Maganize Luiza: No caminho certo e mais um resultado surpreendente – EBITDA de 1.255,2 milhões

Ganho consistente de participação de mercado. Com um exemplo inovador de gestão a Magazine Luíza sem conquistando resultados surpreendentes e além de conquistar o público consumidor, cada vez mais adquire a confiança dos investidores e as ações da empresa subiram após a divulgação do resultado do 4tri2018 em 10,28%. Já faz algum tempo que estamos efetuando a análise fundamentalista da empresa e acompanhando seus resultados; para quem estuda a Magazine Luíza isto é apenas uma consequência da sincronia dos esforços. Parabéns aos administradores da empresa. Nada de Amazon, a empresa se inspira na Chinesa WeChat e se prepara para o desenvolvimento de um super aplicativo (firmou Frederico Trajano, presidente do Magazine Luiza, em teleconferência com analistas e investidores. Prof Alexandre Wander – Mestre em controladoria (PUC-SP) e doutor em avaliação de empresas (USP-SP) No 4T18, as vendas totais, incluindo lojas físicas, e-commerce tradicional (1P) e marketplace (3P) cresceram 34,9% para R$5,9 bilhões, reflexo do aumento de 57,4% no e-commerce total (sobre um crescimento de 60,0% no 4T17) e 24,2% nas lojas físicas (crescimento mesmas lojas de 16,1% sobre alta de 15,0% no 4T17). Vale destacar a performance das 100 lojas (41 lojas no 4T18), com vendas acima das expectativas, elevando o crescimento total das lojas físicas em 8 p.p. Segundo dados do IBGE (PMC), em 2018, as vendas do setor tiveram queda de 1,4%. Crescimento acelerado no e-commerce. As vendas do e-commerce cresceram 57,4% no 4T18, comparado ao crescimento do mercado de 13,4% (E-bit) e representaram 37,7% das vendas totais. No e-commerce tradicional, as vendas evoluíram 43,8% e o marketplace contribuiu com vendas adicionais de R$ 366,0 milhões (representando 16,3% do e-commerce total). O ganho de marketshare novamente foi impulsionado pela excelente performance do app, que alcançou mais de 26 milhões de downloads, pela maturação dos projetos de multicanalidade e permanência do selo RA1000. Evolução do lucro bruto. No 4T18, o lucro bruto cresceu 22,8%, atingindo R$1.296,2 milhões. A margem bruta diminuiu 1,1 p.p. para 28,1%, como reflexo principalmente do aumento significativo na participação do e-commerce, que passou de 32,3% para 37,7% das vendas totais. Diluição das despesas fixas, aumento dos investimentos em nível de serviço e aquisição de novos clientes. No 4T18, as despesas operacionais foram diluídas em 0,4 p.p. para 20,8% da receita líquida. Dentro desse montante, os investimentos adicionais em melhoria no nível de serviço e aquisição de novos clientes representaram aproximadamente 1,2 p.p. da receita líquida. Crescimento expressivo na Luizacred. A base de Cartões Luiza aumentou quase 1 milhão em 2018, atingindo 4,3 milhões de cartões. No mesmo período, o faturamento total do Cartão Luiza cresceu 37,2% superando a marca de R$20 bilhões. No 4T18, a Luizacred apresentou um lucro de R$15,7 milhões e R$87,6 milhões em 2018, influenciados pela adoção do IFRS 9. Considerando as práticas contábeis estabelecidas pelo Banco Central, o lucro da Luizacred foi de R$46,6 milhões no 4T18 e R$161,4 milhões em 2018, crescendo 36,2% e 15,2% respectivamente. Crescimento do EBITDA e do lucro líquido. No 4T18, o EBITDA cresceu 13,0% para R$353,5 milhões (7,7% de margem). O elevado crescimento das vendas, o resultado positivo do e-commerce e a diluição das despesas fixas contribuíram para o crescimento nominal do EBITDA. Dessa forma, a Companhia apresentou lucro líquido de R$189,6 milhões com crescimento de 14,5% (ROE de 33%). Considerando o resultado da Luizacred de acordo com as práticas contábeis estabelecidas pelo BC, o lucro do Magalu teria sido de R$205,1 milhões no 4T18 e R$634,3 milhões em 2018. Expressiva geração de caixa operacional e retorno sobre o capital investido. O fluxo de caixa das operações, ajustado pelos recebíveis, atingiu R$1,0 bilhão no 4T18 em função da melhoria dos resultados e da gestão do capital de giro. Mais uma vez, a Companhia apresentou elevado crescimento, com alto retorno sobre o capital investido e forte geração de caixa. O ROIC atingiu 39% no 4T18. Aumento da posição de caixa líquido e otimização da estrutura de capital. Nos últimos 12 meses, a Companhia aumentou o caixa líquido ajustado em R$488,1 milhões, que passou de uma posição de caixa líquido de R$1.663,4 em dez/17 para R$2.151,4 milhões em dez/18. Na mesma data, a Companhia tinha uma posição total de caixa de R$2,6 bilhões, considerando caixa e aplicações financeiras de R$1,0 bilhão e recebíveis de cartão de crédito disponíveis de R$1,6 bilhão. Um bom estudo prof. Alexandre Wander conheça nossos cursos (presenciais e incompany) Avaliação de Empresas – Valuation Abaixo relatório completo da empresa MGLU_ER_4T18_POR
Ganhei poder, e agora?

