Banco Internacional do Desenvolvimento empresta R$1 bi ao Brasil para crédito a PMEs. Veja como vai funcionar

(BNDES) O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, e o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, assinaram nesta sexta-feira, dia 19, em Washington (EUA), contrato de financiamento de US$ 1 bilhão para investimentos na expansão e modernização de micro, pequenas e médias empresas do setor produtivo brasileiro. Trata-se da segunda etapa da Linha de Crédito Condicional (CCLIP) aprovada em 2004, no valor de US$ 3 bilhões, destinada ao financiamento do Programa BNDES de Crédito Multissetorial de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas. Essa linha de crédito permite ao BNDES usar os recursos em três operações sucessivas de até US$ 1 bilhão cada uma, em um prazo total de até nove anos. Os fundos locais de contrapartida totalizam US$ 3 bilhões. Os recursos poderão ser desembolsados pelo BID em reais e o BNDES poderá optar pela amortização total ou parcial do empréstimo em reais. A concessão de empréstimo em moeda local do Brasil (real) constitui uma inovação em termos de desembolso de financiamentos do BID e permite melhores condições de planejamento financeiro diante de possíveis variações cambiais. O empréstimo, garantido pela União, permitirá o financiamento de médio e longo prazos de projetos de investimento que contribuirão para ampliar a competitividade das empresas brasileiras. O prazo de amortização é de 20 anos, com período de carência de até quatro anos, e acompanha a estratégia do BID, acordada com as autoridades brasileiras no âmbito do Plano Econômico 2004-2007, de contribuir para o crescimento sustentável da economia com inclusão social. “O BNDES é o nosso maior e mais importante cliente e estamos muito entusiasmados com o trabalho que temos realizado juntos. O apoio às micro, pequenas e médias empresas é crítico para o BID”, disse Moreno. A primeira operação, de US$ 1 bilhão, contratada em setembro de 2005 e desembolsada em 2005 e 2006, juntamente com a contrapartida local, permitiu a realização de 31.755 financiamentos, no valor médio de US$ 54 mil, sendo 78% desses financiamentos destinados a micro e pequenas empresas. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, informou, durante a cerimônia de assinatura, que pretende realizar o próximo contrato de US$ 1 bilhão até o final de 2008 e, para isso, já iniciou os procedimentos necessários para a aprovação da terceira parcela da CCLIP. Segundo Coutinho, o BNDES pretende utilizar esses recursos para melhorar o acesso ao crédito de micro, pequenas e médias empresas de regiões menos desenvolvidas do Brasil, particularmente do Nordeste. “Temos certeza de que os recursos serão desembolsados com qualidade e velocidade”, afirmou. O BNDES realiza grande parcela de suas operações sob a modalidade indireta, através de agentes financeiros nacionais. Desde 1995, o BID vem apoiando, com êxito, cinco programas multissetoriais de crédito com o BNDES, desembolsando total de US$ 4,5 bilhões, que, em conjunto com os recursos de contrapartida do BNDES, financiaram mais de 150 mil empresas do setor produtivo nacional. acesse o link do BNDES https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/imprensa/noticias/conteudo/20071019_not243_07 Estamos a disposição para ajudá-lo a administrar a tua empresa, entre em contato com a Gecompany. Contato
Pandemia e desemprego: 608 mil alunos desistiram ou tracaram cursos superiores em 2020

(Clarice Cardoso, do UOL, em São Paulo) Impulsionadas pelo aumento no número de desempregados, pela redução da renda dos trabalhadores e pelas incertezas sobre o retorno das aulas presenciais em meio à pandemia do novo coronavírus, as taxas de evasão e inadimplência dos alunos no ensino superior privado cresceram, respectivamente, 10,1% e 11%. Os dados são de um estudo do Semesp, entidade que reúne mantenedoras de ensino superior no Brasil, sobre o qual escreve hoje a repórter do UOL Ana Carla Bermúdez. No primeiro semestre de 2020, 608 mil alunos desistiram ou trancaram matrícula em instituições privadas de ensino superior, 83 mil a mais que no mesmo período de 2019. Outros 565 mil alunos ficaram inadimplente, 109 mil a mais que no mesmo período do ano passado. Os dados foram obtidos por meio de uma pesquisa realizada com 53 instituições particulares de ensino superior. A maior parte das unidades de ensino que participaram do levantamento (67,4%) atende até 7 mil alunos —porte considerado como pequeno ou médio pelo Semesp. A entidade estima que, devido aos trancamentos, desistências, não rematrículas e também a uma queda no ingresso de alunos no segundo semestre deste ano, o setor perdeu ao menos 423 mil alunos. A pesquisa mostra ainda que houve queda no número de alunos novos nas instituições de ensino, no segundo semestre deste ano, em comparação com a quantidade de ingressantes no segundo semestre de 2019. No Brasil, segundo o levantamento, o percentual de queda foi de 19,8%. Essa taxa, no entanto, foi ainda maior se analisados apenas os cursos presenciais: queda de 38,2%. https://educacao.uol.com.br/noticias/2020/10/19/na-pandemia-inadimplencia-e-evasao-crescem-no-ensino-superior-privado.htm
