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Teste seus conhecimentos: Avaliação do módulo de Governança Corporativa do nosso curso em Mentoria de Formação de Controller

Olá pessoal, bom dia!!!! Um tema atual e de muita importância para a FORMAÇÃO DO CONTROLLER é o domino das concepções da GOVERNANÇA COPORATIVA. Acesse o link abaixo, responda as questões abaixo e participe no nosso enquete do conhecimento. Acesse  link abaixo, tenha acesso ao formulário eletrônico. O material ficará disponível no Microsoft forms desde a data de hoje até no próximo domingo as 20:30h. https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=DQSIkWdsW0yxEjajBLZtrQAAAAAAAAAAAAN__tanuGNUODMxMExOT0ZVVUpIU01YUkY0TFRHMDlDWS4u   Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Curso Presencial online: Formação de Controller

Formação de Controller

Neste curso apresentamos as técnicas da gestão empresarial; desde a concepção do planejamento estratégico e sua transformação no planejamento operacional (budget) na utilização plena dos indicadores da gestão econômica e financeira visando a construção de valor ao acionista. Metodologia do curso: Estaremos atuando como mentor em ajudá-lo a desempenhar com segurança e propriedade as atribuições do profissional de Controladoria. Os participantes serão “desafiados” em apresentar as melhores soluções em pesquisa e apresentação em grupo ao modelo do programa “o Aprendiz”. Para isto, além das horas contratadas do curso deverão dedicar-se mais 2 tempos atividades complementares, atuando como “Controller” de uma empresa listada na BOLSA DE VALORES. O curso será oferecido a um número reduzido de profissionais que atuam na área com formação compatível em graduação e pós graduação, ao mínimo de 05 alunos. Embasamento teórico: Você terá a oportunidade de conhecer os principais livros publicados em GESTÃO EMPRESARIAL e assim elaborar a tua biblioteca de consulta dos principais autores a nível nacional e mundial, além de conhecer e visitar os sites dos principais órgãos regulamentadores. Atuando em consultoria: Após a conclusão do curso você poderá candidatar-se a ser um consultor em gestão empresarial da Gecompany, e com a nossa orientação e nosso acompanhamento assumir frentes de trabalhos em Consultoria empresarial. Conteúdo programático: Módulo 01: (12 horas) Estrutura do poder nas organizações e comportamento do mercado financeiro (20 horas) abordando os seguintes temas: Estrutura do poder nas organizações de acordo os conceitos da Governança Corporativa; Conceitos de governança corporativa e da lei sarbanes; Economia e tendência do Produto Interno Bruto entre outros indicadores do mercado; Módulo 02: Finanças Corporativas (24 horas): Entendendo os demonstrativos financeiros (Balanço – DRE e Fluxo de caixa), Conceitos de Margem operacional e margem liquida, Indicadores de Liquidez ,Indicadores de Rentabilidade (ROI – ROE – ROIC), Indicadores de Estrutura de Capital, Grau de alavancagem financeira, Risco do endividamento e avaliar o risco empresarial, Balanço no Formato Financeiro e Gerencial, Analisando a saúde financeira de uma empresa com cases práticos das principais empresas Brasileiras e mundiais. Módulo 03: Gestão estratégica de custos (24 horas): Princípios contábeis aplicados a custos; classificação e nomenclatura aplicada a custos (custeio por absorção e custeio variável);Esquema básico