A maioria dos gestores e gestoras se tornam líderes sem terem se preparado para isso. Assume o poder e não sabe como exercê-lo. Analisamos um mapa para quem deseja capacitar-se a atingir o potencial para a grandeza desse desafio com mais consciência e sabedoria: o modelo “Alma da Liderança”, de Deepak Chopra. Você já foi surpreendido por um convite ou convocação para assumir um cargo de liderança se sentir-se preparado para isso. Muitos de nós somos tomados de surpresa quando uma situação inesperada nos retira de um cargo técnico ou administrativo para assumir de uma hora para outra uma função gerencial. Como lidar com essa situação? Como se comportar no novo cargo de gestor? Apresentamos neste artigo um mapa que pode ajudar a guiar o comportamento dos líderes em sua primeira experiência, capacitando-o a atingir o potencial para a grandeza com mais consciência e sabedoria: o modelo Alma da Liderança. No livro “A alma da liderança”, Deepak Chopra, autor indiano consagrado pela sua capacidade de transformar a vida das pessoas com ensinamentos que unem vida material e espiritual, utiliza o acrônimo L-E-A-D-E-R-S (líderes, em inglês), para conceber um modelo de excelência na liderança. Chopra é um dos gurus mais conhecidos na área da espiritualidade e da medicina corpo-mente. Autor de mais de 25 livros de autoajuda, seu best-seller “As Sete Leis Espirituais do Sucesso” já foi lido por milhões de executivos e celebridades que conseguiram prosperidade, sucesso, equilíbrio entre suas vidas pessoal e profissional. Escolhido como uma das 100 personalidades do Século XX pela Revista Time, em 1999, sua proposta de autoajuda é centrada na afirmação “se compreendermos a nossa verdadeira natureza e soubermos viver em harmonia com as leis naturais, a sensação de bem-estar, de entusiasmo pela vida e a abundância material surgirão facilmente”. Para Chopra, ser um bom líder significa incorporar a alma e o espírito das pessoas que você lidera. Os líderes mais eficazes refletem os valores e princípios que sua equipe preza, com altos níveis de moral, visão, criatividade e senso de comunhão com as pessoas. Na verdade, isso pode ser uma tarefa difícil, especialmente se você estiver entrando no papel pela primeira vez. O caminho está aberto para que todos desenvolvam tais qualidades. Com sua visão hinduísta, Chopra adverte que a única condição é que aprendamos a ouvir o nosso guia interior. Comentamos aqui as 7 características essenciais, com as iniciais L-E-A-D-E-R-S, para você guardar consigo no seu smartphone: 1. Look and Listen (Escute com os olhos) A ideia de olhar e escutar, ou como eu prefiro dizer “escutar com os olhos”, é praticar verdadeiramente a escuta ativa. Ter a orientação total para o próximo. Dedicar sua atenção totalmente para o seu colaborador, chefe ou cliente – enfim, o seu interlocutor. Quando você está em uma posição de gestão e liderança, reserve um momento para olhar em volta e perceber o que está ao seu redor. Em que as pessoas do seu time estão priorizando e gastando seu tempo? Pode até ajudar a agendar reuniões individuais com cada pessoa da sua equipe. Isso ajudará você a se manter informado ao estabelecer uma visão de onde deseja que sua organização esteja e alinhar os princípios e valores da equipe. Ao transformar a atenção para dentro e ouvir internamente, você pode desenvolver um profundo senso de propósito. Esta atitude reflete a Sétima Lei Espiritual do Sucesso, “a Lei do Propósito de Vida”. Todos têm um propósito na vida… algo único para dar aos outros. E quando misturamos este talento com o serviço aos outros, experimentamos o êxtase de nosso próprio espírito, o que é objetivo último de todos os objetivos, explica Chopra. Primeiro, devemos descobrir nosso verdadeiro eu: depois, expressar nossos talentos especiais; e finalmente, usar este nosso dom para servir a humanidade. O líder deve ser um servidor! A visão da “Liderança Servidora”, de James C Hunter, e outras abordagens recentes sobre o papel do líder como alguém que tem o papel de servir a um propósito maior segue essa lei. Já ouvi de muitos gestores que eles descobriram seu propósito de vida depois de estar no exercício do cargo e que sentiam que aquela era sua verdadeira vocação. Um deles por exemplo, gerente de treinamento, me disse que seu propósito era “ajudar as pessoas no seu desenvolvimento pessoal e profissional”. 2. Emotional Bonding (Conecte-se emocionalmente) Líderes respeitados dedicam tempo para construir relacionamentos significativos com seus colegas e equipe. Eles perguntam sobre as famílias daqueles com quem trabalham, mas tem cuidado também para não perguntar nada muito pessoal. Conhecem seus limites. Líderes com laços emocionais lembram dos aniversários, perguntam sobre como está sendo o dia de seus colaboradores e agendam um almoço ou reunião sempre que podem com cada um de seus colaboradores para responder a perguntas ou estreitar relacionamento. Eles compartilham histórias pessoais de sua vida. Deixam as pessoas verem quem eles realmente são – não como autocratas ou indivíduo frios e distantes, mas como pessoas relacionáveis e de igual valor. Essa atitude é essencial para liderança, como afirma Chopra. Afinal, sabemos que o relacionamento interpessoal é a base para a confiança. E que este, por sua vez, sustenta a liderança. Um líder será respeitado se tiver esta ligação emocional com seus seguidores. Um de meus clientes notou que sua influência na equipe aumentou quando passou a participar do happy hour que alguns funcionários faziam semanalmente. Antes ele não participava pois tinha medo que aquilo tiraria sua autoridade sobre aqueles funcionários. 3. Awareness (Tenha Conhesciência) Como líder, você deve ter consciência situacional, o que significa simplesmente ser observador de seu entorno imediato. Estar consciente, atento e ciente ajudará você a obter informações críticas para o seu sucesso. Você pode melhorar sua compreensão conversando regularmente com seus colegas por meio de reuniões recorrentes, lendo sobre sua organização nas notícias e “percorrendo os corredores” de sua empresa para saber mais sobre o que está na mente das pessoas. Chopra chama a atenção para a adequação ao ambiente, uma noção de presença (“estar totalmente presente”) e ter sensibilidade para perceber o que acontece a nossa volta. Na perspectiva do conceito
