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EBITDA como um INDICADOR de AVALIAÇÃO DE EMPRESAS.

O indicador EBITDA, tem como princípio em verificar o quanto a empresa gera de lucro operacional acionando os itens que não interferem diretamente no caixa da empresa, tais como a depreciação e amortização. Em inglês EBITIDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization”, que significa “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização“, em português. O Ebitda representa a geração operacional de caixa da companhia, ou seja, o quanto a empresa gera de recursos apenas em suas atividades operacionais, sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos. “O Ebitda mostra o potencial de geração de caixa de um negócio, pois indica quanto dinheiro é gerado pelos ativos operacionais.” Para calcular o Ebitda, é necessário antes descobrir o lucro operacional. No Brasil, ele resulta da subtração, a partir da receita líquida, do custo das mercadorias comercializadas, das despesas operacionais. A utilização deste “indicador financeiro” tem como principal benefício em indicar o resultado operacional de uma empresa se assemelhando ao FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL; pois adiciona ao resultado operacional as despesas que não representam uma saída efetiva de caixa por se tratarem um valor estritamente contábil, tais como a depreciação e amortização no objetivo de apresentar aos investidores o real valor de geração de caixa operacional de uma empresa. Assim, se uma empresa gerou um resultado operacional de R$ 100,00 ao adicionar a depreciação e amortização no valor de R$ 10,00 o EBITDA passa a ser de R$ 110,00 e o resultado na visão do EBITDA passa a ter um acréscimo percentual de 10%. Um modelo tradicional consiste em atrelar o valor do EBITDA a taxa de risco dos seus provedores de capital, se o financiamento proceder somente dos acionistas teremos o CUSTO DE OPORTUNIDADE DO ACIONISTA, porém se o financiamento proceder além dos acionistas de capitais de terceiros onerosos teremos o CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL, o WACC. Ao se dividir o EBITDA pelo WACC temos o valor absoluto do ATIVO OPERACIONAL ao preço de mercado. Ao nosso exemplo acima, teremos o valor de R$ 110,00 do EBITDA que dividido por uma taxa exemplificada de 10% resultara num valor do ATIVO OPERACIONAL (EV) VALOR DA EMPRESA AO MERCADO de R$ 1.100,00 Ou seja, teremos um valor de múltiplo igual a 10 e assim efetuando a negociação de compra de uma empresa, pelo indicador do EBITDA a parte investidora irá recuperar seu investimento ao valor de R$ 1.100,00 ao tempo de 10 anos, decorrente da divisão do valor pago pelo valor de EBITDA projetado durante o período. Notoriamente existem críticas, sobre a utilização do EBITDA como um modelo de avaliação de empresas, mas a princípio de entendimento podemos entender como um ponto de partida ao estudo tão complexo e que demanda muito tempo de dedicação e estudo para interpretá-lo em suas atenuantes. Um resumo da aula ministrada aos alunos da UNIP em 16/09/2019 em SÃO JOSÉ DOS CAMPOS.  

