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Bradesco apresenta um lucro líquido ajustado em 2016 de R$ 17.121 bilhões

1. O Lucro Líquido Ajustado(1) do exercício 2016 foi de R$ 17,121 bilhões (redução de 4,2% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 17,873 bilhões do exercício de 2015), correspondendo a R$ 3,09 por ação e rentabilidade de 17,6%(2) sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado(2). 2. Quanto à origem, o Lucro Líquido Ajustado é composto por R$ 11,570 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 67,6% do total, e por R$ 5,551 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 32,4% do total. 3. Em dezembro de 2016, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 160,813 bilhões(3), apresentando evolução de 60,7% em relação a dezembro de 2015. 4. Os Ativos Totais, em dezembro de 2016, registraram saldo de R$ 1,294 trilhão, crescimento de 19,8% em relação ao saldo de dezembro de 2015. O retorno sobre os Ativos Totais Médios foi de 1,5%. 5. A Carteira de Crédito Expandida(4),em dezembro de 2016, atingiu R$ 514,990 bilhões, com aumento de 8,6% em relação ao saldo de dezembro de 2015. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 172,045 bilhões (crescimento de 16,4% em relação a dezembro de 2015), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 342,945 bilhões (aumento de 5,1% em relação a dezembro de 2015). 6. Os Recursos Captados e Administrados somaram R$ 1,905 trilhão, um crescimento de 26,1% em relação a dezembro de 2015. 7. O Patrimônio Líquido, em dezembro de 2016, somou R$ 100,442 bilhões, 13,0% superior a dezembro de 2015. O Índice de Basileia III, apurado com base no Conglomerado Prudencial, registrou 15,4%, em dezembro de 2016, sendo 12,0% de Capital Nível I. 8. Aos acionistas foram pagos e provisionados, a título de Juros sobre o Capital Próprio, R$ 6,976 bilhões relativos ao lucro gerado no exercício de 2016, sendo R$ 2,168 bilhões pagos na forma de mensais e intermediários, e R$ 4,808 bilhões provisionados, na forma de extraordinários e complementares, a serem pagos em 8 de março de 2017.   636216081704914290-book-port

Lei Sarbanes-Oxley

A lei Sarbanes-Oxley de 2002 reescreveu, literalmente, as regras para a governança corporativa, relativas à divulgação e à emissão de relatórios financeiros e torna Diretores Executivos e Diretores Financeiros explicitamente responsáveis por estabelecer, avaliar e monitorar a eficácia dos controles internos sobre relatórios financeiros e divulgações. O pleno conhecimento da lei e as responsabilidades é um fator de destaque na sua formação profissional. Vide no anexo o material elaborado pela Deloitte Desejo a você uma boa leitura. Prof. Alexandre Wander Invista na sua formação profissional; o conhecimento é o caminho mais curto e seguro para o sucesso profissional. Deloitt Sarbanes Oxley[1]

Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada (COSO)

Em decorrência dos escândalos e quebras e negócios de grande repercussão no EUA ocorrida na década passada o material anexo apresenta diretrizes de controles internos elaborado pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO) que publicou a obra Internal Control – Integrated Framework para ajudar empresas e outras organizações a avaliar e aperfeiçoar seus sistemas de controle interno. Desde então, a referida estrutura foi incorporada em políticas, normas e regulamentos adotados por milhares de organizações para controlar melhor suas atividades visando o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Uma boa leitura Prof. Alexandre Wander   COSO_ERM_ExecutiveSummary_Portuguese  

Amy Morin: Força mental é uma “abordagem tripla” de como controlar seus pensamentos, comportamentos e emoções

