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TESTE SEUS CONHECIMENTOS: VIABILIDADE ECONÔMICA FINANCEIRA DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS

A John Crockett Furtinutre Company está considerando a adição de uma nova linha em seu mix de produtos e a analise de investimento está sendo conduzida por Joan Samuels, recentemente graduada um uma POS em finanças. A linha de produção seria montada em um espaço não utilizado da fábrica principal da Crockett. O preço de fatura da maquinaria seria aproximadamente de acordo com as informações abaixo, além disto aumentaria os estoques, os valores a receber e fornecedores, também abaixo mencionado e a vida econômica do projeto é de 4 anos sendo a depreciação efetuada pelo critério de depreciação acelerada incentivada (33%,45%,15% e 7%). Considere também que os investimentos em CAPEX (ATIVO IMOBILIZADO), por risco, será efetuado de acordo com os valores abaixo, porém os investimentos em capital de giro teve como base de investimento o cenário normal e estará oscilando para mais ou para menos de acordo os volumes de vendas definidas em cada cenário. As instalações (equipamentos e custos dos mesmos) serão depreciados pelo método de depreciação incentivada nos seguintes percentuais e acordo com os anos A Srta Joan, lembou ser muito arriscado projetar um único fluxo de caixa, lembrando da sua aula de Finanças e solicitou um trabalho de Marketing, projetando as unidades a serem vendidas e acordo com a variabilidade do mercado Espera-se que a maquinaria tenha um valor residual de $25.000 após 4 anos de uso. Estando sujeito a IRPJ de 40% 1) Estrutura de financiamento Considere também que a empresa irá mesclar sua estrutura de investimentos de acordo as taxas abaixo com participação de capital de terceiros (bancos) 1.1) Também de acordo com as unidades vendidas teremos alterações no beta da empresa, decorrente ao risco operacional do projeto. Pede-se calcule a TMA do acionista 1.2) Considerando as mesclagem das estrutura de capital, calcule o custo médio ponderado do capital (WACC) 2) Considerando os cenários, apresentamos abaixo os preço de venda, custos e despesas operacionais. 3) Calcule as depreciações anuais de acordo com as taxas de depreciação incentivada Considerando os cenários acima e utilizando-se das metodologias de análise financeira, calcular: a) Fluxo de caixa operacional e fluxo de caixa da empresa em cada cenário, leven em consideração que os investimentos será efetuado apenas no momento T0 Efetue os cálculos a partir da linha 137 (na questão 04) e link os resultado no quadro abaixo 4) Calcule o FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL E DA EMPRESA, de acordo com as projeções de vendas 4) Calcule o PAYBACK, considerando todos os tipo de cenários 5) Baseado nesses fluxos de caixa quais são o NPV, a IRR do projeto? 6) Considerando que os fluxos de caixa intermediários serão reinvestido a TMA da empresa de acordo com seu volume de vendas, pede-se para calcular a MIRR (taxa interna modifica deste projeto ? 7) Calcule a taxa interna de retorno e o seu desvio padrão de acordo com as probabilidade de vendas Qual o seu parecer sobre a situação acima? elabore um relatório e encaminhe ao nosso e-mail que estaremos avaliando. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander awander@gecompany.com.br

Gol: Analise fundamentalista de 2009 até 1 TRI 2020

Sobre a Empresa: A Gol foi criada como a primeira companhia aérea low cost do Brasil em 2001. A companhia adotou desde sua fundação a filosofia de controlar custos de forma rígida como mecanismo de assegurar rentabilidade ainda que diante da cobrança de tarifas de voo reduzidas. Atualmente, o grupo Gol tem as marcas Gol, Varig, Smiles (empresa de capital aberto), Voe Fácil e Gollog. Com essas marcas, a empresa alcançou 36% de participação no mercado brasileiro de aviação civil com aproximadamente 31 milhões de passageiros transportados somente no último ano. Nota: Neste trabalho estritamente acadêmico, procuramos a partir dos demonstrativos financeiros publicados pela empresa aos órgãos regulamentadores do mercado de capitais (CVM) em efetuar uma análise fundamentalista utilizando indicadores da gestão financeira e econômica; no sentido de testar a aplicabilidade dos indicadores de finanças amplamente difundidos por autores de renomes nacionais e mundiais na análise do desempenho empresarial; permitindo assim, julgamentos sobre o aspecto estritamente financeira e que agregado ao planejamento estratégico poderá contribuir para análise em diversos sentidos. Também reconhecemos que o desempenho futuro é reflexo de uma sólida construção apresentada no desempenho histórico. Prof. Alexandre Wander Gestão Empresarial para EMPREENDEDORES                            

