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A ignorância como motor do conhecimento e da ciência, por: Luiz Alberto Machado

Lendo a versão preliminar do livro Criatividade a sério[1], fiquei tão curioso com uma das referências bibliográficas citadas pelo autor Felipe Zamana que fui imediatamente adquiri-la.  Trata-se do livro Ignorância, que tem por subtítulo “Como ela impulsiona a ciência”, de autoria de Stuart Firestein, professor e presidente do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Columbia, em Nova York. De acordo como o Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, a palavra ignorância é um substantivo feminino que possui cinco significados: (i) qualidade ou condição de quem é ignorante; (ii) estado daquele a quem falta conhecimento, saber ou instrução; (iii) ausência de conhecimento em relação a um domínio específico (Exemplo: Confesso minha total ignorância em Matemática); (iv) condição de quem é ingênuo ou crédulo; simplicidade, singeleza; e (v) falta de delicadeza ou gentileza; estupidez, grosseria, incivilidade (Expressões que se utilizam deste último significado são apelar para a ignorância ou partir para a ignorância). Stuart Firestein refere-se, no livro, à ausência de conhecimento, condição que pode ser associada aos três primeiros significados. Para ele, portanto, o motor da ciência, que leva ao aumento contínuo e incessante do conhecimento humano não é a tentativa de comprovar o que já se sabe, mas sim a capacidade de navegar pelo desconhecido: Cientistas não se concentram naquilo que sabem – que é a um só tempo considerável e minúsculo –, e sim no que não sabem. O grande fato é que a ciência trafega na ignorância, a cultiva e é impulsionada por ela. Ficar flanando no desconhecido é uma aventura; fazer isso como meio de vida é algo maior que a maioria dos cientistas considera um privilégio (p. 23). Tal visão, com a qual concordo plenamente, me fez recordar de uma das disciplinas mais odiadas pelos estudantes de graduação: Metodologia Científica (também chamada em algumas instituições de Filosofia da Ciência). Ainda imaturos para compreenderem a importância da disciplina, que incompreensivelmente é ministrada nos primeiros anos dos cursos na maioria das vezes, os estudantes costumam menosprezá-la, fazendo apenas o necessário para obterem a nota mínima de aprovação. Confesso que não foi diferente no meu caso. Enquanto estudante, jamais entendi a razão de “perder tempo com um assunto tão chato”. Minha visão mudou – e como – na longa jornada dedicada à atividade acadêmica, quer como professor, quer como pesquisador ou gestor. A partir dessa nova compreensão, passei a dar valor cada vez maior aos conteúdos da disciplina, cujos livros-texto ou manuais costumam iniciar com noções gerais sobre o conhecimento (relação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto conhecido, na qual o sujeito cognoscente se apropria, de certo modo, do objeto conhecido), seus níveis (empírico, científico, filosófico e teológico) e sobre o problema da verdade. Amado Luiz Cervo e Pedro Alcino Bervian (1996, p. 13), por exemplo, referem-se à busca da verdade como um dos objetivos supremos do homem. Afinal “a verdade é o encontro do homem com o desvelamento, com o desocultamento e com a manifestação do ser”. Essa busca, que se inicia quando não há qualquer manifestação do objeto, que corresponde ao estado de ignorância, passa progressivamente, por outros níveis de manifestação do objeto, cada um correspondendo a um determinado estado de espírito, até chegar ao nível em que há evidência suficiente sobre o objeto para permitir ao sujeito fazer afirmações a respeito dele com certeza, ponto mais próximo de chegar à verdade (Figura 1). De acordo com Faccina e Peluso, porém, houve uma mudança de paradigma, no sentido atribuído ao termo por Thomas Kuhn[1]. A partir dessa mudança de paradigma, a verdade jamais pode ser considerada como absoluta ou definitiva. Como explica Karl Popper, um dos grandes filósofos da ciência do século XX, no livro Conjecturas e refutações, a verdade é sempre provisória, pois será, mais cedo ou mais tarde, superada, quer seja em razão de novas manifestações do objeto, quer seja pelo desenvolvimento de novos métodos ou instrumentos de investigação que permitem ao sujeito descobrir aspectos até então impossíveis de serem observados. Importante frisar que não se deixa de ter por objetivo a busca da verdade, mas sim a maneira de encarar a verdade: não mais como definitiva, mas sim como provisória. Eduardo Giannetti, recentemente eleito para a Academia Brasileira de Letras, interpreta bem esse ponto de vista: Para quem busca o conhecimento, surpresas são achados valiosos. A descoberta de um fato surpreendente leva à procura de novos fatos e suscita a formulação de hipóteses e teorias que possam elucidá-lo. A mente científica trabalha com um radar ligado ao Anômalo e ao inesperado. A surpresa é o estopim da pesquisa – uma janela entreaberta para o desconhecido. Diante dela, o pensamento amanhece e desperta do sono dogmático.  Aplicando tal conceito às ciências sociais, Faccina e Peluso criticam os modelos de análise tradicionalmente utilizados até o início do século XX (marxismo e liberalismo clássico), que se baseiam do critério da verificabilidade, não permitindo a evolução do conhecimento (por tentarem comprovar o que já se sabe). Propõem, em seu lugar, a adoção de modelos baseados no princípio da falseabilidade, que buscam encontrar algum erro ou lacuna no que se sabe. A validade das verdades perdura até o momento que se identifique um erro ou lacuna nas mesmas. Os modelos baseados no critério da verificabilidade são construídos com a razão dogmática, que não permite questionamento. Já os modelos baseados no critério da falseabilidade são construídos com a razão crítica, que supõe o constante questionamento das verdades prevalecentes (Figura 2). Anos mais tarde, assistindo a uma palestra de Robert Pike numa conferência da International Alliance for Learning, tomei conhecimento de uma forma bem mais criativa de explicar a evolução do conhecimento desde o estágio inicial, caracterizado pela ignorância absoluta, até o estágio mais próximo possível da verdade, caracterizado pela certeza do que se sabe. Essa forma criativa obedece a sequência[1]: II – Incompetência inconsciente (Não sei que não sei) IC – Incompetência consciente (Sei que não sei) CI – Competência inconsciente (Não sei que sei) CC – Competência consciente (Sei que sei) A etapa fundamental