UMA SÍNTESE: DO MODELO DE PRECIFICAÇÃO DOS ATIVOS AO LUCRO POR AÇÃO

O processo de AVALIAÇÃO DE EMPRESAS consiste em avaliar a potencialidade de uma empresa gerar lucro é importante definirmos primeiramente um ponto de partida para entendermos se realmente este lucro gerado encontra-se de acordo as expectativas dos provedores de capital Todo investimento tem uma origem de recursos e num mundo amplamente inserido ao mercado financeiro não podemos nos deixar a entender que os recursos investidos pelos acionistas e bancos são “gratuitos”, ou seja livre de uma remuneração mínima que compense o “risco” do negócio. As empresas, normalmente são avaliadas pelo LUCRO GERADO apurado com as informações provenientes da DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO a DRE; e nos permite uma visão um pouco mais ampla quando dividimos o lucro gerado no período pela quantidade das ações constituída pela empresa na integralização do capital efetuado pelos acionistas, chegando assim no famoso: lucro por ação, uma boa medida de avaliação unitária do lucro gerado e que será, provavelmente distribuído aos acionistas. Nas empresas listadas nas bolsa de valores o índice Preço/Lucro, que no seu numerador apresenta o valor de patrimônio líquido por ação, de acordo com a sensibilidade do mercado e no seu denominador medido pelo LPA (lucro por ação) e nos apresenta assim, o payback ou o tempo de recuperação do investimento efetuado quando da compra das ações ao seu valor unitário. A titulo de exemplo, vamos considerar o seguinte cenário: Uma empresa de manufatura, foi constituída por R$ 10.000 milhões, sendo 50% no seu capital de giro e 50% no seu ativo imobilizado e toda origem dos recursos foi financiada somente pelos acionistas (capital próprio). Considere ainda, que a empresa, apresentou um lucro líquido após os impostos no valor de R$ 1.800,00 e que a mesma tenha um total de 1.000 de ações em circulação. Assim o lucro por ação da empresa será de R$ 1,80. Considere também que o valor da ação no mercado de capitais encontra-se na data de hoje em R$ 52,00 o preço por ação. O índice P/L é a relação entre preço de mercado por ação e o lucro por ação Ao nosso modelo, caso a empresa, venha manter ao longo do tempo, o valor constante de R$ 1,80 de lucro anual por ação e o mercado também venha manter constante a sua precificação, o tempo médio de recuperação deste investimento, quando avaliamos unicamente pelo lucro gerado (ou o dividendo) a ser distribuído aos seus acionistas, o tempo será de 28,8 anos. As empresas jovens e de alto crescimento (e de alto risco), o índice P/L tendem a serem maiores, e este comportamento pode ser explicado por alguns fatores: 1) Os investidores “acreditam” nos projetos da empresa jovem e antecipam suas compras, causando uma elevação no preço do mercado, mesmo que os lucros ainda não se traduziram na operação. 2) Anúncios na mudança da gestão, principalmente quando uma empresa adminstrada por executivos de “renome”, adquirem uma empresa mal administrada e que amargura prejuízos ou lucro abaixo da média e o mercado, acreditando nas medidas de reestruturação, antecipam suas compras, também causando “euforia” e elevação no preço das ações no mercado de capital. Assim, a medida que no decorrer do tempo a empresa passa a gerar mais lucro com o mesmo número de ações em circulação o LPA aumenta e se o preço de mercado ficar constante o índice P/L tende a reduzir. Modelo de precificação dos ATIVOS OPERACIONAIS e o Lucro por ação. Nos diversos modelos de risco e retorno em finanças, o modelo de precificação dos ATIVOS OPERACIONAIS, consiste em definir previamente uma taxa atrelada ao risco dos ATIVOS OPERACIONAIS. No modelo de risco de ATIVOS de CAPITAL (CAPM), em que há apenas uma fonte de risco de mercado contida na carteira de mercado, vamos definir, neste momento que a empresa tenha apenas uma FONTE DE FINANCIAMENTO, a do CAPITAL PRÓPRIO, e que o risco do acionista, por ser uma empresa JOVEM de de alto crescimento tenha sido definido em 18%. Definição do lucro esperado pelos acionistas: Como o lucro líquido gerado, de acordo com o exemplo acima foi de R$ 1.800 a empresa atingiu na medida certa a expectativa do mercado e neste modelo, acreditamos de que não teremos alteração n o valor das ações no mercado de capitais. Um dos famosos indicador em FINANÇAS é o ROE (return on equity), que consiste dividir o lucro líquido gerado no período pelo valor investido pelos acionistas, que consta no PATRIMÔNIO LÍQUIDO da empresa Considere, agora que o lucro líquido gerado pela empresa, foi de R$ 1.000 e que o acionista manteve a mesma expectativa de retorno do seu investimento em 18%. O ROE foi de 10%, enquanto que a taxa minima de atratividade do acionista foi de 18% O retorno do acionista (ROE) ficou abaixo em 44,44% de sua expectativa e em pontos percentuais de 8% (distancia) entre o esperado e o realizado, assim podemos entender que as ações comercializadas na bolsa de valores, poderá ter uma desvalorização de 8% no mínimo. Resumo da aula ministrada no curso de Pós Graduação da FAAP em São Paulo, no curso de Gestão Empresarial em 2009. Um bom estudo Prof. Alexandre Wander Avaliação de Empresas – Valuation    

Recessão técnica? PIB previsto recua para 0,81%.

Nas últimas projeções de 2019 do Banco Central: Num cenário nada animador o Banco Central projetou o PIB em a 0,81%; a taxa SELIC em 5,0% e a taxa de câmbio de R$/US$ 3,75. O índice da inflação IPCA em 3,76%. Nossos comentários: O Bacen está reduzindo a taxa básica de juros para incentivar o mercado; mesmo com o PIB em queda. Atenção empresários: Momento de conter a ansiedade do crescimento (investimentos de risco em novas fábricas devem ter uma atenção especial); principalmente se o recurso vier do financiamento bancário; Elabore sempre um estudo de ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA e FINANCEIRA dos seus projetos de investimentos; Envolva tua equipe na gestão empresarial; Avalie as despesas e seus CUSTOS FIXOS e somente mantenham aquelas que tenham ligação com o seu negócio e tragam resultados plausíveis a gestão; Programe sua empresa para o futuro: Faça um valuation dela e correlacione seu negócio com a linha de mercado; O resultado de hoje é o resultado de ontem, pense e administre seu negócio com visão futurista; Controle seu capital de giro (estoque e contas a receber) e busque financiamento de passivo não oneroso para “bancar” o capital de giro; Não “brinque” com o mercado; pois ele é preciso e perfeito. Acesse o relatório completo do BACEN de 09/08/2019 com projeções até o ano de 2022. R20190809

Petrobras registra um lucro líquido de R$ 18,9 bilhões no 2tri2019, 4,6 superior ao trimestre anterior.