da contabilidade de custos (custos diretos e indiretos);Comportamento dos custos e volume de produção; Departamentalização; Sistemas de rateio dos custos indiretos aos departamentos produtivos; Custeio baseado em atividades (ABC); Alocação dos custos indiretos de produção e seus direcionadores de custos; Margem de contribuição e limitações da capacidade de produção; Fixação do preço de venda. Módulo 04: Orçamento empresarial: (24 horas) Conceitos e importância do orçamento empresarial; Orçamento das vendas; Orçamento dos custos variáveis e fixos; Orçamento das despesas operacionais; Orçamento das despesas financeiras; Elaboração da demonstração do resultado com base no orçamento; Orçamento do contas a receber; Orçamento dos estoques; Orçamento do investimento de capital (ativo imobilizado); Orçamento dos impostos; Orçamento dos fornecedores; Orçamento da folha de pagamento; Orçamento de empréstimos e financiamentos; Orçamento do patrimônio líquido; Elaboração do balanço patrimonial orçamentário; Orçamento da demonstração do fluxo de caixa; Módulo 05: Viabilidade econômica e Financeira de Projetos de investimentos: (24 horas) Introdução a projetos de investimentos; Cálculo financeiro e suas aplicações; Estatísticas de risco relacionadas a projetos de investimentos; Dimensionamento do fluxo de caixa; Taxa mínima de atratividade de um projeto; Métodos de análise de investimentos; Período de payback e suas restrições; Taxa interna de retorno (IRR) e taxa interna de retorno modificada (MIRR);Valor Presente líquido (NPV); Decisões de investimentos em condições de risco. Módulo 06: Avaliação de empresas: (24 horas): Processo qualitativo de avaliação de empresas; Motivações para o Valuation; conjuntura econômica, itens fora do balanço; Análise dos riscos de curto e longo prazo com o uso de índices; Modelo de dividendos descontados: modelo de Gordon; Risco x retorno; Custo de capital dos acionistas (CAPM); Modelo de fluxo de caixa descontado; Fluxo de caixa para os investidores (ou fluxo de caixa para a firma); Projeções de fluxo de caixa; Valor residual e perpetuidade; Estrutura de capital;  Firm value e equity value; Avaliação relativa (múltiplos). Carga horária total do curso: 132 horas  Número mínimo de alunos: 07 participantes Presencial online através da plataforma Zoom Indicação dos melhores livros e utilização de planilha em excel. Escolha uma empresa com ações na BOVESPA e sinta-se Controller durante todo o nosso curso. Aplicabilidade da teoria na prática. Também trabalhamos na categoria one by one ou cursos VIP para DIRETORES que necessitam de conhecimento para melhor desempenho das suas funções. Atendemos a todo o território nacional através dos aplicativos de reuniões. Solicite uma entrevista com o professor e coordenador do curso para uma avaliação prévia e esclarecimentos das tuas dúvidas. DOCENTE RESPONSÁVEL QUE IRÁ MINISTRAR AS AUILAS:  Professor Alexandre Wander Mestre em Controladoria pela PUC-SP, participou do Programa de Doutorado na USP-SP na disciplina de Avaliação de Empresas; pós-graduado em Análise Avançada das Demonstrações Financeiras pela FGV-SP. Professor e coordenador nos cursos de Pós-Graduação da FAAP-SJC e SP; Professor nos cursos de graduação ciências contábeis na UNIP-SJC. Diretor da Gecompany e atua como conselheiro financeiro de empresas e treinamentos de executivos da gestão empresarial.

