; a classificação de juros respectivos, dividendos, perdas e ganhos; e as circunstâncias em que ativos financeiros e passivos financeiros devem ser compensados. INSTRUMENTOS FINANCEIROS: De acordo o pronunciamento técnico CPC 39 um instrumento financeiro é um contrato que dá origem a um ativo financeiro de uma entidade e a um passivo financeiro ou instrumento patrimonial de outra entidade. Um ativo financeiro é um ativo com as características de (a) caixa (b) instrumento patrimonial de outra entidade (participação no patrimônio líquido de outra entidade), tais como: Ações; Quotas; Bônus de subscrição; Um direito contratual de receber caixa ou outro ativo financeiro de outra entidade ou de trocar ativos ou passivos financeiros com outra entidade em condições potencialmente favoráveis, e também um contrato que pode ser liquidado em instrumentos patrimoniais da própria entidade. Um passivo financeiro: É um instrumento que estabelece: Uma obrigação contratual de entregar caixa ou outro ativo financeiro a uma outra entidade; Trocar ativos ou passivos financeiros em condições que estão potencialmente desfavoráveis; ou um contrato que pode ser liquidado em instrumentos patrimoniais da própria empresa Dentro desta definição podemos ver que um INSTRUMENTO FINANCEIRO ATIVO é caixa ou um contrato cuja finalidade é receber um ATIVO FINANCEIRO em uma data futura. Não é um bem de uso (como os ativos) e sim um instrumento de troca. Assim, quando um investidor adquire uma ação de uma companhia aberta ele não está interessado em qualquer valor intrínseco que a ação possa ter, por exemplo: um estoque de mercadorias que serão comercializadas com lucro ou os ativos imobilizados de uma empresa. O que interessa são os dividendos e os ganhos de capitais, decorrente da valorização do valor das ações da empresa que são comercializadas nas bolsas de valores (ativos financeiros). O mesmo ocorre com um investidor que adquire um CDB (certificado de depósito bancário) de uma instituição financeira. Sua principal intenção é receber fluxos de caixa em uma data futura – novamente não há o que se falar em valor intrínseco do contrato. Assim, os instrumentos financeiros estabelecem uma relação entre o investimento realizado no momento presente (aspecto essencial do contrato estabelecido) e os fluxos de caixa ou outro ativo financeiro. O mesmo se dá em sentido inverso, ou seja, há uma obrigação dos instrumentos financeiros passivos. Merecem destaque especial entre os instrumentos financeiros são os derivativos. DERIVATIVOS: são instrumentos financeiros de uma classe especial, eles possuem três características concomitantes: Investimento inicial nulo ou muito pequeno Valor baseado no valor de um ou mais itens subjacentes Serão liquidados por diferença (pelo líquido) em uma data futura Nos instrumentos financeiros tradicionais quando investidor decido em comprar uma ação ele desembolsa a totalidade do valor adquirido. Por exemplo você adquire o valor de uma ação por R$ 100,00 e neste exemplo você se torna proprietário da ação. Em um derivativo, por outro lado, nos derivativos ele assume uma posição de compra no futuro apostando no seu valor futuro e desembolsa apenas a diferença. Assim ele efetua uma compra futura e goza apenas dos benefícios das ações da empresa. Não é necessário pagar pela totalidade das ações. Ou seja, assume o risco do resultado derivado de um ativo, sem precisa comprar efetivamente o total do ativo. O investidor paga um pequeno prêmio de um contrato de opção que lhe dará o direito (opção de compra) de comprar as ações da empresa por um valor preestabelecido (preço do exercício – R$ 110,00, por exemplo) em uma data futura. Se o preço da ação for acima do preço do exercício o investidor ganhará a valorização da ação, por exemplo, R$ 20,00 se o preço do exercício for a R$ 130,00; se o preço da ação cair (a opção virou pó no jargão do mercado) o investidor perderá somente o prêmio. O investidor nesse caso é chamado de titular (quem pagou o prêmio). O outro participante que recebeu o prêmio é chamado de lançador da opção. Nos contratos de opções existe o pagamento do prêmio. Em outros contratos como os contratos a termo, futuros e swaps não há o pagamento de qualquer prêmio inicialmente (somente margens de garantias para as operações realizadas em bolsas). Ou seja, existe o risco e o benefício, mas não há o desembolso inicial. Essa característica dos derivativos faz com que eles gerem grande alavancagem possível para os participantes. Essa alavancagem poder gerar grandes perdas e ganhos (imagine o que aconteceria se o valor da ação fosse para R$ 300,00. No entanto, antes de procedera contabilização dos instrumentos financeiros, deve-se atentar para algumas exclusões expressas pelos CPC 38, por exemplo: Investimentos em controladas, coligadas e empreendimentos em conjuntos devem seguir as orientações dos CPC 35, CPC 36, CPC 18 Direitos e obrigações relativos a arrendamentos mercantis (leasing) devem seguir orientações do CPC 06. Direitos e obrigações dos empregadores decorrentes de benefícios aos empregados devem seguir os pronunciamentos do CPC 33. quanto ao demais consultar o MANUAL DE SOCIEDADES POR AÇÕES – FIPECAFI – página 120. Passivos financeiros e instrumentos patrimoniais Quando uma entidade usa instrumentos financeiros para captar recursos para financiar suas operações, ela pode se utilizar de: Instrumentos financeiros passivos, ou Títulos patrimoniais. Essa classificação é essencial porque determina a apresentação desses instrumentos financeiros dentro de um grupo do passivo ou do patrimônio líquido. Segundo o CPC 39, o instrumento será um instrumento patrimonial se, e somente se, estiver de acordo com ambas as condições (a) e (b) a seguir: a) O instrumento não possuir obrigação contratual de: Entregar caixa ou outro ativo financeiro à outra entidade; ou Trocar ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade potencialmente desfavoráveis ao emissor; b) Se o instrumento será ou poderá ser liquidado por instrumentos patrimoniais do próprio emitente, é: Um não derivativo