Como Avaliar a Saúde da Sua Empresa: Biotipo, DNA e Estratégia

Você já parou para avaliar como está a saúde da sua empresa? Assim como o corpo humano, as empresas têm suas próprias características e precisam ser analisadas para entender seu estado operacional e financeiro. Por meio de um diagnóstico detalhado (ou auditoria de gestão), é possível identificar os “biotipo” e o “DNA” da sua empresa. Esses fatores ajudam a compreender suas forças, desafios e oportunidades, criando uma base sólida para o posicionamento estratégico no mercado e o alcance de resultados consistentes. Como Avaliar o Biotipo e o DNA da Empresa? Biotipo: Refere-se à forma física da organização. Cada empresa tem uma estrutura própria, que pode influenciar sua capacidade de funcionar de maneira eficiente e produtiva. DNA: Representa a “molécula central” que organiza as informações e os processos da empresa, garantindo que ela opere de forma integrada e conectada com seus objetivos. Tal análise permite identificar o perfil único da empresa, essencial para enfrentar a concorrência no mercado e alinhar suas operações aos objetivos estratégicos. Características-Chave para Identificar a Saúde da Empresa Ao fazer um diagnóstico, percebemos que diferentes empresas possuem características predominantes que dão forma ao seu comportamento no mercado. Confira alguns exemplos: Força na Margem: Foco na gestão do preço de vendas em relação aos custos, aumentando a rentabilidade. Força no Giro: Alta velocidade na conversão de vendas em recursos financeiros, otimizando os investimentos. Alavancagem: Uso de dívidas para alavancar os investimentos e expandir operações. Gestão Conservadora: Preferência por reinvestir os lucros e capital dos acionistas, minimizando a dependência de terceiros. Inovação em Tecnologia: Realização de investimentos no desenvolvimento de produtos inovadores para manter relevância no mercado. Preservação da Tradição: Valorização da manutenção de produtos clássicos e de sua identidade original. Identificar a característica predominante da sua empresa é crucial para alinhar os objetivos estratégicos e criar um planejamento eficiente. O Próximo Passo: Planejamento Estratégico e Mentoria Uma vez definido o “biotipo” e o “DNA” da sua empresa, é possível partir para a estruturação do planejamento estratégico. Essa etapa permite traçar objetivos claros e metas departamentais que alinhem os esforços da equipe em direção a resultados concretos. Vamos agendar um programa de mentoria empresarial? Juntos, podemos identificar a essência da sua empresa e prepará-la para crescer com consistência e estabilidade. Diretamente comigo, Prof. Alexandre Wander, especialista em Reestruturação Empresarial e Avaliação de Empresas. Sob Experiência como Controller em grandes empresas. Formação complementar em instituições renomadas como FGV-SP, PUC-SP e USP-SP. #empresario #empresas #empresaria #business #empreendedorismo #empreendedorismofeminino #gestaoempresarial