Entender o comportamento humano ajuda-nos a entender o comportamento do investidor

Anomalias de mercado nem sempre são explicadas pela hipótese do mercado eficiente. As finanças comportamentais apresentam diversas teorias para ajudar a explicar como as emoções humanas afetam o processo de tomada de decisões financeiras. A teoria do comportamento trata da reação emocional que as pessoas apresentam após perceberem que cometeram um erro de julgamento. Diante da perspectiva de vender uma ação, os investidores são emocionalmente afetados pelo preço que pagaram ao comprá-la. Uma venda com prejuízo confirmaria que o investidor calculou mal o valor da ação, quando da compra. A abordagem correta ao considerar a venda de uma ação é ” eu compraria esta ação hoje, se já não a tivesse?”. Se a resposta for negativa, é hora de vender. A teoria do arrependimento também se aplica a investidores que deixam de comprar uma ação que esteja sendo negociada a um preço mais alto. Mais uma vez, a abordagem correta é avaliar a ação no momento presente, sem referência ao valor anterior. O comportamento de manada é outro aspecto do mercado que afeta as decisões dos investidores. Alguns investidores racionalizam a decisão de comprar determinadas ações com o argumento de que “é o que todo mundo está fazendo”.Os investidores podem sentir-se envergonhados ao perder dinheiro com uma ação popular, do que ser perdessem com uma ação desconhecida ou impopular. As pessoas tendem a arquivar acontecimentos específicos em comportamentos mentais, e a diferença entre esses compartimentos às vezes afeta mais o comportamento do que os próprios acontecimentos. Pesquisadores perguntaram a diversas pessoas: ” Você compraria um ingresso de $20 no teatro se percebesse, ao chegar lá, que perdeu uma cédula de $ 20?. Cerca de 88% das pessoas afirmaram que sim. Em um cenário diferente, quando lhes era perguntado se comprariam um segundo ingresso de $ 20, se chegassem ao teatro e percebessem que tinha esquecido em casa o ingresso anteriormente comprado pelo mesmo preço, apenas 40% dos entrevistados responderam de modo positivo. Nos dois cenários, a pessoa gasta $ 40, mas a contabilidade mental leva a resultados diferentes. Ao investir, a compartimentalização é mais exemplificada com a hesitação em vender um investimento qe já tenha proporcionado ganhos extraordinários, mas no momento atual apresente ganho modesto. Em mercados compradores, as pessoas se acostumam com os ganhos sobre seus papeis. Quando uma correção do mercado deflaciona o patrimônio dos investidores, eles hesitam em vender, esperando que o ganho retorne. Outros comportamentos dos investidores são descritos pela teoria das perspectivas e pela ancoragem. De acordo com a primeira, as pessoas expressam diferentes graus de emoção em relação a ganhos e perdas. Incomodam-se mais com perdas em potencial do que se alegram com a perspectivas de ganhos. A ancoragem é a tendencia que os investidores apresentam de atribuir maior importância  a informações recentes. Os indivíduos tendem a dar maior credibilidade a opiniões e acontecimentos recentes do mercado e extrapolam indevidamente tendências recentes que divergem das médias e probabilidades históricas de longo prazo. A ancoragem explica em parte a longa duração dos períodos de mercados compradores. A maioria das técnicas de avaliação de ações exige que estejam disponíveis todas as informações relevantes para determinar corretamente o valor de uma ação e seu potencial de ganhos futuros. As finanças comportamentais podem explicar a ligação entre a avaliação e os atos que os investidores praticam com base nela. Por: Lawrence J. Girtman 2010  

Gestão Estratégica de Custos: Você conhece custeio ABC (custeio baseado em atividades)?