 Força mental muitas vezes não é refletida no que você faz. É geralmente vista no que você NÃO faz. Em seu livro “13 coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem”, Amy Morin escreve que desenvolver força mental é uma “abordagem tripla” de como controlar seus pensamentos, comportamentos e emoções. A seguir estão as 13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem: 1. Eles não perdem tempo sentindo pena de si mesmas Em vez disso, eles expressam gratidão. “Sentir pena de si mesmo é auto-destrutivo”, escreve Morin. “Entregar-se a auto-piedade dificulta se viver uma vida plena.” É perda de tempo, cria emoções negativas, e prejudica seus relacionamentos. A chave é “apreciar o que você tem”, ela escreve. O objetivo é trocar auto-piedade por gratidão. 2. Eles não cedem seu poder para os outros As pessoas cedem seu poder quando não há limites físicos e emocionais claros, Morin escreve. Você precisa lutar por si mesmo e traçar a linha divisória quando necessário. Se outras pessoas controlam suas ações, eles também definem o seu sucesso e auto-estima.É importante que você mantenha o controle de seus objetivos pessoais e trabalhe para atingi-los. Morin usa Oprah Winfrey como um exemplo de alguém com um forte apego ao seu poder. Winfrey cresceu lidando com a pobreza e com o abuso sexual, mas “ela escolheu por definir quem ia ser na vida, sem abrir mão seu poder.” 3. Eles não se intimidam com as mudanças Em vez disso, eles se aceitam e abraçam o inevitável. Há cinco estágios de mudança, Morin escreve: pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção. Seguir cada um dos cinco passos é crucial. Mudar pode ser assustador, mas evitar a mudança impede o crescimento. “Quanto mais você espera, mais difícil fica”, diz ela. “Outras pessoas vão superar você.” 4. Eles não se concentram em coisas que não podem controlar “Ter tudo sob controle é seguro, mas pensar que temos o poder de sempre puxar as cordas pode se tornar um problema“, escreve Morin. Tentar manter o controle de tudo é provávelmente uma resposta à ansiedade. “Ao invés de focar no gerenciamento da sua ansiedade, você tenta controlar seu ambiente”, diz ela. Deslocar seu foco para as coisas que você pode controlar pode criar uma mais felicidade, menos estresse, melhores relacionamentos, novas oportunidades e mais sucesso. 5. Eles não querem agradar a todos Muitas vezes julgamos a nós mesmos a partir do que os outros pensam sobre nós, o que é o oposto de resistência mental. Morin lista quatro fatos sobre tentar constantemente ser uma pessoa que agrada os outros: É uma perda de tempo; Você acaba sendo facilmente manipulado; Está tudo bem para os outros se você se sente desapontado ou nervoso; Você não pode agradar a todos. Aposentar de vez essa mentalidade de agradar a todos irá torná-lo mais forte e mais auto-confiante. 