A tua Empresa é inteligente???

Infelizmente alguns EMPREENDEDORES são induzidos a “não pensar”, isto mesmo!!!!! a “não pensar de um modo sistêmico”.. Administram suas Empresas com visão do curtíssimo prazo, pois visualizem isoladamente apenas uma parte do seu negócio e ainda carregam consigo a “ansiedade da riqueza pessoal”… As grandes Empresas possuem um sólido modelo de GESTÃO EMPRESARIAL, e que mesmo antes de tornar-se grandes EMPRESAS adotaram consigo um modo preventivo nas suas decisões estratégicas.. Raros empresários conseguiram o sucesso empresarial, sem adotar um modelo inteligente em avaliar como uma empresa se interliga com a sociedade como um todo….por isto, tome cuidado com os conselhos.. do siga teus instintos e não avalie os riscos….. A NATURA, a maior empresa de cosméticos da América Latina, que nasceu em São Paulo e agora domina o MUNDO DOS COSMÉTICOS, após a compra da AVON… destaca no seu plano de negócio a seguinte mensagem, ao comunicar-se com os seus ACIONISTAS… “…. As palavras “antecipa”, “deseja”, “espera”, “prevê”, “pretende”, “planeja”, “prediz”, “projeta”, “almeja” e similares pretendem identificar afirmações que, necessariamente, envolvem riscos conhecidos e desconhecidos”… Um bom dia para você…. ou melhor um “BOM PENSAMENTO”. Prof. Alexandre Wander Mentor especialista em Reestruturação Empresarial e Avaliação de Empresas. Atuou como Controller em grandes empresas e complementou seu conhecimento acadêmico em escolas tais como: FGV-SP, PUC-SP e USP-SP. Pós graduado pela FGP-SP em Análise Avançada das Demonstrações Financeiras; Mestre em Controladoria pela PUC-SP e participou do programa de Doutorado na USP-SP na disciplina de Avaliação de Empresas. #empresario #empresas #empresaria #business #empreendedorismo #empreendedorismofeminino #gestaoempresarial

Olho no Olho; avalie de frente o resultado da tua Empresa!!!!

Algumas Empresas apresentam um RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO!!! Os principais fatores é o erro na definição do preço de vendas ou excesso dos custos e despesas que inviabilizam o negócio já na linha do RESULTADO OPERACIONAL… É comum também as Empresas, por falta de uma boa GESTÃO EMPRESARIAL, definir o Preço de Vendas dos seus produtos, com base no comportamento do mercado!!!! Este tipo de comportamento é um “enorme risco” para o teu negócio….. Pois o teu concorrente pode estar fazendo “guerra de preços” e o teu produto principal que você comercializar pode fazer “parte” da cesta dos produtos do teu concorrente; e este por sua vez, procede desconto num determinado produto, reduzindo assim a margem e compensa no outro produto, as chamadas “vendas casadas”…. A recomendação é que você avalie criteriosamente a composição do custo do teu produto para a correta definição do Preço de Vendas…. Quando CAIXA não vai indo bem, comum as Empresas adotar o chamado “desconto de duplicatas”, principalmente das VENDAS A PRAZO… e o juro da operação deteriora ainda mais o lucro empresarial…. Quando esta prática termina, os descontos de duplicatas; os BANCO oferecem Empréstimos Bancários, atrelados a TAXA SELIC, tendo como respaldo as “garantias do financiamento”, bens imóveis do Empreendedor…e assim a coisa vai…. Cuidado: Insistir em algo não rentável, a grande tendência é que a a situação do FUTURO seja pior do que a situação PRESENTE…mesmo que hoje a situação não esteja bem. Gostou da dica?? Comente, curte e compartilhe com os teus amigos EMPREEDEDORES… Prof. Alexandre Wander Especialista em Reestruturação Empresarial. Atuou como Controller em grandes empresas e complementou seu conhecimento acadêmico em escolas tais como: FGV-SP, PUC-SP e USP-SP. Atua como consultor junto a diretoria de empresas na implementação de técnicas de gestão empresarial. Ministra cursos VIP para executivos que desejam aprimorar seus conhecimentos profissionais. #empresario #empresas #empresaria #business #empreendedorismo #empreendedorismofeminino #gestaoempresar