BNDES aprova 100% da linha de capital de giro e disponibiliza mais R$ 5 bilhões para micro, pequenas e médias empresas

Linha BNDES Crédito Pequenas Empresas atinge orçamento anunciado para empréstimos três meses antes do término da vigência e dobra oferta de recursos. Mais de 15 mil empresas tiveram seus créditos aprovados e cerca de 372 mil empregos podem ter sido mantidos. Os empréstimos para capital de giro aprovados no âmbito da Linha BNDES Crédito Pequenas Empresas, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), alcançaram os R$ 5 bilhões que foram disponibilizados como uma das primeiras ações do Banco de apoio ao enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do coronavírus.  Devido ao sucesso da iniciativa, e considerando a extensão da pandemia e dos impactos econômicos para as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), o Banco vai disponibilizar mais R$ 5 bilhões para novos empréstimos pela linha, que terá sua vigência ampliada de 30.09.2020 para 31.12.2020. Ao todo, já foram aprovadas 16.318 operações com 15.094 empresas, que empregam 372.800 pessoas, segundo estimativas do BNDES. A média do valor do empréstimo por operação ficou em torno de R$ 318 mil. O principal setor econômico contemplado foi o de comércio e serviços, com 79,7% dos recursos, seguido pelo de indústria de transformação (19,5%), agronegócio (0,7%) e indústria extrativista (0,1%). Hoje já são 31 agentes financeiros atuando em todos os estados brasileiros. Melhorando a vida dos brasileiros – O BNDES considera estratégico o apoio às MPMEs, dada a relevância que o segmento possui na geração de empregos no país. Com os recursos da linha de capital de giro, por exemplo, Eduardo Alves, da empresa Tangemac, de Salvador (BA), conseguiu pagar seus fornecedores e funcionários. A pequena empresa, que oferece soluções customizadas de aquecimento, ventilação e ar condicionado, atua em todo o Nordeste e, com apenas dois anos de existência e em fase de crescimento acelerado, sentiu os efeitos da crise bem no início da pandemia, tendo que paralisar algumas obras e até dispensar alguns funcionários. Com o empréstimo que conseguiu, no entanto, superou as dificuldades e já se prepara para continuar expandindo seus negócios. Segundo Eduardo, “a linha do BNDES é condizente com as necessidades do pequeno empresário. Caso não tivéssemos acessado esse crédito, estaríamos no cheque especial, piorando nossa situação financeira”. Alexandre Neder, da Eco Mármore, empresa que faz o beneficiamento de placas de mármore há 29 anos em Jacobina (BA), viu os pedidos paralisarem por conta da crise e, apesar de ter precisado remanejar seu quadro de funcionários com redução da jornada de trabalho e suspensão de contratos, não precisou demitir nenhum empregado. Isso porque obteve os recursos do BNDES, que, segundo ele, também foram imprescindíveis para obter um conforto psicológico: “com o reforço no caixa da empresa, pude pensar para frente, focando nos negócios e planejando o futuro pós-pandemia”, afirmou o empresário. Saiba mais sobre o BNDES Crédito Pequenas Empresas – O objetivo da linha nessa segunda etapa permanece o mesmo: oferecer recursos para o uso livre das empresas, de maneira simples e ágil, por meio dos agentes financeiros parceiros (cooperativas de créditos e bancos comerciais, públicos ou privados). Empresas com faturamento de até R$ 300 milhões anuais podem solicitar o financiamento, que pode ser, no máximo, de até R$ 70 milhões por ano, com carência de até 24 meses e prazo para pagamento de até 60 meses. As taxas de juros variam, pois são negociadas entre a empresa e o agente financeiro. Para ajudar os empreendedores, o BNDES ofereceu uma série de facilidades, como vídeos explicativos e uma página em seu site com tabelas onde podem ser encontrados os agentes financeiros que mais oferecem a linha e a taxa média de juros praticada em cada estado, por setor e porte da empresa. Com isso, o empresário pode ter informações que o auxiliem a decidir qual agente procurar. Diariamente, também estão disponíveis informações atualizadas sobre os resultados alcançados pelo programa, bem como das outras medidas emergenciais adotadas pelo BNDES. Sobre o BNDES – Fundado em 1952 e atualmente vinculado ao Ministério da Economia, o BNDES é o principal instrumento do Governo Federal para promover investimentos de longo prazo na economia brasileira. Suas ações têm foco no impacto socioambiental e econômico no Brasil. O Banco oferece condições especiais para micro, pequenas e médias empresas, além de linhas de investimentos sociais, direcionadas para educação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e transporte urbano. Em situações de crise, o Banco atua de forma anticíclica e auxilia na formulação das soluções para a retomada do crescimento da economia. saiba mais: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/imprensa/