Fique por dentro: BC divulga o Relatório de Estabilidade Financeira – 1 sem 2020

O Banco Central (BC) divulgou nesta quinta-feira (15/10) o Relatório de Estabilidade Financeira (REF) referente ao primeiro semestre de 2020. O REF é uma publicação semestral destinada a apresentar o panorama da evolução recente e as perspectivas para a estabilidade financeira no Brasil. A pandemia da Covid-19 continua provocando a maior retração econômica global desde a Grande Depressão. No ambiente doméstico, a pandemia interrompeu a tendência de recuperação gradual da economia, com um recuo significativo do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre e um declínio sem precedentes no segundo trimestre de 2020. Nesse contexto, o mercado de capitais reduziu sua atuação e o crédito bancário ganhou protagonismo no financiamento às grandes empresas. O crédito às Micro, Pequenas e Médias Empresas, por sua vez, avançou a dois dígitos, fato que não ocorria desde 2013. Diferentemente do comportamento do crédito às empresas, a pandemia provocou arrefecimento do ritmo de crescimento do crédito às famílias. A Covid-19 afetou negativamente a ocupação e a confiança do consumidor, e o comprometimento de renda das famílias elevou-se ainda mais e se aproximou do nível máximo observado em 2015. A rentabilidade dos bancos apresentou forte redução, notadamente em razão do aumento das despesas com provisões. Importante ressaltar que a pandemia eclodiu em um momento em que a rentabilidade bancária já havia se recuperado dos efeitos da recessão de 2015-16, o que permitiu a absorção de despesas com provisão em nível semelhante ao observado durante aquela recessão, sem transtornos para o sistema. As medidas do Conselho Monetário Nacional e do BC foram importantes para preservar a solvência e a resiliência do sistema bancário no enfrentamento dos efeitos adversos da Covid-19 e para permitir que o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atravessasse o período agudo de estresse, sempre com baixo risco de liquidez. O nível de provisões para fazer face a perdas esperadas com Ativos Problemáticos é um dos mais elevados desde o final de 2014. A atualização do teste de estresse para estimar os efeitos do choque da Covid-19 nos agentes da economia real demonstra impacto expressivo, porém menor que o publicado no REF anterior. O fator que mais contribui para essa melhora foi a recuperação dos fluxos de recebimento de vários setores da economia até agosto de 2020, após a queda acentuada em abril e maio. Esses resultados corroboram a capacidade do SFN para absorver os choques provenientes dos efeitos da pandemia, mesmo sob hipóteses severas. Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito Abaixo relatório do BACEN para download RELESTAB202010-refPub
Magazine Luiza um preço mais acessível no valor das ações (4 x 1)

O conselho de administração da varejista Magazine Luiza aprovou o desdobramento das ações da companhia na proporção de uma para quatro. Ao desdobrar ações, as empresas listadas na bolsa dividem seus papéis disponíveis e aumentam o número de ações no mercado. Assim, o preço do papel cai na mesma proporção, mas o valor total do investimento permanece o mesmo. Ordem do Dia: Apreciar e deliberar sobre: (i) proposta de desdobramento das ações ordinárias de emissão da Companhia, na proporção de 1 (uma) ação ordinária para 4 (quatro) ações ordinárias, sem qualquer alteração no valor do capital social da Companhia, conforme deliberação do Conselho de Administração em reunião realizada em 17 de setembro de 2020; (ii) alteração e consolidação do Estatuto Social da Companhia para ajustar o número de ações ordinárias representativas do seu capital social, bem como ajustar o valor do capital autorizado que será alterado caso o desdobramento de ações previsto no item (i) da ordem do dia seja aprovado; e (iii) autorização à Diretoria da Companhia a praticar todos os atos necessários à efetivação das deliberações mencionadas nos itens (i) e (ii) da ordem do dia. Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito Abaixo ata da reunião do Conselho da Magazine Luiza. MGLU_Ata AGE_20201007
MAGALU (MGLU3): Uma ação que vale ouro. Valorização de 67% desde o início da crise da COVID.