Os principais valores da Lei Sarbanes-Oxley

As principais normas estabelecidas pela Lei Sarbanes-Oxley podem ser agrupados segundo esses valores: Compliance – conformidade legal Adoção pelas corporações de um código de ética para seus principais executivos, que deverá conter as formas de encaminhamento de questões relacionadas a conflitos de interesses, divulgação de informações e cumprimento das leis e regulamentos. As corporações que não adotarem a explicitação de condutas em um código de ética deverão explicar as razões da não adoção. Uma cópia do código de ética deverá ser entregue a Security Exchange Commission (SEC) e ter divulgação aberta. Accountability – prestação responsável de contas Os principais executivos e o diretor financeiro, respectivamente, CEO e CFO, na divulgação dos relatórios periódicos previstos em lei, devem certificar-se de que: Revisaram os relatórios e não existem falsas declarações ou omissões de fatos relevantes As demonstrações financeiras revelam adequadamente a posição financeira, os resultados das operações e os fluxos de caixa. Divulgaram aos auditores e ao comitê de auditoria todas as deficiências significativas que eventualmente existam nos controles internos, bem como quaisquer fraudes evidenciadas, ou mudanças significativas ocorridas após a sua avaliação. Têm responsabilidade pelo conhecimento de controles internos, pelos seus desenhos e processos e pela avaliação e monitoramento de sua eficácia Constituição de um comitê de auditoria, para acompanhar a atuação dos auditores e dos números da companhia, atendendo as seguintes diretrizes: Presença de pelos menos um especialista em finanças Composto exclusivamente por membros independentes do conselho de administração, não integrantes da direção executiva, que, além dos valores que já receberam pela participação do conselho, não receberão quaisquer outros a título de pagamentos pelo aconselhamento ou consultoria prestada ao comitê. Responsável pela aprovação prévia dos serviços de auditoria. Divulgação, por relatórios periódicos, dos resultados de seus trabalhos. Disclosures – mais transparência Detentores de informações privilegiadas deverão seguir as exigências da lei nos casos de mudanças em suas participações acionárias. Redução de prazos de insiders comuniquem à SEC, quaisquer renegociações envolvendo valores mobiliários da companhia Quaisquer informações complementares aos relatórios exigidos pela lei, relativas às condições financeiras e operacionais da companhia, deverão ser divulgadas com rapidez. Contingências não incluídas no balanço patrimonial devem ser divulgadas. A SEC poderá expedir regras, exigindo a divulgação em tempo real de quaisquer informações relevantes não contabilizadas off balance sheet que impactam os negócios e os resultados corporativos. Fairness – senso de justiça A remuneração do executivo principal deverá ser aprovada pelo conselho de administração Aprovação pelos acionistas de stock options Vedação de empréstimos pessoais a diretores executivos, Devolução de bônus e de lucros distribuídos no caso de a companhia retificar demonstrações financeiras em decorrência de descumprimento relevante das normas estabelecidas pelas SEC. Vedação de quaisquer formas de anistia aos empréstimos antes concedidos e não liquidados. Restrições sobre negociação durante períodos de troca de administradores de fundos de investimento. Definição de penas historicamente inusitadas por fraudes. As multas podem chegar a US$ 5 milhões e a prisão de 20 anos. Entendendo-se por fraudes corporativas a alteração, a destruição, a mutilação, a ocultação e a falsificação de informações ou documentos, com a intenção de impedir, obstruir ou influenciar o conhecimento e a análise do desempenho e da situação dos negócios e da gestão. Fonte Sox – Entendendo a Lei Sarbanes-Oxley Editora Cengage Learning – Vania Maria da Costo Borgerth
A Lei Sarbanes-Oxley no Brasil, uma análise dos impactos de suas exigências

As limitações do acesso á poupança nacional pelas vias das bolsas de valores, e a própria disponibilidade dos recursos desejados, levaram muitas companhias brasileiras ao mercado internacional, captando recursos de investidores estrangeiros. O canal de acesso priorizado tem sido a New York Stock Exchange. Naquele mercado, em resposta aos escândalos e fraudes que abalaram a credibilidade de instituições, que até então predominantemente autorreguladas, o advento, em 2002, da lei sarbanes Oxley, (“Sarbox”) impôs novas regras rígidas de governança corporativa, estendidas pela Securitires Exchange Commission (SEC) às companhias estrangeiras com emissões negociadas nos Estados Unidos. A extraterritorialidade na aplicação dessa lei e das normas regulatórias conexas é uma as consequências da globalização dos mercados: passa haver inter-relações entre ordenamentos jurídicos distintos. Há, para tanto, procedimentos previstos no Direito Internacional Privado de reenvio e recepção para solucionar conflitos de normas no mesmo espaço. No caso brasileiro, por exemplo, isto se deu para permitir a adaptação das exigências de criação do Comitê de Auditoria, que conflitavam com os do Conselho Fiscal previsto na nossa