6. Eles não temem correr riscos calculados As pessoas geralmente têm medo de assumir riscos, seja financeiro, físico, emocional, social ou relacionado com os negócios, diz Morin. Mas é uma questão de falta de conhecimento. “A falta de conhecimento sobre a como calcular o risco leva ao aumento do medo”, Morin escreve. Para melhor analisar um risco, pergunte a si mesmo as seguintes perguntas: Quais são os benefícios potenciais? Quais são os custos potenciais? Como isso vai me ajudar a alcançar meu objetivo? Quais são as alternativas? Quão bom será se o melhor cenário se tornar realidade? Qual é a pior coisa que pode acontecer, e como eu posso reduzir a perda caso ocorra? Quão ruim será se o pior cenário se tornar realidade? Quanto essa decisão vai importar em cinco anos? 7. Eles não remoem o passado O passado é passado. Não há nenhuma maneira de mudar o que aconteceu, e “remoê-lo pode ser auto-destrutivo, impedindo-nos de desfrutar o presente e planejar o futuro”, Morin escreve. Não resolve nada, e pode levar à depressão, ela escreve. No entanto, pode haver um benefício em pensar no passado. Refletir sobre as lições aprendidas, considerando os fatos e não as emoções, e olhando para a situação a partir de uma nova perspectiva pode ser útil, diz ela. 8. Eles não cometem os mesmos erros repetidamente Refletir pode garantir que você não repita seus erros. É importante estudar o que deu errado, o que você poderia ter feito melhor, e como fazê-lo de forma diferente da próxima vez, Morin escreve. Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade pelo erro e criam um plano para evitar cometer os mesmos erros no futuro. 9. Eles não se ressentem com o sucesso de outras pessoas O ressentimento é como a raiva que permanece escondida e armazenada, diz Morin. Focar no sucesso de outra pessoa não vai pavimentar o caminho para o seu próprio sucesso, uma vez que distrai você do seu caminho. Mesmo se você se tornar bem sucedido, você nunca poderá ficar contente se você está sempre com o foco nos outros. Você também pode desvalorizar seus talentos e abandonar seus valores e relacionamentos. 10. Eles não desistem após o primeiro fracasso O sucesso não é imediato, e o fracasso é quase sempre um obstáculo que você terá que superar. “Tomemos, por exemplo, Theodor Geisel – também conhecido como Dr. Seuss – cujo primeiro livro foi rejeitado por mais de 20 editores”, diz Morin. Dr. Seuss é agora um autor popular nos EUA. Pensar que o fracasso é inaceitável ou que significa que você não é bom o suficiente não reflete força mental. Na verdade, “reerguer-se após um fracasso irá torná-lo mais forte”, Morin escreve. 11. Eles não tem medo de passar um tempo sozinhos “Criar um tempo para ficar a sós com seus pensamentos pode ser uma experiência poderosa para ajudá-lo a alcançar seus objetivos”, escreve Morin. Tornar-se mentalmente forte necessita que você precise ter tempo fora do cotidiano para se concentrar no seu crescimento. Aqui estão alguns dos benefícios de se ficar a sós, segundo Morin: Ficar só no escritório pode aumentar a produtividade Ficar só podem aumentar a sua empatia Tempo sozinho pode aumentar a criatividade Saber ficar só é bom para a saúde mental Ficar só é restaurador 12. Eles não sentem o mundo lhes deve nada É fácil ficar zangado com o mundo por suas falhas ou falta de sucesso, mas a verdade é que ninguém tem direito a qualquer coisa. Ela deve ser conquistada. “A vida não foi feita para ser justa”, diz Morin. Se algumas pessoas experimentam mais