Desde o início da pandemia as ações da MAGAZINE LUIZA valorizaram-se 67,1% enquanto a carteira teoria de ações da BOVESPA tiveram uma desvalorização de 14%. Nosso período da nossa medição compreende entre: 14/02/2020 a 11/10/2020. Em 14/02 o valor da ação da MAGALU era de R$ 58,63 na data de 11/10 encontra-se em R$ 98,15 e na data de hoje em 104,00 Neste período visualizamos a fuga dos investidores a nível mundial em proteger-se no ouro, e que por sua vez, teve uma valorização de 21,8%, ficando abaixo da valorização das ações da MAGALU. A moeda digital bitcoin teve uma valorização de 10%, e o preço do barril vem oscilando significativamente para baixo, sendo comercializado a U$ 39,99 o barril, com uma desvalorização acumulada de 28%. Acreditamos que um dos segredos da vida, consiste em acreditar nos propósitos, traçar metas de crescimento, caminhar num caminho que muitos ainda nem pensaram em passar por ele, e ligar a ansiedade do presente as novas tendências do FUTURO. (até que ficou legal a frase né?). Enquanto muitas empresas e concorrentes, desde o início do isolamento social tiveram que pegar o bonde andando; a Magazine Luiza já estava no primeiro posto do e-commerce Segundo o relatório trimestral financeiro da empresa: “As vendas do e-commerce cresceram 72,6% no 1T20, comparado ao crescimento do mercado de 23,8% (E-bit), e representaram 53,3% das vendas totais. No e-commerce tradicional, as vendas evoluíram 47,5% e o marketplace contribuiu com vendas adicionais de R$1,2 bilhão, crescendo 184,8% e representando 30,1% do ecommerce total. O ganho de marketshare novamente foi impulsionado pela excelente performance do app, que já alcançou a marca de 21 milhões de usuários ativos mensais (incluindo, além do Superapp do Magalu, os aplicativos Netshoes, Zattini e Época Cosméticos), aumento do número de sellers e do sortimento do marketplace, além da entrega mais rápida e a melhor experiência do varejo”. Nossos comentários: O Ebitda (*) do 1 TRI 20 foi de R$ 332 milhões, resultando numa margem EBITDA de 5,2%. A rentabilidade do Patrimônio líquido do trimestre foi de 0,41%, isto devido ano novos recursos provenientes da emissão de ações que a empresa fez em 2019 elevando o Patrimônio líquido em R$ 4,300 milhões e acreditamos que novas tecnologias virão no futuro. (*) EBITDA: Lucro operacional da empresa, antes das despesas financeiras adicionando as despesas não caixa (depreciação e amortização). De acordo a nossa classificação de risco e gestão, onde utilizamos indicadores da GESTÃO ECONÔMICA, visando medir a segurança da empresa frente aos acionistas a MGLU3 encontra-se classificada no mais alto nível da avaliação com a pontuação: AAA, e um dos principais fatores foi que o desvio padrão do ROI em relação ao mercado ficou em 0,71. (abaixo da linha do mercado que é igual a 1). Divulgue nosso site aos teus amigos universitários e empresários: tem conteúdo é gratuito Vamos lá, pois estamos torcendo por vocês. Parabéns a Diretoria da MAGALU. Prof. Alexandre Wander Reiteramos não assumimos qualquer indicação em compra ou venda de ações das empresas que fazem parte da análise do nosso site; e caso o leitor queira evoluir no assunto entre em contato conosco através do e-mail abaixo; e assim o faremos uma avaliação completa e com indicação dos fatores de oportunidades e riscos da EMPRESA de acordo com a metodologia da análise fundamentalista. awander@gecompany.com.br
O AUTOCONHECIMENTO COMO FATOR DE SUCESSO PROFISSIONAL