legislação. Após manifestação da CVM a SEC, o Conselho Fiscal foi aceito como instituição que cumpria a finalidade desejada, desde que com adaptações: criou-se assim o chamado Conselho Fiscal “Turbinado”. Outros requisitos foram recepcionados, como a criação de Comitê de Divulgação, conciliando os preceitos da Sarbanes com as instruções da CVM, contendo passo a passo os procedimentos para a elaboração de relatórios anuais e demais divulgações ao mercado, segundo os princípios enumerados no título IV, Enhanced Financial Disclosures. Outra questão crítica foi sobre a competência para a escolha da Auditoria Independente, que na nossa lei é de competência exclusiva do Conselho de Administração, e que de acordo as regras da SARBOX são de competência do comitê de Auditoria. A solução adotada pelas companhias brasileiras foi atribuir ao Conselho Fiscal “turbinado” a indicação do auditor independente ao Conselho de Administração, que, caso concorde, o nomeará. Ademais, as companhias foram obrigadas a incluir em seus relatórios anuais declarações de natureza civil e penal, emitidas pelo Diretor-Presidente e pelo Diretor Financeiro, nos quais esses administradores atestam a veracidade e a precisão das informações prestadas naquele documento, particularmente as contábeis e financeiras. Isto levou as companhias brasileiras à avaliação rigorosa de seus controles internos – pela administração e pelos auditores externos – mapeando e elaborando planos de ação para correção das falhas. O cumprimento dessas exigências envolve elevados custos, os quais não estão sujeitas as companhias brasileiras que não acessaram o mercado dos Estados Unidos. E mais, além dessa assimetria, ao adquirir outras empresas, as companhias que acessaram a Nyse, se expõem aos riscos decorrentes de controles deficientes da empresa-alvo, incorrendo nos custos de remoção das falhas constatadas. Claramente, estas assimetrias impactam negativamente as condições competitivas das empresas sujeitas a SARBOX. Outra questão importante relacionada à aplicação dos dispositivos da Sarbox no Brasil diz respeito às diferenças nas estruturas de controle. Nos Estados Unidos, o capital é detido por um enorme universo de investidores, já as companhias brasileiras emissoras de ADRs tem um acionista controlador ou um grupo identificado de controle. (Embora isto comece a mudar recentemente). O eixo de poder é, portanto, diferente. Enquanto lá, na maior parte das companhias, são os executivos munidos de mandatos (proxies) que nomeiam os membros do Conselho de Administração, podendo assim ocorrem – como de fato ocorreram -fraudes, resultados forjados, e auto premiações ilegítimas para a administração, aqui os acionistas controladores que escolhem os administradores (conselheiros e executivos). Dada esta estrutura de poder, as atribuições da Diretoria Executivas são comparativamente mais limitadas. Tais características se refletem na doutrina brasileira, que ao tratar de temas como o affectio societatis, centra-se nas relações entre os sócios e na sua conduta enquanto acionistas. Aqui, o conflito de interesse tem como centro o acionista controlador, não a Diretoria Executiva. E é nesse campo que, no Brasil, se instalam os embates sobre os limites legais do exercício do poder nas sociedades anônimas. É interessante perceber que há paralelos entre as sociedades por ações e, em sentido amplo, as sociedades organizadas sob o regime democrático. Segundo Norberto Bobbio, a democracia pressupõe o controle. O poder dever ser controlado e o único meio de controla-lo é que haja participação que alcance todas as áreas aonde ele é exercido. A Sarbox e as normas decorrentes têm exatamente este propósito. Pedro Aguiar de Freitas – Consultor Geral Jurídico da Companhia Vale do Rio Doce Fonte: Governança Corporativa. Fundamentos, desenvolvimentos e tendências Autores: José Paschoal Rossetti e Adriana Andrade Editora Atlas – Sétima edição – atualizada e ampliada
A Governança Corporativa de acordo a CVM (Comissão de valores mobiliários)

Governança corporativa é o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia ao proteger todas as partes interessadas, tais como investidores, empregados e credores, facilitando o acesso ao capital. A análise das práticas de governança corporativa aplicada ao mercado de capitais envolve, principalmente: transparência, eqüidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Para os investidores, a análise das práticas de governança auxilia na decisão de investimento, pois a governança determina o nível e as formas de atuação que estes podem ter na companhia, possibilitando-lhes exercer influência no desempenho da mesma. O objetivo é o aumento do valor da companhia, pois boas práticas de governança corporativa repercutem na redução de seu custo de capital, o que aumenta a viabilidade do mercado de capitais como alternativa de capitalização. Quando investidores financiam companhias, eles sujeitam-se ao risco de apropriação indevida, por parte de acionistas controladores ou de administradores da companhia, de parcela do lucro do seu investimento. A adoção de boas práticas de governança corporativa constitui, também, um conjunto de mecanismos através dos quais investidores, incluindo controladores, se protegem contra desvios de ativos por indivíduos que têm poder de influenciar ou tomar decisões em nome da companhia. Companhias com um sistema de governança que proteja todos os seus investidores tendem a ser mais valorizadas, porque os investidores reconhecem que o retorno dos investimentos será usufruído igualmente por todos. CVM – Comissão de valores mobiliários abaixo cartilha da CVM para download. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander cartilhaCVM[1]
O que é uma vida bem sucedida?