Renda dos mais pobres foi 32% maior que o habitual em agosto

(IPEA) Auxílio emergencial compensou parte das perdas dos meses anteriores em todo o país.   Cerca de 4,25 milhões de domicílios brasileiros sobreviveram, em agosto, apenas com a renda do auxílio emergencial de R$ 600, concedido pelo governo federal. A ajuda financeira também foi suficiente para superar em 41% a perda da massa salarial entre as pessoas que permaneceram ocupadas. Entre os domicílios mais pobres, os rendimentos atingiram 132% do que seriam com as rendas habituais em agosto, aponta estudo publicado nesta terça-feira (29) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) O trabalho, intitulado Os efeitos da pandemia sobre os rendimentos do trabalho e o impacto do auxílio emergencial: os resultados dos microdados da PNAD Covid-19 de agosto, utiliza dados do IBGE. “O papel do Auxílio Emergencial na compensação da renda perdida em virtude da pandemia foi proporcionalmente maior do que no mês anterior”, destaca Sandro Sacchet, autor da pesquisa. Em comparação com o mês anterior, a redução da diferença entre a renda efetiva e a habitual foi generalizada. De modo geral, os trabalhadores receberam em agosto 89,4% dos rendimentos habituais (2,3 pontos percentuais acima de julho) – R$ 2.132 em média, contra uma renda habitual de R$ 2.384. Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam 86,1% do habitual (contra 85% no mês anterior). Trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos continuaram a obter, em média, mais de 94% do rendimento habitual. A recuperação do nível de renda foi maior entre os trabalhadores por conta própria, que receberam em agosto 76% do que habitualmente recebiam, contra 72% em julho, alcançando rendimentos efetivos médios de R$ 1.486. Ainda que tenham recuperado parcela mais significativa da perda salarial devida à pandemia, os conta-própria continuam tendo um dos menores índices de renda efetiva. Um exemplo são os cabeleireiros – os trabalhadores de tratamento de beleza e serviços pessoais receberam em agosto apenas 68,6% da renda habitual, auferindo uma renda média de R$ 1.072. O resultado, porém, é melhor que o de julho, quando receberam 60% da renda habitual. Outros grupos que sofreram muito com a pandemia, mas que apresentaram maior recuperação em seus rendimentos, são os trabalhadores de atividades artísticas, esportivas e recreação (crescimento de 15% da renda); atividades imobiliárias (aumento de 20%); hospedagem (10,5%); serviços de alimentação (7,1%); e transporte de passageiros (7,3%). Os trabalhadores menos afetados pela pandemia encontram-se na administração pública, na indústria extrativa, nos serviços de utilidade pública, na educação, em serviços financeiros e armazenamento, nos correios e nos serviços de entrega. A pesquisa traz os dados por região, gênero, idade e escolaridade. No Nordeste, a renda efetiva subiu de 86,7% do habitual em julho para 89,6% em agosto, enquanto o Centro-Oeste continua sendo a região menos impactada (91,8%). O efeito da pandemia continua mais severo entre os idosos (85,6%) e menor entre os mais jovens (90,8%), e o impacto foi menor entre aqueles com ensino médio ou superior (89% para trabalhadores com médio completo e 91,1% para aqueles com ensino superior). https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=36686&catid=3&Itemid=3