Fibria anuncia prejuízo de R$ 92 milhões no 4º trimestre

  Destaques do 4T16 Produção de celulose de 1.219 mil t, 7% e 6% inferior ao 3T16 e 4T15, respectivamente. No ano de 2016, a produção atingiu 5.021 mil t. Vendas de celulose, incluindo a celulose proveniente da Klabin, totalizaram 1.584 mil t, 10% e 21% superior ao 3T16 e ao 4T15, respectivamente. As vendas no ano de 2016 ficaram em 5.504 mil t. Receita líquida de R$ 2.534 milhões (3T16: R$ 2.300 milhões | 4T15: R$ 2.985 milhões). No ano de 2016, a receita líquida foi de R$ 9.615 milhões (incluindo a receita de venda da celulose da Klabin). Preço médio líquido ME em R$ 1.604/t e MI em R$ 1.389/t. Custo caixa ficou em R$ 727/t, 14% e 10% superior em relação ao 3T16 e ao 4T15, respectivamente (veja mais detalhes na página 7). Excluindo o efeito das paradas programadas, o custo caixa foi 4% superior ao 4T15. EBITDA ajustado trimestral de R$ 804 milhões, 6% superior ao 3T16 e 50% inferior ao 4T15. O EBITDA ajustado de 2016 totalizou R$ 3.742 milhões (margem 43%). Margem EBITDA no 4T16 foi de 36%, excluindo as vendas de celulose proveniente do contrato com a Klabin. EBITDA/t no trimestre, sem considerar os volumes de Klabin, de R$ 574/t (US$ 174/t), 3% e 54% inferior ao 3T16 e 4T15, respectivamente. Fluxo de caixa livre no trimestre antes do capex de expansão, logística e dividendos alcançou R$ 342 milhões, 15% e 60% inferior ao 3T16 e 4T15, respectivamente. No ano de 2016, o FCL totalizou R$ 1.891 milhões. Free cash flow yield de 10,7% em R$ e 10,0% em US$. ROE e ROIC base fluxo de caixa em 8,9% e 9,0%, respectivamente. Mais detalhes página 16. Prejuízo de R$ 92 milhões no 4T16 em comparação a resultados positivos de R$ 32 milhões no 3T16 e R$ 910 milhões no 4T15. O lucro líquido em 2016 ficou em R$ 1.664 milhões vs. R$ 357 milhões em 2015. Dívida bruta em dólar foi de US$ 4.956 milhões, 13% e 52% superior ao 3T16 e ao 4T15, respectivamente. Posição de caixa de R$ 4.717 milhões ou US$ 1.447 milhão, que somada às linhas não sacadas referentes ao financiamento do Projeto H2 é suficiente para cobrir o capex restante do Projeto H2 e as amortizações de dívida até final de 2018. Relação Dívida Líquida/EBITDA em dólar em 3,30x (3T16: 2,64x | 4T15:1,78x) e 3,06x em reais (3T16: 2,33x | 4T15: 2,06x). Custo total da dívida medido em dólar, considerando swap integral da dívida em BRL, em 3,6% a.a. (3T16: 3,3% a.a. | 4T15: 3,3% a.a.). Prazo médio da dívida 51 meses (3T16: 49 meses | 4T15: 51 meses). Conclusão da captação de recursos lastreada em notas de crédito à exportação emitidas pela Companhia, por meio da distribuição pública de certificados de recebíveis do agronegócio (CRA) no valor total de R$ 1,25 bilhão. Fibria foi selecionada novamente para integrar a carteira 2017 do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) do BM&FBovespa. Projeto Horizonte II, 77% concluído fisicamente e 57% de execução financeira. Capex de US$ 1,0 bilhão a realizar. Em 6/nov, a S&P confirma o Grau de Investimento da Fibria e altera outlook para negativo. Eventos subsequentes Emissão no mercado internacional de títulos de dívida (Green Bond), no dia 11/01, com vencimento em 10 anos, US$ 700 milhões, com juros de 5,5% a.a., com recebimento do recurso em 17/jan. Em 12/jan, a Fitch, reafirma o Grau de Investimento da Fibria com perspectiva estável. Fibria recebe o reconhecimento Gold Class Sustainability da RobecoSAM (Dow Jones World de Sustentabilidade da NYSE).