Destaques do resultado do 2T19: EBITDA ajustado de R$ 32,7 bilhões, 19% maior que no 1T19, refletindo o aumento do Brent e câmbio, que resultaram em maiores preços do petróleo. A Companhia apresentou lucro líquido de R$ 18,9 bilhões, 4,6 vezes o lucro líquido do trimestre anterior, principalmente devido à conclusão da venda da TAG. Desconsiderando-se os efeitos dos itens não recorrentes o lucro líquido da Companhia foi de R$ 5,2 bilhões e o EBITDA ajustado R$ 33,4 bilhões. Com a expectativa da melhora do lucro líquido para o exercício de 2019, o Conselho de Administração aprovou a antecipação de distribuição de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor de R$ 2,6 bilhões, equivalente a R$ 0,20 por ação ordinária e preferencial por circulação, superando os R$ 0,10 por ação do trimestre anterior. O fluxo de caixa livre foi positivo pelo décimo-sétimo trimestre consecutivo, totalizando R$ 11,3 bilhões. Este resultado foi obtido através da melhora da geração operacional, pelos mesmos motivos que impactaram positivamente o EBITDA, e pela redução dos investimentos em relação ao 1T19. No 2T19, a dívida líquida continuou sua trajetória decrescente, fechando em US$ 83,7 bilhões, uma redução US$ 11,9 bilhões em relação ao 1T19. No trimestre, houve amortização de US$ 2,2 bilhões, com novas captações de apenas US$ 488 milhões. No 2T19, o índice dívida líquida/LTM EBITDA ajustado caiu para 2,52x em relação ao de 2,89x registrado no 1T19, aplicando os efeitos do IFRS 16 em todo período do LTM EBITDA ajustado de 2018. Uma vez expurgados tais efeitos, o índice teria sido 2,02x no 2T19. Visando a mitigar os riscos de contingências judiciais, reconhecemos despesas no montante de R$ 1,2 bilhão para encerramento de disputas tributárias e ambientais que totalizavam uma exposição potencial de R$ 6,4 bilhões. As despesas com processos judiciais estão relacionadas à adesão ao programa de anistias de ICMS nos estados da Bahia e Ceará (despesa de R$ 367 milhões para uma exposição de R$ 1,8 bilhão) e as ambientais referem-se ao cumprimento de condicionantes para o licenciamento ambiental do Comperj (despesa de R$ 814 milhões para uma exposição de R$ 4,6 bilhões). Tendo em vista a oferta de ações da BR Distribuidora, estamos apresentando neste relatório as operações da BR Distribuidora como operações descontinuadas. Para o 3T19, estimamos um ganho de capital antes dos impostos de R$ 14,2 bilhões (incluindo o ganho na remensuração de R$ 7,4 bilhões).   Relatório completo da Petro para download 9512_703242.    

POR QUE ORGANIZAR?

Organizamos a fim de alcançar metas e objetivos. É claro que esses objetivos devem ter uma orientação de marketing. Uma empresa existe com o propósito de atender às necessidades e aos desejos dos clientes. Desse modo, a estrutura da empresa deve encontrar sua principal direção no mercado. Uma linguagem simples, clara e objetiva facilita a assimilação deste direcionamento. Diga-me me que ramo você está ou deseja estar e eu lhe direi como estruturar o seu negócio. Esse é um princípio sólido para a organização. Ele está baseado no plano ou estratégia da organização e no conceito de que a estrutura deve acompanhar a estratégia. A estratégia decorre primeiramente do alcance do produto ou do mercado da empresa. Embora o marketing esteja na linha de frente da organização e uma empresa, devemos nos certificar de que outras funções não sejam prejudicadas. O plano de mercado por si só, sem elementos de sustentação, possui pouco valor. Nessa altura, não deve haver muita dúvida de que o planejamento é a primeira função da administração e de que é necessário organizá-lo. Se não tivermos um plano, não poderemos realmente estabelecer objetivos; se não tivermos um plano, não tivermos objetivos, não teremos motivo para nos organizar. Em outras palavras, se não soubermos para onde estamos indo, não saberemos como nos organizar para chegar lá. Planejar e organizar são responsabilidades integradas dos gerentes. Considerando que uma organização normalmente possui um plano de crescimento, deve-se admitir que a estrutura precisa ser desenvolvida no longo prazo e está sujeita a mudanças. Algumas vezes não se reconhece o impacto da mudança; no entanto, ela é uma das razoes pelas quais o planejamento e a organização se encontram tão intimamente relacionados, sendo uma parte integrante do outro. A atividades de planejar ajuda a avaliar rapidamente o impacto da mudança quando ocorrem crises. A atividade de organizar de acordo com seu plano ou estratégia e fazer uso da organização formal (isto é, estrutura organizacional oficial, que consiste em responsabilidade, autoridade e responsabilidade final), bem como da organização informal, que consiste em relacionamentos informais derivados principalmente da política, do poder e do status, também nos ajuda a gerenciar eficazmente a transformação. Lembre-se: Organizamos para um único propósito – alcançar nossos objetivos e metas. Esses objetivos devem derivar do mercado, isto é, satisfazer a necessidade ou o desejo do cliente. Um conceito sólido para a organização é o de que a estrutura acompanhar a estratégia. A função principal da administração que apoia a atividade de organiza é o planejamento. Fonte: Patrick J. Montana e Bruce H. Charnov Série Essencial – Administração – EDITORA SARAIVA Contato