No custeio ABC, as atividades se tornam o lucro do processo de custo. Os custos elevados de uma atividade aos produtos determinando-se a parcela da atividade dedicada a cada produto. Dessa, forma a base de apropriação no custeio ABC é uma medida da atividade desempenhada. Entre as atividades, contam-se o tempo de preparação das maquinas para o inicio de cada produção, a frequência da colocação de pedidos, a quantidade de pecas e o tempo do processo. No custeio ABC todos os custos de  overhead (custos indiretos) são apropriados primeiramente aos centros de atividade através os direcionados de recursos (estágio um), No estágio dois do processo ABC de apropriação, os custos de cada diferente atividade, cumprida em cada centro, são apropriados aos produtos através dos direcionadores de atividades com base na quantidade de operações necessárias para cumprir cada atividade, para cada produto. As bases de apropriação desse segundo estagio podem ser: o tempo de preparação de máquinas para o inicio da produção, deslocamento no almoxarifado, inspeções, ou chamadas de clientes, juntamente com horas-homem de mão-de-obra direta ou horas-máquinas. Histórico do Custeio Baseado em Atividades Não há consenso quanto ao surgimento do critério, havendo duas correntes: uma delas afirma ser um critério totalmente novo e outra, que o critério é antigo, assemelhando-se  a outros que vem sendo adotados. Um artigo de grande repercussão no meio acadêmico, no qual, Johnson discorre sobre um critério semelhante ao ABC, implantado a partir de 1963 na GE, a fim de controlar e administrar o crescimento preocupante dos custos indiretos na indústria, tendo em vista sua influencia na determinação dos custos de produção. Com o objetivo de atender uma melhor administração dos custos indiretos, a GE então, propôs uma nova técnica para controle das atividades que estavam causando os custos. Esta se fundamenta em cost drivers (direcionadores de custos) à semelhança dos fundamentos dos critérios atuais do ABC, identificando-se os custos diretos ou indiretamente as atividades. Esta nova técnica foi aperfeiçoada e sistematizada por Robin Cooper da Haward University na década de 70, sendo seu emprego adotado por muitas empresas de consultoria durante a década de 80. A partir de 1998 começaram a surgir com maior intensidade, trabalhos mostrando as vantagens do uso do critério e, principalmente, apresentando a ideia de que todos os métodos e sistemas correntes estavam ultrapassados, produzindo informações incorretas. Através de um trabalho sobre a cronologia do critério ABC, o professor De Rocchi, da universidade Federal de Santa Maria (RS), citado por LEONE (2000:253) concluiu que os precursores do ABC seriam procedimentos relacionados às técnicas PERT & CPM, divulgados no final do ano 60, obtendo total credibilidade durante os anos 70. Em um estudo posterior (1994), De Rocchi relaciona os critérios ABC, com o método denominado Mapa de localização de Custos utilizado pelos franceses desde a década de 20. Para KOLIVER, citado por LEONE (2000:254), O ABC nasceu como um método de atribuição dos custos indiretos aos portadores finais dos custos, os produtos e serviços, e, ate hoje seus aspectos assinalam ser este seu objetivo. Segundo LEONE (2000), tal afirmação levou