De um comportamento Passivo; para um comportamento Ativo……

Acomodar-se as conquistas pode ser um risco enorme para Empresas e Pessoas… Empresas que já conseguiram um determinado nível de sucesso com seus produtos, simplesmente se “acomodam” e imaginam que “eternamente” seus clientes estarão dando preferência aos seus produtos… mas tudo que é bom desperta a concorrência; e até mesmo a mudança de hábitos dos consumidores refletem futuramente na queda do volume de vendas de um determinado produto… Por isto!!!!!! Invista parte do teu lucro na busca do desenvolvimento de “novos produtos” e novos consumidores… O produto que deixou de ser atrativo num determinado bairro que você os comercializa pode ser interessante para um público de uma outra localidade ou cidade…. Inovação é tudo…. e o melhor momento para investir em pesquisa e desenvolvimento é quando a tua Empresa desfruta das melhores oportunidades no mercado…. Dica: Viva HOJE e planeje o FUTURO… A mesma linha de pensamento é valida para profissionais que conseguiram um determinado “sucesso numa empresa” e lá ficam por anos e anos, PASSIVAMENTE… como se fosse “dono” da Empresa…. Até que um dia….. Procure agir de um modo ATIVO, invista no teu CAPITAL INTELECTUAL, procure atualizar-se em relação as novas metodologias do MERCADO; faça uma Graduação, Pós Graduação, invista da tua rede de relacionamentos; faça cadastro no Linkedin profissional, pois enquanto você “trabalha ou dorme”, teu Curriculum estará exposto para um enorme número de profissionais de outras empresas, que muita das vezes estão atrás de um profissional com o teu perfil…e um aumento de salário na atualidade, será bem vindo!!!!! Invista em VOCÊ e acredite no teu POTENCIAL…. Gostou da dica? Inscreva-se, comente e compartilhe com os teus amigos.. Prof. Alexandre Wander Além de ter atuado mais mais de 25 anos em grandes empresas multinacionais, completou sua experiência nas maiores universidades do País ( PUC-SP, FGV-SP e participou do programa de DOUTORADO na USP-SP na disciplina de AVALIAÇÃO DE EMPRESAS. Prof e Coordenador em cursos de Graduação, Pós Graduação e MBA na FAAP e UNIP. #empresario #empresa #empresarias #business #empreendedorismo #empreendedorismofeminino

CONTROLE teus sentimentos!!!!Pessoas temperamentais conseguem rapidamente uma boa posição nas empresas, mas a queda é na mesma velocidade!!!!

Comum nas empresas em processo de reestruturação pessoal contratar ou promover um “líder” de forte opinião para a tomada de decisão… Aquele tipo de profissional que visualiza somente os interesses da Empresa, acima do relacionamento pessoal e do respeito as pessoas….. Em período de reestruturação a Empresa precisa deste tipo de profissional de forte temperamento para as tomadas de decisão pessoal; e para exercer este papel o profissional precisa de um respaldo do “cargo de confiança” assim a promoção ocorre rapidinho…. Mas, a partir do momento que o alinhamento acontece… as demissões e novas contratações… acontece a reestruturação do quadro do pessoal… A partir daí, o que passa a prevalecer nas empresas é o do “trabalho em equipe”, do “saber ouvir” , do respeito departamental e todos serem tratados no mesmo nível de compreensão… Se o profissional que promoveu a reestruturação da EQUIPE, continuar com seu “espírito forte”; do continuar mandando, senão vou trocar todo mundo novamente… Quem acaba sendo trocado é ele…. Lembre-se: O maior investimento das Empresas e que promovem VALOR aos ACIONISTAS é o CAPITAL INTELECTUAL… ou seja, as PESSOAS….e para que o crescimento da Empresa aconteça o CLIMA ORGANIZACIONAL é fundamental para o sucesso EMPRESARIAL. Máquinas e Estoque, paga-se um preço e fica lá até ser utilizado…agora pessoas para que elas fiquem na Empresa, é necessário um trato totalmente afinado e de relacionamento interpessoal. abraços e bom serviço Prof. Alexandre Wander Especialista em Reestruturação Empresarial. Atuou como Controller em grandes empresas e complementou seu conhecimento acadêmico em escolas tais como: FGV-SP, PUC-SP e USP-SP. Atua como consultor junto a diretoria de empresas na implementação de técnicas de gestão empresarial. Ministra cursos VIP para executivos que desejam aprimorar seus conhecimentos profissionais. #empresario #empresas #empresaria #business #empreendedorismo #empreendedorismofeminino #gestaoempresar