Conceitos e aplicabilidade da Rentabilidade Operacional e Financeira

RENTABILIDADE: RENTABILIDADE: É a parte mais importante da análise financeira, pois objetiva mensurar o volume do capital investido em relação ao RESULTADO OPERACIONAL que estes investimentos geraram; e quanto correlacionamos estas duas bases podemos comparar empresas de qualquer segmento com qualquer tipo de investimento e efetuarmos análises com outros ativos do mercado, tais como: BOVESPA, CONCORRÊNCIA, OURO, SELIC, IMÓVEIS, etc. Estes indicadores, de rentabilidade, visam avaliar os resultados auferidos por uma empresa em relação a determinados parâmetros que melhor revelem suas dimensões. Podemos obter diversas relações entre as análises de lucratividade e de rentabilidade, objetivando aferir o comportamento da empresa junto ao setor, e frente as alternativas de investimento e financiamento. Se uma empresa em seu conjunto de projetos apresentar uma rentabilidade acima da linha de mercado,  ela pode ingressar financiamentos (capital de terceiros) dentro de sua operação; caso contrário ela deverá rever sua estratégia de fontes de financiamentos; pois um custo de financiamento bancário acima da força natural de uma empresa poderá causar sérios danos a sua saúde financeira. Por este motivo, conforme mencionamos acima a importância de analisarmo o RESULTADO OPERACIONAL, antes de deduzirmos as despesas financeiras, objetivando assim analisarmos a empresa como se ela não tivesse o custo do endividamento bancário. Neste tipo de análise o indicador que melhor contribuir é o ROI (return on investiments); ou o RETORNO DO INVESTIMENTO. Por exemplo: Se uma empresa possuir um investimento total de R$ 10.000,00 (entre capital de giro e investimentos em ativo imobilizado) e o seu resultado operacional após os impostos gerou R$1.000,00 de lucro operacional anual;  podemos dizer que o ROI da empresa foi de 10%. Assim podemos comparar o desempenho da empresa com rendimentos de outros investimentos do mercado, tais como: POUPANÇA; OURO; IMÓVEIS; CONCORRENTE; SELIC; BOVESPA, etc. permitindo assim uma comparabilidade com o MERCADO. ROI: RETURN ON INVESTIMENTS: Em finanças o ROI representa o volume de lucro gerado decorrente do capital investido numa empresa (o seu ativo operacional) e gerenciar e analisar criteriosamente o ROI é fundamental;  sendo que a ausência desta gestão pode ser o divisor entre o sucesso e o fracasso de muitas empresas. O ROI é um indicador resultante da divisão do LUCRO OPERACIONAL após os IMPOSTOS pelo ATIVO OPERACIONAL, ou seja, procuramos conhecer o desempenho do ATIVO OPERACIONAL independente da sua fonte de financiamentos, o que se analise aqui é o resultado genuíno de uma empresa como se ela não tivesse o endividamento bancário. Quando analisamos o ROI analisamos apenas o lado esquerdo o BALANCO PATRIMONIAL (o seu ATIVO OPERACIONAL) sem preocupar-se com suas fontes de financiamentos. Assim quando uma empresa investe no seu ATIVO OPERACIONAL o propósito é que ele gere o LUCRO OPERACIONAL através da comercialização dos seus produtos. O demonstrativo contábil e financeiro que melhor apresenta o resultado da operação que apura o resultado da venda e a dedução dos custos e despesas é a DRE (demonstração do resultado do exercício); conforme apresentamos abaixo: Verifique no quadro acima que o RESULTADO OPERACIONAL é o LUCRO OPERACIONAL da empresa, antes dos juros do FINANCIAMENTO BANCÁRIO e quando correlacionamos este número, após a dedução do IMPOSTO DE RENDA sobre o lucro, estamos apurando o resultando como se esta empresa não tivesse o FINANCIAMENTO BANCÁRIO e o seu respectivo juros do financiamento. Assim a Demonstração do resultado (DRE) sem o custo do financiamento bancário seria o seguinte: O resultado operacional deduzido o imposto chamamos de NOPAT e quando dividimos este valor pelo ATIVO OPERACIONAL chegamos no RETORNO DO INVESTIMENTO, ou do ATIVO OPERACIONAL. Este indicador visa medir a saúde genuína de uma empresa, pois medimos o RESULTADO OPERACIONAL DEDUZIDO DOS IMPOSTOS (NOPAT) em relação ao VOLUME DO CAPITAL INVESTIDO NO SEU ATIVO OPERACIONAL, visualizando assim a RENTABILIDADE PURA da empresa, sendo como um FATOR IMPORTANTE para tomada de decisão se vale a pena TOMARMOS RECURSOS DE TERCEIROS para FINANCIAMENTO DOS ATIVOS; Verifique nos quadros acima da DRE; que se a empresa não tivesse o endividamento bancário e por consequência o juros (despesas) correspondente a base de cálculo do imposto de renda seria de R$ 3.761,226 em 2010 e R$ 3.932.055 em 2011 e por consequência o imposto sobre o lucro seria de R$ 1.316.429 em 2010 e de R$ 1.376.219 em 2011; porém pela inclusão da despesa financeira a base de cálculo foi reduzida e também o imposto a pagar para R$ 663.236 em 2010 e R$ 694.961 em 2011; podemos visualizar que a despesa financeira contribuiu em reduzir o montante do imposto a ser pago ao governo devido a sua dedutibilidade na base de cálculo do imposto ao fisco. Concluímos que a redução do imposto a pagar não teve como origem o lucro operacional gerado pelo ATIVO OPERACIONAL; mas sim, o juros provenientes do FINANCIAMENTO BANCÁRIO; podemos assim, melhor demonstrar o resultado do ganho tributário como um redutor na sua origem; a despesa financeira; conforme apresentamos no quadro abaixo: Conceito das taxas de financiamento bancário: Quando dividimos DESPESA FINANCEIRA BRUTA  pela a origem do seu financiamento bancário que encontra-se registrada no BALANÇO PATRIMONIAL DA EMPRESA (no lado direito que denominado passivo) onde temos um valor de CAPITAL DE TERCEIROS de R$ 8.223.898 e quando dividimos os encargos financeiros de R$ 1.866,266 (sem considerar o benefício fiscal) chegamos a uma taxa bruta de 22,69%; porém quando consideremos o efeito da economia do imposto em sua origem (os encargos financeiros) e utilizamos a despesa financeira líquida de R$ 1.213.073 temos uma taxa de 14,75%. Porém quando dividimos a DESPESA FINANCEIRA LIQUIDA (KI): considerando o efeito da enocomia do imposto em sua origem chegamos a uma taxa de 14,75%; sendo esta a base ideal para calcularmos o CUSTO DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO a ser utilizado numa análise financeira. Os modelos de cálculo que comprova a redução da taxa apresentamos a seguir: Despesa bruta registrada na DRE: R$ 1.866.266,00 (x) 35% = R$ 653193,10 (benefício fiscal da despesa financeira bruta): R$ 1.866.266,00 (-) R$ 653.193,10 = R$ 1.213.073,00 (despesa financeira líquida) Um outro exemplo: Taxa originalmente contratada: 22,69% (x) (1 – 35%) = taxa liquida: 14,75%.