Compliance: Transparência e ética

(Conselho Regional de Administração) Nunca se falou tanto sobre corrupção e ações fraudulentas como ultimamente. Um tema sempre recorrente no Brasil e no mundo, mas que ganhou destaque devido às inúmeras denúncias no âmbito político e econômico brasileiro, gerando um debate muito amplo sobre o que é necessário para que empresas e profissionais consigam desempenhar suas atividades de forma transparente e responsável. Se por um lado as revelações de suborno, desvios de dinheiro público, caixa dois e demais formas ilícitas alarmaram a sociedade, por outro serviram para mostrar que é necessário maior engajamento e políticas efetivas dentro e fora das organizações. Mais do que isso, deixou clara a importância de se debater esse problema no seu aspecto mais amplo envolvendo, principalmente, a ética. Dentro das organizações, muitos fatores podem contribuir para que desvios aconteçam e esse é um cenário que precisa ser trabalhado constantemente entre todos os colaboradores. No entanto, essa questão pode ser muito subjetiva na medida em que os profissionais possuem motivações e valores próprios, que devem ser identificados antes da sua contratação. “É possível avaliar o perfil ético de um colaborador ou candidato analisando a resiliência da pessoa em meio às adversidades e provações às quais pode ser exposta ao se deparar com alguns dilemas. Isso permitirá avaliar a rapidez com que ela se recupera de uma possível tentação em cometer uma fraude ou assédio, caso essa situação seja relevante para ela a ponto de tornar-se uma dúvida. Quanto mais rápida é a recuperação, mais resiliente a pessoa tende a manter sua integridade, porém, em casos de extrema rapidez, também pode haver indícios de indiferença ao tema. Uma vez identificado o grau de resiliência é possível aplicar um plano individual de desenvolvimento”, explica Reinaldo Almeida dos Santos, professor do MBA em Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios. Programas de Compliance Muitas vezes deixados em segundo plano nas organizações, os programas de compliance agora ganham destaque e têm sido difundidos até mesmo em pequenos negócios, como forma de eliminação dos riscos “O compliance vai além de combinar e cumprir, e sim estar o tempo todo observando, garantindo e checando se aquilo que foi combinado está sendo feito” No entanto, o termo, que de maneira geral significa agir em sintonia com as regras, precisa de um melhor entendimento na prática. “Com as questões da Lava a Jato, o termo compliance está sendo usado de forma mais coloquial, como se fosse a solução para tudo. Voltou-se a uma ação mais policialesca e menos construtiva da prática. Por exemplo: nós, enquanto administradores, montamos um plano estratégico, discutimos com os stakeholders, analisamos as pesquisas de mercado, contratamos consultorias internacionais e montamos um plano para os próximos três anos. O compliance significa cumprir o que foi combinado, garantir que aquilo que foi decidido está sendo feito. Hoje, nos tempos da Lava a Jato, se mistura um pouco o que é compliance com ética e código de conduta, mas ele não é só isso”, defende o Adm. Herbert Steinberg, consultor da MESA Corporate Governance. Steinberg esclarece que a implantação deste tipo de programa precisa ser, de fato, absorvido pela organização e seus colaboradores. “O fato das empreiteiras agora criarem agora um código de conduta ou deixarem um sistema de compliance visível não fez nenhuma mudança na essência. É quase um check-list, como se dissessem “olha, agora eu tenho compliance”. Significa que agora, supostamente, as regras serão cumpridas, mas vale lembrar que estas normas já existiam. Então, a prática vai além de combinar e cumprir, mas sim estar o tempo todo observando, garantindo e checando se aquilo que foi combinado como uma regra é, realmente, feito”, esclarece. É necessário, porém, não generalizar e lembrar que m u i t a s o r g a n i z a ç õ e s j á disseminavam as boas práticas do compliance muito antes dos escândalos de corrupção virem à tona. “Existem as empresas que já instalaram um programa anos atrás e hoje estão bem preparadas, com colaboradores treinados nos temas mais relevantes para a empresa. Já em outro grupo, o processo ainda é embrionário. Nestes casos, também existe desconhecimento e muitas vezes até aversão à mudança. Infelizmente muitos profissionais pensam que compliance vem de complicar e é claro que no começo haverá transformações nos processos e controles internos, que poderão desagradar muitas pessoas. No entanto, cada mudança traz a necessidade de sair de caminhos usados e entrar em novos trajetos. Isso muitas vezes é difícil para pessoas, mas essencial para uma empresa adotar uma cultura efetiva de compliance”, defende Christian de Lamboy, sócio-diretor do Instituto ARC, especializado em Auditoria, Gestão de Risco e Compliance. “O compliance é uma importante estratégia de competitividade e atratividade do negócio, pois a sociedade global vem, cada vez mais, conscientizando-se em relação ao consumo sustentável e ético, exigindo das organizações posturas e comportamentos que reflitam esses valores. A existência de um programa de compliance, na medida em que torna mais segura e transparente a realização de negócios, aumenta a confiança e atratividade dos investidores e financiadores, reduzindo consideravelmente o custo do capital e aumentando o valor de mercado da empresa, com benefícios diretos para os sócios. Estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas, de fidelização, comprometimento e rendimento do trabalho é maior dentro de empresas com forte cultura ética, melhorando o ambiente organizacional e retendo talentos. A difusão de boas práticas de governança corporativa amplia a coesão do público interno, gerando uma melhoria de produtividade contínua”, defende Lamboy. Por Katia Carmo https://www.crasp.gov.br/admpro/conteudo/RAP_371_WEB.pdf