No estudo mais longo da história sobre felicidade, os pesquisadores de Harvard revelam o que é ter um vida feliz. A resposta é uma das habilidades que todo líder extraordinário e executivo eficaz deve ter.
Negociar ou sofrer, eis a questão!

Visando construir Bases Sólidas para poder iniciar bem uma boa Negociação, o que mais importa é pré-saber: – Quem você é? | – Onde você está? | – Para onde você quer ir? | – O que você quer, de fato? (essas mesmas perguntas também se aplicam às pessoas-jurídicas). Procurarei dar, no decorrer deste Artigo, alguns subsídios e estímulos para que você possa chegar a obter respostas pertinentes às suas questões abertas e a abrir… REALMENTE É POSSÍVEL DEIXAR DE SOFRER SE EU NEGOCIAR TUDO, COM TODOS? Sim, parar de sofrer é possível a quem usar técnicas especificamente dirigidas, técnicas SIMPLES, para obter sucesso nas suas Negociações e/ou na fidelização de seus públicos, seja eles: cônjuges, pais, filhos, sogras, parentes, vizinhos, liderados, ‘chefes’, fornecedores, terceirizadores de serviços, entidades de classe, financeiras e outros. Saber negociar é o que todo e qualquer Ser Humano, profissional ou não, precisa saber para poder aplicar na sua vida pessoal e profissional, objetivando aumentar a eficácia e melhorar sua vida e a de quem interage com você. Por exemplo, a título de ‘degustação’: – Como você irá posicionar sua cadeira em uma situação de negociação?… Por quê? Nunca frontalmente para não criar uma situação de “competição para ganhar” (queda de braço, jogo de xadrez ou dama, etc.). – Com quais cores você deverá estar trajado?… Por quê? Combinar duas cores contrastantes (branco e preto, azul claro e azul escuro) para criar uma “dualidade visual”, harmônica com o plano bi polarizado em que vivemos (Yin e Yang, bem e mal, bom e ruim, etc.). Os estudiosos ou simples observadores atentos sabem que essas premissas se aplicam a todas as pessoas desta época, de acordo com suas características e com a ‘mentalidade social vigente’ (Mente Coletiva, segundo Carl Jung). Negociação é um Tema fundamental e imperativo a todos aqueles que quiserem alcançar o que desejam, assim como àqueles que querem obter e manter para sempre o tão almejado e o tão decantado Estado de Felicidade. As duas assertivas: “O que o homem mais BUSCA é a Felicidade” e “O que o homem mais QUER é o poder” são forças antagônicas, porque para obter e manter o poder ele cerca o ‘Feudo’ e o protege, negando assim a Felicidade a quem interage com ele. Então, como chegar a um estado de felicidade negando-o a quem conosco convive? Impossível, segundo entendo, porque Poder e Felicidade tem quem pode ver se iluminar de prazer os rostos das pessoas, só porque ele chegou e só pelo o que ele É. Isso independe do que ele tem ou do que ele poderia lhes dar. Estou levemente abordando temas que deverão ser úteis para o desenvolvimento de toda e qualquer função de liderança filosófica, em nível pessoal, profissional ou conjugal. Mas, futuramente, aprofundarei mais esses temas… Quanto a uma Introdução mais aprofundada no Tema ‘Negociação’, posso afirmar que: querendo ou não, você é um Negociador; a Negociação é uma necessidade de vida; você negociou sua vida inteira! As pessoas negociam até mesmo quando não sabem que estão negociando. Você, por exemplo, já negociou o uso de um brinquedo com seu irmão ou um castigo menor com sua mãe ou negociou com seu cônjuge sobre onde ir jantar ou negociou com seu filho sobre a hora de apagar as luzes ou o quanto ele deverá navegar na Web ou já negociou aumentos com seu empregador ou já tentou negociar uma trégua com um vizinho ou sogra… A Negociação é um meio básico de conseguir o que se quer de outrem! Negociar bem é conseguir ter ambos os lados satisfeitos. Num passado próximo, só se pensava em atender as próprias necessidades sem se preocupar com o outro lado envolvido na Negociação. A mentalidade geral era “levar vantagem em TUDO” e não se ‘pré-ocupar’ em atender a outra parte… Ainda há quem manifesta essa conduta! Lembre-se de que só há uma maneira de você ser duradouramente Feliz: “propiciar e manter a felicidade de todos os que estão à sua volta e de todos com quem você negocia”. Só para mantê-los fiéis e felizes ou só por Ser Humano? Mantê-los fiéis é bom a curto, médio e longo prazo. Mantê-los sempre felizes também é muito bom, porque ser Feliz é ter com você / para você a felicidade de todos os seus pares, mas se sentir Humano é a garantia de sua felicidade! LEMBRE-SE DE QUE NEGOCIAR OU SOFRER É LIVRE ARBÍTRIO TEU! Também é de livre arbítrio teu “negociar com você mesmo”, deliberando bem, antes de decidir acionar qualquer coisa em sua vida. Negociar com o teu Eu Superior é Sinal de elevada Sabedoria, Prudência e Inteligência! Um Mercadólogo reconhecido pelo MEC em 1991, especialista em Marketing e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Moracy das Dores publicou três livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar”, “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”, Líder incomum se forma com Filosofia!