Na última quinta-feira, 5/5, a professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, Tania Casado, participou do projeto Diálogos da ESALQ. A docente ministrou a palestra “Tendências e Desafios para a sua Carreira”. Tania Casado é Diretora do Escritório de Desenvolvimento de Carreiras da USP e coordenadora do Programa Vida e Carreira – PROCAR/FEA. Em entrevista, a palestrante falou sobre desafios para desenvolvermos uma carreira de êxito. Em que ponto o profissional de hoje precisa estar atento? Tania Casado (TC): A mudança dos modelos de carreira, que passaram por diversas alterações quando comparados como eram antigamente mostra que o profissional precisa protagonizar sua carreira, puxar para ele a responsabilidade pelo planejamento e reflexão de como deseja que sua vida profissional seja. É possível planejar a carreira desde a graduação? TC: Se consideramos que planejamento de carreira começa com autoconhecimento, então esse planejamento começa bem antes. É importante que os alunos da graduação já tenham uma maior noção sobre si mesmos, sobre seus pontos fortes, fracos, o que desejam. É importante que na graduação eles já comecem esse processo de autoconhecimento e aí vão descobrindo suas preferências e enxergando as oportunidades para o futuro. Quais são os principais desafios e exigências para crescer na carreira? TC: O principal desafio é o autoconhecimento. Você tem que saber tudo o que esteja relacionado com o que você quer, suas motivações e valores. O segundo desafio é olhar para o mercado, pois o mercado muda muito, e precisamos saber que mesmo depois da graduação é preciso continuar estudando para acompanhar as novas tendências e tecnologias do mundo. Outro desafio é o estabelecimento de redes, não redes sociais, mas redes de relacionamento que pode ser fundamental em certos momentos da carreira. Entrevista concedida para Ana Carolina Brunelli (estagiária de Jornalismo) Revisão: Caio Albuquerque (06/05/2016)
Mentor e Mentorado – uma relação tão delicada

A professora Dra Tania Casado, destaca: Sabe aquele momento da sua vida, em que você precisa tomar uma decisão, mas precisava antes enfrentar dilemas profissionais e pessoais? É nesse momento que um Mentor, com sua maturidade e sabedoria, pode ajudá-lo. O Mentor ensina conteúdos práticos, bem como aconselha, abre seus olhos e faz você refletir. Você sabe o que é Mentoria? E você sabia que há vantagens não só para o Mentorado, como para o Mentor? E você sabe como encontrar um Mentor que possa ajudá-lo em sua carreira? Neste artigo, a professora Dra Tania Casado, procura responder a essas questões e muito mais. Se o tema interessa, siga com a leitura. Preparamos os seguintes tópicos para este conteúdo: Afinal, o que é Mentoria? Quais os benefícios para o Mentorado? E o Mentor, tem benefícios na relação? O que o Mentor busca em um Mentorado? Você também quer ser um Mentor? Quais são os tipos de Mentoria? Diferenças entre Mentoring, Coaching, Counseling e Tutoring Como encontrar um Mentor? Afinal, o que é Mentoria? A Mentoria é uma relação de apoio e cuidado entre uma pessoa mais experiente e de maior conhecimento, chamado de Mentor, e uma pessoa menos experiente e que possui menos conhecimento, o Mentorado. Dentre todas as características que definem essa relação tão importante, a condição principal e necessária é que Mentor e Mentorado compartilhem valores! Você pode se imaginar em uma forte relação de desenvolvimento para sua trajetória, em que o outro lado possua valores incompatíveis com os seus? Impossível, não é? Por isso é que muitas organizações falham em tentar implantar programas de Mentoria que são impostos tanto a Mentores como a Mentorados. Nessa relação, ambos ganham. O Mentorado recebe benefícios pessoais e profissionais, mas o Mentor também é beneficiado: ele ganha satisfação pessoal, oportunidades de desenvolvimento e ampliação de sua rede de relacionamento. A seguir vamos explicar melhor alguns outros aspectos dessa importante relação para sua trajetória profissional. Quais os benefícios para o Mentorado? Como já dissemos, numa relação de Mentoria, o Mentor proporciona ao Mentorado benefícios profissionais e psicossociais. Quando se trata dos benefícios profissionais, estamos falando sobre a obtenção de vantagens nas organizações, enquanto que os apoios psicossociais afetam cada pessoa em sua esfera individual. Essas duas funções unidas possibilitam às pessoas ferramentas para enfrentarem os desafios de cada etapa da vida profissional e pessoal, de forma mais completa. Os benefícios para o Mentorado são derivados do que a literatura especializada chama de