Como melhorar sua resiliência

Thomas Edison, o inventor da lâmpada, realizou mais de mil experiências e enfrentou vários fracassos antes de realizar seu intento. Perguntado sobre como nunca desistira ou se desanimara entre as centenas de tentativas fracassadas, ele respondeu: “Eu nunca fracassei. Eu apenas descobri 10.000 maneiras que não funcionavam”. Quantos de nós temos essa qualidade de não desistir de tentar alcançar nossos objetivos? Quantos de nós não se deixam abater pelos obstáculos da vida e pelas crises do momento? Como destacamos em nosso último artigo, a resiliência é uma das 7 dicas eficazes para se vencer em 2017. Aqui vamos explicar como você pode desenvolvê-la. A resiliência separa os vencedores de todos os demais. Pessoas resilientes possuem um espírito heroico: são pessoas determinadas e motivadas que não desistem facilmente, nem cansam de tentar alcançar seus objetivos e propósito. A frase de Churchill ilustra a resiliência, que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa. Pessoas resilientes não se vitimizam – sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo, sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a crise! A resiliência é a capacidade de se recuperar de situações adversas ou de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa.A frase de Churchill ilustra a resiliência, que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa. Pessoas resilientes não se vitimizam – sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo, sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a crise! Resiliência: uma armadura psicológica A resiliência pode ser desenvolvida em qualquer idade. Ela fornece uma “armadura psicológica” composta por cinco elementos ou fatores. De acordo com George S. Everly Jr., Douglas A. Strouse e Dennis K. McCormack, autores do livro “Stronger: develop the resilience you need to succeed”, existem cinco atributos que caracterizam uma pessoa resiliente: Otimismo ativo Quando você se encontra ativamente otimista, você se torna um agente orientador da mudança. O seu otimismo é um instrumento poderoso, uma força interior capaz de impulsionar você corajosamente adiante, mesmo quando os demais estão fugindo da luta. Uma atitude otimista é uma afirmação psicológica que resulta em uma mudança fisiológica benéfica. Quando você se torna resiliente, o seu corpo é “sobrealimentado com um aumento moderado de hormônios como adrenalina, noradrenalina, ácido gama-aminobutírico, neuropeptídeo Y e cortisol”. Este surto de hormônios fortalece a memória e permite maior tolerância à dor, reações mais rápidas e maior consciência e força. O pensamento otimista torna as pessoas mais felizes e mais bem-sucedidas. Os “otimistas passivos” esperam algo melhor; porém os “otimistas ativos” tomam medidas para moldar o futuro. Por exemplo, para militares de elite, o sucesso ou o fracasso pode representar a vida ou a morte. Portanto uma atitude negativa pode significar a derrota. Em sua filosofia, o resiliente acredita que sucesso “acontece porque você faz tudo para que ele aconteça”. Uma dica aqui é: procure interpretar os acontecimentos na sua vida a fim de promover resultados eficazes e um ótimo desempenho. O seu mindset, isto é, a sua perspectiva mental sobre o evento, é fator determinante para o sucesso. Como dizia Henry Ford: “Se você acredita que você pode ou que você não pode, você está correto”. Estudos científicos comprovam que quanto mais sucessos você obtém, mais fácil é compreender o que é preciso para ser bem-sucedido, ou seja, aquilo que pode gerar maiores triunfos; o cérebro humano, então, vai acabar também vivendo na expectativa de alcançar novas conquistas. É a profecia que se autorealiza. Albert Bandura, da Universidade de Stanford, afirma que as pessoas podem desenvolver a autoeficácia, uma manifestação do otimismo ativo, através dos passos a seguir: Realizações pessoais – O sucesso gera sucesso. Comece com pequenos sucessos para aumentar a sua confiança. Observação – Observe as pessoas que conseguem alcançar os seus objetivos. Se elas podem chegar lá, você também pode. Incentivo e apoio – Quanto mais apoio você tiver, mais fácil vai ser desenvolver a autoconfiança e o otimismo. As pessoas vão apoiar você, caso você as apoie. Autocontrole – Mantenha a calma, procure além da gratificação instantânea, controle seus impulsos e se mantenha saudável. O otimismo ativo é mais do que uma esperança ou uma crença. É uma prescrição para que você se recupere, seja bem-sucedido e deixe de viver como vítima. Ação decisiva Para se recuperar de um revés temporário, as pessoas resilientes estão preparadas para agir com coragem. Uma pessoa que se sinta fortalecida e determinada é capaz de tomar decisões difíceis sob pressão e agir com proatividade, escolhendo entre várias opções e avançando. Este nível de determinação ajuda você a enfrentar os problemas de frente e aproveitar as adversidades para crescer e desenvolver resiliência. Mas para que isso aconteça, você precisa agir. As pessoas respeitam quem age com firmeza. Esse respeito constrói um efeito halo, isto é, as pessoas veem com bons olhos e admiram os mais determinados. Para elas, uma atitude orientada à ação é louvável e possui um potencial impulsionador de carreiras. Por isso, a dica é: aja com determinação e aprenda a superar os comumente obstáculos existentes tais como: Medo paralisante do fracasso Medo do ridículo Procrastinação Falhar ao comunicar os detalhes relevantes a respeito das suas ações Tentar agradar a todos Sentir-se intimidado pela extensão do desafio Perder a visão dos objetivos de longo prazo