Parabéns aos Contadores e palmas à Ciência Contábil

(Conselho Federal de Contabilidade) O Dia do Contador, comemorado em 22 de Setembro, além de homenagear uma classe hoje composta por cerca de 350 mil contadores e contadoras, presta tributo ao dia da criação oficial dos cursos universitários de Ciências Contábeis no Brasil. Instituído pelo Decreto-Lei nº 7.988, de 22 de setembro de 1945, o ensino superior para os profissionais da contabilidade é um marco na evolução da profissão e da ciência contábil no País. O status presente da nossa profissão, com sua expertise técnica e ampla bagagem de conhecimentos, é resultante de aspectos sociais, econômicos e políticos de um passado que nos conduziu até aqui. De geração a geração, ancorada na ciência contábil, a profissão se desenvolveu e foi capaz de se reinventar quando necessário, como diante de recentes inovações tecnológicas incrementais ou disruptivas. Neste 22 de Setembro, comemoramos 75 anos desde a assinatura do Decreto-Lei pelo presidente Getúlio Vargas. Há relatos diversos na literatura que trata da evolução do ensino de Ciências Contábeis, mas alguns dos primeiros cursos universitários instalados foram o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Para ser mais exato, o Decreto-Lei nº 7.988/1945 criou o ensino superior de Ciências Econômicas e de Ciências Contábeis e Atuariais. Até essa época, os cursos de contabilidade não tinham nível universitário e eram ministrados em escolas de comércio desde o início do século XX. No entanto, nossos precursores se queixavam de que a profissão, tida como de conhecimento empírico, gozava de pouco prestígio em relação a outras de grau de educação superior. Um passo importante na história do ensino ocorreu em 1924, quando foi realizado o 1° Congresso Brasileiro de Contabilidade e foram lançadas as bases da campanha pela regulamentação da profissão e pela reforma do ensino comercial no Brasil. Duas décadas de luta foram necessárias, culminando com as assinaturas do Decreto-Lei nº 7.988, em 22 de setembro de 1945, que criou o curso superior, e do Decreto-Lei nº 9.295, em 27 de maio de 1946, que regulamentou a profissão e criou os Conselhos de Contabilidade. A partir daí, o desenvolvimento da profissão passou a seguir um curso constante, no sentido de aumentar a cultura geral dos contadores, de provocar a evolução do pensamento contábil e de expandir as pesquisas e os conhecimentos científicos. O curso de Ciências Contábeis e Atuariais, em sua primeira versão, contou com grade curricular que tinha as disciplinas de Contabilidade Geral; Organização e Contabilidade Industrial e Agrícola; Organização e Contabilidade Bancária; Organização e Contabilidade de Seguros; Contabilidade Pública; e Revisões e Perícia Contábil. Simultaneamente, alguns fatos da história do Brasil passaram a exigir mais dos contadores. Na década de 1960, por exemplo, a edição da Lei de Finanças Públicas (nº 4.320/1964), que teve participação de renomados contadores na sua formulação; da Lei da Reforma Bancária (nº 4.595/1964); e da Lei do Mercado de Capitais (nº 4.728/1965) foram decisivas para a evolução do ensino e do exercício profissional. O surgimento da auditoria como prerrogativa exclusiva dos contadores foi outro fato verificado no mercado de trabalho que exigiu que o ensino se aperfeiçoasse. Ainda, um rápido salto no desenvolvimento da profissão contábil ocorreu com a publicação da Lei das Sociedades Anônimas – nº 6.404/1976 e com a criação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pela lei 6.385, também de 1976. Enquanto isso, o ensino chegava à sua maturidade. Um dos primeiros núcleos de pesquisa contábil criado no País, em 1946, a Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da Universidade de São Paulo, mais tarde denominada Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA/USP), foi pioneira, nos anos 1970, em criar a pós-graduação stricto sensu (mestrado) em Controladoria e Contabilidade. Na mesma década, foi criado o Programa de Mestrado em Ciências Contábeis da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Já o primeiro Programa de Doutorado em Contabilidade foi implantado em 1978 na FEA/USP. A valorização da profissão contábil seguiu ancorada nos acontecimentos econômicos e políticos nacionais e superou, com o fortalecimento da ciência contábil, a escassez de prestígio da profissão de outrora. Prova disso é que os jovens começaram a se interessar mais e mais pelo curso de ciências contábeis. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) mostram que, entre os dez maiores cursos de graduação do Brasil – em relação ao número de matrículas, de ingressantes e de concluintes –, no período de 2009-2018, o curso de ciências contábeis aparece em quarto lugar, atrás apenas de Direito, Administração e Pedagogia. Em 2018, houve mais de 350 mil matrículas nos 1.489 cursos de Ciências Contábeis, oferecidos por 1.104 Instituições de Ensino Superior (IES). Em relação à pós-graduação, atualmente, há 37 cursos de mestrado e 15 de doutorado em contabilidade. Em homenagem às contadoras e aos contadores pelo seu Dia, faço questão de cultivar a lembrança de uma parte da história da Contabilidade: a trajetória do ensino e a evolução da ciência contábil. Das sementes plantadas pela Família Real Portuguesa para o ensino comercial e de contabilidade no Brasil, em 1808, aos dias atuais, orgulha-nos ver a profissão que abraçamos, repleta de profissionais com conhecimentos técnicos e competências intelectuais para atender às demandas heterogêneas da sociedade e da economia brasileiras. Por Zulmir Breda, Presidente do Conselho Federal de Contabilidade