Modelo de contabilização da folha de pagamento

O entendimento sobre um modelo prático para a contabilização da folha de pagamento tem sido um desafio para iniciantes aos profissionais da contabilidade financeira. Em primeiro instante, é preciso entender que os funcionários estão alocados ao seu local de trabalho; que chamamos de departamento, representando a unidade minima administrativa onde os funcionários encontram-se alocados. Assim, uma empresa encontra-se dividida em áreas, que chamamos de departamentos; exemplificamos abaixo algumas das principais segregações (departamentos): Departamento produtivo: Local onde estão alocados os funcionários da produção e que tem contato direto com a manufatura (produção dos produtos) Departamento produtivo direto: Local onde estão alocados os funcionários que atuam diretamente no processo produtivo Departamento produtivo indireto: Local onde estão alocados os funcionários que orientam o pessoal da produção; tais como os gerentes e supervisores do processo produtivo. Departamento administrativo: Local onde estão alocados os funcionários da administração, e quem como função em administrar os recursos alocados dentro de uma empresa; tais como: Departamento de controladoria; departamento financeiro; departamento jurídico, etc. Departamento comercial: Local onde estão alocados os funcionários que atuam diretamente com os clientes, no objetivo de realizar ou impulsionar as vendas; tais como os gerentes e diretores comerciais; representantes de vendas; vendedores; departamento de marketing; etc. Conforme demonstramos acima existem funções específicas e os funcionários são alocados em diversos departamentos dentro de uma empresa; e complementando temos outros departamentos, tais como: da portaria; segurança; almoxarifado e armazenagem. O desafio do processamento da folha de pagamento ao profissional da contabilidade é a correta alocação dos gastos com pessoal aos seus respectivos departamentos e para isto o pleno entendimento da elaboração de um roteiro de contabilização (plano de contas) contribuirá na rápida e correta alocação dos gastos aos seus respectivos departamentos. Afim de facilitar nossa explicação, convencionou-se num modelo prático em elaborar um plano de contas (roteiro para contabilização dos gastos empresariais) em: Grupo de contas do processo produtivo: Neste grupo são classificados os gastos com o pessoal da produção, que denominou-se entendê-los como custos diretos e indiretos; sendo importante a correta classificação, pois este grupo são classificados os gastos alocados a produção e todo o valor contabilização neste grupo, de acordo com o modelo de custo denominado e aceito pela legislação tributária, o custeio por absorção, tornam-se primeiramente estoque e somente são classificados no CUSTO DO PRODUTO VENDIDO no momento da transferência de posse (venda do produto) ao mercado consumidor. Para individualizar os gastos com o pessoal do processo produtos (diretos e indiretos), um modelo aceito é que seja direcionado ao grupo de contas com os dígitos 3.1.1 Grupo de contas do administrativo: Neste grupos são classificados os gastos com o pessoal da administração e que denominou-se entende-los como despesas; pois refere-se aos gastos da administração e este pessoal não tem contato direto com o processo produtivo e de acordo a legislação tributária, o custeio por absorção, estes gastos tornam-se diretamente despesas e não são alocados ao CUSTO DO PRODUTO PRODUZIDO ou VENDIDO, sem transitar ao estoque e no fechamento mensal são alocados diretamente como dedução do lucro, sem transitar ao estoque do produto produzido. Para individualizar os gastos com o pessoal da administração, um modelo aceito é que seja direcionado ao grupo de contas com os dígitos 3.2.1 Grupo de contas do comercial: Neste grupos são classificados os gastos com o pessoal do departamento comercial, vendas e marketing e que denominou-se entende-los como despesas; pois refere-se aos gastos de vendas e este pessoal não tem contato direto com o processo produtivo e de acordo a legislação tributária, o custeio por absorção, estes gastos tornam-se diretamente despesas e não são alocados ao CUSTO DO PRODUTO PRODUZIDO ou VENDIDO, sem transitar ao estoque e no fechamento mensal são alocados diretamente como dedução do lucro, sem transitar ao estoque do produto produzido. Para individualizar os gastos com o pessoal do comercial da administração, um modelo aceito é que seja direcionado ao grupo de contas com os dígitos 3.3.1 Verifique nos parágrafos anteriores que os grupos são segregados pelo segundo dígito de classificação: 3.1.1; 3.2.1 e 3.3.1. Os 03 primeiros dígitos representam os grupos e os demais, dígitos a partir daí representam as contas contábeis de acordo aos eventos que direcionam os gastos, o modelo abaixo demonstra a segregação contábil dos eventos de acordo a departamentalização. Verifique que as nomenclaturas (nomes das contas, são praticamente os mesmos, o que individualiza os gastos são as classificações ao seu respectivos grupos, os gastos do processo produtivo no grupo de contas: 3.1.1. os gastos da administração no produto de contas: 3.2.1 e os gastos do comercial no grupo de contas: 3.3.1 Para um melhor desmembramento e simplificação, podemos utilizar de um artifício ainda mais valioso que denominamos o grupo dos centro de custos; assim numa fábrica de cerveja ou refrigerantes temos os seguintes departamentos: Departamento de processo: Onde ocorre a fabricação do produto (cerveja ou refrigerante) Departamento de maturação: Onde ocorre um período em que a cerveja ou refrigerante entra num processo de purificação ou decantação Departamento de envase: Onde o produto já pronto são alocados as latas ou vasilhames Visando individualizar os gastos dos departamentos do processo produtivo, podemos agregar as seguintes classificações complementares as contas anteriormente apresentadas: Departamento de processo: Centro de custo 11. 101 Departamento de maturação: Centro de custo 11.102 Departamento de envase: Centro de custo 11.103 Exemplos: Os gastos com salários do processo produtivo do departamento do processo seria classificado no seguinte modo: 3.11.03.01.01 (conta de salários) 11.101 (centro de custo da produção) Os gastos com salários do processo de maturação do departamento do processo seria classificado no seguintes modo: 3.11.03.01.01 (conta de salários) 11.102 (centro de custo da maturação) E finalmente, os gastos com salários do processo de envase do departamento do processo seria classificado no seguintes modo: 3.11.03.01.01 (conta de salários) 11.103 (centro de custo do envase) Verifique que a única alteração de individualização foi o centro de custo e a conta é a mesma, assim se uma empresa tiver um gasto no valor de R$ 500.000,00 classificada na conta 3.11.03.01.01, podemos segregar os gastos efetuando a abertura