Hypermarcas: Fôlego para Comprar e Saúde para Vender

A empresa cresceu com aquisições e agora se desfaz de ativos para consolidar novo posicionamento. Presente nos segmentos mais importantes do mercado, a Hypermarcas consumou em 2015 a estratégia de se consolidar como uma grande empresa de saúde. Os esforços incluíram a venda das unidades de cosméticos e de preservativos — a divisão de fraldas descartáveis é a próxima a ser vendida — e se refletiram no balanço financeiro da companhia, que faz sua estreia como campeã do setor Farmacêutica e Cosméticos de Valor 1000. Com receita líquida de RS 2,96 biIhões em 2015, a empresa se destacou em relação a seus pares em crescimento sustentável, medido pela variação da receita sobre a variação do patrimônio líquido ajustado, em margem Ebitda (de 35,9% frente à média setorial de 17,2%) e em margem da atividade-33,1%, comparável à média de 14%. No ano, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado das chamadas operações continuadas, que englobam a antiga divisão farma e adoçantes, subiu 7,7%, a R$ 982,3 milhões e, em 2016, há expectativa de nova rodada de crescimento, para cerca de RS 1,1 bilhão. A chave dos fortes resultados não está apenas na venda de ativos. O desempenho da Hypermarcas no mercado farmacêutico, onde já alcançou a vice-liderança em vendas em unidades e é maior em receita líquida, deu relevante contribuição para a evolução financeira. Dona de produtos que estão entre os mais vendidos do país, como Neosoro (descongestionante nasal) e Torsilax (relaxante muscular), tem em sua carteira marcas tão populares quanto Atroveran, Gelol, Benegrip, Epocler e Doril e esse portfólio continuará a crescer, de acordo com o presidente da companhia, Cláudio Bergamo. “Um dos três pilares de crescimento é a inovação. Ainda há muito potencial a ser explorado no mercado brasileiro e existem oportunidades em produtos que não demandam investimentos em pesquisa e desenvolvimento tão pesados.” Em outras palavras, a Hypermarcas não pretende lançar-se na pesquisa e desenvolvimento de novas moléculas, a chamada inovação radical. Essa tarefa cabe às “big pharmas”, que têm fôlego para assumir os elevados riscos e investimentos embutidos na busca por medicamentos inovadores. Na seara explorada pela companhia brasileira, que inclui as extensões de linha e nichos ainda não explorados no país, Bergamo cita como exemplo o Addera D3, vitamina D lançada em 2014, que segue ganhando participação de mercado. Em linhas gerais, a história da Hypermarcas, fundada em 2001 pelo empresário goia no João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, começa com aquisições — foram mais de duas dezenas, nas áreas de limpeza, alimentos, higiene pessoal e de medicamentos—e, agora, se desenrola com desinvestimentos e concentração na área farmacêutica. Em novembro de 2015, a companhia anunciou a venda do negócio de cosméticos para a multinacional Coty, uma das maiores do mundo nesse mercado, por RS 3,8 bilhões. Menos de três meses depois, in formava ao mercado um acordo para vender a divisão de preservativos e lubrificantes para a Reckitt Benckiser por RS 675 milhões. Há risco, porém, de a concretização da venda do negócio de preservativos e lubrificantes íntimos Jontex, Olla e Lovetex esbarrar em alguma exigência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Técnicos do órgão antitruste informaram no início de agosto que haviam identificado “graves preocupações concorrenciais” na área de lubrificantes, que é menos representativa que a de preservativos, e recomendaram a impugnação do negócio. Com o recebimento de recursos pela venda dos ativos, a Hypermarcas eliminou sua dívida líquida e assumiu posição de caixa líquido positivo. Essa robustez do balanço permitiu à companhia distribuir dividendos a seus acionistas. O plano, segundo Bergamo, é estabelecer um programa de pagamentos regulares de proventos. Usar o dinheiro que entrou no caixa da empresa em novas aquisições não está no radar. Do lado operacional, um dos grandes desafios é manter a linha de custos sob controle e enxuta, iniciativa que tem dado o tom no dia a dia das operações. “Para estar em tantos mercados, é preciso buscar custo baixo.” Segundo ele, o mercado público de medicamentos é um dos poucos que não interessam à empresa Fonte: Anuário Valor 1000 Autor: Stella Fontes

Embraer atinge metas com entrega de 108 jatos comerciais e 117 executivos em 2016

Conforme publicado no site da Embraer em 13/01/2017 a empresa comunica aos investidores a entrega de  32 jatos para o mercado de aviação comercial e 43 para o de aviação executiva, sendo 25 jatos leves e 18 jatos grandes, ao longo do quarto trimestre de 2016 (4T16). Assim, a Empresa encerrou o ano com 108 aeronaves entregues para o mercado de aviação comercial e 117 para o mercado de aviação executiva, sendo 73 jatos leves e 44 jatos grandes, cumprindo as estimativas informadas ao mercado ao longo do ano (de 105 a 110 jatos comerciais, de 70 a 80 jatos executivos leves e de 35 a 45 jatos executivos grandes). O total de 225 aeronaves para esses dois mercados representa o maior volume de entregas dos últimos seis anos. Em 31 de dezembro, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizava USD 19,6 bilhões. Acesse o arquivo em PDF publicado pela EMBRAER 001 entregas da embraer no 4t16-ins-vpf-p-17 vale este