Cases sobre Custeio Variável – Margem de Contribuição – Teste teu conhecimento

1) Considere que a AMBEV na produção da cerveja Skol na embalagem 6×1, tenha um consumo de 200 unidades da matéria prima a um custo unitário de R$ 2,30 e para complemento do lote seja necessário 0,10 unidades dos materiais completares a R$ 360,00 reais e que a mão-de-obra direta venha consumir 4 horas do auxiliar de produção a um custo hora de R$ 50,00 e que os vendedores terão uma comissão de 12% ao preço de venda de R$ 1.700,00 a embalagem 6×1. Com base nestas informações, calcule: a) O custo variável unitário b) A Margem de contribuição unitária c) O índice IMC (índice margem de contribuição. 2) Em relação ao case anterior, tomando por base o volume da embalagem 6×1 vamos considerar que o CUSTO FIXO UNITÁRIO seja de R$ 300,00 e que as despesas administrativas unitárias sejam de R$ 260,00, qual seria o lucro líquido unitário da cerveja Skol? 3) Considere que no período ocorreu a venda de 1.000 unidades de embalagens 6×1, qual seria o lucro líquido mensal das vendas? 3) Ao pesquisar a produção da Heineken (concorrente da Skol) tivemos as seguintes informações: Que os preços de vendas são equivalentes devido a similaridade do público que consome as cervejas; porém para a produção da embalagem 6×1 o custo variável da Heineken é de R$ 550,00 e os custos e despesas fixas de R$ 960,00 reais. Qual seria o lucro líquido da Heineken para uma venda de 1.000 embalagens? 4) Considerando que ambas marcas de cervejas tenham um aumento nas vendas de 100 unidades, qual delas teriam a melhor performance em lucro líquido? e por quê? 5) Considere ainda que para a produção da cerveja Brahma na embalagem 6×1 a AMBEV tenha um consumo de 500 unidades da matéria prima a um custo unitário de R$ 2,00 e que a mão-de-obra direta venha consumir 5 horas do auxiliar de produção a um custo hora de R$ 80,00 e que os vendedores terão uma comissão de 12% ao preço de venda das embalagens unitária a R$ 3.600,00. Pergunta-se: Qual seria a margem de contribuição e o índice da margem de contribuição da Brahma? 6) Considere que para uma venda de 900 unidades da embalagem 6×1 a empresa tenha os seguintes custos fixos: Salários de apoio a produção e outros gastos gerais de fabricação no valor de R$ 440.000,00 e a depreciação fabril de R$ 320.000,00 e as despesas administrativas no valor de R$ 180.000,000. Pergunta-se qual seria o lucro operacional da linha BRAHMA nas vendas das 900 unidades? Cases sobre margem de contribuição PONTO DE EQUILÍBRIO  