Confie em você mesmo, porque você tem a Força para mudar e vai mudar!

Acredite nisso, porque tudo é possível a todos os que acreditarem em si e perseverarem em sua causa! Sim, perseverar é matematicamente preciso, porque muitos negócios, empregos e relacionamentos de qualquer tipo costumam esbarrar no famoso “morreu na praia” ou no “se eu tivesse tido um pouco mais de tempo, salvaria o ……”. A Teoria da Inteligência Emocional (IE) foi formulada por Daniel Goleman (PHD – Harvard) e comprova a assertiva acima. Ou seja, todo e qualquer sonho pode se materializar mesmo (se assim não fosse o Criador seria ‘injusto’)! O Autor da Teoria, após examinar cerca de 500 organizações, em todo o mundo, descobriu que os profissionais mais bem-sucedidos não são os que apresentam maior Quociente de Inteligência (QI) ou maior conhecimento acadêmico, porque boa parte de quem tem QI alto ou um bom conhecimento especializado, trabalha para quem não o têm! O que é Inteligência Emocional? Inteligência Emocional é a capacidade que todo ser humano tem de perceber e gerenciar suas emoções nas suas relações com outras pessoas, no dia-a-dia e sempre, porque a evolução é uma constante para tudo e para todos. Como obter a Inteligência Emocional? Todos PODEM conquistar sua IE, desde que obtenham esses 03 pressupostos básicos fundamentais: 1- Oportunidade Este pressuposto continua sendo uma opção do Livre Arbítrio de quem tem coragem para acionar o que quer! Interessante notar que a esmagadora maioria dos que se queixam – o tempo todo -, alegam “falta de sorte na vida”, mas nada fazem para criar oportunidades para a pessoa mais importante de suas vidas= ELES PRÓPRIOS! 2- Ambiente propício Este pressuposto sempre depende da boa vontade de todos e é um ponto vital para quem quer desenvolver-se! Fique e desenvolva sua IE, se você for um liderado que trabalha em um ambiente propício ao seu desenvolvimento. Mantenha sempre o bom ambiente, se você for o Líder. E, como Líder, nunca mantenha quem desarmoniza locais ou pessoas e nunca se mantenha trabalhando em locais que você não tenha condições para harmonizar propiciamente! 3- Tempo necessário Fundamental conceder tempo a todo e qualquer Colaborador que demonstre interesse em desenvolver-se! Interessante notar que muitos negócios, empregos e relacionamentos de qualquer tipo morrem pela falta do tempo mínimo necessário ao autodesenvolvimento, conforme citei no 2º parágrafo deste Artigo… Claro que tempo é dinheiro. Mas, se previamente negociado, poderemos monitorar a evolução de quem decidiu que de fato quer evoluir. Ou seja, só fica na empresa enquanto merecer, enquanto justificar nosso investimento. CONHECIMENTOS DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PODEM AJUDAR A MUDAR-ME? Sim, porque os conceitos de inteligência emocional também descrevem a competência e a capacidade das pessoas que precisam lidar e se adaptar às extraordinárias mudanças que já ocorrem hoje e ocorrerão nas próximas décadas. Como cada um de nós é o único responsável pela própria existência, devo lembrar que a cada momento presente sou eu quem constrói o meu futuro, assim como a cada momento passado fui eu quem construiu o meu atual presente. Está ruim? Então mude cada momento presente para fazer do seu futuro um “Eterno Presente”! Está bom? Parabéns, mas lembre-se de que dá para melhorar e melhorar muito mais, a cada momento presente! Encerro este Artigo desejando que a a força esteja com você! ____________ Como a Ordem Jedi era formada por um grupo de filósofos que contemplava os mistérios do campo de energia chamado Força, com o passar do tempo alguns dos membros do grupo dominavam a Força. Depois disso eles se dedicavam a usar suas recém descobertas habilidades e poderes para o bem, ajudando aqueles que precisavam. Nos milhares de anos que se seguiram, os Jedi serviriam como protetores da República Galáctica (G. Lucas, Star Wars). ____________ Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Matemática Financeira: conceitos e aplicabilidade