KOLIVER a admitir como fato verdadeiro que as bases do ABC já eram consideradas na literatura germânica na década de 20, servindo inclusive, como um dos pilares de sustentação do famoso método conhecido pela sigla RWK (Ruchskuratium Furwirschafitiichtkeit) que, agregado ao mapa de localização de custos, constituem os fundamentos dos atuais métodos de apropriação dos custos e despesas indiretos a seus portadores, sejam atividades, seções, departamentos, produtos ou serviços. Outro fato que anula a característica inovadora do critério ABC, diz respeito à edição do primeiro trabalho publicado pó STAUBUS, em 1971, intitulado “Activy Costing and imput – output accounting”. Já Leone (2000) considera o sistema inovador ao afirmar que: Uma das razões para o aparecimento do novo critério (grifo nosso) baseia-se na evolução tecnológica que alterou a composição dos custos dos fatores de produção, tornando mais significativos os custos indiretos de fabricação e menos significativos, como consequência, os custos do fator mão-de-obra direta”. Para o autor, este sistema (entendido por alguns como critério), é muito detalhado, exigindo um grande esforço burocrático e utilizando amplamente os rateios e seus resultados. Segundo o autor, o sistema é uma forma mais sofisticada de apropriar os custos indiretos, fundamentando-se no fato de que as operações industriais podem ser subdivididas em atividades, tais como: recepção de materiais, set-ups, preparação de pedidos ou de ordem de produção, requisição de materiais, manutenção das maquinas e outras. Tais atividades são as que consomem os recursos disponíveis, definidos por custos e despesas gerais. Comumente considerados indiretos. Da mesma forma, os produtos e serviços consomem as referidas atividades. Assim, os custos indiretos chegariam a seus portadores com mais exatidão, possibilitando o conhecimento dos custos das diversas atividades. 2 O Direcionador de Custos “De acordo com Sakurai (1997:100), ‘um direcionador de custos é qualquer fator que cause uma alteração do custo de uma atividade”. O direcionador de custos é um fator causal que influencia a quantidade de trabalho e, portanto, de custo numa atividade (Raffish e Turney, 1991). O termo é usado em duas situações. O “direcionador de recursos”, que envolve o mecanismo contábil de apropriação de recursos a atividade, e o “direcionador de atividade”, que envolve o mecanismo contábil de imputação de custos de atividades a objetos de custos, no sistema. 3 Custeio Baseado na Atividade e Gerenciamento do Overhead Para Sakurai (1997) o maior problema enfrentado, atualmente, pelas empresas é a dimensão dos gastos de overhead e a falta de instrumentos eficazes para administrar esses gastos. Sakurai (1997) considera que o overhead da produção é apropriado tradicionalmente usando-se uma taxa departamental para determinar o valor a ser apropriado. Essa tarefa tem dois estágios. No primeiro estágio, os custos são imputados a centros de custos. No segundo estágio, esses custos são apropriados aos produtos. No estágio dois do procedimento tradicional, a base de apropriação mais frequentemente usada é a hora-homem de mão-de-obra direta (DLH – direct labor hour). Isso era adequado quando a maior parte do valor a apropriar era mão-de-obra direta.