Governo de São Paulo lança programa de crédito com juro zero para MEIs

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 13, por meio da Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista e o Sebrae-SP, a criação de um programa de crédito voltado ao crescimento e desenvolvimento dos microempreendedores individuais (MEI) paulistas. O Programa “Juro Zero Empreendedor” financiará o investimento na ampliação e modernização dos negócios de microempreendedores que realizam curso de capacitação no Super MEI, do Sebrae-SP. Os interessados já podem encaminhar seus projetos aos escritórios do Sebrae-SP para dar inicio ao processo. “Esse financiamento beneficia os microempreendedores, temos em São Paulo perto de um milhão e meio. E também aquele que não é ainda, mas quer trabalhar. Precisa se formalizar, fazer o curso do Sebrae, de graça, e depois solicitar o crédito”, explica Alckmin. “É crédito rápido, sem burocracia, com o aval do Estado. Uma bela parceria entre o Governo e o Sebrae”, disse. O programa vai financiar o capital de giro e a compra de máquinas e equipamentos, materiais de construção, veículos utilitários, software e hardware, ferramentas, entre outros itens. Para quem pagar as prestações em dia, a taxa de juros será ZERO, equalizada pelo Governo do Estado. Para quem atrasar, será cobrada a taxa contratual de 7,5% ao ano, mais os encargos moratórios. O prazo será de até 36 meses, incluindo seis meses de carência. As garantias serão a contratação do Fundo de Aval (FDA), administrado pela Desenvolve SP, e o aval do próprio beneficiário. Alckmin destacou a importância desta linha de crédito em um momento de crise econômica. “Passamos por um momento de altíssimo desemprego, de grande dificuldade de crédito. E, em São Paulo, estamos aqui anunciando uma medida inovadora, para estimular e apoiar o pequeno empreendedor”, disse. Para participar do programa, o microempreendedor individual deverá estar enquadrado na política de concessão de crédito da Desenvolve SP, criada especificamente para o “Juro Zero Empreendedor”; ter sido aprovado em curso de capacitação do Programa Super MEI, do Sebrae-SP; e apresentar um plano de negócios a ser disponibilizado e aprovado pelo Sebrae-SP. O valor do financiamento será entre R$ 1 mil e R$ 20 mil por beneficiário. O Sebrae-SP vai aportar R$ 10 milhões nesta fase inicial do programa. “Com a capacitação do Sebrae e as condições de financiamento especiais da Desenvolve SP, vamos incentivar o microempreendedor a investir no seu negócio de forma planejada e eficiente, criando um ambiente mais competitivo que permita a geração de renda e movimente a economia paulista”, disse Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. Sobre a Desenvolve SP  A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista é a instituição do Governo do Estado de São Paulo que financia, por meio de linhas de crédito sustentáveis, o crescimento planejado das pequenas e médias empresas e municípios paulistas. Em sete anos de atuação, a Agência ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em financiamentos para mais de 1.500 empresas e prefeituras em 260 cidades. Para saber mais sobre a instituição, acesse www.desenvolvesp.com.br. Fotos do evento disponíveis no link: http://www.saopaulo.sp.gov.br/sala-de-imprensa/release/alckmin-anuncia-programa-de-credito-com-juro-zero-microempreendedor/  

Perspectivas econômicas para 2017: recuperação ou depressão?