Usiminas registra alta de 125% no lucro líquido do segundo trimestre

Principais indicadores operacionais e financeiros no 2T19 Volume de vendas de aço de 1,1 milhão de toneladas; Volume de vendas de minério de ferro de 1,8 milhão de toneladas; EBITDA Ajustado consolidado de R$576 milhões e margem de EBITDA Ajustado de 15,6%; Capital de giro em 30/06/19 de R$4,2 bilhões; Caixa em 30/06/19 de R$1,2 bilhão; Investimentos de R$105 milhões. CONJUNTURA ECONÔMICA e a USIMINAS Indicadores recentes da atividade econômica apontam ritmo bem abaixo do esperado para este início de ano. Não obstante, a economia brasileira segue em processo de recuperação gradual. A utilização de capacidade da indústria, por exemplo, subiu por dois meses seguidos, abril e maio, e alcançou o maior patamar desde agosto do ano passado. No período de janeiro a maio de 2019, a produção industrial nacional medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE recuou 0,7% frente ao mesmo período do ano anterior. Dentre as grandes categorias econômicas, os segmentos associados ao consumo de aço, como bens de consumo duráveis e bens de capital, tiveram resultado positivo. O primeiro cresceu 3,3% nos cinco primeiros meses do ano impulsionado pelo aumento da produção de automóveis e o segundo apresentou expansão de 1,9%. Por outro lado, os resultados dos primeiros cinco meses mostraram menor dinamismo para bens intermediários (-2,0%), principalmente em decorrência do comportamento negativo da indústria extrativa (-1,7%). Os resultados industriais apurados pela Confederação Nacional das Indústrias-CNI também evidenciam o processo de lenta recuperação da atividade industrial nos primeiros meses do ano. Enquanto alguns indicadores, como faturamento real e número de horas trabalhadas apresentam recuperação em relação a 2018, outros, como emprego e massa salarial, ainda têm dificuldades em avançar. Alguns índices de expectativas da CNI, que vinham em queda desde o início do ano, já estabilizaram ou começaram a melhorar na pesquisa de junho. O índice de quantidade exportada, entretanto, segue em queda. Apesar de vir de uma sequência de quatro meses em queda, o índice de intenção de investimento mantém-se relativamente alto, em 52,3 pontos, 3,3 pontos acima da média histórica. O índice de atividade econômica do Banco Central, o IBC-Br, aponta queda de 0,06% de janeiro a abril na comparação com o mesmo período do ano anterior. A pesquisa de expectativas do relatório Focus do Banco Central mostra crescimento menor da economia ao final de 2019. Depois de cair por vinte e uma vezes consecutivas, a projeção do PIB encontra-se, atualmente, inferior a 1%. A seguir está lista com projeções de indicadores segundo Relatório Focus de 19/07/19. Abaixo relatório completo da empresa 14320_701950 Análise avançada das demonstrações financeiras  