9 hábitos para progredir na carreira e nos negócios em 2019

Em um ano que sinaliza otimismo e oportunidades, é hora de acreditar, planejar e pôr a mão na massa. Conheça 9 hábitos que empreendedores e milionários bem-sucedidos praticam no seu dia a dia e que você também pode utilizar 2019 será um ano de oportunidades! Um novo governo federal, novos governos estaduais, diversas reformas a serem votadas, retomada do crescimento econômico, aumento de vagas no mercado trabalho e outras boas notícias parecem trazer previsões otimistas para o cenário econômico e social brasileiro. Continuaremos a viver em um mundo VUCA, isto é, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo, onde diversas competências são exigidas de profissionais, gestores e organizações para sobreviver, como escrevemos no artigo “Como Prosperar no Mundo VUCA em 2018”. Neste cenário, milhares de empreendedores, profissionais e milionários tem sido bem-sucedidos, e tem compartilhado alguns hábito em comum, que aqui apresentamos para inspirar aqueles que desejam progredir em sua carreira ou negócios no ano novo. A lista que elaboramos, a partir de nossa experiência profissional, inclui o resultado de pesquisa feita por vários livros e autores, entre eles: “O poder da alta performance: os hábitos que tornam as pessoas extraordinárias”, de Brendon Burchard, “Change your Habits, Change Your Life”, de Tom Corley, e “Success Habits” de Napoleon Hill, que pesquisaram centenas de pessoas bem-sucedidas. 1. Acorde mais cedo Um hábito das pessoas bem-sucedidas é que elas acordam 2 ou 3 horas antes do horário que seu dia de trabalho começa. Richard Branson, Tim Cook e Richard Branson são conhecidos madrugadores. Com 1 ou 2 horas a mais durante o dia você poderá fazer muitas coisas como, por exemplo, exercitar-se. Exercícios físicos O exercício diário ou duas, três vezes por semana, como uma caminhada, corrida ou outra atividade física, é recomendado pelos profissionais da saúde para que tenhamos melhor qualidade de vida e possamos ser mais produtivos no nosso dia a dia. O bilionário Richard Branson, dono da Virgin, disse que acordar as 5 horas para jogar tênis ou andar de bicicleta dobrou sua produtividade. Leitura Outra coisa que podemos fazer ao acordar mais cedo é ler um bom livro, seja um romance, não ficção ou mesmo um livro relativo ao nosso trabalho e profissão, o que vai permitir que nos atualizemos mais em nossa área de atuação. Ler, por si só já é um hábito próprio que nos torna bem-sucedido, pois enriquece nosso vocabulário, melhora nosso raciocínio e nosso poder de argumentação. Além de nos dar receitas e técnicas que podem ajudar a conquistar nossos objetivos. A maioria das pessoas bem-sucedidas, como Warren Buffet e Bill Gates, leem muito, muito durante um ano. Autodesenvolvimento Também podemos assistir um webinar ou fazer um curso à distância. No mundo VUCA, devemos buscar a educação continuada de maneira permanente. Projetos Pessoais Muitos milionários e executivos utilizam esse tempo para dedicar-se a projetos pessoais. Também podemos incluir nesse tempo um espaço de 15 minutos a meia hora para meditação, que por sua importância, destacamos como um hábito à parte. 2. Faça meditação Não é a toa que a prática da meditação é um hábito que o homem pratica há séculos. Segundo diversos estudos científicos, inclusive da neurociência, a prática da meditação diária diminui o estresse, aumenta a felicidade, diminui a irritação e, também ajuda as pessoas a estarem mais conscientes de seus pensamentos e lidar melhor com situações difíceis. De acordo com a psicologia positiva, a meditação matinal redefine sua mente e corpo e por isso se torna uma ótima maneira de começar o dia. No ambiente complexo, agitado e sob pressão que vivemos atualmente, a meditação funciona como um antídoto para lidar com o mundo VUCA e prepara a pessoa para ter um dia em equilíbrio. 3. Cuide do seu sono Trate o seu sono como um ritual para o sucesso. Lembre-se que uma noite bem dormida é fundamental para recarregar a energia. O sono reparador é aquele que não sofre interrupções e é suficiente para recompor as energias: de 6 a 8 horas (Dizem que Albert Einstein preferia 10 horas de sono). Para cuidar do seu sono, eis algumas dicas: antes de deitar, evite acessar as redes sociais, pois a luz da tela do celular agita o cérebro e excita a mente. Fica mais demorado pegar no sono. O ideal é ouvir uma música suave, um audiobook ou ler algo para “chamar” o sono. Muitos tomam chá ou leite morno para dormir. A mentalização e a meditação também ajudam. Para Ariana Huffington, autora de “A Terceira Medida do Sucesso” dormir é crítico para o sucesso. O sono afeta a memória e o pensamento criativo e ter uma boa noite de sono ajuda no melhor desempenho profissional. 