Magalu faz aquisições e marca a entrada no segmento de publicidade online

MAGAZINE LUIZA S.A. (“Companhia” ou “Magalu”) vem a público informar aos seus acionistas e ao mercado que, nesta data, celebrou contratos para aquisição (i) das empresas Unilogic Media Group Ltda. e Canal Geek Internet Ltda. (“Canaltech”); e (ii) da plataforma “Inloco Media”, unidade de negócio da empresa Inloco Tecnologia da Informação S.A. (“Inloco Media” e “Inloco”, respectivamente). Magazine Luiza deve gerar conteúdo, tráfego e conversão em vendas online e offline, podendo se tornar um dos maiores polos de comércio do mundo, podendo reduzir a dependência da empresa das plataformas digitais como o Google e o Facebook. As transações marcam a entrada do Magalu no segmento de publicidade online, combinando a geração de conteúdo e audiência com a plataforma para comercialização de mídia digital. Por meio do MagaluAds, será possível ampliar a divulgação de milhões de produtos disponíveis na plataforma do Magalu, além de monetizar a sua forte audiência. Canaltech O Canaltech é uma das maiores plataformas multimídia do país com foco na produção de conteúdo de tecnologia em texto, áudio e vídeo, incluindo análises de produtos, podcasts, temas corporativos e cobertura do noticiário diário. O portal atinge mensalmente 24 milhões de visitantes únicos. Está presente nas principais redes sociais e possui hoje uma das maiores audiências dos canais brasileiros de tecnologia do YouTube, com 2,5 milhões de inscritos, e um total de 420 milhões de exibições – uma média de 8 milhões de visualizações mensais. Com uma equipe de mais de 60 colaboradores, o Canaltech traz informações sobre os principais acontecimentos do mundo da tecnologia e auxilia na decisão de compra de milhões de consumidores; abrangendo lançamentos de produtos, novidades das empresas do segmento, atualizações sobre as redes sociais, curiosidades, notícias e entrevistas sobre ciências, espaço e cultura geek. Com a aquisição do Canaltech, o Magalu passa a ter uma das maiores audiências da internet brasileira, com mais de 80 milhões de visitantes únicos mensais, e supera a marca de 5 milhões de usuários inscritos nos seus cando Youtube. Plataforma Inloco Media A Plataforma Inloco Media é a divisão da empresa Inloco focada na comercialização de publicidade digital. A aquisição da Plataforma Inloco Media irá acelerar o crescimento do MagaluAds, possibilitando levar ao acesso de milhares de parceiros do Magalu — sellers do marketplace e fornecedores — a oportunidade de promover suas marcas e produtos de forma ainda mais assertiva e abrangente. Com a operação, uma equipe de 12 desenvolvedores e especialistas que atuavam nessa divisão na Inloco passarão a compor o time do MagaluAds. Adicionalmente, além do foco em mídia digital, a Plataforma Inloco Media também possui soluções de publicidade “online-to-offline” (O2O) por meio de tecnologia de geolocalização. Este serviço possibilita aos varejistas conectados ao Parceiro Magalu a oportunidade de investir no MagaluAds para atrair mais tráfego e, consequentemente, mais clientes às suas lojas físicas. A implementação da aquisição da Plataforma Inloco Media está condicionada ao cumprimento de obrigações e condições precedentes usuais a esse tipo de operação. MagaluAds: Publicidade digital  Com a Plataforma Inloco Media, o MagaluAds passará a contar com uma plataforma própria, simples e intuitiva, que irá descomplicar a publicidade online, levando ao acesso de milhares de sellers e fornecedores do Magalu autonomia para investir e acelerar suas vendas. O serviço oferecido pelo MagaluAds será uma forma adicional de monetizar a audiência do Magalu, agora ainda mais forte com a aquisição do Canaltech. O MagaluAds está inserido no pilar estratégico “Magalu ao seu Serviço” e complementa as iniciativas que já são oferecidas aos pequenos e médios varejistas que se conectam por meio do Parceiro Magalu. É mais um importante passo na estratégia da Companhia de digitalização do varejo brasileiro. Fonte: Site da Magalu – imprensa e relação com investidores em 06.08.2020 Roberto Bellissimo Rodrigues Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da MAGALU