Ambev gera um EBITDA de R$ 4.691,3 milhões no 2tri2019

A Ambev registrou no 2T19, um EBITDA alcançou R$ 4.691,3 milhões, com um crescimento orgânico de 0,3%, margem bruta de 59,1% (-160 pontos-base) e margem EBITDA de 38,6% (-260 pontos-base). No 6M19, o EBITDA foi de R$ 9.811,9 milhões (+8,7%), com margem bruta e margem EBITDA alcançando 59,4% (-120 pontos-base) e 39,6% (-70 pontos-base), respectivamente. Receita líquida (ROL): A receita líquida aumentou 7,2% no 2T19, com acréscimo no volume de 0,8% e crescimento na receita líquida por hectolitro (ROL/hl) de 6,3%. A receita líquida cresceu no Brasil (+7,8%), na América Central e Caribe (CAC) (+11,6%) e na América Latina Sul (LAS) (+10,6%), e caiu no Canadá (-1,2%). No Brasil, o volume cresceu 3,6% e a ROL/hl aumentou 4,1%. Na CAC, o volume e a ROL/hl cresceram 5,7% e 5,6%, respectivamente. Na LAS, o volume caiu 8,9% e a ROL/hl subiu 21,2%. No Canadá, enquanto a variação do volume foi negativa (-3,4%), a ROL/hl aumentou em 2,3%. No acumulado do ano (6M19), em uma visão consolidada, a receita líquida cresceu 10,5%, com um acréscimo no volume de 3,3% e crescimento na ROL/hl de 6,9%. Lucro líquido ajustado e LPA: O lucro líquido ajustado foi de R$ 2.712,1 milhões no 2T19, 16,1% mais alto que no 2T18, impulsionado principalmente por uma diminuição das despesas financeiras. O lucro por ação ajustado no trimestre foi R$ 0,17 (+16,8%). No 6M19, o lucro líquido ajustado cresceu 10,9%, alcançando R$ 5.474,5 milhões, com um lucro por ação ajustado de R$ 0,34 (+11,1%). “Já havíamos antecipado que o trimestre seria desafiador em termos de volume dada a base de comparação difícil com o mesmo período de 2017, quando crescemos acima da indústria. Além disso, o setor cervejeiro como um todo apresentou nova contração no trimestre, dado o Carnaval logo no início de fevereiro e o clima menos quente”, disse Ricardo Rittes, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cervejaria Ambev.   ANÁLISE FUNDAMENTALISTA – INVESTINDO NA BOLSA COM SEGURANÇA – 100% ON LINE

69% das empresas identificaram ocorrências de fraude nos últimos quatro anos

Pesquisa aponta que nove em cada dez organizações têm sistema para investigação; há discrepância de punições aplicadas a diretores e funcionários Medidas contra fraudes são tópicos centrais nas políticas de gerenciamento de riscos das empresas brasileiras. De acordo com a pesquisa Vigilância contra fraudes no Brasil – Estruturas de combate e tratamento a incidências, realizada a partir de dados compilados pela Deloitte, mais de 70% das empresas adotam práticas de prevenção, detecção e investigação de fraudes no ambiente corporativo. Nove em cada dez organizações entrevistadas contam com algum sistema ou ferramenta para investigação de fraudes e 69% identificaram ocorrências de fraude nos últimos quatro anos. “Fraude é um tema de relevância e está na pauta dos conselhos, comitês, auditorias e executivos das organizações”, afirmou o sócio líder da área de Risk Advisory da Deloitte, Alex Borges, no evento de apresentação da pesquisa na terça-feira (25 de junho), na sede do IBGC, em São Paulo. A comissão de Gerenciamento de Riscos Corporativos do IBGC, juntamente com o Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil) e a Associação de Examinadores Certificados de Fraudes do Brasil (ACFE Brasil), apoiou o levantamento. Apesar de o combate à fraude ser uma questão importante nas empresas, a