Matemática Financeira e suas aplicações – Alexandre Assaf Neto

Olá pessoal, Gostaria de indicar o livro de Matemática Financeira e suas aplicações do Prof. Alexandre Assaf Neto da editora Gen (atlas) Este livro foi inscrito com o intuito não somente de cobrir os fundamentos teóricos da Matemática Financeira, mas também de desenvolver suas principais aplicações práticas. As extensas aplicações da matérias são processadas de forma a adaptar o conhecimento teórico a uma situação prática, não havendo preocupações maiores em relação aos detalhes normativos da operação, bastante mutáveis em nossa economia. Uma boa indicação aos alunos de graduação e pós graduação para os cursos de: Ciências Contábeis, Administração e Economia. e outras faculdades afins em estudar o valor do dinheiro no tempo. Parabéns ao Professor Alexandre Assaf Neto a excelente obra acadêmica aos universitários. viste o site do livro: http://www.gecompany.com.br/destaque-home/matematica-financeira-e-suas-aplicacoes-alexandre-assaf-neto/ Prof. Alexandre Wander Nas fotos abaixo, recebemos o professor Alexandre Assaf Neto na FAAP em São José dos Campos, para ministrar a palestra: Gestão Baseada em Valor.

Ser ou não ser criativo? Eis a questão, por Luiz Alberto Machado

 “Criatividade é a inteligência se divertindo.”  Albert Einstein Nos eventos voltados ao lançamento do livro Economia + Criatividade = Economia Criativa[2], quando havia uma parte dedicada a perguntas dos participantes, houve, invariavelmente: (i) alguém afirmando não ser criativo; ou (ii) alguém perguntando se a criatividade pode ser aprendida ou é uma característica inata das pessoas. Apesar de haver alguma divergência a respeito, a maior parte dos estudiosos e pesquisadores converge para a ideia de que qualquer pessoa é dotada de potencial criativo, cujo desenvolvimento, maior ou menor, depende de uma série de fatores. Não raras vezes deparei-me com questionamentos relacionando a criatividade à maior ou menor espontaneidade das pessoas. Nesses casos, prevalece a hipótese de que indivíduos espontâneos, comunicativos e que possuem facilidade para estabelecerem relações interpessoais são mais criativos do que indivíduos tímidos, retraídos e que preferem se fechar em si mesmos, exercendo a inteligência intrapessoal, de acordo com a teoria de Howard Gardner[3]. Nesses casos, costumo responder afirmando que há uma diferença entre ser criativo e externalizar a criatividade. Realmente, pessoas comunicativas, descontraídas e extrovertidas têm mais facilidade para externalizar sua criatividade do que as retraídas, tímidas ou introvertidas. Isso não quer dizer que as últimas têm graus menores de criatividade do que as primeiras e há diversos exemplos que confirmam isso. Toda vez que me deparo com situações dessa natureza, me vem à cabeça a figura de Luis Fernando Veríssimo, que, apesar de sua conhecida timidez, é um dos mais criativos escritores, humoristas e roteiristas de televisão do Brasil. Sua timidez transforma suas raras entrevistas em um enorme desafio para quem tem a responsabilidade de entrevistá-lo. Portanto, o fato de ser reservado não faz de qualquer indivíduo com essa personalidade menos criativo do que outro mais comunicativo. Entretanto, afirmar que todos possuem potencial criativo e que é possível aperfeiçoar esse potencial não significa que seja fácil ou que qualquer pessoa seja criativa o tempo todo. Felipe Zamana, jovem pesquisador brasileiro atualmente radicado em Portugal, no livro Criatividade a sério[1], faz importantes ponderações a respeito da avaliação e reconhecimento do potencial criativo, bem como da relevância sociocultural das ideias criativas: A evolução sociocultural explica como as ideias criativas se espalham e são reguladas dentro de uma sociedade, a fim de preservar os benefícios da criatividade para a sociedade em geral. Ela nos permite uma visão global do comportamento criativo por