apoios (ou suportes) que recebe do Mentor. E esses apoios podem ser, basicamente, de duas naturezas: apoio técnico-profissional e apoio psicossocial. Os apoios técnicos ou profissionais incluem: Patrocínio – situação em que o Mentor nomeia o Mentorado para tarefas específicas, projetos, movimentações na carreira e promoções Exposição e visibilidade – o Mentor cria meios para aumentar a visibilidade e exposição da pessoa para futuras oportunidades Proteção – o Mentor busca diminuir riscos desnecessários ao Mentorado, avisando-o sobre possíveis armadilhas na organização e que possam comprometer a sua reputação Tarefas desafiadoras – o Mentor oferece oportunidades para trabalhar em novos projetos, assuntos e situações que desafiem a capacidade do Mentorado e contribuam para seu desenvolvimento Auxílio de coaching – aqui o Mentor age como um treinador, ele compartilha informações, oferece feedback e esclarece objetivos de perfomance, além de sugerir atividades para o alcance dos objetivos. Já os apoios psicossociais dizem respeito aos seguintes fatores: Desenvolvimento do papel – servindo como modelo para o Mentorado, o Mentor ajuda na busca de atitudes, valores e comportamentos desejáveis, apontando condutas profissionais de sucesso não só dele mesmo, como de outros especialistas Aceitação e confirmação – o Mentor acolhe o Mentorado, aceitando-o sem julgamentos Aconselhamento – neste momento, o Mentor encoraja o Mentorado a falar sobre seus medos e anseios e o ajuda a esclarecer seus objetivos de carreira Amizade – o Mentor interage informalmente no trabalho e fora dele. Nem todos os processos e relações de Mentoria são iguais – podem existir variações de apoios nos diferentes relacionamentos entre Mentores e Mentorados. Alguns processos de Mentoria são marcados por grande apoio profissional e pouco apoio psicossocial, e vice-versa. Mas o fundamental para que alguém adquira as características de Mentor, é que ofereça tanto o suporte técnico-profissional como o suporte psicossocial. Imagine o valor de um Mentor para sua Carreira. Você já pensou em ter alguém como seu Mentor? E o Mentor, tem benefícios na relação? Ao contrário do que possa parecer, o Mentor também se beneficia da Mentoria, e muito! Raramente encontramos publicações e informações sobre o que uma pessoa ganha ao ser Mentor de outra. Mas há sim grandes benefícios. Vamos lá. Ao apoiar o Mentorado, o Mentor ganha: Realização pessoal – ao ajudar o Mentorado, o Mentor aumenta sua satisfação pessoal, sentindo-se gratificado ao apoiar o crescimento de outra pessoa Sentimento de autoeficácia e de capacidade de ajudar – ao perceber os resultados do seu apoio, o Mentor tem sua autoestima aumentada e desenvolve sua autoeficácia Chance de deixar o seu legado – o Mentor vê na relação construída uma oportunidade de deixar o seu legado para as futuras gerações e, com isso, alcança uma sensação maior de completude Reforço do papel de gestor e de cidadão – ao desenvolver o outro, o Mentor consegue satisfazer seu desejo de contribuir tanto para a organização quanto para a sociedade Amizade – numa verdadeira relação de Mentoria, o Mentorado também se torna um amigo leal para o Mentor Desafios – ao estimular o outro em seu desenvolvimento, o Mentor satisfaz a necessidade de desafios e de ter algo novo no seu trabalho e na sua vida pessoal Aprendizado e atualização – ao se relacionar com o outro, o Mentor ganha a chance de ampliar sua bagagem técnica e cultural, de aprimorar suas habilidades sociais, e de se atualizar em informações e novos conhecimentos Reconhecimento organizacional – muitas organizações reconhecem, de diferentes formas, o trabalho de gestores que atuam como Mentores de outros funcionários Preparação para a sucessão e promoção – como consequência do empowerment, torna-se possívelao Mentor deixar um sucessor em seu
David Feffer é o Administrador Emérito 2020