pesquisa revela que as normas de punição dos responsáveis pelas irregularidades precisam ser mais bem definidas. Mais de 40% dos respondentes indicaram ter política de consequências, ou seja, adotam procedimentos e punições para o tratamento de fraudes identificadas. As demissões com justa causa são o tipo de punição mais frequente entre as empresas participantes. Existe uma diferença significativa nesse tipo de demissão entre colaboradores de nível operacional e gerencial. No caso de fraudadores que ocupam posições de nível tático (média gerência ou superior), 37% deles foram demitidos com justa causa. Quando o fraudador é de nível operacional, 62% deles receberam essa punição. Também existe discrepância nas apurações dos impactos das irregularidades de acordo com o nível hierárquico do fraudador. Quando a fraude foi cometida por um diretor, 60% dos respondentes não souberam ou não responderam quais foram as consequências das irregularidades (as outras opções eram perdas financeiras, perda de imagem, sanções e multas e processos jurídicos). Quando o fraudador é de nível operacional, apenas 23% dos respondentes não souberam ou não responderam. “Falta conhecimento claro sobre qual a natureza das fraudes e qual a responsabilidade de diretores e c-level dentro das organizações. O executivo sai da empresa e pouco se fala sobre o assunto”, avaliou Borges. Segundo o doutor e autor de artigos científicos sobre fraudes e corrupção Renato Santos essa baixa punição de executivos e gerentes pode passar a sensação de impunidade. “Os casos de fraudes cometidos por gestores são os que chamam mais atenção, pois todos ficam sabendo. Se o fraudador saiu da empresa e ainda ganhou os 40% do FGTS [benefício de quem é demitido sem justa causa], isso aumenta a disposição ao risco de quem estiver disposto a cometer uma fraude. As políticas e medidas disciplinares devem valer para todos os níveis hierárquicos”, analisou. A existência de políticas antifraudes não é suficiente se elas não forem internalizadas e aplicadas por todos da organização. A cultura organizacional é um dos mecanismos mais efetivos de prevenção. “As empresas precisam saber se seus códigos de conduta e políticas anticorrupção são realmente efetivas”, comentou a coordenadora da comissão de Gerenciamento de Riscos Corporativos do IBGC e diretora de Riscos da Serasa Experian, Luciana Bacci. Para verificar a efetividade das políticas, Luciana ressaltou a importância dos testes de conduta, que ainda são pouco aplicados pelas organizações. De acordo com a pesquisa, apenas 20% delas adotam essa ferramenta. “Testando o conhecimento das políticas e aplicando sanções se melhora a cultura. Isso faz com que toda a organização acredite que as suas políticas de integridade são para valer”, disse Luciana. O presidente da ACFE Brasil, Claudio Peixoto, reforçou que o comportamento refratário a qualquer tipo de irregularidade deve vir da liderança. A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2019. Participaram do estudo 113 organizações de diversos setores e de todas as regiões do Brasil. O levantamento foi feito pela Deloitte com apoio da comissão de Gerenciamento de Riscos Corporativos do IBGC, do Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil) e da Associação de Examinadores Certificados de Fraudes do Brasil (ACFE Brasil). Fonte: https://www.ibgc.org.br/blog/pesquisa-fraude-deloitte MAPEAMENTO DE RISCO CORPORATIVO    