meio das culturas e sociedades, pois, afinal, são compostas por pessoas. Mas nossa relação com a criatividade vai além das relações socioculturais. Está literalmente em nosso DNA; do ponto de vista evolutivo, da mesma forma que estamos programados para buscar as melhores condições para perpetuar nossa prole, também queremos perpetuar nossa criatividade. Talvez seja por isso que ansiamos tanto por sermos vistos como criativos. Além de contribuirmos ativamente para o nosso grupo, obtemos parceiros românticos, status social e o sentimento de pertencimento, todos conectados com nosso instinto de sobrevivência. Mas se a nossa criatividade está sujeita à avaliação, não é estranho pensar que a pessoa “criativa” só adquire este “título” como resultado de suas contribuições criativas. Ou seja, não se trata de “ser ou não ser” – para além do fato de que ninguém é criativo o tempo todo –, mas de ter potencial para agir criativamente ou não.  O reconhecimento é importante, mas sem a realização de trabalho criativo, há pouco a reconhecer. A única maneira de ser considerada uma pessoa criativa é fazer coisas criativas ou agir de forma criativa, repetidamente. Portanto, nesta perspectiva, a eminência criativa não deve ser usada para descrever a reputação da pessoa ou mesmo a criatividade pessoal, mas sim para descrever as contribuições criativas que a pessoa fez para o ambiente sociocultural naquele recorte de tempo específico, e se essas contribuições têm o potencial de influenciar novas manifestações criativas no futuro. Em outras palavras, você não precisa ser criativo, mas as suas ideias, sim. Floriano Serra, um executivo do setor farmacêutico que foi pioneiro, entre nós brasileiros, a enveredar pelos caminhos da criatividade, afirmou que uma das maiores dificuldades das pessoas para desenvolverem seu potencial criativo reside no despreparo para assumir riscos e na falta de coragem para abrir mão de certezas há muito enraizadas. No livro Por que não?[5], ele afirma que para desenvolver o potencial criativo é preciso aprender a desaprender, que consiste em rever, questionar, atualizar ou descobrir novos valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções (Figura 1). Esses valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções funcionam como uma espécie de lentes por meio das quais cada um de nós enxerga o mundo. O problema é que às vezes essas lentes são tão potentes que, ao invés de nos permitirem enxergar a realidade como ela é, elas deturpam a realidade toda vez que essa realidade conflita com os valores, as crenças, os preconceitos, os paradigmas e as percepções embutidos nessas lentes. E por que essas lentes são, às vezes, tão potentes? Porque foram formadas e sedimentadas ao longo de toda a vida, sendo-nos transmitidas muitas vezes por pessoas ou instituições pelas quais temos grande apreço. Sendo assim, essas lentes atuam como bloqueadoras do nosso potencial criativo. Floriano Serra lembra, com grande propriedade, que há uma fase na vida das pessoas em que a palavra que escutam com maior frequência é a palavra “não”. A palavra que ele utiliza para se referir ao efeito bloqueador dos frequentes “nãos” é proibições e os outros cinco “pês” bloqueadores são pais, professores, patrões, preguiça e perfeição, entendida esta última como a busca obsessiva da perfeição, que se transforma em obstáculo para inúmeras pessoas que não fazem quase nada por acharem que sempre falta alguma coisa. Trata-se do famoso “em busca do ótimo, não se faz o bom” (Figura 2). Seguramente você é capaz de adicionar outros “pês” bloqueadores a essa lista, não é mesmo? Quem não tiver coragem de rever, questionar, atualizar, desconstruir, ressignificar (expressões da moda) ou descobrir novos valores, crenças, preconceitos, paradigmas e percepções, muitos dos quais transmitidos por nossos pais, parentes, pela antiga e admirada professora do jardim de infância –