Os slides abaixo apresentam conceitos sobre a disciplina da Matemática Financeira: Um bom estudo prof. Alexandre Wander     continue visitando: material em construção Prof. Alexandre Wander            

Zona de Conforto – Um Vírus poderosíssimo

Detectei, em uma das minhas Consultadas, um vírus perigosíssimo chamado “Zona de Conforto”. Este ‘vírus’  já havia se espalhado em quase todos os níveis interiores da mesma, antes de ser detectado, mas foi detectado e debelado a tempo sem prejudicar ninguém, posto que já vacinamos todos os ‘hospedeiros’… Resolvemos evitar novamente passar por esta experiência. Assim, com essa intenção, criamos a “vigilância mútua”. Sei que bons Profissionais (Executivos e/ou Consultores) sabem dos perigos potenciais e sabem dos estragos efetivos ocasionados por profissionais que se ‘acomodam’. São estes, justamente estes, os que mais resistem às mudanças e os que sempre tem uma desculpa na “ponta-da-língua” ou um ‘culpado’ para apontar. Fica fácil, portanto, identificar quem entrou (ou nunca saiu) da famigerada “Zona de Conforto”. “Zona de Conforto” passou a ser o eufemismo que usamos, devida ou indevidamente, para “aliviar o lado” de quem não está Comprometido com sua Empresa. Seja empregado, seja empregador. Porque, sabemos, ambos também podem ser contaminados por este vírus, se é que já não o foram. E, o pior, quem está contaminado manifesta seus sintomas em todos os meios que frequenta e atua (empresa, lar, escola, clube, etc.). Afirmo, baseado no pouco que expus, que quem não é Comprometido é um daqueles ´doentes´ que se colocou na “Zona de Conforto”. Doente SIM!… Doente que atrapalha tudo/todos e que, ainda, é um hospedeiro que contamina quem está com “defesas baixas” (o fraco, aquele que nada faz e nunca modifica um meio). Posso tentar dar duas soluções alternativas a você, Leitor, que deve ser uma pessoa Comprometida, posto que se predispôs a ler este Artigo, embasado no know how acumulado em inúmeras batalhas de “saneamento básico”: – Cirurgia: extirpar “doentes reincidentes”, pelo bem de sua Empresa, além de gerar um exemplo de ação e reação, ao utilizar um ou mais dos contaminados como ”boi de piranha”. – Medicação: conversar seriamente com cada um dos seus “contaminados”, no sentido de deixar bem claro que ele não terá uma segunda chance de curar-se. Pontue que ele terá sair AGORA do quentinho e aconchegante em que se instalou. Dê-lhe três razões para sair de lá: 1- você terá que sair de lá um dia, por mais que você queira resistir, porque ninguém deve optar por uma vida calma, sem nenhuma turbulência. Chegará um dia, aqui ou em algum outro lugar, que te fará passar por um teste para o qual você poderá não estar preparado e que nem gostaria de ter que enfrentar; 2- seres humanos devem procurar melhorar-se, porque dentro de cada um de nós há a capacidade e o desejo poderoso de evoluir. Só poderemos fazer isso nos testando, através das nossas ações e não das nossas omissões. Portanto, experimente, tente algo novo, dê mais um passo. Sabemos que não apreciamos fazer algumas coisas. E, isso, é BOM!… Pois, somente assim, acionando mudanças, saberemos um pouco mais sobre quem somos e sobre o que, de fato, gostaríamos de ser ou do que não gostaríamos de ser; 3- a vida se tornará muito mais interessante. Sabemos que ninguém quer uma vida monótona, previsível. Quem leva uma vida segura e previsível nunca saberá que pessoa extraordinária realmente É. Quem torna desafiadoras as circunstâncias de sua vida, cria a oportunidade de fazer com que sua grandeza possa subir à superfície. Já afirmei e aqui reafirmarei: CUIDADO com a “Síndrome de Gabriela” – “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou sempre assim… Gabriela” -, aquela que acontece quando uma pessoa acredita que não precisa mudar ou adaptar seu comportamento às mudanças que ocorrem, porque esse fenômeno psicológico tem explicação científica: a famigerada e já famosa zona de conforto! Procurarei encerrar afirmando que sempre deveremos estar trabalhando e VIGIANDO para blindarmos ou vacinarmo-nos contra a reincidência do vírus “Zona de Conforto”, após inativá-la, porque esta doença não tem cura. QUER FICAR EVITAR FUTURAS zonaS de conforto? Então sempre dê os seus 100% em tudo e faça com que cada liderado seu também dê seus 100%, plenamente! Passe a liderar utilizando o todo da capacidade de cada um (100%), mantendo um desejo insaciável em melhorar-se sempre. Encontre algo que o estimule a ser Feliz e ávido por superar-se, porque esse algo que gera e mantém sua felicidade pouco tem a ver com cérebro e muito tem a ver com o coração de um Homem Digno. Convém lembrar que a única forma de alguém obter e manter a condição de dar os 100% de sua atual capacidade é estar para servir e para dar seus 100% em tudo, a si e ao próximo, como: 100% do seu conhecimento, educação, alegria, gentileza, atenção, consideração… Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