Megan Leavey: o que aprender com esta história emocionante

Baseado em uma história real, este filme mostra uma realidade pouco conhecida e uma relação singular, ao narrar o profissional e emocional vínculo entre a cabo da marinha norte americana e seu cão farejador na Guerra do Iraque. Todo mundo deveria conhecer o trabalho destes cães! O filme ajuda a refletir sobre disciplina, estratégia, camaradagem e proposito. Emocione-se e aprenda com esta história! Megan Leavey, em cartaz no Telecine NOW, é um filme tocante baseado na história real da jovem cabo Megan Leavey (interpretada de maneira excelente por Kate Mara) da Marinha norte americana cuja diferenciada disciplina e fortes laços afetivos com seu cão de combate salvaram inúmeras vidas durante sua missão na Guerra do Iraque. Leavey recebeu várias medalhas por heroísmo em combate, inclusive a honrosa Purple Heart. A narrativa acompanha a vida da protagonista desde quando ela decide entrar para a Marinha norte americana e boa parte de sua trajetória depois que deixou o serviço militar. Aborda também a singular e marcante relação que construiu e manteve com o cão Rex, um pastor alemão farejador da Unidade K-9 d Marinha norte-americana. Se o vínculo entre homem e cão já é intenso, entre um adestrador de cães militares e seu cachorro é maior ainda, como mostra o filme. A cena em que a protagonista é levada para um hospital em um helicóptero e o cão a observa no solo, movendo-se ansiosamente e uivando, é uma das cenas mais tocantes do filme. Cães militares tem um papel relevante nas guerras sobretudo por sua capacidade e alta inteligência. Em tempo de intenso terrorismo, eles facilmente detectam explosivos enterrados, esconderijos de armas e produtos químicos. Estes cães são realmente incríveis! O filme fala sobre o inquebrantável espírito humano, sobre a descoberta de propósito, sobre os laços entre homens e animais, sobre disciplina, desafio, estratégia e camaradagem. Na foto, a verdadeira Megan Leavey Entre as lições que podemos tirar deste filme e que você pode discutir com sua equipe estão as seguintes: 1.Encontrando não somente o melhor amigo, mas um propósito Megan Leavey é mais uma história de amor do que um filme de guerra. É menos um filme de ação e mais uma história preocupada com o vínculo entre uma mulher e seu cão. Ela é uma mulher que, através do cão e das ações heróicas em que ambos se envolvem, descobre não apenas um afeto especial, mas um significado e um propósito de vida. É uma história de união, companheirismo, amizade e sobrevivência. Sobrevivência não quer dizer apenas deixar o campo de batalha vivo. Mas também salvar seu seu parceiro, sua amizade, como Megan deve fazer por Rex, falar em seu nome, advogar por ele e defender seu bem-estar. Ao longo do filme Leavey passa por um processo de profunda transformação, de uma garota sem saber o que quer da vida para uma heroína determinada, que encontra seu propósito de vida na relação que cria com seu cão farejador. A história da verdadeira Leavey, que depois se tornou adestradora de cães das Nações Unidas e veterinária em Nova Jersey revela este destino. 2.A disciplina e o treinamento são essenciais para a formação do herói A primeira metade do filme aborda o encontro de Megan com Rex e o processo de adestramento que irá formar os laços entre a mulher e o cão. Desde o interesse de Megan pelo tipo de serviço da Unidade de Cães Farejadores, algo que lhe dá sentido na marinha, passando pela resistência inicial de Rex, a insegurança e inexperiência de Megan, até as arestas se aparando entre os dois lados, acompanhamos a evolução do especial e singular vínculo profissional entre cabo e cão farejador – ambos com jobs bem claros e específicos, que ficarão comprovadamente reconhecidos na excelente performance no Iraque na cena em que descobrem um grande arsenal de armas escondido na casa de um árabe comerciante de tapetes. Os cães sabem farejar explosivos, mas os soldados precisam aprender a dar ordens, elogiar, guiar e, se necessário, fornecer assistência médica aos cães feridos. Tudo isso requer intensa ligação e confiança mútua entre soldado e cachorro. Como o treinador de cães lembra a Megan: “Tudo o que você sente reflete-se na coleira”. Mas Megan não é uma pessoa particularmente calorosa, ela não faz conexões facilmente. Então, o treinador diz a ela: “Eu não posso te ensinar como se unir”. A ligação, isto é, o “vínculo”, vai acontecer através do fazer, da prática… A cena em que Megan vai ao canil no meio da noite e “sequestra” Rex para seu quarto é singela e tocante para ilustrar essa ligação se formando. 3. A diversidade e a camaradagem entre os membros do time fazem o sucesso Após a cena da localização do arsenal de armas por Rex, os soldados festejam o resultado e parabenizam Megan pelo desempenho. Como uma das únicas mulheres no acampamento militar, até então ela ficava isolada e não interagia socialmente como o resto do time. Há até uma cena em que sutilmente se percebe a diferença entre homens e mulheres no acampamento, onde os soldados improvisaram um banheiro para sexos diferentes. Sua performance ao descobrir o arsenal de armas escondidas acaba gerando aceitação e confiança por parte dos soldados que aplaudem e agradecem seu bom trabalho. A partir daí, ela será mais valorizada. Aqui podemos discutir o significado de time e trabalho em equipe – a luta pelo objetivo comum, os valores compartilhados, o expertise de cada um (o próprio Rex, com sua habilidade super importante)…enfim, a ideia de camaradagem. Se você ainda não viu o filme, sugerimos que você não leia o texto a seguir, pois isso estragará a surpresa do final. 4. Pensar estrategicamente: ter um plano e ser determinado traz a realização No terceiro ato, o filme revela a luta que levou Leavey a se tornar uma figura conhecida nacionalmente nos Estados Unidos. A partir do desafio que recebe de seu pai, Leavey decide lutar para tirar Rex, já adoentado, do serviço e adotá-lo. Para isso, ela tem uma ideia e desenvolve um