4. Ouse! Desafie-se fazendo algo diferente Ouse fazer algo desafiador, que o faça quebrar a rotina, sair da sua zona de conforto. O seu cérebro quer evitar situações desconfortáveis e que o assustem. Nós estamos acostumados com a estabilidade, com a certeza, com a lei do menor esforço. Mas o mundo VUCA nos desafia o tempo todo para lidar com a incerteza, a volatilidade, a ambiguidade, a velocidade…Por isso temos que nos treinar para situações inesperadas e estar preparados para lidar com as crises. Se nós vivermos somente na nossa zona de conforto não iremos nos desenvolver e evoluir. Ficaremos estagnados. Nunca iremos atingir nosso pleno potencial. Não tenha medo do fracasso ou da rejeição e comece a sair da sua zona de conforto. Ouse, desafie-se, arrisque, faça diferente! Você pode começar com pequenas ações, como fazer um caminho diferente para o trabalho, estagiar em uma outra área, adotar um hobby novo, aprender uma nova língua, um novo esporte… Todos os grandes realizadores aprenderam a ousar, assumir riscos, aceitar a incerteza, abraçar a mudança, sair de suas zonas de conforto e fazer alguma coisa (mesmo quando a situação parecia desesperada). Muitas vezes, você pode ouvir de outras pessoas que suas metas são impossíveis. Lembre-se, você é o seu melhor motivador e não deve deixar que os outros interfiram na sua visão. Impossível é apenas uma limitação que você estabeleceu para si mesmo – você pode facilmente removê-lo e ser imparável. Mude seus hábitos, sendo ousado e assumindo riscos com frequência. Pessoas que fazem isso crescem, aprendem e se adaptam mais rapidamente a
O autoconhecimento leva ao crescimento profissional?

Sim, além de renovar nosso entusiasmo para decidir e acionar o que de fato deve ser decidido e acionado! Pesquisas mostram que 90% das empresas europeias e americanas utilizam Coaching; 95% das empresas listadas na Fortune 500 utilizam a Metodologia Coaching para aumentar a eficácia do seu pessoal. Uma das alternativas em tempos de crise seria ‘ralar’ muito para evitar o desânimo geral, por não saber o que fazer para melhorar a situação. Cultivar o Autoconhecimento (conhecer suas características, sentimentos, inclinações, capacidades, habilidades, etc.) levará à Autorrealização (o ato ou efeito de realizar a si próprio), algo vital a quem quiser manter-se entusiasmado. Em Psicologia, autorrealização é a tendência de um indivíduo, ou de qualquer organismo vivo, desenvolver todas as suas possibilidades de crescimento. Seres humanos, porém, só alcançarão esse estado pelo autoconhecimento. Buda Gautama nos legou: “O objetivo principal é a autorrealização íntima do ser, que não deve ser negligenciada pelos objetivos secundários. O melhor serviço que pode ser feito aos outros é a libertação de si mesmo”… O Autoconhecimento nos mostra quando e como mudar nossa forma de pensar e, principalmente, traz à Luz de nossa Consciência as limitações e potencialidades intrínsecas que ainda estavam inconscientes em nossa mente. Está claro, pelo menos para mim, que um ser mais consciente acelera o alcance de suas metas e objetivos. A busca do Autoconhecimento poderá ser facilitada com métodos e técnicas do Coach de Alta Performance. HÁ ALTERNATIVAS PARA A METODOLOGIA DO COACHING? Sim, a Meditação, porque a prática da meditação, também chamada de Mindfulness pelos profissionais do meio, pode aumentar seu foco, relaxar corpo e mente, além de melhorar sua capacidade de decidir e interagir no meio. Cada vez que nos conectamos com o nosso Eu Superior vivemos o presente (um Presente), ao invés de ficarmos vagando entre pensamentos passados e futuros. É aí que as coisas acontecem, em cada momentum de nossas vidas! Viver o ontem e o amanhã, se esquecendo do hoje, dá espaço à procrastinação e ao conformismo. Mas, no aqui e no agora, uma mente em meditação vai acessando naturalmente o centro da criatividade e vai sempre inovando. Lembre-se de que passamos a maior parte do tempo nos estressando, por termos hábitos mentais inconscientes e comportamentos reativos. Ou seja, ignoramos o que poderia nos tornar mais atentos e conscientes. Pior, nós ainda nem sabemos como nos relacionar com o mundo interior e exterior, se for tudo-junto e ao-mesmo-tempo… O ideal é aumentar nosso grau de consciência para ir eliminando hábitos mecânicos e inconscientes. O ideal também é mudar de comportamento, de reativo para ativo. O reativo é impulso inconsciente ou condicionamento mental, regido pelos problemas psicológicos de cada um, o que desgasta a todos e induz ao erro frequente. O ativo é bom, por ser pensado, planejado e elaborado, o que nos conduz a fazer escolhas conscientes, claras, simples e objetivas. MEDITAR É PECADO? Há religiosos que condenam o “esvaziar a mente”, assim como há os que indicam. Se você entende que é certo e justo meditar, MEDITE!