Os 14 princípios de liderança da Amazon

A quarta maior empresa do mundo orienta seus gestores a seguirem um credo de 14 princípios de liderança, apoiados nas crenças e valores do seu fundador, Jeff Bezos, o terceiro empreendedor mais rico do planeta. Uma das empresas mais centradas no cliente do mundo, com uma valorização de mercado extrordinária (registrou crescimento de 41% em 2016), ícone principal de empresa totalmente virtual, constante inovadora de produtos e processos, como o leitor tablet digital, a Amazon possui um conjunto de princípios de liderança que a impulsionou a estar entre as 5 maiores empresas do mundo. Uma empresa que não se cansa de se reinventar e de surpreender o mercado com suas inovações, jogadas estratégicas e lances surpreendentes de marketing, tem valor estimado de mais de 3 trilhões de dólares, segundo a Forbes. O fundador da Amazon, o bilionário Jeff Bezos, o terceiro homem mais rico do mundo, considerado pela Harvard Business Review como o mais bem sucedido CEO vivo atualmente, resume o sucesso da empresa em três idéias básicas: pensar no longo prazo, colocar o cliente no centro do universo da empresa e inventar continuamente. Eu acredito que boa parte do sucesso da Amazon resulta da sólida cultura organizacional baseada em princípios e valores vigorosos, claros e compartilhados e diretrizes de liderança intensivamente difundidas em um modelo idealizado por Bezos que envolve 14 princípios. Esses princípios são apresentados a seguir: 1. Obsessão pelo cliente: comece com o cliente e trabalhe para trás, no sentido dos processos e atividades para gerar encantamento. Trabalhe vigorosamente para ganhar e manter a confiança do cliente. Preste atenção aos concorrentes, mas continue obsessivamente focado nos clientes. 2. Senso de Propriedade: Pense e aja como um proprietário do negócio, focando a longo e curto prazo, não sacrificando o valor de longo prazo por resultados de curto prazo. Aja em nome de toda a empresa, não apenas para sua equipe; nunca diga “esse trabalho ou tarefa não é meu”. 3. Invenção e simplificação: espere e exija inovação e invenção de sua equipe e sempre encontre maneiras de simplificar as coisas; seja consciente do que acontece a sua volta, sempre procure nova idéias de diversos lados e não se deixe limitar por crenças do tipo “não inventado aqui”. 4. Os líderes estão certos: Tenha um senso de juízo embasado e bons instintos; Procure observar as situações sob diversas perspectivas e trabalhe para desconfirmar (isto mesmo não confirmar, questionar) suas crenças. 5. Frugalidade: Realize mais com menos. As restrições geram engenhosidade, auto-suficiência e invenção. Não existem bonus extras para o aumento de colaboradores, tamanho do orçamento ou despesas fixas 6. Contrate e desenvolva os melhores: aumente o patamar de desempenho com cada contratação e promoção; reconheça talentos excepcionais e mova-os conforme suas vontades por toda a organização; desenvolva novos líderes e leve a sério o seu papel como coach de outros talentos. 7. Conquiste confiança: ouça atentamente, fale com franqueza e trate os outros respeitosamente. Seja vocalmente autocrítico, mesmo quando isso pareça incomodo ou embaraçoso; Os líderes não acreditam que seu corpo ou os corpos da equipe exalem perfume; compare-se a si próprio e a sua equipe contra o que há de melhor no mercado. Continue lendo em: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/os-14-principios-de-lideranca-da-amazon/107559/ Este artigo foi originalmente publicado em Administradores.com. * Marco A Morsch é fundador da Morsch Consulting, co-autor do livro Marketing Estratégico e professor de administração na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo e parceiro da Gecompany

Endomarketing – Humanização X Resultados?