Resultado na NATURA no 1TRI’22 – Um case aos alunos de FINANÇAS

Desempenho impactado pela transformação contínua da Avon, ambiente global desafiador e forte base de comparação. Os impactos internos e externos, devido ao aumento da inflação a nível mundial e o início do efeito da guerra na Rússia/Ucrânia e a Pandemia tem refletido na NATURA que agora MUNDIAL tem novos desafios em busca de tornar-se uma LIDER MUNDIAL nos próximos anos. As palavras “antecipa”, “deseja”, espera”, “prevê”, “pretende”, “planeja”, “prediz”, “projeta”, “almeja” e similares pretendem identificar afirmações que, necessariamente, envolvem riscos conhecidos e desconhecidos. A receita líquida do 1TRI’22 totalizou R$ 8,3 milhões e teve uma queda de -12.7% em reais e -4,6% em moeda constante (“CC”) e o O EBITDA ajustado foi de R$595,9 milhões, com margem de 7.2% (-300 pbs) impactadas por fatores internos e externos e também relacionados a mudanças intencionais ainda em andamento na Avon. A sólida posição de caixa e estrutura de capital refletiu num caixa de R$4,5 bilhões no final do e que foi beneficiado em abril pois foi realizada a bem-sucedida emissão do bond de US$600 milhões, com vencimento em 2029; sem impacto no índice de alavancagem. Bom resultados … e desejamos excelentes resultados a NATURA, agora uma empresa MUNDIAL. Prof. Alexandre Wander Atuou como Controller em grandes empresas e complementou seu conhecimento acadêmico em escolas tais como: FGV-SP, PUC-SP e USP-SP. Atua como consultor junto a diretoria de empresas na implementação de técnicas de gestão empresarial. Ministra cursos VIP para executivos que desejam aprimorar seus conhecimentos profissionais. Release de Resultados 1T-22 #empresario #empresas #empresaria #business #empreendedorismo #empreendedorismofeminino #gestaoempresar

CRIANDO UMA EMPRESA QUE FUNCIONE!!!!

Estudos comprovam que mais do que 80% de empresa que VENCEM nos primeiros 05 anos fracassam nos próximos anos seguintes. A grande causa se traduz que nem sempre um bom produto ou serviço, consegue superar a FALTA DA GESTÃO EMPRESARIAL. O “parar para pensar” é fundamental e nem sempre os EMPREENDEDORES avaliam uma determinada situação antes da execução!!!! A máxima do Planejar, Executar e Controlar é invertida numa sequencia do: Executar, tentar Controlar e Planejar como sair de uma determinada situação, isto devido a ansiedade relacionada ao pensamento: TENHO QUE FAZER ANTES QUE ALGUÉM FAÇA…. E assim o negócio anda nos primeiros 05 anos e depois entra naturalmente no processo de decadência, devido o consumo de todas as reservas OPERACIONAIS e FINANCEIRAS. A metodologia do PLANEJAR, EXECUTAR e CONTROLAR é fundamentada na aplicabilidade do PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO e na sua transformação ao PLANEJAMENTO OPERACIONAL e no CONTROLE; e a ausência da aplicabilidade destes CONCEITOS, podem ser o “segredo” para dias melhores na tua EMPRESA. Desafio, você EMPREENDEDOR em investir um pouco mais de TEMPO no “pensar de como administrar a tua empresas”; controlar as ansiedades e colocar no papel os OBJETIVOS EMPRESARIAIS e dar novos rumos a tua EMPRESA. Se precisar de ajuda, entre em contato com quem entende do assunto e agende um programa de MENTORIA em GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Alexandre Wander Atuou como Controller em grandes empresas e complementou seu conhecimento acadêmico em escolas tais como: FGV-SP, PUC-SP e USP-SP. Atua como consultor junto a diretoria de empresas na implementação de técnicas de gestão empresarial. Ministra cursos VIP para executivos que desejam aprimorar seus conhecimentos profissionais. Professor nos cursos de Graduação (UNIP em finanças) e professor e coordenador nos cursos de Pós Graduação e MBA na FAAP.