… Se for meditar, há ‘N’ métodos na Web para facilitar o “entrar no Estado Meditativo”. Meditação é uma prática milenar, adotada pelos Grandes Seres de nossa história. São Seres de Luz capacitados a fazer ‘upgrades’ da nossa forma de ser e de estar aqui na Terra (Buda, Moisés, Jesus Cristo, Maomé, Gandhi, outros). Se os Iluminados meditam, por que nós não meditaríamos? Entendo que ‘pecado’ nada tenha a ver com o fato de alguém procurar melhorar sua capacidade, seu corpo e sua mente. Creio que o bom e o bem se equilibram nos pensamentos e emoções mais saudáveis, flexíveis e racionais. Você não precisa ser espiritualizado para meditar e buscar o Autoconhecimento e a Autorrealização. Você não precisa orar para atingir essa condição. Mas, se a oração te ajudar: ORE! MEDITAR É BOM MESMO? Sim, segundo a Forbes até grandes companhias, como a Apple e o Google, notaram os benefícios da meditação e encorajam seus funcionários a praticá-la. Eu descobri que a meditação me ajuda a decidir mais assertivamente, porque nos pensamentos e ideias que se apresentam, não por acaso, eu encontro “soluções inspiradas”. O maior defensor do autoconhecimento foi Sócrates, e ele afirmou que nenhum indivíduo era capaz de praticar o mal conscientemente e propositadamente, mas que o mal era um resultado da ignorância e falta de autoconhecimento. Encerro esse Artigo valorizando o Autoconhecimento – ou o “Conheça-te a ti mesmo” -, condutor à Autorrealização. Moracy das Dores é um Mercadólogo reconhecido pelo MEC, especialista em Marketing, Comunicação e Vendas. Atual Consultor de Marketing e Endomarketing da Trade Call Service. Escreveu e publicou dois livros: “Para sua vida melhorar, basta saber negociar” e “O Objetivista e a nova forma de ser e de estar no planeta Terra”.
Curso de Controladoria Estratégia e Operacional

O objetivo do curso é apresentar uma visão completa da controladoria, como um órgão administrativo da gestão econômica; propiciar aos alunos oportunidades de analisar e refletir sobre os aspectos do desempenho empresarial, procurando identificar os aspectos positivos da gestão empresarial e as atribuições do Controller na empresa. O curso será desenvolvido com a efetiva participação dos alunos. Para tanto, as aulas serão mistas. A primeira parte da aula será desenvolvida pelo professor que introduzirá os aspectos gerais sobre o assunto. A segunda parte da aula será destinada a estudo de casos, e reflexão dos modelos acadêmicos, com debates a serem desenvolvidos em sala de aula. O curso se desenvolverá com base em três livros fundamentais, contidos na bibliográfica básica e com complementos bibliográficos selecionados pelos grupos apresentadores ou pelo professor. No cronograma de aulas estão identificados os tópicos que deverão ser apresentados em cada aula, recomendamos que a leitura prévia do assunto contribuirá no desenvolvimento do aprendizado. Conteúdo Programático: Matemática Financeira: Conceitos do valor do dinheiro no tempo, taxas de juros e sistema de capitalização com avaliação das taxas de juros (24 horas) Análise das demonstrações financeiras: Avaliação do desempenho empresarial com aplicabilidade dos principais indicadores financeiros de lucratividade e de rentabilidade (24 horas). Gestão estratégica de custos: Avaliação do custo fabril e técnicas de de formação de preço de vendas com direcionamento a rentabilidade (24 horas) Orçamento empresarial: Métricas de elaboração do orçamento empresarial departamental, definindo metas departamentais na utilização dos recursos empresariais na projeção do desempenho futuro da empresa. (24 horas) Viabilidade econômica e financeira de investimentos em projetos: Avaliação financeira dos projetos empresariais com aplicabilidade de metodologias financeira de taxa interna de retorno dos projetos, valor presente liquido e metodologias da gestão empresarial dos projetos. (24 horas) Avaliação de empresas: Aplicabilidade de indicadores da gestão empresarial com direcionamento a perpetuidade da empresa com indicadores voltados ao acionista, conceitos de EVA (economic value added) e definição do valor de mercado da empresa e de construção de valor ao acionista (24 horas) Docente: Alexandre Wander Mestre em Controladoria pela PUC-SP, participou do Programa de Doutorado na USP-SP na disciplina de Avaliação de Empresas; pós-graduado em Análise Avançada das Demonstrações Financeiras pela FGV-SP. BIBLIOGRAFICA BÁSICA Padovese, Clóvis Luis – Controladoria Estratégica e Operacional, Thomsom, 2013. Assaf, Neto Alexandre – Finanças Corporativas e Valor, Terceira Edição 2014. Martins Elizeu – Avaliação de Empresas: Da mensuração Contábil à Econômica, Atlas, 2001. BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR Peres, José Hernandes Jr – Controladoria Estratégica – Atlas, 2004. Martins Elizeu, Contabilidade de Custos – Atlas, 2003 Steawt, Stern – Valor Econômico Agregado, EVA – Qualitymark, 2001 Damondaran, A – Avaliação de Investimentos – Qualitymark, 2004 Welsch, Glenn Albert –Orçamento Empresarial – Atlas.