Inicio perguntando aos atuais e futuros líderes se a “Valorização Social dos Colaboradores” (liderados) é um ‘meio’ ou se a mesma se contrapõe a esse ‘fim’ perseguido por muitos: a “Busca insana e predadora de Resultados”? Acredito que muitas vezes os fins NÃO justificam os meios. O inverso, segundo Maquiavel, indica que para manter o poder (lucros) líderes precisam desenvolver características não éticas, como: a crueldade, a hipocrisia, a concorrência desleal, a ardilosidade, a falsidade, a pressão desumana, etc. (dentro e fora da empresa em que trabalha)… A ilusão de que a “Era dos Resultados” não possa nos preparar para viver a “Era Emocional” em que já ingressamos, evita a ideia de que é possível gerir uma Empresa que seja, ao mesmo tempo, socialmente humanizada e lucrativa. Ou, que seja um processo GANHA-GANHA-GANHA de curto, médio e longo prazo fundamentado em princípios éticos. Que tal abrirmo-nos à possibilidade de que a humanização possa ser O diferencial competitivo entre as empresas para anteciparmos um futuro que possa se fazer presente? Para vencermos a inércia costumeira, durante o período de implantação de uma Gestão empresarial humanizada, precisamos quebrar vários paradigmas para obter o resultado buscado. Como esses, por exemplo: “Precisamos aumentar a produtividade a qualquer custo, porque resultados é nossa prioridade”; “Precisamos fazer mais com menos, doa a quem doer. O importante é alcançar nossos objetivos”; “Não temos pessoas suficientes para humanizar e nem temos dinheiro para gastar nisso, agora”. Se considerarmos que o melhor negócio de uma organização ainda se chama gente, assim como normalmente costuma ser o seu maior patrimônio, poderemos ter gente integrada na organização como “nossa matéria-prima principal”. Esse é um fator primordial na geração de resultados de médio e longo prazo, que possibilita integrar dois Conceitos: uma Empresa Socialmente Humanizada / uma Empresa Lucrativa. Possuir uma Gestão Organizacional que garanta um bom ambiente de trabalho e, ao mesmo tempo, estimule a participação de todos, em cada etapa ou processo, trará ideias e sugestões de colaboradores e clientes que nos levarão às causas reais, o que poderá evitar diversos efeitos colaterais indesejados, como a evasão deles todos… Garantir uma economia paralela interna que objetive o crescimento individual e coletivo, através da criação de um ELO entre os colaboradores e a Empresa, deverá transformar as más tendências sazonais do nosso mercado e/ou as fases ruins da economia, em prováveis Oportunidades. Lembro que no início de 2002 escrevi e publiquei o Artigo “Endomarketing – Uma necessidade premente!”. Nesse Artigo eu afirmava que Profissionais não são “máquinas de repetição/produção”. São, antes e acima de qualquer outra classificação, seres humanos que necessitam ser tratados como tal! No referido Artigo eu também afirmava que humanizar significa respeitar a dignidade que lhe é intrínseca; significa valorizar sua função; significa dar oportunidade e criar ambiente propício; significa dar o tempo necessário para o desenvolvimento de suas aptidões; significa dialogar no sentido de OUVI-LOS! Hoje, nesse Artigo, devo repetir que a prática da Humanização precisa ser observada e ampliada, também em nível de continuidade, por profissionais ‘humanizados’ e qualificados que devem estar totalmente focados nesta função. Um bom começo é ter uma área de Endomarketing, ativa, prestigiativa e sempre atuante. A Ética deve ser o princípio de vida de qualquer organização e assim é na Trade Call Service, empresa em que trabalho, porque entendemos que ética – além de qualquer definição – é ocupar-se com a felicidade pessoal e coletiva; porque entendemos que a empresa que busca somente resultados imediatos é uma empresa suicida! A Valorização constante do Ser Humano aumenta o lucro das empresas, por diminuir o turnover e elevar a produtividade, e aprimora a qualidade dos serviços prestados por Profissionais felizes. Pessoas não são meros recursos, são seres com anseios que precisam estar motivados para alcançar os objetivos organizacionais e nunca devem ser pressionados por líderes malformados / mal informados. Irei encerrar, citando Sérgio Biagi Gregório (Filósofo): a humanização é um processo biológico pelo qual o Homo Sapiens se distingue progressivamente – por mutações e seleção natural – das espécies de que descende. Não confundir com hominização que é o processo caracterizador da evolução dos primatas ao homem. Em se tratando da humanização, podemos dizer que todos nós nascemos homem ou mulher para, depois, nos tornarmos humanos. Esse processo é o prolongamento normativo da hominização. Passar do estado de hominização ao estado de humanização, de acordo com a maioria dos filósofos, é o que todo ser humano deve fazer para o fortalecimento das suas virtudes. Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service e consultor parceiro da Gecompany. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.