Análise de critérios: apropriação dos custos por absorção e custeio por atividades

A correta definição dos custos é primordial para a empresa no quesito da formação do preço de vendas; e um dos critérios mais utilizado de acordo com a atual legislação é o custeio por absorção; onde todos os custos fixos são “alocados” aos produtos por critério de rateiro definido para a apropriação e este pode alternar-se entre medidas de: horas máquias; consumo em KW de energia; Volume de produção; taxa de mão de obra direta. E assim os custos indiretos de fabricação são apropriados ao custo total de fabricação, e  servem como base para a formação dos preços de venda dos produtos. Porém, a forte concorrência principalmente dos produtos asiáticos sendo oferecidos a preços altamente competitivos fez com que os acadêmicos analisassem com critério o tão conhecido custeio por absorção que “aloca” sem uma análise crítica os custos indiretos de fabricação no custo total de fabricação; sendo que este por sua vez pode carregar consigo custos da improdutividade; horas de retrabalho; atividades não correlacionadas ao produto e  prejudica a análise gerencial na correta formação dos preços para fazer frente a concorrência ou até mesmo eliminar custos e despesas improdutivas geradas na empresa. Assim, o ABC surgiu nas décadas dos anos 80 como uma alternativa ao custeio por absorção no objetivo de analisar com critério a composição dos “gastos gerais de fabricação” antes do direcionamento ou alocação destes valores ao custo total dos produtos a serem vendidos. A metodologia embora simples captura com efetividade os valores compostos nos chamados “gastos gerais de fabricação”; no desmembramento do conceito que os recursos são consumidos por atividades´, e as atividades relacionadas aos produtos através dos direcionadores de custos ou objetos de custos: Neste momento já podemos pensar o seguinte: Se você trabalha numa empresa e se a atividade que você exerce não tiver nenhuma relação direta com o produto a ser vendido, fique esperto; pois a atividade sem correlação ao produto, no sistema ABC é classificada como: atividade que não agrega valor. Continuando; 1) Recursos: Os recursos são classificados em diretos e indiretos. Os diretos são facilmente alocados aos produtos e não representam risco de direcionamento, tais como: Matéria prima; Material complementar; Mão de obra direta. Já os indiretos não são facilmente alocados aos produtos e reside o risco do mal direcionamento ao produto e assim este último o produto, pode pagar a conta da ineficiência operacional ou gastos (custos) alocados indevidamente ao produto fim, e como exemplo podemos destacar: Salário dos gerentes e supervisores de processo e do laboratório; Custos com treinamentos; Custos com despesas; Custo assistencial; Custo com aluguel do espaço de fabricação; Serviços de terceiros; Consultorias do processo produtivo; entre outros. 2) Atividades: Define-se como atividades como sendo uma conjugação coordenada de recursos consumidos que visa a produção de um determinado produto. Determina “o que eu faço na empresa” e qual produto irá consumir esta “atividade” ao seu respectivo “custo unitário”  desta atividade. Pense o seguinte: Se você trabalha numa empresa e ganha um salário de R$ 8.000,00 para fazer um único relatório no mês; no sistema ABC ele aponta que o “tal relatório” custa R$ 8.000,00; e fica ainda mais complicado se este relatório não tiver nenhuma relação com o produto comercializado pela empresa. Então uma atividade é formada por um conjunto de tarefas que, por sua vez, são consideradas o menor segmento das operações empresariais, embora, dependendo do nível pretendido de profundidade da análise, podem ser subdivididas em subtarefas. Num conceito amplo do ABC este considera não somente as atividades diretas de produção denominadas atividades primárias que estão  estritamente ligadas ao processo produtivo; mas também as atividades secundárias ou atividades de suporte; tais como as de supervisão e de administração. Dentre as atividades diretas podemos relacionar: Quantidade de análises efetuadas pelo laboratório; Quantidade de Start-up do processo produtivo; Quantidade de abastecimento das linhas de produção; Quantidade de conferência de cargas; Quantidade de faturas emitidas; e assim por diante. Como exemplo, vamos analisar o custo do departamento do laboratório de análise de uma empresa: Vamos supor que a empresa efetue investimento mensal no seu laboratório num valor aproximado de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) e este por sua vez venha realizar a atividade de análise dos produtos e efetuou 50 análises no mês, e assim podemos chegar a um custo unitário da atividade de analisar produto no valor unitário de R$ 4.000,00 por análise. Verifique agora a potencialidade do custeio ABC nos controles dos custos: No tradicional custeio por absorção os R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) mensais) serão alocados diretamente aos produtos com base do critério de rateio, e que por sua vez poderá ser: horas máquinas; horas homens; depreciação das máquinas, etc. e o custo total do produto pode absorver inadequadamente custos que não pertencem a si; e induzir a empresa a sérios erros na formação do preço de vendas. Já no custeio ABC indaga-se: Qual atividade foi realizada? Qual o custo unitário desta atividade e para qual produto foi direcionada esta atividade; Quantas atividades unitárias o produto efetivamente consumiu. Retomando ao nosso exemplo pelo valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) que foram realizadas 50 analises ao custo unitário de R$ 4.000,00 reais.   Vamos supor que do total das 50 atividades, apenas 30 atividades tem correlação direta com o produto e as 20 demais foram realizadas sem correlação nenhuma com o produto; assim iremos alocar ao produto somente o valor de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) equivalente a 30 atividades e as demais 20 atividades no valor de R$ 80.000,00 (oitenta mil reais) serão definidas como “atividades que não agregam valor ao produto” e poderão ser eliminadas, ficando assim: Custo da atividade que agregam valor: R$ 120.000,00 Custo da atividade que não agregam valor: R$ 80.000,00 Custo total do departamento: R$ 200.000,00 Por dedução; na composição do preço de venda a ser praticado no mercado devemos apenas considerar as atividades que agregam valor ao produto e as demais deverão ser eliminadas, pois o cliente final não pode pagar por uma atividade que não agregou valor

Lojas Renner divulga o resultado do 3TRI2017: No acumulado dos nove meses, a Receita Líquida atingiu R$ 4.377,7 milhões