Paulo Galvão Júnior[1] Luiz Alberto Machado[2] Como será o início de ano no Brasil? Será o começo de um novo ciclo econômico? Ocorrerá uma nova contração da atividade econômica nas cinco regiões ou o começo da expansão de toda atividade econômica no País? Necessitamos da recuperação econômica! Precisamos urgentemente da recuperação econômica! Mas, a recessão econômica prolongada poderá se transformar numa depressão econômica na nona economia do mundo. Ocorrerá o declínio econômico ou a ascensão econômica do Brasil no ano de 2017? Ocorrerá uma grande onda de pessimismo ou de otimismo? A taxa de desemprego aumentará ou diminuirá nos três setores da economia brasileira? Muitas perguntas! Muitas reflexões! Muitas perspectivas econômicas para 2017. A retração econômica no biênio 2015-2016 foi muito forte. “A crise que o Brasil está atravessando é grave, é a maior da qual se tem registro; atualmente, o País tem 4.456.120 de empresas inadimplentes, 59.714.718 cidadãos com registros negativos no Serasa, 12,024 milhões de desempregados e milhares de fábricas, comércios e serviços fechados. As perspectivas são de um crescimento lento, inferior a 1% no próximo ano e o dobro desse valor nos seguintes. É pouco para um país com o potencial que ele tem“, segundo o economista Roberto Luis Troster (13/12/2016). É muito grave a situação da economia brasileira! O PIB do Brasil não cresce por 21 meses consecutivos, por sete trimestres seguidos, segundo dados do IBGE, do primeiro trimestre de 2015 (quando atingiu -0,9%) até o terceiro trimestre de 2016 (quando bateu em -0,8%). Durante os anos do governo Dilma Rousseff (2011-2016) são identificadas as principais causas da pior crise econômica brasileira. Já para os economistas da FGV, a recessão econômica no Brasil começou no segundo trimestre de 2014. Há esperança na recuperação da economia brasileira no ano de 2017! Há esperança de dias melhores para as famílias brasileiras! Há esperança de chegarmos à fase da prosperidade econômica no ano de 2020! A previsão econômica do Boletim Focus do BCB é da taxa de crescimento do PIB brasileiro em 0,5% no ano de 2017. A projeção do FMI é também de 0,5% em 2017. Já a projeção do Departamento Econômico do Banco Itaú Unibanco é de 0,3% para 2017. A projeção do Deutsche Bank é da taxa de crescimento econômico de 0,5% em 2017, enfatizando que o país mais rico da América do Sul deve seguir na lanterna dos países que mais crescem no planeta, liderado pela Índia (7%), atualmente, a sétima economia do mundo. Estamos na segunda semana de um ano complicado. Será que 2017 marcará o início da recuperação da economia brasileira? Será que já chegamos ao fundo do poço? A princípio, o Brasil precisa corrigir os rumos da sua política econômica. Foram dois anos consecutivos de crescimento negativo, provocando a pior recessão da história econômica do País. A grande pergunta que se faz no início de 2017 é: Quais são os sinais da recuperação da economia brasileira? No mínimo, oito indicadores macroeconômicos são importantes para avaliar a economia brasileira: taxa de crescimento do PIB, taxa de desemprego, taxa de inflação, taxa SELIC, dívida pública bruta, superávit primário, carga tributária bruta e salário mínimo. Apresentamos a seguir o Quadro 1, com os principais indicadores macroeconômicos do Brasil: O crescimento médio anual do PIB brasileiro foi 0,2% no período 2011-2016. Temos problemas graves no Brasil. É grande o número de trabalhadores brasileiros que vivem com um salário mínimo. Os trabalhadores com 15 anos ou mais de idade que ganham um salário mínimo por mês somam 46 milhões no País. Em 2016, o salário mínimo era de R$ 880,00. Em 2017, o salário mínimo passa a ser de R$ 937,00. Com o aumento de R$ 57,00, o prognóstico é de mais dificuldades para as famílias brasileiras. A regra número um é não gastar mais do que se ganha. O Brasil precisa reconquistar a confiança dos empresários e dos consumidores para se transformar, interrompendo a tendência de queda do PIB. A inflação atingiu em cheio o preço dos alimentos. O IPCA subiu de 5,84% em 2012 para 10,67% em 2015. A taxa de inflação foi de 6,29% no ano de 2016, abaixo do teto da meta (6,5%) perseguida pelo BCB. Os elevados gastos públicos são prejudiciais numa economia de mercado. A lei da oferta e da demanda deve reinar nas decisões dos agentes econômicos. O governo Dilma Rousseff interferiu seguidas vezes de forma inadequada nas políticas fiscal e monetária para controlar a inflação, acreditando ser esta uma inflação de demanda, mas, na verdade, era uma inflação de custos, que se agravou com os aumentos da gasolina, da energia elétrica, dos remédios, do gás de cozinha etc., os dois primeiros depois de prolongado congelamento no período que antecedeu as eleições de 2014. Como um país emergente pode prosperar com tanta ignorância, tanta pobreza intelectual? Como um país em desenvolvimento pode enriquecer sua população dependendo da produção e exportação essencialmente de commodities agrícolas, minerais e energéticas? Apesar de todas as dificuldades, sobrevivemos ao ano de 2016 que parecia não querer acabar! Sobreviveremos também ao velho e amargo remédio do ajuste fiscal, do aumento de impostos e ao corte nos gastos públicos? Os impactos da crise econômica são graves e não se esgotarão com o ajuste fiscal. Taxa de juros nominal mais baixa é importante para aumentar os investimentos privados. A taxa de juros real do Brasil é a maior do mundo, à frente da Rússia, a segunda colocada. A taxa SELIC deverá cair de forma gradual e consistente com a atual política monetária praticada pela equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles e pelo presidente do BCB Ilan Goldfajn. Nesta quarta-feira, o Copom do BCB decidiu, por unanimidade e sem viés, reduzir em 0,75 ponto percentual a taxa SELIC, a taxa básica de juros, de 13,75% para 13% ao ano, passando assim um sinal positivo para os agentes econômicos. Menos e menores tributos são fundamentais para elevar o consumo das famílias brasileiras. A título de exemplo, um notebook nacional, cujo preço é de R$ 1.278,68 cairia