Você conhece os 05 princípios contábeis relacionados a custos? que tal visualizar esta matéria.

A contabilidade de custos é um dos segmentos da ciência contábil que mais têm apresentado evoluções teóricas; e que por sua vez refletem na aplicação prática das empresas ao longo dos últimos anos. É um dos melhores e mais utilizados instrumentos para a gestão empresarial e para a proteção das legislação tributária, em atendimento às necessidades legais e fiscais. Como consultor empresarial e professor em universidades, o que temos sempre percebido nas empresas é a não aderência aos princípios contábeis relacionados ao CUSTO CONTÁBIL. O que sempre ouvimos é o seguinte: “Lá vem vocês com a teoria acadêmica não aplicáveis a nossa prática empresarial”. Alertamos que a ingenuidade de um pensamento restrito, decorrente do não conhecimento da legislação contábil pode resultar ao aprendizado forçado; que muitas das vezes acontece decorrente das multas ou e de um “auto de infração” aplicado pelos fiscais da Receita Federal. Então vamos lá nas nossas reflexões, embasadas pelo Manual de Contabilidade Societária (FIPECAFI) e do livro de Contabilidade de custos do professor Eliseu Martins, ambos publicados pelo grupo gen/Editora Atlas. Logicamente não pretendemos exaurir um tema tão complexo, mas contribuir para uma ampla reflexão, e que poderá ser base de crítica para futuras pesquisas e explicações. Depois da leitura completa deste paper visualize outros em nosso site sobre GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTO; acesse:  http://www.gecompany.com.br/categoria/educacional/gestao-de-custos/ Introdução: Os princípios da contabilidade são um conjunto de normas que representam a essência das doutrinas e teorias relacionadas a essa ciência. Assim, os princípios contábeis regem o exercício da profissão, e o respeito a eles é condição de legitimidade segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade. O custo fabril “do processo produtivo” nas empresas de manufaturas, normalmente representam 80% da dedução da receita líquida, gerando assim o lucro bruto numa margem de 20% e que deduzida as despesas administrativas e comerciais resulta na BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO DE RENDA, e no valor a ser pago pelas empresas do IMPOSTO DE RENDA. Assim as empresas que aderem ao LUCRO REAL devem tomar muito cuidado na estruturação da BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO DE RENDA, procurando entender amplamente os PRINCÍPIOS CONTÁBEIS relacionados ao CUSTO DO PRODUTO PRODUZIDO e ao CUSTO DO PRODUTO VENDIDO. Apresentamos abaixo os 05 princípios da Contabilidade relacionados a custo. PRINCÍPIO DA REALIZAÇÃO DA RECEITA: Determina este princípio o reconhecimento contábil no resultado (lucro ou prejuízo) apenas ocorre quando da realização da receita. E ocorre a realização da receita, em regra, quando da transferência de posse do bem ou serviços para terceiros. Este princípio esta relacionado ao do CUSTO HISTÓRICO COM BASE DE VALOR, pois muitos empresários na ansiedade de atualizar os seus de ESTOQUES DE PRODUTO ACABADO ou das MATÉRIAS PRIMAS ao preço de mercado, nos dizem: ” A CONTABILIDADE é ultrapassada, pois trabalha com valores históricos, do passado”. A resposta deste PRINCÍPIO CONTÁBIL é o seguinte: Se os estoques das matérias primas estão com preços ultrapassados, agilize seu o processo produtivo e transforme rapidamente suas matérias primas em PRODUTOS ABACADOS; e se o ESTOQUE DE PRODUTO ACABADO tem valor de MERCADO, simplesmente REALIZE A RECEITA a este tal valor de mercado. Ao “preço justo” que o cliente esteja disposto a pagar decorrente da transferência de posse,comprovada pela emissão da NOTA FISCAL DE VENDA. Assim o valor do CUSTO HISTÓRICO será corrigido e deixará de existir, pois teremos no BALANÇO PATRIMONIAL a rubrica do CONTAS A RECEBER que carrega consigo o CUSTO HISTÓRICO do PRODUTOS PRODUZIDOS mais o LUCRO AGREGADO ao produto, decorrente da venda realizada ao CLIENTE. 2) PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA OU DA CONFRONTAÇÃO ENTRE DESPESA E RECEITA: Esse aspecto é importante para a CONTABILIDADE DE CUSTOS; pois após o reconhecimento da RECEITA deduz dela todos os valores representativos dos esforços para a sua consecução (receita menos as despesas). Como sabemos as despesas são dedutíveis para a apuração do IMPOSTO DE RENDA e o lucro contábil a sua base legal. A lei neste principio (DA COMPETÊNCIA) se protege em “levar” para o ATIVO na conta de ESTOQUE DE PRODUTO ACABADOS, todas as despesas relacionadas a custos que ainda não se transformaram como base redutora da RECEITA RELACIONADA. Exemplo: Se uma empresa produz um determinado produto que será destinado futuramente a venda; as despesas que transforam em custo, devido a sua estreita relação ao produto, deverá ser ATIVADO e somente será despesado através do CMV (custo da mercadoria vendida), quando ocorrer a transferência de posse; portanto, este princípio contábil (DA COMPETÊNCIA) encontra-se estritamente relacionado ao do PRINCÍPIO DA REALIZAÇÃO DA RECEITA. Verificamos o seguinte: Receita (-) CMV = Lucro bruto (-) despesas = Lucro antes do imposto de renda (-) Imposto de renda = Lucro líquido. Alertamos o seguinte: Caso uma empresa não siga rigorosamente este princípio estará infringindo as necessidades legais em “contabilizar” uma despesa que não possui relação com a receita e reduzindo assim a base de cálculo do imposto de renda; sendo que a mesma (as despesas) deveriam ser ATIVADAS no ESTOQUE e ser deduzida das receitas somente na transferência de posse do produto produzido ao cliente, conforme menciona o PRINCÍPIO DA REALIZADA DA RECEITA. 3) PRINCIPIO DO CUSTO HISTÓRICO COM BASE DE VALOR: Desse princípio decorrem consequências várias. Os ativos são registrados contabilmente por seu valor original de entrada, ou seja, histórico. Permanecendo todos os esforços a elaboração do produto ao seu CUSTOS HISTÓRICO até a REALIZAÇÃO DA RECEITA e transferência de posse. Quando menciona-se que os Ativos são registrados ao seu valor de entrada relaciona-se ao custo de aquisição das matérias primas e o complemento a todos os esforços a elaboração do produto relacionado aos PRODUTOS ACABADOS e aos PRODUTOS EM ELABORAÇÃO. O tema todos os esforços traduz: aos custos diretos e indiretos de fabricação entre os quais destacam-se: Mão de obra direta e a mão de obra indireta. O primeiro exemplo relaciona-se a um custo direto e o último a um custo indireto. Este princípio também possui uma estreita relação ao princípio do PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA. Como sabemos as empresas que aderem ao REGIME DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL, mensalmente é apurado