Realizada anualmente pelo CRA-SP, a láurea Administrador Emérito de 2020 já tem nome: David Feffer, presidente da Suzano Holding (que além da conhecida indústria de papel e celulose, também congrega atividades nos setores de corretagem de seguros e resseguros, gerenciamento de riscos, desenvolvimento imobiliário, softwares, produtos e serviços para os meios digitais) e do Conselho de Administração da Suzano S.A. David Feffer foi indicado pela comissão especial do CRA-SP, composta por representantes de diversas instituições de renome na área da Administração e na sociedade em geral. Este ano, ela foi composta por Fernando de Souza Meirelles, professor da FGV/EAESP; Márcio Gonçalves Moreira, presidente da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares – FBAH, Marco Aurélio Sprovieri Rodrigues, vice-presidente da FecomercioSP; Eurico Zecchin Maiolino, juiz federal do TRF3; Sandra Lilian de Oliveira Façanha, professora doutora da FECAP; Ary Kuflik Benciowicz, do Sindicato dos Administradores no Estado de São Paulo – SAESP; Ricardo Pelegrini, presidente da Quantum4 Soluções de Inovação; além de Idalberto Chiavenato e Alberto Whitaker, conselheiros do CRA-SP. O prêmio Administrador Emérito é concedido, desde 1982, a um profissional que tenha contribuído para o aprimoramento da Administração no Brasil e se destacado no desempenho de suas atividades. David Feffer, a exemplo dos últimos homenageados, receberá a láurea na edição deste ano do Encontro do Conhecimento em Administração – ENCOAD, que será realizado totalmente online, com transmissão ao vivo pelo Canal A Serviço da Administração, no Youtube, entre os dias 8 e 10 de setembro.
Sustentabilidade e Governança Corporativa por John Elkington

A transição para o capitalismo sustentável será uma das mais complexas revoluções que a espécie já vivenciou. Estamos embarcando em uma revolução cultural global, que tem como epicentro a sustentabilidade. Em tem a ver com valores , mercados, transparência, ciclos de vida de tecnologia e produtos e tensões entre o longo e o curto prazo. E as empresas, mais que governos ou outras organizações estarão no comando destas revoluções. Um comando que se crescerá pelos princípios da governança corporativa”. John Elkington John Elkington foi descrito pela Business Week, como o “decano do movimento da sustentabilidade corporativa há três décadas.” Ele foi fundador e atualmente é um dos diretores da consultoria SustainAbility, uma consultoria focada e comprometida com a melhoria econômica, social e sustentabilidade ambiental, através da melhoria das práticas comerciais e mercados. Em março de 2008, ele ajudou a fundar a Volans Ventures. Academicamente é conhecido como o criador do termo “Triple bottom line“[1], ou “tripé da sustentabilidade”. O consultor britânico John Elkington, de 57 anos, foi um dos precursores da responsabilidade social e ambiental nas grandes empresas. Fundou em 1987 a SustainAbility, uma instituição que orienta empresas como Hewlett Packard e Microsoft a produzir com responsabilidade socioambiental. Autor do Guia do Consumidor Verde, best-seller da década de 80, lançou a tendência de orientar os consumidores a escolher produtos de empresas ecologicamente corretas, criando um cliente ambientalmente exigente. Hoje, é uma das referências empresariais para fazer negócios aproveitando os recursos naturais. Publicou dezesseis livros, como o best-seller Guia do Consumidor Verde (1988).
Teste seus conhecimentos: Avaliação do módulo de Governança Corporativa do nosso curso em Mentoria de Formação de Controller

Olá pessoal, bom dia!!!! Um tema atual e de muita importância para a FORMAÇÃO DO CONTROLLER é o domino das concepções da GOVERNANÇA COPORATIVA. Acesse o link abaixo, responda as questões abaixo e participe no nosso enquete do conhecimento. Acesse link abaixo, tenha acesso ao formulário eletrônico. O material ficará disponível no Microsoft forms desde a data de hoje até no próximo domingo as 20:30h. https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=DQSIkWdsW0yxEjajBLZtrQAAAAAAAAAAAAN__tanuGNUODMxMExOT0ZVVUpIU01YUkY0TFRHMDlDWS4u Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Curso Presencial online: Formação de Controller