O terceiro trimestre de 2017 foi marcado pelo bom ritmo de vendas, favorecido pela correta execução das operações e pelo melhor fluxo de clientes nas lojas, levando ao crescimento de 20,0% na Receita Líquida de Mercadorias e de 13,4% das Vendas em Mesmas Lojas. O Lucro Bruto da Operação de Varejo cresceu 20,6%, em relação ao 3T16, e a Margem Bruta atingiu 53,9% contra 53,7% no 3T16, devido à estratégia comercial, ao efeito do câmbio contratado para os produtos importados e à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e Cofins. As Despesas Operacionais apresentaram aumento de 16,3%, garantindo a alavancagem operacional no trimestre. As Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas cresceram menos que a Receita Líquida de Mercadorias, atingindo um percentual de 39,2% da venda, uma redução ante os 40,4% no 3T16. Esta menor participação reflete o elevado nível de vendas e o rígido controle orçamentário. Assim, o EBITDA Ajustado da Operação de Varejo cresceu 22,7% no trimestre. O Resultado de Produtos Financeiros apresentou aumento de 49,7% em relação ao 3T16, principalmente, pelas maiores receitas e pela contínua melhora da qualidade do crédito. Desta forma, o EBITDA Ajustado Total cresceu 30,4%, com aumento de 1,6 p.p. na Margem. Igualmente, o Lucro Líquido foi 65,3% maior que o do 3T16 e a Margem Líquida foi de 9,3% ante 6,7% no 3T16. Em linha com seu plano de expansão, no trimestre, a Companhia inaugurou 17 lojas, sendo 8 da Renner, valendo destacar a inauguração da primeira loja da Renner fora do Brasil, aberta em 07 de setembro, em Montevidéu, no Uruguai. No período, também foram inauguradas 3 lojas da Camicado e 6 da Youcom. Os investimentos totalizaram R$ 134,9 milhões, ante R$ 106,8 milhões do 3T16. Press_Release_3T17_port

Fibria divulga o resultado do 3TRI2017 – EBITDA ajustado trimestral de R$ 1.256 milhões, 17% e 66% superior ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente.

Destaques do 3T17 Produção de celulose de 1.449 mil t, 9% e 11% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Nos UDM, a produção atingiu 5.203 mil t. Vendas de celulose, incluindo a celulose proveniente da Klabin, totalizaram 1.475 mil t, 4% inferior ao 2T17 e 2% superior ao 3T16. As vendas nos UDM ficaram em 5.900 mil t.  Receita líquida de R$ 2.844 milhões (2T17: R$ 2.775 milhões | 3T16: R$ 2.300 milhões). Nos UDM, a receita líquida foi de R$ 10.226 milhões (incluindo a receita de venda da celulose da Klabin). Preço médio líquido ME em R$ 1.950/t e MI em R$ 1.613/t. Custo caixa ficou em R$ 610/t, 8% e 4% inferior em relação ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente. EBITDA ajustado trimestral de R$ 1.256 milhões, 17% e 66% superior ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente. O EBITDA ajustado dos UDM totalizou R$ 3.775 milhões. Margem EBITDA no 3T17 foi de 49%, excluindo as vendas de celulose proveniente do contrato com a Klabin.  EBITDA/t no trimestre, sem considerar os volumes de Klabin, de R$ 947/t (US$ 299/t), 18% e 59% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Fluxo de caixa livre no trimestre antes do capex de expansão, projeto logístico e dividendos alcançou R$ 549 milhões, 112% e 37% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Nos UDM, o FCL totalizou R$ 1.576 milhões. Free cash flow yield de 6,7% em R$ e 6,6% em US$. Lucro líquido de R$ 743 milhões (2T17: R$ (259) milhões | 3T16: R$ 32 milhões). O lucro líquido nos 9M17 ficou em R$ 813 milhões. Dívida bruta em dólar foi de US$ 6.013 milhões, 6% e 38% superior ao 2T17 e ao 3T16, respectivamente. Dívida líquida em dólar foi de US$ 3.863, 1% e 18% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente. Posição de caixa de R$ 6.813 milhões ou US$ 2.151 milhões, incluindo valor justo dos instrumentos de derivativos. Relação Dívida Líquida/EBITDA em dólar em 3,28x (Jun/17: 3,75x | Set/16: 2,64x) e 3,24x em reais (Jun/17: 3,85x | Set/16: 2,33x), já abaixo do limite da política financeira. Custo total da dívida medido em dólar, considerando swap integral da dívida em BRL, em 3,5% a.a. (2T17: 3,7% a.a. | 3T16: 3,3% a.a.). Prazo médio da dívida em 54 meses (2T17: 55 meses | 3T16: 49 meses). Início das operações da nova linha de produção de celulose Horizonte 2, em 23 de agosto, com produção de 124 mil t no 3T17. Fibria foi selecionada para compor a carteira 2017/2018 do índice de sustentabilidade DJSI Emerging Markets da NYSE. Conclusão da captação de recursos lastreada em notas de crédito à exportação emitidas pela Companhia, por meio da distribuição pública de certificados de recebíveis do agronegócio (CRA) no valor total de R$ 941 milhões. Abaixo relatórios da empresa Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Apresentao Call 3T17_portugus_vFinal 583314 69223