ATIVO INTANGÍVEL – TRATATIVAS DE ACORDO COM O CPC 04: FIQUE POR DENTRO

O Balanço patrimonial, por sua utilidade principal registrar os bens e direitos de uma empresa que denominamos as aplicações de recursos; e que tem como contrapartida suas origens de recursos, ou seja, os provedores de recursos que estão financiando uma empresa na expectativa de receber fluxos de caixas futuros. Antes de nos aprofundarmos nos conceitos dos ativos intangíveis é importante, definirmos de um modo claro o conceito do ATIVO TANGÍVEL, assim fica mais fácil para entender o tal do intangível: Ativo, representa um conjunto de bens controlado por uma entidade decorrente de eventos do passado do qual se espera benefícios econômicos no futuro. Exemplos de ativos tangíveis: O dinheiro aplicado nos bancos, os valores a receber do clientes decorrente das vendas a prazo; os estoques de produto abacado disponível para vendas; os estoques de matérias primas e produtos intermediários disponível para produção; os prédio, máquinas e equipamentos que foram investidos numa empresa para a produção de produtos a serem comercializados. Verifique que em todos os exemplos acima mencionados tem relação com o parágrafo anterior que foram investimentos em “eventos” do passado do que se espera benefícios econômicos no futuro. Nenhum investimento efetuado numa empresa é apenas para torná-la grande, bonita entre outros adjetivos e sim “todos” os investimentos efetuados têm um objetivo em comum: gerar receita, pagar os custos e resultar em lucro que remunere adequadamente o capital investido pelos provedores de capital: Acionistas e Bancos. Ao se avaliar um BALANÇO PATRIMONIAL, temos os bens de caraterística física, apalpável, que denominados de ATIVO TANGÍVEL; mas temos uma outra figura em comum que se denomina de ATIVO INTANGÍVEL. Agora que definimos, de um modo sintético o BALANÇO PATRIMONIAL e seus bens tangíveis, vamos lá na definição dos intangíveis: FIQUE POR DENTRO DA LEGISLAÇÃO:  Com as alterações na Lei 6.404/76, promovidas pelas Leis 11.638/07 e 11/941/09, uma nova estrutura do balanço patrimonial passou a se adotada. A aplicação da lei 11.638 para as companhias abertas e fechadas e sociedades de grande porte, passou a ser uma exigência para os exercícios sociais com início a partir de 1 de janeiro de 2008. A figura ao intangível passou a fazer parte da estrutura do balanço patrimonial como um ativo não circulante, para os investimentos realizados nos bens incorpóreos da companhia, inclusive o fundo de comércio adquirido. O CPC 04 define o ativo intangível: ATIVO INTANGÍVEL: O CPC 04 define como intangível como um item não monetário e identificável sem substância física. Nossa: parece uma fantasminha dentro de uma empresa (sem substância física e identificável). Vamos lá: Definições de acordo com o COMITE DE PRONUNCIAMENTO CONTÁBIL o CPC 04: “As entidades frequentemente despendem recursos ou contraem obrigações com a aquisição, o desenvolvimento, a manutenção ou o aprimoramento de recursos intangíveis como conhecimento científico ou técnico, projeto e implantação de novos processos ou sistemas, licenças, propriedade intelectual, conhecimento mercadológico, nome, reputação, imagem e marcas registradas (incluindo nomes comerciais e títulos de publicações). Exemplos de itens que se enquadram nessas categorias amplas são: softwares, patentes, direitos autorais, direitos sobre filmes cinematográficos, listas de clientes, direitos sobre hipotecas, licenças de pesca, quotas de importação, franquias, relacionamentos com clientes ou fornecedores, fidelidade de clientes, participação no mercado e direitos de comercialização.” Na vida real: Primeiro exemplo: Os softwares ERP do SAP; PROTHEUS são frequentemente utilizados pelas empresas, no caso da compra destes programas de gerenciamentos. Eles funcionam de modo independente de todos os programas de produção de uma entidade; possuem característica própria, efetuam a gestão contábil e financeira, porém sem nenhuma relação ou interdependência com o produto produzido. Pode trocar o sistema ERP e nada interfere na concepção do produto de uma empresa e a propriedade intelectual pertence aos fabricantes do sistema ERP e não a empresa. Segundo exemplo: Os valores gastos para o desenvolvimento de um novo produto, tal como o JATO EXECUTIVO LEGACY, ou o AVIÃO CARGUEIRO KC 390 até o momento da comercialização ou realização da primeira venda; também são exemplos de intangíveis, por exemplo: os gastos com pesquisa e desenvolvimento de uma nova aeronave da EMBRAER; ou os gastos e desenvolvimentos de uma nova cerveja da AMBEV.   Uma outra característica do INTANGÍVEL é que mesmo que ele não tenha uma forma física, ele deve ser identificável e reconhecidos separadamente, com valor próprio, inclusive de comercialização. Ou seja, a EMBRAER pode vender futuramente a marca LEGACY sem prejudicar em nada demais operações da empresa, pois o valor gasto para a construção da marca é identificável e tratado separadamente dos demais ativos da empresa, mesmo os intangíveis. O CPC 04, esclarece que: No caso do SOFTWARE que for parte integrante de uma máquina ou equipamentos e que eles se complementam para o pleno funcionamento, ou seja um não tem vida útil sem o outro, deve ser tratado no Imobilizado, conforme CPC 27. “Por exemplo, um software de uma máquina-ferramenta controlada por computador que não funciona sem esse software específico é parte integrante do referido equipamento, devendo ser tratado como ativo imobilizado”. Porém: Já ocorrendo uma interdependência deve ser tratado como um ativo intangível, conforme mencionado no caso dos sistemas operacionais ERP, tais como o: SAP e o PROTHEUS. Bom já que estamos falando dos intangíveis, temos uma outra figura que surge decorrente das combinações de negócios: O famoso: GOODWILL Como assim? Quando uma empresa assume o controle societário de uma outra empresa, através da compra dos ATIVOS TANGÍVEIS, surge de presente, também a figura do intangível. É comum, ouvirmos em nossas aulas: Nossa professor, explica melhor isto daí, que agora complicou!!!!!!!!! justamente num momento que parecia que eu estava entendendo algo. Vamos lá: Quando uma empresa faz a aquisição de uma outra empresa pelo seu valor de mercado, e cujo valor é superior ao registro contábil do seu patrimônio líquido, temos então uma diferença de valor, que se denomina GOODWILL. Assim o GOODWILL, é uma figura do intangível, mas com uma característica própria e não podendo ser tratada como tal; pois é decorrente de um valor excedente pago pela empresa adquirente na aquisição de uma outra que