Comitê mantém previsão de juros de 7,0% para o final do ano

Na última reunião do Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA, realizada em 20 de outubro de 2017, os economistas mantiveram a projeção de juros em 7,0%, a mesma apurada em setembro.  Mesmo com a inflação ficando abaixo do piso da meta este ano, o Comitê avalia que o Banco Central deverá reduzir gradualmente os juros até 6,75% na reunião de fevereiro de 2018, voltando a subir para 7,0% no último encontro de 2018.  Segundo o Comitê, a relativa cautela da Autoridade Monetária teria como objetivo esperar os efeitos defasados da política monetária na atividade econômica, diante de um PIB que deverá crescer mais pelo consumo do que pelo investimento. Visualize abaixo o relatório completo Relatorio-Macro-201710

Juros em queda estimulam investimentos em fundos

Por ANBIMA 11/10/2017 17h18 Produto é uma alternativa para quem busca retorno maior que o da poupança, que perdeu atratividade com a redução da Selic Mais de oito milhões de brasileiros aplicam dinheiro em fundos de investimento. Até agosto deste ano, os clientes dos segmentos de varejo e de private banking das instituições financeiras detinham R$ 1,28 trilhão investido nesse tipo de produto. O valor representa um terço do total aplicado em fundos: o patrimônio líquido supera R$ 4 trilhões, de acordo com levantamento da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). A trajetória de queda dos juros pode ser um estímulo para o brasileiro olhar com mais atenção para os próprios investimentos. Quem aplicava em produtos financeiros mais conservadores, com rentabilidades atreladas à Selic, percebeu que precisa se mexer para continuar ganhando no atual cenário macroeconômico. Os números da indústria refletem bem esse movimento”, afirma Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA. Entre os fundos disponíveis no mercado, há opções que se adaptam aos mais variados perfis de investidores, dos conservadores aos mais arrojados. Eles são também uma alternativa democrática para quem quer fazer a transição da caderneta de poupança para produtos mais sofisticados. A poupança é ainda a primeira opção de quase 90% dos clientes de varejo das instituições financeiras brasileiras. Com a queda dos juros, o produto perde atratividade: a poupança tem um gatilho, acionado sempre que a taxa de juros bate em 8,5% ao ano, como acontece agora (está em 8,25%). Na prática, o ganho da poupança, que era de 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR), passou a ser de 70% da taxa básica de juros mais a TR. Isso tem motivado a migração para os fundos de investimento. Os mais procurados são os de perfil conservador: os de renda fixa. Eles respondem por 48% de todo o dinheiro aplicado em fundos, mas os produtos de perfil mais arrojado começam a ganhar espaço. De 2016 para cá, os fundos multimercados (que investem em ativos diversificados, como renda fixa, ações, câmbio etc.) vêm crescendo: eles concentram hoje 20% de todo dinheiro aplicado em fundos, comparado a 19% no mesmo período do ano passado. O crescimento dos multimercados é um reflexo da busca dos investidores por produtos mais sofisticados. Nesse caminho, é importante dar um passo de cada vez: alongando prazos e optando gradativamente por ativos mais arrojados, sempre dentro da tolerância de risco de cada um”,afirma Ana. Este conteúdo é de autoria da ANBIMA .